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	<title>Portal Cultura PE &#187; Zé Brown</title>
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		<title>Polo Hip Hop celebra potência criativa da cultura de rua</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 19:07:38 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116193" aria-labelledby="figcaption_attachment_116193" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Afroh/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/LETY-MC_CRÉDITO-AFROH.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116193" alt="Afroh/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/LETY-MC_CRÉDITO-AFROH-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lety MC</p></div>
<p>O hip hop também tem lugar e voz no Carnaval do Recife. No dia 20 de fevereiro, todas as expressões do movimento cultural se encontram no Cais da Alfândega, Bairro do Recife. Às margens do Rio Capibaribe, os recifenses poderão assistir gratuitamente a shows, batalhas de rima, performances de breaking e grafite que integram a programação do Polo Hip Hop: Folia em 4 elementos. O evento é aberto ao público e tem realização da Associação Metropolitana do Hip Hop (AMH2PE), com apoio da Prefeitura da Cidade do Recife e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>A programação musical, composta por artistas da terra, apresenta os shows de Zé Brown, Bione, Bell Puã, Lety MC, Dandara MC, MC Raxta, além dos DJs Dagga e Nixon e uma cypher de breaking. A grade também reservou espaço para batalhas da Jornada de MCs, movimento liderado pelo DJ Big, articulador cultural e educador social, que envolve jovens de diversos bairros em um duelo de ideias ao vivo. Representando o elemento grafite, Galo de Souza participa de uma livepating que pode ser acompanhada pelo público ao longo da programação.</p>
<p>Para Dom Pablo, coordenador da Associação Metropolitana de Hip Hop, o Polo simboliza uma conquista da cadeia produtiva e precisa reverberar a potência da juventude que movimenta as periferias da cidade. “São mais de 20 anos com a responsabilidade de difundir o trabalho de artistas criativos que passam o ano inteiro produzindo, lançando projetos autorais e fazendo a cultura hip hop ser cada vez mais influente para as novas gerações”, comenta.</p>
<p>Com mais de 20 anos de história, o Polo Hip Hop se firma como uma política de valorização e visibilidade para artistas do Estado. A nova e a velha escola se encontram para celebrar os elementos fundamentais dessa que representa uma das mais expressivas manifestações da cultura negra e periférica, que emergiu na década de 1970 nos subúrbios negros e latinos de Nova Iorque para o mundo.</p>
<p>Tiger Rapper, que foi integrante do lendário grupo Faces do Subúrbio e integra a coordenação da associação, acredita que o espaço é fundamental para a autoestima da juventude. “É por meio da música, do grafite e da dança que muitos(as) jovens encontram o sentido na vida. Essa cultura é mais do que lazer. É sobre possibilitar novos horizontes para quem muitas vezes não tem perspectiva”, defende o cantor ressaltando o caráter social do movimento.</p>
<p>A programação está marcada para começar às 17h. São seis horas de uma celebração que também promove homenagens a personagens relevantes para o desenvolvimento da cultura de rua em Pernambuco. A curadoria priorizou nomes que fazem da música um instrumento para reverberar o lema que até hoje norteia o movimento hip hop: “Paz, união, amor e diversão”.</p>
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		<title>O rap antropofágico de Zé Brown ganha registro em DVD</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 14:22:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A rima está no rap e está no repente, na poesia de caráter universal que retrata as mais profundas questões humanas assim como as mazelas cotidianas, as histórias locais, de um povo. A arte de Zé Brown, gestada ao longo de mais de 25 anos, está fincada nesse linguajar, no que aprendeu no Alto José [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ze-brown-eric-gomes.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19732" alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/ze-brown-eric-gomes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A rima está no rap e está no repente, na poesia de caráter universal que retrata as mais profundas questões humanas assim como as mazelas cotidianas, as histórias locais, de um povo. A arte de <strong>Zé Brown</strong>, gestada ao longo de mais de 25 anos, está fincada nesse linguajar, no que aprendeu no Alto José do Pinho, zona Norte do Recife, onde se tornou rapper, e a partir de onde ganhou o mundo. Essa trajetória vai ganhar um registro especial, nesta sexta (16), com a gravação do DVD “Poesias do povo”, no Baile Perfumado (Prado), a partir das 22h.</p>
<p>“<em>Esse DVD reflete todas as minhas influências, que surgiram no final dos anos 1980, quando ingressei na cultura hip hop como b.boy, comecei a dançar o break, e no início dos anos 1990, quando comecei minha trajetória musical com a banda Faces do Subúrbio, no Alto José do Pinho, onde me despertou em pesquisar ritmos da cultura popular</em>”, conta. Embolada, maracatu, forró, literatura de cordel e samba. Na música de Zé Brown, tudo isso dialoga perfeitamente com o rap, espinha dorsal do seu trabalho. E para acompanhar Brown nessa empreitada, juntam-se a ele Celo (bateria), Riva Le Boss (guitarra) e Valdir Afonjá (contrabaixo).</p>
<p>E, mostrando que sua música encontra ecos em outras paragens, reprocessando estilos e vertentes variadas, ele traz um time diverso de amigos para dividir o palco, no show desta noite. Participam do show Cannibal, Cajú e Castanha, Beto Hortis, Núcleo (Sistema X), Mombojó e Josildo Sá. Os ingressos custam R$ 20 (vinte reais).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Gravação do DVD “Poesias do Povo”, de Zé Brown</em><br />
Sexta (16), às 22h<br />
Baile Perfumado – Rua Carlo Gomes, 390, Prado – Recife/PE<br />
R$ 20 (vinte reais)</p>
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		<title>Debate politizado no FPNC</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 13:09:21 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5273" aria-labelledby="figcaption_attachment_5273" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989784419_08c3b05ecc_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5273" alt="Debates reuniram participantes do Recife e de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989784419_08c3b05ecc_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Debates reuniram participantes do Recife e de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Festival promoveu no sábado (15/9) debates sobre democratização da comunicação e mercado de música</em></p>
<p>Por Olívia Mindêlo</p>
<p>“Muito mais do que sobre rádio e TV pública, a gente está falando aqui sobre cidadania”. A fala do DJ e radialista Patrick Torq4 soou como uma síntese, na tarde de ontem (15/9), do propósito das rodas de diálogo realizadas pelo FPNC em Gravatá. Tanto no debate sobre a Democratização da Comunicação quanto na discussão sobre O Atual Mercado de Música, a necessidade de reunir pessoas para promover o direito à comunicação, a reflexão crítica e a melhoria das práticas profissionais pareceu perpassar as falas e os interesses presentes.</p>
<p>No primeiro debate, relacionado à comunicação, a questão das rádios públicas dominou o verbo, sobretudo pela experiência dos participantes Roger de Renor (atual diretor da TV Pernambuco) e Patrick Tor4 – e, claro, também pela própria força que esses canais ainda possuem nas cidades do interior do estado, como Gravatá.</p>
<p>Ambos colocaram em pauta suas lutas em prol das emissoras públicas, reforçando que, apesar das dificuldades, fazer rádio de qualidade no País é possível. Isso significa ampliar a conscientização e o gosto cultural da população, veiculando, entre outros pontos, a produção musical que não tem vez nos grandes meios. Patrick citou os exemplos das rádios de Sergipe, da qual foi diretor, do Pará e de Minas Gerais. Todas estatais que, segundo ele, se tornaram exemplos nacionais. Já Roger falou sobre programas como o extinto “Som da sopa”, da TV Universitária, que também esteve à frente como apresentador, diretor e idealizador, além das atuais batalhas para estruturar a TV Pernambuco e uma rede de televisões públicas no Brasil.</p>
<p>Alguns profissionais de comunicação de Gravatá também participaram da discussão. Foi o caso do jornalista Tomaz de Aquino, atualmente responsável pelo Jornal Rota 232, de seu município. Ele conversou sobre os atuais veículos gravataenses, chamando atenção para o domínio dos políticos nas rádios e até nos blogs. Para isso citou o caso do <a title="blog do castanha" href="http://www.blogdocastanha.com/" target="_blank">Blog do Castanha</a>, retirado do ar recentemente por questões políticas, mas já de volta. O próprio Castanha esteve presente, comentando as dezenas de processos que já recebeu decorrentes de sua atuação jornalística. Tomaz de Aquino também reforçou a necessidade de se discutir os pontos principais do <a title="fórum nacional pela democratização da comunicação" href="http://www.fndc.org.br/" target="_blank">Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação</a> (FPDC).</p>
<p><strong>Sobre música</strong></p>
<div id="attachment_5274" aria-labelledby="figcaption_attachment_5274" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989790010_17bf3716f8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5274" alt="Tiné, Zé Brown, DJ Dolores e Vinícius Carvalho (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989790010_17bf3716f8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tiné, Zé Brown, DJ Dolores e Vinícius Carvalho (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Assim como a música foi um dos pontos tocados no primeiro debate, a comunicação também foi assunto abordado na segunda roda de diálogo promovida ontem (15/9) pelo FPNC, sobre o atual mercado de música. A internet foi novamente colocada em pauta, desta vez como local indispensável à difusão da produção musical. Para DJ Dolores, um dos participantes da roda, a web é mais do que isso: coloca-se como um espaço para criação, pesquisa e articulação.</p>
<p>Além de Dolores, também convidado pelo festival de Gravatá para tocar nos intervalos e fins dos shows, conduziram o diálogo o músico Tiné, da Orquestra Contemporânea de Olinda, e o rapper Zé Brown, que comandou a locução do Palco Nação Cultural.</p>
<p>Como sobreviver da música foi a questão que mais dominou a conversa, sobretudo a partir das perguntas levantadas por artistas de Gravatá, que repetiram a velha máxima de “como é difícil viver de música no estado”. Zé Brown falou sobre a dificuldade de trabalhar com rap, mas de outros caminhos para se viver do próprio ofício. Dolores reforçou o quanto é preciso levar a sério isso: “É um trabalho como qualquer outro”. E é preciso se esforçar, se dedicar.</p>
<p>Os debates foram mediados, respectivamente, por Guilherme Gatis, assessor do Festival Pernambuco Nação Cultural, e Vinícius Carvalho, diretor executivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
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		<title>Instigação marcou a noite de sexta em Gravatá</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Sep 2012 14:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5297" aria-labelledby="figcaption_attachment_5297" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948698_acb946187a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5297" alt="Público no show de Nando Reis (Foto: Costa Neto) " src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948698_acb946187a_z-607x383.jpg" width="607" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Público no show de Nando Reis (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p style="text-align: left;"> Por Duda Martins</p>
<p>Nando Reis sempre se fez presente nas suas músicas. Ele é metalinguagem. Está para suas composições assim como elas estão para ele. Mas é bom ver quando alguém, de repente, sai de si para ser outros. Na noite de ontem (14/9), o Palco Nação Cultural viu muitos artistas em um só. Sem dúvida, Nando foi uma das grandes atrações da noite, com parte do show “Bailão do ruivão”, o seu primeiro de músicas não autorais. No mesmo palco, a paulista Mariana Aydar fez sua estreia no interior de Pernambuco, ainda representado pelo projeto local Canta Gravatá e pela cantora Chris Nolasco, que nasceu na Bahia, mas veio morar em Pernambuco aos 2 anos.</p>
<div id="attachment_5298" aria-labelledby="figcaption_attachment_5298" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987961532_7944c51abf.jpg"><img class="size-full wp-image-5298" alt="Projeto Canta Gravatá abriu a noite (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987961532_7944c51abf.jpg" width="500" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto Canta Gravatá abriu a noite (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Treze cantores, além de músicos e vocais de apoio, estavam entre o <em>casting</em> do Canta Gravatá, projeto de artistas locais que procurou agradar a todos os gostos, com apresentações de MPB, rock pop, forró, balada e até reggae. Nos intervalos, o DJ Dolores era um show à parte, ora interagindo com o rap de Zé Brown, que estava na locução do palco; ora colocando o povo para dançar com seu repertório de vanguarda.</p>
<p>Palmas para a cantora Chris Nolasco, que chegou em seguida com sua voz suave, presença de palco e ótimo repertório. Uma boa combinação para a noite de ontem. Sem contar o afinado time de músicos, que mandou bem nos arranjos de jazz, samba e música afro. “Pele negra” é o nome do disco. Muita qualidade.</p>
<div id="attachment_5299" aria-labelledby="figcaption_attachment_5299" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987953713_614a53257d.jpg"><img class="size-full wp-image-5299" alt="Chris Nolasco foi de jazz, samba e música afro (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987953713_614a53257d.jpg" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Chris Nolasco foi de jazz, samba e música afro (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>De cantoras o Brasil está bem servido. Mariana Aydar veio com tudo para Gravatá. Antes de entrar no palco, nos confessou: “Há duas semanas, fiz meu primeiro show no Recife, no incrível Teatro de Santa Isabel. De coração, foi um dos melhores shows da minha vida. Minha expectativa é que aqui seja igual ou melhor”. E se cumpriu. Charmosíssima do começo ao fim do show, Mariana estava solta no palco: dançou, pulou, fez caras e bocas, tocou triângulo e cantou, o que sabe fazer de melhor.</p>
<p>Enquanto isso, o público gritava seu nome, pedia músicas  e cantava junto em várias delas, como o samba “Vai vadiar”, o forró (que é uma de suas especialidades) “Tá?” e a composição em parceria com o seu grande amigo Dominguinhos, intitulada “Preciso do seu sorriso”. Uma das maiores qualidades da paulista é que olha nos olhos da plateia. Amor que dá pra ver e ouvir.</p>
<div id="attachment_5300" aria-labelledby="figcaption_attachment_5300" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948813_e750f5911c.jpg"><img class="size-medium wp-image-5300" alt="Mariana Aydar , charmosa e instigada (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948813_e750f5911c-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mariana Aydar , charmosa e instigada (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Ansiosa pela entrada do “ruivão”, Assíria Lima, 17, segurou o cartaz: “Nando, me dá teu All Star”, mas não segurou as lágrimas ao ver o ídolo entrar cantando a primeira: “Sou dela”. Não sabia se cantava, tirava foto, gritava ou chorava. “Eu vim de Caruaru, sou muito fã dele. Por favor, deixa eu entrar aí”, insistindo por um lugar no <em>frontstage</em>. De boina e jaqueta jeans lá se foi Nando Reis, tocando em um show espetacular. “O mundo é bão Sebastião”, “All star”, “Do seu lado”, e numa roupagem rock’n’roll incrível, fez um pout-pourri de Wando, com “Fogo e paixão”, e Michael Sullivan e Paulo Massadas, com “Whiski a gogo”.</p>
<p>Foi quando se transformou em muitos. Foi quando Assíria não aguentou e pulou a cerca que dava acesso ao<em>frontstage</em> e teve que ser retirada aos prantos. Com “Frevo mulher” e “Marvin” encerraria o show, não fosse os gritos de “mais um” e “Bichos escrotos” dar o adeus a uma noite inesquecível.</p>
<div id="attachment_5302" aria-labelledby="figcaption_attachment_5302" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987945366_8c74d54332_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5302" alt="Nando Reis fechou a noite com &quot;Bichos escrotos&quot; (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987945366_8c74d54332_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nando Reis fechou a noite com &#8220;Bichos escrotos&#8221; (Foto: Costa Neto)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
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		<title>Faces do Subúrbio no Palco Nação Cultural</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jul 2012 19:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A reunião de Zé Brown com o grupo de rap Faces do Subúrbio  é um dos destaques da primeira noite de shows no Palco Nação Cultural, em Triunfo. Há 20 anos, Zé Brown fundou com KSB e Tiger a primeira formação do Faces. Ao mesmo tempo, iniciou seu trabalho social junto a jovens de comunidades carentes do Recife, em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6026" aria-labelledby="figcaption_attachment_6026" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Ze-Brown.jpg"><img class="size-medium wp-image-6026" alt="Com Faces do Subúrbio, Zé Brown traz o ritmo e poesia do Alto José do Pinho para Triunfo (Foto: Jedson Nobre)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Ze-Brown-607x383.jpg" width="607" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Com Faces do Subúrbio, Zé Brown traz o ritmo e poesia do Alto José do Pinho para Triunfo (Foto: Jedson Nobre)</p></div>
<p>A reunião de Zé Brown com o grupo de rap Faces do Subúrbio  é um dos destaques da primeira noite de shows no Palco Nação Cultural, em Triunfo.</p>
<p>Há 20 anos, Zé Brown fundou com KSB e Tiger a primeira formação do Faces. Ao mesmo tempo, iniciou seu trabalho social junto a jovens de comunidades carentes do Recife, em que utiliza o rap, o break e o grafite como forma de inclusão social.</p>
<p>Atualmente, dá andamento ao projeto “Repente Rap Repente”, com produção da Mosaico Producciones e direção musical de Skowa (Skowa e a Máfia), que contemplará um Cd com músicas de autoria de Zé Brown, além das participações especiais de Zeca Baleiro, Rappin’ Hood, Castanha (da dupla Caju &amp; Castanha) e DJ Marcelinho, além de alguns dos alunos das suas oficinas de rima, que se destacaram como compositores.</p>
<p>Antes, Helton Moura e o Cambaio, de Arcoverde, inicia o programa da noite, que ainda conta com o grupo triunfense Radiola Serra Alta. Confira os horarios para o Palco</p>
<p>Quarta-feira, 25/07</p>
<p>22h – Helton Moura e O Cambaio<br />
23h – Zé Brown e Faces do Subúrbio<br />
00h – Radiola Serra Alta</p>
<p>&nbsp;</p>
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