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	<title>Portal Cultura PE &#187; 6° Festival de Cinema de Triunfo</title>
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		<title>Secretaria de Cultura homologa resultado do Festival de Cinema de Triunfo</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Sep 2023 19:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco &#8211; Secult-PE e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco &#8211; Fundarpe, tornam público a homologação do resultado do julgamento dos júris oficial e popular do 14º Festival de Cinema de Triunfo – 2023, realizado no período compreendido entre 28 de agosto e 02 de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/53149821170_61784af65c_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105201" alt="53149821170_61784af65c_k" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/53149821170_61784af65c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco &#8211; Secult-PE e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco &#8211; Fundarpe, tornam público a homologação do resultado do julgamento dos júris oficial e popular do 14º Festival de Cinema de Triunfo – 2023, realizado no período compreendido entre 28 de agosto e 02 de setembro de 2023, no Theatro Cinema Guarany.</p>
<p>O resultado  está disponível no Mapa Cultura de Pernambuco, no endereço https://www.mapacultural.pe.gov.br.  e nos links abaixo:</p>
<p><strong><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/SEI_40957389_GOVPE___Publicacao_189.pdf">EXTRATO - RESULTADO DO 14º FESTIVAL DE CINEMA DE TRIUNFO – 2023<br />
</a><br />
<a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/RESULTADO-DO-14º-FESTIVAL-DE-CINEMA-DE-TRIUNFO-1.pdf">RESULTADO DO 14º FESTIVAL DE CINEMA DE TRIUNFO &#8211; 2023</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Ata-juri-oficial-curtas.pdf">ATA DO JÚRI OFICIAL DE CURTAS</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Ata-Juri-oficial-longa-horizontal.pdf">ATA DO JÚRI OFICIAL DE LONGAS</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Ata-juri-popular-curtas-horizontal.pdf">ATA DO JÚRI POPULAR DE CURTAS</a></strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Ata-juri-popular-longa-horizontal.pdf"><strong>ATA DO JÚRI POPULAR DE LONGAS</strong></a><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Ata-juri-popular-curtas-horizontal.pdf"><br />
</a></p>
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		<title>Abertura do Festival de Cinema de Triunfo reforça sua importância para o audiovisual nacional</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/abertura-do-festival-de-cinema-de-triunfo-reforca-sua-importancia-para-o-audiovisual-nacional/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Aug 2023 01:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Passava um pouco das 18h, desta segunda-feira (28), quando as cores e os chicotes dos tradicionais caretas de Triunfo anunciaram o início de um dos momentos mais esperados pelos amantes do cinema e moradores do Sertão do Pajeú: o Festival de Cinema de Triunfo, que chega à sua 14ª edição com a presença de 42 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_104794" aria-labelledby="figcaption_attachment_104794" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/DSC_1282-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-104794" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/DSC_1282-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Noite de abertura do festival contou com a tradicional apresentação dos caretas de Triunfo, manifestação da cultura popular da cidade</p></div>
<p>Passava um pouco das 18h, desta segunda-feira (28), quando as cores e os chicotes dos tradicionais caretas de Triunfo anunciaram o início de um dos momentos mais esperados pelos amantes do cinema e moradores do Sertão do Pajeú: o Festival de Cinema de Triunfo, que chega à sua 14ª edição com a presença de 42 filmes de 11 estados brasileiros. Todos serão exibidos no centenário Theatro Cinema Guarany e concorrem ao Troféu Caretas &#8211; uma homenagem às figuras também centenárias que saem no carnaval sertanejo. Até sábado (2), amantes do cinema e moradores da região vão mergulhar num intenso circuito de exibições, debates e oficinas audiovisuais.</p>
<p>A solenidade de abertura do Festival de Cinema de Triunfo contou com a presença de Carla Pereira, gerente de Produção da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), representando a instituição; Fúlvio Wagner, gerente de Projetos Especiais da Secretaria da Casa Civil do Estado; Martin Palacios, coordenador do Audiovisual da Secretaria Estadual da Cultura (Secult-PE) e do 14º Festival de Cinema de Triunfo; João Hermano, vice-prefeito de Triunfo; Valkiria Porto, representante do Sesc Pernambuco; e Rogério Carvalho, presidente da Associação dos Comerciantes do Município de Triunfo.</p>
<div id="attachment_104796" aria-labelledby="figcaption_attachment_104796" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/DSC_1448.jpg"><img class="size-medium wp-image-104796" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/DSC_1448-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Solenidade de abertura contou com representantes da Prefeitura de Triunfo, do Sesc, do Governo de Pernambuco, da Fundarpe e da Secult-PE</p></div>
<p>A importância do festival para o fortalecimento da cadeia do audiovisual pernambucano foi o destaque das falas oficiais de abertura. “Fomentar a arte de Pernambuco é uma das nossas missões e este momento é de extrema alegria, porque podemos exibir o que a gente tem de melhor, de forma gratuita, num equipamento maravilhoso”, celebrou Carla Pereira, da Fundarpe, instituição responsável pela gestão do Theatro Cinema Guarany.</p>
<p>“É muito bom a gente chegar aqui em Triunfo e sentir esse carinho pelo equipamento tão importante e que completou 101 anos esse ano. O Governo de Pernambuco tem o dever de manter isso aqui aberto, e junto à prefeitura, à Associação Comercial e ao Sesc, queremos continuar trazendo para Triunfo noites simbólicas tão importante, não apenas para o audiovisual, mas também para as artes cênicas”, destacou Fúlvio Wagner, representando a Secretaria Estadual da Casa Civil.</p>
<div id="attachment_104791" aria-labelledby="figcaption_attachment_104791" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/DSC_1438-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-104791" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/DSC_1438-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Carla Pereira, gerente de Produção da Fundarpe, destacou a importância do festival para a cadeia produtiva do audiovisual de Pernambuco</p></div>
<p>“Este ano é um ano de retomada da cultura como um todo, e queremos pensar um festival mais regionalizado, que represente a nossa cultura. Temos um fundo de cultura fortíssimo, que é o Funcultura, e vamos ter agora a Lei Paulo Gustavo, com recursos muito significativos para o audiovisual pernambucano, que vão fortalecer ainda mais as nossas produções”, pontuou Martin Palacios, coordenador do festival.</p>
<p>Durante a abertura, foi apresentado ao público os júris oficiais desta edição, divididos nas mostras competitivas de curtas e longas: Bruna Tavares, Julio Cavani, Leo Tabosa, Vanessa Vieira, Marlom Meirelles, Priscila Urpia, Antônio Carrilho, Douglas Henrique, Jorge Filho, Richard Soares. Karla Fagundes e Rafael Nascimento. Além do júri oficial, o festival conta com o tradicional júri popular, formado por estudantes, professores e produtores culturais do Sertão do Pajeú.</p>
<div id="attachment_104795" aria-labelledby="figcaption_attachment_104795" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/DSC_1491.jpg"><img class="size-medium wp-image-104795" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/DSC_1491-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maria Gazal, realizadora do filme Invasão ou Contatos Imediatos do Terceiro Mundo, foi uma das que teve seu filme exibido no Theatro Cinema Guarany nesta segunda (28)</p></div>
<p>A noite foi de largada para as mostras competitivas, com a exibição dos curtas Invasão ou Contatos Imediatos do Terceiro Mundo, de Maria Gazal e Hugo Aquino; Semente de Caruá, Laís Domingues; Estampido, de Djaelton Quirino; Azul Royal, de Carlon Hardt; e o longa-metragem Terruá Pará, de Jorane Castro.</p>
<p>“Primeiramente quero dizer que estou muito feliz de estar aqui. Todas as pessoas da equipe fizeram um trabalho maravilhoso. O filme que represento é um curta-metragem falso documentário, produzido de uma forma totalmente espontânea, livre e, mais uma vez, com muito empenho das pessoas envolvidas”, comentou a realizadora Maria Gazal, do Recife.</p>
<p>Além dos filmes pernambucanos, participam da programação das mostras competitivas curtas e longas de estados como Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Bahia, Goiás, Pará, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e São Paulo.</p>
<div id="attachment_104792" aria-labelledby="figcaption_attachment_104792" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/DSC_1485-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-104792" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/DSC_1485-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A noite foi de largada para as mostras competitivas, com a exibição de curtas e uma longa-metragem</p></div>
<p>A grade de debates e oficinas, diferencial que tem contribuído para o fomento e a sustentabilidade da nossa produção audiovisual, também é destaque este ano. Nesta terça-feira (29), às 10h, na Praça do Avião, será realizada uma conversa com os realizadores que tiveram seus filmes exibidos durante a abertura.</p>
<p>A programação segue com a Oficina Outros Sertões e o Minuto, ministrada por Mila Nascimento e Uilma Queiroz, na Fábrica de Criação Popular do Sesc-PE, parceiro do festival que também apresentará a Mostra CineSesc. As sessões acontecem nesta terça (28) e quarta-feira (29), a partir das 14h, com a exibição de vários curtas e a presença de escolas da região.</p>
<p>O 14º Festival de Cinema de Triunfo é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com apoio da Prefeitura de Triunfo, Secretaria de Turismo, Desenvolvimento e Lazer de Triunfo, Sesc, Fecomércio, Senac e Associação Comercial.</p>
<p><b>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DO 14º FESTIVAL DE CINEMA DE TRIUNFO</b><b> </b></p>
<p><strong>TERÇA-FEIRA (29/08)</strong><b></b></p>
<p><strong>10h: Debate com os/as realizadores/as dos filmes exibidos na segunda-feira (28/08)</strong><br />
Local: Praça do Avião<strong> </strong></p>
<p><strong>14h: Oficina Outros sertões e o minuto, ministrada por Mila Nascimento e Uilma Queiroz</strong><br />
Local: Fábrica de Criação Popular do Sesc-PE (Praça Dr. Arthur Viana Ribeiro, Triunfo)<strong> </strong></p>
<p><strong>14h: Sessão CineSesc</strong><strong> </strong></p>
<p><strong>18h30: Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais</strong><br />
Samba de Latada (Documentário, 24 minutos, 2022, PE, Livre), de João Lucas Melo</p>
<p>Trans Nordestina (Documentário, 25 minutos, 2021, PE, Livre), de Rafael Costa<br />
Acessibilidade: Áudio Descrição.</p>
<p>Nhãndê kuery mã hi&#8217;ãn rivê hê&#8217;yn &#8211; Não somos apenas sombras (Documentário, 12 minutos, 2023, Santos, SP, Livre), de Dino Menezes<br />
Acessibilidade: Legenda Descritiva.</p>
<p>Bucho de Peixe (Ficção, 10 minutos, 2023, RN, 16 anos), de Johann Jean</p>
<p>La Caramella (Experimental, 9 minutos, 2023, PB, Livre), de Gian Orsini</p>
<p><strong>20h30: Mostra competitiva de longa-metragem nacional<br />
</strong>Diaspóricas (Documentário, 70 minutos, 2022, GO, Livre), de Ana Clara Gomes</p>
<p><strong>QUARTA-FEIRA (30/08)</strong></p>
<p><strong>10h: Debate com os/as realizadores/as dos filmes exibidos na terça-feira (29/08)</strong><br />
Local: Praça do Avião</p>
<p><strong>14h: Oficina Outros sertões e o minuto, ministrada por Mila Nascimento e Uilma Queiroz<br />
</strong>Local: Fábrica de Criação Popular do Sesc-PE (Praça Dr. Arthur Viana Ribeiro, Triunfo)</p>
<p><strong>14h: Sessão CineSesc</strong></p>
<p><strong>18h30: Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais<br />
</strong>Tornar-se Monstra ou Humana (Experimental, 19 minutos, 2023, Recife, PE, 14 anos), de Catarina Almanova<br />
Acessibilidade: Legenda</p>
<p>Cabiluda (Ficção, 20 minutos, 2022, Recife, PE, 14 anos), de aColleto e Dera Santos &#8211; Pernambucano<br />
Acessibilidade: Legenda Descritiva</p>
<p>Amor by Night (Ficção, 19 minutos, 2022, Recife, PE, Livre ), de Henrique Arruda &#8211; Pernambucano</p>
<p>Amaná (Ficção, 15 minutos, 2023, Pedra Branca, CE, Livre), de Antônio Fargoni</p>
<p>Cama Vazia (Ficção, 6 minutos, 2023, SP, 16 anos), de Fábio Rogério e Jean-Claude Bernardet</p>
<p>Até que ponto? (Ficção, 20 minutos, 2022, RJ, 14 anos), de Ricardo Soares</p>
<p>Controle (Ficção, 13 minutos, 2023, AM, 12 anos), de Ricardo Manjaro</p>
<p>Cru (Experimental, 8 minutos, 2022, Campinas, SP, 12 anos), de Diego Ruiz de Aquino<strong> </strong></p>
<p><strong>20h30: Mostra competitiva de longa-metragem nacional</strong><br />
Marcos (Ficção, 70 minutos, 2023, RJ, 14 anos), de Filipe Codeço<strong> </strong></p>
<p><strong>QUINTA-FEIRA (31/08)</strong></p>
<p><strong>10h: Debate com os/as realizadores/as dos filmes exibidos na quarta-feira (30/08)</strong><br />
Local: Praça do Avião<strong> </strong></p>
<p><strong>14h: Oficina Outros sertões e o minuto, ministrada por Mila Nascimento e Uilma Queiroz</strong><br />
Local: Fábrica de Criação Popular do Sesc-PE (Praça Dr. Arthur Viana Ribeiro, Triunfo)<strong> </strong></p>
<p><strong>14h: Parceria Alumiar</strong><br />
Cine Holliúdy (Ficção, 91 minutos, 2012, CE, Livre), de Halder Gomes<br />
Acessibilidade: Audiodescrição (AD), Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE) e Libras</p>
<p><strong>16h:</strong> Lucicreide Vai pra Marte (Ficção, 90 minutos, 2021, PE, Livre), de Rodrigo César<strong> </strong></p>
<p><strong>18h30: Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais</strong><br />
SETHICO (Experimental, 14 minutos, 2021, PE, Livre), de Wagner Montenegro</p>
<p>Das águas (Documentário, 17 minutos, 2022, PE, Livre), de Adalberto Oliveira e Tiago Martins Rêgo<br />
Acessibilidade: Legenda</p>
<p>Cantigas de Pai Francisco (Ficção, 21 minutos, 2021, PE, Livre), de Iyadirê Zidanes</p>
<p>Vão das almas (Ficção, 15 minutos, 2023, DF, 14 anos), de Edileuza Penha de Souza e Santiago Dellape<br />
Acessibilidade: Legenda Descritiva, Audiodescrição, LIBRAS.</p>
<p>Festejar São Benedito Pra Todo Ano Chover (Documentário, 19 minutos, 2023, BH, Livre), de Gabriela Fernandes e João Diniz</p>
<p>Hiatos (Experimental, 7 minutos, 2021, Recife, PE, Livre), de Marcela Coêlho<strong> </strong></p>
<p><strong>20h30: Mostra competitiva de longa-metragem nacional</strong><br />
Rama Pankararu (Ficção, 98 minutos, 2022, PE, 12 anos), de Pedro Sodré Acessibilidade: Legenda Descritiva<strong> </strong></p>
<p><strong>SEXTA-FEIRA (1º/09)</strong></p>
<p><strong>10h: Debate com os/as realizadores/as dos filmes exibidos na quinta-feira (31/08)</strong><br />
Local: Praça do Avião<strong> </strong></p>
<p><strong>14h: LPG em Pernambuco, com Milena Evangelista</strong><br />
Local: Fábrica de Criação Popular do Sesc-PE (Praça Dr. Arthur Viana Ribeiro, Triunfo)<strong> </strong></p>
<p><strong>14h: Oficina Outros sertões e o minuto, ministrada por Mila Nascimento e Uilma Queiroz</strong><br />
Local: Fábrica de Criação Popular do Sesc-PE (Praça Dr. Arthur Viana Ribeiro, Triunfo)<strong> </strong></p>
<p><strong>14h: Mostra competitiva de curtas e médias-metragens infanto-juvenis nacionais</strong><br />
Local: Theatro Cinema Guarany</p>
<p>Pomodora (Animação, 4 minutos, 2023, SP, Livre), de Rafael Silvério</p>
<p>Palavras Mágicas (Animação, 2 minutos, 2023, PR, Livre), de Carlon Hardt</p>
<p>Filha da Mãe D’Água (Ficção, 20 minutos, 2022, AM, Livre), de Bruno Pereira e Siderlane Souza<br />
Acessibilidade: Libras</p>
<p>Os Três Porquinhos (Animação, 4 minutos, 2023, PB, Livre), de Tamires Campos</p>
<p>Ciranda Feiticeira (Animação, 8 minutos, 2023, PE, Livre ), de Lula Gonzaga e Tiago Delácio<br />
Acessibilidade: Libras</p>
<p>Os Guerreiros da Rua 2 &#8211; A Missão (Ficção, 15 minutos, 2023, PE, Livre), de Erickson Marinho<strong> </strong></p>
<p><strong>15h30: Mostra competitiva de longa-metragem nacional</strong><br />
Além da Lenda &#8211; O filme (Animação, 86 minutos, 2022, PE, Livre), de Marília Mafé e Marcos França<br />
Acessibilidade: Audiodescrição, libras e legendas<strong> </strong></p>
<p><strong>18h30: Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais</strong><br />
Dorme Pretinho (Documentário, 8 minutos, 2022, PE, Livre), de Lia Letícia Acessibilidade: Audiodescrição</p>
<p>Mãe (Ficção, 22 minutos, 2023, PE, 14 anos), de Natalia Tavares<br />
Acessibilidade: Libras, Audiodescrição e LEGENDA PARA SURDOS E ENSURDECIDOS (LSE)</p>
<p>Mergulho (Ficção, 12 minutos, SP, 2022, Livre), de Marton Olympio e Anderson Jesus</p>
<p>Céu de Lua, Chão de Estrelas (Documentário, 25 minutos, 2022, PE, Livre), de Camilo Soares e Orun Santana<br />
Acessibilidade: Legenda Descritiva</p>
<p>Dente (Ficção, 20 minutos, PE, 2023, Livre), de Rita Luna Acessibilidade: LDS, Libras e Audiodescrição</p>
<p>A gente tava era com saudade (Documentário, 15 minutos, 2022, PB, Livre), de Vanessa Oliveira</p>
<p>A Jornada (Experimental, 3 minutos, 2023, PE, Livre), de Edvaldo Santos</p>
<p><strong>20h15: Mostra competitiva de longa-metragem nacional</strong><br />
Fim de Semana no Paraíso Selvagem (Ficção, 108 minutos, 2022, PE, 14 anos), de Severino Acessibilidade: Legenda Descritiva.<strong> </strong></p>
<p><strong>SÁBADO (2/09)</strong></p>
<p><strong>10h: Debate com os/as realizadores/as dos filmes exibidos no sábado (1º/09)</strong><br />
Local: Praça do Avião<strong> </strong></p>
<p><strong>14h: Oficina Outros sertões e o minuto, ministrada por Mila Nascimento e Uilma Queiroz</strong><br />
Local: Fábrica de Criação Popular do Sesc-PE (Praça Dr. Arthur Viana Ribeiro, Triunfo)<strong> </strong></p>
<p><strong>14h: Visita guiada ao Theatro Cinema Guarany com o CineRuaPE</strong><strong> </strong></p>
<p><strong>18h30: Mostra Judith Quinto</strong><br />
Theatro Cinema Guarany: Uma longa história (Documentário, 22 minutos, 2011, PE, Livre), de Cineclube Caretas<br />
Ser Mais que Cinza (Ficção, 19 minutos, 2014, PE, Livre), de Daniel Figueiredo e Cineclube Caretas<br />
Quadrado (Documentário, 8 minutos, 2014, PE, Livre), Produção coletiva &#8211; Projeto Documentando coordenado por Marlom Meirelles<br />
Cambindas (Documentário, 14 minutos, 2021, PE, Livre), de João Bosco Jr.<strong> </strong></p>
<p><strong>20h: Cerimônia de premiação do 14º Festival de Cinema de Triunfo</strong></p>
<p align="center">
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		<title>Oficina de Direção para  Documentários abre inscrições</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2015 18:19:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Interessados na área de Direção para Documentários terão oportunidade de aprimorar conhecimentos no 8º Festival de Cinema de Triunfo, que acontece de 3 a 8 de agosto. Um oficina gratuita, ministrada pelo cineasta Marcelo Pedroso e promovida pelo Centro Audiovisual Norte-Nordeste (Canne/Fundaj), está com inscrições abertas. São 25 vagas e as inscrições podem ser feitas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Interessados na área de Direção para Documentários terão oportunidade de aprimorar conhecimentos no 8º Festival de Cinema de Triunfo, que acontece de 3 a 8 de agosto.</p>
<div id="attachment_27167" aria-labelledby="figcaption_attachment_27167" class="wp-caption img-width-322 alignright" style="width: 322px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Marcelo-Pedroso.jpg"><img class="size-medium wp-image-27167" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Marcelo-Pedroso-322x486.jpg" width="322" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta Marcelo Pedroso facilita a oficina gratuita durante o Festival de Cinema de Triunfo</p></div>
<p>Um oficina gratuita, ministrada pelo cineasta Marcelo Pedroso e promovida pelo Centro Audiovisual Norte-Nordeste (Canne/Fundaj), está com inscrições abertas.</p>
<p>São 25 vagas e as inscrições podem ser feitas até o dia 19 de julho. Para saber mais e participar do processo de seleção, acesse o <a href="http://www.fundaj.gov.br/images/stories/canne/editais2015/EDITALSelecaodeAlunos-TRIUNFO-MarceloPedroso.doc.pdf" target="_blank"><strong>Edital</strong></a>.</p>
<p><strong>Oficina de Direção para Documentários, com o cineasta Marcelo Pedroso</strong></p>
<p>Objetivo: Apresentar aos alunos a discussão: O cinema em face do outro – O documentário confrontado à sua história e às práticas contemporâneas. O que filmar, como fazê-lo, por quê? A partilha de inquietações estéticas e políticas fazem parte de um exercício pedagógico que propõe a reflexão coletiva em torno do gesto documental. Uma abordagem subjetiva que se baliza por filmes e textos ligados à tradição do cinema do real.<br />
Carga horária: 28h<br />
Público-alvo: Interessados em audiovisual e áreas afins.<br />
Vagas: 25<br />
Horário: 9h às 13h e 14h às 18h<br />
Período: 05 a 08 de agosto<br />
Local: Auditório da Prefeitura de Triunfo</p>
<p>Sobre o facilitador: Marcelo Pedroso nasceu em 1979 em Recife. É co-fundador da Símio Filmes, produtora de cinema em Pernambuco. Entre os filmes que realizou estão os longas-metragens Brasil S/A, Pacific, KFZ-1348 e os curtas Câmara Escura e Em trânsito. Mestre em cinema pela Universidade Federal de Pernambuco e doutorando na mesma instituição com pesquisa sobre documentário contemporâneo, atua também como educador dando cursos e oficinas em diversas regiões do país.</p>
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		<title>“O pássaro de papel” encanta público</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2012 10:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No palco, um grande poleiro e uma espécie de círculo de tecido que parece delimitar um espaço de sonho. No alto, a atriz Sofia Abreu encarna um pássaro sonhado por uma menina, de penas cor de mel. No canto do palco, a menina Flor, interpretada por Regina Medeiros, o olha de baixo, investigando o próprio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6018" aria-labelledby="figcaption_attachment_6018" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7646905160_de5b3e20b6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-6018" alt="&quot;O pássaro de papel&quot; fala sobre o respeito à diferença para o público infanto-juvenil (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7646905160_de5b3e20b6_z-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;O pássaro de papel&#8221; fala sobre o respeito à diferença para o público infanto-juvenil (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>No palco, um grande poleiro e uma espécie de círculo de tecido que parece delimitar um espaço de sonho. No alto, a atriz Sofia Abreu encarna um pássaro sonhado por uma menina, de penas cor de mel. No canto do palco, a menina Flor, interpretada por Regina Medeiros, o olha de baixo, investigando o próprio sonho. O pássaro vive, já no início, do espetáculo questões existenciais profundas para um público infanto-juvenil: “Estamos o tempo todo a perguntar se somos o que já somos”, diz o pássaro inventado.</p>
<p>O eu, o outro, a necessidade de ser aceito, o medo de enfrentar o mundo, de ser diferente e o desejo que todos temos de sermos amados e felizes fazem parte das discussões da peça, que toca de maneira delicada nas questões, com um texto poético e cenário e figurino primorosos.</p>
<p>“Gostei muito da peça porque atinge bem o público infantil além de deixar uma mensagem muito interessante”, comenta Rosele Nunes, mãe do pequeno Gabriel, de 3 anos, que estava na platéia do Cine Teatro Guarany na tarde desta quarta-feira.</p>
<p>Em entrevista, concedida ao final do espetáculo, as duas atrizes da peça falam sobre o teor atípico do espetáculo, bastante verbal e reflexivo para um público infantil, mas que no entanto consegue tocar e prender a atenção das crianças. Falam também sobre suas experiências com o texto, as trocas de elenco e a própria atividade de atrizes.</p>
<div id="attachment_6019" aria-labelledby="figcaption_attachment_6019" class="wp-caption img-width-325 aligncenter" style="width: 325px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7646940200_84836d7ff7_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-6019" alt="Sofia Abreu e Regina Medeiros dão vida aos personagens do espetáculo (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7646940200_84836d7ff7_z-325x486.jpg" width="325" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Sofia Abreu e Regina Medeiros dão vida aos personagens do espetáculo (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p><strong>FPNC.org – Como é para vocês a experiência de dar vida aos personagens da peça, sendo dois deles pássaros?</strong></p>
<p><strong>Sofia Abreu -</strong> A experiência começou complicada, porque foi meu primeiro espetáculo infantil. Então existia – e ainda existe – uma tensão na responsabilidade de estar tentando se comunicar com crianças, porque é um espetáculo muito verbal, são poucas as ações, trabalhamos muito o sonho. E viver um pássaro tem suas dificuldades, porque no final das contas é a imaginação da menina que fala, então esse pássaro é um desdobramento dessa menina, é ela que está criando esse ser. Mas o que mais complica, como atriz, é porque é um espetáculo no qual eu não saio de cena em nenhum momento. Para pegar o pique dele foi um pouco complicado, como por exemplo lidar com o sobe e desce do mastro que a gente tem no cenário. Mas tem sido uma experiência ótima.</p>
<p><strong>Regina Medeiros –</strong> Então, entrar no <em>Pássaro de Papel</em> foi um grande desafio, porque existia um elenco anterior que acabou não continuando por “n” motivos. Havia uma atriz fixa, que era a Luiza Fontes, que fazia a menina antes de mim. Então Sofia entrou como fixa junto com Luiza, e eu entrei com um grande desafio, que era ser coringa das duas! Então eu tive que pegar o trabalho tanto do pássaro quanto da menina flor e da passarinha, que no frigir dos ovos acaba sendo a mesma personagem, mas eu tinha que pegar tudo. Foi difícil, mas eu embarquei na história. De início eu super topei o desafio, mas só depois eu fui tendo a proporção de como as coisas eram. No ensaio, conseguir trabalhar tudo com as três atrizes foi bem difícil. Aí acabou que Luiza passou no vestibular em Minas e precisou trabalhar lá, e eu acabei assumindo fixa a personagem dela. E é muito gostoso fazer a pássara. Eu estou no quarto espetáculo, está bem recente pra mim. É um espetáculo que não tem muito tempo ainda, está na sua oitava apresentação, mas pra mim ele é ainda mais novo. Está sendo muito divertido de fazer. Eu gosto muito porque pra mim tem muitas entradas e saídas dos meus personagens, e eu mudo muito em cena. Sofia tem a personagem que fica fixa, não sai nem pra beber água, fica lá pra sempre (risos). Eu não, eu tenho essa mobilidade dos personagens. Tem uma um pouco mais meiga, doce, a outra é mais espivitada, mais vaidosa. E tem a passarinha que é totalmente o oposto de tudo, que é bem do mal, a vilã da história. Então é bacana que eu tenho um leque de possibilidades pra poder brincar em cena e interagir com o público. É uma delícia.</p>
<p><strong>FPNC.org – Como foi lidar com essas mudanças de elenco?</strong></p>
<p><strong></strong><strong>Sofia Abreu -</strong> O nosso preparador e assitente de direção, Mário Miranda, foi uma pessoa ótima, que nos abraçou. Havia um elenco anterior, e a gente veio pra suprir as necessidades. Ele teve muita paciência de acolher a gente dentro desse processo. E agora a gente está se readaptando. É um novo espetáculo. E agora com a Regina é outra adaptação, outro corpo em cena, e a gente tá se adaptando. É muito bom ter outra pessoa em cena, porque você escuta diferente o texto, nota outras coisas. É muito bom começar a brincar de novo, parece que é tudo novo de novo.</p>
<p><strong>FPNC.org – É a segunda vez que vocês apresentam a peça em Triunfo no espaço de uma semana. Como estão sentindo a cidade e o público?</strong></p>
<p><strong></strong><strong>Sofia Abreu -</strong> Está sendo muito bom estar aqui em Triunfo. Viemos pro SESC na semana passada, e estamos aqui novamente esta semana. E é uma cidade aconchegante, muito querida. Eu acho que é das cidades do interior a mais charmosa que eu conheci. E é muito gostoso a gente estar trazendo uma coisa de Recife, pois sabemos da importância que é os espetáculos circularem, abastecerem o nosso mercado. As cidades do interior precisam ter acesso a isso, a nós precisamoos chegar nelas. É fundamental a destribuição, e elas precisam tambem levar coisas pra lá.</p>
<p><strong>Regina Medeiros –</strong> E tá aquele clima de festival, cara de algo acontecendo… É importante haver esse intercambio, porque a cena cultural e teatral da cidade acaba vendo esses trabalhos e vai ampliando o repertório, a sua apreciação estética. E de alguma forma a gente também, por mais que não tenha um bate-papo ou algo assim depois com o público.</p>
<p><strong>Sofia Abreu –</strong> Também tem um lance de formação de público. Imagino que não deve existir uma constância teatral aqui, fazendo um comparativo entre Recife e Triunfo. O Festival tem que ser reforçado todos os anos, porque é um momento em que os olhos se voltam para todas as artes. É um festival super completo, e é fantástico a gente estar representando artes cênicas aqui. É maravilhoso para formação de público. Adoro a experiência, a gente aprende muito. Lidar com um público diferente, com outras reações, é outro espaço, é outra coisa. É muito prazeroso e rico pra gente. Só tem a acrescentar, é uma troca fantástica.</p>
<p><strong>FPNC.org – Geralmente espetáculos de teatro para o público infantil utilizam muito a comédia, o humor mais pastelão, e “O pássaro de papel” é bastante atípico nesse sentido. O que vocês pensam disso?</strong></p>
<p><strong></strong><strong>Regina Medeiros -</strong> É, é atípico, mas isso é extremamente relativo, porque teve apresentações das pessoas morrerem de rir, principalmente quando a passarinha entra…</p>
<p><strong>Sofia Abreu –</strong> Isso, normalmente a cena mais bem humorada é a da passarinha má. É que eu acho que tem essa coisa do cruel, do maltratar, que é engraçado no final das contas. É um espetáculo que é um desafio muito grande, porque como ele tá muito no verbo, a gente tem que estar sempre ativo. Estamos sempre muito ligadas no público. Quando percebemos que eles estão começando a pensar em dispensar, é bombar de energia, para que a coisa continue fluindo.</p>
<p><strong>Regina Medeiros –</strong> Eu gosto muito desse espetáculo, de um ponto dele, que é sobre aquilo que você colocou do humor pastelão. Para criança nem tudo tem que ser exatamente a festa, o risível, porque a vida não é sempre assim. Então de certa forma o espetáculo traz uma vivência pra criança de algo que ela pode não compreender no momento, mas é uma reflexão que vai ficar pra ela de alguma forma. Quando ela viver realmente uma situação próxima ou semelhante ao que ela assistiu, ela já tem uma experiencia daquilo. Isso pra formação da criança é fundamental. Eu gosto muito de não ser apenas a festa, o risível, e de passar essa coisas não de forma dura, mas poética. Tanto que a cena mais dura que tem, é a mais risível. Então é bem isso. Agora essa coisa do público é bem eclético.</p>
<p><strong>Sofia Abreu –</strong> Eu achei as pessoas aqui muito tímidas. O público aconchegou a gente, mas não interagia muito. Eu até gostei que teve um menino que fez um passarinho, gritou. Pensei que, “bom, estão aí”. É sempre uma surpresa, cada lugar é diferente, depende de muita coisa.</p>
<p><strong>Regina Medeiros -</strong> É a grande magia do teatro, porque é sempre um novo espetáculo. As pessoas são outras, o lugar é outro, a realidade é outra. Tudo é diferente, então é bem flexível essa resposta do público. A gente sempre está aberto ao inesperado.</p>
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