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	<title>Portal Cultura PE &#187; carlos gomes</title>
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		<title>De autoria coletiva, livro “Crítica de invenção” é lançado em Buíque</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2022 03:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, será lançado nesta sexta-feira (6), a partir das 18h, o livro “Crítica de invenção”, na Comunidade do Serrote Preto, em Buíque (PE). Na ocasião, haverá apresentações de Mestre Zé Bezerra &#8211; O JB do Catimbau e da banda Abaixo de Deus [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/CAPA-Nathalia-Queiroz-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93454" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/CAPA-Nathalia-Queiroz-1-344x486.jpg" width="344" height="486" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, será lançado nesta sexta-feira (6), a partir das 18h, o livro “Crítica de invenção”, na Comunidade do Serrote Preto, em Buíque (PE). Na ocasião, haverá apresentações de Mestre Zé Bezerra &#8211; O JB do Catimbau e da banda Abaixo de Deus a força dos Encantados, de Brejão. O evento também contará com a performance “Me leva até o começo”, criada a partir de um dos textos da publicação. Na próxima segunda-feira (9), haverá também uma ação na Erem Professora Ismênia Lemos Wanderley, escola pública localizada em Brejão. A publicação, que conta com formato digital e versão impressa, está disponível para download gratuito <a href="https://drive.google.com/file/d/1ci7lAFAOAJ6w79PZhmQVhO1iE2ztz-aH/view" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>De autoria coletiva, Carlos Gomes, Géssica Amorim, GG Albuquerque, Mayara Bezerra, orientação do Prof. Fábio Andrade (UFPE) e projeto gráfico de Nathália Queiroz, a publicação é fruto de uma pesquisa que experimenta radicalmente formas de abordagem crítica sobre procedimentos artísticos do campo da música. A palavra invenção vem do latim<em> inventio</em>, expressando um movimento de descoberta, de criação, que desabitua gestos automatizados, uma atitude cognitiva que se liberta da mera representação, o que possibilita a sustentação de uma postura de abertura e de rastreio diante da obra musical.</p>
<p><em>“O livro é resultado de oito meses de investigação que nos possibilitou compreender como se comportam esses espaços porosos criados pelo atrito entre a música e seu potencial crítico”</em>, afirma Carlos Gomes, que na obra assina o texto “Me leva até o começo”, um ensaio de amor (que tudo pode?) a partir do “Disco das horas”, de Romulo Fróes, com letras de Nuno Ramos. Já a jornalista Mayara Bezerra, de Santa Cruz do Capibaribe, assina “Quando há música em todo lugar”, um texto que atenta para a potência inventiva de experimentar o que se ouve. O jornalista GG Albuquerque, de Recife, escreve “Mega embrazamento avançado”, um ensaio denso e lúcido que propõe a ideia do som corporificado como um sistema de pensamento próprio.</p>
<p>Por fim, Géssica Amorim, do distrito Sítio dos Nunes (sertão do Pajeú), participa da publicação com o texto “Propagação”, uma peça sensível e imagética que desvela o inventário sonoro do cotidiano sertanejo que a circunda, mas ao mesmo tempo se universaliza. Neste mesmo ensaio, a autora conversa com Mestre Zé Bezerra, artista natural de Buíque. Essa troca mudou o rumo do “Crítica de invenção”, transferindo o lançamento do livro que seria no Recife para a Comunidade do Serrote Preto, em Buíque, no Vale do Catimbau.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;Crítica de Invenção&#8221;<br />
Quando: 6 de maio de 2022 (sexta-feira), às 18h<br />
Onde: Comunidade do Serrote Preto, Vale do Catimbau, Buíque/PE<br />
Acesso livre</p>
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		<title>Poeta e crítico Carlos Gomes lança o projeto musical Oliveira, com o disco “Canções não”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/poeta-e-critico-carlos-gomes-lanca-o-projeto-musical-oliveira-com-o-disco-cancoes-nao/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Oct 2019 12:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oliveira é o projeto musical do poeta, crítico e compositor Carlos Gomes (Recife, 1981), que lançou em agosto de 2019 a obra “Canções não”, formada por livro de poemas, espetáculo e disco. O primeiro álbum de Oliveira conta com 10 faixas, produzidas pelo músico Hugo Linns. O disco está disponível para download e streaming gratuitos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70874" aria-labelledby="figcaption_attachment_70874" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/2.-Foto-por-Eric-Gomes_Da-esq.-Hugo-Linns_Carlos-Gomes_Rogê-Victor-B.jpg"><img class="size-medium wp-image-70874 " alt="Eric Gomes/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/2.-Foto-por-Eric-Gomes_Da-esq.-Hugo-Linns_Carlos-Gomes_Rogê-Victor-B-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O primeiro álbum de Oliveira conta com 10 faixas, produzidas pelo guitarrisa Hugo Linns</p></div>
<p>Oliveira é o projeto musical do poeta, crítico e compositor Carlos Gomes (Recife, 1981), que lançou em agosto de 2019 a obra “<strong>Canções não</strong>”, formada por livro de poemas, espetáculo e disco. O primeiro álbum de Oliveira conta com 10 faixas, produzidas pelo músico Hugo Linns. O disco está disponível para download e streaming gratuitos nos sites <strong><a href="https://oliveirape.bandcamp.com/releases" target="_blank">oliveirape.bandcamp.com</a></strong> e <strong><a href="https://carlosgomes.art.br/" target="_blank">carlosgomes.art.br</a></strong>.</p>
<p>A formação do álbum e do show “Canções não”, de Oliveira, conta com voz e violão de aço por Carlos Gomes; viola dinâmica, programação e arranjos por Hugo Linns; baixo acústico por Rogê Victor e participações especiais dos poetas Jomard Muniz de Britto, Nathalia Queiroz e Philippe Wollney. O disco foi produzido com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<p>Carlos Gomes comenta sobre esse novo projeto: “O disco Canções não já estava circulando na internet, pois foi lançado junto com o livro e o espetáculo, mas achei que o melhor era ter uma assinatura específica para ele, no qual eu pudesse concentrar melhor a minha atenção, separando-o dos meus trabalhos de poesia e crítica cultural. Então, Oliveira nasce dessa necessidade de experimentar mais e ir mais fundo nesse processo de gravar, tocar e cantar os meus poemas e canções. A vontade é de continuar a fazer shows e gravar novos discos”.</p>
<p>O álbum Canções não, de Oliveira, estará em breve nas principais plataformas de streaming.</p>
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		<title>Carlos Gomes lança “Canções não” no Teatro Hermilo Borba Filho</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/carlos-gomes-lanca-cancoes-nao-no-teatro-hermilo-borba-filho/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Aug 2019 14:42:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O poeta, pesquisador e crítico Carlos Gomes lança “Canções não”, obra formada por livro, disco e espetáculo, no próximo dia 24 de agosto (sábado), 18h, no Teatro Hermilo Borba Filho. O evento contará com o lançamento da publicação assinada pelo artista, show com as músicas do álbum e participação especial de Jomard Muniz de Britto, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70874" aria-labelledby="figcaption_attachment_70874" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/2.-Foto-por-Eric-Gomes_Da-esq.-Hugo-Linns_Carlos-Gomes_Rogê-Victor-B.jpg"><img src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/2.-Foto-por-Eric-Gomes_Da-esq.-Hugo-Linns_Carlos-Gomes_Rogê-Victor-B-607x404.jpg" alt="Eric Gomes/Divulgação" width="607" height="404" class="size-medium wp-image-70874" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo marca o lançamento do novo livro de Carlos Gomes<br /></p></div>
<p>O poeta, pesquisador e crítico Carlos Gomes lança “Canções não”, obra formada por livro, disco e espetáculo, no próximo dia 24 de agosto (sábado), 18h, no Teatro Hermilo Borba Filho. O evento contará com o lançamento da publicação assinada pelo artista, show com as músicas do álbum e participação especial de Jomard Muniz de Britto, Nathalia Queiroz e Philippe Wollney. A entrada no espetáculo é gratuita e o livro custa R$ 20. O projeto de lançamento do livro conta com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do <strong>Funcultura</strong>.</p>
<p>O livro de poemas “Canções não” começou a ser escrito em 2015. No ano seguinte, ao mesmo tempo que estreava como poeta com o livro “êxodo,” (CEPE, 2016), em que Carlos Gomes conquistou o primeiro lugar no III Prêmio Pernambuco de Literatura, o autor publicava dez poemas em diálogo com fotografias de Amanda Coutinho no site da Revista Cardamomo. Esses poemas viriam a fazer parte do livro “Canções não”, segundo o poeta: <em>“uma espécie de rapsódia sobre corpos e cidades desterradas, na voz/testemunho de um poeta, não necessariamente eu, mas entre um eu e um outro. Tendo como mote os versos de Jomard Muniz de Britto: ó cidade faminta/alimentando-se de letras canções”</em>.</p>
<p>Após o processo de escrita do livro, o autor resolveu musicar os poemas e reuni-los em um disco. O álbum tem direção artística do próprio Carlos, que canta e toca violão de aço, e direção musical de Hugo Linns, que toca viola dinâmica e assina os arranjos. Os disco é quase todo formado por músicas que misturam os poemas da publicação. Além dos poemas/músicas do autor, o álbum traz uma versão musicada de “Urbe”, poema de Cida Pedrosa musicado por Carlos, e cantada pela artista e poeta Nathalia de Queiroz. O disco estará disponível para download gratuito no site <a href="http://www.carlosgomes.art.br/" target="_blank"><strong>www.carlosgomes.art.br</strong></a> e nas principais plataformas de <em>streaming</em>.</p>
<p>Para completar a obra “Canções não”, o autor reuniu os conceitos do livro e do disco no espetáculo que será apresentado no Teatro Hermilo Borba Filho. As músicas serão interpretadas por Carlos, Hugo Linns e Rogê Victor. A apresentação terá a participação especial de Jomard Muniz de Britto, Nathalia Queiroz e Philippe Wollney, ambos presentes no disco. Todos os poemas e canções do espetáculo são de autoria de Carlos Gomes, exceto “Urbe”, de Cida Pedrosa, e “Luzes”, canção de Paulo Leminski.</p>
<p><strong>Sobre o autor -</strong> Carlos Gomes é poeta, pesquisador e crítico, autor do livro “êxodo”, (Poesia, III Prêmio Pernambuco de Literatura, CEPE, 2016), “Canções iluminadas de sol: entre tropicalismos e manguebeats” (Ensaio, Ed. do autor, 2018), entre outros. É editor dos projetos de crítica cultural dos “Outros Críticos”, com a publicação de livros, revistas e debates. Desenvolve pesquisa sobre canção e crítica no doutorado em Teoria da Literatura na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da obra “Canções não”, de Carlos Gomes<br />
Quando: 24 de agosto (sábado), 18h<br />
Local: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, 142, Bairro do Recife)<br />
Entrada: gratuita (retirada do ingresso a partir das 17h)<br />
Haverá venda do livro de poemas “Canções não” (R$ 20)</p>
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		<title>Livro celebra uma década de atividades do projeto &#8216;Outros Críticos&#8217;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-celebra-uma-decada-de-atividades-do-projeto-outros-criticos/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-celebra-uma-decada-de-atividades-do-projeto-outros-criticos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 15:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tiago Montenegro É de comemorarmos a resistência de um projeto de crítica cultural nos tempos em que vivemos. Há 10 anos, surgia no Recife o &#8220;Outros Críticos&#8221; (OC), ideia do editor Carlos Gomes e da designer Fernanda Maia que ganhou &#8216;corpo&#8217; virtual em um blog, depois um site; e físico por meio de publicações como as doze edições da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>Tiago Montenegro</strong></em></p>
<p>É de comemorarmos a resistência de um projeto de crítica cultural nos tempos em que vivemos. Há 10 anos, surgia no Recife o &#8220;Outros Críticos&#8221; (OC), ideia do editor Carlos Gomes e da designer Fernanda Maia que ganhou &#8216;corpo&#8217; virtual em um blog, depois um site; e físico por meio de publicações como as doze edições da Revista Outros Críticos. Apenas entre os anos de 2014 e 2016, mais de 100 autores contribuíram com textos originais para a Revista, sempre lançada com debates e apresentações artísticas, e que já teve 3.400 exemplares distribuídos ou comercializados.</p>
<div id="attachment_63112" aria-labelledby="figcaption_attachment_63112" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Édipo, Roazzi, Gomes e Maia</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/oc-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-63112" alt="Édipo, Roazzi, Gomes e Maia" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/oc-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A designer Fernanda Maia e o editor Carlos Gomes são idealizadores do projeto</p></div>
<p>Para celebrar este ciclo virtuoso, que tem impactado positivamente na articulação de artistas e jornalistas pernambucanos e ainda na formação<br />
crítica de interessados e pesquisadores da arte, será lançada nesta quinta- feira, 20/09, o livro <strong>O outro é uma queda</strong>. A publicação, com tiragem de 500 cópias e que contou com o apoio da CEPE Editora, reúne textos de mais de 30 autores que colaboraram com a Revista até aqui e ainda 30 reflexões inéditas de Fabiana Moraes, Bernardo Oliveira, Carol Almeida, Priscilla Campos, GG Albuquerque, Marcelo Coutinho e Amanda Coutinho.</p>
<p><em>&#8220;Convidei pessoas de áreas diferentes, cujos trabalhos eu já acompanhava, mas que a maioria ainda não tinha escrito pra OC. Fui tendo uma espécie de norte para a publicação à medida que esses ensaios foram chegando, então comecei a pegar o material de arquivo e fazer o que tô chamando de &#8216;seleção crítico- afetiva&#8217;, pois não se tratou de escolher os &#8216;melhores textos&#8217;, mas aqueles que são importantes para contar a história da OC, que passa pela relação do diálogo entre criação e crítica, pelo trabalho mais inventivo na linguagem com reflexão crítica&#8221;,</em> apresenta o editor Carlos Gomes.</p>
<div id="attachment_63114" aria-labelledby="figcaption_attachment_63114" class="wp-caption img-width-351 alignnone" style="width: 351px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arte/Capa do livro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/capa-oc.jpg"><img class="size-medium wp-image-63114" alt="Arte/Capa do livro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/capa-oc-351x486.jpg" width="351" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Arte de capa de Fernanda Maia para o livro &#8216;O outro é uma queda&#8217;</p></div>
<p>O diálogo e a importante relação da Outros Críticos com artistas e jornalistas culturais é uma das avaliações que Carlos faz desta trajetória:<br />
<em>&#8220;Digo que foi uma via de mão dupla porque não fomos aqueles críticos que se posicionam em um lugar acima do artista, para julgar, dar nota, dizer se o trabalho é bom ou ruim. O que nos interessou foi descobrir fendas e fraturas para falar dos artistas, de seus trabalhos&#8221;</em>.</p>
<p>Sobre os interesses que moviam os idealizadores em 2008 e a perspectiva de sustentabilidade dos projetos nesta área, Carlos comenta que <em>&#8220;naquela época, existiam muitos projetos mais voltados à internet e que apostavam na internet como meio para se ter mais liberdade de escrita, de linguagem, de misturar essas linguagens sem as limitações próprias do impresso. Com o tempo, percebemos que o número de publicações cresceu tanto, o tempo ficou mais curto e ninguém consegue mais ler textos longos na internet. Observamos, então, essa &#8216;potência do trabalho impresso&#8217;. De cinco anos pra cá, tem surgido várias editoras de pequeno porte e selos editoriais pensando no formato livro; muitos artistas e editores estão se juntando em coletivos, o que tem funcionando bem para fomentar as publicações&#8221;</em>.</p>
<p>Além do apoio da CEPE Editora, <strong>O outro é uma queda</strong> conta também com a parceria dos autores presentes no livro, também de alguns artistas visuais e ilustradores que fizeram capas de edições da Revista e cederam suas produções para comercialização de cartazes disponíveis <a href="http://loja.outroscriticos.com/?v=19d3326f3137" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>. <em>&#8220;A gente sempre teve a sorte de todos que a gente convidava para colaborar com a Revista toparem fazer o trabalho. Uma relação para além da ideia de &#8216;brodagem&#8217; porque sempre que houve incentivo, fizemos questão de pagar pelas contribuições. Então, nesse momento sem incentivo, foi bacana ver essa &#8216;onda&#8217; voltando, dos artistas dando autorizações para ajudar a fomentar o livro&#8221;</em>, comemora Carlos.</p>
<div id="attachment_48002" aria-labelledby="figcaption_attachment_48002" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Escritor-premiado-Carlos-Gomes-com-mediação-do-historiador-André-Ribas.jpg"><img class="size-medium wp-image-48002" alt="Foto Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Escritor-premiado-Carlos-Gomes-com-mediação-do-historiador-André-Ribas-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text"><br />Carlos Gomes apresentando a Revista OC em escola estadual de Pernambuco, durante edição do projeto Outras Palavras</p></div>
<p>Para o futuro próximo, a ideia é manter o <a href="https://outroscriticos.com/" target="_blank"><strong>site</strong></a> no ar, com postagens mensais, entre entrevistas e outros conteúdos críticos. Todas as publicações do projeto estão disponíveis para compra na <a href="https://loja.outroscriticos.com/loja/?v=19d3326f3137" target="_blank"><strong>loja online</strong></a> e a aquisição dos produtos ajuda a fomentar a iniciativa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SERVIÇO</strong></span></p>
<p><strong>LANÇAMENTO DO LIVRO &#8220;O OUTRO É UMA QUEDA&#8221;</strong><br />
<em>Celebração dos 10 anos do projeto Outros Críticos</em><br />
Quinta-feira, 20/09 | A partir das 18h30<br />
Local: Sexto Andar (Edifício Pernambuco &#8211; Av. Dantas Barreto, 324 / Recife)<br />
Programação: Debate e feirinha de publicações, com Carlos Gomes (Outros Críticos), Schneider Carpeggiani (Suplemento Pernambuco/Cepe Editora), Fred Caju (Castanha Mecânica/Mopi), Dandara Palankof (revista Plaf) e Heitor Melo (revista Propágulo).<br />
Acesso Gratuito<br />
Valor do livro: R$ 35,00</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Outros Lançamentos</strong></span></p>
<p><strong>Segunda-feira, 24/09 | A partir das 15h</strong><br />
Local: Editora UFPE (R. Acdo. Hélio Ramos, 20 &#8211; Cidade Universitária, Recife) Apresentações e debate com os autores: Marcelo Coutinho (Artes Visuais), Liana Gesteira (Dança) e Fernanda Maia (Literatura)</p>
<p><strong>Sexta-feira, 28/09 | A partir das 19h </strong><br />
Local: Livraria Tapera Taperá (2º andar, loja 29, Av. São Luís, 187 &#8211; República, São Paulo)<br />
Debate com as autoras Priscilla Campos e Marina Suassuna, que conversam com a cantora e compositora Ava Rocha e a pesquisadora e jornalista Sheyla Miranda.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Lista de autoras e autores</strong></span></p>
<p>Alessandra Leão, Amanda Coutinho, Ana Lira, Ana Luisa Lima, Angela Prysthon, Bernardo Oliveira, Bruna Rafaella Ferrer, Bruno Vitorino, Carlos Gomes, Carol Almeida, Conrado Falbo, Cristhiano Aguiar, Débora Nascimento, Fabiana Moraes, Fernanda Capibaribe, Fernanda Maia, Fred Coelho, GG Albuquerque, H.d. Mabuse, Jeder Janotti Jr., Jocê Rodrigues, Jomard Muniz de Britto, José Juva, Júlio Rennó, Karol Pacheco, Kiko Dinucci, Liana Gesteira, Lula Marcondes, Marcelo Coutinho, Marina Suassuna, Paulo Cunha, Priscilla Campos, Rafael de Queiroz, Renata Pimentel, Rodrigo Caçapa, Rodrigo Édipo, Rodrigo Campos, Ricardo Maia Jr. e Romulo Fróes.</p>
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		<title>Sebo Casa Azul realiza nova edição do sarau literário com o poeta Carlos Gomes</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2018 21:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59542" aria-labelledby="figcaption_attachment_59542" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26084403747_35c2e72923_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-59542" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26084403747_35c2e72923_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Carlos também é editor dos projetos de crítica cultural do Outros Críticos e no sarau vai apresentar poemas e canções de um livro e disco que estão sendo produzidos desde 2016</p></div>
<p>O Sebo Casa Azul realiza neste sábado (30), às 20h33, uma nova edição dos saraus literários que estão movimento o espaço em Olinda. Desta vez o convidado será o poeta e crítico Carlos Gomes, autor dos livros de poesia <strong><i>êxodo, </i></strong>(vencedor do III Prêmio Pernambuco de Literatura) e<i><strong> canto primeiro (ou desterrados)</strong></i>. A entrada é gratuita.</p>
<p>Recentemente, o escritor<i> </i>lançou o livro <strong><i>Canções iluminadas de sol</i></strong>, um estudo comparado das canções do tropicalismo e do manguebeat, produzido com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura,</p>
<p>Carlos também é editor dos projetos de crítica cultural do Outros Críticos e no sarau vai apresentar poemas e canções de um livro e disco que estão sendo produzidos desde 2016. O disco conta com a produção musical de Paes (músico, compositor e produtor recifense), que se apresentará junto com Carlos Gomes no Sarau da Casa Azul, num formato que inclui vozes, violão, baixo, guitarra, synth e percussão.</p>
<p><strong><a href="http://www.revistacardamomo.com/wp-content/uploads/2016/11/canto-primeiro-carlos-gomes-2016.pdf" target="_blank">Na internet</a></strong> é possível ler gratuitamente <i>canto primeiro (ou desterrados)</i>, com os dez poemas de Carlos Gomes que farão parte do disco e livro que serão lançados no próximo ano, e que compõem o repertório da apresentação na Casa Azul.</p>
<p>No sebo estarão à venda os livros <i>êxodo,</i> e <i>Canções iluminadas de sol,</i> ambos por R$ 15,00, além de publicações do Outros Críticos, como a revista (R$ 10,00) e o livro de Thiago Soares sobre a música brega de Pernambuco (R$ 15,00).<b> </b></p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Sarau com Carlos Gomes no Sebo Casa Azul<br />
Sábado (30) | 20h33<br />
Rua 13 de Maio, 121, Carmo, Olinda<br />
Gratuito</p>
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		<item>
		<title>Outras Palavras para falar sobre poesia, Manguebeat e cantoria popular</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2018 15:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Logo na entrada da Escola Estadual Profª Rita Maria, em Orobó, no Agreste pernambucano, o escritor Carlos Gomes e o cantador e repentista Adiel Luna deram de cara com uma surpresa das boas. Estudantes e professores da escola os esperavam na última terça-feira (22) com abraços, chocolates e sorrisos nos rostos, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60838" aria-labelledby="figcaption_attachment_60838" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41400749435_235ead3700_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60838" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41400749435_235ead3700_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Em Orobó o Outras Palavras completou a marca de 40 cidades alcançadas. De 2015 pra cá, o projeto atingiu mais de 510 escolas, interagiu com mais de 12 mil alunos e deixou nas bibliotecas das instituições de ensino por onde passou mais de 5.100 livros</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Marcus Iglesias</strong></em></p>
<p>Logo na entrada da Escola Estadual Profª Rita Maria, em Orobó, no Agreste pernambucano, o escritor Carlos Gomes e o cantador e repentista Adiel Luna deram de cara com uma surpresa das boas. Estudantes e professores da escola os esperavam na última terça-feira (22) com abraços, chocolates e sorrisos nos rostos, a forma que escolheram para agradecer a ida dos artistas pernambucanos até seu município dentro do projeto <strong>Outras Palavras</strong>. Sabiam que aquela tarde seria diferente porque a educação ganharia um toque especial, artístico, um momento de reflexão importante para jovens estudantes da rede pública estadual de ensino.</p>
<div id="attachment_60837" aria-labelledby="figcaption_attachment_60837" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/40495999090_9c522a462a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60837" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/40495999090_9c522a462a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Alguns municípios nós já fomos mais de uma vez, mas a nossa meta é chegar a todas as microrregiões do estado. Ao todo, são doze, e faltam apenas três delas para completarmos Pernambuco inteiro”, comemorou Marcos Henrique Lopez, da equipe do Outras Palavras</p></div>
<p><em>“A gente também está muito feliz com essa recepção porque aqui em Orobó o <strong>Outras Palavras</strong> completa a marca de 40 cidades alcançadas. Alguns municípios nós já fomos mais de uma vez, mas a nossa meta é chegar a todas as microrregiões do estado. Ao todo, são doze, e faltam apenas três delas para completarmos Pernambuco inteiro”,</em> comemorou Marcos Henrique Lopez, da equipe do projeto, que de 2015 pra cá atingiu mais de 510 escolas, interagiu com mais de 12 mil alunos e deixou nas bibliotecas das instituições de ensino por onde passou mais de 5.100 livros.</p>
<p>As surpresas para os dois artistas não haviam acabado na entrada da escola. No início da atividade, a estudante Taynara, do 3º ano, cantou uma toada com versos que homenageavam Chico Science e o Manguebeat, abrindo os caminhos para o que viria em seguida, quando o grupo de dança Profª Rita Maria, formado por oito alunas da escola, apresentou uma coreografia baseada na música <a href="https://www.youtube.com/watch?v=7dWLyC7lafo" target="_blank"><strong>Forró Bom</strong></a>, de Adiel Luna, sob a orientação da professora Emília.</p>
<div id="attachment_60836" aria-labelledby="figcaption_attachment_60836" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/28429219728_fdb534fa94_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60836 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/28429219728_fdb534fa94_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A atividade começou com a estudante Taynara, do 3º ano, cantando uma toada com versos que homenageavam Chico Science e o Manguebeat</p></div>
<p>Estudante de escola pública na infância, Carlos Gomes foi o primeiro a conversar com os alunos. Atualmente ele trabalha como professor de Português e Literatura numa escola técnica do Recife. É também editor e fundador do blog de crítica de arte <strong><a href="https://outroscriticos.com/" target="_blank">Outros Críticos</a></strong>, que posteriormente se transformou numa revista impressa e completa em 2018 seus dez anos de estrada; e é autor de dois livros: O de poesias <strong>êxodo,</strong>, vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, e o <strong>Canções Iluminadas de Sol</strong>, lançado este ano, que faz uma análise sobre os pontos em comum entre dois movimentos musicais brasileiros, a Tropicália, na Bahia, e o Manguebeat, em Pernambuco.</p>
<p>Dentro do auditório onde aconteceu a atividade havia um painel com uma dezena de perguntas escritas por estudantes do 3º ano sobre a pesquisa que Carlos Gomes desenvolveu no seu mais recente livro. <em>“Como você avalia o Movimento Manguebeat hoje, 20 anos depois, e qual a sua importância para a música brasileira?”</em>, ou “<em>Uma das maiores características do Manguebeat é a crítica social. E o cenário político atual? Dá pra fazer política com música?”</em> eram algumas delas.</p>
<div id="attachment_60845" aria-labelledby="figcaption_attachment_60845" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41580664814_f24a8054e6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60845 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41580664814_f24a8054e6_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Dentre outras atividades que acumula, Carlos Gomes é editor e fundador do blog de crítica de arte Outros Críticos, que posteriormente se transformou numa revista impressa e completa em 2018 seus dez anos de estrada</p></div>
<p>Ao dar início à sua fala, Carlos Gomes convidou uma aluna para recitar um dos poemas do livro <strong>êxodo,</strong>, ao seu lado, mostrando na prática a experiência que faz nos seus textos. <em>“Quando eu comecei a fazer o poema, e eu falava de êxodo, de estrada, e comecei a pensar nas suas margens. Cada margem é uma estrofe, e as duas unidas se transformam na estrada em si”,</em> explicou o autor, reforçando que lendo o livro a ideia fica mais clara de se entender.</p>
<p>Ao tratar de <strong>Canções Iluminadas de Sol</strong>, lançado este ano, ele fez uma análise sobre os pontos em comum entre dois movimentos musicais brasileiros, a Tropicália, na Bahia, e o Manguebeat, em Pernambuco. Para isso, apresentou duas músicas: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=P-DdzOJOaH4" target="_blank"><strong>Coco Dub</strong></a>, de Chico Science e Nação Zumbi; e <a href="https://www.youtube.com/watch?v=pObbaUIqlQU" target="_blank"><strong>Bat Macumba</strong></a>, de Caetano Veloso e Gilberto Gil. <em>“Minha ideia no livro é encontrar a intercessão entre os dois movimentos. Na primeira música, você tem o experimento da ressonância da guitarra, numa sensação de circularidade, com o som do coco, que também traz essa impressão. Já no segundo caso, a brincadeira de misturar as palavras Batman, um ícone da cultura pop dos gibis que explodia na época, e Macumba, que representa uma cultura, uma sonoridade, já é um tipo de reflexão e crítica sobre a sociedade que está se construindo”,</em> reflete o autor.</p>
<div id="attachment_60840" aria-labelledby="figcaption_attachment_60840" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41580658794_1fd9462fa8_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60840 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41580658794_1fd9462fa8_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Carlos também é autor de dois livros: O de poesias &#8216;êxodo,&#8217;, vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, e o &#8216;Canções Iluminadas de Sol&#8217;, lançado este ano</p></div>
<p><em>“Para os tropicalistas, a crítica estava na forma e no conteúdo, e no Manguebeat havia a crítica em relação ao ambiente das cidades, espaços urbanos, e na sonoridade também, quando ele coloca a música de raiz, da cultura popular, num espaço de vanguarda”,</em> pontua Carlos Gomes, respondendo ainda a diversas outras questões sobre o Manguebeat que os alunos faziam.</p>
<p>Em seguida foi a vez dele que é um dos participantes de longas datas do <strong>Outras Palavras</strong>, o cantador e repentista Adiel Luna, tomar a palavra. Ele já passou por vários cantos do Brasil levando sua cantoria de viola, mas revela que é no ambiente escolar que se encontra como artista-cidadão. <em>“Respondendo a uma das perguntas do quadro, eu não acredito em intervenção política acerca da educação se a cultura não andar junto. Hoje minha cultura é meu ganha-pão, é como sustento minha família. O que eu faço meu pai, meu avô e minha bisavó já faziam. A diferença é que hoje a gente tem uma atenção maior por conta de políticas públicas como essa que estamos vivenciando agora”,</em> opinou.</p>
<div id="attachment_60839" aria-labelledby="figcaption_attachment_60839" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41400752255_1e67799af5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60839 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41400752255_1e67799af5_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Eu não acredito em intervenção política acerca da educação se a cultura não andar junto&#8221;, disse o cantador Adiel Luna aos estudantes</p></div>
<p>Falando para um público do Agreste pernambucano, ele contou como foi a sua chegada em São Lourenço da Mata, na sua adolescência. <em>“Quando eu tinha a idade de vocês fui morar na Região Metropolitana do Recife, e na época eu me vestia, segundo eles, de uma forma antiquada. Vocês podem imaginar o tipo de brincadeira de mau gosto que eu ouvia, e isso me fez desacreditar várias vezes da minha origem. Hoje em dia todo alternativo do Recife tem uma alpercata e uma bota, mas na época eu sofri bastante preconceito por ser como eu era”,</em> disse Adiel Luna, para em seguida puxar toadas do cancioneiro popular como <strong>Ajoelha</strong> e <strong>Mulher ingrata e fingida</strong>, cantados em coro pelos estudantes no auditório. Depois convidou a estudante Taynara a soltar a voz novamente, desta vez ao seu lado, com a canção <strong>Boi Cigano</strong>.</p>
<div id="attachment_60842" aria-labelledby="figcaption_attachment_60842" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42301744721_d6de4efc9e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60842 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/42301744721_d6de4efc9e_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Num dos momentos da sua apresentação, Adiel Luna convidou a estudante Taynara para cantar mais uma vez</p></div>
<p><em>“Pernambuco é um dos lugares que mais recebe turistas no mundo todo, e o mundo vem pra cá é pra conhecer nossa ciranda, nossos cantadores e o coco de roda, entre outras coisas. A gente precisa enaltecer nossa cultura porque assim vamos enaltecer a nós mesmos. Essas toadas são coisas da gente, é uma herança que vem bem de antes. Não vamos perder a nossa essência, porque sempre que a gente a segue coisas boas acontecem“,</em> concluiu o cantador, que tem três discos lançados:<strong> Coco Camará</strong> (2010), <strong>Onde As Violas Se Encontram</strong> (2013) e <strong>Baionada</strong> (2015).</p>
<p>Esta edição do <strong>Outras Palavras</strong> em Orobó contou também com a presença de uma representante da Associação de Artesãs de Orobó, com peças de frivolité, uma das tradições da cidade, além de estudantes de outras quatro escolas da região: Escola Municipal Leonardo Pimentel; Escola Municipal Paulo Freire; Escola Estadual Antônio Prado; e Escola Estadual Abílio Barbosa.</p>
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		<title>Livro traz estudo comparado entre Tropicalismo e Manguebeat</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2018 22:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Movimentos musicais nascidos em momentos diferentes da história brasileira, o Tropicalismo e o Manguebeat passaram por processos semelhantes até a sua solidificação nas décadas de 1960 e 1990, respectivamente. Fruto da pesquisa de mestrado do crítico musical Carlos Gomes, o livro “Canções Iluminadas de Sol” faz um estudo comparado entre os dois [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59542" aria-labelledby="figcaption_attachment_59542" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26084403747_35c2e72923_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59542" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26084403747_35c2e72923_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Livro é fruto da pesquisa de mestrado do crítico musical Carlos Gomes</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Movimentos musicais nascidos em momentos diferentes da história brasileira, o Tropicalismo e o Manguebeat passaram por processos semelhantes até a sua solidificação nas décadas de 1960 e 1990, respectivamente. Fruto da pesquisa de mestrado do crítico musical Carlos Gomes, o livro “Canções Iluminadas de Sol” faz um estudo comparado entre os dois cenários, explorando seus contextos políticos, sociais e culturais, sem determinar influência de um movimento sobre o outro.  Com apoio do Governo do Estado, através do Funcultura, o material é lançado neste sábado (14), às 19h, na Galeria MauMau, onde o autor promove um debate com as participações de Jormard Muniz de Brito, Paulo Marcondes e H.d. Mabuse, que também fará um show na ocasião.</p>
<p>“A partir do meu desejo de pesquisar sobre canção brasileira de forma mais profunda, fui me aproximando de temas que circundavam entre ‘canção’ e ‘crítica’. Eu percebia, ainda que embrionariamente, que no Tropicalismo e no Manguebeat haviam terrenos poucos explorados sobre essa relação”, explica Carlos, ao falar que entre as motivações para a pesquisa também estavam leituras da produção acadêmica de Santuza Cambraia Naves, onde era o empregado o conceito da “canção crítica”, em que defendia a canção como veículo do debate intelectual.</p>
<p>Não é à toa que, ao invés de investigar sobre os artistas e álbuns, o autor se dedicou principalmente à análise de canções isoladas dos dois períodos. “Eu vinha pensando em tratar as canções, em abordá-las com uma escrita entre o ensaio e a análise mais formal, de forma mais fragmentada. Pensando mais as canções e menos nos álbuns fechados, me levava a exercer essa forma de pesquisa. Não se trata de achá-la a melhor para esse tipo de trabalho, mas me pareceu a mais apropriada para o livro que eu estava fazendo, para o que eu estava intuindo das relações entre as próprias canções e os temas que eu ia construindo”, justificou ele o caminho seguido.</p>
<div id="attachment_59543" aria-labelledby="figcaption_attachment_59543" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39147375670_4ecea2bd9a_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59543" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39147375670_4ecea2bd9a_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Beatriz Melo, Mabuse, Paulo Marcondes, Fernanda Maia, Carlos Gomes e Jomard Muniz de Britto, que participam do lançamento</p></div>
<p>No entanto, Carlos Gomes destaca que o estudo não tem o objetivo de apresentar um movimento como influência do outro, pelo contrário. “Comparar artistas e canções de períodos distintos não determina que o que vem depois seja necessariamente influenciado ou tenha algum tipo de débito artístico com o que veio antes. É possível articular movimentos, movimentações e coletivos sem necessariamente enquadrar os artistas envolvidos num mesmo caminho estético. É possível inventar coletivamente e manter a individualidade de suas vozes. Esse é um tipo de conquista que me parece revelador tanto do tropicalismo quanto do manguebeat”, observa ele, que também editor da revista Outros Críticos, ao avaliar o legado dos seus objetos de estudo no cenário atual.</p>
<p>Entre as novas percepções que o livro traz também está a relação entre o jornalismo e a crítica na construção dos cenários. “A transformação da ‘tropicália’ em ‘tropicalismo’ e do ‘manguebit’ em ‘manguebeat’, o entre ‘ismos e beats’ a que me refiro no livro, também foi um terreno que não havia sido abordado, pelo menos na relação que trago, com a noção de ‘movimento’, ‘coletivo’”, adianta Carlos. Além do debate, o evento de lançamento também contará com exposição de Beatriz Melo, que venderá seus originais na ocasião. O livro “Canções Iluminadas de Sol” custará R$ 15 e, a partir da segunda-feira, também estará disponível na loja PassaDisco e no site <a href="http://www.outroscriticos.com">www.outroscriticos.com</a>.</p>
<p><b>SERVIÇO<br />
</b><i>Lançamento do livro “Canções iluminadas de sol”, de Carlos Gomes<br />
</i>Quando: Neste sábado (14), às 19h<br />
Onde: Galeria MauMau (Rua Nicarágua, 173 – Espinheiro/Recife)<br />
Entrada Gratuita</p>
<div id="attachment_59544" aria-labelledby="figcaption_attachment_59544" class="wp-caption img-width-447 alignnone" style="width: 447px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40973385391_de2ae46ba0_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59544" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40973385391_de2ae46ba0_k-447x600.jpg" width="447" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Canções Iluminadas de Sol</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotografia elege sua Setorial e delegados que vão para a IV CEC-PE</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 15:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56324" aria-labelledby="figcaption_attachment_56324" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38356300074_b49c3e3b7c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56324 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38356300074_b49c3e3b7c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Membros eleitos para a Comissão Setorial de Fotografia, que terá mandato de dois anos</p></div>
<p>O segmento de Fotografia de Pernambuco realizou sua Pré-Conferência setorial nesta última quinta-feira (14), no Museu do Trem, para debater e ampliar as discussões dos oitos eixos da Minuta do Plano Estadual de Cultura. O encontro também teve o objetivo de eleger os delegados que irão participar da Plenária Final da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/cecpe/" target="_blank"><strong>IV Conferência Estadual de Cultura (IV CEC-PE)</strong></a>, bem como definir os doze membros que vão compor a Comissão Setorial de Fotografia, com mandatos garantidos por dois anos.</p>
<div id="attachment_56329" aria-labelledby="figcaption_attachment_56329" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39035869282_cbe9a16888_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56329 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39035869282_cbe9a16888_k-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a><p class="wp-caption-text">Dezenas de fotógrafos do estado participaram da Pré-Conferência</p></div>
<p style="text-align: left;"><em>“Este é um momento muito importante para quem faz fotografia em Pernambuco, não só em relação ao que a gente tem a oferecer para o Plano Estadual de Cultura, mas também ter nosso ouvido reaberto através da Comissão Setorial de Fotografia, que já terá tarefas importantes pela frente para gente consolidar, como as discussões a respeito dos editais e da nossa participação no Funcultura”,</em> disse Jarbas Araújo, assessor de Fotografia da Secult-PE.</p>
<div id="attachment_56326" aria-labelledby="figcaption_attachment_56326" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38356323784_63fa9fefa0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56326 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38356323784_63fa9fefa0_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“Este é um momento muito importante para quem faz fotografia em Pernambuco&#8221;, comemorou o assessor de Fotografia, Jarbas Araújo</p></div>
<p style="text-align: left;">O conselheiro estadual de Política Cultural, Carlos Gomes, representante de Fotografia e Artes Visuais, também celebrou a realização da Pré-Conferência de Fotografia. <em>“Como a gente diz no sertão, muita sombra e luz pra gente neste dia. É um marco histórico para a cultura pernambucana ter este momento de discutir o que queremos para o Plano Estadual de Cultura. Outra situação muito importante é sairmos daqui com os eleitos da Setorial de Fotografia, para que possamos trabalhar em cima das ações e editais que temos em Pernambuco”,</em> pontuou Carlos Gomes.</p>
<div id="attachment_56328" aria-labelledby="figcaption_attachment_56328" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39035864622_8d54efb683_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56328 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39035864622_8d54efb683_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;É um marco histórico para a cultura pernambucana ter este momento de discutir o que queremos para o Plano Estadual de Cultura&#8221;, destacou o conselheiro estadual de cultura, Carlos Gomes</p></div>
<p style="text-align: left;">Silvana Meireles, secretária executiva de Cultura, ressaltou que mais do que a manutenção de um diálogo com a sociedade civil, atendendo aos seus anseios e demandas, a IV CEC-PE é também um ato de resistência. <em>“Até outubro passado, nenhum estado, além de Pernambuco, tinha anunciado a realização de sua Conferencia. E nós da Secult-PE e Fundarpe escolhemos manter a prática do diálogo com a sociedade, o que é imprescindível quando é necessário realizar um debate sobre as políticas públicas. Neste caso específico, vivemos uma Conferência singular. Não só porque ela não está atrelada aos municípios ou à União, mas porque nós vamos discutir efetivamente o Plano Estadual de Cultura”,</em> detalhou Silvana Meireles.</p>
<div id="attachment_56331" aria-labelledby="figcaption_attachment_56331" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39066598081_d2d2a3cdd2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56331 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39066598081_d2d2a3cdd2_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A secretária executiva de Cultura, Silvana Meireles, ressaltou que mais do que a manutenção de um diálogo com a sociedade civil, a IV CEC-PE é também um ato de resistência</p></div>
<p style="text-align: left;">Nas outras três conferências estaduais de cultura, foram realizadas discussões, propostas, diagnósticos e debates sobre a política cultural no estado. Dessa vez, a IV CEC-PE parte do resultado de todos esses momentos realizados nos últimos doze anos de construção da sociedade civil, que estão compilados na <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/minuta-1-plano-estadual.pdf" target="_blank">Primeira Minuta do Plano Estadual de Cultura</a>.</p>
<p>Durante a abertura, Silvana Meireles também tratou do PL Nº 1774/2017, de autoria do deputado Ricardo Costa, que dispõe sobre a “proibição de exposições artísticas ou culturais com teor pornográfico em espaços públicos, no âmbito do Estado de Pernambuco”. <em>“A gente vive tempos muito esquisitos no Brasil, em que não só o diálogo com a sociedade civil está se reduzindo cada vez mais, como há uma criminalização da arte e do conhecimento. E isso é muito grave, porque silencia as vozes que refletem, instigam, propõem e questionam. Isso se reflete em projetos de lei como o do deputado estadual Ricardo Costa”.</em></p>
<div id="attachment_56325" aria-labelledby="figcaption_attachment_56325" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38356316484_84532c0fb9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56325 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38356316484_84532c0fb9_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ao longo do dia, os credenciados na Pré-Conferência puderam debater sobre o Plano Estadual de Cultura, dando sugestôes para a primeira minuta</p></div>
<p style="text-align: left;"><em>“Esse projeto foi apresentado na Assembleia Legislativa de Pernambuco no final de novembro, e durante as nossas Pré-Conferências temos lido <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/cecpe/carta-aberta-de-repudio-ao-projeto-de-lei-do-deputado-ricardo-costa/" target="_blank">uma Carta de Repúdio a esse PL</a>, assinada inicialmente pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, Fundarpe, e o Conselheiro do Audiovisual do estado, e que já conta com a participação de várias outras instituições e instâncias”</em>, comentou a secretária executiva da Secult-PE. Em seguida, a Silvana Meireles leu a carta e consultou se os credenciados queriam também subscrevê-la, como tem acontecido nas outras Pré-Conferências Regionais e Setoriais de Cultura. Com apenas uma abstenção, os participantes decidiram assinar o documento que se opõe “à censura explícita às artes que esse projeto de lei se destina.</p>
<div id="attachment_56330" aria-labelledby="figcaption_attachment_56330" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39066582291_ba14266c77_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56330 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39066582291_ba14266c77_k-607x370.jpg" width="607" height="370" /></a><p class="wp-caption-text">GTs debateram sobre os oito eixos estratégicos da Primeira Minuta do Plano Estadual de Cultura</p></div>
<p style="text-align: left;">Após as discussões dos GT’s, que contribuíram com sugestões e alterações nos objetivos estratégicos da Primeira Minuta do Plano Estadual de Cultura, cuja versão final será votada na Plenária Final da IV Conferência Estadual de Cultura, marcada para os dias 16, 17 e 18 de março do ano que vem no Centro de Convenções, em OIinda.</p>
<p>Em seguida, houve a eleição dos doze membros da Comissão Setorial do segmento, entre titulares e suplentes, além dos dois delegados (e seus respectivos suplentes) que vão participar da Plenária Final da IV Conferência Estadual de Cultura, agendada para março de 2018, no Centro de Convenções. Confira a lista:</p>
<div id="attachment_56327" aria-labelledby="figcaption_attachment_56327" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39035847472_eb22193f40_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56327 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39035847472_eb22193f40_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Delegados eleitos na Pré-Conferência Estadual de Cultura para representar a sociedade civil na Plenária Final</p></div>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Delegados eleitos da sociedade Civil</strong></span><br />
Geyson Magno Tôrres Monteiro<br />
Mariana Lima<br />
Suplentes<br />
Paulo César Filizola<br />
Paulo César Carneiro Kémmer</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Membros eleitos para a Comissão Setorial de Fotografia</strong></span><br />
Titulares<br />
Roberta Barbosa Guimarães (Recife)<br />
Mariana Lima (Recife)<br />
Weldjane Mary Régis de Araújo (Recife)<br />
Mateus Sá Leitão de Castro Soares (Recife)<br />
Geyson Magno Tôrres Monteiro (Caruaru)<br />
Breno Laprovitera (Recife)</p>
<p>Suplentes<br />
Paulo César Carneiro Kémmer (Recife)<br />
João Henrique Rodrigues da Silva (Recife)<br />
Angela Agra Galvão (Recife)<br />
Ana Maria de Araújo (Recife)<br />
Paulo César Filizola (Recife)<br />
Luciana Suassuna Rodrigues Dantas (Recife)</p>
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		<title>Grupo Bongar e debate sobre o papel da arte marcam lançamento da Outros Críticos #12</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2016 19:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há três anos, o jornalismo cultural em Pernambuco conta com uma importante referência, a revista Outros Críticos. O projeto, iniciado como um blog, já lançou diversas edições impressas envolvendo colaboradores e artistas do estado, e conta também com um site, o futuro &#8220;carro-chefe&#8221; do projeto.  No próximo dia 10 de novembro, a revista encerra um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41690" aria-labelledby="figcaption_attachment_41690" class="wp-caption img-width-331 alignright" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Capa da Outros Críticos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/capa-revistaoc-ed12-Arte-Mariana-de-Matos.jpg"><img class="size-medium wp-image-41690" alt="Reprodução/Capa da Outros Críticos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/capa-revistaoc-ed12-Arte-Mariana-de-Matos-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A capa e a identidade visual da 12ª edição da Outros Críticos é assinada pela artista visual Mariana de Matos</p></div>
<p>Há três anos, o jornalismo cultural em Pernambuco conta com uma importante referência, a revista <strong>Outros Críticos</strong>. O projeto, iniciado como um blog, já lançou diversas edições impressas envolvendo colaboradores e artistas do estado, e conta também com um site, o futuro &#8220;carro-chefe&#8221; do projeto.  No próximo dia 10 de novembro, a revista encerra um ciclo <a href="https://www.facebook.com/events/1234675306605890/?fref=ts" target="_blank">ao lançar a sua 12ª edição</a>, que traz como tema “A arte é a última esperança” &#8211; título de uma obra de Paulo Bruscky.</p>
<p>O evento será realizado no Sexto Andar, no Edifício Pernambuco (Recife), e na ocasião será realizado um debate mediado por Ana Lira (artista visual e fotógrafa), com Guitinho da Xambá (músico), Mariana de Matos (artista visual e escritora), Marcelo Pedroso (cineasta), Iris Regina (educadora e designer do CCJ Recife) e Philippe Wollney (poeta e editor). Em seguida, haverá uma apresentação do Grupo Bongar. A entrada custa R$ 10 e os 100 primeiros compradores receberão uma cópia da revista. Já a versão on-line estará disponível para leitura e download gratuito no site da <strong><a href="http://www.outroscriticos.com" target="_blank">Outros Críticos</a></strong>.</p>
<div id="attachment_41693" aria-labelledby="figcaption_attachment_41693" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bongar_1_Núcleo-de-Produção-OI-Kabum-Recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-41693 " alt="Oi Kabum/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Bongar_1_Núcleo-de-Produção-OI-Kabum-Recife-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Grupo Bongar fará uma apresentação durante o lançamento da 12ª edição da revista. Guitinho da Xambá também participa desta edição na seção &#8216;entrevista&#8217;, numa conversa com o editor Carlos Gomes</p></div>
<p>Segundo Carlos Gomes, editor da revista, o próximo passo é fazer uma avaliação sobre os últimos três anos e pensar em como será o projeto daqui pra frente.<em> “Estamos vendo a possibilidade de crowdfunding para financiar a versão impressa ou a mudança da periodicidade. O certo é que ela vai continuar existindo, mesmo se não tiver incentivo financeiro. A expectativa agora é que a Outros Críticos se volte mais para o site, já temos seis colunistas escrevendo em áreas diversas e, para o próximo ano, mais seis pessoas estarão participando&#8221;</em> adianta Carlos.</p>
<p>Na opinião do editor, a guinada na Outros Críticos começou em 2014, quando mudou a perspectiva de ser independente e ligada apenas à internet. <em>“Na época consegui aprovar no Funcultura um projeto de financiamento que garantisse as revistas impressas. Saímos do virtual e aproveitamos os lançamentos destas edições para a realização dos nossos eventos, sempre com debates ou apresentações musicais”</em>, comenta, ressaltando que tais encontros não estavam previstos no projeto inicial, e foram feitos por conta própria, em parceria com os críticos e os músicos envolvidos. Participaram destes eventos nomes como DJ Dolores, Isaar, Jomard Muniz de Britto, Fabiana Moraes e Rodrigo Campos.</p>
<p>Sobre a marca que a Outros Críticos já deixou no jornalismo cultural pernambucano, Carlos Gomes diz que é &#8220;a<em> revista não se fecha numa redoma de que é algo ‘experimental’ e que não conversa com os outros meios. Muitos dos nossos colaboradores trabalham em redações de jornais, e temos de estagiários a professores de pós-graduação. Mais do que deixar um legado, o mais importante é que construímos este diálogo”.</em></p>
<p><strong>12ª edição</strong><br />
O novo número traz a artista visual Mariana de Matos e o Grupo Bongar como os pontos centrais desta edição. O trabalho de Mariana está presente na capa e nos demais textos, enquanto o Bongar figura na seção ‘entrevista’, numa conversa entre o músico Guitinho da Xambá e o editor Carlos Gomes, marcada por um passeio pela trajetória de 15 anos do grupo.<em><br />
</em></p>
<div id="attachment_41691" aria-labelledby="figcaption_attachment_41691" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Mariana-de-Matos-artista-visual-Foto-victor-jucá.jpg"><img class="size-medium wp-image-41691" alt="Victor Jucá/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Mariana-de-Matos-artista-visual-Foto-victor-jucá-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Junto ao Grupo Bongar, o trabalho da artista Mariana de Matos ganha destaque nesta edição</p></div>
<p>A seção ‘crítica de boteco’ conta com Moacir dos Anjos para refletir sobre a arte política, numa conversa com Renata Pimentel e Mery Lemos. O artigo de abertura foi escrito por Ana Lira e compõe um quadro artístico do Recife e suas variadas movimentações que se cruzam. A revista também incluiu ao tema que intitula essa edição uma interrogação e fez a pergunta a diversos autores, nomes como Paulo Marcondes, Priscilla Buhr, Philippe Wollney, Nathalia Queiroz, Roberta Martinelli e Marcelo Coutinho.</p>
<p>A equipe da Outros Críticos presenta textos sobre Elza Soares, Larissa Luz, Karina Buhr, Iara Rennó e Ava Rocha. Em paralelo, os discos de Alessandra Leão, Cosmo Grão, Juliana Perdigão e do duo Walter Areia e Rafael Marques integram a seção de resenhas, escritos, respectivamente, por Carlos Gomes, Fernando Athayde, GGabriel Albuquerque e Bruno Vitorino. O ensaio de encerramento é do cantor e compositor Romulo Fróes.</p>
<p>A Outro Críticos é impressa com o apoio da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e lançada em versão virtual com apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e da Altovolts. O Sexto Andar e a fotógrafa Camila van der Linden também  apoiam  essa edição.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Lançamento da 12ª edição da revista Outros Críticos &#8211; Show do Grupo Bongar mais debate com Ana Lira, Guitinho da Xambá, Mariana de Matos, Marcelo Pedroso, Iris Regina e Philippe Wollney</em><br />
Quinta (10) | 19h<br />
Sexto Andar, Edifício Pernambuco (Av. Dantas Barreto, 324, Santo Antonio)<br />
R$ 10 (As 100 primeiras pessoas ganham a revista)</p>
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		<title>Livros vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura serão lançados no fim do mês</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2016 17:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma epopeia contemporânea, contos e poemas que aprofundam olhares sobre a existência humana e questionam normas do convívio social integram a mais recente coleção da Cepe Editora. São os livros vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, iniciativa do Governo do Estado (Secult, Fundarpe e Companhia Editora de Pernambuco) que serão apresentadas ao público no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Uma epopeia contemporânea, contos e poemas que aprofundam olhares sobre a existência humana e questionam normas do convívio social integram a mais recente coleção da Cepe Editora. São os livros vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, iniciativa do Governo do Estado (Secult, Fundarpe e Companhia Editora de Pernambuco) que serão apresentadas ao público no próximo dia 31 de março.</p>
<p style="text-align: left;">O lançamento coletivo das cinco publicações será no Museu do Estado, com a presença dos cinco escritores selecionados: Carlos Gomes (<b><i>êxodo,</i></b>); José Juva (<b><i>Watsu</i></b>); Luiz Coutinho Dias Filho <b>(<i>Nós, os bichos</i></b>); Rejane Paschoal (<b><i>Manuscritos em grafite</i></b>); e Mario Filipe Cavalcanti (<b><i>Caninos amarelados</i></b>).</p>
<div id="attachment_34713" aria-labelledby="figcaption_attachment_34713" class="wp-caption img-width-354 alignright" style="width: 354px"><p class="wp-image-credit alignleft">capa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_exodo_.jpg"><img class="size-medium wp-image-34713" alt="capa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_exodo_-354x486.jpg" width="354" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro êxodo, de Carlos Gomes, foi o grande vencedor desta edição</p></div>
<p style="text-align: left;">O Secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja comemora a chegada de publicações “tão instigantes e potencialmente transformadoras”, especialmente em tempos como este, “de ameaças à democracia com a fragilização do Estado Democrático de Direito por agentes do próprio aparelho estatal que se autoproclamam redentores da Pátria; e do ressurgimento de intolerâncias e do ideário moralista e conservador”. Ainda para Marcelino, “a literatura e o gosto pela leitura figuram como instrumentos cada vez mais necessários ao pleno exercício da cidadania e à criação de espíritos livres, críticos e conscientes dos desafios sociais que persistem”.</p>
<p>O diretor-presidente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Ricardo Leitão destaca a importância do certame literário. “O lançamento dos livros dos vencedores deste 3º Prêmio Pernambuco de Literatura confirma dois pontos essenciais: o compromisso do Governo do Estado com a identificação e promoção de novos talentos literários e a integração de esforços da Secult, da Fundarpe e da Cepe, mais uma vez confirmada, com o objetivo de fomentar a cultura em Pernambuco”, assegurou.</p>
<p>Demarcando o papel da literatura como expressão fundante das artes em geral, a continuidade do Prêmio está consolidada no Programa Estadual de Governo para a Cultura. As inscrições para a 4ª edição encerraram-se no dia 11 de março. Mais de duzentos escritores pernambucanos ou residentes do estado estão concorrendo.</p>
<p><b>ESTÍMULO À LEITURA</b></p>
<p>Além da distribuição formal por livrarias e feiras pelo país, as obras do Prêmio também chegam à população por meio de importantes ações da política estadual de literatura, como os projetos <i>Livros Livres</i>, <i>Escambo de Livros</i> e, o mais recente, <i>Outras Palavras</i>. Através de uma parceria com a Secretaria de Educação do Estado, o <i>Outras Palavras</i> já tornou possível a chegada de 1.080 exemplares dos livros selecionados nas duas edições anteriores do Prêmio a 120 escolas públicas de Pernambuco.</p>
<p>Para a Presidente da Fundarpe, Márcia Souto, “a articulação com as políticas de educação e de estímulo a leitura é um norte importante nesse processo permanente de valorização da nossa literatura e dos nossos escritores”. Além da premiação total no valor de R$ 40 mil e publicação de 1.000 exemplares de cada obra, os escritores vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura também vão circular pelo estado, como uma espécie de contrapartida da ação: “Participando de uma roda de diálogo ou facilitando uma oficina literária em um dos eventos realizados pelo Governo do Estado, acreditamos que os escritores podem contribuir com a formação cultural da nossa gente, além de estreitar relações e trocar informações com artistas de outras regiões”, complementa Márcia.</p>
<p><b>AS OBRAS</b></p>
<p style="text-align: left;">Grande vencedor da terceira edição do Prêmio, <b><i>êxodo,</i> </b>é um poema épico e a segunda obra publicada do escritor recifense Carlos Gomes. Em 2012, ele lançou o livro de contos “<i>corto por um atalho em terras estrangeiras</i>”. Carlos também é pesquisador de música popular e crítica cultural, além de editor do <i>Outros Críticos</i>, que atua na produção de revistas, livros e debates culturais na capital pernambucana.</p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;"><i>êxodo, estrada, margem, caminho, geografia, espaço, tempo, morte, vida, animais, poesia, epopeia, narrativa, história, estórias, poema, sangue, sombra, luz, alegria, fome, cidade, esperança, maravilhas: em trinta e seis cantos e toda a literatura e imaginário que nos aprisiona. versos livres e atenção para a terceira margem do rio, da estrada, da página, do livro. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p><b><i>Nós, os bichos</i></b><b> </b>é o livro de contos premiado de Luiz Coutinho Dias Filho. O escritor recifense é também professor universitário, neurocirurgião e neurologista.  A obra é sua segunda incursão literária; em 2014 ele publicou o livro <i>A reconquista do Paraíso e outros poemas</i>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_nos-os-bichos_.jpg"><img class="size-medium wp-image-34714 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_nos-os-bichos_-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><i>Podemos encontrar nas pessoas algo de crocodilo, galo, lobo&#8230; Estamos no alto de uma escada que tem os outros degraus ocupados pelos seres que nos acompanharam na arca de Noé; para chegar aí, passamos por todos estes degraus e decerto trazemos resquícios do que há neles. Nas fábulas, os bichos exibem traços humanos; as histórias deste livro são o inverso das fábulas. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p>Primeira mulher a vencer o Prêmio Pernambuco de Literatura, a escritora recifense Rejane Paschoal reuniu no seu<b> <i>Manuscritos em grafite </i></b>contos que sugerem um mergulho na existência humana. Formada em Direito e em Educação Artística, Rejane também recebeu menções honrosas no 1º Concurso Cepe de Literatura Infantil e Juvenil com o livro <i>Histórias do Encantarerê</i>; e na 1ª edição do Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro de contos (inédito) <i>Memórias para o livro de Nina.</i></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_Manuscritos-em-grafite__.jpg"><img class="size-medium wp-image-34715 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_Manuscritos-em-grafite__-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><i>Os contos aqui reunidos se desenvolvem a partir de temas que aprofundam olhares sobre a existência humana. A memória e a morte como um retrato antigo entre escombros, um olhar sensível sobre personagens e narradores que garante a unidade subjacente da seleção. No percurso labiríntico do livro, o leitor e a leitora poderão, por fim, ouvir o que se oculta no silêncio destes manuscritos. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p>Qual a relação entre o passar do tempo e a consciência de que somos máscaras sociais que perambulam pelas ruas? É um dos muitos questionamentos que ululam em <b>Caninos amarelados</b>, do escritor e advogado recifense Mario Filipe Cavalcanti. Ele é também autor dos livros de contos <i>Comédia de enganos</i> (Penalux, 2013) – semifinalista no Prêmio Sesc de Literatura 2014 –, <i>O circo</i> (EdUFPE, 2015) e <i>Morte e vida e outros contos </i>(EdUFPE, no prelo).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_caninos-amarelados_.jpg"><img class="size-medium wp-image-34716 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_caninos-amarelados_-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><i>Em todos os contos de Caninos amarelados o antagonismo entre “tudo” e “nada” se destrói numa verdadeira fusão. A nadificação dos costumes e construtos sociais se eleva diante do pulsar que existe por trás de cada indivíduo humano. De uma leitura leve e direta, mesclada de reflexões filosóficas, Caninos amarelados desmascara, insinua, ironiza, satiriza e constrói um universo que certamente gerará guinadas nas cabeças dos leitores. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p>Segundo livro de poemas contemplado nesta edição do Prêmio, <b>Watsu </b>é a quarta obra publicada do olindense José Juva. Jornalista, mestre e doutor em Teoria da Literatura, Juva já lançou os livros <i>Deixe a visão chegar: a poética xamânica de Roberto Piva</i> (2012), <i>Vupa</i> (2013) e <i>Breve breu:</i> <i>escritos sobre literatura e cinema</i> (2014).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_watsu_.jpg"><img class="size-medium wp-image-34717 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_watsu_-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><i>A água é uma só. E assume todas as formas possíveis. Este livro possui dois oceanos: “Molhai os delírios do hipocampo” e “Visões noturnas da paz aquática.” Os poemas fluem como muitas águas: na calma da circulação dos líquidos no útero, nas idas e vindas de ondas furiosas, nos rios que não cessam de dizer da impermanência, nas chuvas inumeráveis que nos encontram. São poemas da escuta da vida, arranjos contemporâneos para estimularem êxtase e autoconhecimento.  O universo numa gota de água. Poemas para colocar o corpo na água. Uma arte suave e flexível, alegria rebelde do movimento contínuo. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO</span></b></p>
<p><b>Lançamento dos livros vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura</b></p>
<p>Data: Quinta-feira, 31 de março de 2016<br />
Local: Museu do Estado de Pernambuco – Av. Rui Barbosa, 960 – Graças/Recife<br />
Horário: 19h<br />
Entrada gratuita, venda de livros e mesa de autógrafos no local</p>
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