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	<title>Portal Cultura PE &#187; Voz Nagô</title>
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		<title>País das Culturas Populares tem se destacado por crossover, salvaguarda e a força do samba-reggae</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 04:59:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua primeira edição, o Festival Pernambuco Meu País tem mostrado, como poucos eventos, a tradição e a força que tem o samba-reggae no Estado, sobretudo o produzido na Zona Norte da capital. Uma das inúmeras gratas surpresas da programação, essa tem acontecido à tarde, no polo País das Culturas Populares, sobre o já famoso palco-caminhão que percorre as oito cidades programadas para este ano. Neste sábado (27), em Gravatá (Agreste), foi a vez do Bloco Obirin, do Morro da Conceição, ditar o ritmo. A festa continuou até o início da noite com a Ciranda das Flores Amunam (Nazaré da Mata, Zona da Mata Norte), do Coco de Umbigada (Olinda), do forró de Fagner Chagas (Gravatá) e do coral afro Voz Nagô (Recife).</p>
<p>Céu azul, temperatura de 25 °C. Foi nesse clima que o primeiro grupo de samba-reggae de mulheres do Recife subiu ao palco, logo depois da hora do almoço, para mostrar seus repertório composto por temas autorais e standards nacionais, como é comum a grupos do gênero.</p>
<p>Em seguida foi a vez das Flores Amunam, formado por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata, mostrar suas canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, interpretou composições de Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>E esse tem sido outro aspecto curioso na grade de programação de festival: evidenciar o crossover entre os vários gêneros e ritmos, mostrando como artistas bebem das mais diferentes fontes, seja para divertir e/ou se aproximar de gerações e gostos diversos, derrubando muros e (pré)conceitos.</p>
<p>Se a tarde estava quente, com a apresentação do Coco de Umbigada virou brincadeira. Referência em coco de roda no Estado (leia-se: no mundo), o grupo surgido nas cercanias de Olinda e Paulista (Região Metropolitana do Recife) trouxe para o Agreste a força da tradição centenária do gênero sob o comando de Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>E como não poderia deixar de ser, Gravatá foi muito bem representada por um de seus filhos, o forrozeiro Fagner Chagas, que fez o País das Culturas Populares pegar fogo com uma set list bem arrumada misturando forrós tradicionais com estilizados e xotes. No cardápio, sucessos consagrados de Zé Ramalho (frevo, Mastruz com Leite (baião de Dois, de Luiz Fidélio &amp; Jaboty; e Meio-Dia, de Fidélio com Danilo Lopes), Flávio José (Meu Cenário, de Petrúcio Amorim) e Luiz Gonzaga (Numa Casa de Reboco (parceria com Zé Marolino).</p>
<p>Era tudo o que o público queria para dançar agarradinho. Houve até tempo para canções do xará mais famoso, Raimundo Fagner (Espumas ao Vento, de Accioly Neto; Revelação, de Clodô &amp; Clésio; Pedras que Cantam, de Dominguinhos &amp; Fausto Nilo). Sem dúvida uma referência inusitada.</p>
<p>Já à noite, o caminhão-palco encerrou este sábado com chave de ouro: com o septeto de vozes femininas Voz Nagô atuando como headliner. O grupo, acompanhado de uma banda de percussão e cordas, é uma das criações do saudoso músico Naná Vasconcelos, um dos homenageados desta edição do festival (ao lado do artista visual Abelardo da Hora), e surgiu em 2009 para compor a abertura do Carnaval do Recife &#8211; o que faz até hoje.</p>
<p>Mas em se tratando de sete mulheres negras ativistas culturais, o Voz Nagô ganhou vida própria e vem mostrando um talento incrível. Neste sábado, começou prestando uma homenagem ao padrinho, com a canção Juvenal Nagô, de Manu Nascimento, ex-integrante do grupo. Depois fez um set apenas com músicas de Naná rearranjadas especialmente para o septeto. E, claro, não faltaram os supracitados crossovers, em versões de sucesso de Alceu Valença (Anunciação; La Belle de Jour) e Reginaldo Rossi (Recife Minha Cidade).</p>
<p>E como se tudo isso fosse pouco, pode-se afirmar que o País das Culturas Populares tem se mostrado uma síntese das manifestações que são talvez as principais responsáveis pela salvaguarda da cultura popular, sobretudo a de origem ancestral, das matrizes africana e dos povos originários.</p>
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		<title>Uma cerimônia memorável, um concerto para lembrar de Naná</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2016 09:56:00 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Meia hora antes do concerto que daria início ao 26º Festival de Inverno de Garanhuns, na Igreja Matriz de Santo Antônio, já era perceptível a ansiedade do público presente. Sozinho em um dos bancos da Catedral, atento a montagem dos instrumentos no palco que ia ganhando luzes e sons, ao centro da igreja, o funcionário público José Marlos Ferro, de 50 anos, esperava a primeira das muitas homenagens ao percussionista pernambucano Naná Vasconcelos que integram a programação do FIG. Garanhuense, Ferro mora no Recife há mais de duas décadas, mas volta sempre, como quem cumpre tradição, à terra natal neste período. “Independente da programação, o FIG faz parte do meu calendário desde sua primeira edição. Minhas férias são tiradas pensando nele”, contou. A justa homenagem a Naná, completou, tornou a decisão ainda mais especial.</p>
<p>Com as fileiras lotadas, a cerimônia de abertura contou com a presença da viúva do instrumentista, Patrícia Vasconcelos, e a filha do casal, Luz Morena, que, emocionadas, receberam os cumprimentos da Presidente da Fundarpe, Márcia Souto, do Secretário de Cultura do Estado, Marcelino Granja, do Governador Paulo Câmara, de Izaías Régis, prefeito de Garanhuns e do bispo da diocese de Garanhuns, Dom Paulo Jackson.</p>
<div id="attachment_38251" aria-labelledby="figcaption_attachment_38251" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/patricia-vasconcelos.jpg"><img class="size-medium wp-image-38251" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/patricia-vasconcelos-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Patrícia Vasconcelos, ao lado da filha Luz Morena, agradece a reverência do festival e do público</p></div>
<p>Patrícia, visivelmente tocada pela homenagem, agradeceu a reverência ao marido, um dos maiores expoentes da música pernambucana e brasileira, falecido em março desse ano. “Agradeço ao Governo do Estado, a vocês todos e a Deus, por ter me permitido compartilhar uma vida de pleno amor com Naná. Espero que, a partir de agora, mais pessoas possam conhecer e mergulhar no trabalho dele, que é lindo”, realçou.</p>
<p>Durante a solenidade, o secretário Marcelino Granja pontuou que “homenagear Naná é homenagear o povo brasileiro em toda a sua diversidade” e se disse feliz por um concerto que faz menção às religiões de matiz africana acontecer em uma igreja católica, um modo de propagar a tolerância através da arte, saudando a cultura afro-brasileira. Já a presidente da Fundarpe, Márcia Souto, comentou sobre abertura do festival, feita de forma diferenciada dos outros anos, e afirmou que a cerimônia foi “diferente, um grande encontro. Para todos nós, que tivemos oportunidade de compartilhar momentos com Naná, é uma emoção muito grande”, disse. O prefeito de Garanhuns, Izaías Régis, também saudou o percussionista. “Esse é um presente para nós. Me sinto orgulhoso de estar no comando da cidade que homenageia esse grande músico, pai, esposo. Estou feliz e sei que o povo garanhuense também está”, declarou.</p>
<div id="attachment_38254" aria-labelledby="figcaption_attachment_38254" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lais Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/paulo-camara-patricia.jpg"><img class="size-medium wp-image-38254" alt="Lais Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/paulo-camara-patricia-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">O Governador Paulo Câmara ressaltou o legado de Naná e a importância do FIG para Pernambuco</p></div>
<p>O governador Paulo Câmara afirmou que “não poderia deixar de fazer o 26º FIG” e valorizar a cultura pernambucana em suas mais diversas linguagens: teatro, música, cinema, literatura, artesanato, circo. “Atrair turistas e gerar empregos só faz bem ao povo de Pernambuco. Além disso, a cultura pernambucana é uma cultura muito forte, que inspira, que transforma vidas. Esse festival agrega o que há de melhor na nossa cultura e uma forma de mostrá-la ao resto do Brasil”, declarou. Sobre Naná, Paulo foi enfático e, mais do que isso, justo: “tudo que pudemos fazer para homenageá-lo ainda será pouco”.</p>
<p><strong>Celebração da música negra<br />
</strong></p>
<div id="attachment_38257" aria-labelledby="figcaption_attachment_38257" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/virginia.jpg"><img class="size-medium wp-image-38257" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/virginia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Um das vozes mais poderosas da música brasileira, Virgínia Rodrigues participou da homenagem</p></div>
<p>Após as falas, o público que àquele momento já ocupava até a escadaria da Igreja, vivenciou um concerto de rara beleza, um encontro entre o jovem expoente da música contemporânea, o compositor e pianista pernambucano Zé Manoel com nomes aclamados em todo o país por suas valorosas contribuições à música negra: a cantora baiana Virgínia Rodrigues e o compositor e instrumentista Seu Mateus Aleluia.</p>
<div id="attachment_38258" aria-labelledby="figcaption_attachment_38258" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/ze-manoel-musicos.jpg"><img class="size-medium wp-image-38258" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/ze-manoel-musicos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A formação do show de Zé Manoel (centro), contou com o baterista Sérgio Reze (esquerda), o violoncelista Filipe Massumi (direita) e ainda o percussionista Johann Brehmer</p></div>
<p>Tornando a noite ainda mais memorável, a força das mulheres do Grupo Voz Nagô (idealizado pelo Mestre Naná) encheram a o local com todas as vozes do nosso maracatu, fazendo com que Naná se fizesse também ele, ali, presente. <strong><br />
</strong></p>
<div id="attachment_38252" aria-labelledby="figcaption_attachment_38252" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/coral-voz-nago.jpg"><img class="size-medium wp-image-38252" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/coral-voz-nago-607x376.jpg" width="607" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">As mulheres do Grupo Voz Nagô cantaram para Naná, lembrando quase uma década de trabalhos com o percussionista</p></div>
<p>Composto por artistas mulheres que, por quase uma década, conviveram, trabalharam e foram incentivadas por Naná, as integrantes pretendem dar continuidade ao legado do percussionista que tanto as estimulou e também inspirar, principalmente, as cantoras negras e músicos do cenário regional. De vestidos brancos, turbantes e saudando orixás, as mulheres transformaram a Catedral num palco digno para Naná: sem divisões dogmáticas, mas cheio de fé e energia vibrante.</p>
<div id="attachment_38253" aria-labelledby="figcaption_attachment_38253" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/mateus-aleluia.jpg"><img class="size-medium wp-image-38253" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/mateus-aleluia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Seu Mateus Aleluia, um dos instrumentistas mais reverenciados no Brasil, também dividiu sua emoção com o público</p></div>
<p>Confira vídeos com trechos das apresentações <a href="https://www.facebook.com/fig.oficial/videos" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a></p>
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		<title>Celebração da música afro-brasileira vai marcar a Abertura Oficial do FIG 2016</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2016 16:28:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um concerto para reverenciar Naná Vasconcelos e outros grandes nomes da música brasileira vai dar as boas vindas ao 26º Festival de Inverno de Garanhuns. Nesta quinta-feira (21), o público do FIG vai poder aplaudir um momento de rara beleza, um encontro entre o jovem expoente da música contemporânea, o pernambucano Zé Manoel com nomes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um concerto para reverenciar Naná Vasconcelos e outros grandes nomes da música brasileira vai dar as boas vindas ao 26º Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<div id="attachment_38132" aria-labelledby="figcaption_attachment_38132" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/afro-abertura.jpg"><img class="size-medium wp-image-38132" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/afro-abertura-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Música negra brasileira dá o pontapé inicial do FIG 2016</p></div>
<p>Nesta quinta-feira (21), o público do FIG vai poder aplaudir um momento de rara beleza, um encontro entre o jovem expoente da música contemporânea, o pernambucano Zé Manoel com nomes aclamados em todo o país por suas valorosas contribuições à música negra: a cantora baiana Virgínia Rodrigues e o compositor e instrumentista Seu Mateus Aleluia. Tornando a noite ainda mais memorável, a força das mulheres do Grupo Voz Nagô (idealizado pelo Mestre Naná) vai encher a Igreja Matriz de Santo Antônio com todas as vozes do nosso maracatu.</p>
<div id="attachment_36030" aria-labelledby="figcaption_attachment_36030" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">João Rogério Filho/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Coral-Voz-Nago-Foto-Joao-Rogerio-Filho-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-36030" alt="João Rogério Filho/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Coral-Voz-Nago-Foto-Joao-Rogerio-Filho-divulgacao-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Voz Nagô enriquece a programação</p></div>
<p>&#8220;A ideia é apresentarmos esse mosaico da música negra brasileira, dando visibilidade também a obras de compositores como Moacir Santos, Tiganá Santana e o próprio Naná, grande homenageado do FIG este ano&#8221;, conta Zé Manoel.</p>
<p>A abertura oficial, que contará com as presenças do Governador de Pernambuco Paulo Câmara, do Secretário de Cultura Marcelino Granja, da Presidente da Fundarpe Márcia Souto e do Prefeito de Garanhuns Izaías Régis terá início às 19h. Todo o público é bem-vindo.</p>
<p><strong>Teatro</strong><br />
A primeira noite do FIG 2016 contará ainda com o espetáculo &#8216; O Ano em que Sonhamos Perigosamente&#8217;, do grupo pernambucano Magiluth. A peça começará às 21h30, no Teatro Luiz Souto Dourado.</p>
<p>Mais informações e a programação completa do festival podem ser conferidas em <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/fig2016" target="_blank">www.cultura.pe.gov.br/fig2016</a></strong><b> </b></p>
<div><strong>SERVIÇO</strong></div>
<p><strong> Abertura Oficial &#8211; FIG 2016</strong><br />
<strong>Concerto Afro-Brasileiro</strong><br />
Zé Manoel, Virgínia Rodrigues, Seu Mateus Aleluia e Grupo Voz Nagô<br />
Bateria: Sergio Reze | Violoncelo: Filipe Massumi | Percussão: Johann Brehmer | Piano: Zé Manoel</p>
<p>Local: Igreja Matriz de Santo Antônio &#8211; Garanhuns | A partir das 19h</p>
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		<title>Afoxé Omô Nilê Ogunjá realiza Feijão de Ogum nesta quinta (23)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/afoxe-omo-nile-ogunja-realiza-feijao-de-ogum-nesta-quinta-23/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 19:13:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mantendo a tradição de celebrar o Orixá Ogum e o sincretismo com São Jorge, acontece nesta quinta-feira (23) a festividade Feijão de Ogum, promovida pelo Afoxé Omô Nilê Ogunjá em sua própria sede no bairro do Ibura, no Recife. O evento começa às 17h e é aberto ao público, possuindo em sua programação voltada para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_23851" aria-labelledby="figcaption_attachment_23851" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Luiz Filho/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Afoxe-Omo-Nile-Ogunja-Foto-de-Luiz-Filho-divulgacao-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-23851" alt="Luiz Filho/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Afoxe-Omo-Nile-Ogunja-Foto-de-Luiz-Filho-divulgacao-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Afoxé Omô Nilê Ogunjá</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mantendo a tradição de celebrar o Orixá Ogum e o sincretismo com São Jorge, acontece nesta quinta-feira (23) a festividade Feijão de Ogum, promovida pelo Afoxé Omô Nilê Ogunjá em sua própria sede no bairro do Ibura, no Recife. O evento começa às 17h e é aberto ao público, possuindo em sua programação voltada para evocar o cheiro ancestral da feijoada, prato que será distribuído gratuitamente, apresentações dos grupos Coco dos Pretos, Voz Nagô e os cantores Andreia Luiza, Jorge Riba e Rivaldo Pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">O Feijão de Ogum tem por base homenagear o prato que hoje é servido em todas as camadas brasileiras como uma lembrança atávica desta tradição iniciada nas senzalas. <em>“Muito mais que nos fazer lembrar das senzalas, queremos é lembrar da resistência das senzalas em nossa cultura”</em>, ressalta Marconi Bispo, integrante do afoxé. No evento, também serão comercializados outros pratos típicos da culinária originada em terreiros, além de bebidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que teve suas atividades culturais iniciadas há 10 anos, o Afoxé Omô Nilê Ogunjá tem realizado diversas atribuições na comunidade, promovendo cursos envolvendo dança, música e canto para jovens e adultos do Ibura, além de ensaios quinzenais para a realização dos shows.</p>
<p><em><strong>Programação do Feijão de Ogum</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> quinta-feira, 23 de abril<br />
<strong>Local:</strong> sede do Afoxé Omô Nilê Ogunjá, localizada na Av. Rio São Francisco, nº 150, UR 03, bairro do Ibura, no Recife.<br />
<strong>Horários:</strong><br />
<strong>17h</strong> <strong>|</strong> Começa a ser servida a feijoada<br />
<strong>18h |</strong> Apresentação do Coco dos Pretos<br />
<strong>19h30 |</strong> Cortejo do Afoxé Omô Nilê Ogunjá na comunidade, com a participação especial do Grupo Voz Nagô e dos cantores Jorge Riba e Rivaldo Pessoa<br />
<strong>21h |</strong> Grupo Pérola do Samba com a participação especial da cantora Andreia Luiza e encerramento solene com o Afoxé Omô Nilê Ogunjá<br />
<em>Acesso gratuito </em></p>
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		<title>Afoxé Omô Nilê Ogunjá celebra 10 anos de fundação no Projeto Terça Negra</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 14:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16022" aria-labelledby="figcaption_attachment_16022" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Magda Silva</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Afoxe-Omo-Nile-Oguba-Magda-Silva-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-16022" alt="Magda Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Afoxe-Omo-Nile-Oguba-Magda-Silva-01-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do Afoxé Omô Nilê Ogunjá em 2013, durante o 23º Festival de Inverno de Garanhuns.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com edição especial que acontece nesta terça-feira (28), o projeto Terça Negra, tradicionalmente realizado no Pátio de São Pedro, bairro de São José, no Recife, homenageia a trajetória de 10 anos do Afoxé Omô Nilê Ogunjá. O grupo, que irá se apresentar com 25 componentes, conta com a participação do Voz Nagô, do cantor Jorge Ribas, entre outros convidados.</p>
<p style="text-align: justify;">A noite de shows do projeto Terça Negra começa a partir das 20h, com os shows de Batalha de MC’s e da banda N’Zambi. Para Dario Junior, diretor-geral do afoxé, o repertório possibilitará ao público uma viagem pelas principais produções musicais que fizeram a história do Omô Nilê Ogunjá. “Iremos fazer um apanhado dos principais sucessos, envolvendo especialmente produções que possibilitaram parcerias dentro do cenário cultural pernambucano”, comentou.</p>
<p style="text-align: justify;">As comemorações pelos 10 anos do Afoxé Omô Nilê Ogunjá também contemplam um novo trabalho musical, que será lançado durante o Carnaval 2015. A produção do CD, segundo Dario, já se encontra em fase de finalização. O grupo foi fundado em 04 de outubro de 2004, na comunidade do R1-Ibura, no Recife, possuindo origem nos movimentos de candomblé da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Afoxe-Omo-Nile-Oguba-Magda-Silva-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16023" alt="Magda Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Afoxe-Omo-Nile-Oguba-Magda-Silva-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
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