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	<title>Portal Cultura PE &#187; wassab</title>
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		<title>Wassab dá o tom do Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jun 2017 19:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A banda Wasssab, formada pelos experientes músicos pernambucanos Gilú Amaral (percussão), Hugo Linns (baixo) e Juliano Holanda (guitarra), é a atração do próximo sábado (10) do projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco. Conhecidos pela forte utilização de pedais de efeitos, o grupo irá apresentar  suas músicas autorais marcadas por esse [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49806" aria-labelledby="figcaption_attachment_49806" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/28572631061_c6454761e1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49806" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/28572631061_c6454761e1_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Desde julho de 2009 o Wassab faz shows pelo estado, tendo passado por palcos importantes como o Arraial Instrumental, Festival de Inverno de Garanhuns, e Festival no Ar Coquetel Molotov</p></div>
<p>A<strong> <a href="https://www.facebook.com/bandawassab/" target="_blank">banda Wasssab</a></strong>, formada pelos experientes músicos pernambucanos Gilú Amaral (percussão), Hugo Linns (baixo) e Juliano Holanda (guitarra), é a atração do próximo sábado (10) do projeto<strong> Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco</strong>. Conhecidos pela forte utilização de pedais de efeitos, o grupo irá apresentar  suas músicas autorais marcadas por esse diferencial estético a partir das  17h. A entrada custa R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia).</p>
<p>De acordo com Juliano Holanda, o repertório escolhido para este show é um mais leve, com um som mais trabalhado nas harmonias.<em> “Temos um repertório mais pesado, mas neste vamos dar uma maneirada na pressão que levamos ao palco. Pensamos em algo que valorizasse mais esse lado da banda voltado ao som mais trabalhado”,</em> explica o guitarrista.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yPjAVGGfMUQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A apresentação contará com a participação especial da cantora Flaira Ferro, que esteve junto a banda na programação deste ano do Festival RecBeat.<em> “No festival foi um show em parceria com ela, então ela cantava mais. Desta vez ela deve participar em três canções, e vamos tocar sozinhos outras oito ou nove”.</em></p>
<p>Sobre o que acha de levar o som da Wassab para dentro de um museu, Juliano Holanda encara o desafio com tranquilidade. <em>“Todos nós da banda já passamos por lá com seus projetos solos, e pela primeira vez estaremos todos juntos. Acho que este é um espaço muito importante porque dá uma oxigenada na cabeça dos músicos. Recife está numa fase delicada para a realização de shows, precisando de mais espaços culturais. Outra vantagem é que, como é cedo, há uma grande possibilidade de chegar até outros públicos, apresentar nosso som à galera que está sempre por lá”.</em></p>
<p>Desde julho de 2009 o Wassab faz shows pelo estado, tendo passado por palcos importantes como o Arraial Instrumental, Porto Musical, Sesc Instrumental, Festival de Inverno de Garanhuns, e Festival no Ar Coquetel Molotov. O primeiro CD do grupo, lançado em 21012, foi gravado no Estúdio Fábrica.</p>
<div id="attachment_49805" aria-labelledby="figcaption_attachment_49805" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/9360319769_96a8e99a2f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49805" alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/9360319769_96a8e99a2f_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Wasssab é formada por Gilú Amaral (percussão), Hugo Linns (baixo) e Juliano Holanda (guitarra)</p></div>
<p>Ainda em junho, o projeto <strong>Ouvindo e Fazendo Música no Mepe</strong>, realizado pelo Santander Cultural em parceria com o Museu do Estado de Pernambuco, terá outras duas atrações: No dia 17, será palco de Helio Flanders, integrante do Vanguart que mostra músicas de seu primeiro trabalho solo. Já no dia 24 é a vez do Coco de Tore Pandeiro no Mestre apresentar sua obra influenciada pela musicalidade dos mestiços do sertão, do agreste e da zona da mata pernambucana.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em> Projeto Ouvindo e Fazendo Música no Mepe</em><br />
Sábado (10) | 17h<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife)<br />
R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia) | *Pessoas acima de 60 anos e estudantes pagam meia<br />
Mais informações: (81) 3184 3174</p>
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		<title>Festival Rec-Beat divulga programação completa</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2017 15:23:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rec-Beat 2017]]></category>
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		<description><![CDATA[A organização do 22º festival Rec-Beat, que será realizado entre os dias 25 e 28 de fevereiro, no Cais da Alfândega, divulgou a programação completa do evento que, este ano, reforça o compromisso do festival em promover uma celebração da diversidade musical através de diferentes linguagens, experimentações sonoras e inovações estéticas. Inteiramente gratuita, a edição deste [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Captura-de-Tela-2017-02-13-às-23.14.38.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-45348" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Captura-de-Tela-2017-02-13-às-23.14.38-607x355.png" width="607" height="355" /></a></p>
<p>A organização do 22º festival Rec-Beat, que será realizado entre os dias 25 e 28 de fevereiro, no Cais da Alfândega, divulgou a programação completa do evento que, este ano, reforça o compromisso do festival em promover uma celebração da diversidade musical através de diferentes linguagens, experimentações sonoras e inovações estéticas. Inteiramente gratuita, a edição deste ano buscou artistas cujas sonoridades ampliam as fronteiras de seus gêneros, o que se traduz em propostas artísticas modernas de hip hop, rock, eletrônico e jazz, entre outros ritmos, além de trazer nomes que ainda conectam gerações diferentes da música brasileira.</p>
<p>Um dos principais destaques da programação é o celebrado cantor, compositor e produtor Jards Macalé. Ele vem ao Recife para comemorar 50 anos de carreira em um show que traz sucessos como <em>Vapor Barato</em>, <em>Movimento dos Barcos</em> e também novidades como a trilha que fez para <em>Big</em> <em>Jato</em>, mais recente longa do cineasta pernambucano Cláudio Assis. Macalé reforça uma tradição do Rec-Beat que é celebrar a importância de nomes relevantes da história da MPB, mas cuja sonoridade ainda se mantém moderna.</p>
<div id="attachment_45373" aria-labelledby="figcaption_attachment_45373" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Lara</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Jards_Macale_foto_Leo_Lara.png"><img class="size-medium wp-image-45373" alt="Leo Lara" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Jards_Macale_foto_Leo_Lara-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jards Macalé irá comemorar os 50 anos de carreira no festival</p></div>
<p>Outro destaque do line up este ano é o paulista Rashid,  um dos nomes mais conhecidos do rap brasileiro atual, além da banda As Bahias e a Cozinha Mineira, que vem aquecendo a música pop brasileira e abrindo novas fronteiras num combo que trabalha o soul e o pop com destaque para o poder vocal de suas integrantes. A dupla de vocalistas trans e banda trazem letras que espantam males da homofobia, machismo e evidenciam questões importantes de representatividade.</p>
<p>Fortalecendo o time de destaques da nova cena independente, o Rec-Beat traz o power trio paulistano O Terno, que hoje é um dos expoentes do rock moderno no país, além do duo de guitarra/bateria de Sergipe The Baggios, que busca no rock sessentista, no blues e na MPB as referências para o seu som pesado e visceral.</p>
<div id="attachment_45430" aria-labelledby="figcaption_attachment_45430" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Edu Pimenta</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/As-Bahias-e-a-Cozinha-Mineira_fotodeEdu-Pimenta.jpg"><img class="size-medium wp-image-45430" alt="Edu Pimenta" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/As-Bahias-e-a-Cozinha-Mineira_fotodeEdu-Pimenta-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">As Bahia e as Cozinha Mineira são destaque na segunda (28)</p></div>
<p><strong>PERNAMBUCO -</strong> A nova cena pernambucana está bem representada no Rec-Beat este ano. Vitor Araújo apresenta seu disco, <em>Levaguiã Terê</em>, onde une ao piano elementos percussivos e ritmos vindos do Candomblé. A Wassab, trio instrumental formado por Juliano Holanda, Hugo Linns e Gilú Amaral sobe ao palco junto com a cantora e dançarina Flaira Ferro. O espetáculo promove um diálogo entre psicodelia, timbres exóticos e uma pitada de dança. &#8220;<em>É um encontro dos dois trabalhos. Quando convidamos Flaira, não pudemos deixar de usar esse lado dançarino dela. É um projeto meio instrumental, meio cantado. Além de tocarmos o repertório do Wassab, também fazemos novas roupagens pras músicas do disco de Flaira, Cordões umbilicais</em>&#8220;, adianta Juliano Holanda, guitarrista do trio.</p>
<p>De acordo com ele, apesar do projeto já ter sido apresentado uma vez em Olinda, levá-lo para o Rec-Beat tem um diferencial, pois é uma maneira mais amadurecida de mostrá-lo ao público. &#8220;<em>Uma grande chave do Rec-Beat é a preocupação básica com a matéria-prima, que é a música. É como se fosse um prêmio se apresentar no festival, um lugar respeitado, que trata o músico super bem. Você sabe que vai poder apresentar o show de uma forma legal, numa estrutura realmente diferenciada, isso dá a maior alegria</em>.&#8221;</p>
<p>Haverá, ainda, a banda Marsa, que lançou o trabalho de estreia <em>Circular Movimento</em>, de forte inspiração tropicalista. A cena local também será representada pelos DJs convidados, que discotecam na abertura e nos intervalos entre as bandas. DJ Rimas.INC, o rapper e produtor Gustavo Pontual, e  Guilherme Gatis, residente da Superingosto, irão comandar as picapes, além do paraense Bernardo Pinheiro, com remixes de música brasileira.</p>
<div id="attachment_45408" aria-labelledby="figcaption_attachment_45408" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Sidarta</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Marsa-fotode-André-Sidarta.jpg"><img class="size-medium wp-image-45408" alt="André Sidarta" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Marsa-fotode-André-Sidarta-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda pernambucana Marsa toca pela primeira vez no festival</p></div>
<p>De acordo com Guilherme Gatis,<em> &#8220;no Rec-Beat, a missão dos DJs é tentar fazer com que a música, de alguma forma, chegue nas pessoas e elas possam interagir nos intervalos dos shows. Gosto de trabalhar com narrativas nas minhas discotecagens, pensar em rupturas e entender o que eu posso levar pras pessoas dentro do meu repertório a partir das atrações que vão tocar naquele dia&#8221;,</em> comenta o residente da Superingosto, que apresenta hits do indie rock e do pop, do clássico ao novo.</p>
<p><em>&#8220;Sou acostumado a discotecar em lugares pequenos e fechados e no Rec-Beat vai ser uma energia completamente diferente, botar aquela pista enorme pra dançar. Desde os anos 1990, quando o festival era na Rua da Moeda, eu já frequentava  e me acostumei com o clima da festa. Mas agora que vou tocar, terei também que dialogar com as bandas que vão se apresentar no dia&#8221;,</em> diz o pernambucano Gustavo Pontual, que trará um mix de batidas groove.</p>
<div id="attachment_45410" aria-labelledby="figcaption_attachment_45410" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bruna Valença/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Flaira-Ferro-Wassab-FLAIRA-por-Bruna-Coutinho-Valença.jpg"><img class="size-medium wp-image-45410" alt="Bruna Valença" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/Flaira-Ferro-Wassab-FLAIRA-por-Bruna-Coutinho-Valença-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Flaira Ferro também faz sua estreia no festival junto com a banda Wassab</p></div>
<p>No quesito internacional,  das seis bandas que se apresentam este ano, quatro são inéditas no Brasil, o que confirma mais uma vez o Rec-Beat como um dos festivais independentes mais inovadores e comprometidos em apresentar o novo das mais diversas cenas musicais. Se destacam a africana Inna Modja, um dos nomes mais celebrados do hip hop atual; o Dez Mona, da Bélgica, trazendo um show performático onde o jazz, gospel e o rock experimental se encontram; A Morbo Y Mambo, da Argentina, que busca no free-jazz e no dub suas principais fontes sonoras em uma apresentação conhecida pela improvisação e experimentação. O festival traz ainda o hip hop do Negros de Harvar, nova banda de Chile que une rimas sobre a realidade social do país com a forte tradição rítmica da salsa, cumbia, cha cha cha, merengue e bachata.</p>
<p>A programação também é direcionada às crianças no Recbitinho, que acontece no térreo do Paço Alfândega, nos finais de tarde. Os pequenos foliões vão poder curtir e se divertir com a Bandalelê, o bloco Balança Rolhinha e o Cordel Animado e Cia Fátima Freitas.</p>
<p>O Fetival Rec-Beat 2017 tem patrocínio da Prefeitura do Recife, co-patrocínio da CAIXA e Governo Federal. Conta ainda com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, e aapoio do Café Santa Clara, Copergás, Funarte/Ibermúsicas, Institut Français, Paço Alfândega e Ecohus. O Spotify é o player oficial. Media partners, Brasileiríssimos e Revista O Grito! A realização é da Rec-Beat Produções.</p>
<div id="attachment_45413" aria-labelledby="figcaption_attachment_45413" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Malick Sidebe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/InnaModja_BW_por-Malick-Sidebe.jpg"><img class="size-medium wp-image-45413 " alt="Malick Sidebe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/InnaModja_BW_por-Malick-Sidebe-318x486.jpg" width="318" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A africana Inna Modja é um dos destaques internacionais que vem pela primeira vez ao Brasil</p></div>
<p><strong>Confira a programação completa do Rec-Beat 2017:</strong></p>
<p><strong>Sábado (25/02)</strong><br />
20h &#8211; DJ Rimas.INC (PE)**<br />
21h &#8211; The Baggios (SE)<br />
22h &#8211; Seu Pereira e Coletivo 401 (PB)<br />
23h10 &#8211; O Terno (SP)<br />
00h30 &#8211; ÀTTØØXXÁ (BA)</p>
<p><strong>Domingo (26/02)</strong><br />
15h &#8211; Recbitinho: Cordel Animado e Cia Fátima Freitas (Frevo)*<br />
19h30 &#8211; Dj Gustavo Pontual (PE)**<br />
20h &#8211; Marsa (PE)<br />
21h &#8211; Craca e Dani Nega (SP)<br />
22h &#8211; Negros de Harvar (Chile)<br />
23h10 &#8211; Rashid (SP)<br />
00h30 &#8211; Morbo Y Mambo (Argentina)</p>
<p><strong>Segunda (27/02)</strong><br />
15h &#8211; Recbitinho: Cordel Animado e Cia Fátima Freitas (Caboclinho)*<br />
19h30 &#8211; Dj Guilherme Gatis (PE)**<br />
20h &#8211; Dez Mona (Bélgica)<br />
21h &#8211; Vitor Araújo (PE)<br />
22h &#8211; La Dame Blanche (Cuba)<br />
23h10 &#8211; As Bahias e a Cozinha Mineira (SP)<br />
00h30 &#8211; Los Pirañas (Colombia)</p>
<p><strong>Terça (28/02)</strong><br />
15h &#8211; Recbitinho: Cordel Animado e Cia Fátima Freitas (Pierrô e Colombina)*<br />
16h &#8211; Recbitinho: Bandalelê e bloco Balança Rolhinha*<br />
19h30 &#8211; DJ Bernardo Pinheiro (PA)**<br />
20h &#8211; Flaira Ferro &amp; Wassab (PE)<br />
21h &#8211; Quartabê (SP)<br />
22h &#8211; Teto Preto (SP)<br />
23h10 &#8211; Inna Modja (Mali)<br />
00h30 &#8211; Jards Macalé (RJ)</p>
<p>(**) &#8211; Os Djs fazem a abertura da noite e intervalos entre as bandas.<br />
(*) &#8211; Recbitinho na área interna térrea do Paço Alfândega.</p>
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		<title>Gilú Amaral apresenta seus &#8220;Percursos&#8221; pela música no Museu do Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 20:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Marcus Iglesias A tarde do próximo sábado (27), no Museu do Estado de Pernambuco, será de apreciação da boa música instrumental pernambucana. Atração do projeto &#8220;Ouvindo e Fazendo Música&#8221;, o multi-instrumentista olindense Gilú Amaral vai apresentar, a partir das 17h, seu atual projeto solo intitulado ‘Percursos’. &#8220;É uma ideia antiga e trata exatamente de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>A tarde do próximo sábado (27), no Museu do Estado de Pernambuco, será de apreciação da boa música instrumental pernambucana. Atração do projeto &#8220;Ouvindo e Fazendo Música&#8221;, o multi-instrumentista olindense Gilú Amaral vai apresentar, a partir das 17h, seu atual projeto solo intitulado ‘Percursos’.</p>
<p><em>&#8220;É uma ideia antiga e trata exatamente de minha caminhada como músico. Um espetáculo instrumental feito para ser contemplado do começo ao fim”</em>, adianta o músico. Gilú é um dos mais reconhecidos percussionistas da cena contemporânea no estado, à frente de bandas como a <em>Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO)</em> e <em>Wassab</em>, além de atual parceiro da <em>Ave Sangria</em>.</p>
<div id="attachment_34113" aria-labelledby="figcaption_attachment_34113" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Raphael Pontual/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/gilu-amaral_-foto_raphael-pontual.jpg"><img class="size-medium wp-image-34113" alt="Raphael Pontual" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/gilu-amaral_-foto_raphael-pontual-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação solo do olindense Gilú Amaral terá início às 17h</p></div>
<p>Gilú conta com entusiasmo sobre o processo de montagem da atual e solitária performance: <em>“Eu sempre fui uma pessoa que estive envolvida em trabalhos com outras pessoas, já tenho quase vinte anos de carreira, e tinha este desejo de fazer um trabalho solo. Apesar de ser reconhecido como percussionista, tenho neste projeto a proposta de levar também ao palco instrumentos melódicos como o ngoni, ngoma e hang drums. É um show com narrativa, bem lúdico”,</em> conta.</p>
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<p>Desde que lançou o projeto, em agosto de 2015, Gilú já realizou ao menos uma apresentação por mês. <em>“Passei por lugares como a Macuca, o Xinxim da Baiana, a Creperia Rouge e o Casbah. Em breve, estarei levando este show para o Rio de Janeiro e São Paulo”</em>, revela o músico, que vivência a arte desde a infância pelas ladeiras de Olinda. <em>“África é minha grande escola. Nós de Olinda  e Recife temos muita sorte, porque somos influenciados pela cultura de matriz africana, como o candomblé e as manifestações culturais”.</em></p>
<p>Sobre a reação do público diante de sonoridade de instrumentos pouco usuais, Gilú comenta que  &#8221;c<em>om este show,confirmei que há um público interessado na contemplação da música em si, sem necessariamente ser algo dançante. Na verdade é interessante ver as pessoas que me conhecem ‘ficarem de cara’ quando me veem tocando instrumentos melódicos”</em>, brinca. A apresentação no Museu do Estado terá ainda a presença de Chris Nolasco.</p>
<div id="attachment_34114" aria-labelledby="figcaption_attachment_34114" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Isabella Valle/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/4355754870_e6e66530db_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-34114 " alt="Isabella Valle/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/4355754870_e6e66530db_b-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;África é minha grande escola. Nós de Olinda e Recife temos muita sorte, porque somos influenciados pela cultura de matriz africana, como o candomblé e as manifestações culturais”, conta Gilú</p></div>
<p>O músico trabalha paralelamente na produção do seu primeiro disco, um desdobramento do ‘Percursos’. <em>“Neste álbum, além do que tenho buscado com o show solo, vou mostrar mais meu lado compositor. Será um disco co-autoral com 10 faixas e</em><em> várias participações especiais, nomes como Juliano Holanda, Hugo Lins, Erica Natuza e Lucas dos Prazeres, entre outros importantes na minha trajetória”</em>, revela. A previsão de lançamento do novo trabalho é setembro deste ano.</p>
<p><strong>Ouvindo e Fazendo Música no Mepe</strong></p>
<p>Realizado desde julho de 2014 no Museu do Estado, trata-se de projeto continuação do Santander Cultural no Recife e é realizado sempre aos sábados. A programação tem como foco o incentivo à produção local da música instrumental, sempre abrindo espaço para artistas autorais em geral.</p>
<p>Os ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Gilú Amaral</strong><br />
Sábado (27) | 17h<br />
Museu do Estado de Pernambuco Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE<br />
R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)<br />
Mais informações: (81) 3184.3170 | 3184.3178</p>
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