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	<title>Portal Cultura PE &#187; Walmir Chagas</title>
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		<title>Coletivo Isto é Choro! apresenta-se nos jardins do Museu do Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2022 17:14:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os jardins do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) serão palco, no próximo domingo (29), a partir das 16h, de uma apresentação em homenagem à pianista pernambucana Amélia Brandão &#8211; Tia Amélia que, se estivesse viva, completaria 125 anos em 2022. O show será comandado pelo Coletivo Isto é Choro!, formado por Betto do Bandolim, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/283157995_1368807633639974_5405118879730073877_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-94104 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/283157995_1368807633639974_5405118879730073877_n-391x486.jpg" width="391" height="486" /></a></p>
<p>Os jardins do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) serão palco, no próximo domingo (29), a partir das 16h, de uma apresentação em homenagem à pianista pernambucana Amélia Brandão &#8211; Tia Amélia que, se estivesse viva, completaria 125 anos em 2022. O show será comandado pelo Coletivo Isto é Choro!, formado por Betto do Bandolim, José Arimatéa, Nuca Sarmento e Walmir Chagas. A contribuição para apresentação é de R$ 10.</p>
<p><strong>HOMENAGEADA -</strong> Nascida em 25 de maio de 1897, Tia Amélia foi contemporânea de João Pernambuco, Chiquinha Gonzaga, Antônio Callado, Pixinguinha e tantos outros ícones do ritmo do choro no século passado. Pioneira, ela ainda é pouco conhecida pelo grande público, que poderá conhecer no show suas composições. Parentes de Tia Amélia estarão presentes no evento e vão participar de uma conversa com o público sobre a vida desse ícone da música pernambucana.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
&#8220;Viva Tia Amélia&#8221;, com apresentação de Betto do Bandolim, José Arimatéa, Nuca Sarmento e Walmir Chagas.<br />
Quando: 29 de maio de 2022 (domingo), às 16h<br />
Contribuição para apresentação é de R$ 10<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife &#8211; PE)</p>
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		<title>Berço do gênero musical, Pernambuco agora tem seu Dia Estadual do Choro</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 17:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_82518" aria-labelledby="figcaption_attachment_82518" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Guinee/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/betto_do_bandolim2c_moema_macedo2c_marco_cesar2c_rafael_marques-_bandolins_para_jacob_-credito_guinne.jpg"><img class="size-medium wp-image-82518" alt="Guinee/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/betto_do_bandolim2c_moema_macedo2c_marco_cesar2c_rafael_marques-_bandolins_para_jacob_-credito_guinne-607x342.jpg" width="607" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">Ao lado de Betto do Bandolim estão Moema Macedo, Marco Cesar e Rafael Marques, músicos da cena pernambucana do choro</p></div>
<p>Pernambuco agora tem um dia seu para celebrar o choro, gênero musical que consagrou no Estado nomes como João Pernambuco, Tia Amélia, Zé do Carmo, Rossini Ferreira, Luperce Miranda, Quincas Laranjeiras e Mestre Chocho, entre tantos outros músicos, musicistas, cantores e cantoras do estilo. Criado por meio da Lei 14.178/2021, de autoria do deputado Waldemar Borges, o Dia Estadual do Choro João Pernambuco, proposta pioneira em todo o Brasil, será celebrado no dia 16 de Outubro, e leva no seu título uma homenagem a um grande mestre do choro pernambucano.</p>
<p>O anúncio público está marcado para o dia 25 deste mês, durante a Grande Roda de Choro no encerramento do Festival do Choro João Pernambuco, que terá as gravações realizadas em estúdio e o encerramento no Teatro do Parque, seguindo as recomendações para prevenção da pandemia. A iniciativa conta com recursos da Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>A ideia da criação desta data foi do coletivo Isto é Choro!, grupo que reúne grande parte dos artistas que sentiam falta de uma data oficial que demonstrasse a importância deste estilo musical no Estado. O coletivo é liderado pelo produtor cultural Wagner Staden; por Walmir Chagas, criador do personagem Véio Mangaba, artista e pesquisador cultural; e pelo artista Betto do Bandolim.</p>
<div id="attachment_82520" aria-labelledby="figcaption_attachment_82520" class="wp-caption img-width-472 alignnone" style="width: 472px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/20988320_807327619454969_8492786019593292241_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-82520" alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/20988320_807327619454969_8492786019593292241_o-472x486.jpg" width="472" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O produtor cultural Wagner Staden, ao lado do Mestre Chocho (in memorian)</p></div>
<p><em>“A ideia surgiu em 2017, a partir de um movimento de valorização do choro no Estado que tomou impulso com a titulação do Mestre Chocho (in memorian) como Patrimônio Vivo de Pernambuco”</em>, explica Wagner Staden, que trabalhou como produtor do Mestre Chocho nos últimos anos.</p>
<p>Betto do Bandolim é músico, arranjador e compositor, “um chorista completo”, nas palavras do Véio Mangaba. Para ele, assim como o Rio de Janeiro, Pernambuco sempre foi um polo fortíssimo no choro. <em>“Desde a galera que saiu daqui, como o mestre João Pernambuco, Tia Amélia, Quincas Laranjeiras, até a geração anterior a minha, como Rossini Ferreira e Canhoto da Paraíba”.</em></p>
<div id="attachment_55375" aria-labelledby="figcaption_attachment_55375" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/35361032174_3fc1fd0e3f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55375 " alt="Fer Verícimo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/35361032174_3fc1fd0e3f_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Betto do Bandolim, músico, arranjador e compositor, integra o coletivo Isto é Choro! ao lado dos amigos Walmir Chagas e Wagner Staden</p></div>
<p><em>“Muitos músicos daqui foram pra o Rio de Janeiro ensinar o pessoal porque o choro da gente tem um sotaque diferente. Como temos uma diversidade musical fora do comum, nosso choro lembra o baião, xote e frevo, diferente do carioca, que é mais focado no samba”,</em> revela Betto do Bandolim.</p>
<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) acompanhou de perto o processo e deu todo o apoio e aval junto à Alepe e ao Governo de Pernambuco para a criação da Lei.</p>
<div id="attachment_68706" aria-labelledby="figcaption_attachment_68706" class="wp-caption img-width-480 alignnone" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Foto-Walmir-crédito.divulgação.jpg"><img class="size-full wp-image-68706 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Foto-Walmir-crédito.divulgação.jpg" width="480" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Walmir Chagas, criador do personagem Véio Mangaba, artista e pesquisador cultural, também participou da articulação para a criação do Dia Estadual do Choto João Pernambuco</p></div>
<p><em>“Pernambuco agora pode dizer que tem uma data sua para celebrar o choro, gênero que nos deu a oportunidade de gerar aqui no nosso estado mestres como João Pernambuco e o saudoso Mestre Chocho, além de vários outros artistas consagrados e que seguem na linha de frente de defesa desse nosso patrimônio”,</em> comemora Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<p>Segundo o deputado Waldemar Borges, para ele foi um privilégio ter sido o autor da lei. <em>&#8220;Primeiro porque é importante enaltecer as nossas expressões culturais, e o choro com sotaque pernambucano, como diz Betto do Bandolim, é uma das mais fortes, bonitas e envolventes dessas expressões. Ter o seu dia, portanto, é dizer da importância que ele tem pra gente. Segundo, porque o processo de escolha da data, liderado por pessoas como Wagner, Walmir e o próprio Betto, foi extremamente democrático, o que nos une ainda mais nessa homenagem”.</em></p>
<p><strong>HISTÓRICO -</strong> No dia 21 de setembro de 2020 foi realizada uma assembleia virtual aberta ao público, e com a participação de várias personalidades do choro pernambucano, com a proposta de escolher uma data para celebrar o Dia Estadual do Choro.</p>
<p><em>“A gente já realizava o Recife Carinhoso, evento com vários choristas do estado para celebrar o Dia Nacional do Choro, no dia 23 de abril, nascimento de Pixinguinha. Depois tivemos a ideia de fazer o Festival João Pernambuco, em 2016, como forma de valorizar o choro daqui do Estado. A partir daí surgiu a ideia de criarmos um dia estadual para celebrar este ritmo que também é pernambucano”,</em> conta Betto do Bandolim.</p>
<p>Foi escolhido então o dia 16 de outubro, data de falecimento de João Pernambuco, o maior nome do violão e do choro de Pernambuco e um dos maiores nomes da música brasileira.</p>
<div id="attachment_82519" aria-labelledby="figcaption_attachment_82519" class="wp-caption img-width-378 alignnone" style="width: 378px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/Joao-Pernambuco-1.jpg"><img class="size-full wp-image-82519" alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/Joao-Pernambuco-1.jpg" width="378" height="378" /></a><p class="wp-caption-text">Dia Estadual do Choro João Pernambuco, proposta pioneira em todo o Brasil, leva no seu título uma homenagem a esse grande artista do choro pernambucano</p></div>
<p>De acordo com Walmir Chagas, a escolha de João Pernambuco como homenageado é porque o nome ajuda muito. “<em>Quem tem um nome desse ligado ao seu Estado? Só Canhoto da Paraíba, e inclusive estamos incentivando nossos amigos paraibanos do choro a criar uma data estadual deles”,</em> comenta o artista.</p>
<p>Segundo Walmir, normalmente se escolhe a data de aniversário de uma pessoa nas homenagens, mas como o aniversário de João Pernambuco cai no Dia de Finados houve uma resistência a essa data. <em>“Pesquisei então outras datas importantes envolvendo sua biografia, e a escolha final foi a data do seu encantamento, porque artista não morre, artista se encanta”.</em></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/QHLpT73op5w" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>“Paralelamente, procuramos Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe, com quem tivemos uma reunião para tratar do assunto, e ele deu todo o apoio institucional e se comprometeu em colaborar com a criação da data”,</em> destaca o Véio Mangaba.</p>
<p>Com a data escolhida, a proposta foi apresentada ao deputado Waldemar Borges, que elaborou o projeto de Lei aprovado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). <em>“Dos deputados que estão com mandato na Alepe, ele é uma das pessoas mais envolvidas com a música, e conhece muito o pessoal do chorinho, além de ter sido relator da lei que criou o Dia Estadual de Ciranda (10 de maio)”</em>, completa Walmir Chagas.</p>
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		<title>Projeto Recife Carinhoso leva chorinho de Pernambuco para o MEPE</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-recife-carinhoso-leva-chorinho-de-pernambuco-para-o-mepe/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2019 19:19:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criado para celebrar o choro pernambucano, o projeto Recife Carinhoso tomará conta do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) nos próximos dois sábados, 18 e 25 de maio, sempre a partir das 17h, com entrada gratuita. Esta será a terceira edição da mostra, que surgiu da vontade de comemorar o Dia Nacional do Choro, estabelecido [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68833" aria-labelledby="figcaption_attachment_68833" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Gingadinho-Trio-créd.-divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-68833" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Gingadinho-Trio-créd.-divulgação-607x358.jpg" width="607" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">Gingadinho Trio é uma das atrações deste sábado (25) e contará com a participação de Betto do Bandolim</p></div>
<p>Criado para celebrar o choro pernambucano, o projeto <strong>Recife Carinhoso</strong> tomará conta do <strong>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)</strong> nos próximos dois sábados,<strong> 18 e 25 de maio, sempre a partir das 17h, com entrada gratuita</strong>. Esta será a terceira edição da mostra, que surgiu da vontade de comemorar o Dia Nacional do Choro, estabelecido em 23 de abril como homenagem ao aniversário de Pixinguinha. O evento busca revelar a produção da nova geração de chorões do Estado, incluindo também a participação de veteranos como <strong>Betto do Bandolim, que participa da apresentação do Gingadinho Trio, compondo a programação deste sábado (25), ao lado do Granduo Brasil.</strong></p>
<p>O Choro é um gênero musical considerado como o único genuinamente brasileiro. De execução complexa e arranjos sofisticados, é comparado ao Jazz norte-americano pelos improvisos e habilidades exigidas do músico. O movimento musical do Choro em Pernambuco sempre foi muito intenso e de reconhecimento nacional. Grandes nomes, como: João Pernambuco, Rossini Ferreira, Luperce Miranda, Quincas Laranjeiras, entre tantos, colocaram Pernambuco como um dos importantes centros de efervescência do Choro no Brasil.</p>
<p>Com o tema <strong>“Diversidade musical e novas sonoridades do Choro Pernambucano”</strong>, a mostra apresenta a grande pluralidade de músicos e grupos do gênero que existem em Pernambuco na contemporaneidade. A proposta é difundir o estilo, que tem raízes muito fortes em Pernambuco, e reconhecimento nacional pela qualidade dos músicos e da produção musical do Estado. O evento é uma realização do coletivo Isto é Choro, direção musical de Betto do Bandolim e Walmir Chagas, direção geral de Wagner Staden e produção da Mamahuê produções culturais e afins.</p>
<p><strong>Confira a programação completa e saiba mais sobre as atrações abaixo:</strong></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado, 18/05: </span></b></p>
<p><b>Granduo Brasil<br />
Choramparo</b><br />
<b>Walmir Chagas</b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado, 25/05:</span></b></p>
<p><b>Sexteto Suburbano<br />
Gingadinho Trio<br />
Betto do Bandolim</b></p>
<p><b>SERVIÇO:<br />
III RECIFE CARINHOSO<br />
Quando:</b> Nos sábados de 18 e 25 de maio, sempre às 17h;<br />
<b>Onde:</b> Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) (Av. Rui Barbosa, 960, Graças – Recife/PE)<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>&#8220;A Noite Insone de Um Palhaço&#8221; entra em cartaz no Teatro Arraial Ariano Suassuna</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/a-noite-insone-de-um-palhaco-entra-em-cartaz-no-teatro-arraial-ariano-suassuna/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2017 16:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Noite Insone de Um Palhaço]]></category>
		<category><![CDATA[convocatória]]></category>
		<category><![CDATA[teatro arraial]]></category>
		<category><![CDATA[Walmir Chagas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Teatro Arraial Ariano Suassuna abre suas portas neste fim de semana para a estreia do espetáculo musical e poético Saudosiar… A Noite Insone de Um Palhaço. Estrelado pelo multiartista Walmir Chagas, mais conhecido como o Véio Mangaba, o monólogo conta a história de um palhaço insone que, em seu quarto de dormir, medita e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Teatro Arraial Ariano Suassuna abre suas portas neste fim de semana para a estreia do espetáculo musical e poético <em>Saudosiar… A Noite Insone de Um Palhaço</em>. Estrelado pelo multiartista Walmir Chagas, mais conhecido como o Véio Mangaba, o monólogo conta a história de um palhaço insone que, em seu quarto de dormir, medita e delira, sobre sua vida e solidão, lembrando durante toda a madrugada de fatos tristes e felizes, amores, sonhos, aventuras e desventuras na sua carreira mambembe.</p>
<div id="attachment_55392" aria-labelledby="figcaption_attachment_55392" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Saudosiar1.jpg"><img class="size-medium wp-image-55392" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Saudosiar1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Walmir Chagas dá vida ao palhaço insone</p></div>
<p>Com direção de Moncho Rodrigues e produção de Paulo de Castro, a montagem, segundo Chagas, é <em>&#8220;fruto de uma residência artística na cidade de Fafe, no norte de Portugal&#8221;</em>. &#8220;<em>Fiz um laboratório teatral e musical, em terras portuguesas durante os meses de setembro e outubro de 2015, numa parceria da Associação de Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (Apacepe), com o Projeto Fafe Cidade das Artes, e o resultado dessa residência artística é o espetáculo A Noite Insone de Um Palhaço, que conta as desventuras de um artista circense, a partir do ponto de vista de alguém que dá a cara a bater todos os dias no picadeiro&#8221;</em>, conta o ator.  A montagem entra em cartaz nesta sexta-feira (24) e cumpre temporada no equipamento cultural até o dia 16/12, sempre às 20h, nas sextas-feiras e sábados. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Espetáculo<em> A Noite Insone de Um Palhaço</em><br />
<strong>Quando:</strong> <strong> </strong>de 24/11 a 16/12; sextas-feiras e sábados, às 19h<br />
<strong>Onde: </strong>Teatro Arraial Ariano Suassuna (R. da Aurora, 457 – Boa Vista, Recife – PE)<br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia-entrada)<br />
<strong>Classificação Indicativa:</strong> Livre</p>
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		<item>
		<title>Expoentes do gênero se encontram na II edição do Festival do Choro João Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/expoentes-do-genero-se-encontram-na-ii-edicao-do-festival-do-choro-joao-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 17:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[choro]]></category>
		<category><![CDATA[II Festival do Choro João Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Ivanildo Maciel]]></category>
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		<description><![CDATA[Pelo segundo ano consecutivo, o choro vai ocupar o Pátio de São Pedro, no Recife, durante a segunda edição do Festival do Choro João Pernambuco. O festival deste ano conta com diversas apresentações, dentre elas nomes como Walmir Chagas e Sérgio Gusmmão, e homenageia os músicos Jehovah da Gaita e o já falecido Ivanildo Maciel. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55375" aria-labelledby="figcaption_attachment_55375" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/35361032174_3fc1fd0e3f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55375 " alt="Fer Verícimo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/35361032174_3fc1fd0e3f_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Betto do Bandolim, ao lado de Bozó 7Cordas, assina a direção musical do evento</p></div>
<p>Pelo segundo ano consecutivo, o choro vai ocupar o Pátio de São Pedro, no Recife, durante a segunda edição do <a href="https://www.facebook.com/Festival-do-Choro-Jo%C3%A3o-Pernambuco-140050499958246/" target="_blank"><strong>Festival do Choro João Pernambuco</strong></a>. O festival deste ano conta com diversas apresentações, dentre elas nomes como Walmir Chagas e Sérgio Gusmmão, e homenageia os músicos Jehovah da Gaita e o já falecido Ivanildo Maciel. O evento será realizado nos dias 30 de novembro, às 19h, e 1º de dezembro, às 19h30, e é aberto ao público.</p>
<p>A direção musical do evento ficou por conta de Betto do Bandolim e Bozó 7Cordas, enquanto a produção geral foi de Wagner Staden, que buscaram dar espaço a atrações que se destacam nos mais variados estilos do gênero musical.</p>
<p>No primeiro dia, o festival terá shows de Rubem França, do instrumentista e educador Alexandre Rodrigues, da gaúcha Kelly Rosa e do veterano Bozó 7Cordas, que estará acompanhado do grupo Jackson Fava. No dia seguinte, Quinteto Arraial, Vinícius Sarmento, Arthur Philipe, Betto do Bandolim e o Brasil Sonoro completam a programação.</p>
<div id="attachment_55373" aria-labelledby="figcaption_attachment_55373" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Guinné/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/20171120204328539696a.jpg"><img class="size-medium wp-image-55373" alt="Guinné/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/20171120204328539696a-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O festival terá expoentes do choro, como os músicos Rubem França, Alexandre Rodrigues, Kelly Rosa, Bozó 7Cordas, Vinícius Sarmento, Arthur Philipe e Betto do Bandolim</p></div>
<p>O Festival do Choro João Pernambuco foi criado para celebrar um dos gêneros musicais genuinamente brasileiros. Além do músico que dá nome ao evento, outros artistas destacaram-se ao investir no ritmo, nomes como Rossini Ferreira, Luperce Miranda, Quincas Laranjeiras, entre outros.</p>
<div id="attachment_55372" aria-labelledby="figcaption_attachment_55372" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/36237428530_17bfd0f53a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55372 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/36237428530_17bfd0f53a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Chocho, Patrimônio Vivo de Pernambuco, foi o homenageado na primeira edição do evento</p></div>
<p>A primeira edição do festival foi realizada no ano passado, também no Pátio de São Pedro, homenageando o mestre Chocho, chorão instrumentista de 92 anos, considerado o mais idoso em atividade no país e atualmente Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação completa do II Festival do Choro João Pernambuco:</strong></span></p>
<p><strong>30 de novembro (quinta-feira)</strong><br />
Rubem França<br />
Alexandre Rodrigues<br />
Bozó 7Cordas e o Jackson Fava<br />
Kelly Rosa</p>
<p><strong>1º de dezembro (sexta-feira)</strong><br />
Quinteto Arraial<br />
Vinícius Sarmento<br />
Betto do Bandolim e o Brasil Sonoro<br />
Arthur Philipe</p>
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		<title>Walmir Chagas: recifense de amor e de revolução</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 19:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Bairro de São José]]></category>
		<category><![CDATA[Meu Lugar na Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Walmir Chagas]]></category>

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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Bem no coração da cidade do Recife, um coração retumba com toda força e orgulho! Despido da máscara e das presepadas maliciosas do Véio da Mangaba, está o múltiplo Walmir Chagas. Ator, compositor, músico, dançarino e pesquisador, suas inúmeras facetas revelam bem a alma do recifense, da qual ele tanto se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_7257.jpg"><img class="size-medium wp-image-22220 aligncenter" title="Walmir Chagas" alt="Fotos: Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_7257-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Bem no coração da cidade do Recife, um coração retumba com toda força e orgulho! Despido da máscara e das presepadas maliciosas do Véio da Mangaba, está o múltiplo <strong>Walmir Chagas</strong>. Ator, compositor, músico, dançarino e pesquisador, suas inúmeras facetas revelam bem a alma do recifense, da qual ele tanto se orgulha: um povo guerreiro, que “se vira nos 30”. Convidado da série <strong>Meu Lugar na Cidade</strong>, Walmir se embrenhou pelas ruas do bairro de <strong>São José</strong>, onde nasceu, em 2 de abril de 1960, e onde aprendeu a amar seu povo, sua gente, trazendo vivas em suas memórias lugares, momentos e afetos.</p>
<p>Caminhar com Walmir pelo bairro de São José é ter uma aula de História de Pernambuco. Fã confesso de Frei Caneca, ele fala com gosto de um dos principais nomes da Revolução Pernambucana, que aconteceu em 1817. “<em>Ele e vários heróis desta terra lutaram para que a gente se libertasse do Império português e para que se criasse o Brasil republicano, isso quase um século antes de se proclamar a República no país. Ele foi morto por causa disso, por essa causa que defendeu!</em>”, exalta Walmir, em frente ao busto de Frei Caneca e ao muro onde o político e religioso fora executado, em 13 de janeiro de 1825. O monumento se encontra ao lado do Forte das Cinco Pontas, no Bairro de São José. “<em>A bandeira de Pernambuco era a bandeira da Revolução de 1817. E nós somos o povo no Brasil que mais se orgulha da sua bandeira, que usa ela em camisa e vai com ela pra todo canto!</em>”, continua, relembrando outros nomes que participaram desse momento histórico&#8230; muitos deles hoje batizando logradouros públicos e cidades. “<em>Cruz Cabugá, Abreu e Lima, Frei Caneca. Só tinha ‘caba quente’!</em>”.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_7235.jpg"><img class="size-medium wp-image-22221 aligncenter" title="Walmir Chagas" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_7235-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>Nascido na antiga Rua Augusta – atual Avenida Dantas Barreto, onde hoje funciona o Camelódromo –, Walmir conhece como a palma da mão cada canto do seu lugar de origem. Num misto de admiração e um pouco de desgosto diante da descaracterização de parte do casario antigo, ele recorre às mais claras lembranças, com exatidão. A Farmácia de Seu Pio, o Cinema Ideal, a casa onde viveu Solano Trindade e a Padaria do Leão não estão mais lá. Se transformaram. Mas o carinho de Walmir por cada lugar daquele continua intacto. Em direção à Igreja do Terço (onde Frei Caneca foi despojado do hábito religioso, para seguir rumo à sua execução) uma breve parada na Casa de Badia, para cumprimentar dona Maria Lúcia e refrescar a memória, entre prosas e sorrisos. “<em>É aqui que está o Recife mais autêntico. Foi daqui, do bairro de São José, junto com Boa Vista e Santo Antônio, que o Recife surgiu</em>”, afiança.</p>
<p>Tudo no bairro de São José parece respirar música, poesia, cultura. É como se na cadência dos passos que tecemos caminhando pelas ruas ouvíssemos o batuque dos sambas, dos maracatus, os cânticos negros ecoando por entre o casario. Walmir abraça isso tudo com um amor inabalável. O frevo também é evocado dali, nasceu ali. Dessa gênese, nos surgem aos ouvidos reminiscências dos sons das bandas militares e dos passos dos capoeiras, que deram origem ao ritmo pernambucano. <em>“Nunca vi uma dança, um ritmo popular que tivesse tanto essa energia guerreadora como é o frevo! O povo fervendo na rua, e no subconsciente delas, o grito de liberdade, tirando de dentro de si todas essa vontade de libertação. Se o carnaval já é tomado como aquela coisa que se espera o ano inteiro, em busca dessa liberdade, o frevo é como se representasse essa guerra interna, de se libertar das opressões sociais, dos preconceitos</em>”, conta ele.</p>
<p>Berço do frevo e de uma revolução popular, o bairro de São José reverbera por dentro de Walmir, e dele emana o Recife inteiro. “<em>Esse é um lugar que respira revolução, liberdade. O bairro de São José é o cofre onde ficam guardados preciosos tesouros do Recife: a cultura e a dignidade do povo pernambucano</em>”, arremata.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/tereza-costa-rego-a-pintora-amante-da-folia-e-das-procissoes/" target="_blank"><strong>Tereza Costa Rêgo: a pintora amante da folia e das procissões</strong></a><br />
<strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/jomard-muniz-de-britto-ser-contemporaneo-e-atravessar-pontes/" target="_blank">Jomard Muniz de Britto: “ser contemporâneo é atravessar pontes</a>&#8220;</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/gilu-amaral-olinda-nas-veias-e-no-som/" target="_blank"><strong>Gilú Amaral: Olinda nas veias e no som</strong></a><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/isadora-melo-entre-o-caos-e-a-calmaria/" target="_blank"><strong>Isadora Melo: entre o caos e a calmaria</strong></a><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/aurinha-do-coco-a-coquista-que-nao-abandona-suas-origens/" target="_blank"><strong>Aurinha do Coco não abadona suas origens</strong></a></p>
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