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	<title>Portal Cultura PE &#187; Bacamarte</title>
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		<title>Cultura popular reforça interesse nas novas gerações</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 18:24:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A despedida do País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró do Festival Pernambuco Meu País 2024, no município de Buíque (Agreste), oitava etapa do evento, deixou uma sensação de que, no que depender da cadeia produtiva, as manifestações populares do Estado têm uma garantia de renovação pelo menos a curto e médio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A despedida do País das Culturas Populares e País das Matrizes do Forró do Festival Pernambuco Meu País 2024, no município de Buíque (Agreste), oitava etapa do evento, deixou uma sensação de que, no que depender da cadeia produtiva, as manifestações populares do Estado têm uma garantia de renovação pelo menos a curto e médio prazo. No domingo (1º) apresentaram-se nesse polo a Banda de Pife Zabumba São Sebastião, de Arcoverde (Sertão), e o Grupo de Bacamarteiros Batalhão 33, de Tacaimbó (Agreste), grupos que reúnem integrantes das mais variedades idades, novos e veteranos.</p>
<p>O legado dessas expressões tem se mostrado perene nas mãos de mestres, que mantêm viva a tradição popular; e de jovens que se interessam em aprender e dar continuidade a trabalhos que em alguns casos datam de mais de um século de existência. Em Buíque, no domingo, dia em que o Mercado Público não funciona, as apresentações no polo País das Culturas Populares Zuzuzada, na Praça Major França, no Centro do município.</p>
<p>Apesar de fundada em 2018, a Banda de Pife Zabumba São Sebastião acumula décadas de experiência em sua formação. Surgiu da ideia do jovem Lula Moreira reunir os mestres Dão do Pife, 82 anos (68 deles dedicado às bandas de pífanos); Zé da Zabumba, 73 (40 de experiência); e o Delegado do Pife (também integrante da Banda de Pífano Santa Luzia). Antes mesmo de existir oficialmente o grupo viveu a experiência de tocar nas Paraolimpíadas do Rio de Janeiro (2016). Dois anos depois lançou o álbum Barro Vermelho e não parou mais. No Festival Pernambuco Meu País 2024, mostrou os temas desse disco e outros tradicionais do gênero.</p>
<p>Com quase 40 integrantes e três décadas de existência, o Batalhão 33 destacou 18 membros para a performance no festival sob o comando do contramestre Claudionor Martins da Silva, cujo pai, Bento, fundou o grupo. Neste há jovens como Pedro, 12 anos, sobrinho de Claudionor, até veteranos como Israel, 72, tio do contramestre.</p>
<p>Acompanhado do trio João Pé de Serra (sanfona, zabumba e triânglo), o Batalhão 33 performou no palco da Zuzuada e seguiu para o campo detrás do Mercado Público para realizar os tradicionais tiros de bacamarte.</p>
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		<title>Fundarpe inicia registro de quatro bens como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2022 12:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11913" aria-labelledby="figcaption_attachment_11913" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renato Spencer/Santo Lima</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/02/ZePereira-e-Vitalina.jpg"><img class="size-medium wp-image-11913" alt="Renato Spencer/Santo Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/02/ZePereira-e-Vitalina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Zé Pereira e Vitalina simbolizam o Carnaval da cidade de Belém de São Francisco, no Sertão</p></div>
<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) deu início ao processo de registro de mais quatro bens culturais do Estado. O órgão trabalha na produção de levantamentos sobre os Bonecos Gigantes de Belém de São Francisco &#8211; Zé Pereira e Vitalina, a Festa de Nossa Senhora do Carmo (Recife), a Produção Artesanal e Práticas Socioculturais Associadas à Manta da Carne de Bode e de Carneiro de Petrolina, e um estudo envolvendo o Bacamarte.</p>
<p>Os processos agora seguem para a etapa de Instrução Técnica, que compreende a elaboração de inventário sobre os respectivos bens culturais, além da articulação direta com pesquisadores, detentores e gestores públicos em fóruns e seminários, os quais discutirão estratégias de salvaguarda adequadas.</p>
<p>Em dezembro de 2021, foram oficialmente abertos os processos de Registro dos Bonecos Gigantes de Belém de São Francisco &#8211; Zé Pereira e Vitalina e da Festa de Nossa Senhora do Carmo, ambos requeridos pela Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe).</p>
<p>Já em fevereiro deste ano foram finalizados os estudos que subsidiaram a abertura dos processos de registro da Produção Artesanal e Práticas Socioculturais Associadas à Manta da Carne de Bode e de Carneiro de Petrolina, esse também a partir de requerimento da Alepe, e do Bacamarte no Estado de Pernambuco, por meio de requerimento da Sociedade de Bacamarteiros do Cabo (Sobac) e da Associação de Bacamarteiros de Caruaru e Região.</p>
<p>Após a conclusão das pesquisas e composição dos respectivos dossiês, a Fundarpe elaborará relatório final que deverá ser encaminhado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) ao Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), para a deliberação final sobre o Registro nos respectivos Livros de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. O estudo vem sendo feito pela equipe da Gerência de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Bonecos Gigantes de Belém de São Francisco &#8211; Zé Pereira e Vitalina</strong></span></p>
<p>A criação das figuras de Zé Pereira e Vitalina marca, em Pernambuco, a introdução dos bonecos gigantes ou calungas no contexto das celebrações carnavalescas. Os dois são ícones da folia no Sertão de Itaparica.</p>
<p>Zé Pereira, o primeiro boneco gigante do Estado, nasceu em Belém de Cabrobó (como era chamado Belém de São Francisco) em fevereiro de 1919 pelas mãos do jovem folião e artista Gurmecindo Pires de Carvalho. A iniciativa foi financiada por Deoclécio Lustosa de Carvalho.</p>
<p>Dez anos depois, ele decidiu criar Vitalina, a companheira de Zé Pereira. O “casamento” das duas figuras ocorreu num Domingo de Carnaval, com a presença de diversos foliões fantasiados. Gurmecindo contou com a ajuda de José Duarte Lima, na modelagem; Luiz Borges (Luiz de Tomásia), pintura; e Nenzinha, na confecção das mãos e roupas.</p>
<p>A criação de Zé Pereira e Vitalina introduziu no estado a tradição dos Bonecos Gigantes, no contexto das celebrações carnavalescas. As calungas são ícones do carnaval no Sertão pernambucano, destacando-se na região do Sertão de Itaparica.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Festa de Nossa Senhora do Carmo</strong></span></p>
<p>As primeiras menções à Festa do Carmo aparecem no jornal Diario de Pernambuco, a partir de 1832. De lá até os dias atuais, os registros mostram a importância da celebração para o Recife e seu entorno, num misto que integra o sagrado e o profano.</p>
<p>A partir dos anos 1970, os jornais locais começaram a registrar a vinculação da festa carmelita com Oxum, orixá feminina das águas doces, do ouro e da fertilidade. Hoje, as celebrações acontecem em julho também nos terreiros de candomblé e nos centros de umbanda da capital.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Registro da Produção Artesanal e Práticas Socioculturais Associadas à Manta da Carne de Bode e de Carneiro de Petrolina</strong></span></p>
<p>A manta de carne de Petrolina – e suas nominações variantes como manta da carne de caprinos e ovinos; manta da carne de bode e carne retalhada – é um sistema que compõe as técnicas de manejo e de manteação (abate, tratamento, salga, secagem) no preparo de carnes de caprinos e ovinos, resultando em tradicionais pratos da gastronomia sertaneja como o bode assado.</p>
<p>A manta de caprino e ovinos de Petrolina se difere de outras produzidas em outras regiões do Estado e do Nordeste em virtude de condições físico-químicas que afetam os animais e, consequentemente, a estrutura e sabor da carne.</p>
<p>A obtenção da manta da carne de bode e de carneiro de Petrolina depende da habilidade e do conhecimento do manteador em fazer a desossa, e em deixar a carne na espessura ideal para ser salgada e posteriormente submetida à secagem.</p>
<p>Os processos socioculturais ligados à transmissão dos saberes de forma geracional familiar permitem a manutenção deste ofício, fundamental para o resultado no preparo adequado das mantas de carne conhecidas, na região do Submédio São Francisco, tendo maior visibilidade e consumo no município de Petrolina.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Bacamarte no Estado de Pernambuco</strong></span></p>
<p>Embora não haja precisão na data que nasceu a tradição dos bacamarteiros de festejar e atirar em diferentes comemorações ao longo do ano, a versão mais difundida sobre a origem dos batalhões é que teriam surgido após a ocorrência da Guerra do Paraguai (1865).</p>
<p>Em Pernambuco, segundo a história oral e a pesquisa do acadêmico e folclorista Olímpio Bonald Neto, a tradição do Bacamarte remonta ao final do século XIX, quando em 1898 formou-se o Batalhão 333 de Caruaru, existente até hoje.</p>
<p>Pode-se afirmar que há em Pernambuco mais de uma centena de grupos de Bacamarte distribuídos nas quatro regiões do Estado, e que existe aproximadamente 3 mil bacamarteiros ativos (entre artesãos, atiradores, apoiadores), que realizam encontros em sítios, e até mesmo em locais urbanos, com o intuito de festejar e atirar com o bacamarte.</p>
<p>Uma das características das tradições do Bacamarte é sua estreita relação com os festejos aos santos juninos com acolhimento, missas do bacamarteiro, cortejos, linhas de Tiros, alimentação e bailes animados por bandas cabaçais ou trios de forró.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Como funciona o processo de registro do Patrimônio Cultural Imaterial?</strong></span></p>
<p>Pessoas físicas, entidades culturais, as câmaras de vereadores e a Assembleia Legislativa de Pernambuco podem apresentar requerimento de registro de saberes tradicionais, expressões culturais, formas de expressão e outros bens culturais de natureza imaterial no estado.</p>
<p>O Registro do Patrimônio Cultural Imaterial (instituído pela Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018), tem como objetivo o reconhecimento de bens como Patrimônio Cultural do Estado, além de promover meios que garantam a sua preservação e salvaguarda.</p>
<p>Os requerimentos devem ser direcionados para a Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e necessitam conter: identificação do requerente, descrição nominal do bem cultural, informações históricas e atuais, documentos e registros (textos, fotografias, vídeos, etc.) e a indicação de quem são os praticantes desses bens culturais.</p>
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		<title>Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo, um história de pólvora e luta</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2018 17:13:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Fundada no dia 1º de maio de 1966, no Dia do Trabalhador, pelo torneiro mecânico Zé da Banha, a Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo de Santo Agostinho (SOBAC) é o primeiro grupo de bacamarteiros operários do estado. Mas a história dessa manifestação, cheia de pólvora e luta no sentido mais verbal da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p style="text-align: left;">Fundada no dia 1º de maio de 1966, no Dia do Trabalhador, pelo torneiro mecânico Zé da Banha, a Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo de Santo Agostinho (SOBAC) é o primeiro grupo de bacamarteiros operários do estado. Mas a história dessa manifestação, cheia de pólvora e luta no sentido mais verbal da palavra, vem de décadas atrás – sem falar na articulação intensa com os mais de 100 grupos e os cerca de cinco mil bacamarteiros no estado. Hoje, considerado o grupo mais articulado do gênero no mundo, a SOBAC também é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título conquistado em 2017.</p>
<p>Inicialmente, a expressão era formada por pessoas do campo que saíam do agreste e sertão em busca de novas oportunidades de trabalho, sob a liderança de Zé da Banha, que criou a primeira associação do gênero com perfil jurídico, articulando-se com o legislativo e com o Exército Brasileiro para criar uma cobertura legal da prática cultural.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-59274" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39428786070_80d3800939_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></p>
<p><i>“O primeiro líder da gente foi um torneiro mecânico e ele quem criou os primeiros bacamartes de aço, com bomba reforçada. É uma raiz muito forte que temos por causa de Zé da Banha, que foi um cara que redesenhou o folguedo”,</i> explica Ivan Marinho, atualmente presidente e líder da SOBAC. Outros feitos de Zé da Banha, conta Ivan, foi criar um grupo de primeiros socorros, o primeiro regimento interno e o primeiro batalhão feminino. <i>“Sua trajetória com o bacamarte também contou com seu empenho em difundir o folguedo na capital pernambucana, se apresentando em diversos locais do estado, além de criar uma escola para os filhos de bacamarteiros”.</i></p>
<p>Após a morte de sua liderança, a SOBAC passa por um momento obsoleto, até a chegada da liderança do professor Ivan Marinho de Barros Filho, no começo do século 21. A partir daí, a Sociedade passa novamente a traçar uma trajetória agregadora, orientando vários grupos para a regulamentação junto ao Exército Brasileiro. A internet serviu internsamente como um ponto de comunicação entre os bacamarteiros, como o Blog do <a href="http://www.mobbac.blogspot.com.br/">Museu Olímpio</a>, do <a href="http://www.bacamarteempernambuco.blogspot.com.br/">Bacamarte em Pernambuco</a>, da <a href="http://www.febape.blogspot.com.br/">Federação</a>, um <a href="https://www.youtube.com/channel/UCtsCJ0DWGKCC5KLwCAw6vVQ">canal no YouTube</a>, e uma <a href="https://www.facebook.com/sociedadedosbacamarteirosdocabo/?ref=br_rs">página no Facebook</a>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40517898434_d05e0c1349_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-59280 aligncenter" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40517898434_d05e0c1349_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p><i>“Não só Pernambuco, a gente tem orientado o Brasil inteiro, porque na verdade existem outras manifestações que não se chamam de bacamarte, mas que se assemelham muito com a gente. Por exemplo, tem um grupo no Rio Grande do Sul que nem sabia que precisava da regulamentação, porque é um grupo de fazendeiros e a polícia não mexe. E a partir de uma articulação com um deputado estadual de lá, nós repassamos as informações para que eles se regularizassem”,</i> conta Ivan Marinho.</p>
<p>A SOBAC, pela segunda gestão consecutiva, preside a Federação dos Bacamarteiros de Pernambuco (FEBAPE), e a partir dela orienta outros grupos sobre a questão da regulamentação, do impedimento legal do uso da arma de fogo por conta do Estatuto do Desarmamento e do Sistema Nacional de Armas. <i>“Creio que na criação da primeira ITA, uma Instituição Técnico Administrativa sobre o assunto, teve a participação especial do Cabo de Santo Agostinho, porque foi o Zé da Banha quem se preocupou com isso, em criar a primeira pessoa jurídica, que até então não existia. E possivelmente ele discutiu também com o exército pra ver se arrumava esse guarda-chuva legal”,</i> opina o presidente da SOBAC.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40342766065_4663b95bcf_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59278" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40342766065_4663b95bcf_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>De acordo com ele, recentemente a Sociedade ofereceu uma assessoria para a 7ª Região Militar para criar uma nova ITA adequada aos tempos de hoje. <i>“Este documento está tramitando no Ministério da Defesa e provavelmente nos próximos dias será assinada”, </i>comemora. A justificativa para essa orientação, além da tradição, é a manutenção dos grupos. <i>“É um folguedo muito caro. Até pouco tempo atrás a gente usava um uniforme feito de zuarte, que cada metro custa, pelo menos, 30 reais. Vestir um batalhão inteiro é uma fortuna. Fora as documentações que a gente precisa tirar pra poder rodar com os armamentos. Um tiro que a gente dá custa 10 reais, então se você der 50 deles, gasta R$ 500. E as pessoas precisavam desenvolver essa agilidade pra poder manter essa tradição”, </i>disse Ivan.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40336150045_12b0c219e7_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59277" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40336150045_12b0c219e7_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>A SOBAC tem também, hoje, uma sólida participação no seio social, graças à ação conjunta com a Igreja Católica, dentro de onde foram fundados os grupos – que praticam mensalmente, na histórica igreja de Santo Amaro, o Terço dos Bacamarteiros, além de acompanharem as várias procissões na cidade.<i> </i><em>“Na minha busca, percebi que todas essas manifestações da cultura popular possuem um laço religioso que dá sustentação, o amalgamar das relações em tempo de fragmentação da cultura. E fui buscar na história do bacamarte uma relação fortíssima que tem o folguedo com a Igreja Católica”. </em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40517880044_95e238dd67_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59279" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40517880044_95e238dd67_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Na opinião de Ivan Marinho, a região da Mata Sul e Litoral Sul de Pernambuco tem uma ligação muito forte com a cultura alagoana. <i>“O tratamento que se davam aos escravos aqui sempre foi pior do que o dado na Mata Norte, e acabamos herdando uma cultura ibérica de forma muito forte. E como tudo da cultura ibérica que veio pra cá, veio junto a Igreja Católica. Aqui, além da reaproximação que trabalhamos, há uma participação ativa nas atividades da igreja, mantendo o conceito espiritual do próprio folguedo”.</i></p>
<p>Neste sentido são realizadas a Missa do Bacamarteiro, a Procissão dos Santos Juninos, e mensalmente o Terço do Bacamarteiro, na Igreja de Santo Amaro, onde depois da missa acontece a reunião ordinária do grupo. <i>“Isso faz com que haja uma cumplicidade maior entre os brincantes, e ajudou muito no processo de criação de um sentimento de família”,</i> reflete Ivan.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/36237354420_2604b1b332_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59271" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/36237354420_2604b1b332_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Das diversas oficinas oferecidas pelo Bacamarte Tiro da Paz, duas tornaram-se permanentes: a de pífanos e a que leva o nome do Ponto (Tiro da Paz). A primeira resultando na criação do grupo Pifados da Abelha, que já atua no cenário municipal, e acontece toda terça-feira, às 19h, na sede da SOBAC. Já as oficinas de tiro são realizadas uma vez por mês, no último domingo do mês, das 8h às 17h.</p>
<p>Outra atividade permanente é a que acontece no Museu Olímpio Bonald de Bacamarte, o único do gênero no mundo, voltada para a educação patrimonial. “<i>Ele é um museu comunitário, que conta com a participação dos bacarmateiros no seu funcionamento. Hoje em dia, a gente abre o espaço diante de agendamentos, na maioria do caso são feitos por escolas. Contamos com um acervo iconográfico inumerável, com uma quantidade grande de objetos, tanto que nem cabem nas paredes. Mas a gente organiza exposições e mostras temáticas, a gente tem um acervo permanente que ganhamos de Olívio Bonald Neto, da Academia Pernambucana de Letras, um pesquisador de bacamartes no mundo”,</i> detalha Ivan. Segundo ele, as fotos remontam a década de 40 e 50, e só existem na SOBAC. O museu conta ainda com outros objetos, como pilão antigo de sucupira, que faz a pólvora, e muitos armamentos modernos, marca do bacamartismo cabense.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40335969675_ba8d1073eb_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59276" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40335969675_ba8d1073eb_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Além disso, a SOBAC realiza o mais completo encontro de bacamarteiros, o Encontro Zé da Banha de Bacamarte que, de acordo com Ivan Marinho, reúne mais de 500 bacamarteiros que participam da Procissão dos Santos Joaninos, da Missa dos bacamarteiros, ambos acompanhados por pífanos, sanfona e o Coral Boca de Bacamarte. <i>“No encontro Zé da Banha se faz o cortejo dos grupos, a maior linha de tiro de bacamarte e a entrega da Comanda do Mérito Bacamarteiro a mestres e apologistas”.</i></p>
<p>Em 2017, a Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo de Santo Agostinho (SOBAC) recebeu também uma menção honrosa no Prêmio Ayrton Almeida de Carvalho, da SecultPE/Fundarpe pela preservação da memória cultural no estado – destacadas, por exemplo, nas cinco versões do Encontro Zé da Banha de Bacamarte, o maior do gênero no Brasil.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41239290161_e2be20cb4c_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59281" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41239290161_e2be20cb4c_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Para a SOBAC, este reconhecimento é muito significativo pelo que vem sendo feito na preservação deste folguedo pernambucano.<i> “Mas isso não aconteceria se não houvesse existido o Zé da Banha fazendo a mesma coisa na década de 60, quando eu nasci. Não o conheci, mas quando soube da história foi como se ele estivesse diante de mim. Mas não quero competir com seu talento, porque ele tocava pífano, bandolim, foi um dos melhores torneiros mecânicos que se tem notícia, e que tinha uma sobriedade e capacidade de administração fora do comum, além, claro, da autoridade”,</i> conclui Ivan Marinho.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/36238300100_bb1e165804_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59272" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/36238300100_bb1e165804_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
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		<title>Mais de 500 bacamarteiros de Pernambuco se reúnem no Cabo de Santo Agostinho</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jul 2017 22:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Segure a arma, o bacamarte é esta arte / De saber fazer um tiro / De ilusão e tradição&#8221;, assim diz a letra do compositor Janduhy Finizola, cantada por Luiz Gonzaga. E para dar seguimento a esta tradição do período junino, o Ponto de Cultura Bacamarte: Tiro da Paz realiza neste domingo (02) a quinta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50410" aria-labelledby="figcaption_attachment_50410" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paulo Lima</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/bacamarte_foto-paulo_maia-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-50410" alt="Paulo Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/bacamarte_foto-paulo_maia-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação de bacamarteiros na Procissão dos Santos Juninos, no Cabo de Santo Agostinho</p></div>
<p>&#8220;Segure a arma, o bacamarte é esta arte / De saber fazer um tiro / De ilusão e tradição&#8221;, assim diz a letra do compositor Janduhy Finizola, cantada por Luiz Gonzaga. E para dar seguimento a esta tradição do período junino, o Ponto de Cultura Bacamarte: Tiro da Paz realiza neste domingo (02) a quinta edição do <strong>Encontro Zé da Banha de Bacamarte</strong>, no Cabo de Santo Agostinho.</p>
<p>O encontro é aberto ao público e começa às 13h30 com a Procissão dos Santos Juninos, que tem início na sede da Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo (SOBAC), em frente ao antigo Mercado de Farinha do município. Por volta das 14h30, ocorrerá a Missa do Bacamarteiro na Igreja do Livramento, acompanhada pelo Coral Boca de Bacamarte, a Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba e sanfoneiro. No local, será entregue a Comenda Zé da Banha do Mérito Bacamarteiro a diversas personalidades, incluindo a Gerente de Políticas Culturais da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Tarciana Portella.</p>
<p>Terminada a cerimônia religiosa, às 16h cerca de 500 bacamarteiros de várias regiões do estado seguem em cortejo até a frente da Estação Ferroviária do Cabo, onde será formada uma <em>Linha de Tiro</em> para a exibição dos grupos. O cortejo voltará até o antigo Mercado de Farinha às 18h, com o forrobodó da Zabumba do Mestre Chimba e os Pifados da Abelha, e o sanfoneiro Aécio dos 8 Baixos.</p>
<div id="attachment_50418" aria-labelledby="figcaption_attachment_50418" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">João Barbosa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/zedabanha-bacamarte-foto-joao-barbosa-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-50418" alt="João Barbosa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/zedabanha-bacamarte-foto-joao-barbosa-1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Procissão dos Santos Joaninos</p></div>
<p>O evento conta com o apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e da Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho.</p>
<p><strong>Zé da Banha</strong> &#8211; O nome do encontro homenageia José Alves Bezerra, o Capitão Zé da Banha, responsável, na década de 1960, pela legalização do primeiro grupo de bacamarte, o que viabilizou relações com o legislativo e com o Ministério da Defesa para a oficialização da prática. Isso fortaleceu a preservação do brinquedo diante do Sistema Nacional de Armas e do atual Estatuto do Desarmamento.</p>
<p>Coordenada pelo capitão Ivan Marinho, a Sociedade de Bacamarteiros do Cabo continuou o projeto de Zé da Banha com a criação do Ponto de Cultura Bacamarte: Tiro da Paz e a organização da Federação dos Bacamarteiros de Pernambuco. Em 2016, foi criado o <strong>Museu Olimpio Bonald Neto de Bacamarte (MOBBAC)</strong>, que reúne peças que remontam 100 anos de história e a biblioteca de Cultura Popular e Folclore Generino Bezerra (ex-integrante da SOBAC e do Bando de Lampião).</p>
<div id="attachment_50411" aria-labelledby="figcaption_attachment_50411" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Blog Bacamarte em Pernambuco</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/missa_dos_bacamarteiros_2011_DSC08089.jpg"><img class="size-medium wp-image-50411" alt="Blog Bacamarte em Pernambuco" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/missa_dos_bacamarteiros_2011_DSC08089-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Missa do Bacamarteiro na Igreja do Livramento, em 2011</p></div>
<p>O acervo do Museu vai além de objetos e imagens característicos da prática do bacamarte e abrange também ícones que estão subjacentes à manifestação. Inclui objetos religiosos como imagens de santos juninos além de outros ligados às tradições nordestinas, sua religiosidade e festejo. Como espaço de memória, o Museu do Bacamarte recebeu neste ano uma Menção Honrosa do Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco, concedido pela Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>V Encontro Zé da Banha de Bacamarte</strong><br />
<strong>Programação:</strong><br />
13h &#8211; Procissão dos Santos Juninos &#8211; Concentração no antigo Mercado de Farinha (Rua da Igreja Matriz, Centro do Cabo de Santo Agostinho)<br />
14h30 &#8211; Missa do Bacamarteiro &#8211; Igreja do Livramento<br />
16h &#8211; Linha de Tiro no pátio da Estação Ferroviária do Cabo<br />
18h &#8211; Janta dos Bacamarteiros e Forrobodó no antigo Mercado de Farinha, com a Zabumba do Mestre Chimba e os Pifados da Abelha (pífanos), e o sanfoneiro Aécio dos 8 Baixos.<br />
<strong>Mais informações: <a title="Blog Bacamarte em Pernambuco - Ponto de Cultura Bacamarte: Tiro da Paz" href="http://bacamarteempernambuco.blogspot.com.br/" target="_blank">Blog Bacamarte em Pernambuco &#8211; Ponto de Cultura Bacamarte: Tiro da Paz</a></strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/19225680_1387544628006121_1786857333099471093_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-50412" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/19225680_1387544628006121_1786857333099471093_n-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a></p>
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		<title>11º Encontro Nordestino de Xaxado celebra tradições em Serra Talhada</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2015 14:38:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Fundação Cultural Cabras de Lampião, Ponto de Cultura localizado em Serra Talhada, no sertão do Pajeú, realiza até domingo (07/06) a 11ª edição do Encontro Nordestino de Xaxado. O encontro teve início na última quarta-feira (03/06), realizando mais de 50 apresentações na Estação do Forró, escolas da rede pública de ensino, Pátio da Feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/FOTO-002.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-7740" alt="Grupo de Xaxado Cabras de Lampião" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/FOTO-002-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a></p>
<p>A Fundação Cultural Cabras de Lampião, Ponto de Cultura localizado em Serra Talhada, no sertão do Pajeú, realiza até domingo (07/06) a 11ª edição do<strong><a href="http://cabrasdelampiao.com.br/" target="_blank"> Encontro Nordestino de Xaxado</a></strong>. O encontro teve início na última quarta-feira (03/06), realizando mais de 50 apresentações na Estação do Forró, escolas da rede pública de ensino, Pátio da Feira Livre e distritos da zona rural. O encontro conta com grupos de xaxado e danças populares dos municípios de Solidão, Serra Talhada , Arcoverde (PE), João Pessoa, Patos, Areias, Joca Claudino, Campina Grande (PB); Parnamirim (RN), Fortaleza (CE), Poço Redondo (SE) e ainda um grupo participante de Ivoti, no Rio Grande do Sul &#8211; Cia de Dança Raízes da Paz . O evento tem incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. <strong>Confira a programação completa <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/XI-ENCONTRO-NORDESTINO-DE-XAXADO-O-BANDO-DA-CULTURA-DO-NORDESTE-2015.docx" target="_blank">AQUI</a>.</strong></p>
<p>O Encontro Nordestino de Xaxado é realizado desde 2002, sendo consolidado como um importante encontro da cultura popular no interior do estado. Este ano, o evento homenageia a trajetória de 20 anos do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião. O superintendente de Gestão do Funcultura, Gustavo Araújo, marca presença no encontro nesta sexta-feira (05/06).</p>
<p>Cleonice Maria, presidente da Fundação Cabras de Lampião, revela que houve um cuidado especial com cada detalhe da programação. “Já que esse ano o encontro será a festa de comemoração de 20 anos dos Cabras de Lampião, tudo foi pensado nesse contexto. A Estação do Forró, principal polo de apresentações, é a nossa casa. É onde fica nossa sede, o Museu do Cangaço. As escolas que recebem os espetáculos têm uma relação íntima com a história do grupo, pois são lugares que sempre abriram as portas para que pudéssemos ensaiar, nos reunir e construir essa história. A feira livre foi onde tudo começou, onde os Cabras de Lampião fizeram sua primeira apresentação. Os grupos que foram convidados esse ano são grupos que sempre encontramos por aí, que conhecemos nas estradas da cultura, nos festivais e que sempre contribuíram bastante com nossa caminhada”.</p>
<p>Dentro da programação, também são realizadas oficinas de xaxado, feira de artesanato, apresentação musicais e de bacamarteiros, passeio turístico ecológico &#8220;Nas Pegadas de Lampião&#8221;, exposição “Cabras de Lampião &#8211; O Bando da Cultura do Nordeste<i>”,</i> entrega da Comenda Virgolino Ferreira da Silva<i>, </i>além do lançamento do filme em curta-metragem “Papo Amarelo &#8211; O Primeiro Tiro”, produzido pela Fundação Cultural Cabras de Lampião com roteiro e direção de Anildomá Willans de Souza e direção de fotografia de Camilo Melo.</p>
<p><b>Mais informações: <a href="http://www.cabrasdelampiao.com.br" target="_blank">www.cabrasdelampiao.com.br<br />
</a></b>Fundação Cultural Cabras de Lampião<b> / </b>Museu do Cangaço de Serra Talhada<br />
Contatos: (87) 3831 3860 / 9938 6035 / 9661 8811</p>
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		<item>
		<title>Cultura popular ganha vida no festival</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cultura-popular-ganha-vida-no-festival/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Aug 2012 18:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A riqueza da cultura popular pernambucana ganha força no FPNC do Agreste Setentrional de hoje (30/8) a sábado (1/9), com uma programação especial nas cidades de Toritama, Orobó, Taquaritinga do Norte, Limoeiro e Feira Nova. Dando início à programação de cultura popular do FPNC, Mestre Tonho e o Mamulengo Risada transformam a Praça Nossa Senhora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5519" aria-labelledby="figcaption_attachment_5519" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mamulengo.jpg"><img class="size-medium wp-image-5519" alt="Programação de Cultura Popular terá duas apresentações de grupos de Mamulengo (Foto: Priscilla Buhr)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mamulengo-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Programação de Cultura Popular terá duas apresentações de grupos de Mamulengo (Foto: Priscilla Buhr)</p></div>
<p>A riqueza da cultura popular pernambucana ganha força no FPNC do Agreste Setentrional de hoje (30/8) a sábado (1/9), com uma programação especial nas cidades de Toritama, Orobó, Taquaritinga do Norte, Limoeiro e Feira Nova.</p>
<p>Dando início à programação de cultura popular do FPNC, Mestre Tonho e o Mamulengo Risada transformam a Praça Nossa Senhora da Conceição, em Toritama, numa arena do riso. O espetáculo começa às 17h desta quinta-feira (30/8) e é baseado nos saberes e na vivência da cultura popular, através da brincadeira com bonecos. “Com humor levo a brincadeira e o riso através das histórias de Benedito, do delegado, do cachaceiro, de Padre Bento, da cobra dentre outros personagens”, adianta Mestre Tonho, que garante que a brincadeira vai tomar de conta da praça principal de Toritama. “Meus personagens são comuns a qualquer lugar nordestino. Benedito representa o povo, o pobre, o agricultor, enquanto o delegado representa o poder. Uso a linguagem do teatro de bonecos para com humor mostrar uma visão do nosso cotidiano”, explica Tonho.</p>
<p>Além de grupos de mamulengos, os bois, os caboclinhos, as burrinhas, o bacamarte, o coco, a ciranda e o forró ainda estão entre as peculiaridades da cultura popular pernambucana que se apresentam no FPNC do Agreste Setentrional.</p>
<p><strong>Confira a programação abaixo:</strong></p>
<p><strong>Toritama</strong><br />
Quinta-feira, 30/8<br />
17h – Mamulengo Risada do Mestre Tonho<br />
Local: Praça Nossa Senhora da Conceição</p>
<p><strong>Orobó</strong><br />
Sexta-feira, 31/8<br />
16h – Encontro de Cultura Popular<br />
Mamulengo Teatro do Riso de Mestre Lopes<br />
Bois de Caboclinho<br />
Local: Quadra de Eventos, ao lado do Clube Municipal</p>
<p><strong>Taquaritinga do Norte</strong><br />
Sábado, 1/9<br />
15h – Cortejo de cultura popular<br />
Bacamarte<br />
Grupo Caluz (Burrinhas)<br />
Boi Esperança<br />
Boi Estrela<br />
Local: Saída da Praça Central Otto Sailer</p>
<p><strong>Limoeiro</strong><br />
Sábado, 1/9<br />
10h – Apresentações de Coco<br />
Coco Mestre Teté – Homenagem a Paulo Faustino<br />
Coco de Roda (Santa Cruz do Capibaribe)<br />
Coco de Chão (Santa Cruz do Capibaribe)<br />
Local: Praça da Bandeira – Centro</p>
<p><strong>Feira Nova</strong><br />
Sábado, 1/9<br />
20h – Ciranda de Zé Galdino e Forró Pé de Serra<br />
Local: Pátio do Mercado – Centro</p>
<p>&nbsp;</p>
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