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	<title>Portal Cultura PE &#187; Xambá</title>
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		<title>Professora lança livro público infantil que ajuda as crianças a reconhecer o racismo nas brincadeiras</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 13:59:49 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121376" aria-labelledby="figcaption_attachment_121376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Professora-de-escola-pública-lança-livro-infantil-que-ajuda-crianças-a-reconhecer-o-racismo-nas-brincadeiras-6.jpg"><img class="size-medium wp-image-121376" alt="Fotos: Salatiel Cícero/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Professora-de-escola-pública-lança-livro-infantil-que-ajuda-crianças-a-reconhecer-o-racismo-nas-brincadeiras-6-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Erlandia Nascimento/Divulgação</p></div>
<p>Professora lança livro público infantil que ajuda as crianças a reconhecer o racismo nas brincadeiras A professora da rede pública de ensino de Olinda, Fabiana Maria, lançará, neste sábado (29),  às 15h, no Centro Cultural Grupo Bongar, no Xambá, o livro infantil Tóin-tóin, que utiliza a história de uma menina negra para discutir identidade e representatividade na infância. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura – Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o projeto contará com distribuição gratuita de 3 mil exemplares para escolas públicas, bibliotecas comunitárias e projetos sociais da Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata Norte e Sertão do São Francisco. O lançamento marca o encerramento das atividades do Mês da Consciência Negra.</p>
<p>Na narrativa, Tóin-tóin percebe que as bonecas usadas nas brincadeiras de sua aldeia não têm seus traços — nem no tom de pele, nem na textura dos cabelos. A partir desse estranhamento, um personagem inicia uma jornada de autoconhecimento ligada à história familiar, à oralidade e à memória coletiva da comunidade. O livro é voltado para crianças de 8 a 10 anos e poderá ser utilizado em projetos pedagógicos que tratem de diversidade e construção de identidade.</p>
<p>Com 44 páginas e formato 18 x 24 cm, a publicação conta com obras da artista visual Sil Karla, autodidata, filha de baiana e pernambucana, residente em Olinda há mais de 20 anos. Premiada na Cow Parade Recife (2017) e na mostra internacional Art Freedom (Paris, 2019), Sil utiliza tinta acrílica e giz pastel em telas e suportes variados, tendo como foco a representação da estética afro-brasileira, especialmente no cabelo crespo enquanto forma e volume.</p>
<div id="attachment_121377" aria-labelledby="figcaption_attachment_121377" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Professora-de-escola-pública-lança-livro-infantil-que-ajuda-crianças-a-reconhecer-o-racismo-nas-brincadeiras-7.jpg"><img class="size-medium wp-image-121377" alt="A publicação conta com obras da artista visual Sil Karla, autodidata, filha de baiana e pernambucana, residente em Olinda há mais de 20 anos. Premiada na Cow Parade Recife (2017) e na mostra internacional Art Freedom (Paris, 2019), Sil utiliza tinta acrílica e giz pastel em telas e suportes variados. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Professora-de-escola-pública-lança-livro-infantil-que-ajuda-crianças-a-reconhecer-o-racismo-nas-brincadeiras-7-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A publicação conta com obras da premiada artista visual Sil Karla, autodidata, filha de baiana e pernambucana, que utiliza tinta acrílica e giz pastel em telas e suportes variados, tendo como foco a representação da estética afro-brasileira, especialmente no cabelo crespo enquanto forma e volume.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A obra ainda terá audiolivro gratuito, ampliando o acesso para diferentes perfis de leitores. Além da edição impressa, haverá audiolivro gratuito e o evento contará com intérprete de Libras.</p>
<p><strong>Sobre a autora </strong></p>
<p>Fabiana Maria é pedagoga formada pela Universidade de Pernambuco (UPE), com especialização em Educação das Relações Étnico-Raciais (IFMG). É cofundadora do Cineclube Bamako (2012), primeiro cineclube pernambucano dedicado à exibição de filmes africanos e da diáspora negra. Fabiana também realizou os documentários Cabelos de Redemoinhos (2018), Joab Jó Malungo Jundiá – Mestre de Capoeira Angola (2022) e  Do Mukumbuko ao Mikoko (2025), além de autora do livro infantil Cabelos de Redemoinhos  (2022).</p>
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		<title>Panela do Jazz prepara dez horas de programação gratuita com espetáculos de música e palhaçaria</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 15:24:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113796" aria-labelledby="figcaption_attachment_113796" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-113796" alt="Morgana Narjara/SecultPE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Gilú-Amaral-foto-Morgana-Narjara_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O percussionista Gilú Amaral</p></div>
<p>A experiência exalada por mais de cinco décadas musicais do Quinteto Violado junta-se ao frescor da nova geração de artistas do improviso para compor a programação do Panela do Jazz, um dos principais festivais do gênero no Nordeste. O evento retorna este ano após um hiato sabático no Recife, em 2023, robustecido por uma grade repleta de atrações prestigiadas na região e nos palcos Brasil afora, e mantém a mescla de linguagens artísticas para fazer das ruas do bairro do Poço da Panela &#8211; berço e casa desde a origem &#8211; a passarela festiva de todas as artes, pessoas e formas de afeto cultural pela cidade. A edição de retorno está marcada para o dia 19 de outubro e prevê mais de dez horas de atividades visuais, cênicas, musicais e de empreendedorismo com acesso inteiramente gratuito para públicos de todas as idades.</p>
<p>A primeira atração a subir ao palco é Neris Rodrigues e o Trombonando, às 17h. A grade segue com a apresentação de Laís de Assis Trio (18h30), Duo Repercuti (com o show <em>Duo Repercuti Convida Tambores da Xambá</em>, 20h), Gilú Amaral (21h30) e encerra com o show do Quinteto Violado Instrumental (23h) &#8211; apresentação ocorre em plena véspera de aniversário de 53 anos do grupo, um dos mais longevos do Estado e do Brasil, e ganha contornos de comemoração. As performances musicais são seguidas, nos intervalos, pelo som comandado pelo DJ Ari Falcão, com execução de standards do jazz por meio de discos em vinil.</p>
<p>A quinta edição do Panela do Jazz tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do governo federal. Conta com o apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O evento realizou a primeira edição em 2018, realizou uma versão inteiramente virtual durante a pandemia da covid-19 e já chegou ao município de Triunfo, no Sertão do Estado, com performances musicais, atividades formativas e ações de valorização dos músicos da região.</p>
<p>A retomada em 2024 renova também a proposta urbana do Panela do Jazz de fazer da ocupação das ruas da cidade um momento de reflexão sobre o uso democrático do espaço público e da integração harmônica com o meio ambiente e o fomento econômico da região onde o evento é realizado. O festival contrata mão de obra local e providencia estrutura para comércio de moradores e empresas sediadas no bairro &#8211; com oferta de gastronomia, artesanato e de outras linguagens para dinamizar o acesso à arte e ao desenvolvimento de forma sustentável e integrado.</p>
<p>Além do cinquentenário grupo Quinteto Violado, a personalidade homenageada deste ano é Capiba, gênio do frevo e referência para todas as gerações de músicos pernambucanos &#8211; e até brasileiros &#8211; pelo legado musical pontuado pelo domínio do improviso e pela aura contagiante das composições revisitadas, sobretudo, durante os Carnavais. O músico, pianista e compositor pernambucano Lourenço de Fonseca Barbosa, da agrestina Surubim, nasceu há exatos 120 anos e legou à cultura do Estado pérolas como <em>Madeira que Cupim Não Rói</em> (1963), <em>Oh, Bela</em> (1970) e <em>De Chapéu de Sol Aberto</em> (1972), entre muitos outros sucessos.</p>
<p>A exaltação do frevo no tributo ao mestre escorre para as masterclasses promovidas pelo Panela do Jazz, de 15 a 16 de outubro, no Paço do Frevo, no Bairro do Recife, das 14h às 17h: Do Choro ao Frevo (harmonia funcional), na terça-feira, e A Improvisação em Arranjos de Frevo, na quarta-feira. A primeira aula é conduzida pelo compositor, arranjador, professor e diretor musical Marco César; e a segunda pelo baixista, compositor, arranjador, diretor musical e pesquisador Marcos FM. Ambas se destinam ao público em geral &#8211; com prioridade para estudantes da rede pública de ensino &#8211; e se propõem a estimular o conhecimento e a formação sobre a cultura local, principalmente entre as parcelas jovens da população.</p>
<p>A programação do dia do festival começa com o lançamento e a abertura da feira Olegarinha de Artes da Mulher (14h), voltada à economia criativa e ao empreendedorismo feminino e sob curadoria da designer e chef Cecília Montenegro. O espaço presta homenagem à abolicionista e ícone da luta pela emancipação feminina Olegária Carneiro da Cunha, conhecida como Mãe do Povo por organizar bazares e outras atividades para arrecadar fundos e custear cartas de alforrias de escravizados na região. As inscrições para participar podem ser feitas pelo link na bio do Panela do Jazz no <a title="@paneladojazz" href="https://www.instagram.com/paneladojazz/" target="_blank">Instagram</a>.</p>
<p>A exposição <em>Momento</em>, concebida e montada pela fotógrafa francesa radicada no Recife Dominique Berthé e pelo artista plástico Imaraí Freitas, é uma das opções acessíveis ao público do festival &#8211; a mostra na casa-ateliê dela (Rua Álvaro Macêdo, 70) fica aberta das 16h às 20h do sábado. As obras versam sobre trajetória, criações, expressões e linguagens da artista.</p>
<p>O festival recria o encantamento bem-humorado dos artistas circenses de edições anteriores com uma tripla apresentação, a partir das 16h30, para crianças e adultos. A Palhaça Vareta exibe o espetáculo <em>Desentupirada</em>, com situações cômicas e inusitadas vivenciadas pela palhaça tomada por uma dor de barriga pouco antes de dar início ao show, com contorcionismo, malabarismo, equilibrismo e música.</p>
<p>Às 17h30 é a vez do Palhaço Gambiarra fazer a performance de <em>Um Curto-Circuito de Risos</em>, um passeio pela contação de histórias e pelos brinquedos populares a partir de vários números. As apresentações circenses são encerradas com o espetáculo <em>Meu Circo</em>, da companhia homônima, às 18h30.</p>
<p>O fim de tarde é marcado pela exibição do <em>Projazzções</em>, incursão artística com a ideia de combinar harmonicamente imagens e músicas por meio da projeção de fotografias em sintonia com standards do jazz nacional e internacional. A proposta do fotógrafo Anderson Steves e do DJ Ernesto Jr. é evidenciar o diálogo e a sinergia criada pela combinação de vertentes artísticas de apreciação sensorial diferente &#8211; visual e auditiva.</p>
<p>“O Panela do Jazz tem uma preocupação permanente com a valorização da cultura brasileira e da cena instrumental por meio do jazz e da ponte com outras musicalidades nacionais e estrangeiras. É um evento para cultivar a relação com as múltiplas linguagens da arte e instigar a ocupação da rua, da cidade pela população”, resume o idealizador e diretor-geral do evento, o produtor cultural Antonio Pinhêiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira os resumos dos shows:</strong></span></p>
<p><em>A homenagem ao mestre Capiba atravessa as apresentações do Panela em 2024, com influência dos improvisos do frevo e do jazz a cada performance sobre o palco.</em></p>
<p><strong>Neris Rodrigues e o Trombonando -</strong> O show Música do Mundo esmiúça a trajetória do jazz no Brasil e se debruça sobre as fusões com frevo, coco, agueré, funk, música ancestral árabe e percussão afrodescendente. A apresentação mescla sons em percurso pela ideia de brasilidade e prepara um número especial à base de frevo em tributo a Capiba.</p>
<p><strong>Lais de Assis Trio -</strong> A violeira, arranjadora, pesquisadora e arte-educadora pernambucana criou uma linguagem própria à frente do instrumento de corda e usa como inspiração o universo sonoro nordestino e as ancestralidades. O show em trio tem o acompanhamento da tuba de Alex Santana e da percussão de Nino Alves com improviso inspirado na sonoridade regional.</p>
<p><strong>Duo Repercuti -</strong> O show Duo Repercuti Convida os Tambores da Xambá faz uma celebração da música afro-pernambucana e brasileira com a proposta de uma experiência musical inédita a partir de arranjos específicos das composições do primeiro álbum. O espetáculo se define como símbolo de resistência e identidade cultural.</p>
<p><strong>Gilú Amaral -</strong> Com o recém-lançado álbum O Sopro e a Percussão, o habilidoso percussionista pernambucano exalta a força sonora dos metais na música pernambucana e a conexão com ritmos e gêneros no cenário internacional. A apresentação atravessa o regional com improvisações típicas do jazz sob influência de Moacir Santos, Hermeto Pascoal e Naná Vasconcelos.</p>
<p><strong>Quinteto Violado -</strong> Grupo icônico da música nordestina e brasileira, com 53 anos de existência, o Quinteto faz da música regional e da pesquisa o material de trabalho das apresentações. A sonoridade própria estabelece conexões com a musicalidade universal e celebra o cosmopolitismo da arte com absorção da contemporaneidade e improvisações jazzísticas, do popular ao erudito. A apresentação no Panela do Jazz enfatiza a faceta instrumental do grupo.</p>
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		<title>Maracatu Ògún Onilê realiza ensaio aberto com o Grupo Orí, da Xambá</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2019 18:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Com a chegada do Carnaval, diversas agremiações e grupos culturais estão a todo vapor nos preparativos para a festa de Momo. Uma delas, o Maracatu Ògún Onilê, recebe neste próximo domingo (27/01) o Grupo Orí, formado por músicos da Xambá, para um ensaio aberto no Bairro do Recife. O encontro servirá de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58781" aria-labelledby="figcaption_attachment_58781" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/facebook_1519748599181.jpg"><img class="size-medium wp-image-58781 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/facebook_1519748599181-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cada 15 dias um grupo será convidado. Depois do Orí, neste domingo (27), o próximo será o Afoxé Oyá Tokolê Owo, no dia 3 de fevereiro</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p>Com a chegada do Carnaval, diversas agremiações e grupos culturais estão a todo vapor nos preparativos para a festa de Momo. Uma delas, o <a href="https://www.facebook.com/maracaatomicocultural" target="_blank"><strong>Maracatu Ògún Onilê</strong></a>, recebe neste próximo domingo (27/01) o <strong><a href="https://www.facebook.com/grupoori/?eid=ARDRrtNrhRhzjW8g5geNwECetuA3R-bmC-eqjGkiuah8Uv5ceZnewNPT-yhxVCjRFQ5E504OwUWhUqQC" target="_blank">Grupo Orí</a></strong>, formado por músicos da Xambá, para <strong><a href="https://www.facebook.com/events/2037010629713925/" target="_blank">um ensaio aberto no Bairro do Recife</a></strong>. O encontro servirá de pontapé inicial para o projeto Ocupe Boulevard, que tem como intuito ocupar o Bairro do Recife com cultura popular e apresentar ao público a diversidade e riqueza do que é feito nos bairros e periferia na Região Metropolitana do Recife.</p>
<p>A cada 15 dias uma agremiação será convidada para participar do projeto e, além das atrações musicais gratuitas, serão comercializadas de comidas e bebidas, cuja renda ajudará a custear o projeto social do maracatu. O encontro terá ainda a presença da Feira Quilombar, com artesanato e moda que fortalecem o empreendedorismo afro.</p>
<div id="attachment_66470" aria-labelledby="figcaption_attachment_66470" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><img class="size-medium wp-image-66470" alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/48404637_738758183163559_8508618551710449664_n-607x404.jpg" width="607" height="404" /><p class="wp-caption-text">O Grupo Orí surgiu em 2016 e é composto por Beto da Xambá, Nino da Xambá, Moisés da Xambá e Thulio da Xambá</p></div>
<p>O Grupo Orí surgiu em 2016 com o apadrinhamento do Maestro Letieres Leite e é composto por Beto da Xambá, Nino da Xambá, Moisés da Xambá e Thulio da Xambá. Nascidos e criados na Casa Xambá –<strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/territorio-da-ancestralidade-africana-nacao-xamba-e-patrimonio-vivo-de-pernambuco/" target="_blank">terreiro de candomblé que recentemente conquistou o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco</a>. </strong>A próxima agremiação a ser convidada pelo Maracatu Ògún Onilê para realizar um ensaio aberto no Bairro do Recife será o <strong><a href="https://www.facebook.com/AfoxeOyaTokole/" target="_blank">Afoxé Oyá Tokolê Owo</a></strong>, no dia 3 de fevereiro.<strong><br />
</strong></p>
<div id="attachment_66462" aria-labelledby="figcaption_attachment_66462" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Vania Patriota/Duvulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/OgunOnile1_Foto-Vania-Patriota.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66462 " alt="Vania Patriota/Duvulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/OgunOnile1_Foto-Vania-Patriota-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Durante o período carnavalesco, cerca de 100 integrantes, entre batuqueiros e bailarinos, participam dos cortejos</p></div>
<p>“Desde o final do ano passado já estamos trabalhando na concepção dos figurinos e repertório e deste mês até o carnaval teremos ensaios aos domingos já em preparação para o Carnaval”, explica Natália Constantino, uma das integrantes do maracatu que este ano fará uma homenagem a Oxum.</p>
<p>Segundo Natália, nos dias de Carnaval cerca de 100 integrantes, entre batuqueiros e bailarinos, participam dos cortejos. Os ensaios são abertos ao público e acontecem todos os domingos, às 15h, na Avenida Rio Branco, no Bairro do Recife.</p>
<div id="attachment_66463" aria-labelledby="figcaption_attachment_66463" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Vania Patriota/Duvulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/OgunOnile3_Foto-Vania-Patriota.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66463 " alt="Vania Patriota/Duvulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/OgunOnile3_Foto-Vania-Patriota-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Os ensaios do Ògun Onilêi são abertos ao público e acontecem todos os domingos, às 15h, na Avenida Rio Branco, no Bairro do Recife</p></div>
<p>Depois que a folia acabar, o Maracatu Ògún Onilê irá oferecer aulas de instrumentos, como alfaia, agbê, caixa, atabaque e gonguê. “Qualquer pessoa pode participar, mesmo que nunca tenha tido contato com música, e no primeiro mês emprestamos o instrumento para uso”, ressalta Natália Constantino. Outras informações sobre as aulas podem ser tiradas <strong><a href="https://www.instagram.com/maracatuogunonile/" target="_blank">através do Instragram do grupo</a></strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span>:<br />
<em>OCUPE BOULEVARD, com o Maracatu Ògún Onilê (Ensaio aberto Ògún Onilê com o Grupo Orí + Feira Quilombar)</em><br />
Domingo (27) | 15h<br />
Avenida Rio Branco – Recife Antigo<br />
Gratuito</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a agenda do Maracatu Ògún Onilê durante as prévias e o Carnaval:</strong></span></p>
<p><strong>03/02 | 14h30</strong><br />
Ensaio aberto com Oyá Tokolê</p>
<p><strong>10/02 | 14h30</strong><br />
Arrastão Olinda</p>
<p><strong>17/02 | 14h30</strong><br />
Ensaio no Recife Antigo</p>
<p><strong>24/02 | 14h30</strong><br />
Arrastão à fantasia</p>
<p><strong>01/03</strong><br />
Arrastão oficinl no Recife Antigo</p>
<p><strong>04/03 | 15h</strong><br />
Desfile Carnaval no Recife Antigo</p>
<p><strong>05/03 | 15h</strong><br />
Desfile encerramento do Carnaval no Recife Antigo</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>François Moïse Bamba traz mais cultura africana para Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/francois-moise-bamba-traz-mais-cultura-africana-para-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 18:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Bongar]]></category>
		<category><![CDATA[Burkina Faso]]></category>
		<category><![CDATA[François Moïse Bamba]]></category>
		<category><![CDATA[Xambá]]></category>

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		<description><![CDATA[Após passar por São Paulo, Bahia, Maranhão, Alagoas e interior de Pernambuco, o contador de histórias africano François Moïse Bamba retorna ao Estado com agenda na Região Metropolitana do Recife. No Brasil pela terceira vez, o ator natural do Burkina Faso (país no Oeste da África) e reconhecido pelo mundo como “o ferreiro contador”, levará apresentações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64933" aria-labelledby="figcaption_attachment_64933" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Geyson Magno</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/geysonmagno.jpg"><img class="size-medium wp-image-64933" alt="Geyson Magno" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/geysonmagno-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">François Moïse Bamba vem para Recife, Olinda e Aldeia para realizar vivências, oficinas e apresentações. </p></div>
<p>Após passar por São Paulo, Bahia, Maranhão, Alagoas e interior de Pernambuco, o contador de histórias africano François Moïse Bamba retorna ao Estado com agenda na Região Metropolitana do Recife<i>.</i> No Brasil pela terceira vez, o ator natural do Burkina Faso (país no Oeste da África) e reconhecido pelo mundo como “o ferreiro contador”, levará apresentações e oficinas para o Recife, Olinda, e Aldeia (Camaragibe) entre os dias 2 e 10 de dezembro. A circulação do artista no Brasil tem a produção da pernambucana Terreiro Produções e o apoio do Institut Trançais du Brésil e Consulado da França no Nordeste.</p>
<p>A programação do artista em Pernambuco inicia no próximo domingo (2), das 9h às 17h, em dia de vivência junto à natureza, em Aldeia. O encontro é formatado com um passeio na mata embalado por contação de histórias, banho de bica, almoço, vivência e bate-papo. Já de segunda (3) a quarta-feira (5), na Fundaj, em Casa Forte, François comanda uma oficina sobre a oralidade como base educacional, em uma atividade voltada para contadores, artistas, educadores e demais interessados em histórias e oralidade. Ainda na Fundaj, o artista se apresenta no dia 10 de dezembro dentro da programação de um seminário da instituição em torno da cultura africana.</p>
<p>Na quarta-feira (5) também é a vez da Comunidade Xambá, em Olinda, receber o contador de histórias que fará uma apresentação com participação do Grupo Bongar. Por lá, François Moïse também dará uma oficina destinada aos jovens da comunidade. “A África é parte tão fundamental da nossa história como Brasil, e apesar disso resta ainda tão desconhecida de nós. Sinto que esse contato atual, que pode acontecer através da arte, é algo extremamente curador para nós, como indivíduos, como povo. Algo que nutre, preenche, reconhece, liberta”, anota Laura Tamiana, que além da tradução, também produz a turnê do artista.</p>
<p>Consigo, o “ferreiro contador” carrega cinco repertórios de contos tradicionais do Burkina Faso, dentre os quais escolhe as histórias que serão contadas na hora da apresentação de acordo com a sua percepção do público presente. As narrativas retratam os povos do país africano com suas culturas, histórias, crenças, valores e visões de mundo, para um enriquecimento mutuo e promoção do respeito às diferenças.  A turnê ainda passará pela cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, nos dias 9 e 10 de dezembro.</p>
<p><b>Sobre François Moïse Bamba</b><br />
O contador de histórias e ator do Burkina Faso foi iniciado na arte do conto por seu pai e criado em estreita relação com a tradição da cultura e da arte griot. Credita sua formação artística principalmente a Hassane Kouyaté, Habib Dembélé e Jihad Darwiche. Coletou e reescreveu contos do Burkina Faso, alguns deles dando origem a CD, DVD e livros publicados na França. Hoje é reconhecido internacionalmente por seu trabalho e viaja o mundo inteiro. Desde 2003, participou de festivais, na França, no Niger, Egito, Djibouti, Congo, Québec, Martinica e outros. No Brasil, esteve duas vezes, em 2011, no festival África Diversa no Rio de Janeiro; e em 2017 no festival FETEAG, em Recife e Caruaru.  Foi por diversos anos diretor artístico do festival Yeleen, no Burkina Faso, diretor artístico e cultural da Maison de la Parole (Casa da Palavra) e coordenador geral da rede internacional de contadores de histórias da África do Oeste Afrifogo. Realiza em seu país o Festival Internacional dos Patrimônios Imateriais, que a cada edição propõe um mergulho em uma das 65 etnias do Burkina Faso.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO:</span></b></p>
<p><b>Vivência, oficina e bate-papo: “Na escuta da natureza”</b><br />
<i>2/12, das 9h às 17h</i><br />
<b>Proposta:</b> Um passeio contado com histórias e músicas ao longo de uma pequena caminhada pela mata. A programação traz ainda banho de bica, almoço, vivência em torno da oralidade e bate-papo.<br />
<b>Local:</b> Clube Sete Casuarinas (Aldeia – Camaragibe)<br />
<b>Acesso:</b> inscrições prévias (R$ 150) com vagas limitadas. Informações: (81) 9.9961.1423</p>
<p><b>Oficina: “A oralidade como base educacional “</b><br />
<i>De 3 a 5/12, das 9h às 13h</i><br />
<b>Proposta:</b> Descobrir os contos e experimentar a arte de contar, explorar as fontes onde encontrar suas histórias, descobrir as ferramentas da contação, descobrir suas próprias capacidades narrativas e criativas, encontrar sua própria palavra como contador, criar e enriquecer seu repertório e melhorar duas capacidades vocais e criativas.<br />
<b>Local:</b> Fundaj (Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte)<br />
<b>Acesso:</b> Gratuito (vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo <a href="mailto:oficinacontacaodehistorias@fundaj.gov.br" target="_blank">oficinacontacaodehistorias@fundaj.gov.br</a>. Informações: 3073.6489</p>
<p><b>Apresentação: “Na escola dos ancestrais</b>” (part. Grupo Bongar)<br />
<i>5/12, às 19h, </i><br />
<b>Proposta:</b> “Em quase todo vilarejo, tem uma grande praça, com uma grande árvore, e debaixo dessa grande árvore, ao longo dos dias e das noites, encontramos os mais velhos prontos a nos dar conselhos, a compartilhar uma palavra com todo ouvido pronto a escutá-los. De onde venho, dizemos que não importa a beleza de uma palavra, ela é em vão se não tem ouvidos para escutá-la”.<br />
<b>Local:</b> Pracinha Tio Luís, Quilombo da Xambá (Olinda)<br />
<b>Acesso</b>: Colaboração espontânea (um produto de limpeza para ajudar na manutenção do Centro Cultural Grupo Bongar – Nação Xambá)</p>
<p><b>Apresentação: Palavras de mulheres do meu vilarejo</b><br />
<i>10/12, às 19h</i><br />
<b>Local:</b> Fundaj (Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte)<br />
<b>Acesso:</b> Gratuito</p>
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		<title>Projeto celebra a música de matriz africana em escola do Morro da Conceição</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 20:32:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Afro Raízes de Quilombo]]></category>
		<category><![CDATA[Boi Quebra Coco]]></category>
		<category><![CDATA[Cannibal]]></category>
		<category><![CDATA[Ciranda da Gente]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade da Xambá]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas do Prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Sesc Casa Amarela]]></category>
		<category><![CDATA[Xambá]]></category>

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		<description><![CDATA[Utilizando a arte popular em prol da educação, o Sesc Casa Amarela promove mais uma edição do projeto Ciranda da Gente nesta sexta-feira (23), a partir das 15h, na Escola Estadual Padre João Barbosa, que fica no Morro da Conceição. Na Semana da Consciência Negra, o evento celebra nossas raízes culturais através de apresentações de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64692" aria-labelledby="figcaption_attachment_64692" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Aline Sales/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Cannibal-Aline-Sales.jpg"><img class="size-medium wp-image-64692" alt="Aline Sales " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Cannibal-Aline-Sales-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vocalista da banda Devotos, Cannibal participará do projeto Ciranda da Gente</p></div>
<p>Utilizando a arte popular em prol da educação, o Sesc Casa Amarela promove mais uma edição do projeto Ciranda da Gente nesta sexta-feira (23), a partir das 15h, na Escola Estadual Padre João Barbosa, que fica no Morro da Conceição. Na Semana da Consciência Negra, o evento celebra nossas raízes culturais através de apresentações de Lucas e a Orquestra dos Prazeres, Bloco Afro Raízes de Quilombo, Cannibal e Boi Quebra Coco. O evento é aberto ao público.</p>
<p><em>“Nesta edição, trazemos artistas reconhecidos por suas raízes centradas na cultura pernambucana. O fato de ser em uma escola pública é muito importante para ampliar o contato dos jovens com a música de qualidade, que tem um caráter transformador</em>”, ressalta a professora de Artes do Sesc Casa Amarela, Cristina Barbosa, ao destacar a cultura popular do Estado como uma das representantes mais significativas da música brasileira de matriz africana.</p>
<div id="attachment_64693" aria-labelledby="figcaption_attachment_64693" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andrea Rêgo Barros</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Lucas-dos-Prazeres-Andréa-Rêgo-Barros.jpg"><img class="size-medium wp-image-64693" alt="Andrea Rêgo Barros" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/Lucas-dos-Prazeres-Andréa-Rêgo-Barros-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O evento celebra a cultura de matriz africana trazendo atrações como Lucas dos Prazeres.</p></div>
<p>O primeiro a se apresentar será o cantor, produtor e arranjador Lucas dos Prazeres que, com 24 anos de carreira e uma obra dedicada à cultura popular, traz a experiência de quem já fez parcerias com grandes nomes da música brasileira, como Elba Ramalho, Chico César e Lucy Alves. Depois, o Bloco Afro Raízes de Quilombo, que é formado por crianças e adolescentes do Morro da Conceição, reforça à tarde com os ritmos de terreiro.</p>
<p>Conhecido pelas letras de protesto que se destacam no punk dos Devotos, o cantor e compositor Cannibal leva a música do Alto José do Pinho para o projeto, que será encerrado pelo Boi Quebra Coco da Xambá. O grupo vem da comunidade de Xambá misturando dança e música, a partir de elementos de brincadeiras populares como o coco e o boi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço </span></b><br />
<b><i>Ciranda da Gente</i></b><br />
Quando: Nesta sexta (23), às 15h<br />
Onde: Escola Estadual Padre João Barbosa (Praça da Conceição, Morro da Conceição)<br />
Entrada gratuita</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;"> </span></b></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Exposição fotográfica sobre Xambá destaca olhar de crianças e adolescentes</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-fotografica-sobre-xamba-destaca-olhar-de-criancas-e-adolescentes/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 12:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Xambá]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Por Camila Estephania O lançamento do livro “Nação Xambá: do Terreiro aos Palcos”, em 2008, funcionou como uma provocação para a fotógrafa Elysângela Freitas. Curiosa sobre a comunidade descrita na obra assinada pela jornalista Marileide Alves, a profissional abandonou o medo alimentado pelos estigmas que envolvem o bairro há anos e foi enfim conhecer [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_56282" aria-labelledby="figcaption_attachment_56282" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elysângela Freitas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/1.jpg"><img class="size-large wp-image-56282" alt="Elysângela Freitas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/1-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição &#8220;O olhar dos Ibêjis na Xambá&#8221; retrata o cotidiano da comunidade em Olinda</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Camila Estephania</strong></p>
<p>O lançamento do livro “Nação Xambá: do Terreiro aos Palcos”, em 2008, funcionou como uma provocação para a fotógrafa Elysângela Freitas. Curiosa sobre a comunidade descrita na obra assinada pela jornalista Marileide Alves, a profissional abandonou o medo alimentado pelos estigmas que envolvem o bairro há anos e foi enfim conhecer o tão recomendado Coco de Mãe Biu. Para sua surpresa, a experiência a tornou uma presença tão frequente nas atividades do Centro Cultural Grupo Bongar Nação Xambá que, recentemente, a artista aceitou a ideia dos coordenadores do espaço para ministrar uma oficina de fotografia para as crianças da comunidade.</p>
<p>O resultado desse convite é a exposição “O olhar das Ibêjis na Xambá”, que terá abertura no Centro neste domingo (17), às 15h. “Eu tinha medo de ir a Xambá por conta do estereótipo, já que me diziam que ali era uma área perigosa. Mas depois que conheci o Coco, o grupo Bongar e passei a ir às apresentações que havia no Terreiro, percebi que era um lugar seguro, onde eu me sentia bem. Além disso, eles também sofrem muita discriminação por conta da religião de matriz africana. Então, espero que esse material possa mostrar que são pessoas comuns e que lá é um lugar de paz”, esclarece a fotógrafa, cuja oficina que deu origem a exposição foi incentivada pelo Governo do Estado, por meio do Funcultura.</p>
<div id="attachment_56284" aria-labelledby="figcaption_attachment_56284" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/cartaz_Xambá_exposição-8976.jpg"><img class="size-large wp-image-56284" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/cartaz_Xambá_exposição-8976-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição conta com 40 fotos e é fruto de uma oficina ministrada por Elysângela Freitas</p></div>
<p>A mostra conta com 40 fotografias, das quais 30 são das crianças e adolescentes que participaram do curso, que durou 6 meses, e 10 da própria Elysângela. O recorte foi retirado de um universo de cerca de 400 fotos, captadas por câmeras digitais e de celular. “Para mim, a maior novidade é perceber como as pessoas se abrem mais para as crianças. Elas têm mais liberdade para fotografar. Esse tipo de registro nos dá a chance de trocar experiência e comunicar uma realidade, principalmente porque as crianças estão despidas de estigmas, elas repassam a mensagem livre de máscaras”, observa a artista, que também destaca o ineditismo do material enquanto retrato do cotidiano da comunidade, indo além das atividades no Terreiro, já amplamente abordadas.</p>
<p>Para Marileide Alves, que é uma das coordenadoras do Centro Cultural, a iniciativa também teve papel fundamental no repasse e aprendizado das tradições para os jovens de Xambá. “A oficina tinha essa proposta lúdica de aprender a usar a câmera, mas elas também foram aprendendo sobre a própria comunidade, porque a partir da execução da técnica veio um processo de imersão na nossa história. Queríamos que elas retratassem as suas vivências na comunidade e, a cada aula, elas traziam isso e falavam da forma como elas gostariam de serem vistos”, relembra a jornalista, que planeja tornar o material em exposição itinerante e levar para outros espaços.</p>
<p>Por enquanto, a exposição fica em cartaz no Centro Cultural Grupo Bongar Nação Xambá até o dia 6 de janeiro. Por se tratar de um ambiente onde também são realizadas atividades religiosas, é importante que os interessados em verem a mostra liguem para os números (81) 3442 1115 ou (81) 99927 6258 e agendem a visita. A entrada custa R$ 5.</p>
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		<item>
		<title>Cineclube Itinerante Ilê realiza sessão especial na Xambá</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cineclube-itinerante-ile-realiza-sessao-especial-na-xamba/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2015 17:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação Viva a Xambá]]></category>
		<category><![CDATA[Cineclube Itinerante Ilê]]></category>
		<category><![CDATA[documentário "Sempre Vivas Parteiras"]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo Urbano do Portão do Gelo]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Maciel]]></category>
		<category><![CDATA[Xambá]]></category>

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		<description><![CDATA[O Cineclube Itinerante Ilê promove neste sábado (9), sessão especial dentro da programação da ação Viva a Xambá, em Olinda. O passeio cultural pela comunidade, que começa a partir das 15h, foi iniciado em março deste ano, tendo o propósito de guiar os participantes pela essência histórica mantida nas tradições do Quilombo Urbano do Portão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Sessao-Viva-a-Xamba.png"><img class=" wp-image-24501 alignright" alt="Sessao - Viva a Xamba" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Sessao-Viva-a-Xamba-343x486.png" width="240" height="340" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Cineclube Itinerante Ilê promove neste sábado (9), sessão especial dentro da programação da ação Viva a Xambá, em Olinda. O passeio cultural pela comunidade, que começa a partir das 15h, foi iniciado em março deste ano, tendo o propósito de guiar os participantes pela essência histórica mantida nas tradições do Quilombo Urbano do Portão do Gelo, onde está localizado o Memorial da Mãe Biu.</p>
<p style="text-align: justify;">Na exibição, que acontece a partir das 18h, o público irá conferir o documentário &#8220;Sempre Vivas Parteiras&#8221; (2007), dirigido por Sandra Maciel. Trata-se do registro audiovisual etnocientífico sobre o trabalho das parteiras tradicionais falando de suas experiências, demonstrando que nascimento é um evento fisiológico e afetivo pertencente à família e a comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Cineclube Itinerante Ilê possui incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura Audiovisual.</p>
<p><strong>Confira a programação da ação Viva a Xambá:</strong></p>
<p>- 15h ás 16h30 &#8211; Passeio histórico cultural comunitária<br />
- 16h30 &#8211; Provando nossa culinária (venda de comidas típicas)<br />
- 18h &#8211; Exibição do documentário sempre vivas parteiras</p>
]]></content:encoded>
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