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	<title>Portal Cultura PE &#187; Zé de Teté</title>
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		<title>Mestres do coco pernambucano no palco Pop do FIG 2015</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 20:39:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na noite do dia 19 de julho de 2015, o público do Palco Pop do 25º Festival de Inverno de Garanhuns foi presenteado com a força de mestres da cultura popular pernambucana que integram A Matinada​. Conversamos com os coquistas Mestre Galo Preto (patrimônio vivo), Cícero Gomes, Bio Caboclo, Zé de Teté e o jovem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite do dia 19 de julho de 2015, o público do Palco Pop do 25º Festival de Inverno de Garanhuns foi presenteado com a força de mestres da cultura popular pernambucana que integram A Matinada​.</p>
<p>Conversamos com os coquistas Mestre Galo Preto (patrimônio vivo), Cícero Gomes, Bio Caboclo, Zé de Teté e o jovem Adiel Luna. O resultado é mais um belo registro deste festival tão diverso, que estimula o permanente diálogo entre a tradição e a novidade.</p>
<p>Saiba mais:<strong> <a href="http://bit.ly/1LnTVXN" target="_blank">http://bit.ly/1LnTVXN</a></strong></p>
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		<title>A Matinada reúne mestres do coco pernambucano</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2015 18:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[com informações da assessoria A arte do improviso na ponta da língua é quem vai imperar nesta quarta (1º). Cinco importantes nomes do coco de Pernambuco &#8211; Galo Preto, Zé de Teté, Bio Caboclo, Cícero Gomes e Adiel Luna – se reúnem em torno de um único nome: A Matinada. O novo projeto dos cantadores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/bd58acd2912f03d258bb006e91a4d436.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26774" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/bd58acd2912f03d258bb006e91a4d436-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>com informações da assessoria</strong></em></p>
<p>A arte do improviso na ponta da língua é quem vai imperar nesta quarta (1º). Cinco importantes nomes do coco de Pernambuco &#8211; Galo Preto, Zé de Teté, Bio Caboclo, Cícero Gomes e Adiel Luna – se reúnem em torno de um único nome: <strong>A Matinada</strong>. O novo projeto dos cantadores se apresenta ao público, no Teatro de Santa Isabel, a partir das 19h, para a gravação do DVD ao vivo. Juntos, eles irão reverenciar o coco desde sua forma mais pura e encantadora – como cantiga de trabalho – até como modalidade mais elaborada de rimas e métricas. A gravação do DVD tem incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura. A entrada é gratuita (com retirada dos ingressos uma hora antes do espetáculo, na bilheteria do teatro).</p>
<p>As várias formas de cantar o coco &#8211; Litoral, Zona da Mata, Agreste e Sertão – se encontrarão nas vozes dos cinco artistas, unidos em sua paixão por essa tradição popular que construiu parte de nossas tradições orais e rítmicas. No palco do Santa Isabel, o público fará uma imersão geográfica na brincadeira de cada um dos mestres, que irão passear pela mazurca (do Agreste e Sertão), o trupé (do Sertão e Zona da Mata), a embolada de pandeiro e de viola, o coco de engenho (Zona da Mata), o coco de sala e o coco de obrigação (Agreste, Zona da Mata e Litoral).</p>
<p>Ora todos juntos, ora em duplas, ora apresentando seus trabalhos individuais, os mestres brincam, improvisam e exploram os toques, as pisadas e os versos nas mais diversas métricas e melodias, cantando e encantando. Completam a brincadeira Maureliano Ribeiro – coquista e artesão de instrumentos percussivos de Camaragibe – e os arcoverdenses Iran Calixto, Pecon Calixto e Damares Calixto, que trazem no sangue a linguagem de coquistas mais representativa de Arcoverde.</p>
<p><strong>Galo Preto</strong><br />
É cantador, coquista, repentista, músico, compositor e percussionista. Fluente em vários estilos de coco, o mestre é Patrimônio Vivo de Pernambuco e passeia com destreza pela embolada, pelo coco de pisada e pelas cantigas de bata de feijão. Nascido em 1935, no município de Bom Conselho &#8211; hoje quilombo de Santa Izabel – em Pernambuco, é um dos últimos representantes da tradição do coco daquela região. Na década de 70 ganhou grande visibilidade nacional, apresentando-se em muitos programas de televisão. Galo Preto fez parceria com grandes nomes da música brasileira, como Jackson do Pandeiro, Cauby Peixoto, Arlindo dos Oito Baixos e Luiz Gonzaga. Em 2007, retornou aos palcos, depois de 11 anos afastado, e agora está presente n’ A Matinada.</p>
<p><strong>Zé de Teté</strong><br />
Nasceu no Sítio Araras, município de Limoeiro, no ano de 1944, e começou a cantar e compor nos anos 70, já adulto. Hoje possui mais de duzentas composições, sendo 61 delas gravadas. Seu último CD “O Rei do Coco” foi gravado com apoio do Funcultura. Zé faz shows em grande parte das cidades pernambucanas e sente-se bastante recompensando pela fidelidade de seu público, tornando-se bastante conhecido no cenário sem precisar abandonar sua cidade natal. O coco de São João é o estilo mais explorado no trabalho do mestre.</p>
<p><strong>Bio Caboclo</strong><br />
Sua vocação para repentista apareceu na infância, estimulado pelo pai Zé Caboclo, que o levava nos eventos culturais promovidos em casas de amigos, onde cantava folhetos e versos de coco de roda. Aos 18 anos Bio iniciou sua carreira artística como violeiro, herdando do pai o dom e o apelido &#8216;Caboclo&#8217;. Logo depois, também nesta idade, foi convidado a ser mestre de maracatu e a cantar coco no São João de Lagoa de Itaenga. Bio Caboclo é conhecido como uma lenda viva da Cultura de Pernambuco e domina como ninguém essas três artes poéticas (viola,baque solto e coco de engenho). Nasceu em 1959, natural de Glória do Goitá/PE.</p>
<p><strong>Cícero Gomes</strong><br />
Remanescente do Coco de Raízes, é líder e vocalista do Coco Trupé de Arcoverde, grupo que mantém junto com seus filhos e sua mulher. Ciço, como é mais conhecido, já se apresentou em diversas cidades do país e da Europa, divulgando a cultura arcoverdense e o coco de trupé, de pisada mais forte e acelerada, com influências da musicalidade de tribos xucurus, do xaxado e do samba de roda. O trupé é música e é dança, onde o tamanco de madeira de solado grosso usado pelos coquistas tem importante papel na marcação da batida. Nascido em 1955, começou a cantar aos 5 anos, acompanhado da mãe. Nos anos 60, se dedicou às brincadeiras, cantando músicas tradicionais. Nos anos 70, iniciou a carreira profissional no Coco, com o mestre Ivo Lopes. O primeiro grupo a participar se chamava &#8220;A Caravana&#8221;.</p>
<p><strong>Adiel Luna</strong><br />
Nascido em 1984, em Tiúma, município de São Lourenço da Mata, é coquista, violeiro e mestre de baque solto, tendo passado por maracatus como o Piaba de Ouro, o Leãozinho de Aliança e o Leão do Norte. Adiel também é cantador e cordelista – participou de festivais e recitais ao lado de poetas importantes como Chico Pedrosa, Jessier Quirino e Sinésio Pereira e tem mais de 50 títulos de cordéis publicados. O documentário étnico “O Coco de Improviso e a Poesia Solta no Vento” (Natália Wanderlei, 2011) conta sua relação com seus principais mestres dentro do coco. Sua matriz é o repente, poesia fundamentada na rima, na métrica e na oração de improviso. De família de poetas cantadores, Adiel Luna, se apresentou em todas as regiões de Pernambuco, em cidades importantes do Brasil e na Europa. É um destaque da nova geração de artistas e a figura que, n’ A Matinada, costura a brincadeira dos mestres, já que dialoga com todos os estilos de coco trabalhado por eles. O projeto é novo, mas já se apresentou em eventos importantes de cultura popular com o Festival Lula Calixto, em Arcoverde, o Festival de Inverno de Garanhuns, o Festival Pernambuco Nação Cultural da Mata Norte e o Festival de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, em Goiás.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Gravação do DVD </em>A Matinada<br />
Quarta (1º/6), a partir das 19h<br />
Teatro de Santa Isabel | Praça da República, s/n, Santo Antônio – Recife/PE<br />
Entrada gratuita (com retirada dos ingressos uma hora antes, na bilheteria do teatro)</p>
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		<title>Festival Canavial chega às cidades de Olinda e Vicência</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 21:14:45 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://festivalcanavial.com.br/2014/" target="_blank"><strong>Festival Canavial</strong></a>, que começou semana passada, em Nazaré da Mata e Limoeiro, pegou a estrada e, nesta semana, chega a dois outros municípios: Olinda e Vicência. A partir desta quinta (20), uma programação vai presentear as cidades com atrações calcadas na abordagem do festival: Consciência Negra e música rural. O coco é quem vai comandar a festa e chamar à população a celebrar a cultura popular. O Festival Canavial seguirá sua jornada até o dia 13 de dezembro e ainda terá como destino a cidade de Buenos Aires, na Zona da Mata Norte.</p>
<div id="attachment_17264" aria-labelledby="figcaption_attachment_17264" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/selma-do-coco.jpg"><img class="size-medium wp-image-17264" alt="Tiago Calazans/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/selma-do-coco-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Selma do Coco é uma das estrelas dessa etapa do Festival Canavial</p></div>
<p>Caldeirão cultural do estado, em que abriga as mais fortes manifestações populares de Pernambuco, Olinda encontra-se fora do trajeto habitual do Festival Canavial, mas foi contemplada com a programação pela sua representatividade com as tradições populares, em especial, a cultura negra. E é nesta quinta (20), em que se celebra a negritude brasileira, que a programação começa com o Seminário Consciência Negra, das 9h às 17h, na Biblioteca Municipal de Olinda; e a oficina de Coco de Umbigada, que vai de 9h a meio-dia, na quinta e sexta (21), no Centro Cultural Coco de Umbigada.</p>
<p>À noite, o tradicional Largo do Guadalupe terá dois dias de festa totalmente voltados ao coco. Nesta quinta (20) e sexta (21), a partir das 21h, um total de 12 atrações irão se apresentar, entre eles Selma do Coco, Aurinha do Coco, Zeca do Rolete, Bongar, Zé de Tete, entre outros. E, ainda dentro da musicalidade negra, Valdi Afonjah traz o seu reggae, na quinta, e a cantora Leci Brandão fará todo mundo sambar, encerrando a noite da sexta.</p>
<p>Já em Vicência, a programação desta quinta (20) será no Engenho Poço Comprido, com as apresentações de Grupo Torubamba (15h) e Coco de Wanda (16h). Na próxima semana, o município continua com atividades do Festival Canavial. De segunda (24) a quarta (26), serão oferecidas ações de formação no Ponto de Cultura Poço Comprido. Das 9h às 12h, acontecem o curso de empreendedorismo e as oficinas “Artesanato em Fibra da Bananeira” e “Adereços de Cavalo Marinho”.</p>
<p>Confira as programação de <a href="http://festivalcanavial.com.br/2014/programacao/olinda/" target="_blank"><strong>OLINDA</strong></a> e <a href="http://festivalcanavial.com.br/2014/programacao/vicencia/" target="_blank"><strong>VICÊNCIA</strong></a>.</p>
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		<title>Documentário sobre mestres do coco será lançado no Cabo de Santo Agostinho</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 14:34:18 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17224" aria-labelledby="figcaption_attachment_17224" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Galo-Preto-e-Selma-do-Coco-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-17224 " alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Galo-Preto-e-Selma-do-Coco-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os mestres Galo Preto e Dona Selma, Patrimônios Vivos de Pernambuco, estão na trilha sonora do documentário.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Reunindo fotografias, depoimentos de mestres sobre o coco de roda pernambucano e apresentações gravadas em várias cidades do Estado durante o São João 2014, o DVD Mestres do Coco de Pernambuco será lançado nesta quinta-feira (20), a partir das 10h, no Auditório Municipal Padre Vander Velden, em Pontezinha, durante a 9ª edição da Semana de Cultura do Cabo de Santo Agostinho.</p>
<p style="text-align: justify;">O documentário, que possui a duração de 34 minutos e foi produzido nos principais berços culturais do coco, como Pontezinha, no Cabo; Amaro Branco, em Olinda; Sítio Açude da Pedra, em Lagoa de Itaenga; e a cidade de Arcoverde, no Sertão pernambucano, revela vários mestres coquistas ainda desconhecidos do público e da mídia, como os ipojucanos Inspetor e Manuel Pereira; o menestrel Preto Limão, de Garanhuns; a veterana Dona Nininha, do Amaro Branco; Fofo, do Coco Renascer; e Natali Tomaz, do Coco do Mestre Goitá.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Marcos Moraes, coordenador geral do projeto, a ideia de produzir o documentário surgiu a partir da conquista do Centro Cultural Farol da Vila com o Prêmio Nacional de Expressões Culturais, nas edições de 2010 e 2012. “Com a aquisição do prêmio nestes dois anos, nós tivemos a intenção de montar o documentário com base no acervo fotográfico dos mestres, explorando também suas vivências no cenário cultural, além de suas opiniões sobre a contribuição do coco de roda nas localidades que visitamos durante as gravações externas”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;">A trilha sonora do vídeo possui a participação especial do músico e percussionista olindense Telmo Anum (filho de Galo Preto, e sobrinho de Preto Limão), destacando os mestres Patrimônios Vivos como Selma do Coco e Galo Preto, além do rei do coco Zé de Teté e os mestres Biu Caboclo (poeta da Mata Norte) e Ciço Gomes (Coco Trupé de Arcoverde). O documentário também será lançado nas cidades de Olinda, Recife e Ipojuca. Para a sua realização, o DVD Mestres do Coco de Pernambuco contou com o incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura Audiovisual.</p>
<p><strong>Confira a agenda de lançamentos do documentário:</strong></p>
<p><strong>- Cabo de Santo Agostinho<br />
</strong>Quinta-feira (20/11) – Às 10h, no Auditório Municipal Padre Vander Velden, em Pontezinha, durante a 9ª Semana de Cultura Cabense.</p>
<p><strong>- Olinda<br />
</strong>Domingo (23/11), no Fortim do Queijo, durante o Festival Cena Brasil 2014.<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"></em></em></em></em></em></em></p>
<p><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><strong>- </strong></em></em></em></em></em></em></em></em><strong>Recife</strong><strong><br />
</strong>Será lançado no dia 26 de dezembro, a partir das 19h, no Pátio de São Pedro, durante o Ciclo Natalino 2014 do Recife.</p>
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		<title>Olinda comemora semana da consciência negra com festival</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/olinda-celebra-semana-da-consciencia-negra-com-festival/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2014 20:34:17 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Festival-Coco-de-Roda-Zumbi-Olinda-divulgacao.jpg"><img class="wp-image-17006 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Festival-Coco-de-Roda-Zumbi-Olinda-divulgacao-607x430.jpg" width="425" height="301" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Entrando no clima das tradições afro-brasileiras inseridas na cultura pernambucana, será iniciado a partir desta segunda-feira (17), o Festival Coco de Roda Zumbi Olinda. A programação, que envolve apresentações musicais, oficinas, mostra de audiovisual e outras ações, acontece em vários pontos da cidade, totalmente aberta ao público.</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades de formação cultural, como oficina de cineclubista e de coco de roda, começam já no dia 17, no Centro Cultural Coco de Umbigada, localizado na Rua João de Lima, 42, no bairro do Guadalupe. Já o Seminário “Consciência Negra”, que será na quinta-feira (21), na Biblioteca Municipal de Olinda, abordará discussões sobre o plano setorial de cultura afro-brasileira e também a Rede de Nacional de Mulheres de Terreiros, com a participação de iyálorixás, historiadoras e ativistas culturais de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro destaque do evento é a mostra de audiovisual “Olhar do alto”, que acontece nos altos de Guadalupe e Amaro Branco, dias 20 e 21, a partir das 19h. Nela, serão exibidos filmes com a temática do festival, para públicos de todas as idades, contando com a presença de articuladores de cineclubes da região metropolitana do Recife.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a programação musical, que começa a partir das 20h, nos dias 20 e 21, no Largo do Guadalupe, contará com diversos mestres e grupos de coco de Pernambuco, como Aurinha do Coco, Grupo Bongar, Zé de Teté, Coco de Aliança, Coco de Umbigada, Leci Brandão, entre muitos outros. E encerrando a programação do festival, será realizado na sexta-feira (21), a partir das 17h, na Praça do Carmo, um cortejo que contará com as apresentações dos afoxés Babá Orixalá Funfun, Povos dos Ventos e Omim Sabá. Outros detalhes sobre as ações do festival podem ser encontrados no site: <a title="http://olindazumbi.wordpress.com" href="http://olindazumbi.wordpress.com" target="_blank">http://olindazumbi.wordpress.com</a></p>
<p><strong><br />
Confira a programação de shows do Festival Coco de Roda Zumbi Olinda:</strong></p>
<p><strong>Quinta-feira &#8211; 20/11:</strong><br />
20h – Coco do Amaro Branco<br />
20h40 – Aurinha do Coco<br />
21h20 – Mestre Zeca do Rolete<br />
22h – Bongar<br />
23h – Valdi Afonjah<br />
0h – Coco de Arcoverde</p>
<p><strong>Sexta-feira &#8211; 21/11:</strong><br />
20h – Zé de Teté<br />
20h40 – Coco Panela de Barro<br />
21h20 – Coco Popular de Aliança<br />
22h – Bongar<br />
23h – Coco de Umbigada<br />
0h – Leci Brandão</p>
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		<title>Zé de Teté &#8211; Cultura Livre nas Feiras</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jan 2013 17:43:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Livre nas Feiras]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado em 22/01/2013. Apresentação de Zé de Teté durante o projeto Cultura Livre nas Feiras.\r\n\r\n\r\n\r\n \r\n\r\n]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 22/01/2013. Apresentação de Zé de Teté durante o projeto Cultura Livre nas Feiras.\r\n\r\n\r\n\r\n \r\n\r\n</p>
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		<title>Coquistas homenageiam Paulo Faustino</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 17:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Biu Caboclo]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Agreste Setentrional 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Faustino]]></category>
		<category><![CDATA[Zé de Teté]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Chico Ludermir Paulo Faustino tem 89 anos e 60 como tocador de coco. Natural de Limoeiro, e morador do bairro de São Sebastião, o mestre foi homenageado na sua cidade, no encontro de coquisatas realizado neste sábado (1/9), no pátio do mercado municipal. O sol das 11h estava quente, mas os passantes dançaram ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5443" aria-labelledby="figcaption_attachment_5443" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/01092012-01092012-_Q6A1349-RicardoMoura.jpg"><img class="size-medium wp-image-5443" alt="Emocionado, Paulo Faustino assistiu à apresentação em sua homenagem (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/01092012-01092012-_Q6A1349-RicardoMoura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Emocionado, Paulo Faustino assistiu à apresentação em sua homenagem (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Paulo Faustino tem 89 anos e 60 como tocador de coco. Natural de Limoeiro, e morador do bairro de São Sebastião, o mestre foi homenageado na sua cidade, no encontro de coquisatas realizado neste sábado (1/9), no pátio do mercado municipal.</p>
<p>O sol das 11h estava quente, mas os passantes dançaram ao som de Biu Caboclo, cantador de Lagoa de Itaenga e, em seguida, de Zé de Teté, natural de Limoeiro e pupilo do mestre Faustino.</p>
<p>“Zé de Tetê é Madeira, Paulo Faustino é raiz”. Este foi o mote do primeiro coco cantado por Teté, que tocou pandeiro por cerca de uma hora, enquanto Faustino ouvia tudo sentado num banco em cima do palco.</p>
<p>“A minha vontade é só chorar. Eu tou muito emocionado. Acho que vou até tomar uma lapada ali pra acalmar”, brincou Faustino, para esconder os olhos marejados.</p>
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		<title>O mestre do coco feito de sonho e rima</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Aug 2012 19:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Agreste Setentrional 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Limoeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Zé de Teté]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça Zé de Teté, o coquista de Limoeiro que se apresenta amanhã (1/9), no encontro do FPNC em Limeiro Por Julya Vasconcelos “O poeta é um sonhador. A gente cria histórias”. O coquista Zé de Teté, afeito às palavras e à brincadeira que elas permitem aos fazedores de versos, explica em apenas duas frases, curtas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5474" aria-labelledby="figcaption_attachment_5474" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/30082012-30082012-_Q6A0826-RicardoMoura-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5474" alt="Zé de Teté mostra suas memórias (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/30082012-30082012-_Q6A0826-RicardoMoura-1-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Zé de Teté mostra suas memórias (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Conheça Zé de Teté, o coquista de Limoeiro que se apresenta amanhã (1/9), no encontro do FPNC em Limeiro</em></p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>“O poeta é um sonhador. A gente cria histórias”. O coquista Zé de Teté, afeito às palavras e à brincadeira que elas permitem aos fazedores de versos, explica em apenas duas frases, curtas e simples, o seu papel: o de sonhador e criador. E dizem por aí que, além disso,  Zé de Teté também é rei. Rei do coco de roda e da poesia rimada.</p>
<p>“O mestre que me ensinou /É o mestre da rima boa /Pegou a sua coroa /E em minha cabeça botou”, entoa ele em um dos seus cocos, informando que sua coroa tem origem. Zé vem da linhagem de coquistas que sabem rimar e poetar; que entendem da métrica e dos assuntos. Falam de amor, da natureza, de política, do dia a dia, de quem não presta. Tudo sem esquecer dos pés da rima, que são os versos de cada estrofe, e é preciso segui-los fielmente, domá-los. “E se começar com seis pés, tem que ir com os seis pés até o fim”.</p>
<p>Nascido José Rodrigues da Silva, Zé é filho de Seu Teté (apelido de Oteliano) e da cidade de Limoeiro. “Aqui nasci, me criei, me casei, e até hoje estou em Limoeiro e não pretendo sair daqui é nunca mais”. Nascedouro fértil de coquistas, Limoeiro já conta várias gerações desses poetas populares. De lá é também Paulo Faustino, hoje já com seus 90 anos, mestre e inspiração maior de Zé de Teté.</p>
<p>“Aqui em Limoeiro, desde que eu era novinho, tinha seu Paulo. Ele cantava coco, e era o melhor daqui. E ele cantava certo, cantava bonito. Eu invejava ele”, diz Zé, com um ar de respeito e orgulho por ter tido seu talento reconhecido por um outro grande talento. “Cada vez que eu o ouvia, tinha mais vontade ainda de cantar coco.”</p>
<p>Quando viu Zé cantando pela primeira vez, aos 20 e poucos anos, em 1970, no Clube Quebra Rócio, Paulo Faustino elogiou a sua voz, o seu ritmo: “Só não sei é se ele tem cabeça pra fazer coco”, dizia o mestre aos parceiros. Porque, segundo Zé, na época chamado de “O Canarinho do Quebra Rócio”,  pra ser um coquista bom de verdade não basta cantar as músicas dos outros, tem que fabricar seus próprios cocos. Tem que mostrar que além de voz, tem a alma de poeta e sabe rimar. “Fique comigo que você ‘tando cantando errado, eu digo’”. Esse foi o maior ato de generosidade que Paulo poderia oferecer a Zé. “O que um mestre pode fazer é ir moldando, ajustando, dizendo o que tá feio, o que tá errado”, conta Zé. “A pessoa conhece quando o outro dá praquilo, que tem vontade de fazer, quando tem talento”.</p>
<div style="text-align: center;">
<div id="attachment_5475" aria-labelledby="figcaption_attachment_5475" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/30082012-30082012-_Q6A0828-RicardoMoura-1024x682.jpg"><img class="size-medium wp-image-5475" alt="Zé de Teté, de camisa azul escura, e seu mestre Paulo Faustino, de chapéu preto (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/30082012-30082012-_Q6A0828-RicardoMoura-1024x682-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Zé de Teté, de camisa azul escura, e seu mestre Paulo Faustino, de chapéu preto (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
</div>
<p>A voz de Zé cantando é um carinho no ouvido. Puxa o “r”, que em vez de ser na garganta, treme na língua. Um jeito de falar meio antigo, meio aportuguesado, que quando encaixado com seu timbre nos leva a outro tempo. Talvez o tempo dos palhoções, quando o povo fazia roda pra sambar coco em volta do cantador, todo mundo misturado com o pandeiro, a zabumba e o ganzá. Ou quando era apenas o coquista encostado na quina de uma parede, “sacudindo somente um ganzá e cantando pro povo sambar”, conforme conta Zé sobre os primórdios do coco. “Depois veio vindo a zabumba e a caixa, que foi o encaixe perfeito. Agora se botar mais instrumento já descaracteriza”, reflete o mestre sobre as releituras que se reproduzem por aí.</p>
<p>Com mais de 40 anos de brincadeira, o mestre coquista tem “pra mais de 200 cocos”. Já gravou CD, DVD e participou da coletânea “Poetas da Mata Norte”, organizada por Siba Veloso em 2004. Além do coco, Zé tem um salão onde corta os cabelos dos limoeirenses desde os seus 10 anos, seguindo os passos do pai, Seu Teté, que além da tesoura também empunhava o pandeiro em um Cavalo Marinho que havia na cidade.</p>
<p>As tesouras e o pandeiro são as paixões do mestre. “Mas, assim, cortar cabelo é trabalho. Coco é felicidade, é divertimento pra mim”, revela.  “Eu só vou deixar o coco daqui a 150 anos”, diz Zé de Teté, no alto dos seus 68 de vida. Se depender de paixão, sonho e rima, o coco de roda está muito bem cuidado nas mãos do mestre coquista de Limoeiro.</p>
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