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	<title>Portal Cultura PE &#187; Lei Aldir Blanc</title>
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		<title>Maracatu de baque solto chega pela primeira vez a aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 19:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Hugo Muniz/Divulgação Caboclos de lança com golas bordadas, reis e rainhas, damas do paço, baianas, mateus e catita prometem levantar poeira e fazer história em maio. Pela primeira vez, aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco recebem o maracatu de baque solto. O responsável pela circulação é o Maracatu Estrela Brilhante, de Nazaré da Mata, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-16.26.13.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123629" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-23-at-16.26.13-607x390.jpeg" width="607" height="390" /></a><br />
Foto: Hugo Muniz/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Caboclos de lança com golas bordadas, reis e rainhas, damas do paço, baianas, mateus e catita prometem levantar poeira e fazer história em maio. Pela primeira vez, aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco recebem o maracatu de baque solto. O responsável pela circulação é o Maracatu Estrela Brilhante, de Nazaré da Mata, um dos mais importantes grupos em atividade na Zona da Mata Norte.</p>
<p dir="ltr">As apresentações acontecem nos dias 5 (terça-feira), 6 (quarta-feira) e 7 de maio (quinta-feira), nos territórios Kapinawá, em Buíque, Fulni-ô, em Águas Belas, e Xukuru, em Pesqueira. A entrada é gratuita.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa faz parte do projeto “Quando uma Estrela Chegar no Seu Terreiro &#8211; Conexão com os Territórios Indígenas”, incentivado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Governo de Pernambuco. A proposta leva o maracatu rural para além da Zona da Mata Norte e amplia o acesso à manifestação em outras regiões do estado.</p>
<p dir="ltr">Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, o maracatu rural nasce do encontro de matrizes africanas, indígenas e europeias. A tradição se mantém pela oralidade. Mestres ensinam no fazer. Brincantes aprendem no cortejo. As loas, a música e a dança formam o espetáculo.</p>
<p dir="ltr">As apresentações serão realizadas nos terreiros das aldeias, espaços de convivência e transmissão de saberes. Em cena, cerca de 25 brincantes conduzem o cortejo, com a presença de personagens como o caboclo de lança, Mateus e Catita, além da corte real. O público acompanha de perto cada gesto, cada movimento e cada símbolo do maracatu.</p>
<p dir="ltr">“Estamos muito contentes em poder promover esse encontro de culturas intergeracionais. O maracatu tem em seu DNA as tradições indígenas. Mesmo sem a presença dessas comunidades na Zona da Mata Norte, vivenciar esse momento é algo que ficará na história”, disse o presidente da agremiação carnavalesca, Nailson Vieira.</p>
<p dir="ltr">Atualmente, o Estrela Brilhante reúne mais de 150 integrantes. Para essa circulação, o grupo será representado por cerca de 25 brincantes. A formação reduzida mantém os principais elementos estéticos e simbólicos do maracatu de baque solto.</p>
<p dir="ltr">A circulação prevê deslocamentos de até cinco horas por trecho, totalizando mais de 12 horas de viagem ao longo da agenda. O grupo atravessa a Zona da Mata e segue até o Sertão, em um percurso que amplia o alcance da cultura popular pernambucana.</p>
<p dir="ltr">O projeto também valoriza a troca de saberes entre mestres, brincantes e comunidades indígenas. A proposta reforça a cultura como prática viva, que circula entre territórios e fortalece a memória e a identidade dos povos.</p>
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		<title>Festival Fora de Foco realiza diversas atividades formativas gratuitas em Afogados da Ingazeira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-fora-de-foco-realiza-diversas-atividades-formativas-gratuitas-em-afogados-da-ingazeira/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 13:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  Foto: Divulgação A primeira edição do Festival de Fotografia Fora de Foco inicia as fases de formações gratuitas em Afogados da Ingazeira-PE. Com produção da Pajeú Filmes e incentivo da PNAB PE através da Secretaria de Cultura, Governo do Estado de Pernambuco, Ministério da Cultura e Governo Federal, o festival promove três oficinas com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/cenários-brasileiros-serão-tema-da-primeira-edição_credito_leonardo-lemos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123550" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/cenários-brasileiros-serão-tema-da-primeira-edição_credito_leonardo-lemos-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p>A primeira edição do Festival de Fotografia Fora de Foco inicia as fases de formações gratuitas em Afogados da Ingazeira-PE. Com produção da Pajeú Filmes e incentivo da PNAB PE através da Secretaria de Cultura, Governo do Estado de Pernambuco, Ministério da Cultura e Governo Federal, o festival promove três oficinas com direito a certificados.</p>
<p><strong>Corpo-Espaço-Câmera, com Milena Travassos:</strong> as aulas serão dias 18 e 19 de abril, das 9h às 16h, em local a definir; podem se inscrever, pessoas a partir de 16 anos, fotógrafos ou não, atores, atrizes, modelos, dançarinos e dançarinas. A proposta é provocar as possibilidades da relação criativa entre o corpo e a fotografia.</p>
<p><strong>Oficina de Fotografia Analógica, com William Tenório:</strong> as aulas serão dias 20 a 23 de abril, das 19h às 22h, em local a definir; nela serão compartilhados conhecimentos fundamentais dos processos de fotografia analógicos, como saberes sobre câmeras analógicas, formas de revelação e digitalização, teoria e prática. Todos os equipamentos para a realização da oficina serão disponibilizados e não é preciso ter experiência com fotografia. Podem se inscrever, pessoas a partir de 16 anos, fotógrafos ou não.</p>
<p><strong>Oficina Sertão Azul: oficina de revelação fotográfica com cianotipia, com Karol Santiago: </strong>as aulas serão nos dias 22 e 23/04 (3h de aulas em cada dia) ; a cianotipia, por sua simplicidade e praticidade, é uma excelente introdução aos processos de revelação alternativos. Ao longo da oficina, os participantes serão introduzidos à teoria das técnicas de revelação, incluindo uma contextualização histórica, seguida por demonstrações práticas do processo. Podem se inscrever pessoas a partir dos 12 anos, interessadas e com disponibilidade para participar das aulas.</p>
<p>Para se inscrever é só acessar ao link <strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe-NXswzm_fvsxvaQ4uKL7XY1ZwxDs6Y1qHJxoTqO_u1mLMkw/viewform">https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe-NXswzm_fvsxvaQ4uKL7XY1ZwxDs6Y1qHJxoTqO_u1mLMkw/viewform</a>. </strong>Inscrições até 15/4; a lista de selecionados será anunciada via email.</p>
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		<title>CEN realiza formação gratuita em letramento racial e elaboração de projetos culturais para pessoas com deficiência</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cen-realiza-formacao-gratuita-em-letramento-racial-e-elaboracao-de-projetos-culturais-para-pessoas-com-deficiencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 12:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
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		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Circo Experimental Negro]]></category>

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		<description><![CDATA[Celebrando as arenas esportivas e culturais como importantes plataformas sociais de validação e confirmação de protagonismos de pessoas negras e com deficiência, o Circo Experimental Negro (CEN) realizará, neste sábado (11), formação gratuita em letramento racial, elaboração e gestão de projetos culturais, na sede da Associação dos Deficientes Motores de Pernambuco (ADM-PE), no bairro do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-14.16.58.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123525" alt="Foto: Juliana Barbosa/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-14.16.58-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Celebrando as arenas esportivas e culturais como importantes plataformas sociais de validação e confirmação de protagonismos de pessoas negras e com deficiência, o Circo Experimental Negro (CEN) realizará, neste sábado (11), formação gratuita em letramento racial, elaboração e gestão de projetos culturais, na sede da Associação dos Deficientes Motores de Pernambuco (ADM-PE), no bairro do Engenho do Meio, das 9h às 13h e das 14h às 18h.</p>
<p>A formação, que terá oito horas de duração, integra o projeto “Aquilombamento e Afrocentricidade: Letramento Racial e a importância das estéticas negras na pedagogia e nas artes”, viabilizado com recursos dos editais da PNAB 2025, do Governo de Pernambuco. E será facilitada pelos artistas e pesquisadores do CEN Hammai Assis e Rob Silva, proponentes do projeto. O foco das discussões será o racismo estrutural e suas consequências para a população negra. “Mas ampliaremos também a discussão para alcançar outros atravessamentos do debate sobre letramento e autonomia, referentes a pessoas com deficiência, que são um público muito importante no estado de Pernambuco, que registra a terceira maior população PCD do Nordeste”, diz Hammai Assis.</p>
<p>A sede da ADM, fundada em 1972, foi escolhida para ser a casa e também a causa do evento. A entidade, que presta assistência social e cidadã para pessoas com deficiência ligadas ao esporte, em suas mais diversas modalidades, garante lazer, capacitação e encaminhamento para o mercado de trabalho a atletas e ex-atletas PCD. E precisa de ajuda para manter suas atividades. Doações em dinheiro podem ser feitas para a chave Pix 81 98786-5037 (Cinara Gusmão). Doações de materiais de limpeza, artigos esportivos ou até mesmo a prestação de serviços voluntários podem ser articuladas pelo e-mail admpernambuco25@gmail.com.</p>
<p>“Nossa maior dificuldade, na verdade, não é nossa deficiência, mas sim a acessibilidade dos espaços para nos atender”, diz o paratleta Caio Augusto, parceiro constante das ações e programações do CEN, com importante contribuição nas ações de acessibilidade, especialmente no que diz respeito à promoção do protagonismo de pessoas com deficiência no campo da cultura, das artes e da economia criativa.</p>
<p>Para garantir que esse protagonismo também se confirme diante dos holofotes culturais, a formação terá módulo dedicado à elaboração e gestão de projetos para concorrer a recursos públicos. “Nosso objetivo é ampliar a participação de PCDs nos programas, políticas e editais de cultura”, diz Rob Silva, artista que atua, junto com Hammai Assis, no combate ao racismo estrutural, na reparação histórica da população negra e no protagonismo de PCDs na cultura em cima e embaixo dos palcos da cidade.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Formação em letramento racial e elaboração de projetos culturais para pessoas com deficiência<br />
Dia: Sábado &#8211; 11 de abril<br />
Local: Associação dos Deficientes Motores (ADM), na Rua Manoel Corte Real, nº 686, Engenho do Meio<br />
Horário: Das 9h às 13h e das 14h às 18h<br />
Público alvo: Maiores de 18 anos com deficiência motora e/ou visual<br />
Realização: Circo Experimental Negro<br />
Produção: DNAafro<br />
Parceria: Associação dos Deficientes Motores de Pernambuco<br />
Patrocínio: Política Nacional Aldir Blanc &#8211; Pernambuco (PNAB-PE)<br />
Informações: circoexperimentalnegro@gmail.com</p>
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		<item>
		<title>Oficina gratuita para elaboração de projetos em artes visuais com foco no Funcultura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/oficina-gratuita-para-elaboracao-de-projetos-em-artes-visuais-com-foco-no-funcultura/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<description><![CDATA[Com a abertura das inscrições para o edital Funcultura Geral marcada para 14 de abril, a Maumau Galeria, no Recife, recebe de 15 a 28 de abril a oficina gratuita “Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos”, voltada à formação de 15 agentes culturais da área de artes visuais. Ministrada pela jornalista e produtora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123455" alt="WhatsApp Image 2026-04-07 at 10.00.45" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-07-at-10.00.45-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Com a abertura das inscrições para o edital Funcultura Geral marcada para 14 de abril, a Maumau Galeria, no Recife, recebe de 15 a 28 de abril a oficina gratuita “Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos”, voltada à formação de 15 agentes culturais da área de artes visuais. Ministrada pela jornalista e produtora cultural Clarice Hoffmann, a atividade terá carga horária de 35 horas-aula, distribuídas em dez encontros presenciais, de segunda a sexta, sempre das 14h às 17h30.</p>
<p>A oficina integra ações viabilizadas com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, por meio do Ministério da Cultura, Governo Federal, e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.</p>
<p>A proposta da oficina é oferecer uma formação prática para artistas, produtores, curadores e profissionais de áreas afins, como fotografia e design, com foco na elaboração e na gestão de projetos culturais. Segundo Clarice, o diferencial está na apresentação didática de estudos de caso e exemplos concretos de projetos aprovados. “Acho que o grande diferencial do que vou fazer é justamente isso: mostrar didaticamente uma série de projetos elaborados e aprovados”, afirma.</p>
<p>Dividida em dois módulos, a oficina vai abordar, de um lado, os principais itens exigidos em formulários de inscrição, como objeto, justificativa, objetivos, estratégia de ação, ficha técnica-orçamentária e anexos; de outro, aspectos da gestão dos projetos aprovados, como documentação, relatório final e prestação de contas.</p>
<p>Além de Clarice Hoffmann, a programação contará com rodas de diálogo conduzidas por Liliana Tavares, com foco em acessibilidade; Lia Letícia, sobre projetos de formação e capacitação; e Irma Brown, tratando de projetos de pesquisa. A oficina contará ainda com interpretação em Libras.</p>
<p>Atuando como produtora cultural desde meados dos anos 1990, Clarice acumula experiência em dezenas de projetos aprovados em editais públicos e privados. Nos últimos três anos, aprovou 18 projetos em diferentes seleções, entre eles propostas ligadas a artistas como Lourival Cuquinha, Beto Normal, Lia Letícia, Moacyr Campelo e Iza do Amparo, entre outros.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 12 de abril, por meio de link disponível nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria. A seleção seguirá as políticas afirmativas que orientam o PNAB e o Funcultura.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Táticas Visuais: da elaboração à gestão de projetos<br />
Oficina presencial com Clarice Hoffmann<br />
Quando: de 15 a 28 de abril, de segunda a sexta, das 14h às 17h30<br />
Onde: Maumau Galeria – Rua Nicarágua, 173, Espinheiro, Recife<br />
Inscrições gratuitas: até 12 de abril, nos perfis @projeto_taticas.visuais e @maumaugaleria</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Secult lança Edital de Chamamento Público &#8211; Multilinguagens Programa Nacional Aldir Blanc (Ciclo II)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-lanca-edital-de-chamamento-publico-multilinguagens-programa-nacional-aldir-blanc-ciclo-ii/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 00:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PNAB Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[lei aldir blanc]]></category>
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		<description><![CDATA[Com intuito de selecionar propostas destinadas à realização de ações de fruição artístico-culturais, tanto individuais quanto coletivas, apoiando iniciativas de criação, circulação, difusão, exposições, produção, publicações, performances, pesquisas, vivências criativas, feiras e rodadas de negócios, de forma exclusiva ou complementar a outros mecanismos de financiamento, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) lança nesta quarta-feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Card_Multilinguagens-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-121996" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Card_Multilinguagens-1-388x486.png" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Com intuito de selecionar propostas destinadas à realização de ações de fruição artístico-culturais, tanto individuais quanto coletivas, apoiando iniciativas de criação, circulação, difusão, exposições, produção, publicações, performances, pesquisas, vivências criativas, feiras e rodadas de negócios, de forma exclusiva ou complementar a outros mecanismos de financiamento, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) lança nesta quarta-feira (10/12) o <strong>Edital de Chamamento Público &#8211; Multilinguagens Programa Nacional Aldir Blanc (Ciclo II)</strong>.</p>
<p>As inscrições para o edital vão de 22 de dezembro a 21 de janeiro de 2026, exclusivamente no Mapa Cultural de Pernambuco (www.mapacultural.pe.gov.br). Os resultados finais serão divulgados em 07 de julho de 2026.</p>
<p>Confira o edital:<strong> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/edital-de-chamamento-publico-multilinguagens-programa-nacional-aldir-blanc-ciclo-ii/" target="_blank">w</a><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/edital-de-chamamento-publico-multilinguagens-programa-nacional-aldir-blanc-ciclo-ii/" target="_blank">ww.cultura.pe.gov.br/editais/edital-de-chamamento-publico-multilinguagens-programa-nacional-aldir-blanc-ciclo-ii/</a></strong><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/"><br />
</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto Sertão Sem Nó lança séries sobre contos folclóricos e poesia feminina sertaneja</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-sertao-sem-no-lanca-series-sobre-contos-folcloricos-e-poesia-feminina-sertaneja/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 18:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sertão de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação O projeto cultural Sertão Sem Nó lança, entre 24 de novembro e 18 de dezembro de 2025, duas séries originais em formato ampliado e definitivo no feed de seu podcast homônimo: “Histórias de Cabeceiras” e “Poetisas do Pajeú”. As produções, veiculadas pela Rádio Frei Caneca FM no primeiro semestre de 2025, chegam às [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Isabelly-Moreira_Divulgação.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121942" alt="Isabelly Moreira_Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Isabelly-Moreira_Divulgação-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Divulgação</p>
<p><span style="color: #000000;">O projeto cultural <em>Sertão Sem Nó</em> lança, entre 24 de novembro e 18 de dezembro de 2025, duas séries originais em formato ampliado e definitivo no feed de seu podcast homônimo: “Histórias de Cabeceiras” e “Poetisas do Pajeú”. As produções, veiculadas pela Rádio Frei Caneca FM no primeiro semestre de 2025, chegam às plataformas de áudio em versões completas, com textos integrais transcritos, descrições dos blocos como recurso de acessibilidade e uma nova etapa de circulação nacional e internacional. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os episódios estreiam sempre às 4h da manhã, começando pelos programas de “Poetisas do Pajeú”. As duas séries contam com patrocínio master do Edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) 2024, da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE). </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ao todo, serão 24 episódios, sendo 12 de Histórias de Cabeceiras e 12 de Poetisas do Pajeú, publicados diariamente. As duas séries integram o ecossistema criativo do <em>Sertão Sem Nó</em>, projeto idealizado pelo jornalista e cineasta pernambucano Jefferson Sousa e dedicado à preservação e difusão das culturas populares dos sertões nordestinos em múltiplas linguagens, como podcasts documentais, filmes, jogos digitais, animações, pesquisas, oficinas e ações formativas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Acumulando dezenas de prêmios e reconhecimentos nas áreas de cultura, memória e audiovisual, entre os quais o 10º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho, ofertado pelo Governo de Pernambuco, através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e o Best Screenplay do Viva Film Festival 2019, na Bósnia, o <em>Sertão Sem Nó</em> reúne também atuações e uso de seus conteúdos em escolas, universidades, rádios públicas e eventos culturais de mais de 20 países, consolidando-se como um dos mais importantes projetos contemporâneos de salvaguarda da cultura popular nordestina.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A chegada das séries na íntegra às plataformas de áudio por streaming amplia o acesso às narrativas, aproximando-as ainda mais de ambientes educacionais, familiares, acadêmicos, rádios e demais manifestações comunitárias de comunicação, além, é claro, de ouvintes de todas as regiões do Brasil.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Histórias de Cabeceiras</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">A série reúne 48 contos populares infantis em 12 episódios, criados, escritos, produzidos, narrados e editados por Jefferson Sousa, com narração complementar da jornalista Vivi Maria. Cada programa apresenta quatro narrativas seguidas por um bloco de contextualização histórica que revela origens geográficas, literárias e folclóricas, além dos caminhos de circulação oral que levaram essas histórias aos sertões do Nordeste.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">“Histórias de Cabeceiras” nasce do projeto “<i>Contos Populares Infantis: Tradição e Diversã”o</i> e se baseia em estudos e recolhas feitas por autores como Luís da Câmara Cascudo, Sílvio Romero, Teófilo Braga, Consiglieri Pedroso, João da Silva Campos, Lindolfo Gomes, Adolfo Coelho e Aurélio Espinosa. Entre as histórias estão: Couro de Piolho, A Princesa Sisuda, A Festa no Céu, A Princesa de Bambuluá, Bicho de Palha, A Princesa Serpente, O Papagaio Real e outras narrativas de raízes ibéricas e nordestinas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Com linguagem oral, clima intimista e ambientação sonora centrada na voz, o programa preserva o ambiente das histórias contadas nas cabeceiras das camas, nos quintais e nos alpendres do sertão, ao mesmo tempo em que dialoga com formatos contemporâneos de podcast. Cada episódio mantém compromisso com acessibilidade, pesquisa e uso pedagógico, servindo como material de referência para famílias, professores, bibliotecas e projetos educativos.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Poetisas do Pajeú</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">Dirigida, roteirizada, produzida e apresentada por Vivi Maria, com edição e co-produção de Jefferson Sousa, a série traz entrevistas profundas com 12 mulheres que fazem da poesia sua forma de existência e resistência no Sertão do Pajeú. Com cerca de uma hora por episódio, o programa reúne memórias, afetos, processos criativos e reflexões sobre temas como identidade, gênero, território, maternidade, educação, ancestralidade e música.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Participam da série Maria Farias, Elenilda Amaral, Erivoneide Amaral, Isabelly Moreira (Belinha), Verônica Sobral, Dayane Rocha, Jéssica Caitano, Francisca Araújo, Monique D’Angelo, Milene Augusto, Izabela Ferreira e Thyelle Dias.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os episódios incluem declamações inéditas e conversas que registram trajetórias individuais e coletivas, formando um documento sonoro sobre a presença feminina na poesia do Pajeú. A condução de Vivi Maria, poetisa, jornalista cultural, glosadora e pesquisadora da tradição oral, reforça a dimensão afetiva, política e territorial das entrevistas. As transcrições integrais dos episódios ampliam a acessibilidade e o alcance para estudos, pesquisas e usos educativos.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Jéssica-Caitano-por-José-de-Holanda.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121943" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Jéssica-Caitano-por-José-de-Holanda-373x486.jpg" width="373" height="486" /><br />
</a>Foto: José de Holanda/Divulgação</p>
<p><b><span style="color: #000000;">Um projeto raiz: feito no território e para o território</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">As duas séries foram produzidas integralmente no Sertão do Pajeú, em home studios nos municípios de Itapetim e São José do Egito, a partir de uma perspectiva territorial, não apenas sobre o sertão, mas a partir dele. Essa abordagem fortalece a economia criativa local e reafirma a importância de narrativas produzidas por quem vive o território e seus modos de vida.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O lançamento amplia o diálogo com famílias e crianças, escolas, professores, bibliotecas e clubes de leitura, pesquisadores de cultura popular, folclore e tradição oral, coletivos culturais, grupos de poesia, rádios públicas e ouvintes interessados em cultura, memória, educação e documentários sonoros.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Acessibilidade e preservação</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">Todos os episódios contam com transcrições completas e textos organizados dos blocos, além de material compatível com leitores de tela. O conteúdo também pode ser utilizado como base para projetos educativos, acadêmicos e jornalísticos. As séries reforçam o compromisso do Sertão Sem Nó com a inclusão e o registro permanente das narrativas do sertão.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Sobre o Sertão Sem Nó</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">Criado por Jefferson Sousa, o Sertão Sem Nó é um projeto multidisciplinar dedicado à preservação e à difusão da cultura popular dos sertões nordestinos, reunindo produções sonoras, audiovisuais, educativas e de pesquisa. Seus conteúdos circulam em escolas, universidades, rádios públicas e eventos culturais dentro e fora do Brasil, compondo um universo criativo que integra documentários, podcasts, jogos digitais, animações e ações formativas.</span></p>
<p><b><span style="color: #000000;">Disponibilidade</span></b></p>
<p><span style="color: #000000;">As séries “Histórias de Cabeceiras” e “Poetisas do Pajeú” estarão disponíveis gratuitamente nas principais plataformas de áudio a partir de 24 de novembro de 2025, com publicação diária até 18 de dezembro de 2025, sempre às 4h da manhã, no podcast Sertão Sem Nó. . Além disso, ambos os programas integraram a programação do primeiro semestre de 2025 da Rádio Frei Caneca FM por meio do Edital de Apoio à Ocupação da emissora, promovido pela Fundação de Cultura Cidade do Recife.</span></p>
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		<title>Secult-PE divulga resultado preliminar edital público de Busca Ativa da PNAB</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 14:46:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco – SECULT/PE, torna público o resultado preliminar do edital público de Busca Ativa do Programa Nacional Aldir Blanc de fomento à cultura. O presente Edital de Chamamento Público realizado com recursos do Governo Federal, visa a seleção de Agentes Culturais, empresas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/busca-ativa.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-120511" alt="busca ativa" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/busca-ativa-388x486.png" width="388" height="486" /></a><br />
O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco – SECULT/PE, torna público o resultado preliminar do edital público de Busca Ativa do Programa Nacional Aldir Blanc de fomento à cultura.</p>
<p>O presente Edital de Chamamento Público realizado com recursos do Governo Federal, visa a seleção de Agentes Culturais, empresas privadas com ou sem fins lucrativos, interessadas em celebrar Termo de Execução Cultural que tem por objeto a realização de ações de Capacitação de Agentes Culturais, Busca Ativa e Balcão de Atendimento, para o Programa Nacional Aldir Blanc, no âmbito do estado de Pernambuco.</p>
<p>Especificamente esse edital tem por objeto a seleção de Agentes Culturais - Pessoas Jurídicas, com ou sem fins lucrativos -comprovadamente atuantes na área cultural, conforme definição legal prevista no art. 3º, II, da Lei nº 14.903/2024 e no art. 2º, II, da Lei nº 14.399/2022 (PNAB) , com vistas à celebração de Termo de Execução Cultural.</p>
<p>Confira aqui o <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/busca-ativa.pdf">resultado preliminar</a></p>
<p>Confira aqui o <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/edital-chamamento-publico-n-014-1.pdf">edital.</a></p>
<p><em id="__mceDel"><br />
</em></p>
<p>-comprovadamente atuantes na área cultural,conforme definição legal prevista no art. 3º, II, da Lei nº 14.903/2024 e no art. 2º, II, da Lei nº14.399/2022 (PNAB) , com vistas à celebração de Termo de Execução Cultural . As entidadesinteressadas deverão possuir Classificação Nacional das Atividades Econômicas – CNAE compatível epertinente ao objeto deste certame, devidamente descritas no contrato social, no estatuto e no</p>
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		<title>Leidson Ferraz lança pesquisa histórica sobre a crítica teatral no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/leidson-ferraz-lanca-pesquisa-historica-sobre-a-critica-teatral-no-recife-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 15:04:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119007" aria-labelledby="figcaption_attachment_119007" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Léo Mota</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Leidson-Ferraz-foto-Léo-Mota-Arquivo-Folha.jpg"><img class="size-medium wp-image-119007" alt="Foto: Léo Mota" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Leidson-Ferraz-foto-Léo-Mota-Arquivo-Folha-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Lançamento será no Teatro de Santa Isabel nesta quinta-feira (10/07)</p></div>
<p>O jornalista, crítico, pesquisador e historiador do teatro Leidson Ferraz, Doutor em Artes Cênicas pela Unirio, sempre quis escrever sobre os primórdios da crítica teatral no Recife e, graças ao incentivo da Lei Aldir Blanc (LAB/PE), do Governo do Estado de Pernambuco e Governo Federal, o resultado foi o livro-pesquisa “Ponto de Vista: crítica e cena pernambucana”. Nesta quinta-feira (10/07), a partir das 19h, no palco do Teatro de Santa Isabel, ele fará o lançamento da publicação digital gratuita, juntamente com uma palestra onde promete contar e refletir sobre as maiores curiosidades da relação entre as peças apresentadas naquele e em outros palcos, os espectadores do século XIX e início do século XX e a imprensa teatral, tríade que forma um sistema cheio de embates e polêmicas. O evento deveria abrir as comemorações de aniversário dos 175 anos do Teatro de Santa Isabel, no dia 16 de maio último, mas foi adiado em decorrência das fortes chuvas àquela época.</p>
<p>“Ponto de Vista: crítica e cena pernambucana” é fruto de pesquisas por centenas de periódicos, desvelando as primeiras publicações de resenhas críticas voltadas ao teatro nos jornais, inicialmente de autores anônimos (O Kapla, O Espectador, Os R. R., O Sentinela ou O Apreciador do Mérito foram alguns dos pseudônimos utilizados), até àquelas com assinatura de colaboradores ainda no século XIX, como João Ferreira Villela, Antônio Pedro de Figueiredo (que assinava como Abdalah-el-Kratif,) ou Luiz Caetano Pereira Guimarães Júnior (Luciano d’Athayde), ou ainda de jornalistas contratados já nos primeiros anos do século XX, como Manoel Arão, Mário Melo, Samuel Campello e Valdemar de Oliveira.</p>
<p>Mas a obra está bem mais centrada na segunda metade do século XIX, especialmente após a inauguração do Teatro de Santa Isabel em 18 de maio de 1850, com a chegada e permanência das companhias visitantes com peças melodramáticas, como a dos artistas cariocas Germano Francisco de Oliveira e João Caetano dos Santos (o maior astro do teatro brasileiro daqueles tempos), ou de outros nomes menos conhecidos, como o do português radicado no Recife Antônio José Duarte Coimbra, o empresário que mais administrou o Teatro de Santa Isabel.</p>
<p>A explosão dos gêneros ligeiros como a opereta, a mágica e o teatro de revista, substituindo o teatro romântico ou o teatro realista, causou estranhamento na crítica e no público recifense. “Para se ter uma ideia, em 1869, no mesmo ano em que o Teatro de Santa Isabel sofreria um terrível incêndio, pouco antes disso a exibição das primeiras óperas-buffa já havia causado alvoroço naquela casa de espetáculos, com agressões a artistas, quebra pau e presença de polícia para conter os espectadores mais indignados”, lembra o historiador.</p>
<p>São curiosidades como essa que Leidson Ferraz pretende contar ao público que for prestigiar o lançamento de seu mais novo livro- pesquisa, que possui 236 páginas, e ele promete uma noite agradável, com muito bom humor, projeção de imagens raras e histórias que qualquer apaixonado pelo teatro deve conhecer. “A intenção é revelar detalhes dos gêneros teatrais daqueles tempos, o formato dos espetáculos, os artistas de maior destaque, a relação que o público mantinha com o palco e como a imprensa reagia a tudo isso. Os embates de opiniões, claro, foram inevitáveis e a gente vai ver que o passado, às vezes, se assemelha bastante ao presente, claro que cada qual com seu contexto específico”, comenta.</p>
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		<title>Monólogo &#8216;Vida Comum&#8217; encerra temporada em Garanhuns com apresentação gratuita e acessível</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 20:05:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste sábado (21 de junho), às 19h, o Centro de Produção Cultural do SESC Pernambuco (CPC), em Garanhuns, recebe a última apresentação do monólogo “Vida Comum”, protagonizado pelo ator surdo Sérgio Pereira. A montagem foi contemplada pela Lei Aldir Blanc do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e do Governo do Estado de Pernambuco, com recursos do Ministério da Cultura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118549" aria-labelledby="figcaption_attachment_118549" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Sergio-Vida-Comum-.jpg"><img class="size-medium wp-image-118549" alt="Monólogo 'Vida Comum é protagonizado pelo ator surdo Sérgio Pereira e foi contemplado pela Lei Aldir Blanc de Pernambuco" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Sergio-Vida-Comum--607x457.jpg" width="607" height="457" /></a><p class="wp-caption-text">Monólogo &#8216;Vida Comum é protagonizado pelo ator surdo Sérgio Pereira e foi contemplado pela Lei Aldir Blanc de Pernambuco</p></div>
<p>Neste sábado (21 de junho), às 19h, o Centro de Produção Cultural do SESC Pernambuco (CPC), em Garanhuns, recebe a última apresentação do monólogo “Vida Comum”, protagonizado pelo ator surdo Sérgio Pereira. A montagem foi contemplada pela Lei Aldir Blanc do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e do Governo do Estado de Pernambuco, com recursos do Ministério da Cultura (MIC) e do Governo Federal.</p>
<p>O espetáculo já passou por Garanhuns, Venturosa e Caetés, em sessões marcadas por emoção, sensibilidade e grande participação do público. Agora, retorna a Garanhuns para o encerramento da temporada, oferecendo ao público uma vivência artística inclusiva e tocante. &#8217;Vida Comum&#8217; propõe uma reflexão profunda sobre as experiências cotidianas de uma pessoa surda, abordando temas como identidade, invisibilidade, resistência e pertencimento. Com forte expressão corporal e narrativa visual, o monólogo convida o público a mergulhar em outra perspectiva de mundo, fortalecendo a empatia e a valorização da diversidade.</p>
<p>A apresentação será totalmente acessível, com interpretação em Libras, audiodescrição e acessibilidade arquitetônica, garantindo a participação de todos os públicos. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos 30 minutos antes do início do espetáculo, por ordem de chegada.</p>
<p>A realização de “Vida Comum” é fruto de políticas públicas que incentivam a cultura como instrumento de transformação social, reafirmando o compromisso com a democratização do acesso às artes e com a valorização das múltiplas vozes que compõem o cenário cultural brasileiro.</p>
<p>Serviço<br />
Espetáculo Vida Comum<br />
Sábado, 21 de junho, às 19h<br />
Centro de Produção Cultural do SESC Pernambuco (CPC) - Garanhuns<br />
Rua Cônego Benigno Lira, s/nº, Centro &#8211; Garanhuns<br />
Gratuito (retirada de ingressos 30 minutos antes do espetáculo)</p>
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		<title>Inscrições abertas para formação de mulheres parteiras em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2025 14:03:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A maternidade é um momento crucial na vida das mulheres e suas famílias, e a maneira como esse processo é vivido pode ter impactos significativos na saúde e no bem-estar de mães e bebês para toda vida. Nesse sentido, o projeto &#8220;As Àyabás e a Maternidade &#8211; Reprodução e Salvaguarda dos Saberes das Parteiras Tradicionais&#8221; nasce [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118061" aria-labelledby="figcaption_attachment_118061" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduarda Santana</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/3_Projeto-“As-Áyabás-e-a-Maternidade_Foto_-Eduarda-Santana_@pav0a.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118061" alt="Foto: Eduarda Santana" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/3_Projeto-“As-Áyabás-e-a-Maternidade_Foto_-Eduarda-Santana_@pav0a-324x486.jpeg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto As Áyabás e a Maternidade</p></div>
<p>A maternidade é um momento crucial na vida das mulheres e suas famílias, e a maneira como esse processo é vivido pode ter impactos significativos na saúde e no bem-estar de mães e bebês para toda vida. Nesse sentido, o projeto &#8220;As Àyabás e a Maternidade &#8211; Reprodução e Salvaguarda dos Saberes das Parteiras Tradicionais&#8221; nasce para formar gratuitamente vinte novas mulheres parteiras, visando salvaguardar e reconhecer os saberes tradicionais das parteiras de Pernambuco. A realização é da Associação Amigos de Nossa Senhora da Conceição, com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc, do Governo do Estado de Pernambuco, e parceria com o Ponto de Cultura Anarriê.</p>
<p>As inscrições acontecem até dia 30 de maio de 2025 através de formulário online. Todas as interessadas em participar devem ter idade mínima de 18 anos. O projeto é imerso nos ensinamentos da cultura Yorubá e evoca a sabedoria ancestral das Àyabás, Yemanjá e Oxum, que são as Orixás Rainhas ligadas à fertilidade e às águas que nutrem a vida na terra.</p>
<p>A formação no dia 02 de junho e será realizada nos terreiros de Matriz Afro-Indígena Ilè Àsé Ògún Toperinã e no Ilê Asé Iyá Mi Akunlè Akoloiyá &#8211; Casa das Duas Rainhas, localizadas no bairro de Nossa Senhora da Conceição, no município de Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR). Todas as vivências contarão com intérprete de libras, divididas em sete módulos, com encontros teóricos, práticos e carga horária total de 150 horas/aula, em dois meses de duração.</p>
<p>Ao formar novas parteiras, o projeto reconhece e valoriza a importância da saúde feminina e materna, estabelece uma rede colaborativa entre parteiras tradicionais, gestantes e doulas, promove trocas de experiências e aprendizados, além de sensibilizar para os benefícios do parto humanizado, visando ampliar o bem-estar e as garantias dos Direitos Humanos das Mulheres.</p>
<p>Serão destinadas no mínimo 10% (dez por cento) das vagas para mulheres com deficiência. A certificação e avaliação ocorrerá de acordo com frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) e empenho da participante.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Inscrições abertas para o Projeto “As Àyabás e a Maternidade”, que irá formar novas mulheres parteiras em Pernambuco.<br />
Inscrição: até 30 de maio de 2025<br />
Formulário: https://tinyurl.com/ynhtj96p<br />
Instagram: @ayabaseamaternidade<br />
E-mail: ayabaseamaternidade@gmail.com / aansconceicao@gmail.com</p>
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