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	<title>Portal Cultura PE &#187; abô</title>
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		<title>Grupo Grial estreia &#8220;Abô&#8221; no Sítio da Trindade</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2015 15:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25343" aria-labelledby="figcaption_attachment_25343" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/abo-grupo-grial.jpg"><img class="size-medium wp-image-25343  " alt="Dani Neves/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/abo-grupo-grial-607x389.jpg" width="607" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo é dirigido por Maria Paula Costa Rego e conta com as participações de Lucas dos Prazeres e Anne Costa</p></div>
<p>O corpo como sagrado, nos movimentos dos rituais afro-brasileiro, e expressão da poesia e dos mistérios do universo dos orixás. Essa é proposta do espetáculo <em>Abô</em>, do Grupo Grial, que estreia quinta-feira (28), às 19h30, no Sítio Trindade. A nova montagem, com direção e coreografia de <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/emocao-marca-o-rebatismo-do-teatro-arraial-com-o-nome-de-ariano-suassuna/" target="_blank"><strong>Maria Paula Costa Rego</strong></a>, traz no elenco o percussionista Lucas dos Prazeres e a bailarina Anne Costa, e revela a poesia imersa no universo do Candomblé e suas mitologias. A entrada é franca.</p>
<p><em>Abô</em> é a defesa das raízes afro-brasileiras como elementos de contemporaneidade através da construção de um espetáculo de dança contemporânea tendo como cerne as mitologias que habitam os rituais de candomblé. Na religião afro-brasileiro, abô é o nome dado ao banho de ervas que purificação o corpo e repele todos os maus espíritos. Abô, para o Grial, é o “banho de africanidade” tão necessário à escritura pesquisada pelo grupo há 18 anos.</p>
<p>O espetáculo do Grial não se trata de algo ritualístico. A montagem não leva à cena rituais religiosos nem a dança dos orixás, mas, sim, um olhar sobre estas expressões, a partir de um conceito e uma estética particulares da dança contemporânea. Os figurinos e a cenografia são assinados por Gustavo Silvestre. A trilha sonora é do próprio Lucas dos Prazeres em parceria com Berna Vieira. O trabalho foi criado com patrocínio do Prêmio Afro 2014, da Petrobras.</p>
<p>Criado em 1997 pelo escritor e dramaturgo Ariano Suassuna e a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo, o Grupo Grial desde sua formação vem evoluindo a escritura coreográfica em torno da sua matriz: a tradição popular. Suas criações contemporâneas, com base no pensamento da arte Armorial, surgem da escuta delicada e atenta dos povos que executam as brincadeiras populares para, a partir delas e muitas vezes com seus próprios protagonistas, criar uma dança na qual eles estejam (e se vejam) representados.</p>
<p>Para criar <em>Abô</em>, o grupo dedicou-se a uma pesquisa atenta nos terreiros de candomblé e umbanda do Recife, durante os rituais e festas religiosas. O último trabalho do Grupo Grial, Terra (2013), venceu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de Melhor Espetáculo de dança. O solo de Maria Paula refletia as marcas e heranças dos povos indígenas na formação do gene brasileiro.</p>
<p><strong>Bailarinos</strong><br />
<strong>Maria Paula Costa Rêgo</strong> – Licenciada em Educação Artística (Teatro) pela UFPE e em Dança, pela Universidade de Sorbonne (França). Tem especialização em Coreografia pela UFBA. Estudou improvisação com as Mestras Enila de Rezende (PE) e Maria Fux (Argentina); clássico moderno com Laura Proença (Bailarina Étoile de Maurice Bejárt); danças tradicionais com Mestre Salustiano, Paulinho Caboclinhos Sete Flechas e Mestre Valter Maracatu Estrela Brilhante. Já foi bailarina do Balé Popular do Recife, Balé Apsaras (PE), Cie Hervé Jourdet (França), Cie Les Passagers (França). Foi coreógrafa das aulas-espetáculos do escritor Ariano Suassuna.</p>
<p><strong>Anne Costa</strong> – Bailarina formada em Artes Cênicas pela UFPE; Pós-graduada em Dança – Práticas e pensamentos do corpo, pela Faculdade Angel Vianna (FAV). É bailarina popular, dança contemporânea e professora de dança. Já integrou grupos como o Maracatu Nação Pernambuco, Acupe de Dança e próprio Grial – integrando o elenco do espetáculo Travessia.</p>
<p><strong>Lucas dos Prazeres</strong> – Percussionista é uma das revelações da música pernambucana e integrante da Orquestra dos Prazeres. Usa a criatividade para fazer música, tirando som de latas, baldes e tampas de panelas em suas apresentações. No final de 2014, o artista e sua orquestra gravaram seu primeiro DVD, Repercutir, no qual faz uma fusão dos elementos da cultura afro e da cultura popular do Nordeste. Já tocou com nomes como Lula Queiroga, Elba Ramalho, SpokFrevo Orquestra e Geraldo Maia.</p>
<p>Confira um vídeo sobre o projeto:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/z0R8DUaXFHU" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Serviço<br />
</strong>Espetáculo <em>Abô</em> &#8211; Grupo Grial<br />
Quando: de quinta-feira (28) a domingo, às 19h30<br />
Onde: Sítio da Trindade - Estr. do Arraial, 3259 &#8211; Casa Amarela, Recife &#8211; PE<br />
Entrada Franca</p>
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