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	<title>Portal Cultura PE &#187; Zona da mata</title>
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		<title>Jornada de Patrimônio Alimentar promove vivência em Casa de Farinha na Zona da Mata</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 20:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-10.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119983" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-10-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr"><em>Texto: Valentine Herold</em></p>
<p dir="ltr">É na zona rural de Lagoa do Itaenga, município da Zona da Mata pernambucana, que Seu Machado, de 83 anos, passa os dias entre as plantações agroecológicas do sítio que leva seu nome. Foi lá que ele criou seus filhos, que hoje dão continuidade ao trabalho no plantio, na colheita e no preparo dos alimentos a base de mandioca, principal insumo do local, com foco na produção inclusiva, em harmonia com os ciclos da terra e visando o consumo consciente. A rotina da família Machado é indissociável de seu território. Com resistência e luta pela manutenção e aprimoração dos saberes, eles vivem e trabalham num local onde o tempo parece passar de outra forma, sem obedecer às normas dos minutos e das horas.</p>
<p dir="ltr">A sensação para quem tem a sorte de passar pelo Sítio Machados é a de que o patriarca sempre esteve ali, com sua enxada e seu facão em mãos, colhendo e descascando a mandioca. Ao seu redor, na Casa de Farinha, sua esposa e filhas se movimentam entre as muitas etapas da feitura da farinha e produtos derivados, como beiju, bolos, goma de tapioca e afins. Tudo ali parece cíclico, convidativo e acolhedor. Foi justamente neste cenário único, repleto de plantas, flores e árvores frutíferas, que aconteceu uma das imersões da 4° Jornada de Patrimônio Alimentar, promovido pela Fundarpe e Secult-PE em continuidade à 18ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Este ano o tema da Jornada gira em torno dos saberes e das práticas socioculturais relacionadas à mandioca e à cachaça no Estado. Dentre as ações da programação, ocorreu durante a quarta-feira (27) a vivência imersiva na Casa de Farinha do Sítio Machados. Além de representantes da Secult-PE e da Fundarpe, participaram professores e estudantes de Gastronomia da faculdade Senac, do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Ao longo de todo o dia, o grupo pode participar do dia a dia da família de agricultores, indo à roça para realizar a colheita de mandioca e retornando à Casa de Farinha para acompanhar todos os processos, desde a trituração da raiz até a feitura de alimentos.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-4.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119979" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">“Um dos motivos para a gente ter escolhido a mandioca como parte da temática da Jornada do Patrimônio Alimentar deste ano é pelo fato de muitos pratos, muito da cultura alimentar de Pernambuco é formada por esse alimento. Um dos patrimônios registrados que nós temos no Estado de Pernambuco com Patrimônio Imaterial é, por exemplo, o Bolo Souza Leão, feito a partir da mandioca. Então não só ele, mas muitos outros pratos precisam ser salvaguardados, muitos saberes e muitas práticas associadas à essa plantação, a esse alimento, esses saberes e ofícios que estão associados à mandioca”, ressalta Aline Oliveira, antropóloga e assessora técnica da Gerência de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</p>
<p dir="ltr">&#8220;A mandioca é a base de diversos outros produtos da nossa alimentação, como a tapioca, o bolo Souza Leão, o beiju, a farofa. Comidas que fazem parte do nosso cotidiano e por isso nós estamos aqui hoje para ver todo o processo do plantio, a colheita e do processamento da mandioca transformando nesses produtos. Ter um entendimento completo desse ciclo faz parte do nosso papel de salvaguardar esse bem&#8221;, complementou a coordenadora de Gastroomia da Secult-PE, Dianne Souza.</p>
<div id="attachment_119974" aria-labelledby="figcaption_attachment_119974" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119974" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Aline Oliveira e Dianne Souza</p></div>
<p dir="ltr"><strong>Sítio de luta e agricultura familiar</strong> &#8211; Território de resistência e afirmação de ancestralidade, o Sítio Machados integra a Rota Agroecológica de Pernambuco com outras propriedades rurais da Comunidade de Marreco, em Lagoa do Itaenga. Ali também atua a Associação ASSIM, que tem como objetivo fortalecer a organização coletiva e cidadã das famílias de agricultores da região, promovendo vivências turísticas e gastronômicas e articulando a comercialização dos produtos em outras localidades.</p>
<p dir="ltr">Para Maria José, uma das filhas de Seu Machado,  a permanência das pessoas no campo passa primeiro pela garantia de um trabalho mais justo e autônomo. Caçula entre mais de dez irmãos, ela nasceu e foi criada no sítio, mas foi morar no Recife na época da faculdade para estudar técnica agrícola. Depois retornou para perto da família e passou a aplicar o conhecimento técnico adquirido, aprimorando assim a produção. Uma de suas irmãs que atuava como professora também fez esse movimento de retorno à terra em 2015, adquiriu a Casa de Farinha e assim introduziu uma nova vivência e forma de renda.</p>
<p dir="ltr">“Foi com alegria que a gente recebeu hoje diferentes estudantes do curso de gastronomia no dia de hoje aqui para a imersão sobre a cultura da mandioca, que é um patrimônio histórico dos povos originários do Brasil. Então hoje, junto com a minha família aqui no sítio Machado, eles puderam conhecer todo o ciclo de produção da mandioca, desde o plantio a todo o processo junto na Casa de Farinha. É muito importante podermos dividir sempre que possível essa experiência sobre permanecer no campo, nosso trabalho de luta e persistência e o entendimento que temos da terra e do alimento”, finalizou Maria José.</p>
<p> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119980" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119981" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119982" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-5.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119978" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-6.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119977" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-7.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119976" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-7-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-9.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119975" alt="Foto: Ronny Colors/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-28-at-15.36.53-9-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<title>Ciclo Junino 2025: Cortejo Brincantes de Pernambuco realiza edição inédita no interior do Estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ciclo-junino-2025-cortejo-brincantes-de-pernambuco-realiza-edicao-inedita-no-interior-do-estado/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 18:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em clima de São João, em Pernambuco, é tempo de seguir o passeio por todo o Estado, aproveitando o que há de melhor da arte, cultura e gastronomia local. Aderindo ao período festivo, o Cortejo Brincantes de Pernambuco realiza edição inédita para o Ciclo Junino 2025. A ação do Governo de Pernambuco, por meio da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118540" aria-labelledby="figcaption_attachment_118540" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Cortejo-Brincantes-de-Pernambuco-Silla-Cadengue-SecultPE-Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-118540" alt="Foto: Divulgação / Silla Cadengue - SecultPE - Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Cortejo-Brincantes-de-Pernambuco-Silla-Cadengue-SecultPE-Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Silla Cadengue/ SecultPE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Em clima de São João, em Pernambuco, é tempo de seguir o passeio por todo o Estado, aproveitando o que há de melhor da arte, cultura e gastronomia local. Aderindo ao período festivo, o Cortejo Brincantes de Pernambuco realiza edição inédita para o Ciclo Junino 2025. A ação do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), objetiva levar diversas manifestações culturais pernambucanas para os festejos do Agreste, Sertão e Zona da Mata. A programação começa a partir deste sábado (21) e segue nos dias 22, 23 e 28 deste mês.</p>
<p dir="ltr">Após circular pelo REC&#8217;n'Play, em 2023, no Festival Pernambuco Meu País, em 2024, e nos dois últimos ciclos carnavalescos, &#8211; passando por 9 cidades do Estado -, o projeto volta a ser realizado, chegando pela primeira vez ao período junino. Com previsão de investimento em torno de R$ 400 mil em sua edição de estreia no calendário do ciclo, a atividade traz cerca de 30 atrações culturais, entre bacamarteiros, quadrilhas juninas, bandas de pífano, grupos de xaxado e bois, que irão ganhar as ruas dos municípios de Limoeiro, Arcoverde, Salgueiro e Carpina, com o intuito de viabilizar uma imersão na cultura popular.</p>
<p dir="ltr">O giro pelas comemorações se inicia pelo Agreste pernambucano, começando por Limoeiro, no mesmo dia da abertura do São João da cidade, neste sábado, dia 21 de junho. A partir das 18h30, com concentração na Rua da Alegria, no centro do município, cerca de oito grupos vão espalhar cores e sons típicos da época. Entre as atrações estão o Grupo de Bacamarteiros Batalhão 56, o Boi Misterioso e a Quadrilha Junina Brincant´s Show.</p>
<p dir="ltr">A próxima parada será no dia 22 de junho, já no Sertão, com os brincantes puxando a animação junina em Salgueiro. O arrastão de cultura popular, composto por cerca de sete grupos culturais populares, entre eles A Bicharada, Ciço do Pife e o Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, irá se concentrar em frente à Escola de Referência em Ensino Médio Professor Urbano Gomes de Sá e ganhará as ruas a partir das 18h. Ainda na região, mas na véspera de São João (23), o cortejo chega a Arcoverde. Cerca de oito grupos vão deixar a cidade ainda mais animada a partir das 19h30. Atrações como o Boi Imperial, o Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru de Abreu e Lima e a Quadrilha Junina Mulambenbes em Pernas de Pau sairão do Largo da Matriz do Livramento e seguirão alegrando toda a cidade.</p>
<p dir="ltr">E, como destino final desta edição, será a vez da Zona da Mata Norte. Na véspera de São Pedro, no dia 28 de junho, a programação se estende, chegando à Carpina, que também será tomada pelo arrastão cultural. O Cortejo Brincantes de Pernambuco promete encerrar a edição inédita com chave de ouro, com muita cultura, arte e memória. A programação será divulgada em breve.</p>
<p dir="ltr">A Secretária de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco, Cacau de Paula, ressalta que esta edição do Cortejo Brincantes de Pernambuco reitera o compromisso da gestão Raquel Lyra com a valorização e promoção da cultura popular do Estado. “Viabilizar que os cortejos se integrem aos festejos juninos e ganhem as ruas das diferentes regiões de Pernambuco é uma forma de reverenciar a pluralidade e poder da cultura popular pernambucana, tão especial para nós. Além de promover uma experiência mais próxima das nossas tradições, essa iniciativa consegue atingir diferentes gerações, ajudando a preservar nossas manifestações culturais, algo que sempre defendemos”, destaca.</p>
<p dir="ltr">“Aqui, a cultura popular sempre ocupará um lugar de destaque, valorizando nossa história e nossas raízes. E o Cortejo Brincantes representa isso muito bem! Quando ele ganha as ruas, a conexão com o público é imediata”, comenta a diretora de Atividades Culturais da Fundarpe, Carla Pereira.</p>
<p dir="ltr">Mais informações e acompanhamento da cobertura completa do Cortejo Brincantes de Pernambuco no Ciclo Junino 2025 poderão ser encontradas no Instagram do Cultura PE, o <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>&gt; Confira a programação completa:</strong></em></p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado &#8211; 21/06 | 18h30</strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Limoeiro</strong></p>
<p dir="ltr">Ponto de concentração: Rua da Alegria, Centro &#8211; Limoeiro/PE</p>
<p dir="ltr">Atrações: Batalhão 19 &#8211; Flor de Lis, Batalhão 74, Boi Cara Preta, Boi Leão, Boi Misterioso, Grupo de Bacamarteiros Batalhão 56, União dos Bacamarteiros de Cupira Batalhão 1 e Quadrilha Junina Brincant´s Show.</p>
<p dir="ltr"><strong>Domingo &#8211; 22/06 | 18h </strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Salgueiro</strong></p>
<p dir="ltr">Ponto de concentração: Escola de Referência em Ensino Médio Professor Urbano Gomes de Sá | Rua Valdemar Menezes, Nossa Sra. Aparecida, Salgueiro &#8211; PE</p>
<p dir="ltr">Atrações: A Bicharada, Associação Cultural dos Bacamarteiros Baixa Verde de Santa Cruz da Baixa Verde, Banda de Pífanos Riacho do Meio, Ciço do Pife, Grupo de Arte de Verdejante com o Espetáculo Tradições e Encantos, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião e Quadrilha Junina Jovens da Roça.</p>
<p dir="ltr"><strong>Segunda-feira (véspera de São João) &#8211; 23/06 | 19h30 </strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Arcoverde</strong></p>
<p dir="ltr">Ponto de concentração: Largo da Matriz do Livramento</p>
<p dir="ltr">Atrações: Banda de Pífanos Riacho do Meio, Boi Diamante de Arcoverde, Boi Imperial, Ciço do Pife, Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru de Abreu e Lima, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, Quadrilha Junina Levanta Poeira e Quadrilha Junina Mulambenbes em Pernas de Pau.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado (véspera de São Pedro) &#8211; 28/06 </strong></p>
<p dir="ltr">Cortejo Brincantes de Pernambuco no São João | <strong>Carpina</strong></p>
<p dir="ltr"><em>Programação em breve</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe apresentam Catálogo de Registro dos Patrimônios Vivos 2024</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-apresentam-catalogo-de-registro-dos-patrimonios-vivos-2024/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 22:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Promover a regionalização e a diversidade, valorizando e preservando saberes e tradições das expressões culturais e populares de Pernambuco. Este é o objetivo do lançamento do Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024, apresentado nesta sexta-feira (25), de forma virtual, pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117571" aria-labelledby="figcaption_attachment_117571" class="wp-caption img-width-418 alignnone" style="width: 418px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-25-164337.png"><img class="size-medium wp-image-117571" alt="Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Captura-de-tela-2025-04-25-164337-418x486.png" width="418" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024</p></div>
<p dir="ltr">Promover a regionalização e a diversidade, valorizando e preservando saberes e tradições das expressões culturais e populares de Pernambuco. Este é o objetivo do lançamento do Catálogo Anual de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2024, apresentado nesta sexta-feira (25), de forma virtual, pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Ao todo, dez Patrimônios Vivos, titulados no último ano, protagonizam a edição, que já está disponível através do <a href="https://online.fliphtml5.com/rabfh/vush/#p=1">link</a>.</p>
<p dir="ltr">A publicação traz um mergulho informacional-cultural sobre as expressões populares do Estado selecionadas no 19º Concurso Público de Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, com resultado publicado em agosto de 2024. Em destaque, além da biografia dos titulados, informações adicionais em caráter multimídia, como curiosidades e indicações de leituras, sites, vídeos, plataformas e redes sociais, também são disponibilizadas. A edição anual ainda traz uma cor presente na bandeira de Pernambuco, sendo azul a cor deste ano. Todo o apanhado é fruto da pesquisa e elaboração editorial idealizada pela Unidade Gerencial do Registro dos Patrimônios Vivos da Fundarpe, em parceria com a Assessoria de Comunicação da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p dir="ltr">Para este ano, forró, caboclinhos, frevo, ciranda e artesanato estão entre as atividades culturais contempladas, sendo estes os dez Patrimônios Vivos de Pernambuco titulados: Benedito da Macuca, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); Caboclinhos Cahetés de Goiana, de Goiana (Zona da Mata); Caiporas de Pesqueira, de Pesqueira, Agreste Central; Clube Vassourinhas de Olinda (RMR); Chico Santeiro, de Triunfo (Sertão); Índios Tabajara, de Goiana (Zona da Mata); João Limoeiro, de Carpina (Zona da Mata); João de Cordeira, de João Alfredo (Agreste); Quadrilha Raio de Sol, de Olinda (RMR); e Sociedade Musical Pedra Preta, de Itambé (Zona da Mata).</p>
<p dir="ltr"><strong>Patrimônios Vivos na educação</strong></p>
<p dir="ltr">A publicação destaca que, ainda em 2024, um grande avanço com a Lei nº 18.579 foi registrado.  A recente determinação institui a Política Estadual de Patrimônio Vivo nas Instituições de Ensino do Estado de Pernambuco. O objetivo da ação é a troca entre as práticas culturais tradicionais com a comunidade escolar e universitária, entre outros agentes e instituições envolvidas, a fim de perpetuar o legado das expressões de geração a geração.</p>
<p dir="ltr">
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		<title>Encontro dos Maracatus de Baque Solto celebra cultura, história e ancestralidade</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 16:17:43 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116380" aria-labelledby="figcaption_attachment_116380" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.27.27.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116380" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.27.27-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu</p></div>
<p>A Prefeitura de Nazaré da Mata (Zona da Mata Norte) divulgou todos os detalhes da programação oficial do Encontro dos Maracatus de Baque Solto, tradição que acontece sempre na segunda-feira e na Terças-Feira de Carnaval. A iniciativa, que conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), reúne mais de 30 grupos culturais.</p>
<p>Em 2025 a festa, que tem como tema O Som do Maracatu É o Coração de Nazaré, é realizada nos dias 3 e 4 de março. Destaque desta edição é o retorno do evento, após muitos anos, para Praça João XXII, conhecida como Praça da Catedral. A programação é gratuita e aberta ao público.</p>
<p>O evento, que é tradição no calendário estadual de cultura, homenageia este ano o mestre Barachinha, do Maracatu Estrela Brilhante de Buenos Aires; e a mestra Gil, primeira poeta popular de versos de improviso, que ocupou, por décadas, o papel de mestra no Maracatu Feminino Coração Nazareno, da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata (Amunam).</p>
<p>No Encontro dos Maracatus de Baque Solto 2025 participam mais de 30 grupos de diferentes cidades da região. Além de Nazaré da Mata, integram a programação maracatus rurais dos municípios de Vitória de Santo Antão, Tracunhaém, Timbaúba, Carpina, Aliança, Condado, Lagoa de Itaenga, Buenos Aires, Chã de Alegria, Itambé, Ferreiros, Glória do Goitá, Araçoiaba, Lagoa do Carro e Itaquitinga.</p>
<p>A cultura popular do maracatu rural, segundo relatos históricos, surgiu na região canavieira, em meados do século 19, nos engenhos de cana-de-açúcar da região, pelos povos africanos trazidos à força para o Brasil e que trabalhavam escravizados.</p>
<p>Com a Abolição da Escravatura, em 1888, muitas dessas pessoas foram para a cidade grande. As que ficaram no interior e nas localidades rurais ganharam pequenos pedaços de terra para construírem sua casa, porém, continuaram trabalhando na lavoura de cana-de-açúcar. Os negros, após libertados, passaram a ser, juntamente com índios, caboclos e brancos pobres, protagonistas criadores da história e da cultura brasileiras.</p>
<p>Apesar de todo o sofrimento causado pelas péssimas condições de trabalho e moradia que estão ligadas à escravidão, a população negra contribuiu muito para o desenvolvimento do Brasil e ajudou na formação de nossa cultura, através das suas danças, músicas e costumes, como fazem os bricantes dos grupos de maracatus de baque solto, que resistem até os dias atuais, atravessando várias gerações.</p>
<p>Em Nazaré da Mata há 19 grupos. A brincadeira popular, que surgiu no terreiros dos canais, tem em sua representação figuras e personagens que remetem à cultura africana, indigena e europeia, a exemplo da Corte. Caterina (ou Catita), Mateus e a Burra são os abre-alas da brincadeira.</p>
<p>Em seguida entram em cena dois cordões de Caboclos de Lança, que são comandados pelo Mestre de Caboclaria, juntamente com dois cordões de Baianas (baianal) e os Caboclos a Reamar (também chamados de Caboclo de Pena). Integram o grupo o Estandarte, o Porte-Estandarte e os componentes da Corte. A Dama do Buquê, Rainha e Rei, Escravo com o Palio, Menino da Boneca (ou Dama do Passo) e a Boneca de Pano Preta.</p>
<p>Para além da beleza dos personagens, outra marca registrada é o Mestre, Contramestre e a Orquestra. Essa Orquestra é composta pelo terno, formado pelos instrumentos caixa, ganzá e bombinho, cuíca ou porca, além do gongué.</p>
<p>A Orquestra (ou Terno), também é composta por instrumentos de sopro como saxofone, trompete, trombone, pistão e clarinete.</p>
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		<title>Praça do Frevo, em Nazaré da Mata, celebra o Carnaval com 30 horas dedicadas ao ritmo Patrimônio da Humanidade</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 15:57:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116376" aria-labelledby="figcaption_attachment_116376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.26.29.jpeg"><img class="size-medium wp-image-116376" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/WhatsApp-Image-2025-02-26-at-08.26.29-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Forró</p></div>
<p>A Praça Herculano Bandeira, conhecida como Praça do Frevo, no Centro do município de Nazaré da Mata (Zona da Mata Norte), é palco de uma celebração única durante o Carnaval 2025. Desde 2010, a Praça do Frevo se consolida como um polo cultural dedicado à preservação e valorização do frevo, ritmo que, junto com a cultura centenária do maracatu rural, compõe a identidade cultural da cidade.</p>
<p>Este ano a gestão municipal preparou uma programação especial, que começa no domingo (2) e segue até a terça-feira (4), com atrações que prometem agitar os foliões e celebrar o gênero que é símbolo do Carnaval pernambucano. O polo cultural conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).</p>
<p>Destaque para as orquestras de Frevo Capa Bode e Revoltosa, duas instituições que carregam a história e a alma do frevo. A Orquestra Capa Bode, Patrimônio Vivo e Ponto de Cultura do Estado desde 1888, e a Orquestra Revoltosa, em atividade desde 1915, são verdadeiras guardiãs do gênero, mantendo viva a chama dessa expressão cultural que transcende gerações.</p>
<p>Outro momento aguardado é a estreia do Maestro Forró na programação carnavalesca da Praça do Frevo. Com um repertório que mistura tradição e inovação, o artista promete levar ao público uma apresentação inesquecível marcando sua primeira participação no evento.</p>
<p>Ao todo são 15 atrações ao longo dos três dias de evento somando mais de 30 horas de puro frevo. &#8220;A Praça do Frevo é um espaço que há 14 anos promove a cultura local. Temos muito orgulho de reforçar seu papel como um polo cultural exclusivo para os amantes do ritmo. Enquanto gestão temos o compromisso de preservar e valorizar essa manifestação artística que é orgulho de Nazaré da Mata e de Pernambuco&#8221;, destacou o secretário de Cultura e Turismo municipal, Washington Dário.</p>
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		<title>Exposição Estados da Arte está com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 18:31:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0008.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116358" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0008-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O galpão da antiga Estação Ferroviária de Caruaru abrigará, durante o São João 2025, a exposição Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade. A intervenção artística reunirá produções de artistas do Sertão, do Agreste e da Zona da Mata pernambucana de diferentes linguagens das artes visuais. As inscrições dos interessados em participar já estão abertas e seguem até o dia 23 de março, exclusivamente pela internet.</p>
<p>Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade é realizada pela Circullus, coordenada por Humberto Botão e produzida por Amanda Nascimento. Tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), além do apoio da Prefeitura de Caruaru, por meio da Fundação de Cultura municipal.</p>
<p>Nesta primeira edição, a exposição Estados da Arte tem como tema Uma Cartografia da Diversidade. Busca chamar a atenção para o fato de que as mudanças entre as três grandes regiões pernambucanas, entre o Sertão e a Zona da Mata, vão muito além das questões geográficas. E refletem a diversidade que compõe o Estado e se espelha nas manifestações artísticas encontradas em cada uma delas.</p>
<p>É o que destaca o coordenador-geral da exposição Humberto Botão. “Diante dessa riqueza de expressões, da pluralidade semiótica que traduz a identidade complexa da produção artística contemporânea do Estado, apresentamos a exposição coletiva de artes visuais Estados da Arte, que procura cartografar e apresentar um mosaico da produção visual do interior de Pernambuco”, explica.</p>
<p>Podem se inscrever artistas que residam em uma das três regiões mencionadas. Os trabalhos também precisam se enquadrar em uma das seguintes categorias: técnicas e suportes tradicionais das artes visuais (desenho, pintura, escultura, talha, gravura, baixo-relevo, alto-relevo e fotografia) e linguagens e correntes da arte contemporânea (ready made, videoarte, instalação, performance, grafite, intervenção urbana, dentre outros).</p>
<p>Cada artista pode inscrever, de forma individual ou coletiva, até três obras. É importante destacar que a exposição abre espaço para diferentes formatos e suportes, desde que eles não gerem nenhum tipo de dano à estrutura do espaço &#8211; que faz parte do patrimônio histórico e passou, recentemente, por um minucioso processo de requalificação -, das pessoas envolvidas ou mesmo à própria exposição Estados da Arte.</p>
<p>Também não são aceitos trabalhos que promovam ou façam apologia, de alguma forma, a: discursos de ódio, qualquer tipo de discriminação, degradação ambiental, sofrimento animal ou mesmo destruição do patrimônio público, e possuem qualificação livre. Outro aspecto importante é que todos os custos de produção, execução e manutenção das obras inscritas e/ou selecionadas para compor a exposição são de responsabilidade do artista/autor.</p>
<p>No entanto, por cada obra selecionada, o artista receberá R$ 400 de subsídio. E, como cada criador pode inscrever até três obras, os selecionados poderão receber até R$ 1.200. O incentivo busca viabilizar a participação de talentos das três grandes regiões pernambucanas contribuindo, por exemplo, com os custos relacionados ao transporte das produções até Caruaru.</p>
<p><strong>INSCRIÇÕES -</strong> As inscrições acontecem exclusivamente pela internet, de 21 de fevereiro e 23 de março de 2025. O artista deve preencher o formulário on-line e anexar três fotografias da obra &#8211; em alta resolução e a partir de ângulos diferentes. O autor também deve encaminhar outras informações sobre a produção, além de cópias digitalizadas e legíveis de RG, CPF e comprovante de residência atualizado.</p>
<p>Sobre o envio das fotografias das obras há algumas exceções. No caso de três suportes artísticos &#8211; grafite, trabalhos de instalação e de performance &#8211; não é obrigatório o envio de imagens. Em linhas gerais é preciso apresentar um projeto/uma proposta que detalhe a intervenção (apontando o espaço a ser utilizado e outras características importantes). Os detalhes constam no Regulamento de Participação, que está disponível no <a title="Estados da Arte: Uma Cartografia da Diversidade - Formulário de Inscrição" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf5Y2Doh1mPVRVBQi8pv2j6nsqIyf5toNiU-njNMTfgjuFqqw/viewform" target="_blank"><strong>formulário de inscrição</strong></a>. Mais informações pelo e-mail: expo.estadosdaarte@gmail.com.</p>
<p><strong>ESTADOS DA ARTE -</strong> A exposição é pensada a partir de três eixos centrais: produção artística, educativo e acessibilidade. Por isso conta com uma série de ações que buscam não somente dar visibilidade às produções e aos artistas envolvidos, mas também promover ações formativas, a partir das próprias obras envolvidas e inclusão. Esses dois aspectos recebem atenção especial e contam com ações específicas.</p>
<p>“São esses tantos &#8216;Pernambucos&#8217; que carregam consigo histórias singulares, memórias, temáticas e lutas coletivas fazendo da produção artística pernambucana diversa e potente. Os trabalhos artísticos que são desenvolvidos distantes do eixo metropolitano da Capital são impregnados de sentido e transformam realidades por meio das poéticas que, por sua vez, inauguram modalidades singulares de expressão de vida”, complementa Humberto Botão.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0009.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116359" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/IMG-20250225-WA0009-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
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		<title>Projeto Museus Domiciliares promove lançamento de websérie e livro</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 15:37:44 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116293" aria-labelledby="figcaption_attachment_116293" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lúcia Padilha/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Museu-do-Cavalo-Marinho_Glória-do-Goitá_Foto-Lúcia-Padilha-03-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-116293" alt="Lúcia Padilha/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Museu-do-Cavalo-Marinho_Glória-do-Goitá_Foto-Lúcia-Padilha-03-2-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Museu do Cavalo Marinho, no município de Glória do Goitá</p></div>
<p>Fruto de uma pesquisa que mapeou iniciativas museais realizadas em oito residências, localizadas em várias cidades pernambucanas, o projeto Museus Domiciliares é apresentado ao público, na próxima quarta-feira (26), às 15h, em um encontro no Memorial da Democracia de Pernambuco, no Sítio Trindade, no Recife. Na ocasião, são exibidos os oito episódios da websérie, sobre os espaços e suas coleções, e ocorre a distribuição gratuita do livro com os resultados da investigação. O público também pode conhecer mais sobre o processo e as experiências da iniciativa em uma conversa com a equipe.</p>
<p>O projeto Museus Domiciliares tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.</p>
<p>Desenvolvido ao longo de 2023 e 2024, a partir de uma vasta pesquisa bibliográfica e de campo, com uma série de entrevistas realizadas, o projeto nasceu do desejo de entender mais sobre esses espaços pouco ou não reconhecidos por uma ideia convencional de museu. A investigação, conduzida pelos pesquisadores Bruna Rafaella Ferrer, Guilherme Benzaquen e Marcela Lins, conceituou os museus domiciliares como locais dedicados à construção e organização de acervos, que são residências de seus fundadores/gestores e têm uma vocação aberta ao público, de partilha de memória, e com a hospitalidade e o diálogo como práticas fundamentais.</p>
<p>Esses parâmetros, no entanto, não desconsideram a heterogeneidade de cada iniciativa, acolhendo e ressaltando também suas particularidades. O projeto mapeou oito museus domiciliares, por meio de entrevistas e filmagens, da Zona da Mata Norte ao Sertão de Pernambuco: CSA Yvy Porã (Paudalho); Marco Zero (Carpina); Biblioteca José Ayres dos Prazeres (Vitória de Santo Antão); Museu Ivo Lopes e Riso da Terra (Arcoverde); Zé Bezerra (Buíque), Museu do Cavalo Marinho Tira-Teima de Zé de Bibi (Glória do Goitá); e Casa de Seu Chagas (Ilha do Massangano, em Petrolina).</p>
<p>“Alguns dos espaços já estão no processo de incorporação da noção de museu para suas práticas, em diálogo com a museologia, enquanto outros não, porque não abraçam essa definição, por acharem que se trata de uma ideia mais específica, tradicional, histórica, de guardar coisas antigas. Também se busca disputar essa ideia mais tradicional de museu, pensar como essas práticas de musealização, construção de memória, podem ser diversas. Essa é uma contribuição interessante da pesquisa: auxiliar no processo de valorização de práticas que são muito importantes em seus âmbitos locais e conseguem se transformar em centros de diálogo e disseminação”, pontua Guilherme Benzaquen.</p>
<p>A equipe do projeto considera que a pesquisa irá contribuir de forma significativa para revelar e difundir os museus domiciliares como espaços vivos e autônomos de salvaguarda, produção e propagação de conhecimento acerca das manifestações e memória da cultura popular do Estado. As visitas aos museus domiciliares revelaram um aspecto fundamental que une essas iniciativas: a fusão entre práticas cotidianas e o compromisso com a memória e a cultura. Seja na preservação de sementes crioulas no CSA Yvy Porã (Casa das Sementes Temity Jara) e Riso da Terra; na celebração do coco no Museu Ivo Lopes; ou na curadoria de objetos históricos no Marco Zero, esses espaços não apenas guardam acervos, mas também operam como locais vivos de produção cultural em que histórias individuais e coletivas estão em constante diálogo.</p>
<p>“Fomos em busca de espaços fora dos grandes centros urbanos e observamos que são práticas de vida nesses territórios, com diferentes maneiras de organizar, produzir, manter coleções e uma mediação, um contato com o público. Um modo de partilha que borra um pouco as fronteiras entre público e privado. Procuramos observar o que há em comum com a prática museal tradicional, mas o projeto parte do que diferencia. A intenção não é, a partir desse estudo, definir ou classificar essas casas como museus domiciliares. Queremos mais questionar e refletir sobre um conceito eurocêntrico na concepção de museu vigente”, aponta Bruna Rafaella Ferrer.</p>
<p>Nesse processo as coleções encontradas revelam as inúmeras possibilidades dos museus domiciliares: passam não só por objetos pessoais e/ou sagrados, fotografias, obras de arte, itens que estão nas famílias por gerações, pela dança, música, como também, no caso das sementes, pela ecologia – cujo prefixo vem do grego <em>oikos</em>, que significa casa ou lugar onde se vive.</p>
<p>“São espaços que fazem pensar outras formas de se elaborar uma expografia, uma curadoria, uma mediação. Acho que esses espaços trazem uma força e uma riqueza para o debate da museologia por nos apresentar outras soluções nessas três grandes frentes. Esse movimento de conceber outras formas de museu não é uma novidade; está muito bem sedimentado na própria museologia, mas acho que o grande trunfo desse projeto é trazer esse olhar a partir desses espaços que também são casas. É uma ideia diferente da casa-museu (ou museu-casa), como as de Rui Barbosa ou Getúlio Vargas, por exemplo, que não são mais residências. Nós temos olhado para esses espaços que têm a hospitalidade como traço definidor”, reforça Marcela Lins.</p>
<p>O projeto resultou em uma websérie de oito episódios, com foco em cada um dos museus domiciliares, e um livro – em formato impresso e digital – com as entrevistas e o processo da pesquisa, no intuito de difundir essas iniciativas como espaços vivos e autônomos de salvaguarda, produção e propagação de conhecimento. Tanto a websérie qaunto a publicação (digital) estão disponíveis nas redes sociais do projeto (YouTube e Instagram). O projeto conta ainda com a participação de Leonardo Lacca na direção de fotografia, Isabela Stampanoni na edição dos vídeos e Lúcia Padilha na coordenação de produção.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do projeto Museus Domiciliares, com websérie e livro –</strong> <em>quarta-feira (26), às 15h, no Memorial da Democracia de Pernambuco (Sítio Trindade – Estrada do Arraial, nº 3.259, Casa Amarela, Recife). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>2º Festival dos Saberes da Cultura Popular celebra os mestres da Zona da Mata</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/2o-festival-dos-saberes-da-cultura-popular-celebra-os-mestres-da-zona-da-mata/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 14:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Buscando valorizar e fortalecer a identidade cultural pernambucana, o 2º Festival dos Saberes da Cultura Popular acontecerá nos próximos dias 22 e 23 de fevereiro em Glória do Goitá, em formato híbrido com artistas da cultura popular convidados. O festival tem incentivo da Lei Paulo Gustavo. Este ano, a edição homenageará José Evangelista de Carvalho, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Buscando valorizar e fortalecer a identidade cultural pernambucana, o 2º Festival dos Saberes da Cultura Popular acontecerá nos próximos dias 22 e 23 de fevereiro em Glória do Goitá, em formato híbrido com artistas da cultura popular convidados. O festival tem incentivo da Lei Paulo Gustavo.</p>
<p>Este ano, a edição homenageará José Evangelista de Carvalho, conhecido como mestre Zé de Bibi, um dos grandes nomes da cultura popular pernambucana. Com mais de 80 anos de idade e mais de 70 anos de brincadeira, ele se destacou no Cavalo Marinho, fundando o grupo Tira-Teima em 1961, além de manter um Museu do Cavalo-Marinho e uma biblioteca comunitária em sua propriedade na zona rural da cidade. Por sua trajetória, recebeu em 2019 o título de Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Em 2021, na primeira edição o festival foi transmitido pelo canal <a href="https://www.youtube.com/c/quiteriasprodutora">Quitérias Produtora no YouTube</a> e realizado no Glória Country Club, em meio ao período pandêmico. Idealizado por Cida Lopes, mestra mamulengueira e produtora cultural, o evento nasceu com o objetivo ampliar a visibilidade dos artistas da cultura popular da Zona da Mata pernambucana.</p>
<p>“O festival nasceu do sentimento de como artista da cultura popular ver os mestres e suas brincadeiras sendo celebradas como eles merecem, são eles os protagonistas, esse palco, esse terreiro do Festival é para celebrá-los.”, explicou Cida.</p>
<p>A festa conta com dois polos: um com atrações voltadas para o público em geral e outro focado no infantil, que será uma novidade desta edição, promovendo apresentações e oficinas para crianças de 7 a 12 anos.</p>
<p>Serão 10 atrações e uma oficina, reunindo brincantes de diversas localidades da Bacia do Goitá e Pernambuco. A programação inclui apresentações de Maracatu, Mamulengo, Coco de Roda e Ciranda, além do tradicional Cavalo Marinho Tira-Teima, comandado pelo homenageado da edição.</p>
<p>SERVIÇO:</p>
<p>2º Festival dos Saberes da Cultura Popular<br />
Centro Cultural Mestre Zé Lopes (Avenida Rui Barbosa, Centro de Glória do Goitá)<br />
Dias 22 e 23 de fevereiro<br />
A partir das 17 horas<br />
No canal do YouTube: <a href="https://www.youtube.com/c/quiteriasprodutora">https://www.youtube.com/c/quiteriasprodutora </a></p>
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		<title>Adri Popular inicia residência artística no Centro Tradicional de Invenção Cultural em Brasília</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 15:27:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Reconhecido por seu trabalho criativo e pelo engajamento em diversas iniciativas culturais, o artista de dança e produtor cultural Adri Popular deu início, nesta quinta-feira (30), a sua residência artística no Centro Tradicional de Invenção Cultural, em Brasília. A residência foi concedida por meio do edital de Bolsas Artísticas da Política Nacional Aldir Blanc de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115987" aria-labelledby="figcaption_attachment_115987" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Adri-Popular-Divulgação-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115987" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Adri-Popular-Divulgação-2-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Adri Popular</p></div>
<p>Reconhecido por seu trabalho criativo e pelo engajamento em diversas iniciativas culturais, o artista de dança e produtor cultural Adri Popular deu início, nesta quinta-feira (30), a sua residência artística no Centro Tradicional de Invenção Cultural, em Brasília. A residência foi concedida por meio do edital de Bolsas Artísticas da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB-PE).</p>
<p>A residência tem como objetivo apoiar o artista em seu desenvolvimento artístico na dança popular visando aprimorar suas pesquisas e processos criativos no campo da dança, tanto em suas aulas quanto em seus espetáculos. A experiência ainda tem como objetivo proporcionar condições para expandir as práticas e contribuir com o cenário cultural da dança popular promovendo o intercâmbio entre diferentes regiões do Brasil e valorizando as tradições culturais de cada local.</p>
<p>Durante a residência, que segue até 9 de fevereiro, Adri Popular tem a oportunidade de vivenciar e contribuir com o ambiente do Centro Tradicional, que é sede do Fuá de Seu Estrelo e da Orquestra Alada Trovão da Mata. O centro cultural, um dos mais importantes patrimônios imateriais de Brasília, preserva e promove as tradições brasileiras com destaque para as manifestações culturais do maracatu e do cavalo marinho. Dentro da programação de atividades o artista realiza, no dia 7 de fevereiro, em Brasília, e no dia 15, em Aliança, aulas-espetáculos gratuitas resultantes da residência artística.</p>
<p><strong>ADRI POPULAR -</strong> Artista de dança e produtor cultural do município de Aliança, premiado na primeira edição do Prêmio Mônica Japiassú de Dança, da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), recebeu a Medalha de Honra ao Mérito da Câmara de Vereadores de sua cidade natal, em reconhecimento a seu trabalho de valorização e divulgação da dança na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Em sua trajetória de mais de 10 anos na dança, Adri vem pesquisando a criação em dança popular e apresentando seus resultados por meio de trabalhos audiovisuais que misturam as características musicais, gestuais e estéticas da cultura popular e dos brinquedos da região, como maracatu rural, cavalo marinho, ciranda, coco de roda, caboclinho e boi.</p>
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		<title>3ª Mostra Rural de Cinema leva cultura audiovisual às comunidades rurais de Vicência</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 15:06:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os distritos rurais do município de Vicência, na Zona da Mata Norte pernambucana, recebem esta semana a 3ª Mostra Rural de Cinema. Com o objetivo de aproximar o público da Sétima Arte, a iniciativa leva ao ar livre, de forma gratuita, exibições de curtas-metragens produzidos por cineastas pernambucanos, além de uma oficina voltada para a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115588" aria-labelledby="figcaption_attachment_115588" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/3ª-Mostra-Rural-de-Cinema-leva-cultura-audiovisual-às-comunidades-rurais-de-Vicência-em-Pernambuco_.jpg"><img class="size-medium wp-image-115588" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/3ª-Mostra-Rural-de-Cinema-leva-cultura-audiovisual-às-comunidades-rurais-de-Vicência-em-Pernambuco_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">3ª Mostra Rural de Cinema</p></div>
<p>Os distritos rurais do município de Vicência, na Zona da Mata Norte pernambucana, recebem esta semana a 3ª Mostra Rural de Cinema. Com o objetivo de aproximar o público da Sétima Arte, a iniciativa leva ao ar livre, de forma gratuita, exibições de curtas-metragens produzidos por cineastas pernambucanos, além de uma oficina voltada para a formação audiovisual. A programação é realizada nas localidades de Borracha, Angélicas, Murupé e Trigueiros, sempre às 19h.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE) e tem apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) do governo federal.</p>
<p>A Mostra Rural de Cinema tem como propósito democratizar o acesso à cultura, incentivar a criatividade local e celebrar a rica diversidade da produção audiovisual pernambucana. A proposta busca ainda fortalecer a expressão artística nas comunidades rurais ampliando a visibilidade das histórias e talentos dessas localidades.</p>
<p>Durante os dias de evento o público tem a chance de assistir a oito curtas-metragens selecionados pelo curador Caio Dornelas, cineasta e idealizador de projetos como a Mostra Canavial de Cinema e o Curso Engenho de Imagens. Caio é um dos principais nomes do audiovisual na Zona da Mata Norte de Pernambuco, com uma carreira marcada pela direção e produção de obras que circulam em festivais no Brasil e no exterior.</p>
<p>Além das sessões de cinema, a mostra promove, durante o dia, a oficina teórico-prática O Mundo e o Minuto, conduzida pela cineasta Mila Nascimento. A oficina é direcionada a jovens e adultos interessados em explorar a linguagem audiovisual com dispositivos móveis. Formada em cinema e audiovisual pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ela traz sua experiência como videomaker e educadora para capacitar os participantes a criarem suas próprias produções. A formação é realizada no Núcleo de Assistência Social de cada distrito.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Dia 20:</strong> Borracha – em frente à Igreja Nossa Senhora de Fátima<br />
<strong>Dia 21:</strong> Angélicas – Rua José Francisco Melo, em frente ao campo<br />
<strong>Dia 22:</strong> Murupé – Rua do Cruzeiro<br />
<strong>Dia 23:</strong> Trigueiros – Praça Central</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Curtas selecionados</span>:</strong></p>
<p><em>O Homem da Mata</em>, de Antônio Carrilho (Condado)<br />
<em>Ciranda Feiticeira</em>, de Lula Gonzaga e Tiago Delácio (Itamaracá)<br />
<em>O Crochê que Me Deu</em>, de João Oliveira (Macaparana)<br />
<em>Na Boca da Noite à Barra do Dia</em>, de Tiago Delácio (Condado)<br />
<em>Rei da Ciranda Pesada</em>, de Cíntia Lima (Carpina)<br />
<em>Pedro e Inácio</em>, de Caio Dornelas (Nazaré da Mata)<br />
<em>Quebra Panela</em>, de Rafael Anaroli (Condado)<br />
<em>Noé da Ciranda</em>, de João Marcelo (Surubim)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Coordenação geral: Juliana Queiroga<br />
Coordenação técnico e design: Lucas Diz<br />
Produção: Manoel Felipe<br />
Produção executiva: Amata Produção<br />
Curadoria: Caio Dornela<br />
Ministração da oficina: Mila Nascimento<br />
Assistência de produção: Franklin Júnior<br />
Social mídia: Viviane Albuquerque<br />
Assessoria de imprensa: Salatiel Cícero<br />
Assistência administrativa: Juçara Queiroga</p>
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