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	<title>Portal Cultura PE &#187; 16º FestCine</title>
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		<title>Juvenil Silva lança o clipe “Karma no Lixo”</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2015 15:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/10891471_832963296767661_1198449766069224516_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19181" alt="Keyse Menezes e Vicioclipes/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/10891471_832963296767661_1198449766069224516_n-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a></p>
<p>Há uma semana – exatamente no dia 1º de janeiro de 2015 –, o cantor e compositor <a href="https://soundcloud.com/juvenilsilva" target="_blank"><strong>Juvenil Silva</strong></a> lançava na internet o primeiro clipe do seu álbum “Super Qualquer no meio de Lugar Nenhum”. Disponível no Youtube, “Karma no Lixo” tem direção de Jean Santos, da Vicioclipes, e é um registro documental e sem roteiro da performance de um intrigante, dançante e psicodélico personagem, o “Super Mulambo”. A produção ficou como segunda colocada na categoria “videoclipe”, no <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/festival-de-curtas-de-pernambuco-divulga-vencedores/" target="_blank">16º FestCine</a>, realizado em dezembro de 2014, no <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/cinema-sao-luiz/" target="_blank">Cinema São Luiz</a>.</p>
<p>Segundo Jean Santos, o clipe “<em>personifica um anti-herói psicodélico em homenagem ao cineasta Edgard Navarro e ao ator Bertrand Duarte (pelos 25 anos do filme SuperOutro – 1989)</em>”. O personagem que se vê no clipe – o Super Mulambo – nasceu da performance espontânea e despretensiosa do “bailarino” Marcelino Anderson, no réveillon de 2014, entre Juvenil Silva e amigos, em Itamaracá. “<em>O Super Mulambo estava em cima do muro, imbatível e dançando freneticamente ao som do primeiro disco de Ney Matogrosso. Não deu outra, pegamos a câmera e filmamos</em>”, relata Jean. As imagens foram captadas pela produtora Keyse Menezes. E toda a pós-produção – animação e efeitos – ficou a cargo da Vicioclipes.</p>
<p><strong>Confira abaixo o clipe “Karma no Lixo”, de Juvenil Silva</strong></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/hcVPB71DT4Y" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>16º FestCine realiza sessões inclusivas para deficientes auditivos</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 21:04:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (5), último dia de programação do 16º FestCine, o Cinema São Luiz recebeu a Mostra de Filmes de Animação com Libras. Na sessão, crianças e adolescentes na faixa etária entre 9 e 17 anos, estudantes da Escola CAIC Prefeito José Alberto de Lima, do Cabo de Santo Agostinho, puderam conferir animações exibidas com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesta sexta-feira (5), último dia de programação do 16º FestCine, o Cinema São Luiz recebeu a Mostra de Filmes de Animação com Libras. Na sessão, crianças e adolescentes na faixa etária entre 9 e 17 anos, estudantes da Escola CAIC Prefeito José Alberto de Lima, do Cabo de Santo Agostinho, puderam conferir animações exibidas com o auxílio de um intérprete.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/100.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18064" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/100-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Deise Dulcine, intérprete de sala de aula que acompanhava a turma, os estudantes compreenderam cada mensagem transmitida nas cenas de animação. “Achei produtivo e observei que eles interagiram com o que estava sendo repassado”, explicou. Para a estudante Luana Silva, de 10 anos, que pela primeira vez acompanhou sessões com o recurso utilizado, “as exibições foram legais e me ajudaram a identificar o sentido de cada uma das animações, assim como os diálogos durante as cenas”, comentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Os estudantes também acompanharam a Mostra de Curtas com Audiodescrição, que foi realizada em parceria com o Dia Internacional da Animação e o Festival Ver Ouvindo.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Estudantes.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18065" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Estudantes-607x453.jpg" width="607" height="453" /></a></p>
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		<title>Equipamentos culturais contam com programação intensa no final de semana</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 18:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma boa pedida de lazer para quem quer fazer algo neste final de semana, de sexta (5) a domingo (7), é dar um passeio pelos equipamentos culturais do Estado de Pernambuco. No Museu do Estado, por exemplo, a exposição Açúcar: Um Doce Meio Amargo, diante do sucesso de visitação, foi prorrogada até o dia 28 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Museu-do-Estado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14912" alt="Manuela Galindo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Museu-do-Estado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Uma boa pedida de lazer para quem quer fazer algo neste final de semana, de sexta (5) a domingo (7), é dar um passeio pelos equipamentos culturais do Estado de Pernambuco. No Museu do Estado, por exemplo, a exposição Açúcar: Um Doce Meio Amargo, diante do sucesso de visitação, foi prorrogada até o dia 28 de dezembro deste ano. Além disso, os Museus Regional de Olinda (MUREO), de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE), de Arte Contemporânea (MAC) e do Barro (MUBAC) seguem com suas exposições com acervos próprios. Tem também exposições na Torre Malakoff, atividades de cultura popular na Casa da Cultura, e o encerramento da 16ª edição do Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine), no São Luis. Confira a programação:</p>
<p><strong>Exposições e música ao vivo no Museu do Estado</strong></p>
<p>Diante do sucesso de visitação, a mostra Açúcar: Um Doce Meio Amargo, desenvolvida pela fundação holandesa Noorderlicht e que retrata a produção do açúcar no Brasil, Holanda, Indonésia e Suriname, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/exposicao-acucar-um-doce-meio-amargo-fica-no-mepe-ate-o-proximo-domingo-7/">ficará em cartaz no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) até o dia 28 de dezembro deste ano</a>. A exposição envolve o trabalho de seis renomados fotógrafos de vários países, sendo eles: Alejandro Chaskielberg, James Whitlow Delano, Ed Kashi, Carl de Keyzer, Tomasz Tomaszewski e Francesco Zizola.</p>
<div id="attachment_17878" aria-labelledby="figcaption_attachment_17878" class="wp-caption img-width-450 alignnone" style="width: 450px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/MDM-Duo-foto-divulgação.jpg"><img class="size-full wp-image-17878" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/MDM-Duo-foto-divulgação.jpg" width="450" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">MDM Duo é formada pelos irmãos Mario e Fernando Cappi</p></div>
<p>Além disso, neste próximo sábado (6), às 17h, o MEPE promove mais uma edição do projeto Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/musica/guitarras-eletricas-do-mdm-duo-afinam-o-tom-no-museu-do-estado/">desta vez com a participação do projeto MDM Duo</a>, formado pelos irmãos Mario e Fernando Cappim, do grupo paulistano Hurtmold e também da banda de apoio do músico carioca Marcelo Camelo (Los Hermanos).</p>
<p>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)<br />
Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE<br />
Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
* Ouvindo e Fazendo Música no MEPE<br />
Sábado (6) | 17h<br />
R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia)<br />
(81) 3184 3170</p>
<p><strong>Arte Contemporânea em evidência</strong></p>
<p>Quem for ao Sítio Histórico de Olinda neste final de semana pode aproveitar e ir conhecer o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), inaugurado no dia 23 de dezembro de 1966, com a doação de parte da Coleção do Embaixador Assis Chateaubriand ao Estado.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/4767509943_1ba1967d44_b.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15797" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/4767509943_1ba1967d44_b-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a></p>
<p>Hoje o museu conta com um acervo de mais de quatro mil obras das mais variadas técnicas, épocas e estilos, indo desde o academicismo francês até a contemporaneidade, e reúne peças de grandes nomes como Portinari, Cícero Dias, Eliseu Visconti, Djanira, Telles Junior, Wellington Virgolino, Di Cavalcanti, João Câmara, Guinard, Adolph Gottielib, Burle Max e Francisco Brennand, entre outros.</p>
<p>Museu de Arte Contemporânea (MAC)<br />
Rua 13 de maio, 149, Varadouro – Olinda – PE<br />
Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3153</p>
<p><strong>Exposições sobre a arte sacra de Pernambuco</strong></p>
<p>O acervo fixo do Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE), que começou a ser construído a partir de mais uma centena de peças cedidas pela Arquidiocese de Olinda e Recife, reúne objetos de culto como santos populares e de procissão, relicários, custódias e pinturas religiosas. Em sua fachada, é possível ver o antigo brasão episcopal e uma placa da Unesco, de 14 de dezembro de 1982, que declara Olinda Monumento Cultural da Humanidade.</p>
<div id="attachment_14181" aria-labelledby="figcaption_attachment_14181" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Maspe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-14181" alt="Maspe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Maspe-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">MASPE</p></div>
<p>Museu de Arte Sacra (MASPE)<br />
Rua Bispo Coutinho, 726, Alto da Sé – Olinda – PE<br />
Exposição de longa duração sobre arte sacra e popular<br />
Terça a sexta | 10h às 16h; Sábados e domingos | 10h às 14h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)<br />
(81) 3184 3154</p>
<p><strong>História do Estado no MUREO</strong></p>
<div id="attachment_13993" aria-labelledby="figcaption_attachment_13993" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252785389_6131cda91a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-13993" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252785389_6131cda91a_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">MUREO</p></div>
<p>O prédio do Museu Regional de Olinda abriga uma casa museu, um solar em estilo colonial construído entre 1745 e 1749. Originalmente abrigou a residência episcopal. Foi criado em virtude da comemoração do 4° centenário da chegada de Duarte Coelho à Capitania de Pernambuco, sendo inaugurado em 1935. O MUREO propicia ao observador uma visão de uma casa pernambucana do século passado. Seu acervo é composto por mobiliários, pinturas, louças, pratarias e peças de grande valor histórico para a vida social, religiosa e política da cidade. Ainda, possui um conjunto raro de peças de arte sacra do século XVII e XVIII em terra-cota e madeira.</p>
<p>Museu Regional de Olinda (MUREO)<br />
Rua do Amparo, 128, Amparo, Olinda – PE<br />
Exposição de longa duração com objetos e mobílias do século passado<br />
Terça a sexta | 9h às 17h; Sábados e domingos | 14h às 17h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3159</p>
<p><strong>Cerâmica popular de Pernambuco à mostra no MUBAC</strong></p>
<div id="attachment_13994" aria-labelledby="figcaption_attachment_13994" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8745816969_7bfa71acf9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-13994" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8745816969_7bfa71acf9_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">MUBAC</p></div>
<p>Um dos museus mais visitados de Pernambuco, o Museu do Barro de Caruaru está instalado num prédio moderno, localizado ao lado do Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, onde todos os anos concentram-se as comemorações do São João do município.</p>
<p>O Museu do Barro destaca em suas coleções os principais polos de cerâmica popular da região, enfatizando sua preservação e promoção. Além disso, o MUBAC destaca em suas coleções os principais polos de cerâmica popular da região, enfatizando sua preservação e promoção. O acervo do museu é composto por cerca de 2.300 peças, entre cerâmica utilitária, decorativa, figurativa e ex-votos.</p>
<p>Museu do Barro de Caruaru (MUBAC)<br />
Praça Cel. José de Vasconcelos, 100, Centro – Caruaru – PE<br />
Terça a sábado | 8h às 17h; Domingo | 9h às 13h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)<br />
(81) 3701 1533</p>
<p><strong>Cultura popular no Bairro de São José</strong></p>
<div id="attachment_13992" aria-labelledby="figcaption_attachment_13992" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8969227323_593f54615c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-13992" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8969227323_593f54615c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cultura Popular terá programação especial na Casa da Cultura</p></div>
<p>Como de costume, a Casa da Cultura, no centro do Recife, recebe neste sábado (6) um ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe, às 15h, no Palco Nelson Ferreira (hall central). No mesmo dia, o Mestre Pirulito ministrará uma oficina sobre a história e características do maracatu, uma das manifestações populares mais conhecidas em Pernambuco. Além disso, nesta sexta-feira (5), às 18h, tem roda de capoeira com o Mestre do Vale, assim como em todas as terças, quintas e sextas-feiras. As duas atividades são abertas ao público.</p>
<p>Casa da Cultura<br />
Cais da Detenção, s/n, Santo Antônio, Recife – PE<br />
Roda de capoeira com Mestre do Vale<br />
Terças, quintas e sextas-feiras | 18h<br />
Ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe<br />
Sábado (6) | 15h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3151</p>
<p><strong>Artes visuais dominam a Torre Malakoff</strong></p>
<div id="attachment_3931" aria-labelledby="figcaption_attachment_3931" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/4768582058_51871bdaef_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-3931" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/4768582058_51871bdaef_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Torre Malakoff</p></div>
<p>Pra quem gosta de artes visuais, como exposições, vale a pena fazer uma visita ao equipamento cultural no Bairro do Recife, que segue com três mostras gratuitas em cartaz: Barco de Fogo, Gráfica Lenta e Sobre Papel.</p>
<p>A primeira é do fotógrafo sergipano Márcio Garcez, que registrou durante três anos os processos de feitura e apresentação do Barco de Fogo, brincadeira popular sergipana que mistura fogos de artifício e artesanato. Já a mostra Gráfica Lenta, um trabalho do artista Maurício Castro, preza por uma criação sem tanta pressa e que tem o lema ‘A prensa é inimiga da perfeição’. A exposição foi feita com gravuras em linóleo de forma independente, é fruto de uma produção na galeria Maumau, Zona Norte do Recife.</p>
<p>Por fim, Sobre Papel é um trabalho montado com um acervo doado pelo Banco Itaú à Secretaria de Cultura do Estado. A coletânea pretende levar ao público algumas técnicas de impressão em papel que estão sendo deixadas de lado no mundo contemporâneo.</p>
<p>Torre Malakoff<br />
Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife – Recife – PE<br />
Exposições Barco de Fogo e Gráfica Lenta<br />
Terça a sexta | 10h às 18h; Sábados e domingos | 15h às 18h;<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3185</p>
<p><strong>Encerramento do FestCine no São Luiz</strong></p>
<div id="attachment_15542" aria-labelledby="figcaption_attachment_15542" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/5437115862_c8b92ee8c7_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-15542" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/5437115862_c8b92ee8c7_z-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">São Luiz</p></div>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/ultima-noite-do-festcine-vai-homenagear-pioneiros-do-cinema-pernambucano/">O 16º Festival de Curtas de Pernambuco, que desde o dia 1º tem ocupado o Cinema São Luiz, termina nesta sexta-feira, 5 de dezembro</a>. Além da premiação aos vencedores das categorias Mostra Competitiva Geral (animação, documentário, experimental, ficção e videoclipe) e Mostra Competitiva de Formação (documentário e ficção), a noite também será marcada por homenagens a dois pioneiros do cinema pernambucano: Lula Gonzaga e Adriana Falangola.</p>
<p>Cinema São Luiz<br />
Encerramento do 16º FestCine<br />
Rua da Aurora, 175, Boa Vista<br />
Sexta (5) | 20h<br />
Gratuito</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cinema brasileiro nas escolas em discussão no FestCine</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 15:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta (4), mais uma importante etapa do <strong>16º do FestCine</strong> envolveu o público que participa do festival: o seminário “Cinema e Educação: Uma reflexão sobre a aplicação da Lei 13.006/2014” reuniu professores, gestores públicos, realizadores, estudiosos e interessados em debater o dispositivo legal que pretende ampliar o acesso às produções cinematográficas brasileiras, a partir das salas de aula. Ao longo de todo o dia, os presentes acompanharam uma série de mesas e debates, no auditório da Faculdade Joaquim Nabuco.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_1951.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18036" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_1951-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quem abriu as atividades, durante a manhã, foi a coordenadora de Cultura Popular da Secult-PE/Fundarpe, Teca Carlos, com o tema “Lei nº 13.006/2014, andamento e aplicabilidade”. O dispositivo somou-se à Lei de Diretrizes e Bases (9.396/1996), a partir de uma proposta do senador Cristovam Buarque. É lá, no Art. 26º, que foi acrescido o § 8º, que estabelece uma cota de 2 horas de exibição de filme nacionais em salas de aula de todo o país, como componente curricular, integrado à proposta pedagógica das escolas. A proposta é potencializar a difusão das produções brasileiras – ainda pouco conhecidas do público em geral –, e estimular nas crianças e jovens o envolvimento &#8211; e consequente desenvolvimento – com as atividades cinematográficas em toda a sua amplitude.</p>
<p>Em sua fala, Teca destacou que essa lei é uma antiga luta daqueles que militam na área do audiovisual. Uma batalha que vem sendo travada há mais de 20 anos, com o envolvimento de diversos atores do setor. Mas ela chamou a atenção de que as conquistas são lentas, graduais e que é preciso tempo – aliado à coragem e determinação – para encontrar caminhos de fazer com que a lei não seja uma conquista apenas no papel. “<em>O ser humano tem uma arrogância existencial de achar que todas as revoluções devem acontecer enquanto ele estiver vivo. Mas o que acontece é que estamos construindo coisas para o futuro, para as gerações que virão. Essa é a nossa luta. A nossa militância</em>”, lembrou.</p>
<p>Outra questão pontuada por Teca acabou sendo o mote da atividade que veio a seguir. Na mesa “Como introduzir o cinema nacional nas escolas, tornando essa obrigatoriedade interessante para os alunos”, com Adriana Fresquet e Milene Gusmão, e mediação de Cynthia Falcão. “<em>A questão não é a aprovação da lei, e sim como executá-la</em>”. A afirmação de Teca reflete bem a preocupação das debatedoras que vieram a seguir. O debate girou em torno, a partir de então, da aplicabilidade da lei, da garantia de condições para a sua execução. Adriana Fresquet citou três pontos básicos com relação a isso: Conteúdo (seleção dos filmes, critérios); formação de professores; e acessibilidade (plataformas, banda larga de qualidade para todos).</p>
<p>“<em>É preciso que haja um trabalho colaborativo no sentido de lutarmos pela regulamentação e operacionalização dessa lei</em>”, pontuou Adriana. Segundo ela, existem muitos obstáculos ainda na questão estrutural para a exibição desses filmes. A digitalização do cinema brasileiro avança numa medida que o Brasil ainda não alcança, apresentando um déficit nas plataformas de exibição. “<em>De que adianta uma escola lá no interior do país querer cumprir essa lei, se ela não possui uma banda larga que suporte a exibição dessas produções, se não há plataforma adequada?</em>”, questionou.</p>
<p>“<em>Tudo que é obrigatório gera resistência!</em>”, disse Milene Gusmão ao referir-se a outro ponto, que é o envolvimento de alunos e professores nessa nova dinâmica gerada pelo que determina a lei. Primeiro, quebrar a resistência dos alunos com relação a esse universo cinematográfico “novo” – bem diferente do trator midiático que envolve os blockbusters. A cineasta Kátia Mesel, presente no seminário, ao citar uma experiência de disponibilização de parte da sua obra para unidades de ensino municipal, em atividades ligadas ao Campus Party, entrou na discussão. “<em>Quando a criança se interessa por aquilo que está vendo, quando sabemos estimulá-la, ela reage de forma positiva</em>”, acrescentou. Segundo, chegou-se à conclusão de que é preciso que professores, durante o seu período de formação acadêmica, também recebam formação na área de cinema, visto que não é suficiente – assim como não é proposta da lei – apenas exibir filmes, mas tomá-los como objeto de discussão e reflexão em sala de aula. E é preciso que o professor seja um facilitador nesse processo. Adriana Fresquet mostrou um pouco da experiência exitosa do Cinead, programa de extensão e pesquisa, que desenvolve ações conjuntas com a Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e foi responsável pela criação de sete escolas de educação básica e média na área de cinema.</p>
<p>Com relação aos critérios de escolha dos filmes a serem exibidos em sala de aula, uma diversidade de opiniões surgiu durante a atividade. “<em>Existem filmes que dialogam com determinado tipo de público, com determinada região, que dialogam com realidades e repertórios de vida bem específicos. Outros, não</em>”, pontuou Milene Gusmão. “A questão da seleção dos filmes é essencial. Se o filme não for bem escolhido, pode causar certa ojeriza e até mesmo afastar o aluno”, acrescentou o realizador Antônio Carrilho, que também estava presente.</p>
<p>Em meio aos muitos pontos de vistas, meandros e nuances que o assunto despertou entre debatedoras e público, viu-se que, mesmo com a existência da lei, ainda são necessários dispositivos que a regulamentem, para garantir que sua execução, levando o cinema nacional aos mais diversos públicos, principalmente àquele que pouco acesso tem a esse bem cultural: crianças e jovens. A lei existe. Agora, o próximo passo é debater e lutar para mais avanços, como a sua regulamentação. O primeiro passo já foi dado.</p>
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		<title>Cinema para ver, fazer e pensar</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2014 13:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[André Dib]]></category>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova A programação do 16º FestCine – Festival de Curtas de Pernambuco vai muito além das mostras competitivas que acontecem, diariamente, no Cinema São Luiz. A realização de oficinas tem envolvido um público que não quer apenas ser espectador, mas também quer fazer e discutir cinema. Até esta sexta (5), três turmas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17948" aria-labelledby="figcaption_attachment_17948" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5053.jpg"><img class="size-medium wp-image-17948" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5053-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Oficinas integram a 16ª edição da mostra cinematográfica FestCine</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>A programação do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/16o-festcine-e-vitrine-para-a-novissima-producao-audiovisual-pernambucana-2/" target="_blank"><strong>16º FestCine – Festival de Curtas de Pernambuco</strong> </a>vai muito além das mostras competitivas que acontecem, diariamente, no <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/cinema-sao-luiz/" target="_blank">Cinema São Luiz</a></strong>. A realização de oficinas tem envolvido um público que não quer apenas ser espectador, mas também quer fazer e discutir cinema. Até esta sexta (5), três turmas estão aprendendo um pouco do cinema por outro viés. Sã as oficinas “Documentando”, com Marlom Meirelles; “Crítica Cinematográfica”, com André Dib; e “Cinema de Animação”, com Tiago Delácio e Paulo Monteiro. Numa parceria com a Faculdade Joaquim Nabuco, as aulas estão sendo realizadas no campus da instituição de ensino, no centro do Recife.</p>
<p>A oficina ministrada pelo ponto de cultura Cinema de Animação, de Gravatá, tocado pelo cineasta Lula Gonzaga – um dos homenageados do 16º FestCine – tem sido o pontapé inicial para aqueles que se encantam com o universo da animação e pretendem investir numa carreira na área. Tiago Delácio e Paulo Monteiro são os responsáveis por ministrar a oficina durante o FestCine. A partir de um método criado por Lula, há mais de 30 anos, que converge para formas mais simples e artesanais de animação, eles imbuem os alunos de retratarem, em suas criações, sua realidade, seus signos identitários mais próximos. “<em>A nossa ideia é trabalhar com traços da xilogravura e temas regionais. Fazer com que qualquer jovem, em qualquer lugar onde estiver, possa fazer uma animação. Procuramos ter esse papel de formação com esses jovens, que podem utilizar isso como uma oficina de formação cidadã ou se profissionalizar, buscar novas técnicas, e quem sabe, alçar voos mais altos. Eu e Paulo fomos formados nessa oficina, com Lula</em>”, explica Tiago.</p>
<p>Logo ali, no mesmo 2º andar da Faculdade Joaquim Nabuco, mais outra oficina em andamento: o realizador Marlom Meirelles ministra “Documentando”, que envolve os alunos no processo de criação de um documentário. Ele tem levado a iniciativa para vários municípios, conjuntamente com as ações da Coordenadoria de Audiovisual da Secul-PE. Nas aulas, Marlom introduz os alunos em questões técnicas e estruturais de um documentário, desde a criação de roteiro, até mesmo “por a mão na massa” e realizar um documentário, até sua finalização. Uma das tocantes criações da oficina é o documentário <em>Quadrado</em>, fruto de uma das oficinas, realizada durante o 7º Festival de Cinema de Triunfo, este ano, e que foi exibida no encerramento do festival.</p>
<p><iframe src="//player.vimeo.com/video/103179802" height="281" width="500" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/103179802">DOCUMENTANDO &#8211; Curta-metragem &#8220;Quadrado&#8221;</a> from <a href="http://vimeo.com/eixoaudiovisual">Eixo Audiovisual</a> on <a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<div id="attachment_17949" aria-labelledby="figcaption_attachment_17949" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5055.jpg"><img class="size-medium wp-image-17949" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5055-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O jornalista André Dib comanda a oficina de Crítica Cinematográfica</p></div>
<p>O cinema para ser visto, para ser criado&#8230; para ser discutido, analisado, debatido. Enxergar além do que apenas está projetado na tela, diante dos nossos olhos. Observar e mergulhar nas nuances de uma produção com olhos argutos, captando entrelinhas. A oficina de “Crítica Cinematográfica”, ministrada pelo jornalista André Dib, veio despertar nos alunos a sensibilidade de esmiuçar um filme em seus mais variados meandros. Desde aspectos técnicos (como enquadramento, planos, distância focal, montagem, fotografia, roteiro, etc) até o lado mais subjetivo são colocados em xeque. Em sala de aula, Dib levanta discussões, mostra exemplos e exibe filmes, procurando estimular e ampliar o olhar particular de cada um dos alunos. “<em>Quando você estimula a discussão sobre o que está sendo exibido, ali também está nascendo cinema. Não só na cabeça de quem faz, de quem produz, mas também na discussão e reflexão&#8230; é ali que fecha o ciclo, nesse exercício de pensar o cinema. É isso o que mantém esses filmes vivos, o que dá o sentido de toda essa produção existir</em>”. Confira algumas das críticas escritas pelos alunos no blog <a href="http://oficinadecritica.com/" target="_blank"><strong>Oficina de Crítica Cinematográfica</strong></a>.</p>
<p>As oficinas têm gerado um interesse de pessoas com os mais variados perfis. Nas turmas, é possível encontrar profissionais das áreas de engenharia, arquitetura, jornalismo, fotografia. Everton Maciel, 29, é professor de História, natural de Buíque. Ele veio ao Recife especialmente para acompanhar a programação do FestCine. Ele já passou por oficinas como Documentando, Crítica de Cinema, Iniciação à Filmagem, Preparação de Atores, Fotografia. Desta vez, ele participa das aulas de Cinema de Animação. <em>“Desde 2008, despertou em mim essa vontade de interagir com o cinema, que é algo que me fascina. Por isso, estou aproveitando a oportunidade de conhecer mais e agregar valor. Já participei de um curta, como ator, e agora estou no primeiro corte de um curta-metragem em que, junto com alguns amigos, roteirizei, estou dirigindo e produzindo. É importante estar sempre se atualizando nessa área, pois o cinema é uma linguagem universal e cada vez mais vem acessando novas tecnologias e uma produção cada vez mais moderna e sofisticada. E, atualmente, com as mostras de cinema que se espalham pelo estado, o Sertão tem conseguido entrar e ter mais espaço nesse circuito do cinema pernambucano&#8230; e eu quero poder participar disso</em>”, conta.</p>
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		<title>16º FestCine abre inscrições para seminário sobre cinema e educação</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/16o-festcine-abre-inscricoes-para-seminario-sobre-cinema-e-educacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2014 15:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[16º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Curtas de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão sobre a aplicação da Lei nº 13.006/2014]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário Cinema e Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas, até a próxima terça-feira (2), as inscrições para o seminário “Cinema e Educação: uma reflexão sobre a aplicação da Lei nº 13.006/2014”. Fazendo parte do 16º FestCine – Festival de Curtas de Pernambuco, o seminário é gratuito e será realizado na quinta-feira (4), na Faculdade Joaquim Nabuco, campus do centro do Recife, tendo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/festcine1.jpg"><img class=" wp-image-17521 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/festcine1-482x486.jpg" width="202" height="204" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Estão abertas, até a próxima terça-feira (2), as inscrições para o seminário “Cinema e Educação: uma reflexão sobre a aplicação da Lei nº 13.006/2014”. Fazendo parte do 16º FestCine – Festival de Curtas de Pernambuco, o seminário é gratuito e será realizado na quinta-feira (4), na Faculdade Joaquim Nabuco, campus do centro do Recife, tendo como público alvo professores de escolas públicas e privadas de Pernambuco, educadores de apoio, diretores, bibliotecários, estudantes de pedagogia e cineastas e cineclubistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os objetivos do seminário, estará o debate sobre a aplicabilidade da Lei 13.006/2014, que institui a inserção do cinema nacional como componente curricular complementar nas escolas do ensino básico, integrado à proposta pedagógica, com a exibição de pelo menos duas horas mensais de produções brasileiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se inscrever, é necessário preencher a <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Ficha-de-Inscricao.docx">Ficha de Inscrição</a> </strong>e enviá-la para o seguinte e-mail: <span style="color: #0000ff;"><strong>cinemafundarpe@gmail.com</strong></span>, somente até a terça-feira (2). O 16º FestCine é uma realização do Governo do Estado (Secretaria de Cultura e Fundarpe), em parceria com a Prefeitura do Recife (Fundação de Cultura da Cidade do Recife).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira a programação do seminário:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quinta-feira, 04 de dezembro<br />
</strong>9h às 9h30 | Credenciamento</p>
<p>9h30 às 10h | Lei Nº 13.006/2014, andamento e aplicabilidade – com Teca Carlos</p>
<p>10h às 12h | Como introduzir o cinema nacional nas escolas, tornando essa obrigatoriedade interessante para os alunos – com Adriana Fresquet e Milene Gusmão</p>
<p>12h30 às 14h | Almoço</p>
<p>14h às 16h30 | Reflexões sobre os filmes: o que e como trabalhar os filmes com os alunos? Estudo de caso – com Nielson Modro e Andréa Mota</p>
<p>16h30 às 17h30 | A experiência do cineclubismo nas escolas – com Yanara Galvão e Amanda Ramos</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
Perfil dos debatedores:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Teca Carlos</strong> &#8211; Professora e Gestora Pública.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Adriana Fresquet</strong> &#8211; Professora adjunta da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro é membro do Programa de Pós-Graduação em Educação (FE/UFRJ). Coordena o grupo de pesquisa Currículo e Linguagem Cinematográfica na Educação Básica e o programa de extensão “Cinema para aprender e desaprender” CINEAD que desenvolve atividades conjuntas com a Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio), o Colégio de Aplicação da UFRJ e o Instituto de Pediatria e Puericultura Matagão Gesteira (IPPMG/UFRJ). É membro fundador e coordenador da Rede KINO: Rede Latino-Americana de Educação, Cinema e Audiovisual. Coordena a coleção Alteridade e Criação da Editora Autêntica, inaugurada com os livros Cinema e Educação e Godard e Educação e da coleção Cinema e Educação da Editora Booklink/UFRJ junto do Hernani Heffner (MAM-Rio/PUC-Rio).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Andréa Mota</strong> &#8211; Comunicadora e produtora cultural, atua nas áreas de cinema, literatura e música, com ênfase para o audiovisual. Conceituou, implantou e coordena o Programa CinEscola – Cinema a Serviço da Educação, em atividade desde 1999. É gestora do projeto cineCabeça, idealizado em 2009 pelo Governo de Pernambuco, através da FUNDARPE, realizado em parceria com a ONG Centro de Atitudes, que já atendeu no cinema São Luiz e ambiente das escolas públicas estaduais, entre 2010 e 2013 mais de 99 mil espectadores entre estudantes e educadores do grande Recife. Coordenadora Recife do FICI – Festival Internacional de Cinema Infantil, 2010 e 2011. É representante promocional e assessora de comunicação da Walt Disney Pictures Brasil, de Alagoas ao Maranhão, desde 2002.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Amanda Ramos</strong> &#8211; Graduanda em Ciências Sociais pela UFRPE. Produtora cultural, cineclubista integrante do Cineclube Doze e Meia, do Centro Cultural Correios. Atuou na coordenação dos cineclubes AZouganda (Nazaré da Mata) e Banquete (Recife). Membro-fundadora da Federação Pernambucana de Cineclubes – FEPEC e atuante na diretoria da instituição entre os anos de 2008 e 2010. Foi suplente na área de Audiovisual da Comissão de Cultura da Mata Norte de Pernambuco, de abril de 2009 a abril de 2011. Participou do Júri da FEPEC escolhendo o “Melhor Filme para Reflexão” em diversos Festivais do Estado; Ministra oficinas de criação de cineclubes em escolas, encontros estudantis e municípios de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Milene Gusmão</strong> &#8211; Professora do Bacharelado em Cinema e Audiovisual, vinculado ao Departamento de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Coordenadora geral, desde 2001, o Programa Janela Indiscreta Cine-Vídeo UESB. Integra o corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Memória: Linguagem e Sociedade, na linha de pesquisa em Memória, Cultura e Educação, na mesma instituição. Líder juntamente com Rosália Maria Duarte do Grupo de Pesquisa em Cinema e Audiovisual: memória e processos de formação cultural. Pesquisadora do Grupo Cultura, Memória e Desenvolvimento da UnB. Integrante da Rede Latinoamericana em Educação, Cinema e Audiovisual &#8211; Rede Kino. Suas pesquisas destacam os seguintes temas: cinema e memória social, cinema e educação, trajetórias e práticas sociais em cinema, cineclubes, festivais e processos de formação cultural nos âmbitos do cinema e do audiovisual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nielson Modro</strong> &#8211; Professor e advogado, coordena o projeto “Cineducação: Site de Apoio Didático, para Professores, para Utilização de Filmes em Sala de Aula” um projeto de extensão desenvolvido na Universidade da Região de Joinville – Univille desde 2003, vinculado ao departamento de Letras, que tem como objetivo principal pesquisar filmes que possam ser utilizados em sala de aula com finalidade didática. As informações pesquisadas e sistematizadas, acerca dos filmes escolhidos, são disponibilizadas através do site www.modro.com.br/cinema. Atualmente há no site cerca de duzentos filmes analisados, cinco livros foram publicados, nos quais podem ser encontradas as análises de mais de uma centena de filmes, e uma série de capacitações/palestras já foram realizadas buscando fomentar as ideias a respeito da proposta quanto ao uso de filmes em sala de aula com finalidade didática. É autor de seis livros com o temas relacionados ao Cinema e Educação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Yanara Galvão</strong> &#8211; Cineclubista, produtora cultural e pesquisadora em Políticas Culturais no Brasil com ênfase no audiovisual/cinema. Idealizadora e coordenadora do cineclube “Cine Alto do Moura”, projeto contemplado pela ação do Cine Mais Cultura, Caruaru. Facilita oficinas de iniciação audiovisual e formação cineclubista. Desde 2013 é presidente da Federação Pernambucana de Cineclubes – FEPEC.</p>
<p><strong><br />
SERVIÇO:</strong><br />
<em><strong>Seminário “Cinema e Educação: uma reflexão sobre a aplicação da Lei nº 13.006/2014”</strong></em><br />
<strong>Data:</strong> 4 de dezembro<br />
<strong>Horário:</strong> das 9h às 17h30<br />
<strong>Local:</strong> Faculdade Joaquim Nabuco (Av. Guararapes, 233, Centro do Recife)</p>
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