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	<title>Portal Cultura PE &#187; André Dib</title>
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		<title>Série &#8220;Palavra Crítica&#8221; estreia nesta terça-feira (2), na TVU Recife</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2021 18:04:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Palavra Crítica&#8221;, série documental que apresenta a trajetória e o pensamento de 12 críticos de cinema, já tem data marcada para estrear na TVU Recife (Canal 11): 2 de fevereiro (terça-feira). O programa terá exibição toda terça, às 20h30, e a cada episódio mostrará o ponto de vista de um crítico, revelando desde as primeiras [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81707" aria-labelledby="figcaption_attachment_81707" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Carol-Ameida_PC.jpg"><img class="size-medium wp-image-81707" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Carol-Ameida_PC-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A crítica Carol Almeida (Recife) é uma das entrevistas da série documental</p></div>
<p>&#8220;Palavra Crítica&#8221;, série documental que apresenta a trajetória e o pensamento de 12 críticos de cinema, já tem data marcada para estrear na TVU Recife (Canal 11): 2 de fevereiro (terça-feira). O programa terá exibição toda terça, às 20h30, e a cada episódio mostrará o ponto de vista de um crítico, revelando desde as primeiras memórias relacionadas ao cinema, passando pelos caminhos que levaram à profissão, até chegar ao debate sobre a análise fílmica e à relação da crítica com o mercado audiovisual. A série documental tem roteiro e direção de Tiago Leitão e produção de Mannu Costa. Os interessados podem seguir o perfil criado no Instagram <a href="https://www.instagram.com/palavracritica/" target="_blank"><strong>@palavracritica</strong></a> para acompanhar alguns conteúdos dos bastidores e trechos dos episódios.</p>
<p>&#8220;Palavra Crítica&#8221; é uma realização da Opara Filmes, em coprodução com a Plano 9 Produções, e conta com incentivo do Governo do Estado de Pernmabuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>O diretor Tiago Leitão conta como surgiu a iniciativa de desenvolver a série. <em>&#8220;Sentia uma ausência de produtos de televisão sobre críticos, que tratassem da crítica cinematográfica. Temos muitos programas sobre diretores, roteiristas e atores. Então, eu vi uma oportunidade de desenvolver um projeto nessa área e convidei André Dib como crítico e jornalista para me ajudar na formatação&#8221;</em>, diz ele.</p>
<p>A primeira temporada de &#8220;Palavra Crítica&#8221; apresenta o pensamento de críticos de diferentes gerações e de várias partes do Brasil, com destaque cinco pernambucanos. Participam da série os críticos: Alexandre Figueirôa (Recife), Ângela Prysthon (Recife), Ernesto Barros (Recife), Carol Almeida (Recife), Celso Marconi (Recife), Heitor Augusto (São Paulo), Luiz Joaquim (Recife), Luiz Zanin (São Paulo), João Batista de Brito (João Pessoa), José Geraldo Couto (Florianópolis/São Paulo), Marcelo Ikeda (Rio de Janeiro/Fortaleza) e Marcelo Lyra (São Paulo).</p>
<p><em>&#8220;Quando Tiago me convidou para o projeto, a ideia era valorizar esta expressão criativa no campo da cultura e desmistificar a relação entre cinefilia e crítica especializada. Elaboramos então um recorte que apontasse para um mapeamento do pensamento sobre cinema, a partir de profissionais de diferentes regiões, formações e campo de atuação. Por isso, além da dimensão conceitual ou teórica, as entrevistas privilegiam histórias pessoais que levaram à profissionalização&#8221;</em>, detalha André Dib, crítico, pesquisador e consultor do projeto.</p>
<p>Os profissionais têm marcante atuação como críticos nos veículos de imprensa e em atividades como curadoria, programação de salas, pesquisa e ensino. Alguns deles ainda se tornaram realizadores audiovisuais, criando seus próprios filmes. Os jornalistas e críticos pernambucanos Luiz Joaquim e Carol Almeida, além de depoentes, foram convidados para serem entrevistadores dos colegas de crítica junto a André Dib. As gravações aconteceram no Recife, no estúdio da Opara Filmes, em 2019.</p>
<p>Além das entrevistas, os episódios contam com cenas animadas sobre a trajetória de cada crítico.<em> &#8220;Para as gravações das entrevistas, eu concebi a seguinte forma, o crítico sentado numa cadeira simbólica de diretor, como condutor do processo, e pontos marcantes da vida dele eram projetados na tela de cinema por trás, aí ele passa de diretor para ser a obra&#8221;</em>, explica Tiago Leitão.</p>
<p><em>&#8220;Naquele tempo, não havia como prever que a estreia seria num momento de tantas crises, no qual o poder de leitura, análise e posicionamento crítico se tornariam ainda mais necessários. De uma maneira geral, é disso que se trata: formas de ver e estar no mundo a partir do cinema; e de ver o cinema, com olhos próprios&#8221;</em>, destaca André Dib.</p>
<p>A produtora Mannu Costa acrescenta sobre a amplitude das narrativas trazidas por cada crítico. <em>&#8220;Para mim foi muito importante perceber que o debate promovido pelos entrevistados vai muito além da crítica em si, pois trazem aspectos políticos (espaço, representatividade, mercado, público, política e formação de identidade), que podem interessar às pessoas que não são só do cinema ou fãs de filmes&#8221;</em>, afirma.</p>
<p><strong>EQUIPE -</strong> A série documental &#8220;Palavra Crítica tem roteiro e direção de Tiago Leitão e produção de Mannu Costa, pesquisa e consultoria de roteiro de André Dib, direção de fotografia de Mariano Pablo Maestre, direção de produção de Carol Correia, ilustrações de Luciano Bresdem, animações de André Pinto, projeções e<em> mapping</em> de Gabriel Furtado, desenho de som e mixagem de Nicolau Domingues, trilha sonora de Diogo Felipe, e montagem e finalização de Henrique Spencer. Confira um <em>teaser</em> do projeto:</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CKT8GI-jRZL/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CKT8GI-jRZL/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
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</div>
</blockquote>
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<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Estreia da série documental &#8220;Palavra Crítica&#8221;<br />
Quando: terça-feira, dia 2 de fevereiro, às 20h30, na TVU Recife (Canal 11)<br />
Exibições: terças, às 20h30<br />
Siga no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/palavracritica/" target="_blank"><strong>@palavracritica</strong></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Cepe faz live para celebrar o cinema brasileiro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-faz-live-para-celebrar-o-cinema-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 14:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_77409" aria-labelledby="figcaption_attachment_77409" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/camilo-cavalcante-andre-dib-cinema-brasileiro-cepe-live.jpg"><img class="size-medium wp-image-77409" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/camilo-cavalcante-andre-dib-cinema-brasileiro-cepe-live-607x437.jpg" width="607" height="437" /></a><p class="wp-caption-text">Camilo Cavalcante e André Dib participarão de um bate-papo mediado pela repórter Débora Nascimento (Revista Continente)</p></div>
<p>A pandemia causada pelo novo coronavírus e a atual política de restrição e liberação de verbas impostas pelo governo federal à Agência Nacional do Cinema (Ancine) praticamente paralisaram um dos setores que mais cresceu na economia brasileira nos últimos dez anos: o cinema brasileiro. Já que o calendário reserva o dia 19 de junho para celebrar o audiovisual do país, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) fará a live Uma conversa sobre o cinema nacional, para tratar tanto sobre a situação atual do cinema nacional como também sobre sua história &#8211; que a Cepe tem ajudado a preservar editando e publicando obras como <strong>Antologia da crítica pernambucana &#8211; Discursos sobre cinema na imprensa (1924-1948)</strong>, organizado pelo jornalista e crítico André Dib e pela realizadora Gabi Saegesser, e<strong> História da Eternidade</strong>, do diretor, produtor e roteirista Camilo Cavalcante.  André e Camilo participarão do bate-papo sobre cinema e literatura mediado pela repórter especial da Revista Continente, Débora Nascimento, às 17h30, no canal da Cepe no Youtube (<strong><a href="https://bit.ly/LiveCepeCinema" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://bit.ly/LiveCepeCinema&amp;source=gmail&amp;ust=1592658672871000&amp;usg=AFQjCNEZImmwiQZeju-VndiKwcbUb1r4ZA">bit.ly/LiveCepeCinema</a></strong><wbr />).</p>
<p>Débora ressalta que está sendo um ano especialmente difícil para o cinema nacional e internacional devido à pandemia. <em>“São perdas de bilhões para o mercado cinematográfico por causa dos cinemas fechados, estreias adiadas, canceladas ou remanejadas para plataformas de streaming”</em>, pontua a jornalista da Continente. <em>“Estávamos em um momento crescente de alimentação da cadeia produtiva cinematográfica quando começou o desmonte da Ancine ainda no Governo Temer. Agora nem recursos de projetos que já foram contemplados estão sendo liberados”</em>, lamenta Camilo, recordando que uma crise dessa magnitude não ocorria no cinema nacional desde o Governo Collor, nos anos 1990, quando foi extinta a Empresa Brasileira de Filmes (Embrafilmes).<em> “Por causa disso muitos profissionais do audiovisual migraram temporariamente para as produções destinadas à publicidade como forma de sobrevivência”</em>, recorda o realizador.</p>
<p>Mas agora a pandemia afetou a todos. <em>“É essencial que o setor audiovisual volte a se movimentar, com apoio governamental. Isso terá impactos positivos na cultura, na imagem interna e externa do país, como também na economia, mantendo milhares de empregos”</em>, analisa Débora. <em>“A curto prazo não vejo solução. A não ser quando os editais da Ancine começarem a ser liberados e a iniciativa privada também voltar a apoiar essa cadeia que gera tanto emprego e renda”</em>, espera Camilo, vencedor de 27 prêmios em festivais no Brasil e no exterior pelo seu <strong>História da Eternidade (2014)</strong>.  Filmado em 2012 em Santa Fé, Distrito de Pau Ferro, Sertão de Pernambuco, o filme conta a história de três mulheres: a adolescente Alfonsina (interpretada por Débora Ingrid) cujo maior desejo é conhecer o mar; Querência, de 40 anos (vivida por Marcélia Cartaxo), que enterra o filho e o amor, logo na primeira cena; e a idosa Das Dores (Zezita Matos) que reprime a sexualidade com devoção cristã.</p>
<p>Já <strong>Antologia da Crítica Pernambucana &#8211; Discursos sobre cinema na imprensa (1924-1948)</strong> é uma pesquisa sobre a maneira como a imprensa pernambucana escrevia sobre cinema na primeira metade do século passado. O objetivo, segundo os organizadores, é tornar acessível ao leitor um panorama dos principais autores e ideias, e mergulhar no imaginário e nas formas de pensar cinema em Pernambuco na primeira metade do século XX.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>HISTÓRIA</strong></span><br />
Em 19 de junho de 1898 foram feitas as primeiras imagens cinematográficas no Brasil. O autor da proeza foi o italiano Afonso Segreto. Carregando consigo um cinematógrafo, ele embarcou no navio Brésil, que fez o trajeto de Bordeaux, na França, até o Rio de Janeiro. Antes de desembarcar, Segreto registrou sua chegada e, de quebra a Baía de Guanabara.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live Uma conversa sobre o cinema nacional<br />
Quando: 19 de junho, às 17h30<br />
Endereço: Canal da Cepe no Youtube (<a href="https://bit.ly/LiveCepeCinema" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://bit.ly/LiveCepeCinema&amp;source=gmail&amp;ust=1592658672871000&amp;usg=AFQjCNEZImmwiQZeju-VndiKwcbUb1r4ZA"><strong>bit.ly/LiveCepeCinema</strong></a>)</p>
<p><wbr /></p>
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		<title>Críticos brasileiros de cinema se reúnem no Recife para série de TV</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2019 13:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17949" aria-labelledby="figcaption_attachment_17949" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5055.jpg"><img class="size-medium wp-image-17949" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5055-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Palavra Crítica&#8221; irá apresentar a trajetória e o pensamento de críticos de diferentes gerações e de várias partes do Brasil, com o cineasta André Dib</p></div>
<p>O cineasta Tiago Leitão está produzindo a série “Palavra Crítica&#8221;, documentário que terá diálogos com 12 críticos brasileiros de cinema. Os episódios vão apresentar a trajetória de cada um deles &#8211; desde as primeiras memórias relacionados ao cinema até o debate sobre a análise fílmica e a relação da crítica com o mercado audiovisual. As gravações começam nesta quinta-feira (13), no estúdio da Opara Filmes, no Recife, até o próximo dia 19 de junho. A série, produzida com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, conta com entrevistas conduzidas pelo diretor Tiago Leitão e pelo pesquisador André Dib, também crítico de cinema.</p>
<p>&#8220;Senti uma carência em discutir a crítica cinematográfica, um das pilares para o pensamento cinematográfico, fundamental para a formação de público e da identidade do País. Então, convidei o pesquisador e crítico de cinema André Dib para desenvolvermos a série &#8216;Palavra Crítica&#8217; e dar voz essas pessoas&#8221;, explica Tiago Leitão.</p>
<div id="attachment_69323" aria-labelledby="figcaption_attachment_69323" class="wp-caption img-width-526 aligncenter" style="width: 526px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Foto_Tiago-Leitão_Opara-Filmes.png"><img class="size-medium wp-image-69323 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/Foto_Tiago-Leitão_Opara-Filmes-526x486.png" width="526" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">As gravações começam nesta quinta-feira (13), no estúdio da Opara Filmes, no Recife, até o próximo dia 19 de junho</p></div>
<p style="text-align: left;">&#8220;Palavra Crítica&#8221; irá apresentar a trajetória e o pensamento de críticos de diferentes gerações e de várias partes do Brasil. Os profissionais escolhidos tem marcante atuação como críticos nos veículos de imprensa e em atividades como curadoria, programação de salas, pesquisa e ensino. Alguns deles ainda ser tornaram realizadores audiovisuais, criando seus próprios filmes.</p>
<p>Participam da série os críticos: Alexandre Figueirôa (Recife), Ângela Prysthon (Recife), Ernesto de Barros (Recife), Carol Almeida (Recife), Celso Marconi (Recife), Heitor Augusto (São Paulo), Luiz Joaquim (Recife), Luiz Zanin (São Paulo), João Batista de Brito (João Pessoa), José Geraldo Couto (Florianópolis), Marcelo Ikeda (Rio de Janeiro/ Fortaleza) e Marcelo Lyra (São Paulo).</p>
<p>O projeto é uma realização da Opara Filmes em coprodução com a Plano 9 Produções. Além do Funcultura, conta com apoio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), Agência Nacional do Cinema (Ancine) e Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), e de outros parceiros, como a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). A veiculação do documentário está garantida na TV Universitária (TVU), vinculada a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A previsão é que o lançamento ocorra ainda em 2019.</p>
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		<title>Cineastas, estudiosos e programadores de cinemas de rua discutem futuro das salas no estado</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2015 01:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Tiago Montenegro Após uma semana de exibições e diálogos audiovisuais, o Festival de Cinema de Triunfo abriu espaço na programação de seu último dia de atividades, sábado (8), para um debate que mobilizou cineclubistas, realizadores e gestores públicos do estado. O seminário Desafios e perspectivas para os Cinemas de Rua agregou, ainda, pesquisadores e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Tiago Montenegro</em></p>
<p>Após uma semana de exibições e diálogos audiovisuais, o Festival de Cinema de Triunfo abriu espaço na programação de seu último dia de atividades, sábado (8), para um debate que mobilizou cineclubistas, realizadores e gestores públicos do estado. O seminário <strong><em>Desafios e perspectivas para os Cinemas de Rua</em></strong> agregou, ainda, pesquisadores e programadores de salas em funcionamento na capital e no interior.</p>
<p>A conversa, que também foi acompanhada pelo secretário estadual de cultura, Marcelino Granja, trouxe à luz a realidade, oportunidades e desafios de espaços como o Cinema Rio Branco (Arcoverde), Cine São José (Afogados da Ingazeira), Cinema da Fundação e Cinema São Luiz, ambos no Recife.</p>
<div id="attachment_28886" aria-labelledby="figcaption_attachment_28886" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario1.jpg"><img class="size-medium wp-image-28886" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Programadores de cinemas de rua participaram da atividade, mediada pelo jornalista André Dib</p></div>
<p>Há 20 anos, Evanildo Mariano é um dos três voluntários que persistem na lida diária para manter aberto e bem ocupado o Cine São José, fundado em 1942 sob o nome ‘Cine Pajeú’. Atualmente, o prédio do cinema pertence à Diocese de Afogados da Ingazeira e é gerido pelos voluntários graças a um termo de comodato. A sala é climatizada e tem 240 lugares. “Exibimos filmes todos os dias, sempre às 20h. Infelizmente, as salas que existiam em cidades vizinhas como Tabira, Sertânia e São José do Egito foram fechadas nos anos 1980, nosso desafio é manter isso vivo, cada vez mais integrado à rotina da cidade”, comentou.</p>
<p>Apresentando o Cine Rio Branco, atualmente sob gerência da Prefeitura de Arcoverde, o programador Glaudemylton Alves destacou que “apesar de promovermos eventos como a Semana do Cinema Pernambucano, hoje a sala sobrevive de cinema comercial”. O Rio Branco foi reformado e hoje, é acessível a pessoas com deficiência e possui 170 lugares. A sala está registrada na Ancine e é grande a integração com a secretaria estadual de assistência social, além de escolas e comunidades rurais da região, que levam, respectivamente, adolescentes em conflito com a lei, estudantes da rede pública e moradores dos distritos para acompanhar as sessões. Apesar disto, Glaudemylton compartilhou a infeliz notícia de que, hoje, a sala está fechada ao público por falta de filmes a serem exibidos. “Nosso desafio urgente é o da digitalização, porque estamos com cada vez mais dificuldade de conseguir filmes em 35mm com as distribuidoras”.</p>
<p>Luiz Joaquim, do Cinema da Fundação, foi taxativo em sua contribuição para o debate: “Não há outro caminho que não seja a atualização do parque de exposição”. Outro ponto interessante abordado pelo programador do moderno cinema, ligado ao Ministério da Educação e em pleno funcionamento na capital pernambucana, foi a escolha dos filmes. “Temos que avançar nesta relação com as distribuidoras porque elas querem programar as salas do Nordeste como fazem no Sul e no Sudeste, precisamos entender a personalidade de cada ambiente, cada cidade e região”, destacou.</p>
<div id="attachment_28884" aria-labelledby="figcaption_attachment_28884" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-28884" title="seminario triunfo 2" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Geraldo Pinho, programador do São Luiz falou das intervenções pelas quais o cinema passa atualmente</p></div>
<p>Programador do Cinema São Luiz, Geraldo Pinho registrou o longo caminho pelo qual passou o hoje considerado <em>templo do cinema pernambucano</em> até ser tombado e comprado pelo Governo do Estado, em 2008. Atualmente, a sala “passa por intervenções necessárias à instalação do projetor digital e do sistema de som recentemente adquiridos”. Geraldo reforçou a necessidade da sala dialogar com a cidade, ser espaço de convivência, estar atenta ao seu entorno. E apontou, em sua fala, a estratégia da união entre os cinemas de rua: “O caminho é se unir, pensarmos em formato de rede e imaginarmos um circuito de programação que mantenha as especificidades de cada local, mas que atue em parceria e fortaleça até a negociação com as distribuidoras”.</p>
<p>Também convidada a participar do seminário, a arquiteta e pesquisadora Kate Saraiva apresentou na ocasião o resultado de um levantamento que fez sobre os espaços de exibição audiovisual do Recife, desde o início do século 20 até os dias atuais. O livro ‘Cinemas do Recife’ narra detalhes da existência e, infelizmente, do declínio de diversas salas que não resistiram ao desenvolvimento das grandes cadeias exibidoras e da proliferação de salas em shopping centers. Abordou também a mobilização social que existe hoje em defesa de salas que resistem, mas que ainda estão fechadas, como o Cine Olinda.</p>
<p><strong>Contexto globalizado<br />
</strong><br />
Em sua fala à plateia, o professor de Cinema na Universidade Federal Fluminense (UFF), João Luiz Vieira, destacou a pertinência global do tema. “O mundo passa por uma franca alteração na forma como as pessoas vivenciam o cinema e é grande o clamor pela digitalização”, declarou.</p>
<p>O pesquisador, que também integra o Movimento CineRua (RJ), trouxe importantes questões para o debate e que, certamente, vão embasar novas discussões e a definição de estratégias a serem adotadas. Temas como a necessidade do programador “identificar os espectadores das salas e contribuir para que o cinema se firme como um espaço de convivência e sociabilidade”; o diálogo com o cineclubismo e a promoção da vivência cinematográfica como uma experiência coletiva; o cinema itinerante e a realização de sessões a céu aberto; a atualização da gestão e da relação com o mercado exibidor; além da adoção de políticas culturais permanentes, que estimulem “a relação do público com as salas, preservando a memória do cinema”.</p>
<p>Com as intervenções da plateia, surgiram novas questões. Como a levantada por Carla Osório, proprietária da distribuidora Livres Filmes: “Fico feliz com todo esse debate, especialmente porque vai ganhando força a necessidade de repensarmos a relação com as distribuidoras, que estão cada vez mais voltados para o ‘cinemão’. Portanto, é importante, sim, digitalizarmos as salas, mas não abrir mão dos projetores de 35mm, isso significaria a existência de salas modernas, mas que não poderiam exibir a grande maioria dos filmes pernambucanos realizados até aqui, por exemplo”.</p>
<p>Já André Vasconcelos, do Cineclube Caretas, preocupado com a sustentabilidade das salas, trouxe para o debate a possibilidade de ações articuladas com o trade turístico nas cidades e o desenvolvimento de práticas de economia e gestão criativas.</p>
<p><strong>As perspectivas<br />
</strong><br />
Participando de todas as discussões, o secretário estadual de cultura Marcelino Granja fez questão de destacar, ao final, a alegria pela realização do seminário e tecer considerações acerca do planejamento estadual para o setor. “Este é um tema muito caro para a gestão, tanto que integra o rol de ajustes que precisam ser feitos na política cultural. Queremos pautar na política de desenvolvimento das cidades o eixo central da ocupação de seus espaços culturais, incluindo os cinemas. É uma luta política e ideológica, mas para a qual estamos atentos e empenhados em articular, cada vez mais, propostas de ampliação do acesso à cultura com aquelas que humanizam as nossas cidades”.</p>
<div id="attachment_28887" aria-labelledby="figcaption_attachment_28887" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/marcelino.jpg"><img class="size-medium wp-image-28887" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/marcelino-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O secretário estadual Marcelino Granja em sua contribuição para o debate</p></div>
<p>O jornalista e pesquisador André Dib, mediador do debate, encerrou as discussões destacando que “prevaleceu a ideia da atuação em rede e da formação de um conjunto de defensores dos cinemas de rua do estado”. Em breve, um documento produzido pelo coletivo será amplamente divulgado e será intensificada uma campanha pelo engajamento de signatários da causa, sejam cineastas, estudiosos, espectadores, gestores ou ativistas culturais.</p>
<div id="attachment_28885" aria-labelledby="figcaption_attachment_28885" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-28885" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/seminario-3-607x266.jpg" width="607" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Realizadores, cineclubistas, pesquisadores e o secretário Marcelino Granja</p></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cinema para ver, fazer e pensar</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2014 13:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova A programação do 16º FestCine – Festival de Curtas de Pernambuco vai muito além das mostras competitivas que acontecem, diariamente, no Cinema São Luiz. A realização de oficinas tem envolvido um público que não quer apenas ser espectador, mas também quer fazer e discutir cinema. Até esta sexta (5), três turmas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17948" aria-labelledby="figcaption_attachment_17948" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5053.jpg"><img class="size-medium wp-image-17948" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5053-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Oficinas integram a 16ª edição da mostra cinematográfica FestCine</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>A programação do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/16o-festcine-e-vitrine-para-a-novissima-producao-audiovisual-pernambucana-2/" target="_blank"><strong>16º FestCine – Festival de Curtas de Pernambuco</strong> </a>vai muito além das mostras competitivas que acontecem, diariamente, no <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/cinema-sao-luiz/" target="_blank">Cinema São Luiz</a></strong>. A realização de oficinas tem envolvido um público que não quer apenas ser espectador, mas também quer fazer e discutir cinema. Até esta sexta (5), três turmas estão aprendendo um pouco do cinema por outro viés. Sã as oficinas “Documentando”, com Marlom Meirelles; “Crítica Cinematográfica”, com André Dib; e “Cinema de Animação”, com Tiago Delácio e Paulo Monteiro. Numa parceria com a Faculdade Joaquim Nabuco, as aulas estão sendo realizadas no campus da instituição de ensino, no centro do Recife.</p>
<p>A oficina ministrada pelo ponto de cultura Cinema de Animação, de Gravatá, tocado pelo cineasta Lula Gonzaga – um dos homenageados do 16º FestCine – tem sido o pontapé inicial para aqueles que se encantam com o universo da animação e pretendem investir numa carreira na área. Tiago Delácio e Paulo Monteiro são os responsáveis por ministrar a oficina durante o FestCine. A partir de um método criado por Lula, há mais de 30 anos, que converge para formas mais simples e artesanais de animação, eles imbuem os alunos de retratarem, em suas criações, sua realidade, seus signos identitários mais próximos. “<em>A nossa ideia é trabalhar com traços da xilogravura e temas regionais. Fazer com que qualquer jovem, em qualquer lugar onde estiver, possa fazer uma animação. Procuramos ter esse papel de formação com esses jovens, que podem utilizar isso como uma oficina de formação cidadã ou se profissionalizar, buscar novas técnicas, e quem sabe, alçar voos mais altos. Eu e Paulo fomos formados nessa oficina, com Lula</em>”, explica Tiago.</p>
<p>Logo ali, no mesmo 2º andar da Faculdade Joaquim Nabuco, mais outra oficina em andamento: o realizador Marlom Meirelles ministra “Documentando”, que envolve os alunos no processo de criação de um documentário. Ele tem levado a iniciativa para vários municípios, conjuntamente com as ações da Coordenadoria de Audiovisual da Secul-PE. Nas aulas, Marlom introduz os alunos em questões técnicas e estruturais de um documentário, desde a criação de roteiro, até mesmo “por a mão na massa” e realizar um documentário, até sua finalização. Uma das tocantes criações da oficina é o documentário <em>Quadrado</em>, fruto de uma das oficinas, realizada durante o 7º Festival de Cinema de Triunfo, este ano, e que foi exibida no encerramento do festival.</p>
<p><iframe src="//player.vimeo.com/video/103179802" height="281" width="500" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/103179802">DOCUMENTANDO &#8211; Curta-metragem &#8220;Quadrado&#8221;</a> from <a href="http://vimeo.com/eixoaudiovisual">Eixo Audiovisual</a> on <a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<div id="attachment_17949" aria-labelledby="figcaption_attachment_17949" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5055.jpg"><img class="size-medium wp-image-17949" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5055-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O jornalista André Dib comanda a oficina de Crítica Cinematográfica</p></div>
<p>O cinema para ser visto, para ser criado&#8230; para ser discutido, analisado, debatido. Enxergar além do que apenas está projetado na tela, diante dos nossos olhos. Observar e mergulhar nas nuances de uma produção com olhos argutos, captando entrelinhas. A oficina de “Crítica Cinematográfica”, ministrada pelo jornalista André Dib, veio despertar nos alunos a sensibilidade de esmiuçar um filme em seus mais variados meandros. Desde aspectos técnicos (como enquadramento, planos, distância focal, montagem, fotografia, roteiro, etc) até o lado mais subjetivo são colocados em xeque. Em sala de aula, Dib levanta discussões, mostra exemplos e exibe filmes, procurando estimular e ampliar o olhar particular de cada um dos alunos. “<em>Quando você estimula a discussão sobre o que está sendo exibido, ali também está nascendo cinema. Não só na cabeça de quem faz, de quem produz, mas também na discussão e reflexão&#8230; é ali que fecha o ciclo, nesse exercício de pensar o cinema. É isso o que mantém esses filmes vivos, o que dá o sentido de toda essa produção existir</em>”. Confira algumas das críticas escritas pelos alunos no blog <a href="http://oficinadecritica.com/" target="_blank"><strong>Oficina de Crítica Cinematográfica</strong></a>.</p>
<p>As oficinas têm gerado um interesse de pessoas com os mais variados perfis. Nas turmas, é possível encontrar profissionais das áreas de engenharia, arquitetura, jornalismo, fotografia. Everton Maciel, 29, é professor de História, natural de Buíque. Ele veio ao Recife especialmente para acompanhar a programação do FestCine. Ele já passou por oficinas como Documentando, Crítica de Cinema, Iniciação à Filmagem, Preparação de Atores, Fotografia. Desta vez, ele participa das aulas de Cinema de Animação. <em>“Desde 2008, despertou em mim essa vontade de interagir com o cinema, que é algo que me fascina. Por isso, estou aproveitando a oportunidade de conhecer mais e agregar valor. Já participei de um curta, como ator, e agora estou no primeiro corte de um curta-metragem em que, junto com alguns amigos, roteirizei, estou dirigindo e produzindo. É importante estar sempre se atualizando nessa área, pois o cinema é uma linguagem universal e cada vez mais vem acessando novas tecnologias e uma produção cada vez mais moderna e sofisticada. E, atualmente, com as mostras de cinema que se espalham pelo estado, o Sertão tem conseguido entrar e ter mais espaço nesse circuito do cinema pernambucano&#8230; e eu quero poder participar disso</em>”, conta.</p>
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		<title>16º FestCine abre inscrições para oficinas gratuitas</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 15:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16875" aria-labelledby="figcaption_attachment_16875" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/marlom-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-16875" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/marlom-costa-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O realizador Marlom Meirelles ministrará a oficina &#8220;Documentando&#8221;</p></div>
<p>A partir desta quinta (13), a Secretaria de Cultura de Pernambuco/Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Secult-PE/Fundarpe) e a Prefeitura do Recife abrem inscrições para três oficinas gratuitas na área de audiovisual, que integram as atividades do <strong>16ºFestCine &#8211; Festival de Curtas de Pernambuco</strong>. Os interessados têm até o próximo dia 20 de novembro para se inscrever. Serão ministradas as oficinas “Documentando”, com Marlom Meirelles; “Cinema de Animação”, com Tiago Delácio, Jonatas Campos e Paulo Monteiro; e “Crítica Cinematográfica”, com André Dib. Outra oficina também será ministrada, a de &#8220;Cineclubismo”. No entanto, ela será voltada exclusivamente para os internos da Funase-Case Jaboatão.</p>
<p>Para quem quiser participar, basta enviar para o email <strong>cinemafundarpe@gmail.com</strong> os seguintes itens:</p>
<p>- Carta de intenção (porque quer fazer a oficina?)<br />
- Currículo resumido (máximo de 2 páginas)<br />
- Dados Cadastrais (nome completo, endereço, fone, e-mail, RG)</p>
<p>Os nomes dos selecionados para as oficinas serão divulgados no dia <strong>23 de novembro </strong>(oficina &#8220;Documentando&#8221;) e <strong>25 de novembro</strong> (oficinas &#8220;Cinema de Animação&#8221; e &#8220;Crítica Cinematográfica&#8221;).</p>
<p>Confira mais detalhes sobre as oficinas:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>DOCUMENTANDO</strong></span><br />
<strong>Ministrante:</strong> Marlom Meirelles – Diretor da Eixo Audiovisual, é realizador, fotógrafo e professor em projetos de iniciação em cinema.<br />
<strong>Objetivo:</strong> A oficina mostra que é possível transformar ideias em obras audiovisuais sem a utilização de equipamentos profissionais, desmistificando o processo de realização. Permite que os alunos possam produzir com recursos próprios após o término das aulas, capacitando-os para a realização em formatos alternativos. Há uma abordagem sobre a democratização dos meios de produção, com ênfase nas novas mídias de filmagem.<br />
<strong>Público-alvo:</strong> Livre, a partir dos 15 anos. Os participantes não precisam possuir conhecimentos prévios no audiovisual.<br />
<strong>Número de Alunos:</strong> 25<br />
<strong>Carga Horária:</strong> 20h/aula<br />
<strong>Período:</strong> 24 a 28 de novembro<br />
<strong>Horário:</strong> 9h às 12h<br />
<strong>Local:</strong> Escola Santa Rosa &#8211; Ouro Preto (Olinda/PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CINEMA DE ANIMAÇÃO</strong></span><br />
<strong>Ministrantes:</strong> Tiago Delácio &#8211; Jornalista, cineasta e produtor cultural com especialização em roteiro e documentário na Escuela Internacional de Cine y TV, de Santo Antonio de los Baños, Havana (Cuba), desenvolve seu trabalho no Ponto de Cultura Cinema de Animação, para a realização de oficinas de desenho animado, produção de videoclipes pernambucanos / Jonatas Campos &#8211; desenhista, animador e cartunista. Formado no Ponto de Cultura Cinema de Animação, foi responsável por dezenas de filmes entre eles “Igarassu”, “Mapinguari” e “Lia de Itamaracá” / Paulo Monteiro &#8211; Editor, músico e agente cultural. Formado também no Ponto de Cultura Cinema de Animação, há quatro anos realiza edição e montagem dos filmes em desenho animado produzido pelo Ponto.<br />
<strong>Objetivo:</strong> Realizar oficinas de cinema de animação popular, ou seja, as etapas da produção, roteiro, desenhos, animações, traço e arte final, digitalização, edição, exibição e discussão. Tudo isso compõe a simples receita metodológica do nosso Ponto: participação popular de todos envolvidos em todas as fases de execução, num movimento de imersão no audiovisual.<br />
<strong>Público-alvo:</strong> jovens e adultos de 12 a 28 anos<br />
<strong>Número de alunos:</strong> 15<br />
<strong>Carga Horária:</strong> 15h/aula<br />
<strong>Período:</strong> 1 a 5 de dezembro<br />
<strong>Horário:</strong> 14 às 17h<br />
<strong>Local:</strong> Faculdade Joaquim Nabuco – Av. Guararapes, 233, Centro- Recife/PE</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA</strong></span><br />
<strong>Ministrante:</strong> André Dib – André Dib é pesquisador, crítico de cinema e jornalista formado pela Universidade Federal de Pernambuco. Sua experiência inclui a cobertura de festivais brasileiros e estrangeiros. Tem textos publicados em diversos jornais, revistas e sites da internet. Realiza curadorias para mostras e consultorias para festivais de cinema, além de oficinas de iniciação em crítica de cinema. Membro da diretoria da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema (Abraccine) e do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC). Seu trabalho está reunido em <a href="www.revistacinerama.com" target="_blank">www.revistacinerama.com</a>.<br />
<strong>Objetivo:</strong> Introdução ao pensamento crítico e às possibilidades de olhar, refletir e imaginar o cinema. Em encontros teóricos e práticos, a oficina pretende proporcionar o desenvolvimento do espírito crítico e da capacidade de se relacionar com os filmes. Para tanto, a partir de exibições de obras e leitura de textos, serão realizados exercícios escritos e orais onde os alunos poderão utilizar técnicas e instrumentos apresentados em sala de aula.<br />
<strong>Público-alvo:</strong> Serão selecionadas 9 (nove) pessoas acima de 18 anos de idade.<br />
<strong>Número de alunos:</strong> 9<br />
<strong>Carga Horária:</strong> 16 h/aula<br />
<strong>Período:</strong> 1 a 5 de dezembro<br />
<strong>Horário:</strong> 14 às 18h<br />
<strong>Local:</strong> Faculdade Joaquim Nabuco – Av. Guararapes, 233, Centro- Recife/PE</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CINECLUBISMO</strong></span><br />
<strong>Ministrantes:</strong> Mauro Lira e Shirley Hunther – Assessores da Coordenadoria do Audiovisual da Secult-PE/Fundarpe.<br />
<strong>Objetivo:</strong> A oficina visa incentiva a pratica do cineclubismo dentro de uma unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) em Jaboatão dos Guararapes.<br />
<strong>Público-alvo:</strong> Adolescentes, na faixa etária dos 12 aos 18 anos de idade incompletos e, excepcionalmente, dos 18 aos 21 anos de idade, envolvidos e/ou autores de ato infracional.<br />
<strong>Número de Alunos:</strong> 25<br />
<strong>Carga Horária:</strong> 20h/aula<br />
<strong>Período:</strong> 18 a 20 de novembro<br />
<strong>Horário:</strong> 09h às 12h<br />
<strong>Local:</strong> Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Jaboatão dos Guararapes</p>
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