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	<title>Portal Cultura PE &#187; Espaços culturais</title>
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		<title>Casa da Cultura celebra 50 anos como símbolo de memória e difusão cultural em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 17:45:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mais de 100 lojas de arte e artesanato, teatro, anfiteatro, dois painéis de Cicero Dias, feira agroecológica toda sexta-feira e uma extensa programação de apresentações culturais e oficinas ao longo do ano: a Casa da Cultura completa nesta terça (14/4) 50 anos. Gerida pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Casa-da-Cultura-Eduardo-Costa-Cunha-Secult-PE-Fundarpe1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-120536" alt="Foto: Eduardo Cunha/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Casa-da-Cultura-Eduardo-Costa-Cunha-Secult-PE-Fundarpe1.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p data-start="276" data-end="567">Mais de 100 lojas de arte e artesanato, teatro, anfiteatro, dois painéis de Cicero Dias, feira agroecológica toda sexta-feira e uma extensa programação de apresentações culturais e oficinas ao longo do ano: a Casa da Cultura completa nesta terça (14/4) 50 anos. Gerida pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), a Casa funciona como centro de difusão para a cultura pernambucana, dada sua vocação turística, mas também agrega atividades culturais para os recifenses, operando como lugar de convivência cravado no Centro da capital pernambucana.</p>
<p data-start="1180" data-end="1729">A programação comemorativa se estende ao longo do mês de abril, reunindo apresentações artísticas, exposições, visitas mediadas e ações formativas. No dia 14, data do aniversário, haverá feirinha com produtos desenvolvidos por jovens da Fundação de Atendimento Socioeducativo de Pernambuco (Funase), das 9h às 16h, além da apresentação teatral <strong data-start="1524" data-end="1577">“Vozes e Memórias nos 50 Anos da Casa da Cultura”</strong>, conduzida por Marcelo Maracá, das 16h às 17h, com participação de alunos da EREM Oliveira Lima. As ações são abertas ao público, com entrada gratuita.</p>
<p data-start="1731" data-end="2256">Entre os destaques da programação, estão ainda visitas mediadas realizadas entre os dias 13 e 16 de abril, mediante agendamento; demonstração de artesanato com jovens da Funase (16/04, das 15h às 17h); vivência de dança com Neguinho do Frevo (18/04, das 11h às 12h), celebrando o ciclo junino; e a exibição de um mini documentário sobre os 50 anos da Casa, no dia 22 de abril, às 17h, com presença de representantes da Fundarpe. No mesmo dia, às 16h, haverá apresentação itinerante sobre a preservação do patrimônio cultural.</p>
<p data-start="2258" data-end="2733">A programação inclui ainda exposições como a mostra do artista Isac Vieira (15 a 24/04) e a exposição de arte naïf de Leandro Loureiro, na Galeria Régis (cela 102, raio sul), de 15 a 30 de abril. Também integra a agenda a instalação “Mesa Posta: 50 anos de artesanato na Casa da Cultura”, em cartaz de 14 a 24 de abril, além de visitas guiadas e ações educativas com grupos e instituições, como a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o projeto Jovens em Ação (SEPODE).</p>
<p data-start="2735" data-end="3468">“A Casa da Cultura é um dos maiores símbolos da capacidade de ressignificação do nosso patrimônio. Um espaço que foi por muitos anos um presídio hoje é lugar de encontro, criação e valorização da cultura pernambucana. Ao completar 50 anos como centro cultural, reafirma seu papel como equipamento vivo, que conecta tradição e contemporaneidade, fortalece a economia criativa e amplia o acesso da população às diversas linguagens artísticas”, ressalta a vice-presidente da Fundarpe atualmente em exercício, Lidiane Pessoa. “Celebrar essa data é também reconhecer o trabalho contínuo de quem mantêm esse espaço pulsante no coração da capital e reforçar o compromisso da gestão da governadora Raquel Lyra com o fomento à nossa cultura.”</p>
<p>Próxima a outros importantes construções históricas, como o Museu do Trem e a Ponte 6 de Março (a Ponte Velha), a Casa da Cultura é focada no comércio de artesanato, mas hoje também conta com outras atrações que levam o público a frequentar o espaço. De um lado, a programação é composta das ações produzidas pela Fundarpe – que abrangem os ciclos carnavalesco, junino e natalino, em que a Casa recebe atrações de todo o Estado, além de cursos e oficinas em renda renascença, upcycling, danças populares, entre outros. De outro, o edifício sedia programação livre, que ocorre na Sala Jota Soares, no Palco Nelson Ferreira (um anfiteatro) e no Teatro Clenio Wanderley, com artistas e grupos que ocupam a pauta desses espaços a partir de solicitação à administração.</p>
<div id="attachment_123519" aria-labelledby="figcaption_attachment_123519" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Silla Cadengue/Fundarpe-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/54904863465_abca067d30_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-123519" alt="Foto: Silla Cadengue/Fundarpe-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/54904863465_abca067d30_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Painéis de Cícero Dias na Casa da Cultura</p></div>
<p>“Tanto os ciclos e formações oferecidos aqui via Fundarpe quanto os eventos agendados por agentes externos colaboram com a formação de plateia para diversas linguagens e para a visibilidade do equipamento, firmando a casa como espaço de cultura e lazer para todo o Estado, já que grupos de diversas partes de Pernambuco ocupam lugar aqui”, explica a gestora da Casa da Cultura, Jaqueline Araújo. Além disso, ela cita a visita regular de grupos escolares de instituições públicas e privadas – ela contabilizou visitas de mais de 500 estudantes em 2026. A Casa também conta com feira agroecológica toda sexta-feira (de 7h ao meio-dia), na área externa.</p>
<p>Comercialmente, o trânsito de turistas fortalece o espaço, em especial durante a temporada de cruzeiros, que ocorre de outubro a abril e garante um alto volume de visitantes à Casa. “Tenho essa loja aqui primeiramente por valor sentimental, porque era do meu pai e agora eu e minha família cuidamos, mas isso só é possível porque também dá retorno financeiro, claro”, explica a lojista Magali Costa, que conduz a Galeria Régis (na cela 102, raio sul do prédio) com o marido, Alexandre. Aberta desde 1976, o espaço inicialmente era conduzido pelo pai dela, o artista plástico Régis Loureiro, e vende telas e suvenires. Foi na Casa da Cultura que ela e o marido se conheceram. “Eu e uns amigos produzíamos algumas apresentações musicais aqui, e um dia eu a vi na frente da loja”, lembra Alexandre.</p>
<p>Também são realizadas parcerias entre a administração e os lojistas para expor produtos fora das lojas em datas comemorativas, como Páscoa e Dia das Mães, a fim de dinamizar a circulação dos itens no espaço da Casa nessas ocasiões.</p>
<p>Além de lojas, restaurante, lanchonete e dos espaços já mencionados (Teatro Clenio Wanderley, Palco Nelson Ferreira e Sala Jota Soares), também ocupam a Casa as sedes de algumas associações, como a Associação Pernambucana de Anistiados Políticos (APAP) e o Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão (SATED).</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/54808182221_e85fe05ffa_c.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123518" alt="Foto: Juana Carvalho/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/54808182221_e85fe05ffa_c-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p><strong>HISTÓRIA</strong> – Uma das construções mais significativas feitas na capital pernambucana no século 19, a Casa da Cultura Luiz Gonzaga – antes Casa de Detenção do Recife – foi projetada pelo arquiteto José Mamede Alves Ferreira, que também assinou os projetos do Ginásio Pernambucano e do Hospital Pedro II. A Casa foi oficialmente inaugurada em abril de 1855, ainda incompleta; as obras foram concluídas em 1867. Sua construção em forma de cruz obedece ao modelo em voga na Europa, em no estilo pan-óptico, que permitia vigilância de todos os corredores de celas a partir de uma guarnição.</p>
<p>Entre os encarcerados célebres que passaram por lá estão João Dantas (assassino de João Pessoa, governador da Paraíba), Miguel Arraes, Gregório Bezerra, Francisco Julião, o cangaceiro Antônio Silvino e o escritor Graciliano Ramos.</p>
<p>A mudança de penitenciária para centro cultural foi idealizada e planejada pelo artista plástico Francisco Brennand, na época em que era chefe da Casa Civil do Governo do Estado, na primeira gestão de Miguel Arraes (1963-1964). Em entrevista concedida em 2019 à pesquisadora Josevane Francisco da Silva, para o artigo “Da Casa de Detenção à Casa da Cultura de Pernambuco (1963-1982)”, Brennand relatou que chamou os arquitetos Lina Bo Bardi e Jorge Martins para fazer o projeto de restauro do edifício. “Nós chegamos a fazer escultura, leituras, comparações etc., mas tudo isso ficou em cima de minha mesa”, lembrou o artista. A iniciativa foi interrompida pelo golpe de 1964.</p>
<p>A ideia não se perdeu; foi retomada anos depois com outros profissionais. A Casa de Detenção foi fechada em março de 1973, na gestão do governador Eraldo Gueiros, após quase 120 anos ininterruptos de ocupação carcerária. Foi reaberta como Casa da Cultura em 14 de abril de 1976, no mandato do governador Moura Cavalcanti, a partir de projeto de restauração dos arquitetos José Luiz da Mota Menezes e Fernando de Barros Borba. O restauro foi concluído no ano seguinte.</p>
<p>As mais de 110 celas do edifício, divididas em 3 blocos chamados de raios, ocupam o térreo e mais dois andares. Hoje, elas abrigam lojas, lanchonetes, restaurantes, sedes de associações e a administração do prédio, além do Teatro Clênio Wanderley, da Sala Jota Soares e da reserva técnica do Museu da Imagem e do Som (Mispe). Na área externa, há o anfiteatro.</p>
<p>Por sua importância histórica, a Casa da Cultura foi tombada como Patrimônio do Estado em 1980. Também abriga o painel Frei Caneca, de Cicero Dias, feito em 1982 e dividido em duas partes, que representa a Revolução de 1817 e a Confederação do Equador (1824).</p>
<p><strong>OCUPAR A PAUTA</strong> – Além de receberem iniciativas da Fundarpe, a Sala Jota Soares (12,7m x 4,3m) o Teatro Clenio Wanderley (70 lugares) e o Palco Nelson Ferreira (anfiteatro com aproximadamente 100 lugares) estão com agenda aberta a interessados que desejem realizar eventos no 1º semestre. Lá, são realizados eventos como palestras, oficinas e espetáculos. Para realizar o agendamento, basta fazer a solicitação ao e-mail casadacultura.pe@fundarpe.pe.gov.br. Será feito um chamamento público para ocupação do espaço no 2º semestre, via redes sociais e outros meios.</p>
<p>Para espetáculos que concorrerão a editais (Funcultura, Lei Paulo Gustavo e outros), a administração da Casa cede carta de anuência de ocupação do espaço, mediante análise do projeto.</p>
<p><strong>VISITAS ESCOLARES</strong> – Escolas e demais instituições interessadas em conhecer o espaço de maneira guiada devem entrar em contato pelo e-mail casadacultura.pe@fundarpe.pe.gov.br ou pelo telefone 3184-3152. As instituições têm autorização para visitar o espaço sem agendamento, mas o guia é disponibilizado apenas aos grupos que entraram em contato previamente.</p>
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		<title>MEPE abre nesta quinta (26) mostra Sobre águas, que discute a memória e o futuro do planeta</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:42:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Unindo força poética à crítica ambiental, a artista visual gaúcha Vera Reichert inaugura nesta quinta (26.03) a mostra Sobre águas no Museu do Estado de Pernambuco, equipamento gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A exposição, inaugurada na semana do Dia Mundial da Água, trabalha essa substância [...]]]></description>
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<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Série-Branqueamento-dos-Corais-2022-esculturas-de-polipropileno-reciclado-e-retroiluminado-com-led.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123376" alt="Série Branqueamento dos Corais, 2022, esculturas de polipropileno reciclado e retroiluminado com led" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Série-Branqueamento-dos-Corais-2022-esculturas-de-polipropileno-reciclado-e-retroiluminado-com-led-607x425.jpeg" width="607" height="425" /></a></p>
<p>Unindo força poética à crítica ambiental, a artista visual gaúcha Vera Reichert inaugura nesta quinta (26.03) a mostra <i>Sobre águas </i>no Museu do Estado de Pernambuco, equipamento gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A exposição, inaugurada na semana do Dia Mundial da Água, trabalha essa substância vital como matéria estética, símbolo de memória e de reflexão sobre o futuro do planeta, em uma poética que transita entre fotografia, vídeo, instalação, pintura e escultura. O vernissage, destinado a convidados, ocorre no dia 26, às 19h. A mostra segue aberta para visitação do público de 27 de março a 3 de maio, com entrada gratuita.</p>
<p><span style="color: #222222;">Com curadoria e produção de André Venzon, </span><span style="color: #222222;"><i>Sobre águas</i></span><span style="color: #222222;"> </span><span style="color: #222222;">agrega mais de 100 obras e </span><span style="color: #222222;">propõe um mergulho poético e sensorial nas múltiplas dimensões da água — elemento central na pesquisa de Vera Reichert ao longo de mais de três décadas. </span><span style="color: #222222;">A pesquisa da artista foca </span><span style="color: #222222;">a presença da água na paisagem e na memória. Sua produção articula arte e natureza, ciência e sensibilidade, revelando um olhar atento às transformações ambientais e às relações entre corpo, território e tempo. </span><span style="color: #222222;">A </span><span style="color: #222222;">exposição</span><span style="color: #222222;"> já foi montada em São Paulo, Brasília e Porto Alegre, </span><span style="color: #222222;">e seu catálogo, </span><span style="color: #222222;">impresso pela </span><span style="color: #222222;">Editora Pubblicato, </span><span style="color: #222222;">será </span><span style="color: #222222;">distribu</span><span style="color: #222222;">ído</span><span style="color: #222222;"> <wbr />gratuita</span><span style="color: #222222;">mente </span><span style="color: #222222;">ao público.</span></p>
<p align="justify">Ao receber <i>Sobre </i><i>á</i><i>guas</i>, o Museu do Estado de Pernambuco reforça seu compromisso com exposições que articulam arte contemporânea, reflexão social e sustentabilidade, convidando o público a reconhecer a água não apenas como recurso natural, mas como elemento vital, simbólico e unificador.</p>
<p align="justify">Transitando por diferentes linguagens, Vera Reichert constrói narrativas visuais que capturam a fluidez, a transparência e a força simbólica da água. Sua obra não se limita à representação da paisagem, mas propõe uma experiência imersiva, na qual o espectador é convidado a perceber a água como elemento vital, matéria em constante mutação e metáfora das dinâmicas da própria existência. <span style="color: #222222;">Entre os destaques estão a</span><span style="color: #222222;">s</span><span style="color: #222222;"> instalaç</span><span style="color: #222222;">ões</span><span style="color: #222222;"> “Colunas D’água”, que dialoga com as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, e “Últimas Gotas”, composta por 30 torneiras com gotas de cristal, criando uma metáfora visual sobre a urgência da preservação dos recursos hídricos. Integra ainda a exposição o curta-metragem “Sete mares e uma paixão”, exibido pelo Canal Arte1, além de obras em </span><span style="color: #222222;"><i>backlight</i></span><span style="color: #222222;"> e esculturas espelhadas que ampliam a experiência imersiva do público.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #222222;">“Durante a visitação, o público </span><span style="color: #222222;"><span style="color: #222222;">também </span><span style="color: #222222;">vai encontrar fotografias subaquáticas em universos raros, escotilhas espelhadas, instalações que t</span><span style="color: #222222;">ensionam a</span><span style="color: #222222;"> abundância e </span><span style="color: #222222;">a </span><span style="color: #222222;">escassez, </span><span style="color: #222222;">além de superfícies de lagoas transformadas em composições circulares”, completa o gestor do Museu do Estado, Rinaldo Carvalho.</span></span><b> </b></p>
<p><b>SERVIÇO<br />
</b><span style="color: #222222;">Exposição </span><span style="color: #222222;"><i>Sobre </i></span><span style="color: #222222;"><i>á</i></span><span style="color: #222222;"><i>guas</i></span><span style="color: #222222;">, </span><span style="color: #222222;">de </span><span style="color: #222222;">Vera Reichert<br />
</span><span style="color: #222222;">Curadoria </span><span style="color: #222222;">de</span><span style="color: #222222;"> André Venzon<br />
</span>Local: Museu do Estado de Pernambuco | Avenida Rui Barbosa, 960; Graças, Recife-PE<br />
Abertura para convidados: 26 de março de 2026, às 19h<br />
<span style="color: #222222;">Visitação: 27 de março a 3 de maio </span><span style="color: #222222;">| Terça a sexta, de 9h às 17h; Sábados e domingos, das 14h às 17h<br />
</span>Entrada gratuita</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Instalação_Última-Gota_3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123377" alt="Instalação_Última Gota_3" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Instalação_Última-Gota_3-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div></div>
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		<title>&#8220;Visões Sonoras da Cidade&#8221; promove visita guiada acessível a pontos históricos do Centro do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 18:14:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Créditos: Icaro Benjamin Desenvolvido pela Com Acessibilidade Comunicacional e financiado pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura, o projeto Visões Sonoras da Cidades busca transformar paisagens urbanas do Recife em experiências narradas por meio da audiodescrição. Em sua segunda fase, a iniciativa promove, no dia 19 de março, uma visita guiada com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Visita-Guiada-da-primeira-edição-2024-Créditos-Icaro-Benjamin-2.jpg.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123251" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Visita-Guiada-da-primeira-edição-2024-Créditos-Icaro-Benjamin-2.jpg-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Créditos: Icaro Benjamin</p>
<p>Desenvolvido pela Com Acessibilidade Comunicacional e financiado pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura, o projeto <em>Visões Sonoras da Cidades</em> busca transformar paisagens urbanas do Recife em experiências narradas por meio da audiodescrição. Em sua segunda fase, a iniciativa promove, no dia 19 de março, uma visita guiada com recursos de acessibilidade e aberta ao público, a espaços históricos da capital.</p>
<p>O evento contará com audiodescrição ao vivo e simultânea, além de interpretação em Libras. Com saída marcada para às 14h, em frente ao Mercado de São José, o percurso segue para o Pátio do Terço, passa pelo Pátio de São Pedro e encerra no Parque de Esculturas Francisco Brennand. A atividade funcionará como um teste público, com o objetivo de avaliar as percepções e experiências dos participantes em relação às audiodescrições apresentadas ao longo do trajeto.</p>
<p>O projeto revela os cenários desses quatro locais para pessoas com deficiência visual e também para pessoas neurodivergentes, promovendo uma vivência mais sensorial e inclusiva da cidade.</p>
<p>&#8220;A ideia do projeto surgiu da convivência com pessoas cegas ou com baixa visão, e da percepção de que a relação com a cidade era auditiva e espacial, mas faltavam referências visuais. Com a audiodescrição, é possível traduzir o espaço em palavras, permitindo que diferentes públicos compreendam detalhes arquitetônicos como dimensões, cores, materiais, formas e estética. É um trabalho detalhado, que envolve visitas técnicas, pesquisa, elaboração de roteiro, revisão, gravação e edição&#8221;, explica a audiodescritora, idealizadora do Visões Sonoras da Cidade e diretora-executiva da Com Acessibilidade Comunicacional, Liliana Tavares.</p>
<p>O material produzido será armazenado no Youtube, disponibilizado em um QR Code hospedado no site da Com Acessibilidade Comunicacional e inserido nas placas dos pontos culturais contemplados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nova etapa do projeto Visões Sonoras da Cidade promove acessibilidade em mais locais do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 18:04:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foto: Icaro Benjamin/Divulgação Uma cidade em que todos os moradores e visitantes, incluindo pessoas com deficiência visual, possam vivenciar plenamente seus espaços, reconhecendo e ressignificando o entorno, com acessibilidade garantida e em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI). Essa é a missão do projeto Visões Sonoras da Cidade, que chega à sua segunda fase [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-02-at-14.56.35.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123202" alt="WhatsApp Image 2026-03-02 at 14.56.35" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-02-at-14.56.35-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Icaro Benjamin/Divulgação</p>
<p>Uma cidade em que todos os moradores e visitantes, incluindo pessoas com deficiência visual, possam vivenciar plenamente seus espaços, reconhecendo e ressignificando o entorno, com acessibilidade garantida e em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI). Essa é a missão do projeto Visões Sonoras da Cidade, que chega à sua segunda fase ampliando o acesso à paisagem urbana do Recife por meio da técnica de audiodescrição.</p>
<p>Desenvolvida pela empresa Com Acessibilidade Comunicacional e financiada pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio do edital Funcultura, a iniciativa promove acessibilidade em quatro novos pontos históricos e culturais da capital pernambucana: Pátio do Terço, Pátio de São Pedro, Mercado de São José e Parque de Esculturas Francisco Brennand. A proposta é revelar, através da palavra narrada, os cenários desses locais para pessoas com deficiência visual e para pessoas neurodivergentes, promovendo uma experiência mais inclusiva e sensorial da cidade.</p>
<p>A iniciativa realiza, no dia 19 de março, a partir das 14h, uma visita guiada aberta ao público com audiodescrição ao vivo e simultânea. A ação também contará com interpretação em Libras, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. O percurso terá início no Mercado de São José, seguirá para o Pátio do Terço, depois para o Pátio de São Pedro e encerrará no Parque de Esculturas. A atividade funcionará como um teste público, com o objetivo de avaliar as percepções e experiências dos participantes em relação às audiodescrições apresentadas ao longo do trajeto.</p>
<p>&#8220;A audiodescrição permite alcançar construções imagéticas a partir da narrativa, possibilitando que diferentes públicos compreendam detalhes arquitetônicos, espaciais e simbólicos dos ambientes urbanos. É um trabalho detalhado, que inclui visitas técnicas, pesquisa, tradução, elaboração de roteiro, revisão, gravação e edição. Para no final, construirmos &#8216;paisagens sonoras&#8217;, buscando aproximar pessoas cegas ou com baixa visão ao espaço descrito&#8221;, explica a audiodescritora, idealizadora do Visões Sonoras da Cidade e diretora-executiva da Com Acessibilidade Comunicacional, Liliana Tavares.</p>
<p><strong>Equipe multidisciplinar e inclusiva</strong></p>
<p>Na primeira fase, concluída em 2024, a ação produziu audiodescrições de seis paisagens emblemáticas da área central do Recife, entre elas a praça do Marco Zero, a Rua do Bom Jesus, a Torre Malakoff, o casario da Rua Aurora, a fachada do Teatro de Santa Isabel e a Praça da República. Todas já disponíveis gratuitamente no site da Com Acessibilidade Comunicacional.</p>
<p>Com uma equipe inclusiva e multidisciplinar, que conta com Michelle Alheiros, consultora de audiodescrição cega, e Mariana Hora, consultora de conteúdo surda, o trabalho realizado será armazenado no Youtube, disponibilizado em um QR Code hospedado no site da Com Acessibilidade Comunicacional e inserido nas placas dos pontos culturais. Além disso, o projeto também deve ser entregue para os gestores do equipamento público e para a Secretaria de Cultura.</p>
<p>&#8220;A paisagem também é uma forma de identidade, de se sentir pertencente ao local que se habita. Com o Visões Sonoras da Cidade 2, expandimos a nossa ação para que pessoas com deficiência possam experienciar a memória e a cultura da cidade. Além disso, deixamos um importante legado para a capital pernambucana, buscando posicioná-la como um exemplo de que a acessibilidade pode e deve ser considerada uma prioridade social pelo setor público&#8221;, finaliza Liliana Tavares.</p>
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		<title>Casa da Cultura celebra o Carnaval como tradição, cultura popular e acesso gratuito</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 19:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já é tradição: quando o Carnaval se aproxima, a Casa da Cultura entra no ritmo do frevo e reafirma seu papel como espaço de valorização da cultura popular e de democratização do acesso às manifestações culturais. Entre os dias 10 e 13 de fevereiro, o equipamento gerido pelo Governo do Estado através da Fundarpe recebe uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/silla-cadengue-2.jpg-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122862" alt="Foto: Silla Cadengue/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/silla-cadengue-2.jpg-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Já é tradição: quando o Carnaval se aproxima, a Casa da Cultura entra no ritmo do frevo e reafirma seu papel como espaço de valorização da cultura popular e de democratização do acesso às manifestações culturais. Entre os dias 10 e 13 de fevereiro, o equipamento gerido pelo Governo do Estado através da Fundarpe recebe uma programação gratuita que reúne blocos históricos, orquestras, feira de brechós e ações que conectam memória, festa e ocupação cultural.</p>
<p>A programação musical acontece de 11 a 13 de fevereiro, sempre a partir das 14h, com apresentações que evocam o Carnaval de rua e os símbolos mais vivos da festa pernambucana. Na quarta-feira (11/02), se apresentam o Bloco Carnavalesco Misto Pierrot de São José, às 14h, seguido da WK Orquestra, às 15h. Na quinta-feira (12/02), é a vez do Bloco Carnavalesco Misto Batutas de São José, às 14h, e da Orquestra Itinerante 100% Mulher, às 15h. Já na sexta-feira (13/02), o público confere a Troça Carnavalesca Mista Verdureiras de São José, às 14h, e a Orquestra Caxangá, às 15h.</p>
<p>De acordo com Priscila Marques, superintendente de Equipamentos Culturais da Fundarpe, o Carnaval da Casa da Cultura reforça a vocação do espaço como território vivo da cultura pernambucana. “A Casa da Cultura já construiu uma relação muito forte com o Carnaval. Receber blocos, orquestras e iniciativas populares, com acesso totalmente gratuito, é uma forma de fortalecer nossas tradições e garantir que a cultura esteja ao alcance de todos”, destaca.</p>
<p>Além da música e dos blocos, a Casa da Cultura também celebra o Carnaval com opções para quem quer se preparar para a folia. Entre os dias 10, 11 e 12 de fevereiro, das 10h às 17h, o Anfiteatro (área externa) recebe o Dia do Desapego + Feira de Brechós – Edição Carnaval, em parceria com a Aurora Collab, com venda de roupas e acessórios a preços acessíveis. A iniciativa amplia o caráter inclusivo da programação e reforça o espaço como ponto de encontro entre cultura, consumo consciente e festa.</p>
<p>Com entrada gratuita em todas as atividades, a Casa da Cultura reafirma, mais uma vez, seu compromisso com o fortalecimento da cultura popular, a democratização do acesso e a celebração de um Carnaval plural, vivo e profundamente conectado às tradições de Pernambuco.</p>
<p><strong>Sobre a Casa da Cultura</strong> &#8211; Localizada às margens do Rio Capibaribe, a Casa da Cultura Luiz Gonzaga é um dos maiores polos de comercialização de artesanato do Recife e um dos cartões postais do Estado, gerida pelo Governo do Estado através da Fundarpe. O imponente prédio em que está instalada foi construído para abrigar a antiga Casa de Detenção do Recife, que permaneceu por mais de um século como a mais importante penitenciária de Pernambuco. Hoje as antigas celas são ocupadas por lojas, associações culturais e lanchonetes.</p>
<p>Inaugurada no dia 25 de abril de 1855, a antiga Casa de Detenção do Recife é uma das maiores edificações do século 19, localizada próximo a duas expressivas obras desse século: a Estação Ferroviária do Recife e a Ponte 6 de Março (mais conhecida como Ponte Velha). A Casa da Cultura abriga ainda dois painéis do pintor pernambucano Cícero Dias, que representam a Revoluções Pernambucanas de 1817 e 1824.</p>
<p><strong>Programação de Carnaval da Casa da Cultura<br />
Entrada gratuita</strong></p>
<p>11/02 – Quarta-feira<br />
14h – Bloco Carnavalesco Misto Pierrot de São José<br />
15h – WK Orquestra</p>
<p>12/02 – Quinta-feira<br />
14h – Bloco Carnavalesco Misto Batutas de São José<br />
15h – Orquestra Itinerante 100% Mulher</p>
<p>13/02 – Sexta-feira<br />
14h – Troça Carnavalesca Mista Verdureiras de São José<br />
15h – Orquestra Caxangá</p>
<p>Dia do Desapego + Feira de Brechós – Edição Carnaval<br />
10, 11 e 12/02<br />
10h às 17h<br />
Anfiteatro (área externa da Casa da Cultura)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cinema São Luiz e Espaço Pasárgada ganham as ruas com blocos que unem cinema, poesia e frevo neste fim de semana</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 18:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
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		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[O agente secreto]]></category>
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		<description><![CDATA[O Carnaval de Pernambuco também nasce dentro dos equipamentos culturais e, neste fim de semana, ele atravessa portas, calçadas e rios para ocupar o Centro do Recife com dois blocos que transformam memória e arte em cortejo. Pela primeira vez, o Cinema São Luiz ganha seu próprio desfile carnavalesco, enquanto o tradicional Bacanal do Bandeira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122784" aria-labelledby="figcaption_attachment_122784" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/ Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/52681403584_3845e7972c_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-122784" alt="Foto: Jan Ribeiro/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/02/52681403584_3845e7972c_b-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Bacanal do Bandeira já é tradição</p></div>
<p dir="ltr">O Carnaval de Pernambuco também nasce dentro dos equipamentos culturais e, neste fim de semana, ele atravessa portas, calçadas e rios para ocupar o Centro do Recife com dois blocos que transformam memória e arte em cortejo. Pela primeira vez, o Cinema São Luiz ganha seu próprio desfile carnavalesco, enquanto o tradicional Bacanal do Bandeira celebra 14 anos levando poesia, frevo e literatura para as ruas da Boa Vista.</p>
<p dir="ltr">Na sexta-feira (6), a partir das 16h, a Troça Carnavalesca Mista Bacanal do Bandeira concentra foliões em frente ao Espaço Pasárgada, casa onde o poeta Manuel Bandeira morou quando criança. Criado em 2012, o bloco se consolidou como um dos cortejos mais singulares do Carnaval recifense ao propor uma experiência que mistura música e literatura em plena rua.</p>
<p dir="ltr">O desfile segue pelas vias do Centro, passando pela Rua da União, Rua Princesa Isabel e Rua da Aurora, com parada simbólica nas imediações da escultura de Manuel Bandeira, às margens do Capibaribe. Ao longo do percurso, o bloco promove intervenções poéticas com declamações de textos do próprio poeta homenageado e de outros autores brasileiros, reafirmando o diálogo entre Carnaval e produção literária.</p>
<p dir="ltr">A condução musical do cortejo fica por conta da Orquestra Maestro Carlos, referência do frevo de rua em Pernambuco. Com trajetória iniciada nos anos 1990, Carlos Rodrigues da Silva soma 30 anos à frente da orquestra do Homem da Meia-Noite e apresentações internacionais que ajudaram a difundir o frevo pelo mundo. O Bacanal também contará com a participação do Sarau Diversos, coletivo cultural criado em 2022 que reúne poetas, músicos, performers, bailarinos e artistas visuais, além da Cia Brasil por Dança, que incorpora a linguagem corporal à celebração, reforçando o encontro entre diferentes expressões artísticas.</p>
<p dir="ltr"><strong>Cinema também é Carnaval</strong> &#8211; Já no domingo (8), o Cinema São Luiz estreia seu primeiro bloco carnavalesco, ampliando a presença do equipamento cultural nas manifestações populares de rua. A concentração acontece às 14h, na via lateral do cinema, com saída prevista para às 15h, acompanhada pela Pitombeira dos Quatro Cantos, Patrimônio Vivo de Pernambuco. O cortejo segue em direção ao Caranguejo da Aurora, conectando o imaginário cinematográfico ao movimento coletivo do Carnaval.</p>
<p dir="ltr">Para o curador e programador do Cinema São Luiz, Pedro Severien, a criação do bloco representa a extensão simbólica do próprio papel do espaço cultural. “O São Luiz sempre foi um território de encontro e imaginação. O bloco nasce justamente dessa ideia de mobilizar a cultura para as ruas e reafirmar que o cinema também dialoga com a cidade, com o rio, com a calçada e com a experiência coletiva. O Carnaval, de certa forma, também é cinematográfico: é uma grande imagem em movimento, com trilha sonora, personagens e narrativas que se constroem no improviso”, destaca.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa também cria conexões com o universo do audiovisual pernambucano contemporâneo, dialogando com produções recentes que exploram a relação entre cidade, memória e identidade cultural. Nessa mesma direção, o encontro entre o cinema e a Pitombeira estabelece uma ponte direta com o filme O Agente Secreto, obra que dialoga com o imaginário carnavalesco e com a presença das manifestações populares como expressão da identidade urbana e cultural do Recife. Ao desfilar ao lado da Pitombeira, o São Luiz transforma em experiência coletiva aquilo que o cinema constrói em imagem e narrativa.</p>
<p dir="ltr">Com propostas distintas, mas complementares, os dois blocos reafirmam o papel dos equipamentos culturais como espaços vivos, que extrapolam seus muros e participam ativamente da construção das manifestações populares do Estado. Ao ocupar as ruas, Pasárgada e São Luiz celebram o Carnaval como território de encontro entre linguagens, tempos históricos e formas coletivas de criação.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/CinemaSãoLuiz.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114221" alt="Janaína Pepeu/Secom" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/CinemaSãoLuiz-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<item>
		<title>Museu do Estado de Pernambuco abre exposição que revisita a efervescência dos anos 1990</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 18:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[anos 90]]></category>
		<category><![CDATA[arte brasileira]]></category>
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		<category><![CDATA[Museu do Estado de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[pintura]]></category>

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		<description><![CDATA[Comprar CD e ouvir no walkman, rebobinar fita VHS antes de devolver na locadora, combinar encontros sem Google Maps, passar horas conversando ao telefone fixo ou na mesa do bar. Movimento Mangue, salões de arte, exposições coletivas improvisadas, crise econômica e explosão criativa. Isso é bem anos 90! — e é justamente esse espírito que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55066480257_dc821c3f56_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122718" alt="Foto: Valentine Herold" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55066480257_dc821c3f56_k-607x439.jpg" width="607" height="439" /></a></p>
<p dir="ltr">
Comprar CD e ouvir no walkman, rebobinar fita VHS antes de devolver na locadora, combinar encontros sem Google Maps, passar horas conversando ao telefone fixo ou na mesa do bar. Movimento Mangue, salões de arte, exposições coletivas improvisadas, crise econômica e explosão criativa. Isso é bem anos 90! — e é justamente esse espírito que o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) convoca o público a revisitar na exposição homônima aberta nesta terça-feira (28), no Hall Cícero Dias.</p>
<p dir="ltr">Com obras que integram o acervo do próprio museu, mas que estão reunidas de forma inédita, a mostra propõe uma viagem pela década de 1990 em Pernambuco, período marcado por paradoxos: instabilidade econômica, transformações políticas no pós-redemocratização e, ao mesmo tempo, uma efervescência cultural que reposicionou o Estado no mapa artístico brasileiro. A exposição tem curadoria do diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, junto ao artista plástico Márcio Almeida, reunindo obras de artistas que já atuavam naquele contexto, muitos deles premiados nos Salões de Arte de Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">Nas artes visuais, os anos 90 representaram um momento de transição decisiva. Pernambuco ainda dialogava fortemente com seu legado modernista, tendo nomes como Cícero Dias, Lula Cardoso Ayres e Abelardo da Hora como referências estruturantes, enquanto uma nova geração buscava romper com narrativas consagradas e se aproximar de questões contemporâneas como identidade, urbanização, violência e memória. O período marca o início mais consistente da arte contemporânea no Estado, com o surgimento de linguagens híbridas que misturavam pintura, instalação, fotografia e performance.</p>
<p dir="ltr">Instituições como o Mepe tiveram papel fundamental na legitimação e difusão dessas produções, ao mesmo tempo em que iniciativas independentes, ocupações artísticas e exposições coletivas ampliaram o debate estético e político. O Recife começava a se afirmar como um polo de experimentação no Nordeste, articulando tradição regional e discurso contemporâneo.</p>
<p dir="ltr">Esse mesmo impulso de reinvenção atravessava a música e essa forte relação entre as duas linguagens artísticas também se faz presente na exposiação. Nos anos 90, o surgimento do Movimento Manguebeat colocou o Recife no centro da cena musical brasileira e internacional. Liderado por nomes como Chico Science &amp; Nação Zumbi, Mundo Livre S/A e Mestre Ambrósio, o Manguebeat propôs uma fusão ousada entre ritmos tradicionais — maracatu, coco, ciranda, embolada — e influências globais como rock, hip hop, funk e música eletrônica. O mangue, símbolo do ecossistema recifense, tornou-se metáfora de diversidade, fertilidade cultural e resistência.</p>
<p dir="ltr">Ao revisitar esse período, “Isso é bem anos 90!” evidencia um legado que ultrapassa a década. Ao final dos anos 1990, Pernambuco havia consolidado uma identidade cultural mais afirmada, conectada ao mundo e profundamente enraizada em suas tradições. Participam da exposição, entre outros, os artistas José Patrício, Rodrigo Braga, Betânia Corrêa de Araújo, José Paulo, Dantas Suassuna, Romero Andrade, Lorani e Gil Vicente.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço</strong><br />
Exposição: Isso é bem anos 90!<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças)<br />
Em cartaz até 28 de fevereiro<br />
Entrada gratuita<br />
Terça a sexta: 9h às 17h<br />
Sábados e domingos: 14h às 17h</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067634294_94883fedb5_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122728" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067634294_94883fedb5_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067571353_4104a1f2f4_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122722" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067571353_4104a1f2f4_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067742820_38a1af3f57_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122721" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067742820_38a1af3f57_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743395_66646f455f_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122719" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743395_66646f455f_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743310_7b11a26bcd_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122729" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743310_7b11a26bcd_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743430_ec2c7f6be5_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-122727" alt="Foto: Valentine Herold/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/55067743430_ec2c7f6be5_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Theatro Cinema Guarany retoma programação semanal com estreia de O Agente Secreto</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/theatro-cinema-guarany-retoma-programacao-semanal-com-estreia-de-o-agente-secreto/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 20:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=122462</guid>
		<description><![CDATA[O acesso à sétima arte, com programação semanal de filmes para todos os públicos, volta a fazer parte da rotina do centenário Theatro Cinema Guarany, localizado em Triunfo, no Sertão do Pajeú. O equipamento cultural gerido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), estreia sua programação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122470" aria-labelledby="figcaption_attachment_122470" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Eduardo-Cunha_Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-122470" alt="Eduardo Cunha/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Eduardo-Cunha_Secult-PE-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Inaugurado em 1922, o Cine Theatro Guarany é um dos marcos do patrimônio cultural do Sertão de Pernambuco e símbolo da vida cultural de Triunfo</p></div>
<p dir="ltr">O acesso à sétima arte, com programação semanal de filmes para todos os públicos, volta a fazer parte da rotina do centenário Theatro Cinema Guarany, localizado em Triunfo, no Sertão do Pajeú. O equipamento cultural gerido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), estreia sua programação semanal, nesta quinta-feira (8), às 19h30, com a exibição de O Agente Secreto (2025), mais recente longa-metragem de Kleber Mendonça Filho.</p>
<p dir="ltr">A sessão inaugura uma nova fase do equipamento histórico, que passa a oferecer exibições regulares ao longo do ano, integrando o Theatro Cinema Guarany ao ecossistema cultural do Sertão do Pajeú.</p>
<div id="attachment_122472" aria-labelledby="figcaption_attachment_122472" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cinema Scopio/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/O-Agente-Secreto_CinemaScopio_Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-122472" alt="Cinema Scopio/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/O-Agente-Secreto_CinemaScopio_Divulgação-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Programação semanal do Theatro Cinema Guarany vai começar com sessão do filme O Agente Secreto, de Kléber Mendonça Filho</p></div>
<p dir="ltr">“A retomada do Theatro Cinema Guarany acontece após três anos de investimentos do Governo de Pernambuco em melhorias na área de acessibilidade, segurança e equipamentos técnicos de ponta. Hoje o Guarany conta com uma plataforma de acessibilidade, sistema de climatização e equipamento de cinema de última geração para oferecer uma experiência única”, destaca o administrador do equipamento cultural, Bruno Santana.</p>
<p dir="ltr">Por ser a única sala de cinema de Triunfo, o Theatro Cinema Guarany assume um papel estratégico na democratização do acesso ao audiovisual. “A ideia da curadoria de filmes é priorizar o melhor do cinema popular brasileiro, sem abrir mão das produções contemporâneas, com o intuito de mobilizar pessoas de todas as faixas etárias e grupos sociais”, explica Pedro Severien, curador da programação de filmes do Guarany e do Cinema São Luiz, no Recife.</p>
<div id="attachment_122465" aria-labelledby="figcaption_attachment_122465" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho_Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-122465" alt="Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho_Secult-PE-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As intervenções realizadas pela Fundarpe no Theatro Cinema Guarany contaram com investimento na ordem de R$ 1,5 milhão</p></div>
<p dir="ltr"><strong>PROGRAMAÇÃO -</strong> Após a sessão de abertura com O Agente Secreto, a programação segue em Triunfo, até domingo (11), com títulos nacionais lançados no ano passado. Na sexta-feira (9), às 19h30, o público poderá conferir O Último Azul (2025), de Gabriel Mascaro. No sábado (10), às 19h, é a vez de Luiz Gonzaga – Légua Tirana (2025), de Diogo Fontes e Marcos Carvalho. No domingo (11), a agenda começa às 14h,  com a volta de Luiz Gonzaga – Légua Tirana e de O Agente Secreto à tela em nova sessão, às 16h30.</p>
<div id="attachment_122473" aria-labelledby="figcaption_attachment_122473" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/O-Último-Azul_Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-122473" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/O-Último-Azul_Divulgação-607x331.jpg" width="607" height="331" /></a><p class="wp-caption-text">Outro filme que fará parte da programação da semana é O Último Azul, de Gabriel Mascaro</p></div>
<p dir="ltr">Além das exibições regulares, o Theatro Cinema Guarany estará aberto para acolher mostras, festivais, sessões especiais e atividades formativas, incentivando a participação dos realizadores locais na construção da programação. A iniciativa fortalece o audiovisual sertanejo e reafirma o cinema como espaço público de encontro, reflexão crítica e valorização da cultura brasileira.</p>
<div id="attachment_122471" aria-labelledby="figcaption_attachment_122471" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">O2-Play/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Luiz-Gonzaga-Légua-Tirana_O2-Play_Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-122471" alt="O2-Play/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Luiz-Gonzaga-Légua-Tirana_O2-Play_Divulgação-607x331.jpg" width="607" height="331" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Gonzaga &#8211; Légua Tirana, de Diogo Fontes e Marcos Carvalho, também compõe a programação</p></div>
<p dir="ltr"><strong>GUARANY REQUALIFICADO -</strong> A retomada da programação no Theatro Cinema Guarany é resultado direto da requalificação realizada pela Fundarpe nos últimos três anos, com investimentos na ordem de R$1,5 milhão.</p>
<p dir="ltr">Uma das mudanças é o novo sistema de projeção e som (projetor 4K, tela retrátil, e som 5.1), do equipamento cultural, que passa a oferecer ao público local sessões com alta qualidade. Além disso, o Guarany recebeu adaptações acessíveis nos banheiros e uma plataforma elevatória com acesso ao piso superior, onde fica a sala de exibição, além de nova tela e cortina.</p>
<div id="attachment_122469" aria-labelledby="figcaption_attachment_122469" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Eduardo-Cunha_Secult-PE-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-122469" alt="Eduardo Cunha/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Eduardo-Cunha_Secult-PE-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Theatro Cinema Guarany é considerado peça central da programação do festival e da dinâmica cultural do município, funcionando como espaço contínuo de exibição, formação e difusão cultural</p></div>
<p dir="ltr"><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<em>Programação do Theatro Cinema Guarany</em><br />
<strong>Endereço:</strong> Praça Carolino Campos, s/nº, Centro, Triunfo – PE<br />
<strong>Entrada:</strong> R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)<br />
<strong>Mais informações:</strong> (87) 3846-2919 | theatrocinemaguarany@gmail.com</p>
<p><strong>Quinta (8/01)</strong><br />
19h30 – O Agente Secreto</p>
<p dir="ltr"><strong>Sexta (9/01)</strong><br />
19h30 – O Último Azul</p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado (10/01)</strong><br />
19h – Luiz Gonzaga &#8211; Légua Tirana</p>
<p dir="ltr"><strong>Domingo (11/01)</strong><br />
14h – Luiz Gonzaga &#8211; Légua Tirana<br />
16h30 – O Agente Secreto</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fundarpe divulga abre e fecha dos equipamentos culturais no fim de ano</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fundarpe-divulga-abre-e-fecha-dos-equipamentos-culturais-no-fim-de-ano/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/fundarpe-divulga-abre-e-fecha-dos-equipamentos-culturais-no-fim-de-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 20:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Em razão das festividades de fim de ano, alguns equipamentos culturais administrados pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), terão o funcionamento alterado. As mudanças ocorrem em função do ponto facultativo decretado pelo Governo do Estado para os dias 24, 26 e 31 de dezembro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_120526" aria-labelledby="figcaption_attachment_120526" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Costa Cunha/ Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Cinema-São-Luiz-Eduardo-Costa-Cunha-Secult-PE-Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-120526" alt="Eduardo Costa Cunha/ Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Cinema-São-Luiz-Eduardo-Costa-Cunha-Secult-PE-Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Cinema São Luiz mantém a programação cinematográfica no último fim de semana do ano, com sessões entre os dias 27 e 28 de dezembro</p></div>
<p>Em razão das festividades de fim de ano, alguns equipamentos culturais administrados pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), terão o funcionamento alterado. As mudanças ocorrem em função do ponto facultativo decretado pelo Governo do Estado para os dias 24, 26 e 31 de dezembro e 2 de janeiro.</p>
<p>O funcionamento será alterado em espaços como a Torre Malakoff, o Espaço Pasárgada, o Museu do Estado de Pernambuco, o Museu Regional de Olinda, o Museu de Arte Sacra de Pernambuco, a Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus e o Theatro Cinema Guarany.</p>
<div id="attachment_122383" aria-labelledby="figcaption_attachment_122383" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto_Secult-PE_Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Casa-da-Cultura_Foto-de-Costa-Neto_Secult-PE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-122383" alt="Costa Neto_Secult-PE_Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Casa-da-Cultura_Foto-de-Costa-Neto_Secult-PE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Casa da Cultura abre excepcionalmente nos dias 24 e 31 de dezembro, das 9h às 16h, reunindo produtos do artesanato pernambucano</p></div>
<p>Já para quem deixou as compras de Natal para a última hora, a Casa da Cultura, no Recife, funciona como alternativa. O equipamento abre excepcionalmente nos dias 24 e 31 de dezembro, das 9h às 16h, reunindo produtos do artesanato pernambucano. O espaço estará fechado nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro.</p>
<p>O Cinema São Luiz mantém a programação cinematográfica no último fim de semana do ano, com sessões entre os dias 27 e 28 de dezembro. A agenda reúne produções nacionais e internacionais, incluindo exibições gratuitas e ingressos a preços populares. Estarão em cartaz: &#8220;O Agente Secreto&#8221;, &#8220;Recife Assombrado 2&#8243;, &#8220;O Último Azul&#8221; e &#8220;Lancelot do Lago&#8221;.</p>
<div id="attachment_122380" aria-labelledby="figcaption_attachment_122380" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Najara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Torre-Malakoff_Foto-de-Morgana-Najara__Secult-PE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-122380" alt="Morgana Najara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Torre-Malakoff_Foto-de-Morgana-Najara__Secult-PE_Fundarpe-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A Torre Malakoff é um dos equipamentos culturais que terá seu funcionamento alterado neste final de ano</p></div>
<p>O Museu de Arte Contemporânea (MAC) e a Estação Central Capiba – Museu do Trem permanecem fechados para obras de requalificação. Já o Teatro Arraial Ariano Suassuna segue sem funcionamento no período por não contar com programação prevista.</p>
<p><strong>Confira o abre e fecha dos equipamentos culturais da Fundarpe neste final de ano</strong></p>
<p><strong>Casa da Cultura<br />
</strong>Cais da Detenção, s/nº, Santo Antônio, Recife – PE<br />
Funcionamento no fim de ano: 24 e 31 de dezembro, das 9h às 16h<br />
Fechado: 25 de dezembro e 1º de janeiro<br />
Entrada: gratuita</p>
<p><strong>Cinema São Luiz<br />
</strong>Rua da Aurora, 175, Boa Vista, Recife – PE<br />
Telefone: (81) 3184-3157<br />
Entrada: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia) | Terças-feiras: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)</p>
<p><strong>Sábado (27)<br />
</strong>14h – Lancelot do Lago (Drama / Fantasia / Ação, França, 14 anos, 85 min., 1974, gratuito)<br />
16h – Recife Assombrado 2 – A Maldição de Branca Dias (Terror, Brasil, 14 anos, 110 min., 2025)<br />
18h30 – O Agente Secreto (Drama/Thriller, Brasil, 16 anos, 158 min., 2025)</p>
<p><strong>Domingo (28)<br />
</strong>11h – O Agente Secreto (Drama/Thriller, Brasil, 16 anos, 158 min., 2025)<br />
14h15 – Recife Assombrado 2 – A Maldição de Branca Dias (Terror, Brasil, 14 anos, 110 min., 2025)<br />
16h30 – O Último Azul (Drama, Brasil, 86’, 14 anos, 2025)</p>
<p><strong>Espaço Pasárgada<br />
</strong>Rua da União, 263, Boa Vista, Recife – PE<br />
Funcionamento no fim de ano: aberto nos dias 29 e 30 de dezembro<br />
Fechado: 24, 25, 26 e 31 de dezembro; 1º e 2 de janeiro<br />
Entrada: gratuita</p>
<p><strong>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)<br />
</strong>Av. Rui Barbosa, s/nº, Graças, Recife – PE<br />
Funcionamento no fim de ano: aberto nos dias 27 e 28 de dezembro; 3 e 4 de janeiro<br />
Fechado: 24, 25, 26 e 31 de dezembro; 1º e 2 de janeiro<br />
Entrada: gratuita</p>
<p><strong>Observatório Torre Malakoff<br />
</strong>Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife, Recife – PE<br />
Funcionamento no fim de ano: aberto nos dias 26 de dezembro e 2 de janeiro<br />
Fechado: 24, 25 e 31 de dezembro; 1º de janeiro<br />
Entrada: gratuita</p>
<p><strong>Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE)<br />
</strong>Rua Bispo Coutinho, 726, Alto da Sé, Olinda – PE<br />
Funcionamento no fim de ano: aberto nos dias 27 e 28 de dezembro; 3 e 4 de janeiro<br />
Fechado: 24, 25, 26 e 31 de dezembro; 1º e 2 de janeiro<br />
Entrada: R$ 5</p>
<p><strong>Museu Regional de Olinda (MUREO)<br />
</strong>Rua do Amparo, 128, Amparo, Olinda – PE<br />
Funcionamento no fim de ano: aberto nos dias 26 de dezembro e 2 de janeiro<br />
Fechado: 24, 25 e 31 de dezembro; 1º de janeiro<br />
Entrada: R$ 2</p>
<p><strong>Casa de Câmara e Cadeia<br />
</strong>Rua Maestro Tomás de A. Maciel, Centro, Brejo da Madre de Deus – PE<br />
Funcionamento no fim de ano: aberto nos dias 26 de dezembro e 2 de janeiro<br />
Fechado: 24, 25 e 31 de dezembro; 1º de janeiro<br />
Entrada: gratuita</p>
<p><strong>Theatro Cinema Guarany<br />
</strong>Praça Carolino Campos, s/nº, Centro, Triunfo – PE<br />
Funcionamento no fim de ano: abre no dia 24 de dezembro<br />
Fechado: de 25 de dezembro a 4 de janeiro<br />
Entrada: gratuita</p>
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		<title>Theatro Cinema Guarany agora conta com acessibilidade e novo sistema de som e projeção de alta qualidade</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/theatro-cinema-guarany-agora-conta-com-acessibilidade-e-novo-sistema-de-som-e-projecao-de-alta-qualidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 19:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[theatro cinema guarany]]></category>
		<category><![CDATA[Triunfo]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais do que retomar o funcionamento regular, o Theatro Cinema Guarany, no município de Triunfo, no Sertão do Pajeú, passa a cumprir plenamente sua função pública: ser acessível e operar com alta qualidade técnica. Esse novo capítulo da história do centenário equipamento cultural começou a ser vivido durante a realização do 16º Festival de Cinema [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122367" aria-labelledby="figcaption_attachment_122367" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Cunha/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Eduardo-Cunha_Secut-PE_Fundarpe-3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122367" alt="Eduardo Cunha/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Eduardo-Cunha_Secut-PE_Fundarpe-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Localizado na Praça Carolino Campos, no Centro de Triunfo, o edifício é tombado pelo Estado desde 1988.</p></div>
<p>Mais do que retomar o funcionamento regular, o Theatro Cinema Guarany, no município de Triunfo, no Sertão do Pajeú, passa a cumprir plenamente sua função pública: ser acessível e operar com alta qualidade técnica. Esse novo capítulo da história do centenário equipamento cultural começou a ser vivido durante a realização do 16º Festival de Cinema de Triunfo, quando moradores, turistas e artistas voltaram a ocupar o espaço após um conjunto de intervenções realizadas pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A partir de janeiro, o Guarany retoma sua programação regular, com exibição semanal de filmes.</p>
<p>Localizado na Praça Carolino Campos, no Centro de Triunfo, o edifício é tombado pelo Estado desde 1988. Inaugurado em 1922, é um marco do patrimônio cultural do Sertão pernambucano e símbolo da vida cultural do município. Com a entrega da Fundarpe, o Theatro Cinema Guarany passa a operar como um cinema de alto padrão técnico, acessível e preparado para funcionar em nível compatível com grandes salas do país, ampliando o acesso democrático à cultura no interior do Estado.</p>
<div id="attachment_122375" aria-labelledby="figcaption_attachment_122375" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho-5.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122375" alt="Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho-5-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com a entrega da Fundarpe, o Theatro Cinema Guarany passa a operar como um cinema de alto padrão técnico, acessível e com equipamento de som e projeção de alta qualidade</p></div>
<p>Para Priscilla Marques, Superintendente de Equipamentos Culturais da Fundarpe, a reabertura representa uma mudança estrutural no funcionamento do espaço. “Durante o 16º Festival de Cinema de Triunfo, o Guarany voltou a receber o público após um período de requalificação. Hoje contamos com plataforma de acessibilidade, banheiro adaptado, sistema de cinema de última geração, com projetor 4K e tela retrátil, novos equipamentos de iluminação e vestimentas cênicas, além de uma sala climatizada e de uma equipe comprometida com o funcionamento pleno do espaço”, ressalta.</p>
<p><strong>ACESSÍVEL PARA TODOS -</strong> Somadas todas as intervenções, o investimento estadual no Theatro Cinema Guarany foi da ordem de R$1,5 milhão. Com R$452 mil, foram implantadas adaptações acessíveis nos banheiros e instalada uma plataforma elevatória com acesso ao piso superior, onde fica a sala de exibição. Ao longo da última semana, pessoas idosas, visitantes com mobilidade reduzida e moradores que há anos não conseguiam acessar o espaço passaram a circular pelo Guarany com autonomia, utilizando os novos recursos de acessibilidade.</p>
<div id="attachment_122373" aria-labelledby="figcaption_attachment_122373" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho-7.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122373" alt="Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho-7-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ao longo da última semana, pessoas idosas, visitantes com mobilidade reduzida e moradores que há anos não conseguiam acessar o espaço passaram a circular pelo Guarany com autonomia, utilizando os novos recursos de acessibilidade</p></div>
<p>Entre as vozes que dão dimensão simbólica a esse momento está Diana Rodrigues, historiadora e reconhecida guardiã da memória do Theatro Cinema Guarany, que utilizou o elevador durante o festival. Moradora em frente ao equipamento cultural, ela acompanha de perto a história e as transformações do espaço ao longo das últimas décadas.</p>
<p>“Preservar um patrimônio não é só cuidar das paredes. É garantir que as pessoas possam entrar, circular e se reconhecer nesse lugar. Ver o nosso centenário Guarany acessível, vivo e tecnicamente qualificado é ver a história de Triunfo seguir adiante, de portas abertas para quem quiser vivê-la”, celebrou Diana.</p>
<div id="attachment_122371" aria-labelledby="figcaption_attachment_122371" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122371" alt="Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;O elevador permite que qualquer pessoa, inclusive idosos e cadeirantes, acesse o espaço com dignidade&#8221;, comentou o Mestre Teco de Agamenon</p></div>
<p>Quem também utilizou as adaptações foi o Mestre Teco de Agamenon, dramaturgo e referência cultural da cidade, que subiu pela primeira vez ao palco do Theatro Cinema Guarany em 1965, somando seis décadas de história vivida no local.</p>
<p>“Hoje vejo o Guarany viver algo raro: um equipamento cultural centenário com acessibilidade plena. O elevador permite que qualquer pessoa, inclusive idosos e cadeirantes, acesse o espaço com dignidade. Isso não é comum nem em equipamentos mais novos. Este patrimônio atravessou um século e segue vivo, atualizado e acessível. É motivo de orgulho para Triunfo e para Pernambuco”, afirmou.</p>
<div id="attachment_122374" aria-labelledby="figcaption_attachment_122374" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho-6.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122374" alt="Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Guarany recebeu da Fundarpe um novo sistema de cinema, com investimento superior a R$ 1 milhão.</p></div>
<p><strong>EQUIPAMENTOS DE PRIMEIRA</strong> &#8211; Paralelamente às intervenções estruturais, o Theatro Cinema Guarany recebeu um novo sistema de cinema, com investimento superior a R$ 1 milhão. O conjunto tecnológico inclui projetor a laser com resolução 4K, tela retrátil, sistema de som 5.1, base play compatível e novos equipamentos de iluminação cênica, elevando o padrão técnico do espaço e ampliando sua capacidade de receber sessões de cinema, espetáculos e eventos culturais de diferentes formatos.</p>
<p>A modernização técnica e a requalificação estrutural também fortalecem o uso contínuo do equipamento ao longo do ano, consolidando sua função como sala regular de cinema no interior do Estado. Em janeiro de 2026, o Guarany retoma sua programação permanente, reafirmando seu papel como polo cultural e afetivo do Sertão pernambucano.</p>
<div id="attachment_122369" aria-labelledby="figcaption_attachment_122369" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho-3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122369" alt="Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em janeiro de 2026, o Guarany retoma sua programação permanente, reafirmando seu papel como polo cultural e afetivo do Sertão pernambucano</p></div>
<p>“A partir de janeiro, assumo a programação do Theatro Cinema Guarany, que volta a ter sessões regulares de cinema. A proposta é estabelecer uma agenda semanal contínua, dialogando com o público local e ampliando o acesso ao cinema para além do período do festival”, explica Pedro Severien, programador do Cinema São Luiz e do Theatro Cinema Guarany.</p>
<div id="attachment_122370" aria-labelledby="figcaption_attachment_122370" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho-4.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122370" alt="Juana Carvalho/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Theatro-Cinema-Guarany_Foto-de-Juana-Carvalho-4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“O sistema instalado é de última geração e do mesmo nível das grandes salas do país. Trazer esse padrão para Triunfo, no Sertão do Pajeú, é extremamente significativo&#8221;, opinou Arthur Abdon, projecionista do Cinema São Luiz e do Festival de Cinema de Triunfo</p></div>
<p>Para Arthur Abdon, projecionista do Festival de Cinema de Triunfo e do Cinema São Luiz, o equipamento vive um novo momento do ponto de vista técnico. “O sistema instalado é de última geração e do mesmo nível das grandes salas do país. Trazer esse padrão para Triunfo, no Sertão do Pajeú, é extremamente significativo. O Guarany passa a exibir produções nacionais e internacionais com excelência técnica, qualificando a experiência do público e fortalecendo seu papel como referência cultural”, destaca.</p>
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