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	<title>Portal Cultura PE &#187; Água Fria</title>
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		<title>Domingo tem maior público do festival no palco-caminhão e adjacências em Bezerros</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 02:02:04 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Parece óbvio. E é. A despedida do palco-caminhão País das Culturas Populares do Festival Pernambuco Meu País, neste domingo (21), em Serra Negra, município de Bezerros (Agreste pernambucano), começou já em clima de grande festa. O Bonde Bloco Carnavalesco Lírico fez ferver o povoado com suas pastoras, orquestra, flabelo e foliões tocando temas próprios e standards do tradicional frevo de bloco sob um sol bem aconchegante. O que não dava para prever, principalmente em se tratando de um domingo, era que a localidade seria totalmente tomada ao longo do dia por uma multidão muito maior até mesmo do que o público que compareceu no sábado.</p>
<p>O Bonde, bloco formado no Recife em 1991, fez uma apresentação dedicada à reverência. Aos cânones do frevo e ao representante local, o Bloco Carnavalesco Bebê na Serra (de 2013, um bebê de verdade), num emocionante encontro de flabelos. Depois, o palco-caminhão foi tomado pelos ritmos de matrizes africanas.</p>
<p>Referência em seu ritmo, o Coco do Pneu, do bairro Amaro Branco, em Olinda (PE), fez a plateia levantar a poeira sob o comando de mestre Lu. Grupo formado há 35 anos na famosa comunidade de pescadores da Cidade Patrimônio da Humanidade, o Coco do Pneu ainda comemora a recente certificação como Ponto de Cultura pelo governo federal. Contou com uma participação especial de Mãe Benta, 73 anos, genitora de mestre Lu. Ela deveria interpretar duas canções e fez umas cinco.</p>
<p>O samba-reggae, outro ritmo de matriz africana que tem uma relação bastante estreita com a cena pop pernambucana (basta lembrar que um desses conjuntos, o Lamento Negro, foi uma das base da formação da banda Chico Science &amp; Nação Zumbi), voltou à evidência no Festival Pernambuco Meu País com a performance do Bloco Afro Obá Nijè. O grupo de voz e percussão do bairro de Água Fria (Recife), formado em 1992, destilou mais de uma dezena de sucessos nacionais do gênero e algumas versões de outros ritmos.</p>
<p>E para a cultura negra estar completamente representada é claro que não poderia deixar de faltar o bom e velho samba, em uma de suas principais representações no Estado: o Grêmio Recreativo Cultural e Arte Gigante do Samba. Gigante pela própria natureza, a escola, também de Água Fria, subiu a serra com 50 integrantes, entre performistas (bateria, baianas, passistas, mestre-sala e porta-bandeira, outros músicos) e equipe de produção. Chegou ao País das Culturas Populares em grande estilo, desfilando pelas ruas de Serra Negra. O público, que lotou completamente o polo e adjacências, foi à loucura com o tema campeão escola Ariano Suassuna ao Palco do Sertão Brasil, seguido de hits do samba-enredo nacional.</p>
<p>Era para o País das Culturas Populares terminar ali, mas outro cortejo adentrou o espaço e fez mais uma participação especial: o Maracatu Estrela de Ouro, de Aliança (Zona da Mata Norte, PE), Patrimônio Vivo de Pernambuco. E quem esperava um domingo tranquilo e calmo em Serra Negra teve que se render a uma grande folia fora de época.</p>
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		<title>O Homem da Meia-Noite promove grande encontro de Patrimônios Vivos no Carnaval 2024</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Nov 2023 17:25:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Como já é tradição, e em clima de folia, o Clube de Alegoria e Crítica O Homem da Meia-Noite, Patrimônio Vivo de Pernambuco, reuniu a imprensa em sua sede, em Olinda, para anunciar suas novidades para o Carnaval de 2024. Entre as homenagens estão o tema, que presta tributo aos povos originários; além de três ícones do tríduo momesco: Caboclinho 7 Flexas, também Patrimônio Vivo; o cantor e compositor Marron Brasileiro; e o Povo Xukuru do Ororubá. Também foram apresentadas a ideia do novo traje do Calunga e o modelo da camisa que vestirá os foliões.<br />
No Carnaval de 2024 O Homem da Meia-Noite presta uma homenagem mais do que justa às nossas origens. No próximo ano, o Calunga vai reverenciar os povos originários em seu desfile no Sítio Histórico de Olinda. Com o tema Terra Indígena, o Gigante vai até o interior de Pernambuco para vivenciar os valores de preservação, coletividade e respeito à ancestralidade por meio da sabedoria dos povos originários.<br />
No bairro de Água Fria, na Zona Norte do Recife, o Calunga foi buscar um dos homenageados. Lá fica a sede do Caboclinho 7 Flexas, que desde 1971 representa a linha da jurema que resgata as belas e tradicionais expressões do Carnaval do Estado. Em 2024, o Caboclinho 7 Flexas, Patrimônio Vivo de Pernambuco, assim como O Homem da Meia-Noite, será homenageado nas ladeiras de Olinda.<br />
Outro homenageado também tem origem nessa mistura de sons do baque do caboclinho, da pisada e do ritmo indígena. Marron Brasileiro começou sua história de sucesso como cantor e compositor no bairro da Mustardinha, na Zona Oeste do Recife. Do grupo Alcano até osucesso na banda Versão Brasileira, encantou os pernambucanos e o País com músicas como <em>Deusa de Itamaracá</em> e <em>Galera do Brasil</em>.<br />
O trio fecha no município de Pesqueira, no Agreste do Estado, terra do Povo Xukuru do Ororubá, nação indígena formada por mais de dez mil integrantes que remonta aos primeiros povos originários de Pernambuco. O Carnaval Terra Indígena e o Povo Xukuru do Ororubá farão a<br />
mistura, a magia e o encanto que o folião só vai encontrar na saída do Homem da Meia-Noite, no Sábado de Zé Pereira, na Cidade Alta, em Olinda.</p>
<p><strong>VESTIMENTAS -</strong> Para manter a tradição, a diretoria do clube convida sempre uma pessoa para confeccionar o fraque após a morte do alfaiate Brasil. No dia 2 de fevereiro de 2024 O Homem da Meia-Noite completa 92 anos e a data será celebrada no Agreste. O Calunga vai até o Povo Xukuru do Ororubá, em Pesqueira, para receber a roupa que será usada no Carnaval do próximo ano. A missão desta vez foi dada para a estilista indígena Dayana Molina. Descendente das etnias fulni-ô e aymará, ela cria peças e pensa em moda trazendo as raízes dos povos originários. Criadora da grife Nalimo, que pensa na sustentabilidade e segue uma linha decolonial, Dayana vai alinhar o tema Terra Indígena com a tão esperada roupa do Calunga.<br />
O Clube de Alegoria e Crítica O Homem da Meia-Noite também lançou sua camisa oficial para o Carnaval 2024. Criada pelo artista plástico Antônio Mendes, a nova camisa leva os traços do artista com cores e elementos que remetem ao tema Terra Indígena. A camisa será vendida por R$ 50, na sede do clube (Estrada do Bonsucesso, 132, Olinda), que abre para o público a partir do dia 11 de novembro, e no Espaço Afetivo do Homem da Meia-Noite no Shopping Patteo, também em Olinda, que abre no dia 25 de novembro e vai oferecer as peças da grife do Calunga para o Carnaval 2024.<br />
O desfile oficial d&#8217;O Homem da Meia-Noite acontece no dia 10 de fevereiro de 2024, a partir das meia-noite. A concentração é na frente da sede do clube.</p>
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		<title>Morre Mestra Luiza dos Tatus, ícone do Artesanato de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 18:37:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106039" aria-labelledby="figcaption_attachment_106039" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Fenearte 2023/Adepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-25-at-15.14.40-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106039" alt="Roberta Guimarães/Fenearte 2023/Adepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-25-at-15.14.40-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Luiza dos Tatus</p></div>
<p>É com uma tristeza avessa à alegria que Luiza dos Tatus irradiava que o Artesanato de Pernambuco lamenta a morte da mestra artesã, ocorrida nesta terça-feira (24), aos 64 anos de idade, devido a uma parada cardiorrespiratória, enquanto trabalhava, no Sítio Rodrigues, distrito de Água Fria, no município de Belo Jardim, Agreste pernambucano.<br />
Nascida Luiza Maria da Silva, em 6 de janeiro de 1959, Luiza dos Tatus ficou assim conhecida pelas representações em cerâmica de bichos da fauna de onde vivia &#8211; os tatus, sobretudo, mas também tartarugas, cobras, lagartixas e iguanas. O corpo da artesã é velado em sua residência e sepultado às 17h desta quarta-feira (25), no cemitério do distrito de Água Fria.<br />
Sua criação começou a se materializar no barro quando ainda era criança, aos 9 anos, como loiceira, herdeira de mulheres que por gerações preservam o ofício. Da fabricação de utilitários para os bichos que agora a eternizam, Luiza dos Tatus expandiu seu trabalho por orientação da artista Ana Veloso, em meados dos anos 2000, e então sua obra se espalhou.<br />
O talento de Luiza dos Tatus conquistou um reconhecimento sem fronteiras. E contribuiu para o desenvolvimento de sua família e de sua comunidade; também para a consolidação de Belo Jardim enquanto território criativo na arte cerâmica; e ainda para a sofisticação lúdica e plural do Artesanato de Pernambuco. Em 2020 recebeu o título de mestra.<br />
A 23ª Fenearte, realizada em julho deste ano, dedicou à Mestra Luiza dos Tatus um de seus vídeos. Com a graça e a ternura que acompanhavam seu talento ela contou que nutria o sonho de participar da feira até conseguir, em 2011, quando diz haver se sentido uma criança, perdida na imensidão do evento, mas encontrando-se: “Isso aqui [a Fenearte] fez eu me reconhecer. Eu não sabia o que era uma artesã. Não sabia se era a peça ou se era eu. Mas, graças a Deus, agora eu sei que sou eu a artesã e a artista das minhas peças&#8221;.<br />
“A morte de Mestra Luiza dos Tatus nos entristece muito, mas nos leva também a enaltecer sua existência e sua trajetória. Com os tatus a artesã nos conectou &#8211; e permanecerá a nos conectar &#8211; com nossa própria terra. O artesanato tem a especialidade de representar, com beleza e de forma singela, quem somos e o que é nosso. E Mestra Luiza contribuiu para isso com alegria, sensibilidade, talento e uma dedicação de mais de 50 anos. Sua obra não passará e nos impulsiona a fazer cada vez mais pelo Artesanato de Pernambuco”, diz Camila Bandeira, diretora-geral de Promoção da Economia Criativa da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe).<br />
Mestra Luiza dos Tatus agora cintila como um ícone perene do Artesanato de Pernambuco, da cultura e do povo pernambucano.</p>
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		<title>Terreiro de candomblé Obá Ogunté &#8211; Sítio Pai Adão passa por obras de melhorias e restauro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/terreiro-de-candomble-oba-ogunte-sitio-pai-adao-passa-por-obras-de-melhorias-e-restauro/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 23:06:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Religiosidade, cultura e tradição marcam a trajetória do terreiro de candomblé Obá Ogunté-Sítio Pai Adão, localizado em Recife (PE). Trata-se do terreiro mais antigo em atividade no estado, inaugurado em 1875. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia federal vinculada à Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo, investiu em torno [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79984" aria-labelledby="figcaption_attachment_79984" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/sitio-pai-adao-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-79984" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/sitio-pai-adao-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Situado no bairro de Água Fria, o Obá Ogunté-Sítio Pai Adão ajudou a configurar a paisagem urbana da periferia da zona norte recifense</p></div>
<p>Religiosidade, cultura e tradição marcam a trajetória do terreiro de candomblé <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/gestores-e-povos-de-terreiro-debatem-sobre-os-patrimonios-culturais-de-matriz-africana/" target="_blank"><strong>Obá Ogunté-Sítio Pai Adão</strong></a>, localizado em Recife (PE). Trata-se do terreiro mais antigo em atividade no estado, inaugurado em 1875. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia federal vinculada à Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo, investiu em torno de R$ 150 mil em melhorias nas edificações que compõem o templo.</p>
<p>As obras capitaneadas pela superintendência do Iphan em Pernambuco se encerraram no último mês de outubro. O escopo das intervenções contemplou revisão e restauração da cobertura, reestruturação elétrica, inserção de cerca na parte posterior do terreno, entre outros serviços. Tombado pelo Instituto em 2018, o bem cultural foi inscrito em dois Livros do Tombo: o Histórico e o Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.</p>
<p>Uma das etapas mais aguardadas dos trabalhos foi a instalação do gradil de proteção na árvore conhecida como Iroko. Esta planta da família das gameleiras é considerada sagrada pelos devotos: representa o orixá Iroko, associado ao tempo e à ancestralidade. A parte oca do tronco abrigou objetos sagrados escondidos para escapar das perseguições empreendidas por autoridades policiais contra religiões de matriz africana nas décadas de 1930 e 1940. Atualmente, restam algumas partes do tronco, conservadas como parte relevante da memória e da espiritualidade do bem cultural.</p>
<p>Situado no bairro de Água Fria, o Obá Ogunté-Sítio Pai Adão ajudou a configurar a paisagem urbana da periferia da zona norte recifense. Consiste num terreiro de tradição Nagô/Yorubá, fundado em 1875 pela nigeriana Ifatinuké. No Brasil, ela adotou o nome Inês Joaquina da Costa e tornou-se conhecida como Tia Inês.</p>
<p>O terreiro é consagrada à orixá Iemanjá, também chamada de Obá na tradição Nagô. Com o falecimento de Ifatinuké, Felipe Sabino da Costa assumiu o sacerdócio da casa na função de babalorixá. Após uma viagem para a Nigéria, consolidou ainda mais a tradição Nagô no candomblé pernambucano.</p>
<p>Felipe tornou-se célebre como Pai Adão e cimentou tradições que se difundiram pelo território do estado. O legado do Ilê Obá Ogunté consiste, principalmente, na manutenção da tradição ritualística Yorubá/Nagô. Nesse sentido, destaca-se o uso da língua nativa, falada nos rituais e repassada entre gerações de devotos.</p>
<p>O terreno abarca um edifício principal, casas de alguns dos membros do Ilê e uma capela dedicada a Santa Inês, que atualmente funciona como um pequeno museu com objetos sagrados do candomblé e imagens sacras católicas. Na parte de trás, segue um caminho de terra ladeado à direita e à esquerda por residências de outros membros dessa comunidade de matriz africana, em sua maioria descendentes de Pai Adão. Ao final do terreno, há uma grande área aberta onde se encontra o centenário Iroko.</p>
<div id="attachment_79983" aria-labelledby="figcaption_attachment_79983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/pai-adao-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-79983" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/pai-adao-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Manoel Papai comanda atualmente o templo religioso</p></div>
<p>Atualmente a casa é comandada pelo babalorixá Manoel Papai, descendente de Pai Adão. O Ilê Obá Ogunté abriga grupos de Afoxé e <strong><a href="https://app.workr.com.br/LinkOpen.aspx?mid=db374260-c1cb-4558-b735-47f3e487db0b&amp;lid=NlKaWGzCqjYzsf5NA8X1Nw==" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">Maracatu Nação</a></strong>, bem imaterial registrado pelo Iphan como Patrimônio Cultural. O terreiro não apenas representa uma das comunidades de matriz africana mais tradicionais do nordeste do país, como também se consolidou como referência cultural para a identidade afro-pernambucana e afro-brasileira.</p>
<p>Até o momento, o Iphan reconhece <strong><a href="https://app.workr.com.br/LinkOpen.aspx?mid=db374260-c1cb-4558-b735-47f3e487db0b&amp;lid=Y0hNgWKFYZMNbFwXo++IqQ==" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">26 bens relacionados aos povos e comunidades tradicionais de matriz africana</a></strong>. Destes, 12 foram tombados como Patrimônio Cultural Material e 14 foram registrados como Patrimônio Cultural Imaterial.</p>
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		<title>ETE Professor Alfredo Freyre será a primeira escola de Arte e Cultura da Rede Estadual</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 20:50:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ETE Professor Alfredo Freyre]]></category>
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		<description><![CDATA[A atual Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Professor Alfredo Freyre, localizada no bairro de Água Fria, se converterá na primeira Escola Técnica Estadual (ETE) de Arte e Cultura da Rede Estadual. Situada na Zona Norte do Recife, o espaço ofertará aos estudantes os cursos de teatro e artes visuais. Além dela, a nova [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79813" aria-labelledby="figcaption_attachment_79813" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Kleyvson Santos/SEE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/04.11.2020-Novas-escolas-ETE-Kleyvson-Santos-35.jpg"><img class="size-full wp-image-79813" alt="Kleyvson Santos/SEE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/04.11.2020-Novas-escolas-ETE-Kleyvson-Santos-35.jpg" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Unidade de ensino oferecerá aulas de teatro e artes visuais aos estudantes</p></div>
<p>A atual Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Professor Alfredo Freyre, localizada no bairro de Água Fria, se converterá na primeira Escola Técnica Estadual (ETE) de Arte e Cultura da Rede Estadual. Situada na Zona Norte do Recife, o espaço ofertará aos estudantes os cursos de teatro e artes visuais. Além dela, a nova ETE Nelson Barbalho, em Caruaru, será responsável por oferecer cursos de produção de áudio, vídeo, rádio, TV e internet. Ambos os segmentos tem por objetivo fortalecer a vocação para o segmento da economia criativa.</p>
<p><em>“A área de impacto da escola está, provavelmente, no território mais criativo do Recife. A região da Bomba do Hemetério é considerada hoje a nascente de tudo o que tem de cultura com raiz pernambucana, passando por maracatu, caboclinho e cavalo marinho. E em cima disso, ter uma escola que alimenta essa cadeia, melhorando a qualidade de formação dessas manifestações culturais é um acerto muito grande. A escola vai ser o primeiro contato desses estudantes, ofertando conhecimento técnico para que essas manifestações estejam cada vez mais presentes”</em>, destacou o secretário de Cultura de Pernambuco, <strong>Gilberto Freyre Neto</strong>.</p>
<p>Quem também comemorou a transformação foi o gestor da unidade de ensino, <strong>Diogo Maia</strong>. <em>“A escola está extremamente animada para ser convertida em Escola Técnica. É um grande passo em nossa história, principalmente pela oportunidade de ser a primeira a oferecer cursos voltados para a cultura. Estamos inseridos numa região muito rica nas mais diversas expressões culturais, então queremos ampliar os muros da escola para que a comunidade se sinta cada vez mais pertencente ao nosso espaço”</em>, comentou.</p>
<p><em>“Há alguns anos a Secretaria de Educação e Esportes vem desenvolvendo projetos em articulação com a Secretaria de Cultura, e assim beneficiando estudantes do Cais ao Sertão do Estado. O lançamento da escola vem coroar esses anos de parceria, ao passo que faremos um trabalho integrado na oferta dos cursos técnicos de teatro e artes visuais, oportunizando a vivência de experiências muito alinhadas ao cenário artístico e cultural de Pernambuco”</em>, acrescentou a secretária executiva de Educação Integral e Profissional do Estado, <strong>Maria Medeiros</strong>.</p>
<p><strong>Novas ETEs -</strong> Além da Professor Alfredo Freyre e da Nelson Barbalho, o Estado ainda contará com mais duas Escolas Técnicas. No bairro de Rio Doce, município de Olinda, a ETE Chico Science tem como foco principal a área de saúde, envolvendo nutrição e dietética, além de farmácia. Na Avenida Cruz Cabugá, a EREM Ginásio Pernambucana é outra unidade que está sendo transformada em ETE.</p>
<p><strong>Inscrições -</strong> Estão sendo ofertadas 8.445 vagas para 26 cursos técnicos em 37 municípios. Podem participar candidatos que terão concluído o Ensino Fundamental até janeiro de 2021. As inscrições devem ser feitas até o dia 16 de novembro, exclusivamente no site <a href="http://www.educacao.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>www.educacao.pe.gov.br</strong></a>, de forma gratuita. O edital pode ser conferido <a href="http://www.educacao.pe.gov.br/portal/upload/galeria/22920/SEIP%20-%20ETE%20INTEGRADO%202021%20-%20Edital%20de%20Sele%c3%a7%c3%a3o.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>As provas serão aplicadas remotamente entre os dias 17 e 27 de novembro, conforme agendamento feito pelo estudante no ato da inscrição. O resultado será divulgado no dia 4 de dezembro no site da Secretaria e as matrículas efetuados entre os dias 9 e 15 de dezembro. Para efetivar o cadastro é necessário que o estudante tenha CPF e email.</p>
<p><strong>Confira os cursos ofertados:</strong> Administração, Agroecologia, Agropecuária, Artes Visuais, Comunicação Visual, Desenvolvimento de Sistemas, Design de Interiores, Edificações, Eletrotécnica, Eventos, Farmácia, Guia de Turismo, Logística, Marketing, Mecânica, Mecatrônica, Meio Ambiente, Multimídia, Nutrição e Dietética, Produção de Áudio e Vídeo, Programação de Jogos Digitais, Publicidade, Rádio, TV e Internet, Redes de Computadores, Sistemas de Energia Renovável e Teatro.</p>
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		<title>Outras Palavras para falar de democracia e cultura no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jun 2017 18:56:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Água Fria]]></category>
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		<category><![CDATA[Patrimônio Vivo de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Professor Arlindo Albuquerquer]]></category>
		<category><![CDATA[Urariano Mota]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias A tarde desta última quarta-feira (7) foi de reencontros saudosos e de muita emoção na Escola Professor Alfredo Freyre, localizada no bairro de Água Fria, Zona Norte do Recife. Durante mais uma edição do projeto Outras Palavras, que contou com a presença de dezenas de estudantes da própria escola e de outras quatro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49723" aria-labelledby="figcaption_attachment_49723" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35016810442_3cd497fced_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49723" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35016810442_3cd497fced_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos convidados desta edição foi o escritor Urariano Mota, que já participou de outra edição do projeto</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Marcus Iglesias</em></p>
<p>A tarde desta última quarta-feira (7) foi de reencontros saudosos e de muita emoção na Escola Professor Alfredo Freyre, localizada no bairro de Água Fria, Zona Norte do Recife. Durante mais uma edição do projeto <strong>Outras Palavras</strong>, que contou com a presença de dezenas de estudantes da própria escola e de outras quatro da região, a expectativa já era grande com a presença confirmada de Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Mas a surpresa mesmo ficou por conta da presença do escritor e também convidado Urariano Mota, que foi chamado para compartilhar com os alunos sua trajetória na vida literária. É que o autor do livro <strong></strong><strong>Soledad no Recif</strong>e, vencedor de diversos prêmios da literatura brasileira, estudou na infância naquela mesma institnouição de ensi. Não só foi aluno do Alfredo Freyre, como reconhece naquela instituição um marco na sua formação como cidadão.</p>
<p>Veterano do projeto Outras Palavras, Urariano Mota se apresentou dessa vez como um filho de Água Fria. “<em>O Recife começou pra mim neste bairro, o mundo começou pra mim aqui. Quando a Fundarpe me convidou para vir pra cá, eles não sabiam da minha ligação com o Alfredo Freyre. Fui aluno daqui e este ambiente esteve na minha formação nos momentos mais fundamentais da minha vida. O livro de minha autoria Dicionário Amoroso do Recife, que deixarei na biblioteca da escola, tem dois verbetes onde aparece o nome desse colégio. Um na letra C, com o Colégio Alfredo Freyre, e outro na letra P, com o Professor Arlindo Albuquerque, que foi um mestre de pessoas que tivemos aqui, um formador de pessoas, um formador de almas”,</em> relembra o escritor.</p>
<div id="attachment_49726" aria-labelledby="figcaption_attachment_49726" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35051132311_f02a627138_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49726 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35051132311_f02a627138_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A surpresa da edição foi quando Urariano Mota contou aos presentes que na sua infância havia estudo na Escola Alfreido Freyre, em Água Fria</p></div>
<p>Várias vezes o autor fez referências ao professor Arlindo Albuquerque, a quem chama de mestre e grande humanista. <em>“Dizia-se que ele ensinava português e francês pra gente, mas ele ensinava era cidadania. Os livros de francês que era adotava eram livros de Jean Jacques Rousseau e outros autores importantes. Uma das lições que ele me deu carrego comigo até hoje. Após ler um texto meu no qual eu descrevia o pôr do sol no sertão, e era uma coisa tipicamente de José Alencar, aquelas frases derramadas, e fez uma anotação que dizia: ‘Urariano, seja mais pessoal’. Hoje eu compreendo o que ele quis dizer. Ele apenas queria me incentivar que eu fosse eu mesmo”.</em></p>
<p><em>“Atualmente vejo na minha escrita que eu tenho sido educador. Acho que o escrito que tem o mínimo de respeito pelo leitor, pelo povo, ele tem que ser educador. Ainda mais nesses tempos miseráveis que vivemos . Eu vivi aqui no Alfredo Freyre o período da ditadura militar. E hoje nós estamos vivendo uma recuperação dessa época no pior sentido”, o</em>pina o escritor. Segundo ele, sua estreia como romancista foi com o livro Os <strong>Corações Futuristas</strong>, que fala sobrea formação de jovens no Recife durante a ditadura.<em> “Depois eu parto pra <strong>Soledad no Recife</strong>. E esse livro conta um trauma de juventude nosso. Corria o ano de janeiro de 1973 quando foram assassinados seis militantes socialistas aqui no Recife. E um deles era amigo meu, Jarbas Marques. Entre os assassinados estavam Soledad Barret, que os jornais pintaram como uma terrorista que andava desencaminhando jovens, quando ela própria era uma jovem de 27 ou 28 anos. No dia que o livro foi lançado aqui no Recife, que eu vi num programa de TV a capa dele sendo projetada na tela, eu pensei: O que era terror na nossa juventude hoje é um lançamento literário. Isso era inimaginável”.</em> O livro Soledad no Recife também inspirou a montagem do espetáculo <strong>Soledad &#8211; A terra é fogo sob nossos pés</strong>, monólogo da atriz Hilda Torres.</p>
<div id="attachment_49728" aria-labelledby="figcaption_attachment_49728" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35181488585_908ce2cb42_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49728 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35181488585_908ce2cb42_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O autor aproveitou para ler, na ocasião, um trecho do livro Dicionário Amoroso do Recife, no qual homenageiam o Colégio Alfredo Freyre</p></div>
<p>Urariano Mota aproveitou o momento para compartilhar com os alunos algumas dicas de como aperfeiçoar o fazer literário, mas ressaltou que a prática é a melhor de todas. <em>“Hoje eu não leio simplesmente por ler. Eu leio estudando. Procurando entender a narrativa, a construção do texto, como o autor fez aqueles diálogos. Quando era mais jovem não tinha maturidade pra escrever sobre minha angustia. Mas também não esperei que o Espírito Santo me iluminasse. Escrevia e escrevia e escrevia. Mostrava às pessoas, pedia opiniões. Uma vez levei um conto para o Hermilo Borba Filho ler, queria enviar pro Jornal Movimento, e fiz isso porque ele era uma referência na época. Deixei o conto debaixo da porta e fui embora. Depois liguei e perguntei se ele havia lido, e para minha surpresa ele me pediu pra redigir novamente o texto, tirar os erros da datilografia, e levasse ao jornal dizendo que ele mandou publicar”.</em></p>
<p>Uma das alunas presentes nesta edição do Outras Palavras, a estudante do 1º ano Suzana Silva, de 15 anos, perguntou a Urariano o que ele achava que faltava atualmente na literatura brasileira. <em>“Eu não sou competente pra dizer o que falta e o que deve melhorar, e desconfio que ninguém tenha essa competência. Sempre desconfie da autoridade que chega a você ditando regras. A arte literária é feita como o amor. De que maneira se faz o amor? De todas as maneiras. O que eu posso dizer é do que não me satisfaz. Por exemplo, hoje há seguramente uma ausência da pessoa humana nos textos literários, e isso me desagrada bastante”.</em></p>
<div id="attachment_49724" aria-labelledby="figcaption_attachment_49724" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35016832542_c5204a6c68_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49724 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35016832542_c5204a6c68_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A edição desta quarta (7) do Outras Palavras contou com uma apresentação sobre o maracatu feita por estudantes da escola</p></div>
<p>O auditório lotado também aguardava com ansiedade a apresentação de Lia de Itamaracá, mestra cirandeira reconhecida como Patrimônio Vivo de Pernambuco e que já participou de outras edições do projeto. A estudante do primeiro ano Nycolle Wellen, de 16 anos, era uma das que contava os minutos pra que chegasse a hora. Momentos antes da conversa com o escritor Urariano Mota, Nycolle participou com muita animação e ao lado de outros dez alunos de uma apresentação sobre o maracatu. A| ideia surgiu dentro de um projeto de dança da escola.</p>
<p><em>“Cada turma ficou com uma tema e nós do 1º ano ficamos com o da cultura popular. Quem sabia tocar alguma coisa ensinou a quem não sabia e nessa brincadeira dezenas de estudantes participaram da oficina, alguns até de outras instituições de ensino. Deu tão certo que vamos começar aqui no Alfredo Freire um projeto de oficina para ensinar quem quiser aprender a tocar instrumentos da cultura popular pernambucana”, explica a estudante, que conhece o trabalho de Lia por causa da mãe. “Eu escuto desde pequena em casa, porque minha mãe adora cultura popular e dançar ciranda, além de fazer todo ano fantasias pro Baile Municipal do Recife. É uma coisa de família mesmo. Quando soube que ela viria aqui pra escola fiquei muito feliz”, </em>revela Nycolle Wellen.</p>
<div id="attachment_49732" aria-labelledby="figcaption_attachment_49732" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35181485755_c2c73b6792_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49732 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35181485755_c2c73b6792_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Antes de começar a apresentação, Lia de Itamaracá falou sobre sua história e trabalho com a cultura popular como mestra ciranceira</p></div>
<p>Lia de Itamaracá subiu ao palco acompanhada de outros quatro músicos e antes de cantar suas canções mais conhecidas, como<strong> Essa Ciranda é Minha</strong>,<strong> Mamãe Oxum</strong>,<strong> Ciranda de Lia </strong>e<strong> Quem me deu foi Lia</strong>, ela destacou a importância do contato com a juventude. <em>“Já estou acostumada a fazer apresentações em escolas, dar palestras e brincar com as crianças. Acho que a gente tem que fazer isso mesmo, entrar na sala de aula e dar aos jovens a oportunidade de conhecer a cultura de raiz. Existem por ai crianças que estão envolvidas com brincadeiras que não tem nada a ver com a sua história, e isso desparafusa o juízo delas. O que a gente deve fazer pra combater isso é trazer eles pra mais perto da nossa cultura”.</em></p>
<div id="attachment_49727" aria-labelledby="figcaption_attachment_49727" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35051171641_5605df6a0a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49727 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35051171641_5605df6a0a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Acho que a gente tem que fazer isso mesmo, entrar na sala de aula e dar aos jovens a oportunidade de conhecer a cultura de raiz&#8221;, opina Lia de Itamaracá</p></div>
<p>Para Antonieta Trindade, idealizadora do projeto que desde 2015 já atingiu 376 escolas, 6.757 estudantes e doou ao todo 4.189 livros, essas falas mostram o significado importante que há no <strong>Outras Palavras</strong>. <em>&#8220;Primeiro porque com ele buscamos assegurar a toda a juventude das escolas públicas estaduais o direito ao acesso ao conhecimento mais amplo possível. Principalmente nesse momento no qual uma parcela enorme de direitos que conquistamos, tanto na educação como em outros setores, estão ameaçados. É preciso dominar a língua portuguesa, a matemática, e outros assuntos da grade curricular, mas também é preciso conhecer melhor nossos patrimônios culturais”.</em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34795079320_f431cb8904_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-49722 aligncenter" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34795079320_f431cb8904_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p><strong>Confira abaixo um trecho de um dos verbetes do Dicionário Amoroso do Recife, de autoria de Urariano Mota, que homenageia o Colégio Alfredo Freyre:</strong></p>
<p><em>“Penso que era do espírito do lugar e do tempo. Naqueles anos de agitação política no Recife, na onda, no mar da discussão de ideias, na tradição cultural do bairro de Água Fria, que vinha dos terreiros de xangô, como o de Pai Adão, a barbeiros filósofos, comunistas, como Luiz Beltrão, que era um popular cultivador de livros e da língua inglesa, creio que dessa reunião nasceu a gente que povoou de humanidade o Colégio Alfredo Freyre. Aquela contrafação arquitetônica se fez um espaço de formação de caráter. Se houver em algum país uma academia de anônimos, de notáveis anônimos, de homens e mulheres que ninguém conhece, mas que viveram uma vida exemplar, digna de uma antologia de heróis sem rostos gravados, haverá um educandário semelhante ou igual ao Colégio Professor Alfredo Freyre. A memória sobe e revela, e se revolta contra a síntese omissa de um verbete. Para nada falar de Jussara, Nazirdes, Walter, Spinelli, Arlindo, Zanoni, e de Solange, a primeira vedete, pelo que nela viam os adolescentes, Solange, a vede recatada, mas de coxas vistas pelos meninos que não podiam ir ao Teatro Marrocos, para nada falar dos destinos imortais não sabidos, falo do professor Arlindo, o mestre Arlindo, o fundador de homens e mulheres para todo o sempre. Ali, no Alfredo Freyre”.</em></p>
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		<title>Terça Negra e Acertos de Marcha movimentam o Pátio de São Pedro</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2016 15:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Já no clima pré-carnavalesco do Recife, o Pátio de São Pedro, no bairro de Santo Antônio, está com programação envolvendo tanto os tradicionais concursos carnavalescos, como ensaios de caboclinhos, blocos líricos e maracatus. Nesta terça-feira (19), o projeto Terça Negra ocupa o polo a partir das 20h, com as apresentações de Thiago Nagô, Maracatu Alafim, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_33228" aria-labelledby="figcaption_attachment_33228" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Priscilla Buhr</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Bloco-Flor-da-Lira-de-Olinda-Foto-Priscilla-Buhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-33228" alt="Foto: Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Bloco-Flor-da-Lira-de-Olinda-Foto-Priscilla-Buhr-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O Bloco Flor da Lira de Olinda é uma das agremiações que estarão animando os Acertos de Marcha dos Blocos Líricos, no polo central do Recife.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Já no clima pré-carnavalesco do Recife, o Pátio de São Pedro, no bairro de Santo Antônio, está com programação envolvendo tanto os tradicionais concursos carnavalescos, como ensaios de caboclinhos, blocos líricos e maracatus. Nesta terça-feira (19), o projeto Terça Negra ocupa o polo a partir das 20h, com as apresentações de Thiago Nagô, Maracatu Alafim, Mestre Galo Preto e Afoxé Ara Odé.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os dias 20 e 24 de janeiro, a programação agrega os concurso de porta estandartes, passistas e rei e rainha do Carnaval 2016, além dos Acertos de Marcha dos Blocos Líricos, que começam na próxima quinta-feira (21). Outros polos como a Lagoa Encantada, Água Fria, Mangabeira, Rua da Moeda e Centro de Convenções, também estão com ações culturais ao longo desta semana. A programação completa do Carnaval 2016 do Recife já pode ser conferida no site: <strong><a title="www.carnavalrecife.com" href="www.carnavalrecife.com" target="_blank">www.carnavalrecife.com</a></strong>.</p>
<p><strong>Confira as festividades que antecipam a Folia de Momo no polo e em outras localidades:</strong></p>
<p><strong>Terça, 19 de janeiro</strong><br />
- Pátio de São Pedro<br />
Terça Negra Especial de Carnaval<br />
Horário: a partir das 20h<br />
Atrações: Thiago Nagô, Maracatu Alafim, Mestre Galo Preto e Afoxé Ara Odé.</p>
<p>- Lagoa Encantada (Rua Mário Gil Rodrigues, nº 26, Chapéu do Papa &#8211; Próximo ao Colégio Maria Sampaio de Lucena)<br />
Acerto do batuque do Maracatu Leão da Campina<br />
Horário: a partir das 18h</p>
<p><strong>Quarta, 20 de janeiro</strong><br />
- Pátio de São Pedro<br />
Concurso de Porta Estandartes<br />
Horário: a partir das 17h<br />
Participante: clubes carnavalescos, troças, maracatus de baque solto e clubes de samba.</p>
<p>- Centro de Convenções (Olinda)<br />
Concurso de Fantasias nas categorias Luxo e Originalidade<br />
Horário: a partir das 19h<br />
Local: Teatro Guararapes</p>
<p>- Bairro de Água Fria (Recife)<br />
Ensaio do Maracatu Raízes de Pai Adão<br />
Horário: a partir das 19h<br />
Local: Rua Abidon Lima, nº 86 (por trás do Sítio de Pai Adão).</p>
<p><strong>Quinta, 21 de janeiro</strong><br />
- Pátio de São Pedro<br />
Acertos de Marcha dos Blocos Líricos<br />
Horário: a partir das 18h30<br />
Participantes: Eu Quero Maisinho, Com Você no Coração, Flor do Eucalipto de Moreno, Esperança de Campo Grande, Flor da Lira de Olinda e Flores do Capibaribe.</p>
<p>- Bairro da Mangabeira (Recife)<br />
Ensaio do Maracatu Encanto da Alegria para a abertura do Carnaval 2016<br />
Horário: a partir das 18h<br />
Local: Rua Coremas, nº 40</p>
<p><strong>Sexta, 22 de janeiro</strong><br />
- Pátio de São Pedro<br />
Final do Concurso de Rei e Rainha do Carnaval 2016<br />
Horário: a partir das 20h<br />
Agremiações finalistas:</p>
<p>- Rua da Moeda (Bairro do Recife)<br />
Terceiro ensaio conjunto para a abertura do Carnaval 2016<br />
Horário: a partir das 18h<br />
Participantes:  maracatus Cambinda Estrela, Porto Rico e Leão da Campina, e Clube Carnavalesco Tribo Indígena.</p>
<p><strong>Sábado, 23 de janeiro</strong><br />
- Pátio de São Pedro<br />
Concurso de Passistas 2016<br />
Horário: a partir das 17h</p>
<p>- Bairro de Água Fria (Recife)<br />
Ensaio do Maracatu Sol Nascente<br />
Horário: a partir das 18h<br />
Local: Rua Pompéia, nº 462, Água Fria</p>
<p><strong>Domingo, 24 de janeiro</strong><br />
- Pátio de São Pedro<br />
Concurso de Passistas 2016<br />
Categorias: infantil masculino e feminino, adulto masculino e feminino; e passista de rua feminino.<br />
Horário: a partir das 17h</p>
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