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	<title>Portal Cultura PE &#187; Zé da Flauta</title>
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		<title>De autoria de Zé da Flauta, livro revisita a cena musical psicodélica pernambucana</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 14:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Músico, compositor e produtor cultural, Zé da Flauta lança, nesta sexta-feira (10), a partir das 19h, o livro Tempos psicodélicos e outros tempos, na loja Passa Disco, localizada no Espinheiro. Editada pela Cepe Editora, a publicação conduz o leitor a fatos importantes da música pernambucana ocorridos nos últimos 50 anos. Alguns dos momentos já mereceram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Capa-Tempos-psicodelicos-e-outros-tempos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99463" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Capa-Tempos-psicodelicos-e-outros-tempos-352x486.jpg" width="352" height="486" /></a></p>
<p>Músico, compositor e produtor cultural, Zé da Flauta lança, nesta sexta-feira (10), a partir das 19h, o livro <em>Tempos psicodélicos e outros tempos</em>, na loja Passa Disco, localizada no Espinheiro. Editada pela Cepe Editora, a publicação conduz o leitor a fatos importantes da música pernambucana ocorridos nos últimos 50 anos. Alguns dos momentos já mereceram dissertações e teses, mas o autor faz o resgate com diferencial de quem participou ativamente deles, de maneira leve e, às vezes, com uma pitada de humor.</p>
<p>Em 300 páginas, os relatos do autor reúnem dados autobiográficos e da história política e cultural recente. O ponto de partida do livro, o primeiro do músico, são os efervescentes anos 1960, estendendo-se até a década passada. Entre os destaques, os anos 1970, período em que Zé da Flauta se junta a nomes como Lailson de Holanda (1952-2021) e Paulo Rafael (1955-2021) &#8211; com os quais fundou a banda Phetus -, Lula Côrtes (1949-2011), Zé Ramalho, Flaviola (1952-2021), Alceu Valença e a bandas, a exemplo de Ave Sangria, no Udigrudi pernambucano. Este, um movimento influenciado pela psicodelia do Festival Woodstock, realizado em 1969 nos Estados Unidos.</p>
<p>O livro é resultado de cerca de uma década de anotações. “A ideia estava na minha cabeça há muito tempo. Então, abri uma pasta no computador e fui anotando o que gostaria de escrever”, revela. A escrita se deu em curto tempo: dois meses. Zé da Flauta detalha que escreveu todos os textos entre outubro e novembro de 2020, em plena pandemia da Covid-19, e com o propósito de mostrar o lado de alguém que viveu o movimento cultural pernambucano.</p>
<p>Zé da flauta lembra que existem muitas, e boas, teses acadêmicas sobre o movimento psicodélico nordestino. Os estudos, enfatiza, são focadas “em múltiplos ângulos, entre eles os culturais, históricos e sociológicos”, mas que ele, o autor, sentia falta “de algo que pode concorrer para jogar um pouco mais de luz sobre essa ‘agitação artística’ ocorrida na década de 1970, que, de tão espontânea, não teve nem manifesto”.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Zé-da-Flauta_Arquivo-Pessoal.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99464" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/Zé-da-Flauta_Arquivo-Pessoal-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Assim, ao abordar os fatos, o autor traz detalhes dos fatos vividos por ele e desconhecidos do público, a exemplo do que se passou no I Parto da Música Livre do Nordeste, festival que reuniu bandas de rock e Luiz Gonzaga no Teatro de Santa Isabel, no Recife, e atraiu a imprensa local e nacional. O evento prometia muito, diz Zé da Flauta. “Seria uma noite de experimentalismo e rebeldia, mas não se limitava a isso. Tinha também o objetivo de aproximar ainda mais a nova cena musical do Recife com o regionalismo”. Em meio aos gritos, performances e visuais excêntricos, no entanto, o Rei do Baião deixou o teatro de fininho.</p>
<p>“É claro que ele (Luiz Gonzaga) estava bem assessorado. Ou seja, pessoas que o acompanhavam entraram no teatro para verificar o clima predominante e devem ter dito a ele algo do tipo: a previsão é de muitos raios e trovões”, descreve. No meio da “tempestade”, completa o autor, Flaviola &#8211; poeta, cantor, compositor recifense e um dos principais nomes da cena musical psicodélica local &#8211; fez uma performance explicitamente homossexual, o que rendeu ao artista um convite para, no dia seguinte, dar umas explicações à Polícia Federal. Vivia-se a ditadura militar (1964-1985).</p>
<p>A experiência de Zé da Flauta como músico inclui trabalhos com o Quinteto Violado e Alceu Valença. Ao integrar o Quinteto, fez shows com Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Anastácia, a Banda de Pífanos de Caruaru, Jackson do Pandeiro, entre outros. “Eram encontros maravilhosos. Eu estava conhecendo pessoalmente e tocando com artistas dos quais há vários anos eu comprava os discos e admirava bastante”, acrescenta.</p>
<p>No livro, Zé da Flauta resgata sua participação nas gravações dos discos Coração Bobo, Cinco Sentidos e Cavalo de Pau de Alceu Valença, bem como em turnês internacionais e festivais, como Rock in Rio (1985). “Eu não só tocava flauta, também compunha e colaborava nos arranjos. Foi no disco Cinco Sentidos que gravei minha primeira parceria com Alceu”, diz. A música era Fé na perua. Depois vieram Escorregando no pífano e Rajada de vento.</p>
<p><strong>PRODUÇÃO CULTURAL -</strong> Sobre a condição de produtor, o autor detalha no livro experiências que contribuíram para alavancar a carreira de Lenine e do alagoano Carlos Moura, compositor e intérprete de Minha Sereia, e bandas como Cascabulho e Querosene Jacaré. Entre as produções de caráter único, cita uma em que o grupo Hanagorik, da cidade de Surubim e com visibilidade internacional, dá uma roupagem de rock a gravações de Alceu Valença.</p>
<p>Outras produções singulares, datadas de 1981, foram os quatro LPs dos forrozeiros Toinho de Alagoas, Zé Orlando, Heleno dos Oito Baixos e Duda da Passira. Dois dos quatro discos, os de Toinho e Zé Orlando, foram lançados, mas pouco sucesso fizeram. Por anos, os dois discos lançados ficaram esquecidos nas prateleiras da gravadora Vison (RJ), sendo descobertos pelo norte-americano Gerald Seligman, consultor musical das gravadoras Rounder Records, dos Estados Unidos, e Globstyle, da Inglaterra. Seligman gostou do que ouviu e também das fitas de Heleno e Duda e juntou tudo no CD Brazil Forró, que rendeu a indicação como finalista ao Grammy, na categoria Tradicional Folk. O primeiro lugar não veio, mas o reconhecimento mundial ao trabalho de José Vasconcelos de Oliveira, nome de batismo de Zé da Flauta, sim.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro Tempos psicodélicos e outros tempos &#8211; Zé da Flauta<br />
Quando: 10 de março de 2023 (sexta-feira), às 19h<br />
Onde: Loja Passa Disco (R. da Hora, 345 &#8211; Espinheiro -Recife &#8211; PE &#8211; Galeria Hora Center)<br />
Preços: R$ 70 (livro impresso) e R$ 28 (e-book)</p>
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		<title>Cena da música independente tem encontro de peso no Palco Pop do FIG</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 19:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<category><![CDATA[barro]]></category>
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		<category><![CDATA[Palco Pop]]></category>
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		<description><![CDATA[ Por Marcus Iglesias A primeira noite do Palco Pop do FIG 2017, nesta terça (25), levou uma multidão para conferir de perto alguns dos mais importantes nomes da atual cena musical independente. Além da Banda Gold Hits, que abriu a programação, as atrações Barro, Zé da Flauta e Curumim puderam apresentar no palco do festival [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51573" aria-labelledby="figcaption_attachment_51573" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35784807100_738a182fb9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51573" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35784807100_738a182fb9_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Curumin aproveitou o show no FIG 2017 para apresentar seu novo disco &#8216;Boca&#8217;</p></div>
<p style="text-align: right;"> Por Marcus Iglesias</p>
<p style="text-align: left;">A primeira noite do Palco Pop do FIG 2017, nesta terça (25), levou uma multidão para conferir de perto alguns dos mais importantes nomes da atual cena musical independente. Além da Banda Gold Hits, que abriu a programação, as atrações Barro, Zé da Flauta e Curumim puderam apresentar no palco do festival seus mais recentes trabalhos, além de contar com o calor humano da plateia, que não fez feio e participou ativamente dos shows.</p>
<div id="attachment_51575" aria-labelledby="figcaption_attachment_51575" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36043508771_c8ba4c4897_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51575" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36043508771_c8ba4c4897_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vários fãs cantaram junto a Barro as músicas do disco &#8216;Miocárdio&#8217;, lançado em 2016</p></div>
<p style="text-align: left;">Barro, pela primeira vez no Agreste e no Festival de Inverno de Garanhuns, se surpreendeu com a reação do público quando subiu ao palco. Com Arranjos que flertam com o pop sessentista e com a música eletrônica, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=iWphC6I3KxU" target="_blank"><strong><i>Miocárdio</i></strong></a> (2016, Independente) se tornou rapidamente um fenômeno na música pernambucana. ”<em>Foi bem surpreendente ver as pessoas cantando e vibrando. Deu pra dar uma esquentada boa com o calor humano. Foi bem emocionante pra mim, vou guardar essa sensação pra sempre”, comenta Barro, que tocou durante o show as nove músicas do seu disco. “Conseguir fazer parte do FIG é uma realização de um sonho. Toquei aqui nele há 14 anos, também no Palco Pop. O FIG tem uma magia, uma energia muito especial”. </em></p>
<div id="attachment_51574" aria-labelledby="figcaption_attachment_51574" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36043389851_6f90ec90eb_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51574" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36043389851_6f90ec90eb_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Zé da Flauta apresentou o projeto Psicoativo pela primeira nos palcos do FIG</p></div>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=67d8-EltEU8" target="_blank"><strong>Psicoativo</strong></a> é o primeiro álbum solo da carreira do músico, produtor e compositor pernambucano José Vasconcelos de Oliveira, o Zé da Flauta. Produzido desde 2013, gravado em 2015 e lançado em 2016, o álbum alinha nove temas terminados com o sufixo <em>mente</em>. “<em>Uma delas é Nanáturalmente, que eu fiz para homenagear o meu amigo Naná Vasconcelos, que participou das gravações da música – inclusive foi a última que ele participou. O <strong>Psicoativo</strong> é uma homenagem que eu faço às mentes criativas. Toda criação, queira ou não queira, fumando ou não fumando, ela é psicoativa, porque a arte é a mistura da inspiração, uma atitude altamente psíquica, com a transpiração, que é a força, a atividade”,</em> explica Zé da Flauta, que quase todo ano está pelo FIG tocando ou produzindo alguém, mas pela primeira vez apresentou seu trabalho solo.</p>
<div id="attachment_51572" aria-labelledby="figcaption_attachment_51572" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35370754483_b3b702baa5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51572" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35370754483_b3b702baa5_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Baterista e cantor, Curumin coloca seu instrumento no protagonismo da apresentação</p></div>
<p>Curumin foi a grande atração da noite, quando o Palco Pop ficou apertado para receber o lançamento do seu quarto disco, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=pmlpNBcObU8" target="_blank"><strong>Boca</strong> </a>(2017), no qual ele investe fortemente na sonoridade eletrônica e no caos do baixo e bateria. Mas para delírio dos fãs que ainda não decoraram as letras das novas músicas, canções de outros discos, como o <strong>Achados e perdidos</strong> (2005),<strong> Japan pop show</strong> (2008) e <strong>Arrocha</strong> (2012) não ficaram de fora da apresentação.</p>
<div id="attachment_51577" aria-labelledby="figcaption_attachment_51577" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36008660522_d7025825fa_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51577" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36008660522_d7025825fa_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público lotou o Palpo Pop do FIG 2017 nesta terça (25)</p></div>
<p>O mapa de palco de Curumin, por si só, já surpreende o expectador. Baterista e cantor, ele coloca seu instrumento no protagonismo da apresentação – em contrapartida ao não destaque usualmente dado aos bateristas. Durante todo o show, a plateia se mostrou afinada com o artista, cantando em alto e bom som as canções do novo disco e clássicos como <strong>Vem Menina</strong>, <strong>Compacto</strong>, <strong>Caixa Preta</strong> e <strong>Vestido de Prata</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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