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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ylana</title>
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		<title>Pequena e pianinho, Flaira se agiganta em “Cordões umbilicais”</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2015 19:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[21º Janeiro de Grandes Espetáculos]]></category>
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		<description><![CDATA[ por Leonardo Vila Nova “O que você vai ser quando crescer? Atriz, cantora ou dançarina?”. Para a artista Flaira Ferro, essa é uma pergunta que pode soar curiosa. Uma “brincante” pode ser a resposta, uma vez que todas essas formas de expressão artística agora encontram vazão em seu trabalho. Porém, é o lado cantora e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9478-fotoSilviaMachado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19998" alt="Silvia Machado/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9478-fotoSilviaMachado-607x440.jpg" width="607" height="440" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><i> </i><b><i>por Leonardo Vila Nova</i></b></p>
<p>“<em>O que você vai ser quando crescer? Atriz, cantora ou dançarina?</em>”. Para a artista <a href="https://soundcloud.com/flaira" target="_blank"><strong>Flaira Ferro</strong></a>, essa é uma pergunta que pode soar curiosa. Uma “brincante” pode ser a resposta, uma vez que todas essas formas de expressão artística agora encontram vazão em seu trabalho. Porém, é o lado cantora e compositora que desabrocha com mais firmeza neste momento e que vem a público de forma mais clara. A pergunta está na oitava faixa de <em>Cordões umbilicais</em>, seu primeiro disco solo. Flaira lança o álbum no Recife, nesta sexta (23), às 21h, no Teatro de Santa Isabel. O show faz parte da programação do Janeiro de Grandes Espetáculos e contará com diversas participações: Maestro Spok, Lucas dos Prazeres, Ylana Queiroga, Caio Lima, Isadora Melo e Allison Lima são os convidados da jovem artista.</p>
<p>“<em>Uma obra de afeto, feita por muitas mãos</em>”. É assim que Flaira define <em>Cordões umbilicais</em>, no encarte do disco. Um trabalho onde ela se desnuda em canções confessionais, expõe questionamentos, dúvidas, defeitos, buscas, esperanças, gratidões&#8230; sem nenhum pudor. São 11 faixas que retratam o mais íntimo de suas verdades, mas que trazem, entranhadas nela, um pouco (ou um tanto) de cada pessoa que fez/faz parte de sua vida: família, amigos, amores, mestres&#8230; uma grande aldeia dentro de si. Esses “cordões umbilicais” que a ligam a várias pessoas através do afeto, e que a alimentam de vida e inspiração cotidiana, pra se debruçar sobre suas questões pessoais. &#8220;<em>O disco leva meu nome porque as letras são minhas, porque foi um impulso que nasceu aqui, mas se não fosse cada uma dessas pessoas que caminharam comigo, com certeza, esse disco não teria saído, não teria existido, de jeito nenhum</em>”. Dez faixas são assinadas por Flaira (solo ou em parceria). Já a última, a bonus track <em>Filhos</em>, é um poema do pai, que, numa brincadeira de improviso, se tornou música, gravada num celular, com as vozes dele e da sua mãe.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9342-fotoSilviaMachado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19999" alt="Silvia Machado/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9342-fotoSilviaMachado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>Cordões Umbilicais</em> é, também, resultado de um reencontro consigo mesma, de algo que ela trazia cristalizado há anos. Conhecida pela sua trajetória como bailarina – em especial, de frevo –, Flaira sempre trouxe dentro de si um lado musical. Estudou violão e teclado quando criança, e sua primeira composição, “O dom”, foi feita quanto tinha apenas 8 anos. No entanto, foi a dança que lhe pegou de jeito e a fez consolidar uma trajetória bastante sólida, mergulhando no universo da cultura popular e das possibilidades de expressão do corpo a serviço dessa linguagem. No entanto, de uns tempos pra cá, ela foi recebendo alguns sinais de que era possível e interessante “soltar a voz”, apresentar ao mundo suas canções. Para isso, foi preciso, de fato, “várias mãos” que a impulsionassem nessa direção.</p>
<p>Um ex-namorado, músico, foi quem lhe deu a primeira dica, alertando-a para a qualidade das canções que compunha. Mas o “start” veio em 2012, quando foi morar em São Paulo, para integrar a Antonio Nóbrega CIA de Dança, de Antonio Nóbrega e Rosane Almeida. Lá, durante o processo de criação dos espetáculos <em>Amado</em> e <em>Húmus</em>, teve aulas de teatro, dança e música. E foi aí que ela sentiu que a música poderia ser mais um ambiente de expressão para a sua persona artística. Essa pulsão precisava, então, ganhar terreno.</p>
<p>No entanto, a decisão de cantar e gravar um disco lhe exigiu coragem. “<em>O cantar veio de um lugar de autoconhecimento, pois eu sempre guardei muitos medos na minha garganta, a voz era um tabu pra mim, um lugar de muita exposição, que me desmascara</em>”, confessa Flaira. Mas ela encarou o desafio e, junto aos músicos Leonardo Gorosito e Alencar Martins, resolveu desbravar a si mesma. Num trabalho totalmente independente, que durou cerca de dois anos – entre seleção de repertório, arranjo e gravação de disco –, eles foram maturando e gestando o que viria desaguar em <em>Cordões umbilicais</em>, sua estreia como cantora.</p>
<p>O álbum está disponível para download, na página de Flaira. Clique <a href="http://flairaferro.com.br/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p><strong>SHOW</strong><br />
Mas não era apenas gravar um disco. Seria necessário lançá-lo, fazê-lo chegar aos ouvidos e corações do público. <em>Cordões umbilicais</em> teve um pré-lançamento, em São Paulo, em outubro do ano passado, que resultou em <a href="https://www.youtube.com/channel/UCVizSbbXeMSDriKxUlCk_cg/videos" target="_blank">dois vídeos</a>, disponíveis no youtube. O lançamento oficial será, de fato, no show desta sexta. “<em>Não tinha como não ser no Recife. Minha história foi toda construída aqui, muitas das pessoas que amo estão aqui, foi aqui que aprendi a fazer o que sei hoje”</em>, conta Flaira. O fato de estrear no Teatro de Santa Isabel, templo das artes cênicas do Recife, faz emergir em Flaira um misto de ansiedade e, mais uma vez (como parece ser de sua natureza), coragem diante do desafios. “<em>A minha ficha ainda está caindo (risos), mas eu sei que isso vai acontecer porque fui eu que quis, fui eu quem busquei, por querer muito viver esse momento. E é o que eu vou fazer</em>”.</p>
<p>Em palco, a dimensão da sua voz, muito bem desenhada no disco, ganha contornos cênicos ainda mais interessantes, uma vez que se tornam extensão do que é dito em cada uma das letras. Gestos, olhares, movimentos corporais também tecem ainda mais sentidos a partir do que é dito nas canções, quando dialogam com o que sai através da sua voz. “<em>Eu entendo a minha voz como um instrumento totalmente ligado ao meu corpo. É algo orgânico. Além disso, eu não sou escritora ou poeta. Eu escrevo, gosto de dançar e de cantar. O jeito que eu me expresso no palco tem muito a ver com minhas experiências, com o que eu busco, com meu olhar sobre as coisas. Em mim, tem um misto de muita raiva e muita gratidão, de muito caos e muita paz. E o palco é o lugar onde eu me permito viver isso, sem me reprimir, sem me tolher, onde dou vazão aos monstros e às coisas boas que no dia a dia procura-se ter mais cuidado</em>”, revela.</p>
<p>Estarão presentes no repertório do show as onze faixas do disco, além de uma música instrumental. E para dar mais sentido a esse trabalho de cunho tão íntimo, mas volteado por diversas pessoas, Maestro Spok, Lucas dos Prazeres, Ylana Queiroga, Caio Lima, Isadora Melo e Allison Lima foram convidados e vão dividir o palco do Santa Isabel com Flaira.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Cordões umbilicais<em>, com Flaira Ferro (show de lançamento do CD)</em><br />
Sexta (23), às 21h<br />
Teatro de Santa Isabel &#8211; Praça da República, s/n, Santo Antônio &#8211; Recife/PE<br />
R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada).</p>
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		<title>Zé Manoel e Ylana Queiroga se apresentam no IRB</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2015 20:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acordes para o Museu]]></category>
		<category><![CDATA[instituto ricardo brennand]]></category>
		<category><![CDATA[IRB]]></category>
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		<category><![CDATA[Zé Manoel]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois dos nomes da nova safra musical do estado se juntam, num show inédito, neste domingo (11). O pianista, cantor e compositor Zé Manoel e a cantora Ylana Queiroga se apresentam no projeto Acordes para o Museu – o primeiro de 2015 – no Instituto Ricardo Brennand (Várzea), a partir das 15h30. No show, canções [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19261" aria-labelledby="figcaption_attachment_19261" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Dani Neves / Eric Gomes/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ylana-ze.jpg.jpg"><img class="size-medium wp-image-19261" alt="Dani Neves / Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ylana-ze.jpg-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">Ylana e Zé Manoel se apresentam em dueto pela primeira vez</p></div>
<p>Dois dos nomes da nova safra musical do estado se juntam, num show inédito, neste domingo (11). O pianista, cantor e compositor <a href="http://www.zemanoel.com.br/" target="_blank"><strong>Zé Manoel</strong> </a>e a cantora <a href="https://soundcloud.com/ylanaqueiroga" target="_blank"><strong>Ylana Queiroga</strong></a> se apresentam no projeto Acordes para o Museu – o primeiro de 2015 – no Instituto Ricardo Brennand (Várzea), a partir das 15h30. No show, canções do repertório de ambos, além de clássicos da música brasileira. A entrada custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia entrada).</p>
<p>Chico Buarque, Capiba e Caetano Veloso estão entre os compositores que serão revisitados pela dupla, numa viagem às suas memória afetivas, por entre canções que influenciaram a trajetória artística de ambos. Do repertório de Ylana, algumas músicas que estão no seu primeiro disco, “Ylana” (2013), como “Um dia”, “Loa da Lagoa” e “Não Quero Mais”. De Zé Manoel, eles pinçam canções como “Samba tem”, “Fantasia de um Alecrim Dourado” e “Canção e silêncio”, que estará no próximo CD do petrolinense.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Acordes para o Museu com Ylana Queiroga e Zé Manoel</em><br />
Domingo (11), a partir das 15h30<br />
Instituto Ricardo Brennand &#8211; Alameda Antônio Brennand, Várzea – Recife/PE<br />
R$ 20 e R$ 10 (meia)<br />
Informações: (81) 2121-0365</p>
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		<title>Rogerman: “Ylana trilha um caminho vitorioso”</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 16:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bonsucesso Sambaclube]]></category>
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		<description><![CDATA[O convidado do primeiro Eu Indico de 2015 é o cantor e compositor Rogerman, líder e vocalista da banda Bonsucesso Sambaclube. Com novo trabalho na praça, o elogiado CD “Coração da boca sai”, o olindense e sua banda retornaram aos palcos com a mesma instigação do início da carreira, no início dos anos 2000. Ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/5956085601_6c21b6deac_o.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19038" alt="Eduardo Queiroga/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/5956085601_6c21b6deac_o-607x330.jpg" width="607" height="330" /></a></p>
<p>O convidado do primeiro <b>Eu Indico</b> de 2015 é o cantor e compositor <strong>Rogerman</strong>, líder e vocalista da banda <strong><a href="http://bonsucessosambaclube.com/" target="_blank">Bonsucesso Sambaclube</a></strong>. Com novo trabalho na praça, o elogiado CD “Coração da boca sai”, o olindense e sua banda retornaram aos palcos com a mesma instigação do início da carreira, no início dos anos 2000.</p>
<p>Ao Cultura.PE e aos internautas, Rogerman recomenda o disco “Ylana”, 1º CD da cantora <a href="https://soundcloud.com/ylanaqueiroga" target="_blank"><strong>Ylana Queiroga</strong></a>, lançado em 2013, trabalho de sonoridade moderna,  com produção de Yuri Queiroga e canções de nomes como Alceu Valença, Siba, Felipe S., China, Manuca Bandini, entre outros. Ylana também participou do “Coração da boca sai”, dividindo os vocais com Rogerman, em “Corpo em chamas”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ylana.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19039" alt="Pri Buhr/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ylana-607x461.jpg" width="607" height="461" /></a></p>
<p><i>&#8220;Cantora e compositora pernambucana, de uma família de músicos (os Queiroga), ela vem se destacando com sua voz suave e segura, afinada e bela&#8230; e também compõe muito bem. Iniciando – como todos da família – muito cedo nos palcos, Ylana já demonstra grande desenvoltura e fica à vontade ao lado de nomes como sua mãe, Nena Queiroga, Elba Ramalho, maestro Spok, seu tio Lula Queiroga, entre outros.</i></p>
<p><i>Seu CD, &#8216;Ylana&#8217;, tem recebido muitos elogios Brasil afora. Muito bem produzido pelo irmão, Yuri Queiroga, o disco tem um acabamento refinado, arranjos elaborados e impressiona pelo alto nível encontrado, tanto nas composições, performances dos músicos, quanto na arte.</i></p>
<p><i>Ylana trilha um caminho vitorioso, que, sem dúvida, a levará ao reconhecimento merecido, da nova geração de cantoras no Brasil. Ela se destaca pela voz, composição, tradição e acabamento. O destaque do CD é a canção de trabalho, &#8216;Calcanhar&#8217;&#8221;.</i></p>
<p><i></i><strong>Confira duas músicas do disco “Ylana”</strong></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/zzSAhaxDQcE?list=UUQoypAtBSKBoG6ooxz9AW9Q" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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