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	<title>Portal Cultura PE &#187; Zeca Baleiro</title>
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		<title>Parcerias e encontros da música nordestina atraíram multidão ao Palco Dominguinhos</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 00:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Marina Suassuna A influência de Naná Vasconcelos na geração de músicos contemporâneos ficou ainda mais claro na noite do último sábado (23), quando Zeca Baleiro encerrou a programação do Palco Mestre Dominguinhos, apresentando o projeto Café no Bule com Paulo Lepetit. Vencedor do Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Projeto Especial, o trabalho [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Marina Suassuna</em></p>
<p>A influência de Naná Vasconcelos na geração de músicos contemporâneos ficou ainda mais claro na noite do último sábado (23), quando Zeca Baleiro encerrou a programação do Palco Mestre Dominguinhos, apresentando o projeto <em>Café no Bule</em> com Paulo Lepetit. Vencedor do Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Projeto Especial, o trabalho prospecta uma sonoridade singular, pautada em raízes miscigenadas da música regional com a música urbana. No palco, os músicos tentaram reconduzir o projeto de uma forma inédita, já que a carga percussiva incumbida a Naná faz falta.&#8221;Com certeza falta um desfecho, que seria exatamente subirmos no palco juntos com Naná. A grande alegria era dividir com ele, que além de ser o grande músico que era, era uma entidade, quase um orixá”, disse emocionado, Zeca Baleiro, em entrevista ao <em>Portal Cultura.PE</em>, minutos antes do show.</p>
<div id="attachment_38372" aria-labelledby="figcaption_attachment_38372" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/zeca.jpg"><img class="size-medium wp-image-38372" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/zeca-607x439.jpg" width="607" height="439" /></a><p class="wp-caption-text">Zeca Baleiro apresentou o projeto Café no Bule, parceria dele com Naná e Paulo Lepetit</p></div>
<p>“Naná era da linhagem de Miles Davis, uma linhagem de músicos que não existe mais. O que nos resta é levar isso até onde der, manter essa memória viva. Queremos continuar nos divertindo, como era a pretensão inicial, e levar a diversão que patou o nosso encontro para os shows”, disse Paulo Lepetit. Os músicos honraram o compromisso. Quem ficou até o final da noite na Praça Mestre Dominguinhos, vivenciou uma apresentação sensível e cuidadosa em cada pormenor, pautada num compromisso artístico que, de acordo com os músicos, está longe de ter uma pretensão mercadológica, sendo, acima de tudo, um projeto de vida e de amizade. Ao longo da apresentação, isso ficava ainda mais claro com as imagens exibidas no telão, que mostravam o encontro dos músicos com Naná. “Tentamos manter a música num patamar mágico, lúdico, divertido, prazeroso e a gente conseguiu. Além do Prêmio da Música Brasileira, o nosso maior prêmio foi ouvir Patrícia, viúva de Naná, dizer que ele se divertiu muito fazendo esse disco, ele voltava feliz pra casa”, disse Zeca.</p>
<div id="attachment_38373" aria-labelledby="figcaption_attachment_38373" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/catia-e-xangai.jpg"><img class="size-medium wp-image-38373" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/catia-e-xangai-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Um bonito encontro entre Cátia de França e Xangai</p></div>
<p>A presença de Cátia de França e Xangai fez da noite um grande encontro da música popular nordestina. Bastante à vontade, os dois tocaram o repertório do recém-lançado Hóspede da Natureza, disco de Cátia inspirado nos cantadores nordestinos com a música urbana. Lançado pela Natura Musical, ela considera o trabalho &#8220;um cartão de visita em grande escala”. Aos 70 anos, se mostrou disposta: “Nesse disco tem tudo, até sofrência. Eu já passei por tanta coisa, agora eu tenho é que somar”, disse aos jornalistas após a apresentação. Ex-sanfoneira de Zé Ramalho, que produziu o primeiro disco da cantora, Cátia parece viver um dos melhores momentos de sua carreira. &#8220;Não vou parar não. Tenho 70 anos só na casca, mas eu continuo uma criança. Você tá vendo a minha alegria? Sou extremamente tímida, lá em cima é que eu fico com 2 metros de altura. Eu não sei como eu to falando isso pra vocês. É porque eu to feliz demais em tocar aqui. Vocês estão mandando uma energia boa pra mim. Sou muito sensitiva. A minha missão é essa. Sou religiosíssima do Candomblé e tô lendo cada um de vocês&#8221;.</p>
<div id="attachment_38374" aria-labelledby="figcaption_attachment_38374" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/elba.jpg"><img class="size-medium wp-image-38374" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/elba-607x451.jpg" width="607" height="451" /></a><p class="wp-caption-text">Elba Ramalho cantou grandes sucessos e comandou a praça</p></div>
<p>A Praça Mestre Dominguinhos ficou ainda mais quente quando Elba Ramalho subiu ao palco, um dos pontos altos da noite. “Eu sinto muita gratidão por vocês me suportarem por tantos anos”, disse a cantora, aos risos, no camarim. Uma veterana do festival, Elba tirou todo mundo do chão com seus grandes sucessos, mas não se resumiu ao seu repertório já conhecido. Pautou-se principalmente no seu novo trabalho, Do Meu Olhar pra Fora, que traz três músicas de Dominguinhos, duas delas inéditas, causando uma homenagem pelo três anos da morte do Mestre Sanfoneiro, completados na noite do sábado. “Eu e Dominguinhos sempre cultivamos uma amizade profunda, serena e muito segura. Mesmo nos tempos mais difíceis, de sua doença, ele me dizia que estava compondo músicas. Aquilo vinha de forma emblemática e sublimada pra mim, como uma necessidade para quando ele se fosse”, declarou a cantora ao <em>Cultura.PE</em>.</p>
<div id="attachment_38375" aria-labelledby="figcaption_attachment_38375" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/romero.jpg"><img class="size-medium wp-image-38375" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/romero-607x412.jpg" width="607" height="412" /></a><p class="wp-caption-text">O garanhuense Romero Ferro abriu a noite, fazendo um show de pré-lançamento do seu disco de estreia</p></div>
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		<title>Elba Ramalho, Zeca Baleiro, Cátia de França e Romero Ferro no FIG 2016</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jul 2016 18:35:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Segunda noite de shows no Palco Mestre Dominguinhos do FIG 2016 foi marcada pela diversidade cultural. </p>
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		<title>Para um grande público, de tudo um pouco</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jul 2013 19:09:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artistas de tendências variadas passaram pelo Palco Guadalajara nessa sexta (19) e caíram nas graças da plateia por Leonardo Vila Nova Poucos são os artistas que conseguem fazer com que hits de sua trajetória musical agreguem um valor muito mais amplo e profundo do que o meramente comercial e massivo. Conciliar sucesso e qualidade não [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Artistas de tendências variadas passaram pelo Palco Guadalajara nessa sexta (19) e caíram nas graças da plateia</p>
<div id="attachment_4191" aria-labelledby="figcaption_attachment_4191" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-58.jpg"><img class="size-medium wp-image-4191" alt="Zeca Baleiro (Foto: Pri Buhr)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-58-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Zeca Baleiro (Foto: Pri Buhr)</p></div>
<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p dir="ltr">Poucos são os artistas que conseguem fazer com que hits de sua trajetória musical agreguem um valor muito mais amplo e profundo do que o meramente comercial e massivo. Conciliar sucesso e qualidade não chega a ser uma prática comum, mas não impossível. A segunda noite da programação musical do FIG 2013, nesta sexta (19), foi um bom exemplo de como se pode ir além. Pelo Palco Guadalajara, passaram gerações diversas de artistas da nossa música que possuem um trabalho consistente, maduro e que se mantém firme no coração do público ao longo dos anos. Cada qual à sua forma ganhou a plateia, seja com inusitadas performances, ritmos dançantes ou pela pura emoção. Resultado: uma noite interessantemente plural, onde várias tribos foram todas elas.</p>
<p dir="ltr">Em clima de uma verdadeira “rave”, DJ Dolores &amp; Orquestra Santa Massa mostraram que ainda mantém inabalável a receita que prepararam há mais de uma década. As batidas geradas nos computadores e os diversos elementos eletrônicos em um intenso diálogo com os ecos das nossas tradições populares. O maracatu rural reprocessado em drum’n&#8217;bass, o tecno-house e o merengue se transformando numa coisa só, entre outras misturas mais. E, no meio disso tudo, um convidado especial: o cantor e compositor Chico César, que, de guitarra em mãos, entrou no clima e mais parecia um integrante da Santa Massa. “Agora eu quero ficar ‘encangado’ com eles”, disse Chico sobre o encontro, que trouxe à voz do paraibano músicas como “Adorela” e “Azougue” e incorporou às batidas de Dolores sucessos do compositor, como “Beradêro” e “Mama África”. Realmente, um encontro que deu liga e promete desdobramentos futuros.</p>
<p dir="ltr">Sai o clima dançante e entram em cena as performances “rasgadas” e “agressivas” da cantora “baiana/pernambucana” Karina Buhr, uma frontwoman bem diferente do que se vê por aí. Ao cantar suas canções, ela parece injetar veneno nas próprias veias e sair rodopiando pelo mundo, vomitando raivas e amores na mesma proporção. Com uma banda poderosa e um repertório que revira as entranhas, Karina grita, pula, corre, se joga no chão, escala a estrutura do palco e preenche tudo ao redor com sua presença que provoca sensações diversas, até mesmo as mais desconfortáveis, como ela mesmo disse. “É óbvio que eu prefiro que as pessoas gostem do que eu faço, mas o mais importante é provocar uma reação nelas, até mesmo ódio! Eu fico feliz quando isso acontece também”. Em canções pesadas, como “Nassira e Najaf”, “Cara palavra”, “Copo de veneno”, o rosto doce e suave de Karina se transforma e esbraveja liberdade poética e teatral, anarquizando o que é facilmente deglutível.</p>
<p dir="ltr">De volta aos anos 80: o rock ganha espaço nas rádios brasileiras e se populariza. Um dos artífices desse movimento também marcou presença no Palco Guadalajara. O guitarrista Dado Villa Lobos vem percorrendo o Brasil para apresentar seu disco solo “Colapso”. De passagem pelo Festival de Inverno, fez um show onde a primeira metade foi composta pelo repertório desse álbum. Mas o inevitável reencontro com sua banda de origem, Legião Urbana, aconteceu. A Guadalajara em peso entrou em delírio quando ele tirou da manga uma dezena de clássicos do grupo, como “Giz” e “Ainda é cedo”, por exemplo. Junto ao convidado Toni Platão – também representante dessa geração – arrebatou a plateia com mais hits. Daí, vieram “Tempo Perdido”, “Eu sei”, “Há tempos”, “Pais e filhos” e, em referência às recentes manifestações ocorridas no Brasil, a atualíssima “Perfeição”. O fenômeno Legião Urbana roubou a cena e tomou a plateia por inteiro. Como parte dessa história, Dado foi reverenciado e ganhou a noite, nos braços do público.</p>
<p dir="ltr">Em constante tráfego por várias vertentes da MPB, o maranhense Zeca Baleiro fechou a noite, com um show “porrada” e uma incrível interação com o público. A apresentação foi um passeio por exatamente todas as fases do cantor e compositor. Desde “Por onde Andará Stephen Fry”, seu primeiro álbum, de 1997, até o mais recente “Disco do ano”, lançado em 2012, Zeca pinçou as músicas mais emblemáticas de sua trajetória e manteve em cima o clima da Esplanada Guadalajara. Rock’n&#8217;roll, seresteiro, cantador e folk ao mesmo tempo, Zeca mistura ingredientes populares ao seu matulão de influências, que vão de Bob Dylan a Genival Lacerda. Não houve quem não cantasse “Salão de beleza”, “Alma não tem cor”, “Quase nada” ou “Telegrama”. A noite se encerrou como se ainda estivesse começando, com o furor do público em alta. Mas, ainda bem, ainda estamos no sábado.</p>
<p>20/07/2013 | Compartilhe: <a href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=http://www.fig2013.com/bailarinos-com-o-pe-no-terreiro-grupo-grial-de-danca-2/">Facebook</a> <a href="https://twitter.com/share?url=http://www.fig2013.com/bailarinos-com-o-pe-no-terreiro-grupo-grial-de-danca-2/">Twitter</a></p>
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