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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ylana Queiroga</title>
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		<title>Bora Pernambucar no Carnaval leva a folia para o Cais do Sertão</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Feb 2020 14:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para esquentar os dias que antecedem a folia de Momo, o Governo de Pernambuco deu início, nesta quarta-feira (5), à programação do Bora Pernambucar no Carnaval, no Cais do Sertão. A abertura contou com desfile de marcas pernambucanas, apresentação do centenário Bloco das Flores, homenageado do Carnaval do Recife, e show de Ylana Queiroga e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75113" aria-labelledby="figcaption_attachment_75113" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux / Secult PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49494963268_923a0be09c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-75113" alt="PH Reinaux / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49494963268_923a0be09c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ylana Queiroga e Ska Maria Pastora fizeram a abertura do Carnaval de Pernambuco, com o projeto Ska Frevando</p></div>
<p>Para esquentar os dias que antecedem a folia de Momo, o Governo de Pernambuco deu início, nesta quarta-feira (5), à programação do Bora Pernambucar no Carnaval, no Cais do Sertão. A abertura contou com desfile de marcas pernambucanas, apresentação do centenário Bloco das Flores, homenageado do Carnaval do Recife, e show de Ylana Queiroga e Ska Maria Pastora &#8211; com o projeto Ska Frevando e participação de Flaira Ferro.</p>
<p>Realizado pelas Secretarias de Cultura e Turismo do Estado, Fundarpe e Empetur, a programação do Bora Pernambucar no Carnaval segue até o próximo domingo (9, e busca promover a diversidade cultural do ciclo carnavalesco pernambucano. Nesta quinta-feira (6), será a vez do Coco Raízes de Arcoverde – que tem Assis Calixto como Patrimônio Vivo, do Afoxé Alafin Oyó e do cantor Romero Ferro se apresentarem no evento, além do DJ Mozão.</p>
<div id="attachment_75116" aria-labelledby="figcaption_attachment_75116" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux / Secult PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49494950743_3192a9dd73_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-75116" alt="PH Reinaux / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49494950743_3192a9dd73_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Completando seu centenário em 2020 e homenageado do Carnaval do Recife, o Bloco das Flores também participou da abertura do Bora Pernambucar no Carnaval</p></div>
<p>“Nós fizemos uma abertura belíssima no Cais do Sertão e, ao longo dos próximos dias, teremos uma programação que representa um pouco da cultura pernambucana no ciclo carnavalesco. Maracatus, blocos líricos, caboclinhos, bonecos gigantes, la ursas, caretas, caiporas, papangus, vai ter um pouco de tudo durante esse período, para gente receber bem o público local e o turista”, destacou Gilberto Freyre Neto, secretário de Cultura de Pernambuco.</p>
<p>“A decisão de unir a programação de cultura com a promoção do turismo no Estado revela a integração da gestão, e é também uma ótima oportunidade para os artistas mostrarem a diversidade do Carnaval pernambucano”, ressaltou Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe. No ano passado, o Governo de Pernambuco realizou um investimento em torno de R$ 21 milhões para o Carnaval, gerando uma injeção de R$ 2 bilhões na economia local durante o período carnavalesco.</p>
<div id="attachment_75115" aria-labelledby="figcaption_attachment_75115" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux / Secult PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49495671512_1dd1d97c36_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-75115" alt="PH Reinaux / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49495671512_1dd1d97c36_k-607x433.jpg" width="607" height="433" /></a><p class="wp-caption-text">Público também conferiu um desfile com peças de várias marcas e estilistas pernambucanos feitas para o Carnaval</p></div>
<p><strong>Desfile de moda -</strong> Artistas pernambucanos desfilaram durante a abertura do Bora Pernambucar no Carnaval com peças de marcas e estilistas como Abacaxi de Praia, Aladê, Alice Marinho, Arte em Linhas, Cobogó, Contém Glitter, Colombina, Coreto por Lu Ribeiro, Diabo a Quatro, Diabo Lôro, Dona Quitéria, Espaço Ventos, Jailson Marcos, Maria Ribeiro, Menina dos Olhos, Pipoco, Rafa Que Faz, Studio Lama, Viva Eterniza e Xuruca Pacheco.</p>
<div id="attachment_75112" aria-labelledby="figcaption_attachment_75112" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux / Secult PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49494958393_e1cbca1db1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-75112 " alt="PH Reinaux / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49494958393_e1cbca1db1_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Flayra Ferro fez uma participação durante o show de Ylana Queiroga e Ska Maria Pastora</p></div>
<p style="text-align: left;">Várias destas peças estão expostas e à venda na ExpoCarnaval, feira criativa realizada há 12 anos, com a presença de pequenos e médios produtores de artesanato do Estado, e a feira Todxs na Moda, com designers, estilistas e grifes do mercado de roupas e acessórios de Pernambuco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Bora Pernambucar no Carnaval<br />
Até domingo (9/02)<br />
Horário: a partir das 18h30 (5 a 8/2) e a partir das 14h (9/2)<br />
Espaço Umbuzeiro (vão livre) do Cais do Sertão (Av. Alfredo Lisboa, s/n, Bairro do Recife)<br />
Gratuito</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação do Bora Pernambucar no Carnaval:</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira (6/2)</strong></span><br />
19h – Coco Raízes de Arcoverde<br />
20h – Afoxé Alafin Oyó<br />
21h – Romero Ferro<br />
19h às 23h – DJ Mozão</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Sexta-feira (7/2)</span></strong><br />
19h – Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira<br />
20h – Clube de Bonecos Seu Malaquias<br />
21h – Maracatu Nação Pernambuco<br />
22h – Bongar<br />
19h às 23h – DJ 440</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Sábado (8/2)</span></strong><br />
19h – Nação do Maracatu Porto Rico<br />
20h – Tribo Indígena Carijós<br />
21h – Gilú Amaral convida Henrique Albino, Nilsinho Amarante, Alex Santana e Jonatas Araújo<br />
22h – Maestro Spok e Orquestra do Recife<br />
19h às 23h – Original DJ Copy</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo (9/2)</strong></span><br />
15 às 18h – Cortejos<br />
Maracatu Nação Erê<br />
Caboclinho Sete Flexas Mirim<br />
Caiporas de Pesqueira<br />
Papangus de Bezerros<br />
Caretas de Triunfo<br />
Encontro de Bonecos: O Homerm da Meia Noite recebe Zé Pereira e Vitalina<br />
Os Tabaqueiros de Afogados da Ingazeira<br />
La Ursas de São Caetano<br />
19h – Orquestra Malassombro convida Marcelo Rangel, Isadora Melo e Vinicius Barros<br />
21h – Alceu Valença</p>
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		<title>Pequena e pianinho, Flaira se agiganta em “Cordões umbilicais”</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2015 19:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ por Leonardo Vila Nova “O que você vai ser quando crescer? Atriz, cantora ou dançarina?”. Para a artista Flaira Ferro, essa é uma pergunta que pode soar curiosa. Uma “brincante” pode ser a resposta, uma vez que todas essas formas de expressão artística agora encontram vazão em seu trabalho. Porém, é o lado cantora e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9478-fotoSilviaMachado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19998" alt="Silvia Machado/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9478-fotoSilviaMachado-607x440.jpg" width="607" height="440" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><i> </i><b><i>por Leonardo Vila Nova</i></b></p>
<p>“<em>O que você vai ser quando crescer? Atriz, cantora ou dançarina?</em>”. Para a artista <a href="https://soundcloud.com/flaira" target="_blank"><strong>Flaira Ferro</strong></a>, essa é uma pergunta que pode soar curiosa. Uma “brincante” pode ser a resposta, uma vez que todas essas formas de expressão artística agora encontram vazão em seu trabalho. Porém, é o lado cantora e compositora que desabrocha com mais firmeza neste momento e que vem a público de forma mais clara. A pergunta está na oitava faixa de <em>Cordões umbilicais</em>, seu primeiro disco solo. Flaira lança o álbum no Recife, nesta sexta (23), às 21h, no Teatro de Santa Isabel. O show faz parte da programação do Janeiro de Grandes Espetáculos e contará com diversas participações: Maestro Spok, Lucas dos Prazeres, Ylana Queiroga, Caio Lima, Isadora Melo e Allison Lima são os convidados da jovem artista.</p>
<p>“<em>Uma obra de afeto, feita por muitas mãos</em>”. É assim que Flaira define <em>Cordões umbilicais</em>, no encarte do disco. Um trabalho onde ela se desnuda em canções confessionais, expõe questionamentos, dúvidas, defeitos, buscas, esperanças, gratidões&#8230; sem nenhum pudor. São 11 faixas que retratam o mais íntimo de suas verdades, mas que trazem, entranhadas nela, um pouco (ou um tanto) de cada pessoa que fez/faz parte de sua vida: família, amigos, amores, mestres&#8230; uma grande aldeia dentro de si. Esses “cordões umbilicais” que a ligam a várias pessoas através do afeto, e que a alimentam de vida e inspiração cotidiana, pra se debruçar sobre suas questões pessoais. &#8220;<em>O disco leva meu nome porque as letras são minhas, porque foi um impulso que nasceu aqui, mas se não fosse cada uma dessas pessoas que caminharam comigo, com certeza, esse disco não teria saído, não teria existido, de jeito nenhum</em>”. Dez faixas são assinadas por Flaira (solo ou em parceria). Já a última, a bonus track <em>Filhos</em>, é um poema do pai, que, numa brincadeira de improviso, se tornou música, gravada num celular, com as vozes dele e da sua mãe.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9342-fotoSilviaMachado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19999" alt="Silvia Machado/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9342-fotoSilviaMachado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>Cordões Umbilicais</em> é, também, resultado de um reencontro consigo mesma, de algo que ela trazia cristalizado há anos. Conhecida pela sua trajetória como bailarina – em especial, de frevo –, Flaira sempre trouxe dentro de si um lado musical. Estudou violão e teclado quando criança, e sua primeira composição, “O dom”, foi feita quanto tinha apenas 8 anos. No entanto, foi a dança que lhe pegou de jeito e a fez consolidar uma trajetória bastante sólida, mergulhando no universo da cultura popular e das possibilidades de expressão do corpo a serviço dessa linguagem. No entanto, de uns tempos pra cá, ela foi recebendo alguns sinais de que era possível e interessante “soltar a voz”, apresentar ao mundo suas canções. Para isso, foi preciso, de fato, “várias mãos” que a impulsionassem nessa direção.</p>
<p>Um ex-namorado, músico, foi quem lhe deu a primeira dica, alertando-a para a qualidade das canções que compunha. Mas o “start” veio em 2012, quando foi morar em São Paulo, para integrar a Antonio Nóbrega CIA de Dança, de Antonio Nóbrega e Rosane Almeida. Lá, durante o processo de criação dos espetáculos <em>Amado</em> e <em>Húmus</em>, teve aulas de teatro, dança e música. E foi aí que ela sentiu que a música poderia ser mais um ambiente de expressão para a sua persona artística. Essa pulsão precisava, então, ganhar terreno.</p>
<p>No entanto, a decisão de cantar e gravar um disco lhe exigiu coragem. “<em>O cantar veio de um lugar de autoconhecimento, pois eu sempre guardei muitos medos na minha garganta, a voz era um tabu pra mim, um lugar de muita exposição, que me desmascara</em>”, confessa Flaira. Mas ela encarou o desafio e, junto aos músicos Leonardo Gorosito e Alencar Martins, resolveu desbravar a si mesma. Num trabalho totalmente independente, que durou cerca de dois anos – entre seleção de repertório, arranjo e gravação de disco –, eles foram maturando e gestando o que viria desaguar em <em>Cordões umbilicais</em>, sua estreia como cantora.</p>
<p>O álbum está disponível para download, na página de Flaira. Clique <a href="http://flairaferro.com.br/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p><strong>SHOW</strong><br />
Mas não era apenas gravar um disco. Seria necessário lançá-lo, fazê-lo chegar aos ouvidos e corações do público. <em>Cordões umbilicais</em> teve um pré-lançamento, em São Paulo, em outubro do ano passado, que resultou em <a href="https://www.youtube.com/channel/UCVizSbbXeMSDriKxUlCk_cg/videos" target="_blank">dois vídeos</a>, disponíveis no youtube. O lançamento oficial será, de fato, no show desta sexta. “<em>Não tinha como não ser no Recife. Minha história foi toda construída aqui, muitas das pessoas que amo estão aqui, foi aqui que aprendi a fazer o que sei hoje”</em>, conta Flaira. O fato de estrear no Teatro de Santa Isabel, templo das artes cênicas do Recife, faz emergir em Flaira um misto de ansiedade e, mais uma vez (como parece ser de sua natureza), coragem diante do desafios. “<em>A minha ficha ainda está caindo (risos), mas eu sei que isso vai acontecer porque fui eu que quis, fui eu quem busquei, por querer muito viver esse momento. E é o que eu vou fazer</em>”.</p>
<p>Em palco, a dimensão da sua voz, muito bem desenhada no disco, ganha contornos cênicos ainda mais interessantes, uma vez que se tornam extensão do que é dito em cada uma das letras. Gestos, olhares, movimentos corporais também tecem ainda mais sentidos a partir do que é dito nas canções, quando dialogam com o que sai através da sua voz. “<em>Eu entendo a minha voz como um instrumento totalmente ligado ao meu corpo. É algo orgânico. Além disso, eu não sou escritora ou poeta. Eu escrevo, gosto de dançar e de cantar. O jeito que eu me expresso no palco tem muito a ver com minhas experiências, com o que eu busco, com meu olhar sobre as coisas. Em mim, tem um misto de muita raiva e muita gratidão, de muito caos e muita paz. E o palco é o lugar onde eu me permito viver isso, sem me reprimir, sem me tolher, onde dou vazão aos monstros e às coisas boas que no dia a dia procura-se ter mais cuidado</em>”, revela.</p>
<p>Estarão presentes no repertório do show as onze faixas do disco, além de uma música instrumental. E para dar mais sentido a esse trabalho de cunho tão íntimo, mas volteado por diversas pessoas, Maestro Spok, Lucas dos Prazeres, Ylana Queiroga, Caio Lima, Isadora Melo e Allison Lima foram convidados e vão dividir o palco do Santa Isabel com Flaira.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Cordões umbilicais<em>, com Flaira Ferro (show de lançamento do CD)</em><br />
Sexta (23), às 21h<br />
Teatro de Santa Isabel &#8211; Praça da República, s/n, Santo Antônio &#8211; Recife/PE<br />
R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada).</p>
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		<title>Zé Manoel e Ylana Queiroga se apresentam no IRB</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2015 20:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dois dos nomes da nova safra musical do estado se juntam, num show inédito, neste domingo (11). O pianista, cantor e compositor Zé Manoel e a cantora Ylana Queiroga se apresentam no projeto Acordes para o Museu – o primeiro de 2015 – no Instituto Ricardo Brennand (Várzea), a partir das 15h30. No show, canções [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19261" aria-labelledby="figcaption_attachment_19261" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Dani Neves / Eric Gomes/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ylana-ze.jpg.jpg"><img class="size-medium wp-image-19261" alt="Dani Neves / Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ylana-ze.jpg-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">Ylana e Zé Manoel se apresentam em dueto pela primeira vez</p></div>
<p>Dois dos nomes da nova safra musical do estado se juntam, num show inédito, neste domingo (11). O pianista, cantor e compositor <a href="http://www.zemanoel.com.br/" target="_blank"><strong>Zé Manoel</strong> </a>e a cantora <a href="https://soundcloud.com/ylanaqueiroga" target="_blank"><strong>Ylana Queiroga</strong></a> se apresentam no projeto Acordes para o Museu – o primeiro de 2015 – no Instituto Ricardo Brennand (Várzea), a partir das 15h30. No show, canções do repertório de ambos, além de clássicos da música brasileira. A entrada custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia entrada).</p>
<p>Chico Buarque, Capiba e Caetano Veloso estão entre os compositores que serão revisitados pela dupla, numa viagem às suas memória afetivas, por entre canções que influenciaram a trajetória artística de ambos. Do repertório de Ylana, algumas músicas que estão no seu primeiro disco, “Ylana” (2013), como “Um dia”, “Loa da Lagoa” e “Não Quero Mais”. De Zé Manoel, eles pinçam canções como “Samba tem”, “Fantasia de um Alecrim Dourado” e “Canção e silêncio”, que estará no próximo CD do petrolinense.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Acordes para o Museu com Ylana Queiroga e Zé Manoel</em><br />
Domingo (11), a partir das 15h30<br />
Instituto Ricardo Brennand &#8211; Alameda Antônio Brennand, Várzea – Recife/PE<br />
R$ 20 e R$ 10 (meia)<br />
Informações: (81) 2121-0365</p>
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		<title>Rogerman: “Ylana trilha um caminho vitorioso”</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 16:44:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O convidado do primeiro Eu Indico de 2015 é o cantor e compositor Rogerman, líder e vocalista da banda Bonsucesso Sambaclube. Com novo trabalho na praça, o elogiado CD “Coração da boca sai”, o olindense e sua banda retornaram aos palcos com a mesma instigação do início da carreira, no início dos anos 2000. Ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/5956085601_6c21b6deac_o.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19038" alt="Eduardo Queiroga/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/5956085601_6c21b6deac_o-607x330.jpg" width="607" height="330" /></a></p>
<p>O convidado do primeiro <b>Eu Indico</b> de 2015 é o cantor e compositor <strong>Rogerman</strong>, líder e vocalista da banda <strong><a href="http://bonsucessosambaclube.com/" target="_blank">Bonsucesso Sambaclube</a></strong>. Com novo trabalho na praça, o elogiado CD “Coração da boca sai”, o olindense e sua banda retornaram aos palcos com a mesma instigação do início da carreira, no início dos anos 2000.</p>
<p>Ao Cultura.PE e aos internautas, Rogerman recomenda o disco “Ylana”, 1º CD da cantora <a href="https://soundcloud.com/ylanaqueiroga" target="_blank"><strong>Ylana Queiroga</strong></a>, lançado em 2013, trabalho de sonoridade moderna,  com produção de Yuri Queiroga e canções de nomes como Alceu Valença, Siba, Felipe S., China, Manuca Bandini, entre outros. Ylana também participou do “Coração da boca sai”, dividindo os vocais com Rogerman, em “Corpo em chamas”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ylana.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19039" alt="Pri Buhr/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ylana-607x461.jpg" width="607" height="461" /></a></p>
<p><i>&#8220;Cantora e compositora pernambucana, de uma família de músicos (os Queiroga), ela vem se destacando com sua voz suave e segura, afinada e bela&#8230; e também compõe muito bem. Iniciando – como todos da família – muito cedo nos palcos, Ylana já demonstra grande desenvoltura e fica à vontade ao lado de nomes como sua mãe, Nena Queiroga, Elba Ramalho, maestro Spok, seu tio Lula Queiroga, entre outros.</i></p>
<p><i>Seu CD, &#8216;Ylana&#8217;, tem recebido muitos elogios Brasil afora. Muito bem produzido pelo irmão, Yuri Queiroga, o disco tem um acabamento refinado, arranjos elaborados e impressiona pelo alto nível encontrado, tanto nas composições, performances dos músicos, quanto na arte.</i></p>
<p><i>Ylana trilha um caminho vitorioso, que, sem dúvida, a levará ao reconhecimento merecido, da nova geração de cantoras no Brasil. Ela se destaca pela voz, composição, tradição e acabamento. O destaque do CD é a canção de trabalho, &#8216;Calcanhar&#8217;&#8221;.</i></p>
<p><i></i><strong>Confira duas músicas do disco “Ylana”</strong></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/zzSAhaxDQcE?list=UUQoypAtBSKBoG6ooxz9AW9Q" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/HiIfUgss-18?list=UUQoypAtBSKBoG6ooxz9AW9Q" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Zé Manoel celebra carreira no Teatro de Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2014 19:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova O pianista, cantor e compositor Zé Manoel está fechando o ano de 2014 com saldo positivo. Acolhido pela Natura Musical 2014 para gravar o seu segundo álbum, o petrolinense passou 50 dias em São Paulo (SP), nas gravações do disco, envolto por nomes do quilate de Carlos Eduardo Miranda, Kassin, Letieres [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16532" aria-labelledby="figcaption_attachment_16532" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/zemanoel_142.jpg"><img class="size-medium wp-image-16532" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/zemanoel_142-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em março de 2015, Zé Manoel lança novo disco, com produção de Miranda e Kassin</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p>O pianista, cantor e compositor <a href="http://www.zemanoel.com.br/" target="_blank"><strong>Zé Manoel</strong></a> está fechando o ano de 2014 com saldo positivo. Acolhido pela Natura Musical 2014 para gravar o seu segundo álbum, o petrolinense passou 50 dias em São Paulo (SP), nas gravações do disco, envolto por nomes do quilate de Carlos Eduardo Miranda, Kassin, Letieres Leite e Tutty Moreno. O novo trabalho – com previsão de lançamento para março de 2015 – representa uma guinada na trajetória de Zé. E para celebrar os bons ventos que sopram em sua direção, o músico faz uma apresentação especial, neste sábado (8), a partir das 20h, no Teatro de Santa Isabel. Na noite, ele se cercará de amigos que o acompanharão em palco: a cantoras Isadora Melo e Ylana Queiroga, além do grupo Bongar.</p>
<p>Esta não é a primeira vez que Zé Manoel se apresenta no pomposo teatro, localizado no Bairro de Santo Antônio, no Recife. O lançamento do seu primeiro disco, em 2012, também foi lá. No início deste ano ele se apresentou no mesmo local, porém, como integrante da banda de Juliano Holanda. Agora, ele volta, novamente com um show seu, mas o frio na barriga permanece. “<em>Continua sendo uma responsabilidade muito grande se apresentar nesse teatro. Da primeira vez, foi muito importante, pelo momento que eu vivia. Dessa vez, continua sendo grande a expectativa. Eu estou bem ansioso por rever o teatro e os amigos num show meu</em>”, conta Zé.</p>
<p>O espetáculo que ele apresenta, desta vez, trará um repertório diverso. Além de músicas já conhecidas do seu primeiro disco, ele apresentará três novas canções do próximo álbum. Entre elas, está <em>Canção e silêncio</em>, que dá título ao disco e foi liberada, semana passada, pela Natura Musical, numa versão “pré-masterizada” (clique <a href="http://www.naturamusical.com.br/baixe-e-ouca-cancao-e-silencio-de-ze-manoel" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> para ouvir/baixar a faixa). <em>Sol das lavadeiras</em>, <em>Samba tem</em> e <em>Acorda flor</em> são algumas que estão no set list. Para acompanhá-lo em palco, uma banda enxuta, que veste como uma luva a sua música: Rostan Júnior (bateria), Israel Silva (contrabaixo) e Lara Klaus (percussão).</p>
<p>Para completar o time que sobe ao palco, estão os convidados de Zé Manoel: Isadora Melo, Ylana Queiroga e Coco Bongar. “<em>Admiro muito o trabalho de todos eles e são pessoas que convidei para dividir comigo este momento</em>”, explica. “<em>Isadora é uma parceira de um bom tempo já, além de ser a única participação do meu novo disco</em>”. Completando os duetos de vozes, “<em>Ylana, que, independente da parceria que já tivemos no Coletivo Radio Orquestra, é uma cantora de quem eu já gostava muito, com uma belíssima voz. Junto a Isadora e Aninha Martins, Ylana é uma das vozes mais interessantes que representa essa nova safra de cantoras daqui</em>”. E, sobre a percussão marcante do grupo Bongar, “<em>eles representam muito bem a diversidade da música pernambucana e sabem traduzir para o palco o som que eles trazem dos terreiros. Além disso, participaram do meu primeiro disco, temos uma história</em>”, completa. Para cada participação, duas canções, uma do repertório de Zé Manoel, outra do convidado.</p>
<p><strong>Trajetória</strong><br />
Natural de Petrolina, Zé Manoel fixou residência no Recife em 2007, quando veio à capital para estudar Música na UFPE. Há 15 anos ele imergiu no mundo artístico. Primeiro, tocando músicas de outros artistas, nos bares de Petrolina. O lado compositor, no entanto,  só veio a se mostrar a partir de 2009, em uma apresentação no projeto Observa e Toca Malakoff. De lá pra cá não parou mais. Em 2011, conquistou o primeiro lugar no Festival Pré-Amp, o que possibilitou a gravação do seu primeiro disco. Mesmo com uma certa limitação de recursos, o trabalho lhe rendeu uma importante visibilidade.</p>
<p>Com o seu canto aveludado, sempre acompanhado do piano que conduz com maestria, profundidade e delicadeza, Zé foi, então, sedimentando o seu caminho, colhendo frutos, entre eles, o disco que está por vir, que conta com o generoso patrocínio da Natura Musical, em uma produção luxuosa – ainda inclui shows nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Recife. Mas, o que muda de lá – do início de carreira – pra cá? “<i>Acredito que a experiência mesmo. O que acabei fazendo de 2011 pra cá. Começando pelo Pré-Amp, que me ajudou a ter muita coisa, conseguindo fazer um disco do jeito que eu gostava. Naquela época, eu ainda estava descobrindo o que eu queria fazer como artista. Hoje em dia, eu tenho bem mais claro o que eu quero e o lugar que eu quero ocupar</i>”, conclui.</p>
<p><strong>Confira alguns depoimentos sobre o novo disco de Zé Manoel</strong></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/yJFqMVnxZTM" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Show de Zé Manoel</em><br />
Sábado (20), a partir das 20h<br />
Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n, Santo Antônio – Recife)<br />
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)<br />
Informações: (81) 3355-3323</p>
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		<title>O lado B de Capiba é revisitado</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 20:46:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Dono de uma obra digna de reverências, contabilizando mais de 200 composições, Lourenço da Fonseca Barbosa inscreveu sua história na música brasileira sob o nome Capiba, se tornando o mais conhecido compositor de frevos do país. No entanto, ele foi bem mais além do frenético ritmo carnavalesco pernambucano. Capiba também compôs valsas, choros, baiões, toadas e inúmeras outras canções que retratam um outro lado do inconteste talento musical do artista, natural de Surubim. Parte desse legado ganha nova roupagem, no disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em>, que será lançado neste sábado (25), com um show no Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu), a partir das 20h. O projeto é uma realização da Sambada Comunicação e Cultura e tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15982" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Capa-do-Disco-542x486.jpg" width="542" height="486" /></a></p>
<p>São 10 canções, quase todas “lados B” da obra de Capiba, que ganharam novos arranjos e as vozes de 10 cantoras da atualidade para interpretá-las. No show deste sábado, cinco delas sobem ao palco: as pernambucanas Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis. No disco, além delas, mais duas pernambucanas, Vanessa Oliveira e Alessandra Leão, além de Juçara Marçal (SP), Nana (BA) e Fernanda Cabral (DF). Cada faixa contou com um arranjador diferente, vestindo sua canção com uma identidade bem particular. Fazem parte do time de arranjadores nomes como Juliano Holanda, Yuri Queiroga, Caçapa, Hugo Linns, Ivan do Espírito Santo, o grupo Metá Metá, entre outros. Isso conferiu ao trabalho uma diversidade de ritmos, que vão da bossa nova ao samba e maracatu, até mesmo ska, num passeio de timbres, entre o orgânico/acústico e o eletrônico. Essa miscelânea sonora ganhou unidade pelas mãos do experiente Missionário José, produtor musical do disco.</p>
<p>A escolha do repertório teve a consultoria do pesquisador Renato Phaelante, especialista nas discografias de Capiba e de nomes como Nelson Ferreira, Antonio Maria e outros. O foco, segundo Paloma Granjeiro, da Sambada Comunicação, era dar visibilidade às canções menos conhecidas de Capiba. <em>Resto de saudade</em> e <em>Serenata Suburbana</em> são as exceções, consagrados clássicos do compositor. As demais são do repertório de Capiba ainda pouco explorado, mas muito tocante da sua obra. “<em>Nossa intenção era justamente mostrar ao público esse lado de Capiba, que tinha uma infinidade de belas canções, que dão pano pra manga. E para dar essa cara mais original, resolvemos convidar cantoras que tem um trabalho consistente, mas ainda novo, fora do </em>mainstream”, explica Paloma.</p>
<div id="attachment_15983" aria-labelledby="figcaption_attachment_15983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage.jpg"><img class="size-medium wp-image-15983" alt="A pernambucanas Ylana Queiroga (dir.) e Rogéria (esq.) estão no projeto e se apresentam neste sábado" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/collage-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">A pernambucanas Ylana Queiroga (esq.) e Rogéria (dir.) estão no projeto e se apresentam neste sábado</p></div>
<p>Escolhido o repertório, chega a hora de vestir as músicas. Cada arranjador escolhido imprimiu sua marca à canção escolhida. <em>Sem pressa de chegar</em>, com arranjo de Yuri Queiroga e cantada pela irmã Ylana, ganha uma surpreendente versão em ska. A baiana Nana foi a única das cantoras que também arranjou a música que interpretou. <em>Ai de mim</em> conta apenas com ela e Missionário José, numa levada com programações eletrônicas. Já o maestro Ivan do Espírito Santo deu um dos arranjos mais clássicos do disco, em <em>Resto de saudade</em>, interpretada por Solis, assim como <em>Campina, Cidade Rainha</em>, interpretada por Fernanda Cabral, com arranjos de Marcos FM. Juliano Holanda, arranjador de <em>Eh! Uá calunga</em>, na voz de Karynna Spinelli, resgata a ligação de Capiba com a tradição do maracatus. O grupo Metá Metá conferiu autoralidade ao arranjo criado para <em>Serenata Suburbana</em>, na voz de Juçara Marçal.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/v6EQz4u17Uk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O show deste sábado é uma adaptação do disco <em>Capiba, Elas e Outras Canções</em> e traz mais duas músicas: <em>Frevo Ciranda</em> e <em>Não quero mais</em>. Com direção musical de Juliano Holanda, a banda que acompanha as cantoras é composta por Guga Fonseca (teclado, samplers e sintetizadores, Rogério Victor (baixo elétrico e acústico), Gilú (percussão) e o próprio Juliano (viola, violão e guitarra). O show terá, ainda, a participação de Fernando Rangel (baixo acústico) e Roberta Belo (oboé).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Lançamento do CD <em>Capiba, Ela e Outras Canções</em><br />
Show com Cláudia Beija, Ylana Queiroga, Rogéria, Karynna Spinelli e Solis<br />
Sábado (25), às 20h<br />
Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu)<br />
Entrada franca</p>
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		<title>&#8220;A.M.A.R.T.E&#8221; marca estreia de Cláudia Beija em disco solo</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2014 21:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Após cerca de três décadas emprestando sua voz a trabalhos dos mais diversos artistas &#8211; entre eles, Alceu Valença, Wilson Simonal, Elba Ramalho, Geraldo Maia, Nena Queiroga, Claudionor Germano, China, entre outros &#8211; , eis que a cantora pernambucana Cláudia Beija alça voo solo. Em &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;, primeiro álbum que traz seu nome estampando a capa, ela reúne toda a experiência adquirida ao longo dessa trajetória e, o melhor de tudo: grandes amigos de vida e de música. Cláudia lança o CD, nesta quarta (17), com um pocket-show, a partir das 19h, na loja Passa Disco, que fica no Shopping Sítio da Trindade.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/claudia-beija-pedro-dzelme.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-14141" alt="Pedro Dzelme/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/claudia-beija-pedro-dzelme.jpg" width="470" height="230" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Uma colcha de retalhos</em>&#8220;. É assim que Cláudia Beija define &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;. também pudera: ao longo de tantos anos de carreira artística &#8211; iniciada nos anos 1980, quando cantou, pela primeira vez, no lendário bar Som das Águas -, a cantora utilizou da versatilidade para fazer da sua voz canto para os mais diversos estilos, o que a fez desaguar nesse imenso mar chamado MPB, como ela acredita. &#8220;<em>Não quis seguir nenhum movimento ou tendência musical. Minha única vontade era cantar</em>&#8220;, conta ela sobre o repertório do disco. Em A.MA.R.T.E, estão presentes pitadas de samba, bossa, pop, bolero, música rural, reggae, etc.</p>
<p>E para dar corpo a essa pluralidade musical, um hall de compositores também dos mais diversos. Autores consagrados, como Noel Rosa (&#8220;Último desejo&#8221;), João Donato (&#8220;Flor de Maracujá&#8221;, com Lysias Enio) e Lula Queiroga (&#8220;O habitat da felicidade&#8221;), estão presentes no disco. Jovens compositores também foram trazidos para o repertório de Cláudia: China, Jr. Black, Zé Manoel, Yuri Queiroga, Ylana Queiroga, Julio Morais estão entre os nomes que presentearam a cantora. &#8220;<em>Eu não segui um roteiro ou conceito que amarrasse as músicas dos disco. meu critério de escolha foi a emoção que cada uma dessas músicas me causa</em>&#8220;, explica. É o exemplo da faixa que abre o CD, &#8220;Vamos a Marte&#8221;, de Henrique Macêdo e Paulo Marcondes, e que inspirou o título do disco. Foi paixão à &#8220;primeira audição&#8221;. &#8220;<em>Ela foi gravada no disco &#8216;Minha praia&#8217;, de Henrique, em que eu fiz backing vocal. Quando ouvi pela primeira vez, pensei &#8216;um dia, vou gravar essa música!</em>&#8216;&#8221;. Daí, ela já teria a primeira música do disco.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/10408508_10202336312160259_5643465493078223364_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13847" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/10408508_10202336312160259_5643465493078223364_n-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O processo de amadurecimento para resolver protagonizar seu próprio trabalho veio com o tempo. &#8220;<em>Eu já tinha feito tanta coisa, trabalhado com tanta gente. Achei que tinha chegado minha hora</em>&#8220;, conta Cláudia. A feitura do disco levou quatro anos. Com produção do baixista Caca Barreto, que toca com Cláudia, ela conseguiu trazer ao disco um tanto do que aprendeu durante a carreira, seu gosto pessoal e sua afinidade com a música. &#8220;F<em>oi um processo bem artesanal. Caca tinha horas disponíveis no seu estúdio e, fomos aos poucos, gravando</em>&#8220;. Cláudia se cercou de diversos amigos cativos para dar vida ao disco. Nomes como Spok, Juliano Holanda Lucas dos Prazeres, Thiago Hoover (que canta com Cláudia em &#8220;Nossa&#8221;), Publius, Walter Areia, Spok e Elba Ramalho (que divide os vocais em &#8220;Flor de Maracujá&#8221;) reforçam o time que está em &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;. &#8220;<em>É um trabalho que me deixou muito feliz, pois consegui reunir amigos e música</em>&#8220;, conclui.</p>
<p>No pocket-show que Cláudia Beija apresenta nesta quarta (17), às 19h, participam Thiago Hoover, Publius e Quarteto Encore. &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221; já está sendo vendido na loja Passadisco.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Lançamento do CD &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;, de Cláudia Beija</strong><br />
Quarta (17), às 19h<br />
Loja Passadisco, no Shopping Sítio da Trindade (Estrada do Encanamento, 480, loja 07, Parnamirim &#8211; Recife/PE)<br />
Aberto ao público</p>
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		<title>Duetos embalam programação musical da Casa de Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2014 18:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[A música é marcada por diversos encontros de ideias, paixões e afinidades. E nesses encontros, há de se reconhecer no outro, na parceria, as infinitas possibilidades de refazer, recriar. Seguindo esse mote, a Casa de Olinda &#38; Ateliê Leo Santana abrigará, nesta semana, uma programação especial de shows onde dois artistas se unem para dar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A música é marcada por diversos encontros de ideias, paixões e afinidades. E nesses encontros, há de se reconhecer no outro, na parceria, as infinitas possibilidades de refazer, recriar. Seguindo esse mote, a Casa de Olinda &amp; Ateliê Leo Santana abrigará, nesta semana, uma programação especial de shows onde dois artistas se unem para dar vida à música. O espaço vai acompanhar os shows de Juliano Holanda e Ylana Queiroga (hoje, 4), Isaar e Aninha Martins (amanhã, 5) e Israel França e Andrea Rocha (sábado, 6). O domingo contará com uma atração surpresa, que o público conhecerá na hora. Os shows começam sempre às 19h.</p>
<div id="attachment_13143" aria-labelledby="figcaption_attachment_13143" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gregório Rosa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Juliano-Holanda-e-Ylana_Crédito-da-Foto_Gregório-Rosa2.jpg"><img class="size-medium wp-image-13143" alt="Gregório Rosa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Juliano-Holanda-e-Ylana_Crédito-da-Foto_Gregório-Rosa2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Juliano Holanda convida a cantora Ylana Queiroga, na programação que começa nesta quinta (4)</p></div>
<p>Abrindo a programação, nesta quinta (4), o músico e compositor Juliano Holanda, acompanhado de Areia (contrabaixo) e Tom Rocha (percussão), convida a cantora Ylana Queiroga para um dueto inédito. &#8220;<i>Eu já tinha gravado duas músicas no disco dela. E aí surgiu uma vontade de fazermos algumas coisa juntos</i>&#8220;, conta Juliano. Segundo ele, esse show na Casa de Olinda vai ter um formato diferente do que ele vem apresentando normalmente. &#8220;<i>Será algo mais despojado. Nós vamos nos permitir uma leitura mais livre das músicas, algo mais aberto às improvisações</i>&#8220;. Com Ylana, ele dividirá cinco canções &#8211; duas do repertório dela e três dele.</p>
<p>Juliano está acostumado a trabalhar em parceria, seja com companheiros de banda ou de composições. Músico de grupos como Rabecado e Orquestra Contemporânea de Olinda, ele lançou seu primeiro trabalho solo no ano passado. Para ele, essa nova fase lhe permite ficar mais livre para poder estabelecer novas conexões, com outros artistas. &#8220;<i>É uma coisa que eu sempre gostei muito, de criar esse diálogo, de perceber como a pessoa vê o meu trabalho e como posso contribuir musicalmente pro trabalho dela. É algo libertador, do qual você sempre sai modificado. Nada melhor do que dividir o palco, compor junto. É algo que te tira um pouco do teu universo particular e te mostra que existem outras formas de se fazer música, com as quais você vai aprendendo muito. Eu sempre estou aprendendo com isso&#8221;, </i>declara.</p>
<p>Já na sexta (5), a dobradinha musical fica por conta das cantoras Isaar e Aninha Martins.  As duas já haviam realizado um show juntas, em março deste ano, para o lançamento da 1ª edição da Revista Outros Críticos e do projeto Dois Sons, que reúne dois artistas diferentes para um dueto, onde trocam composições e realizam um show. O resultado foi tão bom e a afinidade tamanha, que as duas resolveram repetir a dose. E o resultado promete emocionar tanto quanto o primeiro show, onde se viu uma cumplicidade tamanha entre as cantoras, que, mesmo de gerações bem diferentes, falaram a mesma língua. &#8220;<i>Acredito que, primeiro, por sermos cantoras, cantoras negras, e trabalharmos (mesmo ela sendo compositora também), interpretação. Eu sempre gostei do trabalho dela e ela, de certa forma, também admira o meu. Pensamos que, mesmo tendo grandes diferenças quanto a referências musicais, e até à trajetória, conseguimos encontrar uma afinidade musical</i>&#8220;, declara Aninha sobre o dueto. O show contará com músicas do repertório das duas cantoras.</p>
<div id="attachment_13144" aria-labelledby="figcaption_attachment_13144" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gregório Rosa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Isaar-e-Aninha-Martins_Gregório-Rosa.jpg"><img class="size-medium wp-image-13144" alt="Gregório Rosa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Isaar-e-Aninha-Martins_Gregório-Rosa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As cantoras Aninha Martins e Isaar repetem a dose do show que realizaram em março</p></div>
<p>No sábado (6) é a vez da música barroca tomar conta da Casa de Olinda. A arquitetura e as fachadas das casa da cidade histórica serão cenário ideal para o encontro entre o violinista Israel de França e a chembalista (cravista) Andrea Rocha. Israel, nascido em Peixinhos, mora há 21 anos em Granada, na Espanha, onde segue sua carreira musical. Andreia é professora do Conservatório Pernambucano de Música e exímia instrumentista do cravo. Violino e cravo são o dueto que se encaixa perfeitamente na música barroca, escola que dará o norte do concerto que será apresentado pelos dois, que, pela primeira vez, tocam juntos como solistas. &#8220;<i>Nós, como músicos, estamos muito felizes por esse encontro. Andréia é uma excelente musicista e a gente se completa musicalmente. Temos muita afinidade, a mesma musicalidade, de querer fazer, de gostar de fazer, de tocar. Temos um feeling, uma química muito boa</i>&#8220;, conta Israel sobre a expectativa da apresentação, que contará com a &#8220;Sonata nº 4&#8243; e &#8220;La Folia&#8221;, de Corelli, &#8220;Prelludio e allegro&#8221;, de Fritz Kreisler, as danças húngaras de Brahms, entre outras obras.</p>
<div id="attachment_13145" aria-labelledby="figcaption_attachment_13145" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gregório Rosa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Israel-de-França-de-Andrea-Roche_Crédito-da-foto_Grogório-Rosa.jpg"><img class="size-medium wp-image-13145" alt="Gregório Rosa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Israel-de-França-de-Andrea-Roche_Crédito-da-foto_Grogório-Rosa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Andrea Rocha e Israel de França levam música barroca à Casa Olinda, no sábado (6)</p></div>
<p>E, para encerrar a programação desta semana da Casa de Olinda, no domingo (7), uma atração guardada  a sete chaves, que só será divulgada no dia da apresentação. Será a Festa &#8220;Bailinho&#8221;, que, pelo nome, promete colocar o público pra dançar, fechando com chave de ouro o fim de semana.</p>
<p>A Casa de Olinda fica na Rua São Francisco, 208, Carmo &#8211; Olinda/PE</p>
<p><b>Confira as atrações e preços, por dia</b></p>
<p>Quinta, 4/9 &#8211;  19h<br />
Juliano Holanda convida Ylana Queiroga<br />
preço: R$ 30,00</p>
<p><b>Sexta, 5/9 &#8211; 19h<br />
</b>Isaar e Aninha Martins<br />
preço R$ 30,00</p>
<p><b>Sábado, 6/9 &#8211; 19h<br />
</b>Israel de França e Andrea Rocha<br />
preço: R$ 50,00</p>
<p><b>Domingo, 7/9 &#8211; 19h</b><br />
Atração surpresa &#8211; Festa &#8220;Bailinho&#8221;<br />
preço: 30,00</p>
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		<title>Diversidade de ritmos embala a noite no Palco Pop</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2012 20:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Cecília Almeida “Nunca senti meu nome como um peso”, confessou Ylana Queiroga logo após sua apresentação no Palco Pop do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), numa sexta-feira (20/7) marcada pela mistura de ritmos. Filha de Nena Queiroga e do Maestro Spok, a jovem cantora considera que o sobrenome ajudou sua carreira: “É [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Por Cecília Almeida</p>
<p>“Nunca senti meu nome como um peso”, confessou Ylana Queiroga logo após sua apresentação no Palco Pop do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), numa sexta-feira (20/7) marcada pela mistura de ritmos. Filha de Nena Queiroga e do Maestro Spok, a jovem cantora considera que o sobrenome ajudou sua carreira: “É legal você fazer algo que o público já espera que seja bom. É uma responsabilidade talvez um pouco maior, a gente se cobra um pouco mais. Mas no final a gente tá aqui pra tentar fazer o melhor”, disse.</p>
<div id="attachment_6265" aria-labelledby="figcaption_attachment_6265" class="wp-caption img-width-350 aligncenter" style="width: 350px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-29.jpg"><img class="size-full wp-image-6265" alt="Ylana Queiroga foi segunda atração da noite e fez o público pedir bis. Foto:Costa Neto/Secult" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-29.jpg" width="350" height="461" /></a><p class="wp-caption-text">Ylana Queiroga foi segunda atração da noite e fez o público pedir bis. Foto:Costa Neto/Secult</p></div>
<p dir="ltr">Acompanhada por uma banda de excelente qualidade técnica, Ylana foi a segunda atração da noite, subindo ao palco após o show da banda garanhuense PE 5. Em sua primeira apresentação no FIG, a moça agradou o público com sua voz doce e firme. Após o show, ela exaltou a relevância do Festival, que, na opinião dela, já se tornou referência nacional: “Estava em São Paulo quando comentei que ia fazer um show no Festival de Inverno e as pessoas já conheciam o evento, sabiam onde era. É muito importante ter um circuito que apresenta a música pernambucana”.</p>
<p>A tradição musical pernambucana, aliás, é a base do primeiro álbum da moça, que foi produzido pelo irmão Yuri Queiroga e deve sair no segundo semestre deste ano. “A gente passou cinco anos preparando esse disco. Gravamos aqui, no Rio de Janeiro, e fomos juntando nossas experiências durante esse tempo”, declarou a cantora, que menciona entre suas influências artistas como Alceu Valença, Marisa Monte, Siba e a islandesa Björk.</p>
<p>Ylana estava ansiosa para curtir o restante da programação do dia no FIG: “É uma honra estar escalada no mesmo dia de Marcelo Jeneci, Lenine e Milton Nascimento. Vou correr para a Guadalajara pra acompanhar”. Os integrantes da banda paulista Cérebro Eletrônico, que encerrou a noite com sua sonoridade pós-tropicalista, concordam com a cantora. “Vamos fazer de tudo para conferir os shows”, declarou Fernando Maranho, guitarrista.</p>
<p>Foi a quarta vez do grupo em Pernambuco, mas a primeira no FIG. “Pra gente é um prazer enorme estar aqui num estado que tem uma relação tão legal com a música, permitindo que gerações e gerações consigam fazer um trabalho musical com muita qualidade”, apontou Tatá Aeroplano, vocalista da Cérebro Eletrônico. “Esse festival é uma prova de que o estado trabalha muito bem a sua música”, completou. Tatá e Fernando aproveitaram para elogiar o trabalho de músicos pernambucanos como Otto, Junio Barreto, Lirinha e Siba. O grupo pretende trabalhar no quarto disco ainda este ano.</p>
<div id="attachment_6269" aria-labelledby="figcaption_attachment_6269" class="wp-caption img-width-347 aligncenter" style="width: 347px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-30.jpg"><img class="size-medium wp-image-6269" alt="Da Argentina, Banda La Viajerita (Foto:Costa Neto/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-30-347x486.jpg" width="347" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Da Argentina, Banda La Viajerita (Foto:Costa Neto/Secult-PE)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Um dos grandes destaques da noite foi o show da simpática dupla argentina La Viajerita, composta por Mariela Carrara (voz e cojón) e Ornela Lanzilotto (voz, acordeon e cojón peruano). No repertório, músicas folclóricas argentinas, tango e até algumas homenagens a cantores brasileiros. A versão de Timoneiro, de Paulinho da Viola, foi um dos pontos altos da apresentação. “Muito bonita a homenagem que fizeram à música brasileira”, avaliou a garanhuense Ana Beatriz, que já acompanha o trabalho da dupla há algum tempo. “O show foi maravilhoso, tudo o que eu esperava”, disse, enquanto aguardava a saída das artistas, que cumprimentaram os fãs e distribuíram autógrafos após o show.</p>
<p>No sábado (21/7), último dia de FIG, a festa no Palco Pop está garantida com Daniel Peixoto, Rimocrata, Tibério Azul e Cascabulho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dupla argentina La Viajerita se apresenta no Palco Pop</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2012 21:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“La Viajerita” é o nome de uma canção argentina tradicional, composta pelo lendário Atahualpa Yupanqui e interpretada por Mercedes Sosa. Esta “zamba”, como é chamado o ritmo folclórico, tem uma letra singela e fresca, segundo Ornela Lanzillotto e Mariela Carrera. O nome da canção, por estes e outros motivos, conforme explicam na entrevista a seguir, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6288" aria-labelledby="figcaption_attachment_6288" class="wp-caption img-width-598 aligncenter" style="width: 598px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-35.jpg"><img class="size-full wp-image-6288" alt="A dupla argentina La Viajerita é o destaque desta sexta no palco pop (Foto: divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-35.jpg" width="598" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A dupla argentina La Viajerita é o destaque desta sexta no palco pop (Foto: divulgação)</p></div>
<p dir="ltr">“La Viajerita” é o nome de uma canção argentina tradicional, composta pelo lendário Atahualpa Yupanqui e interpretada por Mercedes Sosa. Esta “zamba”, como é chamado o ritmo folclórico, tem uma letra singela e fresca, segundo Ornela Lanzillotto e Mariela Carrera. O nome da canção, por estes e outros motivos, conforme explicam na entrevista a seguir, pareceu muito apropriada para a dupla de musicistas de Córdoba, na Argentina.</p>
<p>O repertório da dupla “La Viajerita” tem sabor de uma América Latina que se encontra com as culturas espanhola e africana, sendo ao mesmo tempo enraizado nas tradições e avesso às fronteiras. Segundo elas, “o mundo é o cenário perfeito” para apresentarem a sua música. A dupla se apresenta nesta sexta-feira (20/7), a partir das 20h, no Palco Pop.</p>
<p>VÍDEO (link: http://www.youtube.com/watch?v=cASA2yUJdns)</p>
<p>“La Viajerita” é também uma canção famosa de Yupanqui. Por que resolveram batizar a dupla com o nome desta música?</p>
<p dir="ltr">Sim, “La Viajerita” é uma zamba de Atahualpa Yupanqui. Nos pareceu muito apropriado porque seu significado encaixa justamente com o formato do dúo: é um nome feminino, nossos instrumentos são pequenos (assim como o diminutivo da palavra “viajerita”) e a letra e a música desta zamba são frescas e singelas, duas qualidades que nos identificam. Outro detalhe importante é que as viagens têm sido nossa motivação. Levar nossa música a muitos lugares e pessoas de diferentes culturas sempre foi um desejo nosso.</p>
<p>Como vocês começaram a cantar e tocar juntas?</p>
<p dir="ltr">Começamos no ano de 2007 com um projeto de teatro musical e sempre sentimos muita química para trabalhar, e tínhamos inquietudes artísticas similares. No final de 2008 nos propusemos trabalhar um repertório com uma instrumentação acústica, onde colocássemos o foco nos arranjos vocais. Buscamos intérpretes e estilos que gostássemos muitos, e que percorressem o mapa da nossa querida e variada América-Latina.</p>
<p>Quais são estes “pequenos instrumentos” tocados por vocês?</p>
<p dir="ltr">Tocamos um “bichito cordobés” (um pequeno violão com três cordas de violão espanhol e três cordas de charango), acordeon, cajón peruano (esta é a formação fixa) e nos últimos arranjos agregamos um bombo legüero, piano, e alguns acessórios mais de percussão.</p>
<p>Quais são as suas principais influências musicais?</p>
<p dir="ltr">Temos muitas influências, e muitas delas da música do Brasil. Gostamos muito, no nosso país, da Mercedes Sosa, Liliana Herrero, Carlos Gardel, Atahualpa Yupanqui, Kevin Johansen, entre outros. De outros lugares há Lila Downs, Chabuca Granda, Susana Baca, Jorge Drexler, Zitarrosa; e do Brasil Maria Rita, Lenine e todos os clássicos da MPB. Nós gostamos muito da música brasieira e de seus intérpretes, da riqueza de estilos que há em todo o país, da poesia e da evolução musical. Admiramos muito Elis Regina, Djavan, Jobim, Chico Buarque, Milton Nacimento, Vinicius, entre tantos!</p>
<p>Já vieram antes ao Brasil?</p>
<p dir="ltr">É nossa quarta vez no Brasil. Estivemos em São Paulo em três oportunidades: no ano passado por duas vezes no SESC de Vila Mariana e em abril deste ano no Centro Cultural São Paulo, dentro do Festival Panelaço.</p>
<p>Vocês falam que fazem um espetáculo de rua, que preza pelo contato direto com as pessoas. Como isso se dá exatamente?</p>
<p dir="ltr">Se há algo de nossa proposta que nos atrai é justamente o contato com as pessoas, a interação e tudo o que vai sendo gerado pelo momento. Todas as apresentações são especialmente únicas pela heterogeneidade do público.</p>
<p>O que o público pode esperar da apresentação de vocês no Festival de Inverno de Garanhuns?</p>
<p dir="ltr">O público pode esperar uma apresentação com marcas próprias do nosso país, mas ao mesmo tempo misturada ao amplo leque cultural latino-americano.</p>
<div id="attachment_6290" aria-labelledby="figcaption_attachment_6290" class="wp-caption img-width-596 aligncenter" style="width: 596px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-36.jpg"><img class="size-full wp-image-6290" alt="Os paulistanos da Cérebro Eletrônico prometem caprichar nas guitarras (Foto: Edu Moraes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-36.jpg" width="596" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">Os paulistanos da Cérebro Eletrônico prometem caprichar nas guitarras (Foto: Edu Moraes)</p></div>
<p>O palco recebe ainda, abrindo a noite, o pop-rock da banda garanhuense PE 5. Logo depois, a recifense Ylana Queiroga também leva seu elogiado disco de estréia e sua voz mansa para o palco pop a partir das 19h. Encerrando a noite, os paulistanos do Cérebro Eletrônico prometem investir na sonoridade pós-tropicalista já consolidada em 10 anos de estrada, e reafirmada no mais recente trabalho “Deus e o Diabo no Liquidificador”, que devem ser o motor do repertório do show.</p>
<p style="text-align: left;">Confira os horários para o Palco Pop desta sexta:</p>
<p style="text-align: left;">18h – PE 5<br />
19h – Ylana Queiroga<br />
20h – La Viajerita (Argentina)<br />
21h – Cérebro Eletrônico</p>
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