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	<title>Portal Cultura PE &#187; caixa cultural</title>
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		<title>Festival de Danças Negras da Gira Ara Dúdú ocupa espaços culturais do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 13:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Gira Ara Dúdú realiza seu primeiro Festival de Danças Negras, que tem como temática O que o Corpo Negro Come?. A celebração acontece teve início nos dias 9 e 10 de dezembro e continua, esta semana, de sexta-feira (15) até domingo (17). O acesso ao público é gratuitamente e ocorre em quatro espaços culturais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107027" aria-labelledby="figcaption_attachment_107027" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Demison Silva/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Foto-Demison-Silva.jpg"><img class="size-medium wp-image-107027" alt="Demison Silva/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/Foto-Demison-Silva-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Festival de Danças Negras</p></div>
<p>A Gira Ara Dúdú realiza seu primeiro Festival de Danças Negras, que tem como temática O que o Corpo Negro Come?. A celebração acontece teve início nos dias 9 e 10 de dezembro e continua, esta semana, de sexta-feira (15) até domingo (17). O acesso ao público é gratuitamente e ocorre em quatro espaços culturais recifenses: Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo; Centro Cultural Apolo-Hermilo; Caixa Cultural Recife; e Paço do Frevo. O festival contempla também a acessibilidade, com atividades disponíveis em libras.<br />
Contemplado pelo edital do Sistema de Incentivo à Cultura (SIC) 2020/2021, o festival tem o apoio da Prefeitura do Recife e incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2020/2021.<br />
A programação oficial conta com espetáculos, oficinas, imersão, rodas de conversa, mostra negra de videodanças e instalação proporcionando participações pernambucanas e de outros Estados do Nordeste como Bahia, Maranhão, Ceará e Rio Grande do Norte, além de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Goiás.<br />
As participações ao longo do festival são: Paulo Queiroz (PE), Mestra Dan Dara (MA/BA), Mestra Di (PE), Vilma Carijós (PE), Mestra Nice Teles (PE), Orun Santana (PE), Sérgio Lelo (PE), Maria Livreira (PE), Diogo Lins (PE), Iara Izidoro (PE), Akuenda Translésbicha (PE), Tieta Macau (MA/CE), Luciane Ramos Silva (SP), Sophia Wiliams (PE), Briê (PE), Quilombo do Catucá (PE), Camila Ribeiro (GO), Ruanda (PE), Olefun Helaynne Sampaio Viana (PE), Coletivo Nudaafro (RJ), Odara Nur Mahin/Resistência Bellyblack (RJ), Guilherme Allain (PE), Rayane Nátale Calixto (MG/RN), Victor Freitas (CE), Emerson Dias (PE), Luís Eduardo (DF), Lua Maria (PE), Estes Soares (PE), Una (PE), Orí Cia. de Dança (PE), Moabia Ferreira (PE), Deybson de Oxalá (PE), Danielle Vieira (PE), Elaine de Oxum (PE), Raquel Araújo (PE) e Gleice Barbosa (PE).<br />
A Gira Ara Dúdú nasce do movimento de Jamila Marques, Renata Mesquita e Dandara Marques, todas mulheres negras, mães, artistas e pesquisadoras que juntas formam o núcleo Ara Agontimé. O festival também conta com a coordenação de curadoria, realizada por Sophia Williams e Diogo Lins.<br />
“O festival surge com o objetivo de refletir sobre o legado ancestral da memória e cultura dos corpos negros dançantes que tecem histórias na cidade do Recife e no Estado de Pernambuco. Nossa temática também busca a reflexão sobre as nutrições do corpo desde o nascer, seus deslocamentos nas tessituras e dramaturgias do existir e ainda como são moldados e incorporados padrões que violentam nossas vidas e adoecem nossos corpos”, explica Renata Mesquita.</p>
<p><strong>CHAMAMENTO -</strong> A etapa inicial foi concluída após a divulgação do resultado do chamamento público, que ficou aberto de 21 de agosto até 25 de setembro. Todas as videodanças e apresentações de trabalhos dos Giras de Experimentos Dançantes (GEDs) foram voltadas para pessoas negras (autodeclaradas pretas e pardas), quilombolas e indígenas de todo o Brasil. A lista completa está disponível no <a title="ARA AGONTIMÉ" href="https://www.aragontime.com.br/" target="_blank">site oficial</a>.<br />
Dos oito Estados brasileiros que participaram do chamamento público metade são do Nordeste. Além de Pernambuco, realizaram a inscrição Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte. Pará, Goiás e Rio de Janeiro, mais o Distrito Federal, foram os outros participantes.<br />
“A Gira Ara Dúdú existe para juntar saberes negros por meio da dança, da performance, do espetáculo, da oficina, dos grupos de experimentos dançantes, das videodanças e das apresentações de pesquisa e de toda a arte. A gente chega para potencializar a cadeia produtiva artística das pessoas negras. Dessa forma dezenas de profissionais fazem essa mobilização dentro e fora de Pernambuco para ampliar o aquilombamento pelo Brasil”, ressalta Dandara Marques.<br />
O objetivo do chamamento público é compartilhar produções de saberes de artistas da dança, mestras, mestres, brincantes da cultura negra, capoeiras, performer, intérpretes e criadores de danças negras, pesquisadoras, pesquisadores e estudantes de diversas idades maiores de 18 anos.<br />
As candidaturas de artistas da dança que são mães, idosas, idosos, mulheres (cis e trans) e não binários negres foram consideradas como grupos prioritários durante etapa do chamamento.<br />
As propostas selecionadas na categoria de videodança são apresentadas na mostra audiovisual de danças negras durante os dias de festival. Já as escolhidas na categoria de vivências, relatos de experiências, escrevivências das/os/es corpas/es/os e/ou pesquisas em danças negras compõem a programação dos GEDs.<br />
A inscrição foi gratuita, mediante o preenchimento do formulário, com um limite de uma proposta por titular, sendo também permitido participar das duas categorias com uma submissão por vez — videodanças (até 20 minutos de duração, online) ou Giras de Experimentos Dançantes (até 15 minutos de apresentação, presencial).<br />
Os vídeos selecionados durante o chamamento são exibidos na Mostra Negra de Videodancas com duas sessões ao longo do festival.<br />
A equipe técnica do Festival de Danças Negras é formada por Aline sou (gestão mídias sociais), Daniel Lima (assessoria de imprensa), Diego Amorim (design), Gabi Izidoro (produção), Línea Guimarães (identidade visual), Marconi Bispo (redes sociais e texto), Rennan Peixe (audiovisual) e Sérgio Lelo (arte e tecnologia), além de Dandara Marques, Jamila Marques, Renata Mesquita à frente da gestão.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p><strong>Caixa Cultural Recife, 15/12</strong></p>
<p>10h às 18h &#8211; Instalação de Arte e Tecnologia &#8211; ARA [Corpo] de Lelo (PE) &#8211; local: Cofre &#8211; Galeria 1<br />
9h às 12h &#8211; Oficina para Criança de Escolas Públicas com Maria Livreira (PE) &#8211; Mojubá: Corpo em Movimento com as brincadeiras africanas de Weza &#8211; local: Oficina 1<br />
14h às 17h &#8211; GEDs Giras de Experimentos Dançantes &#8211; Mediação e Curadoria: Diogo Lins (PE) &#8211; local: Oficina 1, Sala multimídia e Octógono</p>
<p>1) <em>A Luz do Terreiro</em>, de Emerson Dias (PE) &#8211; exibição de vídeo<br />
2) <em>Sem Folhas Não Há Òrisá</em>, de Lua Maria (PE) &#8211; performance<br />
3) <em>Ekó, Dança das Yabás</em>, de Ester Soares (PE) &#8211; processo criativo<br />
4) <em>Corpo Coco: Dos Ombros, Ancas e Pés</em>, de Una (PE) &#8211; prática artístico-pedagógica em danças negras<br />
5) <em>Dança Nagô: Potência Negra Ancestral dos Ensinamentos de Mãe Amara</em>, de Olefun Helaynne Sampaio Viana (PE) &#8211; experiências, vivências, escrevivências em danças negras<br />
6) <em>Raízes Negras</em>, de Orí Cia de Dança (PE) &#8211; performance<br />
7) <em>Nas Giras e Encruzilhadas: Corpo, Voz e Movimento como Instrumento Pretagógico e Caminhos para Cura</em>, de Moabia Ferreira, Deybson de Oxalá, Danielle Vieira &amp; Elaine de Oxum (PE) &#8211; práticas artístico-pedagógicas em danças negras<br />
8) <em>Yalomi: Elas São Rios que Navegam nas Lembranças</em>, de Raquel Araújo (PE) &amp; Gleice Barbosa (PE) &#8211; performance</p>
<p>17h às 19h &#8211; Abertura &#8211; Negras Homenagens &#8211; Local: Sala Multimídia</p>
<p><strong>Centro Cultural Apolo-Hermilo, 15/12</strong></p>
<p>20h30 &#8211; Espetáculo <em>O Agora Não Confabula com a Espera</em> &#8211; Iara Izidoro (PE, 75 minutos) -classificação: 12 anos</p>
<p><strong>Caixa Cultural Recife, 16/12</strong></p>
<p>10h às 18h &#8211; Instalação de Arte e Tecnologia &#8211; ARA [Corpo] de Lelo (PE) &#8211; local: Cofre &#8211; Galeria 1<br />
13h às 16h &#8211; Gira &#8211; Afrofagia: O que Alimenta o Corpo Negro?, com Iara Izidoro (PE), Tieta Macau (MA/CE), mediação e debate Akuenda Translésbicha (PE) &#8211; local: Sala Multimídia<br />
18h às 20h &#8211; Mostra Negra de Videodanças &#8211; mediação e curadoria: Sophia Wiliam (PE) &#8211; local: Sala Multimídia:</p>
<p>1) <em>A Dança do Fogo</em> (classificação livre), de Ruanda (PE)<br />
2) <em>Andanças</em> (classificação livre), de Rayane Nátale Calixto (MG/RN)<br />
3) <em>Corpo Baldio</em> (classificação livre), de Guilherme Allain (PE)<br />
4) <em>Escuta</em> (classificação livre), de Camila Ribeiro (GO)<br />
5) <em>Ire</em> (classificação livre), de Luís Eduardo (DF)<br />
6) <em>Oyá</em> (classificação livre), de Odara Nur Mahin/Resistência Bellyblack (RJ)<br />
7) <em>Negrume da Guerra</em> (classificação: 12 anos), de Victor Freitas (CE)</p>
<p><strong>Centro Cultural Apolo-Hermilo, 16/12</strong></p>
<p>9h às 12h &#8211; Oficina com Luciane Ramos Silva (SP) &#8211; Corpo em Diáspora<br />
20h &#8211; Espetáculo <em>Rezos pra Rasgar o Mundo</em> &#8211; Tieta Macau (MA/CE, 45 minutos a 1 hora) &#8211; classificação livre</p>
<p><strong>Centro Cultural Apolo-Hermilo, 17/12</strong></p>
<p>9h às 12h &#8211; Oficina Reocúpelve com Briê (PE)</p>
<p><strong>Caixa Cultural Recife, 17/12</strong></p>
<p>10h às 18h &#8211; Instalação de Arte e Tecnologia &#8211; ARA [Corpo] de Lelo (PE) &#8211; local: Cofre &#8211; Galeria 1<br />
9h às 12h &#8211; Oficina &#8211; Orun Santana (PE) para Crianças Orun pra Erê &#8211; local: Oficina 1<br />
10h às 11h &#8211; Mostra Negras de Videodanças &#8211; local: Sala Multimídia</p>
<p><strong>Paço do Frevo, 17/12</strong></p>
<p>14h às 16h &#8211; Gira: Pensar Diasporicamente &#8211; Corpo Negritude, Tremores e Conjunturas, com Luciane Ramos Silva (SP)<br />
16h às 18h &#8211; Macumbaria &#8211; apresentação GEDs com Quilombo do Catucá (PE)</p>
<p>Mais informações no <a title="GIRA ARA DÚDÚ" href="https://www.instagram.com/giraaradudu/" target="_blank">Instagram</a> do projeto.</p>
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		<title>Arte urbana brasileira em exposição na CAIXA Cultural Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/arte-urbana-brasileira-em-exposicao-na-caixa-cultural-recife/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2016 14:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[com informações da Assessoria A CAIXA Cultural Recife apresenta a exposição Ozi &#8211; 30 anos de Arte Urbana no Brasil em temporada de 16 de setembro a 20 de novembro de 2016. Ozi é o nome artístico do paulistano Ozéas Duarte, um dos ícones da primeira geração da arte urbana brasileira, que celebra três décadas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>com informações da Assessoria</em></p>
<p style="text-align: right;">
<div id="attachment_40219" aria-labelledby="figcaption_attachment_40219" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação/OZI</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/arte-ordinaria-freudmickey.jpg"><img class="size-medium wp-image-40219" alt="Divulgação/OZI" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/arte-ordinaria-freudmickey-297x486.jpg" width="297" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra fica em cartaz até 20 de novembro</p></div>
<p style="text-align: left;"><em></em>A CAIXA Cultural Recife apresenta a exposição <strong>Ozi &#8211; 30 anos de Arte Urbana no Brasil</strong> em temporada de 16 de setembro a 20 de novembro de 2016. Ozi é o nome artístico do paulistano Ozéas Duarte, um dos ícones da primeira geração da arte urbana brasileira, que celebra três décadas de trabalho com esta mostra, com curadoria de Marco Antonio Teobaldo. Ozi se destaca no Brasil e no exterior pela pesquisa sobre a técnica de estêncil com estética Pop e reúne na CAIXA um raro material sobre o grafitti nacional. A exposição será aberta no dia 15 de setembro, às 18h30, com bate-papo com o artista Ozi e o curador Marco Antonio Teobaldo. A visitação é gratuita e começa dia 16 de setembro, de terça a sábado, das 10h às 20h, e aos domingos, das 10h às 17h.</p>
<p>São 100 peças de tamanhos variados que representam um inventário desta importante parte da Street Art brasileira: documentos, registros fotográficos, depoimentos e obras do artista em diferentes tipos de suportes, que datam desde 1984 até o período atual. Para o curador Marco Antonio Teobaldo, é um material raro sobre a história do grafitti no Brasil. “Durante a pesquisa para realização da mostra, foram entrevistados artistas que fizeram parte daquela cena urbana inicial e novos artistas, que traçaram um panorama sobre a Arte Urbana no Brasil e a importância da obra de Ozi neste contexto”, explica.</p>
<p>A exposição está dividida em quatro segmentos: Rua, Arte fina, Matrizes e Bio. No segmento Rua são expostas obras em grandes dimensões, trazendo a linguagem utilizada por Ozi nos espaços públicos dos centros urbanos. As paredes da galeria recebem intervenções com os grafites do artista formando um imenso mural multicolorido.</p>
<p>Em Arte Fina estão obras criadas em suportes variados, normalmente expostas em galerias e adquiridas por colecionadores durante a trajetória do artista. São telas emolduradas, madeiras, metais, objetos de uso doméstico, latas de spray e outros itens, que formam uma coleção de pinturas, esculturas e assemblages. Entre as obras, há uma série de estêncil sobre bolsas falsificadas com marcas de luxo, compradas no mercado popular da Rua 25 de Março, em São Paulo.</p>
<p>Em Matrizes será exibido pela primeira vez um conjunto de máscaras de estêncil dos trabalhos mais emblemáticos da sua carreira, criados durante o período de 1984 até 2015. São verdadeiras raridades que estarão disponíveis para a observação dos visitantes, como as obras da série Museu de Rua, com referências a artistas como Anita Malfati, Van Gogh, Di Cavalcanti, Roy Lichtenstein e Picasso. Em Bio, dois vídeos reúnem depoimentos do artista e de parceiros de profissão, que remontam a história da Arte Urbana no Brasil. Do acervo pessoal do artista, são exibidas imagens históricas dos primeiros grupos de grafiteiros e suas intervenções na cidade de São Paulo, materiais gráficos de época e recortes de jornal.</p>
<p><strong>ORIGEM DA CENA URBANA</strong><br />
A Street Art no Brasil surgiu em 1978, em São Paulo, durante o período de ditadura militar, com Alex Vallauri, que reuniu outros artistas como Waldemar Zaidler e Carlos Matuck, e posteriormente Hudnilson Jr., John Howard, Julio Barreto, Ozi e Maurício Villaça. Este último abriu as portas de sua casa e transformou-a na galeria Art Brut, que se constituiu em um espaço da cena underground daquela época e acolheu artistas visuais e performáticos, poetas e toda sorte de visitantes atraídos por aquela nova forma de pensamento artístico. Foi a partir do encontro destes artistas, que se iniciou uma série de intervenções e ações públicas na capital paulistana, que fariam história na constituição do grafitti brasileiro.</p>
<div id="attachment_40220" aria-labelledby="figcaption_attachment_40220" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação/OZI</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/ea-tio.jpg"><img class="size-medium wp-image-40220" alt="Divulgação/OZI" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/ea-tio-315x486.jpg" width="315" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Cena urbana e crítica social marcam a trajetória de Ozi</p></div>
<p><strong>ARTISTA</strong><br />
Ozi é paulistano e faz parte da primeira geração do grafitti brasileiro, quando em 1985 iniciou suas primeiras intervenções urbanas, junto com Alex Vallauri e Maurício Villaça. Desde então, desenvolve pesquisa sobre a técnica de estêncil, criando suas obras a partir de uma estética Pop. Durante sua trajetória profissional, participou de diversas exposições coletivas e individuais no Brasil e exterior. Atualmente é representado pelas galerias Espace-L, em Genebra (Suíça), e A7MA, em São Paulo. Seus trabalhos figuram em publicações nacionais e estrangeiras. Ozi viveu uma época em que a repressão sufocava, segundo ele mesmo, fugir da polícia e das bombas de gás era costumeiro. &#8220;Lembro que o Alex Vallauri escrevia &#8216;Diretas já&#8217; e o Maurício Villaça chegou a pintar uma Salomé dançando com a cabeça do Sarney em suas mãos. O pensamento geral era que qualquer pessoa ligada à arte era subversiva ou comunista&#8221;, recorda. Ozi aprendeu a fazer estêncil com Villaça, que o instruiu tecnicamente como recortar as máscaras. Em 1985, registrou na rua a sua primeira arte com estêncil, técnica que acabou se tornando a sua marca registrada durante toda carreira artística.</p>
<p><strong>CURADOR</strong><br />
Marco Antonio Teobaldo é jornalista, curador e pesquisador. Mestre em Curadoria em Novas Tecnologias pela Universidad Ramón Llull, de Barcelona, Espanha. Desde 2007, vem trabalhando como pesquisador e curador de Artes Visuais, com especial atenção à Arte Urbana. Atualmente, Teobaldo dirige a Galeria Pretos Novos de Arte Contemporânea (Região Portuária do Rio de Janeiro), situada em um dos mais importantes sítios arqueológicos da Rota do Escravos (Unesco), onde realiza propostas curatoriais com artistas brasileiros e estrangeiros, reunindo mídias tradicionais (pintura, desenho e escultura), fotografia, novas tecnologias (vídeo, arte sonora e arte digital), arte urbana e performance. É curador residente da Casa da Tia Ciata, com exposição permanente sobre a memória de uma das maiores referências da história do samba. Junto com o artista visual Eduardo Denne, idealizou o Parede &#8211; Festival Internacional de Pôster Arte, em 2008 e 2010, no Rio de Janeiro, que reuniu em sua última edição 175 artistas de diferentes partes do mundo.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong> Ozi &#8211; 30 anos de Arte Urbana no Brasil</strong><br />
Local: CAIXA Cultural Recife &#8211; Av. Alfredo Lisboa, 505, Praça do Marco Zero – Bairro do Recife Antigo.<br />
Abertura da exposição: 15 de setembro de 2016 | 18h30 com bate-papo com o artista Ozi e o curador Marco Teobaldo.<br />
Visitação: de 16 de setembro a 20 de novembro de 2016 | terça-feira a sábado: 10h às 20h. Domingo: 10h às 17h.<br />
Informações: (81) 3425-1915<br />
Entrada Franca<br />
Classificação Livre</p>
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		<title>&#8216;Joelma&#8217; conta no Recife a história de uma das primeiras transexuais do Brasil</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/joelma-conta-no-recife-a-historia-de-uma-das-primeiras-transexuais-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2016 15:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caixa cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Cultural Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Joelma]]></category>
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		<description><![CDATA[A CAIXA Cultural Recife apresenta o espetáculo Joelma, em temporada de 30 de junho a 2 de julho e de 7 a 9 de julho de 2016. A montagem conta a emocionante história de uma das primeiras transexuais do Brasil, encarnada pelo ator, performer, autor e diretor Fabio Vidal, do Território Sirius Teatro de Salvador [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A CAIXA Cultural Recife apresenta o espetáculo <b>Joelma</b>, em temporada de 30 de junho a 2 de julho e de 7 a 9 de julho de 2016. A montagem conta a emocionante história de uma das primeiras transexuais do Brasil, encarnada pelo ator,<i> performer</i>, autor e diretor <b>Fabio Vidal</b>, do Território Sirius Teatro de Salvador (BA). O espetáculo, que tem co-autoria e co-direção de Edson Bastos, já passou por Brasília, Fortaleza e Goiânia e se prepara para uma turnê europeia, a partir de agosto. As sessões serão realizadas às 20h nas quintas e sextas-feiras (30/06 e 1, 7 e 8/07) e às 17h30 e 20h nos sábados 2 e 9/07. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 5 (meia) e estarão à venda um dia antes do primeiro dia de apresentação da semana, respectivamente 29 de junho e 6 de julho. Todas as sessões serão acessíveis a pessoas com deficiência auditiva, a partir de legendas em português e interpretação em Libras.</p>
<div id="attachment_37507" aria-labelledby="figcaption_attachment_37507" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Alessandra Nohvais</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Joelma-2-Crédito-Alessandra-Nohvais.jpg"><img class="size-medium wp-image-37507" alt="Alessandra Nohvais" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Joelma-2-Crédito-Alessandra-Nohvais-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O ator baiano Fábio Vidal encena Joelma no Recife</p></div>
<p>Além das apresentações, haverá uma intensa programação paralela durante a temporada: uma performance pública da personagem Joelma pelas ruas da cidade e três workshops gratuitos &#8211; <i>Teatro Físico</i>, <i>Técnicas de Produção Audiovisual</i> e <i>Formatação e Gestão de Projetos Culturais</i>, além de um Projeto de Mediação com escolas e um debate sobre a Cultura Queer e reflexões trazidas pela celebração do Dia do Orgulho LGBT.</p>
<p>O texto da peça traz à tona a inadequação de uma mulher nascida num corpo de homem. Natural da cidade de Ipiaú, no interior da Bahia, o ainda então garoto Joel parte para São Paulo, onde passa 30 anos, faz a cirurgia de resignação (troca de sexo), se casa e volta à cidade natal com sua verdadeira cara e alma, acompanhada do seu marido. Como se não bastasse toda a trajetória sofrida, um assassinato traz à narrativa do espetáculo um tom de drama policial.</p>
<p>&#8220;É gratificante ter a oportunidade de aproximar o público da experiência de vida de Joelma, e por conta dessa ‘aproximação’, desse processo de tornar íntimo, gerar uma nova ótica sobre as ‘questões de gênero’, no intuito de dissolver preconceitos e estimular afetos&#8221;, afirma Vidal.</p>
<p>A encenação Joelma é derivante do curta-metragem homônimo e inspiração para o trabalho dirigido pelo autor e diretor Edson Bastos, com quem Fabio Vidal divide a direção e autoria, agora no teatro. A versão para os palcos aprofunda inúmeras referências estabelecidas no filme, gerando uma nova obra experimental de confluência do teatro com o cinema e a dança. Acrescentam-se diálogos, histórias, personagens, questionamentos e informações que redimensionam o caráter mítico, religioso, filosófico e conceitual da obra cinematográfica. Joelma, atualmente com 71 anos de idade, representa afirmação e reinvenção, mesmo em frente a preconceitos e injustiças, que resguarda elementos relativos a questões de gênero e de religiosidade.</p>
<div id="attachment_37510" aria-labelledby="figcaption_attachment_37510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Alessandra Nohvais</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Joelma-Crédito-Alessandra-Nohvais.jpg"><img class="size-medium wp-image-37510" alt="Alessandra Nohvais" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Joelma-Crédito-Alessandra-Nohvais-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Performance &#8220;Joelma Circula&#8221; vai percorrer ruas do Centro na quarta (29)</p></div>
<p><b>Atividades paralelas:</p>
<p></b><b>Performance Joelma Circula -</b><i> </i>será realizada no dia 29 de junho, quando a personagem Joelma fará m passeio de bicicleta pelas ruas do centro da cidade, convidando o público para assistir ao espetáculo, e gerando conteúdos audiovisuais que são posteriormente compartilhados pela Internet. A ação acontece entre 16h e 18h.</p>
<p><b>Workshops &#8211; </b>Serão três workshops realizados na CAIXA Cultural para o público interessado, com idade mínima de 14 anos. As inscrições dos três são gratuitas e feitas pelo e-mail <a href="mailto:gentearteirape@gmail.com">gentearteirape@gmail.com</a>, que deve ter como título a identificação do workshop desejado:</p>
<p><b>1</b>. <i>Técnicas de Produção Audiovisual</i>:  trata de conteúdos introdutórios do processo de produção audiovisual e mercado de trabalho, ministrado pelo também autor e diretor da peça, Edson Bastos. Acontece dias 01 e 02 de julho, das 10h às 14h. São 30 vagas, com inscrições de 27 a 30 de junho.</p>
<p><b>2.</b> <i>Teatro Físico: </i>ministrado por Fábio Vidal, o curso abordará diversas práticas físicas para desenvolvimento e aprimoramento de princípios, técnicas e qualidades expressivas que orientam o participante para a apresentação pública. Aulas dias 2 e 3 de julho, também das 10h às 14h. São 20 vagas e as inscrições vão de 27 a 30 de junho.</p>
<p><b>3</b>. <i>Formatação e Gestão de Projetos Culturais: </i>ministrado por Junior Cecon, pretende proporcionar informação, discussão e reflexão sobre a importância de uma gestão estratégica de projetos culturais, fornecendo noções sobre elaboração e formatação de projetos de natureza cultural para as Leis de Incentivo à Cultura. Encontros nos dias 08 e 09 de julho, das 10 às 14h. São 30 vagas e as inscrições vão de 4 a 7 de julho.</p>
<p><b>Mediação Joelma &#8211; </b> promoverá ações educativas, informativas e artísticas desenvolvidas por um arte-educador com alunos de escolas públicas, com o intuito de gerar aproximação com a linguagem teatral, com o espetáculo Joelma e com as temáticas envoltas a ele (como questões de gênero, sexualidade, transexualidade, homossexualidade, homofobia, alteridade, aceitação às diferenças, ética e justiça).</p>
<p><b>Debate Cultura Queer – </b>no domingo(3/07), às 16h, haverá um debate para celebrar o Dia do Orgulho LGBT (comemorado no dia 28 de junho), que vai abordar o crescimento da Cultura Queer na sociedade. Os<b> </b>pesquisadores Alice Mendes, Envy Hoax, Marlon Parente e Maria Clara Araújo dos Passos vão debater a transparência, o progresso dessa corrente e o potencial que ela tem de modificar as relações sociais. A classificação indicativa é 14 anos e a entrada é gratuita, com distribuição de senhas a partir das 15h.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Ficha Técnica</span></b><b>:<br />
</b>Fábio Vidal (Autoria, direção e atuação) / Edson Bastos (Autoria e direção) / Caíca Alves (Assistência de direção) / Luís Parras (Cenário) / Daiane Sarno (Assistente de cenografia) / Pedro Dultra (Iluminação) / Tuca Gomes (Operação de luz) / Maurício Martins (Figurino) /  Francisca Duarte (Costureira) / Marie Thauront (Maquiagem) / Alê Estrela (Cabelos) / Luciano Simas e Ronei Jorge (Trilha sonora) /Davi Cavalcanti (Consultoria de projeção) /Henrique Filho (Prod. de VTs) / Mel Andrade (Redes sociais) / Kaula Cordier (Designer) / Thiago Rocha (Site) / Alessandra Novhais (Arte-educadora e Fotografa) / Júnior Cecon (Produção executiva e Operação de legendagem) / Tadeu Gondim – Atos Produções (Produção local) / André Brasileiro – Moinho Conteúdos Criativos (Assessoria de Imprensa) / Território Sirius e Voo Audiovisual (Realização)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></b><b>:<br />
</b><b>Espetáculo Joelma<br />
</b><b>Local:</b> CAIXA Cultural Recife <b>- </b>Av. Alfredo Lisboa, 505 &#8211; Recife, PE, 50030-150.<br />
<b>Data:</b> 30 de junho a 09 de julho de 2016 (quinta-feira a sábado)<br />
<b>Hora: </b>quinta e sexta<b> </b>às<b> </b>20h, sábado às 17h30 e 20h<br />
<b>Informações: </b>(81) 3425-1915<br />
<b>Duração: </b>75 minutos<br />
<b>Ingresso: </b>R$10,00 e R$ 5,00(meia) &#8211; vendas no dia anterior à primeira apresentação na semana, respectivamente dias 29 de junho e 06 de julho, a partir das 10h e exclusivamente na bilheteria da CAIXA Cultural Recife.<br />
<b>Legendas em Português e interpretação em Libras em todas as apresentações<br />
</b><b>Acesso para pessoas com deficiência<br />
</b><b>Patrocínio:</b> CAIXA</p>
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		<title>Caixa Cultural recebe a mostra “Autorretratos – Documentários Autobiográficos”</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2015 14:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[autorretratos]]></category>
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		<description><![CDATA[com informações da assessoria A partir desta terça (18), a Caixa Cultural Recife será palco da mostra de cinema inédita “Autorretratos – Documentários Autobiográficos”, que irá exibir e discutir produções consagradas pela crítica cujos diretores são o foco de suas câmeras. Num amplo panorama de obras brasileiras e estrangeiras, a mostra será composta por 13 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29227" aria-labelledby="figcaption_attachment_29227" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/jonas-mekas-fonte_CPV_divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-29227" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/jonas-mekas-fonte_CPV_divulgacao-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">O americano Jonas Mekas abre a programação, com o filme &#8220;Walden: diaries, notes and sketches&#8221; (1967)</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>com informações da assessoria</strong></em></p>
<p style="text-align: left;">A partir desta terça (18), a Caixa Cultural Recife será palco da mostra de cinema inédita “<strong>Autorretratos – Documentários Autobiográficos</strong>”, que irá exibir e discutir produções consagradas pela crítica cujos diretores são o foco de suas câmeras. Num amplo panorama de obras brasileiras e estrangeiras, a mostra será composta por 13 longas, seis telefilmes, um média e cinco curtas-metragens. Também haverá palestra e debate sobre o subgênero do cinema. A produção é da curitibana Haver Filmes, com curadoria do cineasta Aristeu Araújo. As entradas custarão R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Confira  a programação completa.</p>
<p>As artes plásticas e a literatura, há tempos, produzem obras confessionais ou, no mínimo, autobiográficas. São autorretratos, diários, romances, poemas e contos que vêm ao mundo com o seu autor no lugar do protagonista. Para o cinema, no entanto, essa é uma vereda que começou a ser explorada apenas a partir da década de 1960, com a modernização da linguagem cinematográfica pós Nouvelle Vague. São produções com forte preocupação poética e temas ligados à profundidade existencial.</p>
<p>O cineasta norte-americano Jonas Mekas é considerado, pelos teóricos do cinema, um dos grandes precursores das produções autodocumentais. Será justamente o autor quem abrirá a mostra, com o seu filme <em>Walden: diaries, notes and sketches</em> (1967), uma espécie de estopim para um jeito até então novo de filmar.</p>
<p>Mekas filma seu dia a dia criando uma trama, um entrelaçado de imagens, aparentemente desconexa, mas de força poética absolutamente singular. São filmes-diário, filmes-esboço, como o título de seu primeiro experimento na área já demonstra. A importância de Mekas para o cinema é gigantesca. Ele abre uma porta e, através dela, passamos a ver outro mundo. Contudo, um mundo que, em geral, apresenta-se de forma soturna. É que grande parte destas obras surge para que seus realizadores possam lidar com seus próprios abismos.</p>
<p>Depois de Mekas, serão exibidos os seis telefilmes do diretor judaico-brasileiro David Perlov, que produziu para TV a obra <em>Diários</em>. São seis filmes-diário, narrados em primeira pessoa, que mostram sua vida depois que se mudou para Israel entre os anos de 1973 e 1983.</p>
<p>A mostra também exibirá o premiadíssimo <em>E agora? Lembra-me</em> (Portugal, 2014), de Joaquim Pinto. A obra é inédita no circuito comercial brasileiro e conquistou mais de uma dezena de prêmios, sendo um dos grandes destaques dos festivais de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira e de Locarno.</p>
<p style="text-align: left;">Além dele, também estão na lista de longas-metragens <em>33</em> (Kiko Goifman &#8211; Brasil, 2002), <em>Los Rubios</em> (de Albertina Carri &#8211; Argentina, 2003), <em>Passaporte Húngaro</em> (de Sandra Kogut &#8211; Brasil, 2003), <em>Tarnation</em> (de Jonathan Caouette &#8211; EUA, 2004), <em>Insônia</em> (de Alan Berliner &#8211; EUA, 2007), <em>Santiago</em> (de João Moreira Salles &#8211; Brasil, 2007),<em> As Praias de Agnès</em> (de Agnès Varda &#8211; França, 2008), <em>Constantino</em> (Otávio Cury &#8211; Brasil, 2012), <em>Os Dias com Ele</em> (Maria Clara Escobar &#8211; Brasil, 2012), <em>Mataram o Meu Irmão</em> (Cristiano Burlan &#8211; Brasil, 2013) e <em>Elena</em> (de Petra Costa &#8211; Brasil, 2013).</p>
<p style="text-align: left;"><em>Elena</em> angariou os prêmios de direção, montagem, direção de arte e melhor filme pelo júri popular – todos na categoria de filmes documentais –, no 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. <em>Mataram o Meu Irmão</em> foi o grande vencedor do 18º &#8220;É Tudo Verdade&#8221;, com os prêmios de melhor filme pelo júri e voto do público.</p>
<div id="attachment_29228" aria-labelledby="figcaption_attachment_29228" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Elena-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-29228" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Elena-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Elena&#8221;, de Petra Costa, conquistou diversos prêmios em festivais brasileiros e também está na programação</p></div>
<p style="text-align: left;">
Os curtas-metragens escolhidos são todos brasileiros e contemporâneos: <em>Canoa quebrada</em> (de Guile Martins, 2009), <em>Babás</em> (Consuelo Lins, 2010), <em>Oma</em> (Michael Wahrmann, 2011), <em>Ariel</em> (Mauro Baptista Vedia e Claudia Jaguaribe, 2006) e o <em>O Chapéu do Meu Avô</em> (Julia Zakia, 2004).</p>
<p style="text-align: left;">Por fim, aq &#8220;Autorretratos – Documentários Autobiográficos” exibirá o média-metragem <em>O Espelho de Ana</em> (de Jessica Candal &#8211; Brasil, 2011), filme curitibano patrocinado pela própria Caixa Cultural e que se aproxima de sua realizadora para falar sobre a questão do feminismo na sociedade atual.</p>
<p><strong> Palestra e debates<br />
</strong><br />
Na próxima sexta (21), das 19h30 às 20h30, a pesquisadora, crítica e professora Ilana Feldman ministra palestra sobre &#8220;O cinema autodocumental&#8221;. Ela é doutora em cinema pela Escola de Comunicações e Artes da USP, com passagem pelo Departamento de Filosofia, Artes e Estética da Universidade Paris VIII, tendo desenvolvido a tese “Jogos de cena: ensaios sobre o documentário brasileiro contemporâneo”. Atualmente, Ilana faz pós-doutorado em Teoria Literária no Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, com pesquisa sobre cinema, testemunho e autobiografia a partir da obra do cineasta brasileiro-israelense David Perlov.</p>
<p>Já no dia 27 de agosto, das 19h30 às 21h, acontece o debate &#8220;Nossos Autodocs”, com Cristiano Burlan, diretor de cinema e teatro e diretor de <em>Mataram meu irmão</em>; Raquel Valadares, formada em Cinema pela UFF, documentarista e diretora dos filmes <em>Corpo de Bollywood, O Povo Quer Cinema</em> (2008), filmado na Índia, e <em>Homem-Carro</em> (2014); e Aristeu Araújo, cineasta e crítico de cinema, além de curador da mostra “Autorretratos – Documentários Autobiográficos&#8221;.</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação completa:</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/programação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-29229" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/programação-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Marianne Peretti lança &#8220;A Ousadia da Invenção&#8221; na Caixa Cultural</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2015 12:49:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A artista franco-brasileira Marianne Peretti lançará, nesta terça-feira (4), seu livro A Ousadia da Invenção/ L’Audace de l’Invention, na Caixa Cultural Recife, a partir das 19h. A publicação, que conta com apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), revela o talento de Peretti ao grande público e destaca a importância do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_28643" aria-labelledby="figcaption_attachment_28643" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Marianne-Peretti.jpg"><img class="size-medium wp-image-28643" alt="Lançamento contará com uma noite de autógrafos da autora" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Marianne-Peretti-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Recife será a primeira cidade brasileira a receber o lançamento da obra</p></div>
<p>A artista franco-brasileira Marianne Peretti lançará, nesta terça-feira (4), seu livro <em>A Ousadia da Invenção/ L’Audace de l’Invention</em>, na Caixa Cultural Recife, a partir das 19h. A publicação, que conta com apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), revela o talento de Peretti ao grande público e destaca a importância do seu legado para as artes plásticas brasileiras. Editado pela B52 Cultural e pela Edições Sesc São Paulo, a obra resgata oito décadas de trabalho e histórias da artista, conhecida por suas esculturas e, especialmente, por seus vitrais modernistas como os da catedral de Brasília. O evento contará com um breve colóquio sobre Marianne. A entrada é gratuita. O livro será vendido por R$ 180 no lançamento e por R$ 220 nas livrarias.</p>
<p><strong>Sobre a artista</strong><br />
Marianne Peretti, filha de pai brasileiro e mãe francesa, nasceu em Paris,em 1927, e lá estudou desenho e pintura na École National e Supérieure des Arts Décoratifs e na Académie de La Grand Chaumière, em Montparnasse. No início da carreira, ilustrou livros e revistas e, ainda em Paris, fez sua primeira exposição individual, na Galeria Mirador, na PlaceVendôme. Já no Brasil, participou da 5ª Bienal de São Paulo, obtendo prêmio com a capa do livro As Palavras, de Jean-Paul Sartre. Realizou várias exposições individuais e coletivas em Paris, em São Paulo, no Recife e no Rio de Janeiro. Marianne é uma francesa que vive no Brasil desde 1958 e há trinta anos mora e trabalha em Olinda, Pernambuco, onde tem seu ateliê.</p>
<p><strong>Serviço<br />
</strong>O que é: lançamento do livro <em>A Ousadia da Invenção</em>, de Marina Peretti<br />
Quando: 4/8 (terça-feira), às 19h<br />
Quanto: acesso gratuito. O livro custará R$ 180 no lançamento e R$ 220 nas livrarias.<br />
Onde: Caixa Cultural Recife &#8211; Av. Alfredo Lisboa, 505 &#8211; Recife, PE.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Aquarelas de Carybé serão expostas na Caixa Cultural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/aquarelas-de-carybe-serao-expostas-na-caixa-cultural/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2015 14:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Caixa Cultural Recife sedia, do dia 10/6 a 26/7, a mostra As Cores do Sagrado, que reúne obras do renomado artista plástico argentino Carybé, conhecido por adotar a Bahia como principal fonte de inspiração da sua arte. Com curadoria de Solange Bernabó, filha de Carybé, a exposição busca privilegiar a sintonia entre os momentos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25724" aria-labelledby="figcaption_attachment_25724" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/aquarelas-cores-do-sagrado-carybe-caixa-cultural-recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-25724" alt="A mostra reúne 50 telas de traço leve, colorido e minucioso, que tratam as tradições do culto aos deuses africanos no candomblé da Bahia" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/aquarelas-cores-do-sagrado-carybe-caixa-cultural-recife-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição reúne 50 telas de traço leve, colorido e minucioso, que tratam as tradições do culto aos deuses africanos no candomblé da Bahia</p></div>
<p>A Caixa Cultural Recife sedia, do dia 10/6 a 26/7, a mostra<em> As Cores do Sagrado</em>, que reúne obras do renomado artista plástico argentino Carybé, conhecido por adotar a Bahia como principal fonte de inspiração da sua arte. Com curadoria de Solange Bernabó, filha de Carybé, a exposição busca privilegiar a sintonia entre os momentos do artista, além da sua técnica privilegiada.</p>
<p>As 50 aquarelas, que integram <em>As Cores do Sagrado</em>, fazem parte de um universo de mais de 120 pinturas produzidas com a mesma temática, nas quais Carybé contribui de forma ímpar para a preservação dos valores culturais trazidos da África na diáspora. As imagens foram produzidas ao longo de 40 anos de pesquisas, entre 1950 e 1980, e são registros de vivências pessoais do artista nos terreiros que frequentava. As casas estão entre as mais tradicionais da religiosidade de matriz africana, na tradição nagô, jeje e angola.</p>
<p>Uma vez que não é permitido filmar ou fotografar cerimônias do candomblé, a memória fotográfica de Carybé foi o seu principal recurso para retratar com exatidão e riqueza de detalhes as práticas, desde os ritos de iniciação, passando pelas festas e incorporação dos orixás, até os rituais fúnebres, em uma sequência didática dos cultos envolvidos. “Essa mostra não retrata o lado místico, fruto da imaginação de Carybé. Antes disso, é uma representação da realidade, a partir da observação do que, de fato, acontecia nos terreiros. Ele retratava com respeito e beleza as práticas da religião”, explica Solange.</p>
<p>As 50 obras selecionadas foram reunidas originalmente no livro <a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.376439459093663.84121.246668455404098&amp;type=3" target="_blank"><em><strong>Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia</strong></em></a>, lançado em 1980. Composta por 128 aquarelas de Carybé, com introdução do escritor Jorge Amado e textos antropológicos do fotógrafo e etnólogo Pierre Verger e do historiador Waldeloir Rego, a publicação representa uma recriação da participação do elemento negro na cultura baiana ao passo que preserva a memória histórica do Brasil, por ter sido a Bahia a primeira porta de entrada da miscigenação no País. Esgotado desde a última edição, atualmente o livro é encontrado apenas nas mãos de colecionadores.</p>
<p><strong>Curadoria</strong><br />
Solange Bernabó atua na área cultural desde 1983 e, desde 1993, é proprietária da Galeria Oxum Casa de Arte, com sedes na Ladeira da Barra e no Pelourinho. Participou da Fundação Pierre Verger desde a sua instituição. Foi secretária geral, de 1996 a 2000, e hoje é membro do Conselho Curador. Atualmente, é secretária do Instituto Carybé e membro do Conselho Curador da Fundação Casa de Jorge Amado. Faz curadoria e organiza exposições de Carybé e outros artistas. Prestou Assessoria Geral na concepção da comemoração e das exposições referentes ao centenário de Pierre Verger. Foi a Coordenadora Geral da exposição Carybé, realizada em 2009, no Museu de Arte Moderna da Bahia e curadora da exposição Carybé, realizada em 2010, na Embaixada Brasileira em Buenos Aires, na Argentina.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição <em>As Cores do Sagrado</em> – Carybé<br />
Quando: de 10/6 a 26/7. Visitação: terças, quartas, quintas, sextas-feiras e sábados, das 10h às 20h, e domingos, das 10h às 17h<br />
Onde: Avenida Alfredo Lisboa, 505 &#8211; Praça do Marco Zero &#8211; Recife Antigo<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Seminário aborda o processo de reconhecimento do patrimônio imaterial</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2015 14:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realizam, nesta quarta-feira (27/05), o seminário &#8220;O Processo de Reconhecimento do Patrimônio Imaterial de Pernambuco: inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho&#8221;. O evento acontece na Caixa Cultural, no Bairro do Recife, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realizam, nesta quarta-feira (27/05), o seminário &#8220;O Processo de Reconhecimento do Patrimônio Imaterial de Pernambuco: inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho&#8221;. O evento acontece na Caixa Cultural, no Bairro do Recife, a partir das 15h, com a participação de gestores públicos,pesquisadores e mestres da cultura popular.  O objetivo é difundir os resultados das pesquisas realizadas com esses três bens culturais em Pernambuco e ressaltar a importância da titulação pelo Iphan. O seminário é aberto a participação de qualquer pessoa interessada, não é necessário fazer inscrição prévia. A ocupação da sala será por ordem de chegada.</p>
<p>No seminário,  serão apresentadas as políticas de identificação, registro e salvaguarda de bens culturais imateriais, destacando a produção dos Inventários Nacional de Referências Culturais (INRC) do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho feito pela Fundarpe, e ainda a titulação desses bens como Patrimônios Culturais Imateriais Brasileiros em dezembro de 2014. No último domingo (24/05), foi realizada a cerimônia de entrega do certificado de titulação aos representes das manifestações culturais. Leia mais <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/culturapopular/maracatus-de-baque-solto-e-cavalo-marinho-recebem-titulo-de-patrimonio-cultural-imaterial-do-brasil/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p>O evento terá a presença e apresentações da professora doutora Beatriz Brusantin (Unicap), coordenadora do inventário do Cavalo Marinho; professora doutora Isabel Guillen (UFPE), coordenadora do inventário do Maracatu Nação; da doutora Maria Alice Amorim, coordenadora do inventário do Maracatu de Baque Solto; dos técnicos da Fundarpe e da Superintendência do Iphan em Pernambuco, Marcelo Renan Souza e Giorge Bessoni; de Fábio de Souza Sotero e Manoel Salustiano, representantes da Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (AMANPE) e da Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco (AMBS-PE) e do Mestre Grimário do Cavalo Marinho Boi Pintado, entre outros.</p>
<p>O seminário se integra à programação da exposição &#8220;Patrimônio Imaterial Brasileiro: a celebração viva da cultura dos povos&#8221;,  que trouxe para o Recife o panorama dos bens culturais imateriais do Brasil, reconhecidos por meio do Registro do Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro (Decreto federal 3.551/2000), promovido pelo Iphan. Ainda este ano, pretende-se realizar  novas edições do seminário em municípios da Mata Norte de Pernambuco e demais regiões de desenvolvimento do Estado de Pernambuco.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Seminário &#8220;O Processo de Reconhecimento do Patrimônio Imaterial de Pernambuco: inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho&#8221;</strong><br />
<strong>Dia:</strong> 27 de maio, 15h<br />
<strong>Local:</strong> Caixa Cultural Recife &#8211; Avenida Alfredo Lisboa, 505 – Praça do Marco Zero – Bairro do Recife<br />
<strong>Informações:</strong> (81) 3184-3061|3184-3068 | patrimonioimaterial@gmail.com</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><b>Programação:</b></p>
<p><b>Política de identificação e registro dos bens culturais do estado de Pernambuco</b> &#8211; Marcelo Renan Souza (Gerência de Preservação Cultural/ Fundarpe)</p>
<p><b>O Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) – metodologia e aplicação</b> &#8211; Giorge Bessoni (Antropólogo &#8211; Iphan-PE)</p>
<p><b>Inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho<br />
</b>Prof. Drª. Beatriz Brusantin (UNICAP) – Coordenadora do INRC do Cavalo Marinho<br />
Prof. Drª Isabel Guillen (UFPE) – Coordenadora do INRC do Maracatu Nação<br />
Drª Maria Alice Amorim – Coordenadora do INRC do Maracatu de Baque Solto</p>
<p><b>Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho patrimônio cultural imaterial<br />
</b>Fábio de Souza Sotero &#8211; Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (AMANPE)<br />
Manoel Salustiano &#8211; Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco (AMBS-PE)<br />
Mestre Grimário – Cavalo Marinho Boi Pintado<b> </b></p>
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		<title>Exposição na Caixa Cultural celebra Patrimônios Imateriais Brasileiros</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-na-caixa-cultural-celebra-patrimonios-imateriais-brasileiros/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2015 19:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro &#8211; Celebração Viva da Cultura dos Povos chega à capital pernambucana nesta semana. A mostra, que fica em cartaz na Caixa Cultural até o dia 31/5, revela riquezas culturais de Norte a Sul do país, caracterizadas como imateriais e registradas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Maracatu-de-Baque-Solto-TT-Catalao-IMG_1589.jpg"><img class="size-medium wp-image-23788 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Maracatu-de-Baque-Solto-TT-Catalao-IMG_1589-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A exposição <em>Patrimônio Imaterial Brasileiro &#8211; Celebração Viva da Cultura dos Povos</em> chega à capital pernambucana nesta semana. A mostra, que fica em cartaz na Caixa Cultural até o dia 31/5, revela riquezas culturais de Norte a Sul do país, caracterizadas como imateriais e registradas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ao longo de 14 anos. A abertura acontece quarta-feira (22), às 19h30, e a visitação gratuita vai de 23 de abril a 31 de maio, inaugurando o horário ampliado de visitação à Caixa Cultural, que passa a ser de terça a sábado, das 10h às 20h, e aos domingos, das 10h às 17h.</p>
<p>Compõem a mostra 36 patrimônios, que tem algumas peças cedidas por vários museus do país, além de textos, fotos, vídeos, músicas e sons. As três dimensões dos bens imaterial estarão contempladas: os<strong> povos</strong> que construíram a identidade do brasileiro &#8211; imagens de índios, portugueses, italianos, africanos, japoneses e alemães, cujos traços estão miscigenados na população brasileira, que cria e recria suas manifestações culturais; as <strong>paisagens</strong>, que são as imagens de cidades, aldeias, sítios históricos, cachoeiras e praias que formam o rico patrimônio natural do país; e os ofícios, <strong>saberes e fazeres</strong> do povo brasileiro, representados na pintura, no tear, na dança a gastronomia, etc. Os povos e as paisagens serão apresentados num mesmo espaço. Na sequência da visita, o público contemplará os ofícios.</p>
<p><strong>Pernambuco</strong> terá cinco bens imateriais em exposição: a Feira de Caruaru, o Frevo, Os Maracatus Nação e de Baque Solto e o Cavalo Marinho. O Teatro de Bonecos Popular do Nordeste, o mais recente bem cultural registrado pelo Iphan (março 2015), também marca presença, ao lado de patrimônios nacionais, regionais e estaduais. São lugares, formas de expressão, saberes e ofícios transmitidos e renovados de geração em geração, como o ofício das Baianas do Acarajé, apresentado por meio dos ingredientes usados para o quitute e do tacho onde é feita a massa. “O patrimônio não é o bolinho, mas tudo o que está envolvido na preparação, é essa imaterialidade que queremos passar para as pessoas”, explica o historiador e curador do projeto Luciano Figueiredo.</p>
<p>“O público poderá ver o barro usado para fazer a panela da moqueca, o processo de confecção, o significado desse trabalho e entender o saber envolvido na elaboração desses bens, como as bonecas Karajás, o próprio acarajé, uma festa religiosa ou mesmo a importância de uma cachoeira mítica&#8221;, revela Figueiredo, comentando que a maioria dos brasileiros não tem conhecimento sobre esses bens imateriais.</p>
<p>A exposição foi idealizada pela relações públicas Fernanda Pereira, pela pesquisadora Mirna Brasil Portella e pelo produtor cultural Luiz Prado. Antes de chegar a Recife, a exposição &#8220;Patrimônio Imaterial Brasileiro &#8211; A Celebração Viva da Cultura dos Povos” esteve em cartaz na Caixa Cultural do Rio de Janeiro, de Fortaleza e de Salvador.</p>
<p>Confira um <em>teaser</em> da exposição:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EuKTJJewe_0" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Exposição &#8220;Patrimônio Imaterial &#8211; A Celebração Viva da Cultura dos Povos</em><br />
Local: CAIXA Cultural Recife, Avenida Alfredo Lisboa, 505 – Praça do Marco Zero – Bairro do Recife Antigo. – 3425-1900/1915<br />
Data: Abertura 22 de abril – 19h30.<br />
Visitação de 23 de abril a 31 de maio de 2015, de terça a sábado das 10h às 20h e aos domingos das 10h às 17h.<br />
Classificação indicativa: Livre<br />
Entrada Gratuita<br />
Acesso para pessoas com deficiência<br />
Informações: (81) 3425-1915</p>
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		<item>
		<title>Caixa Cultural abre inscrições para o Encontro de Crítica de Arte da ABCA</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2015 15:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Encontro de Crítica de Arte da ABCA]]></category>
		<category><![CDATA[inscrições]]></category>
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		<description><![CDATA[A capital pernambucana sedia, na próxima semana &#8211; entre os dias 25 e 27 de março, o Encontro de Crítica de Arte ABCA: Artes Visuais em Pernambuco. O evento, que acontecerá na Caixa Cultural Recife, vai contar com palestras e mesas redondas com vários profissionais que atuam no mercado das artes, e buscará incentivar reflexões [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22593" aria-labelledby="figcaption_attachment_22593" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/encontro-de-critica-de-arte-abca.jpg"><img class="size-medium wp-image-22593" alt="Raul Córdula, Olívia Míndelo, Carlos Trevi, Marcus Lontra, Elvira Vernaschi e Agnaldo Farias vão participar das palestras e mesas redondas do encontro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/encontro-de-critica-de-arte-abca-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Raul Córdula, Olívia Míndelo, Carlos Trevi, Marcus Lontra, Elvira Vernaschi e Agnaldo Farias vão participar das palestras e mesas redondas do encontro</p></div>
<p>A capital pernambucana sedia, na próxima semana &#8211; entre os dias 25 e 27 de março, o Encontro de Crítica de Arte <a href="http://abca.art.br/" target="_blank"><strong>ABCA</strong></a>: Artes Visuais em Pernambuco. O evento, que acontecerá na Caixa Cultural Recife, vai contar com palestras e mesas redondas com vários profissionais que atuam no mercado das artes, e buscará incentivar reflexões e pesquisas no domínio das disciplinas significativas para arte. &#8220;A proposta é contribuir para a produção artística e para a teoria da arte, não apenas nas esferas visuais, mas também na educação e na cultura. Além da palestra e mesas de debate, haverá visitas a espaços culturais e uma feira de livro sobre a temática&#8221; disse Raul Córdula, idealizador do projeto.</p>
<p>Ao todo, serão oferecidas 50 vagas e as inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo e-mail:<strong> inscricao@institutoraulcordula.com</strong>. A confirmação no evento será computada por ordem de recebimento das mensagens, a partir do dia 16 de março. É preciso informar nome e contato.</p>
<p><strong>Confira a programação:</strong><br />
<strong>Dia 25 de março (quarta-feira)</strong><br />
18h – Recepção; Distribuição do material<br />
19h – Abertura do Encontro; Palestra com Elvira Vernaschi</p>
<p><strong>Dia 26 de março (quinta- feira)</strong><br />
1ª mesa – 9h às 12h.<br />
Raul Córdula, Olívia Mindelo e Carlos Trevi<br />
2ª mesa – 14h às 17h<br />
Vaquíria Farias, Elvira Vernaschi e Marcos Lontra<br />
17h – Visita a espaços culturais</p>
<p><strong>Dia 27 de março (sexta-feira)</strong><br />
1ª mesa – 9h às 12h<br />
Joana D’Arc Lima, César Romero e Cláudia Fazzolari<br />
2ª mesa – 14h às 17h<br />
Agnaldo Farias, Dyógenes Chaves e Lisbeth Rebollo<br />
17h – Feira de Livros</p>
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		<item>
		<title>Tadashi Endo encena Fukushima Mon Amour na Caixa Cultural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/tadashi-endo-encena-fukushima-mon-amour-na-caixa-cultural/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2015 13:44:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caixa cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Fukushima Mon Amour]]></category>
		<category><![CDATA[Solo]]></category>
		<category><![CDATA[Tadashi Endo]]></category>

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		<description><![CDATA[O coreógrafo japonês Tadashi Endo, radicado na Alemanha, apresenta na capital pernambucana, desta quarta-feira (7) até sábado (10), seu novo solo de dança, Fukushima Mon Amour. Com trilha sonora assinada pelo compositor Daniel Maia, co-criador da performance, o espetáculo retrata de forma poética o desastre natural e o acidente nuclear que ocorreu em 2011 no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18978" aria-labelledby="figcaption_attachment_18978" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Maciej Rusinek</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Fukushima_Maciej_Rusinek_ed.jpg"><img class="size-medium wp-image-18978" alt="Maciej Rusinek" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Fukushima_Maciej_Rusinek_ed-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Bailarino escolheu o Recife para estrear seu novo espetáculo</p></div>
<p>O coreógrafo japonês Tadashi Endo, radicado na Alemanha, apresenta na capital pernambucana, desta quarta-feira (7) até sábado (10), seu novo solo de dança, <em>Fukushima Mon Amour</em>. Com trilha sonora assinada pelo compositor Daniel Maia, co-criador da performance, o espetáculo retrata de forma poética o desastre natural e o acidente nuclear que ocorreu em 2011 no Japão, e mostra, através da dança, a dor da tragédia e a esperança da reconstrução. Além disso, a montagem celebra o poder da natureza e questiona a relação do homem com a preservação da vida.</p>
<p>“Os japoneses sempre conviveram com os desastres naturais, como terremotos, tufões e tsunamis. Eles têm respeito pelas forças da natureza e podem lidar com isso”, diz Endo sobre <em>Fukushima Mon Amour</em>, que faz refletir sobre a esperança.</p>
<p>Em 2013, o bailarino trouxe a Pernambuco o solo<em> IKIRU &#8211; Réquiem para Pina Bausch</em>. Depois do Recife, Endo se apresenta em Fortaleza, São Paulo, Brasília, Suíça, Costa Rica e Estados Unidos. O nome do novo espetáculo faz referência ao filme <em>Hiroshima Mon Amour (</em>1959), de Alain Resnais, que aborda uma relação amorosa após os ataques de Hiroshima e Nagasaki.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Fukushima Mon Amour<br />
Quando: de 7 a 10 de janeiro de 2015, às 20h<br />
Onde: Caixa Cultural Recife (Av. Alfredo Lisboa, 505 – Bairro do Recife)<br />
Preços: R$ 20 e R$ 10 (meia)<br />
Informações: (81) 3425-1900</p>
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