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	<title>Portal Cultura PE &#187; webprograma</title>
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		<title>Ciclo natalino: Cavalo Marinho é tema de live realizada pela Secult-PE</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 15:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O programa Cultura em Rede, produzido Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), está de volta depois de uma pausa em novembro. A programação do mês de dezembro envolve uma série de diálogos que lançarão luzes sobre os folguedos populares e espetáculos tradicionais que acontecem no estado durante o ciclo natalino. Nesta terça (7), às 19h, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-02-at-16.33.07.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89675" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-02-at-16.33.07-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O programa Cultura em Rede, produzido Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), está de volta depois de uma pausa em novembro. A programação do mês de dezembro envolve uma série de diálogos que lançarão luzes sobre os folguedos populares e espetáculos tradicionais que acontecem no estado durante o ciclo natalino.</p>
<p>Nesta terça (7), às 19h, no canal da Secult-PE no Youtube e também no Facebook, acontece a live &#8220;Brincadeira no terreiro: o Cavalo Marinho celebra o Criador&#8221;. São convidados Mestre Zé de Bibi, Patrimônio Vivo de Pernambuco e responsável pelo Sítio Histórico do Cavalo Marinho, localizado na Zona Rural de Glória de Goitá (Zona da Mata), e Risoaldo José da Silva, o Pino, que é brincante do Cavalo Marinho Estrela de Ouro (também Patrimônio Vivo do estado), que fica em Condado, na Zona da Mata. Ele é o atual presidente da Associação dos Grupos de Cavalo Marinho de Pernambuco. A mediação é de Renata Echeverria, gestora cultural e coordenadora do Núcleo de Comunicação e Memória da Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe.</p>
<p><em>“Preservar a tradição da brincadeira do Cavalo Marinho é manter viva a história de personagens como Mateus, Bastião, Catirina… tão fortes e vivas no imaginário dos pernambucanos. Os Patrimônios Vivos são uma política pública de fortalecimento de nossa identidade, de enaltecimento da cultura dos brincantes, dos trabalhadores dos engenhos de cana de açúcar e sítios da Zona da Mata Norte de Pernambuco”</em>, diz Renata Echeverria, sobre a importância de reconhecer as tradições do estado.</p>
<p><em>“Fundei esse Cavalo Marinho em 1961 e até hoje eu estou mantendo a tradição. Meu nome está espalhado por todo mundo, como artista. Enquanto eu estiver vivo, o Cavalo Marinho está de pé, e eu representando a cultura popular em toda função que tiver. Hoje sou Patrimônio Vivo de Pernambuco e estou de parabéns por isso”</em>, fala, orgulhoso, Mestre Zé de Bibi, que começou no brinquedo popular ainda menino.</p>
<p>A paixão de Pino também começou cedo, vendo o pai, Mestre Biu de Alexandre, colocando o Cavalo Marinho na rua.<em> “Já vai pra quarta geração da família brincando junto no Cavalo Marinho. Aprendi muito com meu pai. Cavalo Marinho pra mim é tudo. É minha vida”</em>, conta ele, que durante as apresentações integra o banco do maracatu, tocando com os demais músicos, recitando as loas e toadas, e também interagindo com as figuras/personagens do brinquedo.</p>
<p><strong>Dança natalina</strong><br />
O Cavalo Marinho, Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, é uma expressão artística popular típica da Zona da Mata Norte de Pernambuco e também está presente em algumas regiões da Paraíba. O espetáculo, que pode reunir mais de 70 personagens, conta com diálogos engraçados, à base de improviso. Os músicos tocam instrumentos como rabeca, pandeiro, ganzá e reco-reco e puxam toadas (versos cantados) e loas (versos falados). A dança lembra o galope dos cavalos. O Cavalo Marinho está presente em outros ciclos, mas é no Natal que encontra seu ápice.</p>
<p>Veja a programação completa do programa Cultura em Rede do mês de dezembro:<br />
14/12 &#8211; Festa, devoção e arte no Baile do Menino Deus<br />
21/12 &#8211; Azul e Encarnado: o simbolismo no Pastoril<br />
28/12 &#8211; Ancestralidade: a Confraria do Rosário como Patrimônio Vivo de Pernambuco</p>
<p><strong>Webprograma Cultura em Rede</strong><br />
Realizado pelo Núcleo Digital da Secretaria de Cultura de Pernambuco, o webprograma Cultura em Rede traz, sempre às terças-feiras, às 19h, debates sobre temas relevantes da cultura pernambucana e nacional. A live vai ao ar tanto no canal da Secult-PE no Youtube, quanto no Facebook. Os programas ficam gravados e podem ser acessados a qualquer momento.</p>
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		<title>Webprograma &#8220;Conexões literárias&#8221; discute a importância do cordel</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/webprograma-conexoes-literarias-discute-a-importancia-do-cordel/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2021 17:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/iSNpfKtXUqI" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Ancorado no tema &#8220;Por dentro do verso: o Cordel em perspectiva&#8221;, o programa Conexões Literárias deste mês conversa com o escritor Damião de Andrade Lima, autor do livro Redes de Poesia, recém-lançado pela Cepe, e com a editora Ana Ferraz, da Coqueiro Editora, especializada em cordel. A literatura dos folhetos é Patrimônio Cultural Imaterial desde 2018, porém ainda não é trabalhada devidamente nas escolas, nem é reconhecida como gênero literário pela academia, onde nunca houve nenhum representante do gênero popular e tipicamente nordestino e pernambucano. O bate-papo será mediado pelo coordenador de Literatura da Secult-PE/Fundarpe, Roberto Azoubel. Parceria entre a Secult-PE/Fundarpe e a Cepe, o Conexões Literárias acontece na próxima terça-feira (31), às 19h, nos canais da Cepe e da Secult-PE/Fundarpe, no YouTube.</p>
<p>Um dos mais festejados da nova geração de poetas do sertão do Pajeú, Andrade Lima pretende abordar o surgimento da literatura de cordel e a sua importância no âmbito educativo, <em>“no intuito de fomentar a nossa literatura, tornando-a cada vez mais sólida, ampla e valorizada, principalmente pelas políticas públicas, com projetos culturais”</em>, declara Andrade Lima. Segundo o escritor, a escola é uma das principais portas de entrada para a arte e os artistas, através da poesia popular, <em>“uma leitura prazerosa por meio do cordel”</em>, diz o poeta.</p>
<p><em>&#8220;A literatura de cordel é um veículo de comunicação de extrema importância para uma sociedade mais justa, formadora e plena, diante do cenário literário”</em>, escreveu Andrade Lima na apresentação do livro Redes de Poesia. A obra integra o trio de títulos da Coleção Pajeú, que a Cepe Editora lançou em junho com o objetivo de difundir a poesia produzida naquela região do Estado, bem como a literatura de cordel: a Cepe publicou três cordéis que vão de brinde para o leitor que comprar um dos três títulos da coleção: &#8220;Meu eu sertanejo, Mesas de Glosas&#8221;, da 1ª Feira de Poesia do Pajeú, além do já citado &#8220;Redes de Poesia&#8221;. &#8220;Comadre Florzinha e o Caçador&#8221;, de Wellington Santos Rocha; &#8220;A Incrível História do Menino Mandacaru&#8221;, de Odilia Renata Gomes Nunes; e &#8220;Gênesis&#8221;, a origem do cangaço feminino, de Thaynnara Alice Queiroz Pessoa, são os três cordéis da promoção. As ilustrações foram criadas pelo gráfico, poeta e artífice Lourenço Gouveia. À venda nas lojas físicas e no site: <a href="https://www.cepe.com.br/" target="_blank"><strong>www.cepe.com.br</strong></a>.</p>
<p>Roberto Azoubel considera uma honra falar sobre o cordel. “<em>A literatura de cordel é um universo muito particular, principalmente porque essa expressão se dá sobretudo no Nordeste brasileiro. É também um universo riquíssimo em todas as cadeias de que a literatura pode dispor, desde a criação até a mediação, já que muitos desses folhetos são lidos em feiras públicas”</em>, declara o coordenador de Literatura da Secult-PE/ Fundarpe, que pretende esclarecer ao público como se encontra o cordel atualmente, quais as suas formas mais usuais, e como as escolas abordam esse fascinante gênero literário.</p>
<p>Ana Ferraz, da editora Coqueiro, adianta que os professores não estão preparados para trabalhar essa literatura em sala de aula. Segundo ela, as escolas preferem chamar um cordelista para falar sobre o cordel. <em>“As escolas estão presas a dois ciclos do cordel: o junino e o folclórico”</em>, lamenta a editora, avaliando que é preciso, portanto, maior reconhecimento do cordel através de políticas públicas, editais culturais voltados para o cordel e espaços para discutir o gênero, que não é folclórico, ao contrário do que as escolas ainda difundem. <em>“É preciso oferecer mais oficinas literárias para os educadores e tornar o cordel matéria obrigatória em sala de aula”</em>, sugere a editora, ressaltando a importância atual do cordel institucional.<em> &#8220;As empresas querem contar suas histórias na linguagem popular&#8221;</em>, diz ela.</p>
<p>Ana também analisa que não há espaço nas livrarias para o gênero literário nordestino e principalmente pernambucano<em>. “Isso dificulta a cadeia produtiva, o xilogravador, os poetas, as editoras, o distribuidor”</em>. Segundo Ana, as academias brasileiras de letras ignoram essa literatura, que não é reconhecida como gênero literário <em>“criativo, inventivo e em consonância com o imaginário”</em>. <em>“Não há nenhum cordelista membro da academia”, destaca Ana, lembrando também a maior representatividade atual da mulher cordelista. “Ao longo de décadas, era uma literatura só para homens, apesar da cordelista pioneira, a paraibana Maria das Neves Baptista (1913-1994), que tinha que usar pseudônimo masculino”</em>, ressalta Ana.</p>
<p>Atualmente, segundo a editora,<em> &#8220;temos dois tipos de cordelistas: os mais tradicionais, que mantêm todo o cuidado com a literatura do ponto de vista das origens, da forma fixa, e os contemporâneos, que trazem o cordel com formato diferenciado, folhetos mais curtos”, explica Ana, ressaltando as três formas fixas mais trabalhadas no cordel hoje: sextilhas, setilhas e os decassílabos&#8221;</em>.</p>
<p><strong>HISTÓRIA - </strong>Também conhecido como folheto ou literatura popular em verso, o cordel teve origem no século XVI, época do Renascimento na Europa, em que se popularizou o registro impresso de relatos orais. Seu nome se origina da forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para vendas em Portugal, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Programa Conexões Literárias Por dentro do verso: o cordel em perspectiva, com Damião Andrade Lima, Ana Ferraz e Roberto Azoubel<br />
Quando: 31 de agosto de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelos canais: <b><a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/secultpe&amp;source=gmail&amp;ust=1624802865675000&amp;usg=AFQjCNFFHBtehVBZd436NBVQBJHxfisx7g">youtube.com/secultpe</a> </b>| <b><strong><a href="http://youtube.com/cepeoficial" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/cepeoficial&amp;source=gmail&amp;ust=1624802865675000&amp;usg=AFQjCNFx98uzvJ8j6jgBBGtzos3Gnric-Q">youtube.com/cepeoficial</a></strong></b></p>
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		<title>&#8220;Conexões Literárias&#8221; debate importância da literatura infantojuvenil na educação</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2021 12:15:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A literatura é uma das grandes aliadas no processo de aprendizagem de crianças e adolescentes. Instrui, diverte e ajuda a despertar a curiosidade dos leitores do futuro. Para contribuir com o debate, nesta terça-feira (27), às 19h, o webprograma mensal &#8220;Conexões Literárias&#8221; abordará o tema: Brincar e aprender: a literatura infantojuvenil hoje. O encontro é uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/2l1ae2nFIqw" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A literatura é uma das grandes aliadas no processo de aprendizagem de crianças e adolescentes. Instrui, diverte e ajuda a despertar a curiosidade dos leitores do futuro. Para contribuir com o debate, nesta terça-feira (27), às 19h, o webprograma mensal &#8220;Conexões Literárias&#8221; abordará o tema:<i> Brincar e aprender: a literatura infantojuvenil hoje</i>. O encontro é uma iniciativa da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), em parceria com a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Participarão do bate-papo o escritor e poeta Fred Bellintani, autor do título <i>A domadora de palíndromos</i> (Cepe, 2020) e a professora, ensaísta e especialista em teoria da leitura, Eliana Yunes, com mediação do coordenador de literatura da secretaria, Roberto Azoubel.</p>
<p><em>&#8220;O que se define como literatura infantil? Quais as funções que ela pode ter na educação hoje? Como se dá o processo criativo de um autor de literatura infantil? Você já brincou com palíndromos? Eis algumas questões que serão abordadas no webprograma &#8216;Brincar e aprender: a literatura infanto-juvenil hoje&#8217;, edição do programa &#8216;Conexões Literárias&#8217; em julho, mês das férias escolares. Para respondê-las, teremos as ilustres participações da professora e pesquisadora Eliana Yunes e do escritor Fred Bellintani. Venham pensar e se divertir com eles&#8221;</em>, convida o coordenador de Literatura da Secult-PE.</p>
<p>Sobre o início de sua trajetória nas letras Bellintani diz que sempre gostou de escrever, mas sua história com a literatura infantil começou com o nascimento dos filhos. <em>&#8220;Ao tê-los, lembrei-me de minha infância e do quanto eu gostava que me contassem histórias. Então, decidi contar histórias para eles, todas as noites, antes da hora de dormir. Um desafio e tanto, pois, no escuro, não tem como ler. As narrativas deveriam ser contadas de cor. Nessa hora, valia tudo: irmãos Grimm, Esopo, La Fontaine, Ziraldo, Cecília Meirelles, Clarice Lispector, mitologia grega, contos populares de Câmara Cascudo&#8230;e até as minhas criações! Que se tornaram frequentes e recorrentes&#8221;</em>, conta.</p>
<p><i>A Domadora de Palíndromos</i> foi um desses contos inventados, de improviso, para embalar o sono dos filhos. Assim, o escritor mergulhou de cabeça no gênero. Bellintani enfatiza que seu processo criativo com a <i>Domadora</i>, por exemplo, se deu uma vez que se dedicou a escrever a história básica. Foi quando passou a preocupar-se com a forma, a olhar para a obra de modo racional e a iniciar seu processo de formatação. <em>&#8220;Aí percebi a possibilidade de inserir pequenos conceitos de gramática e, poeta que sou, nasceu também a busca pelas rimas&#8221;</em>, brinca.</p>
<p>A transmissão ao vivo acontece tanto pelo canal da Secult-PE, quanto pelo da Cepe Editora. O programa “Conexões Literárias” vai ao ar sempre nas últimas terças-feiras de cada mês, às 19h.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span><br />
</b>Conexões Literárias: <i>Brincar e aprender: a literatura infantojuvenil hoje</i><br />
Quando: 27 de julho de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelos canais: <b><strong><a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/secultpe&amp;source=gmail&amp;ust=1624802865675000&amp;usg=AFQjCNFFHBtehVBZd436NBVQBJHxfisx7g">youtube.com/secultpe</a> </strong></b>| <b><strong><a href="http://youtube.com/cepeoficial" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/cepeoficial&amp;source=gmail&amp;ust=1624802865675000&amp;usg=AFQjCNFx98uzvJ8j6jgBBGtzos3Gnric-Q">youtube.com/cepeoficial</a></strong><br />
</b>Durante o chat será possível adquirir o título <i>A domadora de palíndromos</i>, basta apontar a câmera do celular para o QR Code ou acessar o link da loja virtual:<b> <a href="http://cepe.com.br/lojacepe" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://cepe.com.br/lojacepe&amp;source=gmail&amp;ust=1627386595185000&amp;usg=AFQjCNHwUJayn_iBKKENDK_NyQMzVf6yhg">cepe.com.br/lojacepe</a></b>.<b><br />
</b>Preço do livro: R$ 35</p>
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		<title>Tradições do Ciclo Junino ocupam programação dos &#8220;Diálogos Culturais em Rede&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 22:21:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_85056" aria-labelledby="figcaption_attachment_85056" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/bandeira-dos-santos-juninos-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-85056" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/bandeira-dos-santos-juninos-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O webprograma vai apresentar uma programação especial sobre as principais manifestações do Ciclo Junino</p></div>
<p dir="ltr">O webprograma “Diálogos Culturais em Rede”, que acontece toda terça-feira, às 19h, no canal do Youtube da Secult-PE e Fundarpe (<a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a>), irá promover, nos dias 1º, 8, 15 e 22 de junho, uma série de conversas sobre uma das festas mais tradicionais do Nordeste, o São João. Na impossibilidade de, por mais um ano, não serem possíveis as festas presenciais, o propósito é oferecer conhecimento sobre diversos aspectos dessa tradição, para as milhares de pessoas que mais uma vez buscarão nas plataformas digitais um meio de compensar a falta de um forró, um coco, uma quadrilha, um arraial.</p>
<p dir="ltr"><strong>“Acorda povo que o São João chegou &#8211; Festa e ancestralidade”</strong>. Pouco conhecido pelas gerações mais novas, o Acorda Povo é uma tradição junina ainda posta em prática em diversas comunidades. Nesse primeiro bate papo da série, que vai ao ar no dia 1º de junho, o Acorda Povo e a Bandeira de Xangô serão os temas que irão nortear o debate sobre o sagrado e o profano das festas juninas.</p>
<p dir="ltr">Participarão da discussão Clesiton Almeida (Acorda Povo de Areias/Recife); Ester Monteiro (Ajibonã do Ilê Obá Aganjú Okoloyá e Mestra em Antropologia) e  Helaynne Sampaio Ulefun (Yalaxé do Ilê Obá Aganjú Okoloyá, Mestranda em Educação Contemporânea na UFPE, diretora de dança do Afoxé Oyá Alaxé e presidenta do Balé Nagô Ajô). A mediação será de Mário Ribeiro, doutor em História, pesquisador, escritor e produtor cultural.</p>
<p dir="ltr">No dia 8 de junho, a transmissão terá como tema <strong>“Pólvora e povo &#8211; a tradição bacamarteira em Pernambuco”</strong>. Uma das mais representativas manifestações da cultura pernambucana, o bacamarte tem pouco espaço na mídia e nos debates sobre o ciclo junino. Na live, vamos saber quem são os grupos que mantêm a tradição, e quais histórias que permeiam esse universo.</p>
<p dir="ltr">Os convidados são Felicia Marinho (produtora e bacamarteira) e Pedro Santos (pesquisador e gestor público, com mestrado na UFRN sobre a organização do Bacamarte em Pernambuco). A mediação será feita por Marcelo Renan, que é historiador, doutorando em Cultura e Sociedade pela UFBA, e atualmente é o coordenador de Patrimônio Imaterial na Gerência-Geral de Preservação do Patrimônio Cultural &#8211; Fundarpe.</p>
<p dir="ltr">No dia 15 de junho, o tema é<strong> “Anavantu &#8211; as quadrilhas juninas da criação à recriação”</strong>. As quadrilhas juninas tornaram-se um forte movimento dentro das comunidades. Entre as tradicionais, estilizadas e recriadas, o movimento quadrilheiro impacta e, entre o teatro e a dança, movimentam a cadeia produtiva da cultura, sempre se reinventando.</p>
<p dir="ltr">Quem irá discorrer sobre o tema são nossos convidados Wanderson José (presidente da Quadrilha Junina Traquejo de Gravatá) e Flávia Pereira (fundadora e vice-presidente da Quadrilha Junina Mirim Sapeca (Morro da Conceição). A mediação será de Perácio Gondim, pedagogo, coreógrafo e quadrilheiro.</p>
<p dir="ltr"><strong>“Coco, forró e ciranda são tradição”</strong>. As três principais expressões musicais do São João serão debatidas no dia 22 de junho, a partir da perspectiva e da história de alguns dos Patrimônios Vivos de Pernambuco. Participam da conversa Cristina Andrade (Ciranda Dengosa), Mestre Ana Lúcia (coquista de Amaro Branco) e Salatiel D’ Camarão (historiador e detentor da obra do pai, o Patrimônio Vivo “in memorian” Mestre Camarão). A mediação será feita pela historiadora Carmem Lélis.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Webprograma &#8220;Diálogos Culturais em Rede&#8221; sobre as Tradições do Ciclo Junino<br />
Quando: 1º, 8, 15 e 22 de junho de 2021 (terças-feiras), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a></p>
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