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	<title>Portal Cultura PE &#187; ana lira</title>
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		<title>Fotógrafo recifense retrata cultura das feiras pernambucanas em exposição na Paraíba</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2025 14:08:34 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118192" aria-labelledby="figcaption_attachment_118192" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/FEIRA-DA-QUINTA-IEZU-KAERU-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118192" alt="Foto: Iezu Kaeru / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/FEIRA-DA-QUINTA-IEZU-KAERU-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Iezu Kaeru / Divulgação</p></div>
<p>Assinada pelo artista visual e multimídia Iezu Kaeru, “Feira da Quinta” chega na Paraíba, no Centro de Arte Contemporânea da UFPB em João Pessoa, nesta sexta-feira (30), com abertura às 15h. A exposição traz registros fotográficos e sensoriais das feiras livres de Pernambuco, especialmente da Feira da Quinta, em Garanhuns, da Feira de Beberibe e do Mercado de São José, no Recife. O projeto conta com incentivo do Funcultura, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico (Fundarpe) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>Nesta exposição, Iezu presta homenagem aos trabalhadores de feiras e mercados públicos do Brasil, com quem teve contato entre uma andança e outra, nas negociações e vivências realistas e viscerais, intensificando sua relação humana e artística em mais de 15 anos de envolvimento com as feiras livres, onde registrou momentos e contou histórias com suas lentes.</p>
<p>Sob a curadoria da fotógrafa e escritora Ana Lira, “Feira da Quinta” reúne imagens em diferentes formatos ampliadas em fine art, que provocam reflexões sobre a fotografia contemporânea brasileira, proporcionando experiência sensorial e promovendo diálogos entre repertórios culturais distintos. O projeto ainda pretende explorar o hibridismo de suportes e linguagens na documentação do cotidiano criando conexões entre histórias, lugares e personagens.</p>
<p><strong>IMERSÃO </strong></p>
<p>“Feira da Quinta”, além dos registros fotográficos expostos, ainda conta com uma instalação sonora-sensorial-multimídia, que reproduz, ininterruptamente, sonoridades captadas e vídeos artísticos produzidos nas feiras, ampliando o caráter interativo da obra.</p>
<p><strong>Serviço: </strong></p>
<p><strong>Exposição fotográfica ‘Feira da Quinta’, de Iezu Kaeru e Curadoria de Ana Lira</strong></p>
<p>Abertura: 30 de maio (sexta-feira), 15h</p>
<p>Visitação: 30 de maio a 30 de junho</p>
<p>Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 8h às 17h</p>
<p>Endereço: Núcleo de Arte Contemporânea UFPB I Av. Trincheiras 275, Centro, João pessoa &#8211; PB</p>
<p><em>Entrada gratuita &#8211; Classificação Livre</em></p>
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		<title>Trajetória de mulheres cisterneiras é apresentada no Mamam</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2023 20:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/005_terrane_analira.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98256" alt="Ana Lira/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/005_terrane_analira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a artista Ana Lira apresenta no próximo dia 12 de janeiro (quinta-feira), a partir das 15h, o conjunto final de narrativas visuais e vivências do projeto &#8220;Terrane&#8221;, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM).</p>
<p>A iniciativa apresenta o cotidiano de Cláudia Oliveira, Luzia Simões e Lurdes da Silva, três mulheres envolvidas com atividades de construção de cisternas, no Sertão do Pajeú. Os diálogos e vivências resultaram em uma narrativa visual e nas publicações virtuais &#8220;Terrane&#8221; e &#8220;Avise que está tudo bem&#8221;, que serão lançadas oficialmente e disponibilizadas ao público gratuitamente como e-book.</p>
<p>&#8220;Terrane&#8221; começou a ser materializado como uma pesquisa em fotografia para desenvolvimento de projetos autorais. A convivência com as cisterneiras, contudo, extrapolou a pesquisa fotográfica, tornando-se uma narrativa visual que agregou vivências, mapeamentos, diversas práticas de edição, criações a partir de acervos das participantes, experiências têxteis e serigráficas, produção de publicações e artesanias do imaginário.</p>
<p>As vivências, também, promoveram uma reavaliação dos enredos que fixavam papéis das diversas mulheridades nas relações de gênero, trabalho, renda, migração, ação política, liberdades individuais e coletivas no semiárido. Isso fez com que, nas materializações da pesquisa, fossem criadas novas estratégias de comunicação e o desenvolvimento de um acordo ético e de colaboração entre as participantes, que rompe com as tradicionais relações entre fotógrafa e fotografadas existentes na hierarquia da fotografia documental.</p>
<p>A narrativa visual e suas materializações em publicações, exposições e livro de artista passaram a ser apresentadas com créditos compartilhados entre a artista e as cisterneiras. Além disso, as participantes foram consultadas sobre a manutenção ou a retirada de trechos das suas vivências e sobre a permanência ou não de fotos de seus acervos e dos seus filhos em cada uma das etapas realizadas.</p>
<p>O e-book &#8220;Terrane&#8221; conta com fotografias feitas por Ana Lira, imagens dos acervos de Cláudia Oliveira, Luzia Simões e Lurdes da Silva e experiências visuais realizadas ao longo da pesquisa. O segundo &#8220;Avise que está tudo bem&#8221; é a materialização das artesanias do imaginário, que a artista criou a partir da conexão entre áudios gravados durante as visitas e trechos de manuais de construção de cisternas.</p>
<p>As publicações que serão lançadas tiveram coordenação editorial de Ana Lira e projeto gráfico de Clara Simas. O projeto contou, ainda, com orientação do fotógrafo Eustáquio Neves, no mapeamento realizado no norte de Minas Gerais, que faz parte do semiárido brasileiro e onde o fotógrafo coordena a ENA Residência.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO -</strong> O resultado dessas articulações vai ser apresentado no Mamam em uma programação gratuita e aberta ao público. A programação inicia às 15h, com a recepção das pessoas e uma mostra dos processos criativos das vivências realizadas em &#8220;Terrane&#8221;. Às 16h, inicia-se a roda de conversa e compartilhamento da trajetória do projeto e seus desdobramentos nacionais e internacionais. Às 17h, serão exibidas as publicações virtuais e oficializado o lançamento para o público. O evento contará com tradução de Libras.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Apresentação dos processos criativos e lançamento dos e-books &#8220;Terrane&#8221; e &#8220;Avise que está tudo bem&#8221;<br />
Quando: 12 de janeiro de 2023 (quinta-feira), às 15h<br />
Onde: Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (R. da Aurora, 265 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Evento gratuito, aberto ao público e com tradução em Libras</p>
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		<title>Projeto CHAMA reúnes DJ&#8217;s e poetisas  negrodescendentes da Região Metropolitana</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2021 21:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poetisas e DJs que atuam na Região Metropolitana do Recife (RMR) compartilham suas criações e falam sobre suas trajetórias na nova etapa do projeto CHAMA, idealizado pela artista Ana Lira. A pernambucana convidou as DJs Boneka, Rastaflávia (integrante do projeto Precious Reggae Woman e do coletivo Reggae Pelo Reggae) e roupaspreta (integrante da Coletiva Scapa) [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_85885" aria-labelledby="figcaption_attachment_85885" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Ana-Lira_FotoPriscillaBuhr_26.jpg"><img class="size-medium wp-image-85885" alt="Priscilla Buhr/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Ana-Lira_FotoPriscillaBuhr_26-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Lira é a idealizadora do projeto CHAMA</p></div>
<p>Poetisas e DJs que atuam na Região Metropolitana do Recife (RMR) compartilham suas criações e falam sobre suas trajetórias na nova etapa do projeto CHAMA, idealizado pela artista Ana Lira. A pernambucana convidou as DJs Boneka, Rastaflávia (integrante do projeto Precious Reggae Woman e do coletivo Reggae Pelo Reggae) e roupaspreta (integrante da Coletiva Scapa) e as poetisas Joy Thamires, Preta Naia (uma das fundadoras do Slam das Minas PE) e Priscilla Ferraz para participar desta fase da iniciativa. O resultado do encontro pode ser conferido pelo público a partir do dia 30 de junho, quando os ensaios fotográficos e a série de entrevistas sobre os processos criativos, batizada de Códigos de Alinhavar Ventanias, serão lançados nas páginas do CHAMA na internet. A iniciativa conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>Ana Lira desenhou o CHAMA em 2017, como uma “experiência criada para acompanhar desdobramentos das poéticas da diáspora negrodescendente / afroameríndia / ameafricana nas expressões sonoras, sensoriais, celebrativas e escritas”. Depois disso, conectou pessoas de diferentes cidades com etapas realizadas em Londres, Rio de Janeiro, Porto Alegre (edição online da Bienal do Mercosul) e Recife.</p>
<p><em>“O objetivo é abrir uma conversa sobre como as poéticas da diáspora migraram para diversos lugares do mundo e encaminharam seus códigos por meio das diversas expressões criativas dos povos sobreviventes ao tráfico escravagista”</em>, afirma Ana Lira.</p>
<p>A quinta etapa do projeto é guiada, inicialmente, pelas narrativas visuais e o imaginário que cada uma das participantes quis criar em relação com as seguintes questões: Como elas se relacionam com a produção cultural do legado da diáspora em Pernambuco, sendo esta uma das mais antigas do Brasil; e Como encaminham a noção de código e linguagem produzindo um diálogo entre este legado e a transmutação dele na produção contemporânea.</p>
<p>Após realizar um mapeamento sobre DJs e poetisas negrodescendentes que atuam na Região Metropolitana do Recife (RMR), Ana Lira entrevistou as DJs Boneka, Rastaflávia e roupaspreta e as poetisas Joy Thamires, Preta Naia, Priscilla Ferraz. Ela também as fotografou em diferentes lugares do Recife (seguindo protocolos de segurança por causa da pandemia de Covid-19). Isso porque uma das características do CHAMA é desenvolver práticas criativas que dialogam com as sensibilidades cotidianas, evocam laços com os lugares de criação, fortalecimento e retroalimentação das linguagens.</p>
<p>“Eu propus que nos encontrássemos em seus lugares favoritos da cidade e que, na medida do possível, eu pudesse acompanhar seus cotidianos”, recorda a artista.</p>
<p>Os resultados desses ensaios visuais serão publicados nas redes sociais do projeto CHAMA Instagram (<a href="https://www.instagram.com/chamanoar/" target="_blank"><strong>@chamanoar</strong></a>), no canal do Youtube do CHAMA (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCj7ibZPyyiNYGFYzznJ68Hg" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCj7ibZPyyiNYGFYzznJ68Hg</strong></a>) e na plataforma EhCho.org (<a href="https://ehcho.org/conteudo/chama" target="_blank"><strong>ehcho.org/conteudo/chama</strong></a>), dedicada a produções racializadas e dissidentes, onde o projeto hoje está alocado.</p>
<p>Os programas de rádio gravados durante as etapas anteriores do projeto podem ser conferidos nas plataformas SoundCloud (<strong><a href="http://www.soundcloud.com/chamanoar" target="_blank">www.soundcloud.com/chamanoar</a></strong>) e Mixcloud (<a href="http://www.mixcloud.com/chamanoar" target="_blank"><strong>www.mixcloud.com/chamanoar</strong></a>). Os quadros do programa foram batizados de pulsos, em referência aos pulsar dos corpos em contato com as sonoridades, à energia dos momentos de celebração e aos picos dos fluxos migratórios, que promovem grandes transformações culturais.</p>
<p>Já participaram do CHAMA a poetisa Ola Elhassan (sudanesa radicada no Reino Unido), a multiartista Marta Supernova (Rio de Janeiro), a DJ Suelen Mesmo (Porto Alegre) e a performer e DJ Libra (Olinda).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Chama On-line<br />
EhCho - <a href="https://ehcho.org/conteudo/chama" target="_blank"><strong>ehcho.org/conteudo/chama</strong></a><br />
Mixcloud - <a href="http://www.mixcloud.com/chamanoar" target="_blank"><strong>www.mixcloud.com/chamanoar</strong></a><br />
SoundCloud - <strong><a href="http://www.soundcloud.com/chamanoar" target="_blank">www.soundcloud.com/chamanoar</a></strong><br />
Instagram - <a href="https://www.instagram.com/chamanoar/" target="_blank"><strong>@chamanoar</strong></a></p>
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		<title>Pesquisa sobre fotografia, cidade e memória encerra-se com oficina e debate gratuitos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pesquisa-sobre-fotografia-cidade-e-memoria-encerra-se-com-oficina-e-debate-gratuitos/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2020 17:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80083" aria-labelledby="figcaption_attachment_80083" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/Divulgação-Lins-e-Benzaquen.jpg"><img class="size-medium wp-image-80083" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/Divulgação-Lins-e-Benzaquen-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A iniciativa investiga espaços na cidade que se transformaram em farmácias </p></div>
<p>O projeto de pesquisa em fotografia<em> Recife, memória inventada</em> encerra-se agora em novembro, com a realização de uma oficina de criação fotográfica e a apresentação de um debate, ambos gratuitos. Idealizada por Marcela Lins e Guilherme Benzaquen e orientada por Ana Lira, a pesquisa teve incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e se debruçou sobre questões concernentes à cidade, ao patrimônio e à memória. Por mais de um ano, a equipe buscou refletir sobre a constituição de uma memória coletiva a partir das rápidas transformações do espaço construído. Neste processo, as inúmeras e frequentes farmácias foram compreendidas como imagens-síntese de uma paisagem em mudança.</p>
<p>Como culminância do projeto, a equipe realizará um debate aberto, intitulado <em>A imagem e as políticas de apagamento na cidade</em>, dia <strong>25 de novembro (quarta-feira)</strong>, às 19h, na página de YouTube da pesquisa. Na conversa, os pesquisadores e a orientadora apresentarão as questões que conduziram o <em>Recife, memória inventada</em>, como as políticas de apagamento e as desigualdades constituintes da paisagem a partir da perspectiva da produção de imagem. Além disso, a equipe lançará uma publicação gratuita, derivada do processo.</p>
<p>Outra ação que está prevista é a realização de uma oficina gratuita intitulada<em> Cidade e memória: oficina de criação</em>, que acontece de <strong>28 de novembro a 5 de dezembro</strong>. Ofertada de modo remoto, a ação visa fornecer ferramentas e repertórios visuais para a criação fotográfica a partir das questões urbanas. Durante oito dias, os participantes serão incentivados à produção de narrativas fotográficas em um ambiente de trocas. A oficina será realizada na plataforma Google Classroom, para os momentos assíncronos, e no aplicativo Zoom, para momentos síncronos. Todas as ações &#8211; debate e oficina &#8211; contarão com recursos de acessibilidade para a comunidade de surdos e ensurdecidos. As inscrições seguem até dia<strong> 20 de novembro</strong>.</p>
<p>Marcela Lins e Guilherme Benzaquen são uma dupla de artistas que vive e trabalha em Recife. Marcela é artista e mestre em Comunicação pela UFPE. Guilherme é artista e doutor em sociologia pela UFPE. Ambos tem desenvolvido projetos artísticos conjuntamente nos últimos anos, participando de exposições coletivas e individuais. Suas pesquisas têm debatido temas relativos à história e à memória. Atualmente também desenvolvem o projeto de residência Jogo da Memória, sobre processos de resistência na Zona da Mata pernambucana no final da década de 1970, pela Fundação Joaquim Nabuco.</p>
<p>Ana Lira é artista visual, fotógrafa, curadora, radio host, escritora e editora baseada em Recife. É especialista em teoria e crítica de cultura, observa a (in)visibilidade como forma de poder e dedica atenção à dinâmicas envolvendo sensibilidades cotidianas. Sua prática é baseada em processos coletivos e parcerias, tendo trabalhado com eles por mais de duas décadas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span></p>
<p>Debate <em>A imagem e as políticas de apagamento na cidade</em>, com Marcela Lins, Guilherme Benzaquen e Ana Lira + lançamento de publicação<br />
Quando: 25 de novembro de 2020, às 19h<br />
Onde: <strong><a href="http://www.instagram.com/memoriainventada">www.instagram.com/memoriainventada</a></strong></p>
<p><em>Cidade e memória: oficina de criação fotográfica</em>, com Marcela Lins e Guilherme Benzaquen<br />
Quando: 28 de novembro até 5 de dezembro de 2020<br />
Inscrições até 20 de novembro de 2020<br />
Formulário para inscrição: <strong><a href="https://forms.gle/4XRzP33Z53AKzXbQ9">forms.gle/4XRzP33Z53AKzXbQ9</a></strong></p>
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		<title>Museu da Abolição recebe exposição de dez artistas negros</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 15:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; No próximo dia 19 de outubro, o Museu da Abolição recebe a exposição coletiva Os da Minha Rua: Poéticas de R/existência de Artistas afro-brasileiros, que fica em cartaz até 16 de dezembro e reúne a  produção visual de dez artistas negras e negros contemporâneos. Ana Lira (PE), Dalton Paula (GO), Edson Barrus (PE), Izidoro Cavalcanti (PE), José Barbosa [...]]]></description>
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<div id="attachment_63859" aria-labelledby="figcaption_attachment_63859" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Corpo-Indivíduo-C_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-63859" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Corpo-Indivíduo-C_Easy-Resize.com_-607x202.jpg" width="607" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">Dalton Paula é um dos artistas que participam da exposição com mostras como a série &#8220;Corpo Indivíduo&#8221;.</p></div>
<p>No próximo dia 19 de outubro, o Museu da Abolição recebe a exposição coletiva<strong> Os da Minha Rua: Poéticas de R/existência de Artistas afro-brasileiros</strong>, que fica em cartaz até 16 de dezembro e reúne a  produção visual de dez artistas negras e negros contemporâneos. Ana Lira (PE), Dalton Paula (GO), Edson Barrus (PE), Izidoro Cavalcanti (PE), José Barbosa (PE), Maré de Matos (MG/PE), Moisés Patrício (SP), Priscila Rezende (MG), Renata Felinto (SP/CE), Rosana Paulino (SP) são os nomes que terão trabalhos expostos.</p>
<p>A mostra conta com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura, e tem curadoria de Joana D´Arc, que levanta importantes questões sobre a cultura africana e a cultura afro-brasileira. Além da exposição, cujo título faz referência a obra do escritor angolano Ondjaki, o projeto também conta com uma oficina/performance, ministrada por Moisés Patrício entre 16 e 19 de outubro, e de um curso realizado por Rosana Paulino, neste sábado (20).</p>
<p>A concepção da exposição surgiu em 2016, quando a professora e pesquisadora Joana D´Arc Souza Lima realizava uma pesquisa sobre arte africana e começou a se confrontar com a ausência do corpo negro nas exposições, nos acervos, nas escolas, nos museus, na academia. E essa ausência apontava para uma presença enorme do epistemicídio das culturas e das histórias dos negros e negras no Brasil, e sobretudo para o preconceito velado que existe em nossa sociedade. Nesse momento ela se aproximou de Rosana Paulino que, além de artista negra, é também pesquisadora e ativista do movimento negro.</p>
<p>“Foi a partir desse estudo e dessa aproximação com a arte negra, e de um diálogo intenso com Rosana, que pensei em trazer para o Recife essa exposição. Escolhi artistas contemporâneos negros e negras, que trabalham em diferentes dimensõe s das questões que subjazem ao tema da cultura africana e da cultura afro-brasileira, passando pela mitologia Uoruba, pelas religiosidades afro-brasileiras, pela crítica social, pela oralidade e ancestralidade, para ocupar esse espaço museológico”, explica Joana, destacando que assim seria possível mostrar os impasses e tensões em relação à ausência de visibilidade que esses sujeitos sofrem.</p>
<div id="attachment_63860" aria-labelledby="figcaption_attachment_63860" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/28-MostraDevires_Agosto.jpg"><img class="size-medium wp-image-63860" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/28-MostraDevires_Agosto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Lira apresentará os trabalhos &#8220;Numbra&#8221; e &#8220;Saia Livre&#8221;.</p></div>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sobre os artistas participantes e os trabalhos expostos: </span></b></p>
<p><b>Rosana Paulino</b> expõe trabalhos que dialogam com sua vasta produção ligada às questões sociais, étnicas e de gênero. A posição da mulher negra na sociedade brasileira e os diversos tipos de violência sofridos por esta população decorrente do racismo e das marcas deixadas pela escravidão são elementos centrais na sua poética. A pesquisadora também <b>ministrará o minicurso, no sábado dia 20, intitulado Arte Afro-brasileira: Novos Lugares, Novas Falas</b> que discutirá a produção artística qualificada como africana e afro-brasileira.</p>
<p><b>Moisés Patrício</b> vai apresentar fotografias da série <i>Aceita?,</i> nas quais tenta quebrar o preconceito existente contra o Candomblé no Brasil. Além disso, o artista comanda uma oficina de quatro dias sobre Processos de criação em rituais de performance negra. Aberta ao público em geral, mas com maior apelo aos artistas, a proposta é circular e criar percursos no entorno do Museu da Abolição e, a partir dessas vivências, conceber performances que tragam elementos da cultura afro-brasileira, em especial do candomblé.</p>
<p>O artista <b>Dalton Paula</b> apresenta duas fotos da série fotográfica Cor da Pele e outra imagem de Corpo Receptivo – todas trazem o corpo negro do artista como protagonista. Ele exibe também o vídeo O batedor de bolsa, performance em que novamente seu corpo negro é ressignificado junto aos outros elementos ali postos (uma bolsa feminina preta, um cassetete policial, uma calça social marrom, uma botina bege e uma venda preta nos olhos).</p>
<p><b>Edson Barrus</b> traz ao Recife a obra Cão Mulato. Trata-se de um lambe-lambe que confronta os discursos puristas, ensinando numa bula como produzir um cão vira-lata geneticamente. O lambe-lambe é parte de um projeto intitulado, Base Central Cão Mulato, desenvolvido pelo artista: o artista toca em questões de um mundo de espaços e indivíduos híbridos. O artista busca meios para dar concretude e visualidade ao que considera a idéia-síntese de Brasil: o Cão Mulato, o cachorro sincrético, o vira-lata tirado do lixo e ungido a raça nacional. “O artista se coloca no papel de um cientista e liquidifica, com mordacidade, ideias de pureza de raça e de evolução genética através do uso da tecnologia. Tomando o cão mulato por símbolo de brasilidade, enxerga o país – assim como o seu próprio trabalho – como um espaço mestiço, transacional e para sempre in progress&#8221;, escreveu Moacir dos Anjos. Ele também apresenta o vídeo Formigas Urbanas, que reflete sobre a presença do corpo híbrido, mestiço e negro de brasileiros em condição informal nos grandes centros urbanos.<b></b></p>
<p>A pernambucana <b>Ana Lira</b>, que há tempos vem desenvolvendo trabalhos de forte cunho político, vai realizar uma proposta de vivência performática objetivando articular uma dinâmica de compartilhamento e escuta sobre invisibilidade como ferramenta de poder. Em que cenários estar nas entrelinhas pode nos ajudar a fortalecer as articulações coletivas? Esse será o questionamento básico da vivência, com duração de 60 minutos. A artista vai propor para nove pessoas presentes, entre o público, dinâmicas de ancestralidade e micro-política, cujos saberes compartilhados circularão entre silêncios. Além disso, vai exibir uma série de carimbos intitulados Saia Livre. Saia Livre é um poema elaborado a partir de uma provocação feita para a edição #11 da revista de teatro Trema cujo tema era Censura. A proposição consistia em debater atos de cerceamento às artes no atual cenário do país.</p>
<p>Já <b>Maré de Matos</b> trará um trabalho igualmente político, porém mais ligado às questões da memória e da ancestralidade. Artista visual e poeta, mineira do Vale do Rio Doce, sua terra foi habitada pelos índios botocudos que resistiram por décadas ao domínio dos colonizadores. A artista articula trabalhos em pintura e costura, interferência em madeira, poesia expandida, arte relacional, intervenções poéticas urbanas, ações e fotografias. No Museu da Abolição a artista prepara uma instalação intitulada Rio Doce. Pretende discutir a maior tragédia ambiental do Brasil, protagonizada pela mineradora Samarco, em 2015, em Minas Gerais. A representação e visualidade de práticas exploratórias históricas que desembocaram no evento ocorrido, possibilita evidenciar o que é naturalizado, mas também a relação extrativista como legado colonial instaurado no seio do estado. “Como mineira, do Vale do Rio Doce, a narrativa evidencia que minha memória é atravessada e por vezes confundida com a prática da exploração”, diz ele.</p>
<p>O pernambucano <b>Izidoro Cavalcante</b> apresentará dois trabalhos inéditos, feitos para a exposição. Sonho Guardado em Branco, um objeto composto por uma cama de campanha, pintada de branco (tinta automotiva) dentro uma camada de algodão  branco que forma uma  matéria convidativa para o gesto de pegar, mas todo o objeto estará encerrado em uma caixa de acrílico. O artista vai realizar uma performance no dia da abertura da exposição. “Vou colocar meu corpo como objeto de resistência dando continuidade Sonho Guardado em Branco (cama), disponibilizarei uma quantia de cem camisas brancas de algodão, todas empilhadas, em cima das outras, dobradas como se vende nas lojas. Usarei meu corpo nu, sentado, e, com rapidez utilizarei da troca da camisa. Uma forma de falar da troca de pele, para ser aceito na sociedade branca”, conta. O registro da performance será exibido durante os dois meses que a exposição estiver aberta ao público.</p>
<p>Já o artista <b>José Barbosa </b>vai expor dois entalhes em madeira, manufatura que remete aos fazeres artísticos da arte africana, e três pinturas que trazem repertórios das temáticas da representação do negro e da negra e das culturas afro-brasileiras presentes no carnaval de Olinda. O artista, radicado na cidade, integrou a Oficina da Ribeira durante os anos 1960 e aprendeu muito jovem a trabalhar com o entalhe da madeira. Os oratórios feitos pelo artista que, ao mesmo tempo, recolocam as questões da arte sacra ou da arte barroca no Brasil, feita pelas mãos dos africanos em situação de trabalho escravo ou de artífices negros brasileiros, no período colonial. Como não eram reconhecidos com artistas, boa parte dessa produção barroca não tem assinatura. José Barbosa mantém diálogo estreito com essa visualidade. Além dos orat&amp; oacute;rios, também foi escolhida uma peça em objeto intitulado por Totem, trabalhado em madeira policromada.</p>
<p><b>Renata Felinto</b> traz a obra Embalando Mateus ao som de um hardcore (2017), num trocadilho com o ditado popular (bastante machista) “quem pariu Mateus que o embale”, na qual ela reflete sobre a maternidade sozinha. A série é composta por vários trabalhos produzidos em linguagens diversas. A essas composições a artista adicionou frases ditas por mulheres que criam seus filhos sozinhas. Esta série visa refletir sobre a maternidade romantizada vendida socialmente, com a potente ajuda das mídias do audiovisual, em contraposição à maternidade real, especialmente a maternidade sozinha real, que se caracteriza pela pouca ou nenhuma presença do genitor que, por motivos de irresponsabilidade, de distância, de ausência, de conivência da sociedade, dentre outros, não se faz presente com o mesmo peso na criação da/s criança/s, seja do ponto de vista da form ação humana, seja do ponto de vista da sobrevivência e suprimento de necessidades materiais básicas.</p>
<p><b>Priscila Rezende</b> virá ao Recife, no Dia da Consciência Negra, dia 20 de novembro, para realizar uma performance nos jardins do Museu. A proposta é que durante esta semana comemorativa uma série de atividades movimente o espaço. Já está programada a participação de jovens poetas da cena pernambucana, que tem se destacado nacionalmente, como Adelaide dos Santos, que faz parte do Recital Boca do Trombone. Outro artista convidado pela curadoria é Ypiranga Filho, apresentando a escultura gigante, em ferro, de Ogum, que compõe uma série de trabalhos do artista sobre os orixás, vai compor a mostra.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
Exposição Os da Minha Rua: Poéticas de R/existência de Artistas afro-brasileiros l<br />
Quando: abre nesta sexta (19), às 19h, e fica em cartaz até 16 de dezembro<br />
Onde: Museu da Abolição (Rua Benfica, 1150 – Madalena/ Recife)<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Ana Lira inaugura a mostra fotográfica &#8220;Não-Dito&#8221; no CCI</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 18:20:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A fotógrafa pernambucana Ana Lira abre, nesta quarta-feira (2), a exposição Não-Dito, no Capibaribe Centro da Imagem (CCI). Sob a curadoria do escritor Pablo Lafuente, e participação do projeto coletivo Eleições: Crise de Representação, a mostra marca a continuidade da pesquisa que Ana vem desenvolvendo ao longo dos últimos três anos sobre a crise de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17995" aria-labelledby="figcaption_attachment_17995" class="wp-caption img-width-321 alignright" style="width: 321px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/577731_10151588248479564_49278337_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-17995 " alt="Ana Lira " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/577731_10151588248479564_49278337_n-321x486.jpg" width="321" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A mostra de Ana Lira integra o projeto <em>Eleições: Crise de Representação</em></p></div>
<p>A fotógrafa pernambucana Ana Lira abre, nesta quarta-feira (2), a exposição <em>Não-Dito</em>, no Capibaribe Centro da Imagem (CCI). Sob a curadoria do escritor Pablo Lafuente, e participação do projeto coletivo <em>Eleições: Crise de Representação</em>, a mostra marca a continuidade da pesquisa que Ana vem desenvolvendo ao longo dos últimos três anos sobre a crise de representação no cenário político brasileiro,  conceito que norteou a construção do projeto <em>Voto</em>, que, por meio dos restos de cartazes de propaganda política, traz à tona a decadência do modelo de representação adotado no país. “As imagens para a exposição<em></em> <em>Não-Dito</em>, inicialmente, só seriam vistas no documentário <a href="http://crisederepresentacao.blogspot.com.br/" target="_blank"><strong><em>Eleições: crise de Representação</em></strong></a>, mas depois vimos mais tarde que elas encarnaram vida própria como uma série fotográfica, mobilizada pela produção incessante de retratos políticos oficiais”, disse Lira.</p>
<p><em>Não-Dito</em> debate as relações existentes entre as ruínas do sistema e o cenário de desconexão vivido pela população por meio da pesquisa-processo e dos diálogos que Ana vem articulando com diversos grupos, movimentos e artistas dentro e fora de Pernambuco. Frases deixadas nas ruas, cartas abertas, panfletos, recados, placas, santinhos, entre outros impressos e suportes que marcam as paredes e o cotidiano de negociação política existentes na cidade estarão na exposição em debate com as imagens produzidas pelo projeto <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/ana-lira-lanca-seu-voto-no-iraq/" target="_blank"><strong><em>Voto</em></strong></a>.</p>
<p>A mostra também trará partes do projeto <em>Eleições: Crise de Representação</em>, que foi a matriz geradora da pesquisa de Lira, em 2012. O filme, que nunca ficou pronto, foi um dispositivo criado pelo mesmo grupo que propôs o audiovisual coletivo [projetotorresgêmeas], em 2011. O intuito do segundo projeto era discutir aspectos da crise política, partindo da experiência em Recife, e questionar os modelos que vêm afetando o cotidiano da população. Durante a exposição serão exibidas vinhetas e os trechos das filmagens elaboradas por Marcelo Pedroso, João Lima, Felipe Peres, Grilowsky, Iezu Kaeru, Julio Cavani, Camilo Soares, Breno Silva, Caio Furtunato, Tarso Cabral, Mateus Egglevis, Emerson Santos (in memoriam) e por Ana Lira para a produção. <em>Não-Dito</em> fica em exibição até o dia 9 de outubro de 2015, no Centro Capibaribe da Imagem – Rua da Aurora, 533 – Boa Vista. As visitas ocorrem de terça a sexta, das 13h às 19h, e aos sábados das 10h às 16h30.</p>
<p><strong>Sobre a fotógrafa</strong><br />
Jornalista com especialização em Teoria e Crítica de Cultura, Ana Lira trabalha como fotógrafa independente. Suas áreas de interesse são: fotografia documental, reportagem fotográfica, editoração e música.</p>
<p><strong>Educativo</strong><br />
As manhãs são reservadas para visitas educativas e de grupos agendados com a coordenação do educativo, coordenado por André Vieira. Os agendamentos podem ser feitos por meio do telefone (81) 3032-2500 ou do e-mail <strong>educativovoto@gmail.com</strong>. As visitas começam no dia 8 de setembro e serão feitas todas as terças e quintas, a partir das 10h, e nos sábados a partir das 10h30. Os grupos podem ter, no máximo, 20 pessoas.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Abertura da exposição Não-Dito, de Ana Lira<br />
Quando: quarta-feira (2/9), às 19h30<br />
Onde: Capibaribe Centro da Imagem – Rua da Aurora, 533 – Boa Vista – Recife &#8211; PE<br />
Visitação: 3 de setembro a 9 de outubro de 2015<br />
Horário: 13h às 19h (terça a sexta-feira) e 10h às 16h30 (sábados)<br />
Agendamento de visitas: (81) 3032-2500 ou <strong>educativovoto@gmail.com</strong>, responsável André Vieira</p>
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		<title>Ana Lira lança seu Voto no Iraq</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 20:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[voto]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de ter participado da 31ª edição da Bienal de Arte de São Paulo, a fotógrafa pernambucana Ana Lira lança sábado (6), às 16h, no Iraq, seu mais novo livro Voto. Iniciado há dois anos, durante o projeto do filme coletivo Eleições: Crise de Representação, a publicação propõe uma reflexão sobre o os discursos criados pelos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17994" aria-labelledby="figcaption_attachment_17994" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/voto-livro-ana-lira.jpg"><img class="size-medium wp-image-17994" alt="Fragmentos do livro Voto " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/voto-livro-ana-lira-607x461.jpg" width="607" height="461" /></a><p class="wp-caption-text">Fragmentos do livro Voto</p></div>
<p>Depois de ter participado da <strong><a href="http://www.31bienal.org.br/pt/post/1367" target="_blank">31ª edição da Bienal de Arte de São Paulo</a></strong>, a fotógrafa pernambucana Ana Lira lança sábado (6), às 16h, no Iraq, seu mais novo livro <em>Voto</em>. Iniciado há dois anos, durante o projeto do filme coletivo <strong><a href="http://crisederepresentacao.blogspot.com.br/" target="_blank"><em>Eleições: Crise de Representação</em></a></strong>, a publicação propõe uma reflexão sobre o os discursos criados pelos rasgos, escritos, colagens e manchas deixadas pela população e pela própria ação do tempo nos cartazes de propaganda política que ficam espalhados pelas paredes dos centros urbanos, em especial, do Recife.</p>
<div id="attachment_17995" aria-labelledby="figcaption_attachment_17995" class="wp-caption img-width-321 aligncenter" style="width: 321px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/577731_10151588248479564_49278337_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-17995" alt="Ana Lira " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/577731_10151588248479564_49278337_n-321x486.jpg" width="321" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Lira colecionou durante dois anos imagens para a publicação</p></div>
<p>A obra contém 62 páginas, com imagens do projeto e textos especialmente escritos para este trabalho por Marcelo Pedroso, Felipe Peres e Eduardo Queiroga. A edição é da própria Ana Lira, Gui Mohallem e da editora Pingado Prés, selo pelo qual a obra foi publicada. O projeto aborda os materiais de campanha dos candidatos, fazendo deles o foco de criação em suas fotografias. &#8220;As imagens para o projeto Voto, inicialmente, só seriam vistas no documentário Eleições: crise de Representação, mas, depois vimos mais tarde, que elas encarnaram vida própria como uma série fotográfica, mobilizada pela produção incessante de retratos políticos oficiais&#8221;, disse a autora. Os livros, impressos em tiragem numerada de cem exemplares, poderão ser adquiridos no dia do evento de lançamento por R$ 65,00.</p>
<p><strong>Sobre a autora</strong><br />
Jornalista com especialização em Teoria e Crítica de Cultura, Ana Lira trabalha como fotógrafa independente. Suas áreas de interesse são: fotografia documental, reportagem fotográfica, editoração e música.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro <em>Voto</em>, de Ana Lira<br />
Quando: sábado (6/12), às 16h<br />
Onde: Bar Iraq (Rua do Sossego, 179, Boa Vista)<br />
Quanto: acesso gratuito, mas os livros custam R$ 65,00</p>
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