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	<title>Portal Cultura PE &#187; carnaval 2018</title>
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		<title>Festival Rec-Beat 2019 lança identidade visual e confirma palco em Caruaru</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jan 2019 20:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A dupla cearense Acidum, reconhecida pelo trabalho de arte urbana no Brasil e no exterior, assina a identidade visual do Festival Rec-Beat. A cada edição, o Rec-Beat convida um artista para criar uma obra inédita com sua própria interpretação sobre o festival. Formado por Robezio Marqs e Tereza Dequinta, o Acidum é um dos nomes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A dupla cearense Acidum, reconhecida pelo trabalho de arte urbana no Brasil e no exterior, assina a identidade visual do Festival Rec-Beat. A cada edição, o Rec-Beat convida um artista para criar uma obra inédita com sua própria interpretação sobre o festival.</p>
<p>Formado por Robezio Marqs e Tereza Dequinta, o Acidum é um dos nomes mais celebrados de arte urbana no Brasil e no mundo. Conhecidos pelo seu trabalho com muralismo, o duo ainda trabalha com design, fotografia, graffiti, tatuagem e projetos audiovisuais. As obras estão espalhadas em murais e fachadas de edifícios de diversas cidades, algumas em festivais de arte urbana como o Mural Festival, em Montreal (Canadá).</p>
<div id="attachment_66251" aria-labelledby="figcaption_attachment_66251" class="wp-caption img-width-343 alignnone" style="width: 343px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cartaz Rec-Beat 2019</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Cartaz_Recbeat2019.jpg"><img class="size-medium wp-image-66251" alt="Cartaz Rec-Beat 2019 " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Cartaz_Recbeat2019-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Identidade visual da edição 2019</p></div>
<p>As construções criativas do Acidum têm como características a estética surrealista e o repertório de seres obscuros, lendas urbanas e cenários oníricos. “Unimos várias referências sobre o imaginário do Recife e do próprio festival para criar a identidade deste ano e decidimos focar na criação de um personagem principal, que é uma marca bastante conhecida do nosso trabalho”, explica Robézio. “Criamos esse ser surreal, que é algo como uma mosca elétrica com a cabeça em formato de rádio cujos olhos são tambores e que trazem esse efeito sonoro de propagação”, diz.</p>
<p>O trabalho do Acidum é muito pautado por uma arte urbana, aberta e acessível, o que é algo que se conecta com a proposta do Rec-Beat. “Sempre admiramos o festival e pra nós é incrível fazer essa colaboração com o evento. Para nós, o Rec-Beat é um símbolo de Recife, um disseminador de novidades com alma de um movimento cultural de rua, o que tem muito a ver com nossa arte”, segundo Robezio.</p>
<div id="attachment_57617" aria-labelledby="figcaption_attachment_57617" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação/Ariel Martini</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/rec-beat.png"><img class="size-medium wp-image-57617" alt="Divulgação/Ariel Martini" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/rec-beat-607x393.png" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Festival atrai sempre um grande público ao Cais da Alfândega, no Recife</p></div>
<p>O Festival Rec-Beat acontecerá entre 2 e 5 de março de 2019, durante os quatro dias de Carnaval no Recife. A programação é gratuita e traz nomes nacionais e internacionais no já tradicional palco no Cais da Alfândega, sítio histórico da cidade.</p>
<p>O festival também confirma, pelo segundo ano consecutivo, edição especial em Caruaru, no dia 23 de fevereiro na Estação Ferroviária, com uma prévia do que acontecerá no palco principal do Recife.</p>
<p>Em breve o festival anunciará as primeiras atrações.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Festival Rec-Beat 2019 &#8211; 24ª edição</strong><br />
Data: de 2 a 5 de março de 2019 (sábado até a terça-feira de Carnaval)<br />
Início: 19h30<br />
Local: Cais da Alfândega, Bairro do Recife<br />
ENTRADA GRATUITA, AO AR LIVRE, ABERTO AO PÚBLICO<br />
Informações: <strong><a href="http://www.recbeatfestival.com" target="_blank">www.recbeatfestival.com</a></strong><br />
(A programação completa ainda será anunciada)</p>
<p><strong>Prévias 2019:</strong></p>
<p><strong>Rec-Beat Caruaru</strong><br />
Data: 23 de fevereiro de 2019 (sábado)<br />
Início: 16h<br />
Local: Estação Ferroviária (ao ar livre)<br />
Rua Frei Caneca, Caruaru, PE<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Entrevista especial com Marcelino Granja sobre o Carnaval de Pernambuco 2018</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 15:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para conhecer os detalhes do Carnaval de Pernambuco de 2018, a jornalista Mariana Leite recebeu nesta sexta-feira (09), nos estúdios da Rádio Sei, o secretário de Cultura de Pernambuco, Marcelino Granja. O gestor fala sobre a programação da Folia de Momo no estado e sobre a irreverência do carnaval de rua de Pernambuco, além dos investimentos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para conhecer os detalhes do Carnaval de Pernambuco de 2018, a jornalista Mariana Leite recebeu nesta sexta-feira (09), nos estúdios da Rádio Sei, o secretário de Cultura de Pernambuco, Marcelino Granja. O gestor fala sobre a programação da Folia de Momo no estado e sobre a irreverência do carnaval de rua de Pernambuco, além dos investimentos do Governo Paulo Câmara para garantir viva a tradição da cultura popular.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/396898314&amp;color=%23ff5500&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;show_teaser=true&amp;visual=true" height="300" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Confira <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/carnaval/carnaval-de-pernambuco-espalha-alegria-e-tradicao-por-todo-o-estado/" target="_blank">AQUI</a> </strong>mais informações sobre o Carnaval de Pernambuco 2018</p>
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		<title>75 anos de J. Michiles em ritmo de frevo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 13:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Camila Estephania Para fazer frevo, é preciso ser um homem do povo. É por isso que J. Michiles não sabe dizer se anda com os ouvidos bem abertos por causa do ritmo ou se faz música porque sempre foi atento ao que acontece na rua. Homenageado pelo Carnaval do Recife deste ano, o compositor, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_57783" aria-labelledby="figcaption_attachment_57783" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39407106974_62cdb2b1dc_k.jpg"><img class="size-large wp-image-57783" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39407106974_62cdb2b1dc_k-800x530.jpg" width="800" height="530" /></a><p class="wp-caption-text">Homenageado do Carnaval do Recife deste ano, J. Michiles completou 75 anos no último dia 4 de fevereiro.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Camila Estephania</em></strong></p>
<p>Para fazer frevo, é preciso ser um homem do povo. É por isso que J. Michiles não sabe dizer se anda com os ouvidos bem abertos por causa do ritmo ou se faz música porque sempre foi atento ao que acontece na rua. Homenageado pelo Carnaval do Recife deste ano, o compositor, que completou 75 anos nesta semana, passou a virar sinônimo de frevo quando estourou nas ladeiras de Olinda com a música “Bom Demais”, gravada por Alceu Valença no disco “Estação da Luz”, de 1985, revelando uma obra que transformava em música verdadeiras crônicas sobre a vida dos foliões na festa.</p>
<p>Exemplo disso é a música “Vampira”, que também fez sucesso na voz de Alceu, seu mais constante intérprete, e narra a cena do encontro entre dois foliões, que Michiles assistiu em pleno sábado de Carnaval de Olinda. <em>“Levei um trote/ Em plena multidão/ Ela me deu um bote/ Bem no meu cangote/ Me botou no chão/ Naquele alvoroço/ Mordeu meu pescoço/ Parece mentira/ Aquele beijo foi um beijo de vampira/ Mordeu, mordeu/ Quase me devora/ Logo foi embora/ Fiquei sem saber o seu telefone, seu nome, e agora?/ Vampira, cadê você?”</em>, diz a letra sobre o inusitado episódio do beijo no pescoço entre os dois desconhecidos.</p>
<p>“Eu estou sempre em contato com o povo, gosto de ouvir as conversas nos bares e nas barracas, enquanto tomo caldo de cana e como bolo de bacia. Compor para mim é tirar essa emoção das ruas para depois retribuir em música, melodia e letra”, explica ele, sobre a fidelidade de suas músicas ao espírito pernambucano. Para Michiles, a inspiração é algo que surge espontânea e repentinamente, mas claro que tanta naturalidade para fazer versos não surgiu do nada.</p>
<p>Sobrinho do cantor Orlando Dias, que foi um dos heróis da Era do Rádio a partir da década de 1940, J. Michiles cresceu em uma família que o cercava de música. Desde criança, acostumou-se a ouvir mestres como Capiba, Luís Bandeira, Nelson Ferreira, Carnera, Zumba, Jackson do Pandeiro, dentre outros nomes que foram incorporando o frevo-canção e a música popular a sua formação como compositor. Embora suas primeiras composições pertencessem à outra seara, como o bolero “Você Me Maltratou”, interpretada por Vitor Bacelar, em 1962, e “Não Quero Que Chores”, que foi sucesso na Jovem Guarda gravado pelos Golden Boys, em 1964, não demorou até que Michiles encontrasse no frevo sua maior expressão.</p>
<div id="attachment_57784" aria-labelledby="figcaption_attachment_57784" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/25246760367_17bfdbfc2b_k.jpg"><img class="size-large wp-image-57784" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/25246760367_17bfdbfc2b_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">Compacto dos Golden Boys que trazia a gravação de &#8220;Não Quero Que Chores&#8221;</p></div>
<p>“Eu estava visitando meu tio no Rio de Janeiro, quando soube que as inscrições para o Festival Uma Canção Para o Recife de 1966 haviam sido adiadas por conta de uma pequena cheia. Resolvi participar com a música ‘Recife Manhã de Sol’ e fui até o aeroporto do Rio com a partitura pedir para alguém que fosse para o Recife a levasse. Por coincidência, a primeira pessoa que encontrei morava em uma rua próxima a da minha namorada na época e meu cunhado levou até o local da inscrição, fui o último a me inscrever”, relembra ele da própria sorte, que ainda concretizou a premonição do ditado que diz que “os últimos serão os primeiros”.</p>
<p>Vencendo concorrentes como Luís Bandeira, Ademar Paiva e a parceria entre Capiba e Ariano Suassuna, J. Michiles ganhou o festival com “Recife Manhã de Sol” na interpretação de Marcos Aguiar, que anos mais tarde ganhou versão de Maria Bethânia. A partir de então, não parou mais de participar de festivais e enriquecer o cancioneiro da música popular nordestina. Embora já conhecesse Alceu Valença antes mesmo do cantor explodir na década de 1980, foi somente quando o cantor comprou uma casa em Olinda que os laços entre os dois se estreitaram. Em uma das conversas, Michiles cantou “Bom Demais” para o artista de São Bento do Una, que resolveu gravá-la iniciando uma das dobradinhas mais famosas da música pernambucana.</p>
<p>“Até então, o frevo andava meio adormecido, mesmo com o grande projeto Asas da América, de Carlos Fernando. Foi só a partir de 1986, com ‘Bom Demais’, que o frevo caiu na boca do povo de novo”, explica ele, que passou a engatar um sucesso atrás do outro. A convite de Alceu, Michiles foi ao Rio no mesmo ano para assistir a um show do cantor, que também ofereceu um sarapatel na sua casa para os amigos. No encontro, Michiles aproveitou para cantar uma de suas novas músicas, intitulada “Me Segura Senão Eu Caio”, imediatamente acatada por Alceu, que gravou a faixa no disco “Rubi”, lançado no mesmo ano, garantindo mais um hino para o Carnaval de 1987.</p>
<p>Outro sucesso estrondoso, “Roda e Avisa”, feita em parceria com o maestro Edson Rodrigues em homenagem a Chacrinha, também rendeu momentos emocionantes para Michiles. “Quando Cazuza esteve pelo Recife e ouviu a letra, ele chorou, porque tem um verso que diz ‘a vida é um sonho que vai terminar e o bom palhaço não chora e vai embora sem explicar’. Ele veio me dizer que era o palhaço que já estava no fim da vida. Ele foi até a casa de Alceu e pediu para que ele cantasse a música”, comenta ele, evidenciando a delicadeza nem tão oculta por trás da alegria do frevo.</p>
<div id="attachment_57786" aria-labelledby="figcaption_attachment_57786" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/25246769307_5a3905b63a_k.jpg"><img class="size-large wp-image-57786" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/25246769307_5a3905b63a_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">O compositor planeja lançar os discos &#8220;Asas do Forró&#8221; e &#8220;Asas do Frevo&#8221; ainda este ano.</p></div>
<p>&#8220;O difícil é fazer o fácil. O fácil é aquela música que você escuta pela primeira vez e já sai cantarolando e o que bem caracteriza isso no frevo pernambucano é o contratempo de suas frases rítmicas. É a síncope que o diferencia da marcha e do dobrado. Desde menino, eu já trazia esse ritmo no sangue, já havia internalizado isso&#8221;, explica ele, que sempre entrega as composições com o esqueleto da introdução instrumental (&#8220;é o cartão de visitas da música&#8221;) e com os compassos dos versos bem definidos.</p>
<p>“Diabo Louro”, “Queimando a Massa”, “Fazendo Fumaça”, “Forró Fogoso”, “Pernas Pra Que Te Quero”,  “Sonhos de Pierrô”, foram alguns dos vários títulos que vieram na sequência consolidando o espaço de J. Michiles não só com o frevo, mas também com outros ritmos nordestinos. Gravado já por nomes como Almir Rouche, André Rio, Elba Ramalho, Fafá de Belém e Claudionor Germano, o compositor agora planeja lançar dois discos em 2018.</p>
<p>O primeiro deles é o “Asas do Forró”, que deve chegar às prateleiras logo após o Carnaval trazendo 12 faixas de autoria do pernambucano, entre inéditas e regravações, como “Estrela Gonzaga”, gravada por Dominguinhos em 1993. Para depois do São João, o artista planeja lançar o “Asas do Frevo 2”, que também trará novas composições e algumas regravações. Esse último trabalho dá continuidade a primeira edição do projeto, lançada em 2007, contando com interpretações de nomes como Daniela Mercury, Silvério Pessoa, Geraldo Azevedo, Maria Bethânia, Lula Queiroga e Alceu Valença.</p>
<p>“Eu estou sempre fazendo frevo. Fiz agora o frevo para os 40 anos do Galo da Madrugada, por exemplo. Acordo, almoço e janto pensando em música, especialmente o frevo, essa é minha rotina”,  resume ele que, depois de mais de 20 anos trabalhando paralelamente como professor da rede estadual, desde 1991 se dedica exclusivamente a música.</p>
<p><strong>SHOW DE J. MICHILES NA ABERTURA DO CARNAVAL DO RECIFE</strong><br />
Sexta-feira, 09/02<br />
Marco Zero | 21h<br />
Com a Transversal Frevo Orquestra, do seu filho César Michiles, e participações de nomes como Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Elba Ramalho</p>
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		<title>Carnaval de Pernambuco espalha alegria e tradição por todo o Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 21:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No pique do frevo e de outras manifestações que marcam a nossa identidade cultural, o Carnaval de Pernambuco 2018 já toma conta das ruas, terreiros e equipamentos culturais. Em mais uma edição, o Governo do Estado, por meio da Secult/Fundarpe e Seturel/Empetur, crava neste período festivo o selo da valorização dos artistas, mestres e brincantes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No pique do frevo e de outras manifestações que marcam a nossa identidade cultural, o Carnaval de Pernambuco 2018 já toma conta das ruas, terreiros e equipamentos culturais. Em mais uma edição, o Governo do Estado, por meio da Secult/Fundarpe e Seturel/Empetur, crava neste período festivo o selo da valorização dos artistas, mestres e brincantes que mantêm vibrante a nossa cultura.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/carnaval-2018.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-57776" alt="carnaval 2018" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/carnaval-2018-607x326.jpeg" width="607" height="326" /></a></p>
<p>Seja na Região Metropolitana do Recife, na Zona da Mata, no Agreste ou no Sertão do Estado, a brincadeira tradicional está garantida com o investimento estadual na ordem de <strong>R$ 14,8 milhões</strong>. Mais de <strong>600</strong> artistas de palco, agremiações e orquestras &#8211; todos pernambucanos &#8211; vão animar a folia em cerca de<strong> 60 municípios</strong>, deixando ainda impactos positivos para o turismo, arranjos criativos e a economia local das diferentes regiões. Este ano, mais de 110 blocos e agremiações carnavalescas também estão contando com o apoio do Governo Estado para eventos como o V Baile Popular de Olinda e os 40 anos do Baile dos Artistas do Recife.</p>
<p>Outro importante marco do investimento estadual na folia deste ano é o <strong>repasse de recursos para os Carnavais de Recife e Olinda</strong>; além do patrocínio ao maior bloco carnavalesco do mundo, o <strong>Galo da Madrugada</strong>.</p>
<p>O Secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja, celebra a consolidação de uma importante conquista da política cultural em curso, a Convocatória do Ciclo Carnavalesco: “Estamos assegurando nos festejos municipais toda a riqueza da nossa cultura popular e a música de tradição carnavalesca, uma forma de reafirmar o jeito pernambucano de brincar um carnaval democrático, plural e diverso&#8221;.</p>
<p>Pelo segundo ano consecutivo, a Convocatória do Ciclo Carnavalesco orientou que 30% dos recursos fossem destinados à categoria de Cultura Popular; 40% a representantes da Música da Tradição Carnavalesca; 10% para Orquestras de Frevo; e 20% aos grupos e artistas da Música Popular Brasileira.</p>
<p>A presidente da Fundarpe, Márcia Souto, comenta ainda o sucesso das programações carnavalescas realizadas nos equipamentos culturais geridos pelo Estado: &#8220;Diversas agremiações de coco, frevo, samba, bois, maracatu e afoxé já atraíram um grande público para a Casa da Cultura e a Torre Malakoff, otimizando espaços que também são patrimônios de Pernambuco e precisam ser cada vez mais visitados, reconhecidos&#8221;. A programação do Carnaval na Malakoff 2018 também impulsionou um volume de negócios em torno de R$ 50 mil para 26 marcas de design, moda e artesanato pernambucanos que participaram da ExpoCarnaval.</p>
<p>De acordo com o Secretário de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, Felipe Carreras, &#8220;a previsão é que o Estado recebe 1,7 milhão de turistas durante o Carnaval, injetando R$ 1,2 bilhão na economia. Isso representa um incremento para os vários gastos com serviços como hospedagem, alimentação, transportes. Há também o alcance a diversos profissionais do setor, exemplo de donos de meios de hospedagens, restaurantes e autônomos, como tapioqueiras, artesão, vendedor de coco, camareiras, balconistas, entre outros”.</p>
<p>A folia nos municípios é uma realização das Prefeituras e dos grupos culturais independentes, cabendo ao Governo do Estado apoiar as programações. Neste formato, itens como montagem dos palcos, som, iluminação, segurança privada e ordenamento do trânsito são responsabilidades assumidas pelas Prefeituras, com o objetivo de proporcionar o melhor carnaval para artistas e público.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>DESTAQUES DO CARNAVAL 2018 NOS MUNICÍPIOS</strong></p>
<p><strong>SHOWS</strong></p>
<p>Para fortalecer o Carnaval das cidades, o Governo do Estado contratou grandes atrações de palco, tais Nena Queiroga, Elba Ramalho, Gerlane Lops, Spok Frevo Orquestra, Almir Rouche, Beto Hortiz, Ed Carlos, Som da Terra, Orquestra Contemporânea de Olinda, Maestro Forró, Nono Germano, Claudionor Germano, D&#8217;Breck, Aurinha do Coco, Rogério Rangel, Silvério Pessoa, Irah Caldeira, César Amaral, Liv Moraes, Karynna Spinelli, Romero Ferro, Mônica Feijó, Benil, Geraldinho Lins, Geraldo Maia, Quinteto Violado, Carlinhos Monte Verde, Dudu do Acordeon, Cassio Sete, Combo X, Josildo Sá, Victor Santos, Marrom Brasileiro, Cristina Amaral, André Rio.</p>
<p><strong>CORTEJOS</strong></p>
<p>Ruas e praças dos municípios serão ocupadas por toda a diversidade da cultura popular pernambucana. Entre os grupos contratados pelo Governo do Estado, estão: Elefante de Olinda, Bloco Flor da Lira de Olinda, Maracatu Nação Pernambuco, Maracatu de Baque Solto Beija Flor de Aliança, Caiporas de Pesqueira, Bloco O Lira da Tarde, Orquestra Henrique Dias, Bonecos Gigantes de Olinda, Troça A Bela da Tarde e Seus Bonecos Gigantes, Orquestra Arrecifes Frevo, Escola de Samba D&#8217;Breck, O Bonde Bloco Carnavalesco Lírico, Maracatu de Baque Solto Águia Dourada de Glória do Goitá, Bloco da Saudade, Maracatu de Baque Solto Estrela Dourada de Buenos Aires, Bloco Lírico Menestres de Paulista, Maracatu Gavião da Mata, Bloco Lira da Noite, Maracatu Leão Formoso de Nazaré da Mata, Boi Estrela Solar, Nação do Maracatu Porto Rico, Orquestra Maestro Maia, Maracatu Cambindinha de Araçoiaba, Escola de Samba Preto Velho, Bloco Lírico Com Você no Coração, Maracatu Águia Dourada, Maracatu Gavião da Mata, Maracatu Leão das Cordilheiras de Glória do Goitá, Boi Maracatu, Escola Pérola do Samba, Orquestra 100% Mulher, Tribo de Índio Tupinambá, Boi Cara Branca de Limoeiro, Bloco Pierrot de São José, Bloco Compositores e Foliões, Folguedos de Surubim, Boi Pavão, Maracatu Piaba de Ouro, Coco de Nininha, Escola de Samba Galeria do Ritmo, Bloco Amantes das Flores de Camaragibe, Afoxé Ylê Xamba, Cavalo Marinho Estrela Brilhante, Clube de Bonecos Linguarudo de Ouro Preto, Urso Branco, Afoxé Ogbon Obá, Afoxé Oyá Tokolê Owo, Gigantes do Samba, Caboclinhos da Jurema, Bloco Lírico Cordas e Retalhos, Orquestra de Frevo Curica, Coco de Pareia, Coco de Cocar, Ciranda Praieira Pernambucana, Maracatu Tigre, entre outros.</p>
<p><strong>PATRIMÔNIOS VIVOS NA PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p>Moradores e turistas estão tendo a oportunidade de conferir de perto apresentações de <strong>18</strong> grupos e mestres da cultura pernambucana considerados Patrimônios Vivos do Estado com tradição carnavalesca. Por meio da Secult-PE e da Fundarpe, o Governo já contratou o Caboclinho Sete Flexas, Homem da Meia-Noite, Claudionor Germano, Orquestra Euterpina de Timbaúba, Clube de Bonecos Seu Malaquias, Banda Revoltosa, Banda Euterpina de Timbaúba, Maestro Duda, Maestro Ademir Araújo, Mestre Galo Preto, Cariri Olindense, Clube Indígena Canindé, Estrela de Ouro de Aliança, Maracatu Leão Coroado, Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, Orquestra Capa Bode, Sociedade Musical Curica e Banda Musical XV de Novembro.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/14726631921_5ba9b9dffb_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-22548" alt="Marcelo Soares/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/14726631921_5ba9b9dffb_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p><strong>EXPOCARNAVAL NA TORRE MALAKOFF</strong></p>
<p>Vinte e seis marcas e empreendimentos criativos pernambucanos participaram da <strong>ExpoCarnaval 2018</strong>. A programação, que atraiu um grande público ao equipamento cultural no Bairro do Recife, foi aberta pelo <strong>2º Desfile Todxs na Moda</strong>. Entre os dias 24 e 28 de janeiro, os visitantes adquiriram peças de artesanato, moda e design pernambucanos, gerando negócios em torno de R$ 50 mil, e ainda puderam vivenciar apresentações de grupos de maracatu, samba, caboclinho, blocos de frevo, entre outras expressões tradicionais do nosso Carnaval.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/expocarnaval1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-57459" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/01/expocarnaval1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p><strong>CARNAVAL NA CASA DA CULTURA</strong></p>
<p>A Casa da Cultura de Pernambuco acolheu entre os dias 27 de janeiro e 03 de fevereiro uma programação diversa, animando um dos polos turísticos mais frequentados da capital pernambucana. Dezoito agremiações, entre orquestras de frevo, grupos de bois, afoxés, maracatus, coco e blocos líricos receberam os visitantes, que aproveitaram a visita para adquirir acessórios carnavalescos e peças de artesanato. Uma edição especial do Festival Open Rua, realizado em parceria com o Som na Rural, abriu a programação com renomados DJs e bandas locais e ainda grupos tradicionais do bairro de São José, como o Bloco Pierrot de São José.</p>
<div id="attachment_57734" aria-labelledby="figcaption_attachment_57734" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/ Secult PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/Maestro-Danda-e-Orquestra-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-57734" alt="Foto: Jan Ribeiro/ Secult PE - Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/Maestro-Danda-e-Orquestra-5-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Carnaval na Casa da Cultura</p></div>
<p><strong>NOITE DOS TAMBORES SILENCIOSOS DE OLINDA</strong></p>
<p>Por meio da Secult-PE e da Fundarpe, o Governo do Estado apoiou a <strong>17ª Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda</strong>, realizado no último dia 5 de fevereiro e que reuniu 10 agremiações da Região Metropolitana: Maracatu Leão Coroado, Maracatu Nação Camaleão, Maracatu Nação Badia, Maracatu Nação de Luanda, Maracatu Nação Maracambuco, Maracatu Nação Pernambuco, Maracatu Nação Estrela de Olinda, Maracatu Nação Tigre e Maracatu Sol Brilhante, Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu.</p>
<p><strong>ENCONTROS DE MARACATU</strong></p>
<p>O Governo do Estado também investiu em dois importantes encontros de maracatu. Na terça-feira, 06 de fevereiro, o Pátio de São Pedro, no Recife, aplaudiu o Encontro de Mestres de Maracatu, que agregou 25 nações e mais de 300 batuqueiros. Já nos próximos dias 11 e 12, acontece o 28º Encontro de Maracatus de Estadual dos Maracatus de Baque Solto, que reunirá mais de 14 mil folgazões (brincantes fantasiados de Maracatu de Baque Solto) integrantes dos mais de cem grupos do estado. A programação acontece em Aliança (Mata Norte) e na Cidade Tabajara (Olinda).</p>
<p><strong>ENCONTRO DE BONECOS GIGANTES DE OLINDA</strong></p>
<p>Tradição da terça-feira &#8216;gorda&#8217; em Olinda, o desfile dos Bonecos Gigantes do mestre Silvio Botelho chega à sua 31ª edição com o patrocínio do Governo do Estado e em homenagem a Luiz Adolpho, presidente do Homem da Meia Noite. A programação terá início às 10h, no Largo do Guadalupe. <strong><br />
</strong></p>
<p><strong>CARNAVAL NA CASA DA RABECA</strong></p>
<p>Para celebrar e promover a diversidade de expressões tão genuínas de Pernambuco, o Governo de Pernambuco apoia mais uma edição do Carnaval Mesclado da Casa da Rabeca, em Olinda. Entre as atrações que se apresentam gratuitamente nos dias 11 e 12 de fevereiro, estão Família Salustiano e a Rabeca Encantada, Maracatu de Baque Virado Estrela Brilhante, o Maracatu Piaba de Ouro e o Caboclinho Índio Canindé Brasileiro, além de orquestras de frevo, passistas e grupos de cavalo marinho. <em><strong><br />
</strong></em></p>
<p><strong>XVIII ENCONTRO ESTADUAL DE AFOXÉS</strong></p>
<p>A quarta-feira de cinzas no sítio histórico de Olinda será marcada por mais um encontro de Afoxés. Dez grupos contratados pela Secult/Fundarpe vão animar a despedida do Carnaval na cidade alta, a partir das 19h. Entre eles, os afoxés Ara Odé, Alafin Oyó, Oxum Pandá, Omó Obadé, Povo de Ogunté, Oba Irôko, Filhos de Xangô, Obá Ayrá, Omim Sabá e Ogbon Obá.</p>
<p><strong>ESPAÇO PASÁRGADA</strong></p>
<p>Em sua sétima edição, a Troça Bacanal do Bandeira espalhou poesia e lirismo pelas ruas da Boa Vista. Nesta edição, os blocos Carnaval Poeta, Eu vou Também e o grupo Bacantes da Poesia se integraram à programação, ao som da Orquestra O Frevo É. O Espaço Pasárgada também ofereceu a oficina de Palhaçaria Poética, com a arte-educadora Luíza Fontes (palhaça Gardênia).</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bacanal.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-57777" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/bacanal-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><br />
<strong><em></em></strong></p>
<p><strong>ENCONTRO ‘OS BOIS BRILHAM’</strong></p>
<p>Contratados pelo Governo do Estado, dez grupos de Boi da Região Metropolitana do Recife animaram diversos pontos da capital entre os dias 02 e 03 de fevereiro. Atrações 2018: Boi Faceiro, Boi da Cutia, Boi Manhoso, Vaca Charmosa, Burrinha do IPSEP, Boi Mainha, Boi Malabá, Boi TaTaTa, Boi D’Loucos e Boi Mimoso.</p>
<p><strong>ALGUNS MUNICÍPIOS QUE CONTAM COM O APOIO DO GOVERNO</strong></p>
<p>Araçoiaba, Correntes, Sirinhaém, Catende, Santa Maria do Cambucá, Ferreiros, Vertente do Lério, Ribeirão, Timbaúba, Gameleira, Jaqueira, Pesqueira, João Alfredo, Lagoa do Carro, Barros, Feira Nova, Olinda, Triunfo, Cumaru, Glória do Goitá, Sertânia, Itambé, Bom Conselho, Surubim, Palmares, Nazaré da Mata, Vicência, Tacaimbó, Bezerros, Sanharó, Salgadinho, Vitória de Santo Antão, Passira, Arcoverde, Lagoa de Itaenga, Camaragibe, Paulista, Goiana, São José da Coroa Grande, Macaparana, Chã de Alegria, Itapissuma, Cortês, Lagoa dos Gatos, Limoeiro, Itamaracá</p>
<p><strong>GUIA DO TURISTA PARA O CARNAVAL 2018</strong></p>
<p>Pensando em facilitar a experiência dos turistas durante o Carnaval em Pernambuco, a Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco (Seturel-PE), por meio da Empetur, lançou um guia “Carnaval de Pernambuco &#8211; Alegria nas ruas e no coração da gente”. O guia de bolso informativo apresenta instruções, dicas e respostas às dúvidas mais frequentes dos visitantes foi lançada e já está sendo entregue no desembarque do Aeroporto Internacional do Recife e também está disponível nos Centro de Atendimento aos Turistas (CATs).</p>
<p>O material conta com diversas informações, como meios de transporte, hospedagem, alimentação, segurança e lista de telefones úteis. O guia conta ainda com recomendações de segurança e dicas de como o turista deve agir em caso de perda de documentos ou incidentes.</p>
<p>&#8220;É extremamente importante que os foliões estejam bem informados para que possam desfrutar das festas da melhor forma possível. Optamos pelo formato compacto, de bolso, para facilitar ainda mais o manuseio. A ideia é que o turista carregue a cartilha consigo para consultá-la sempre que preciso&#8221;, afirma Felipe Carreras, secretário de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco.</p>
<p>O novo material para os turistas será distribuído nos Centros de Atendimento ao Turista, que funcionarão no carnaval em horários especiais, até o fim do carnaval.</p>
<p><strong><em>Funcionamento dos CATs</em></strong></p>
<p>TIP | Aberto de 10 a 13/02 &#8211; 8h às 18h (na quarta aberto das 12h às 18h)</p>
<p>Arsenal| Aberto de  9 a 13/02 &#8211; 9h às 22h (na quarta aberto das 12h às 18h)</p>
<p>Boa Viagem | Aberto de  10 a 13/02 &#8211; 8h às 20h (na quarta aberto das 14h às 20h)</p>
<p>Aeroporto Recife | Aberto de 24 horas diariamente</p>
<p>Shopping Recife | Aberto no dia10/02 &#8211; das 9h às 19h / Fechado de 11 a 13/02 (na quarta aberto das 12h às 21h)</p>
<p>Aeroporto Petrolina | Aberto nos dias 10,12,13 &#8211; 12h40 às 18h40 / Fechado em 11 e 14/02</p>
<p><strong>RECEPTIVO ESPECIAL</strong></p>
<p>A temporada de recepção aos turistas na semana pré-carnavalesca do Estado foi aberta oficialmente, nesta terça-feira (6). Os passageiros do Aeroporto Internacional do Recife foram surpreendidos com o “Frevo no ar”. Cerca de 30 artistas que se apresentaram nesta terça continuam com as atividades até a próxima quinta-feira, sempre nos horários das 11h30 e 13h50.</p>
<p>O destaque da apresentação ficou por conta dos homenageados do carnaval de Pernambuco, a cantora Nena Queiroga e o compositor Jota Michiles, e do Balé Aéreo do grupo de artistas que se apresenta no famoso espetáculo do Natal de Gravatá. Além da recepção, a área de desembarque do aeroporto também recebeu uma adesivação especial com figuras do carnaval de rua de Pernambuco. A ação é uma parceria entre o Governo de Pernambuco, as prefeituras do Recife e de Olinda, e Infraero.</p>
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		<title>Encontro estadual reúne dezenas de Maracatus de Baque Solto de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 18:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval 2018]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro de Maracatus de Estadual dos Maracatus de Baque Solto]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_57760" aria-labelledby="figcaption_attachment_57760" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/16364317868_19390627a2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-57760 " alt="Renata Pires/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/16364317868_19390627a2_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Organizado e produzido atualmente pelos próprios grupos, através Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco, o Encontro será realizado no próximo domingo (11), segunda-feira (12) e terça-feira (13) de Carnaval</p></div>
<p>Enquanto as ladeiras do Centro Histórico de Olinda fervem com os blocos de rua, a Cidade Tabajara, também em Olinda, e dois espaços públicos de Aliança recebem um encontro de maracatus para celebrar a tradição dessa brincadeira nascida na Zona da Mata pernambucana. Trata-se do <strong>Encontro de Maracatus de Estadual dos Maracatus de Baque Solto</strong>, que chega à sua 28ª edição e foi criado por Manoel Salustiano (1945-2008), o Mestre Salu, cuja ideia era reunir os brincantes e também preservar essa manifestação ligada à cultura dos trabalhadores rurais de cana-de-açúcar.</p>
<p>Organizado e produzido atualmente pelos próprios grupos, através Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco, o Encontro será realizado no próximo domingo (11), segunda-feira (12) e terça-feira (13) de Carnaval, começando por Aliança, às 16h. Já na segunda (12), a partir das 9h, estará em Olinda, continuando no dia seguinte, às 8h, novamente em Aliança. Em Olinda, o local será a Ilumiara Zumbi, na Cidade Tabajara. Já em Aliança acontecerá na Rua do Rosário e no Terreiro Lêda Alves na sede da Associação, respectivamente.</p>
<div id="attachment_57761" aria-labelledby="figcaption_attachment_57761" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">-Costa Neto/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/6812955508_a6d108fe0f_k.jpg"><img class=" wp-image-57761 " alt="-Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/6812955508_a6d108fe0f_k-429x486.jpg" width="300" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Tudo começou em 1990, e de lá pra cá o Encontro reúne anualmente e ininterruptamente um público apaixonado pela cultura do Baque Solto</p></div>
<p><em>“<em>Tudo começou em 1990, e de lá pra cá o Encontro Estadual dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco reúne anualmente e ininterruptamente, sempre no domingo, segunda e terça-feira de Carnaval, dezenas de grupos de maracatus e um público apaixonado pela cultura do Baque Solto</em> numa programação divida em Olinda e em Aliança, na Zona da Mata Norte de Pernambuco”</em>, ressalta Manuelzinho Salustiano, presidente da Associação. O encontro conta com apoio da Secretaria estadual de Cultura e da Fundarpe.</p>
<p>De acordo com Manuelzinho Salustiano, os maracatus de baque solto, nos últimos anos, obtiveram conquistas importantes no âmbito do reconhecimento e da preservação do patrimônio. A Associação completou no dia 30 de setembro de 2017, 28 anos de atividades e terá 99 Maracatus de Baque Solto associados que participarão do encontro.  Em 2016 o Maracatu Cambidinha de Araçoiaba completou 102 anos de fundação. Fundado em 15 de dezembro de 1914, o Cambindinha é a prova de que a Cultura de Maracatu de Baque Solto tem mais de cem anos. Por fim, em 2014, a manifestação cultural recebeu o título de Patrimônio Imaterial do Brasil, assim como o maracatu de baque virado e cavalo-marinho.</p>
<p>O<strong> 28º Encontro de Maracatus de Estadual dos Maracatus de Baque Solto</strong> conta com a participação de mais de 14 mil folgazões (brincantes fantasiados de Maracatu de Baque Solto) integrantes dos mais de cem grupos do estado. Alguns exemplos são o mais antigo em atividade, o centenário Cambindinha de Araçoiaba, de 1914, e os dois caçulas, o Dragão Devorador de Igarassu e o Pavão Voador de Buenos Aires, ambos fundados em 2017.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/15931802603_f69d818234_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-57759 aligncenter" alt="Renata Pires/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/15931802603_f69d818234_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Nos dois terreiros, em Olinda e em Aliança, as apresentações não têm hora para acabar. Nos três dias se apresentam os grupos de 22 municípios pernambucanos, da Mata Norte, Mata Sul, Agreste Setentrional e da Região Metropolitana do Recife. Nas apresentações o mestre de cada maracatu entoa loas em marchas, sambas e galope acompanhados do terno (as orquestras de sopro e percussão), enquanto no terreiro os caboclos, baianas e arreiamá sob o comando do Mestre Caboclo se exibem fazendo manobras.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<em>28° Encontro Estadual dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco – 2018</em><br />
Gratuito</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo (11/02) | 17h</strong></span><br />
Rua do Rosário – Centro de Aliança<br />
Programação: Leão Vencedor de Buenos Aires<br />
Cambinda Nova de Nazaré da Mata<br />
Águia Dourada de Carpina<br />
Beija Flor de Ferreiros<br />
Águia de Ouro de Nazaré da Mata<br />
Beija Flor de Aliança<br />
Leão Misterioso de Tracunhaém<br />
Estrela Formosa de Vicência<br />
Leão da Serra de Vicência<br />
Leão da Vitória<br />
Estrela da Serra de Tracunhaém<br />
Leão Brilhante de Carpina<br />
Leão Coroadinho de Lagoa do Itaenga<br />
Leão da Serra de Carpina<br />
Leão Tucano<br />
Leão Vencedor das Flores de Buenos Aires<br />
Leão da Mata Norte<br />
Leão Mimoso de Upatininga<br />
Estrela de Tracunhaém<br />
Pavão Misterioso de Upatininga<br />
Leão das Fronteiras de Itambé<br />
Leão da Serra de Goiana<br />
Leão Coroado de Paudalho<br />
Leão Faceiro de Nazaré da Mata<br />
Estrela de Ouro de Aliança<br />
Leão das Cordilheiras de Aliança<br />
Leãozinho de Aliança</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Segunda-feira (12/02) | 9h</span></strong><br />
Ilumiara Zumbi | Cidade Tabajara | Olinda<br />
Programação: Leão Faceiro de Araçoiaba<br />
Leão das Cordilheiras de Araçoiaba<br />
Leão Coroado de Araçoiaba<br />
Onça Dourada de Araçoiaba<br />
Leão das Cordilheiras de Glória do Goitá<br />
Leão de Ouro de Canaã<br />
Leão Dourado de Camaragibe<br />
Leão Formoso de Olinda<br />
Cambinda Dourada de Camaragibe<br />
Gavião Misterioso<br />
Leão de Ouro de Condado<br />
Águia de Ouro de Olinda<br />
Leão de Ouro de Nazaré da Mata<br />
Leão Formoso de Nazaré da Mata<br />
Águia Misteriosa de Nazaré da Mata<br />
Águia de Ouro Casa Amarela<br />
Estrela de Ouro de Condado<br />
Leão Charmoso de Lagoa do Carro<br />
Águia Formosa de Tracunhaém<br />
Cambindinha de Araçoiaba<br />
Pinguim de Araçoiaba<br />
Pantera Nova de Araçoiaba<br />
Piaba de Ouro<br />
Leão do Norte da Várzea<br />
Leão Vencedor de Carpina<br />
Pantera da Vila de Chã de Alegria<br />
Águia Dourada de Glória do Goitá<br />
Carneiro Manso<br />
Gavião da Mata<br />
Leão Coroado de Lagoa de Itaenga<br />
Leão da Senzala de Carpina<br />
Leão Teimoso de Lagoa de Itaenga<br />
Leão Formoso de Tracunhaém<br />
Pavão Dourado de Lagoa de Itaenga<br />
Carneiro da Serra de Glória do Goitá<br />
Águia de Ouro de Igarassu<br />
Cruzeiro do Forte</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira (13/02) | 8h</strong></span><br />
Terreiro Lêda Alves na sede da Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco, na cidade de Aliança<br />
Programação: Cambinda Nova de Lagoa de Itaenga<br />
Leão Coroado de Buenos Aires<br />
Onça Pintada do Novo Maracaujá<br />
Pavão Dourado de Tracunhaém<br />
Leãozinho de Itaquitinga<br />
Leão da Floresta de Lagoa de Itaenga<br />
Estrela Brilhante de Lagoa de Itaenga<br />
Estrela Brilhante de Nazaré da Mata<br />
Leão Vencedor de Chã de Alegria<br />
Leão Teimoso de Paudalho<br />
Estrela da Tarde de Nazaré da Mata<br />
Águia de Fogo de Ferreiros<br />
Cambinda Brasileira de Nazaré da Mata<br />
Leão Africano<br />
Leão Mimoso de Buenos Aires<br />
Cambindinha da Lagoa de Lagoa de Itaenga<br />
Pavão Dourado de Feira Nova<br />
Leão da Floresta de Vicência<br />
Cambinda Estrela de Itaquitinga<br />
Estrela da Tarde de Glória do Goitá<br />
Leão da Fortaleza<br />
Águia Dourada de Caaporã<br />
Pavão Dourado de Chã de Alegria<br />
Leão Misterioso de Nazaré da Mata<br />
Águia Dourada de Nazaré da Mata<br />
Leão Coroado de Chã de Alegria<br />
Leão Formoso de Feira Nova<br />
Leão das Cordilheiras de Lagoa de Itaenga<br />
Estrela da Tarde de Lagoa do Carro<br />
Leão Dourado de Lagoa do Carro<br />
Gavião de Ouro de São Lourenço da Mata<br />
Pavão Dourado de Lagoa de Itaenga<br />
Estrela Dourada de Buenos Aires</p>
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		<item>
		<title>Escolas de Samba afinam a bateria para o desfile no Carnaval do Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/escolas-de-samba-afinam-a-bateria-para-o-desfile-no-carnaval-do-recife/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 13:21:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias As escolas de samba de Pernambuco chegam com força no Carnaval 2018 na busca do tão sonhado título do desfile do Carnaval do Recife, realizado na Av. Dantas Barreto. Um recorte dessa potência rítmica, representada pelos grupos Escola Pérola do Samba e Escola Gigantes do Samba, esteve presente na programação do Carnaval na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_57656" aria-labelledby="figcaption_attachment_57656" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39071176855_5569634a9c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-57656 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39071176855_5569634a9c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com o presidente da Escola Gigantes do Samba, o grupo sairá este ano com na avenida com 2.500 pessoas</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>As escolas de samba de Pernambuco chegam com força no Carnaval 2018 na busca do tão sonhado título do desfile do Carnaval do Recife, realizado na Av. Dantas Barreto. Um recorte dessa potência rítmica, representada pelos grupos <a href="https://www.facebook.com/escoladesambaperoladosamba/" target="_blank"><strong>Escola Pérola do Samba</strong></a> e <a href="https://www.facebook.com/Gigante-Do-Samba-390937794308063/" target="_blank"><strong>Escola Gigantes do Samba</strong></a>, esteve presente na programação do Carnaval na Malakoff 2018, realizado pela Secult-PE e Fundarpe, de 24 a 28 de janeiro passado, na Torre Malakoff (Recife Antigo).</p>
<p>Rafael Nunes, presidente da Escola Pérola do Samba, localizada no Alto José do Pinho, conta que o grupo tem apenas três anos de história, mas que com pouco tempo de história tem se mostrado uma vitoriosa na avenida. <em>“A Pérola do Samba foi fundada em 2015, e já em 2016 conquistou o título de campeã, consagração que se repetiu também em 2017”.</em></p>
<div id="attachment_57654" aria-labelledby="figcaption_attachment_57654" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/28169447679_c62b839059_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-57654 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/28169447679_c62b839059_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">No caso da Escola Pérola do Samba, 1100 componentes vão desfilar na avenida este ano, acompanhados de cinco carros alegóricos</p></div>
<p>De acordo com o presidente da Escola Pérola do Samba, o tema deste ano será sobre intolerância religiosa, <em>“porque a gente vê que o candomblé é uma religião muito perseguida, por ser uma religião de matriz africana. E a gente vê como a luta desse povo é constante. Então resolvemos este ano homenagear e trazer a beleza do candomblé e dos orixás, o bem que essa cultura traz para a sociedade, ressaltado a importância cultural das religiões de matriz africana no Brasil”.</em></p>
<div id="attachment_57653" aria-labelledby="figcaption_attachment_57653" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/26076468048_49611acf99_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-57653 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/26076468048_49611acf99_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Rafa Magalhães é a intérprete oficial da Escola Pérola do Samba e a única mulher de uma escola de samba a ser intérprete em Pernambuco</p></div>
<p>Outro detalhe que vale ser ressaltado, segundo ele, é que a música-tema deste ano da Escola Pérola do Samba será cantada por Rafa Magalhães, intérprete oficial do grupo e única mulher de uma escola de samba a ser intérprete em Pernambuco. Ao todo, 1100 componentes vão desfilar na avenida este ano, acompanhados de cinco carros alegóricos.<em> “Eu particularmente já estou há uma semana sem dormir, indo no barracão, fazendo alegoria, as fantasias e as parcerias que a gente fecha pra poder levar o grupo pra rua”,</em> disse Rafael Nunes.</p>
<div id="attachment_57655" aria-labelledby="figcaption_attachment_57655" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39051066365_437b604a3e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-57655 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39051066365_437b604a3e_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A Pérola do Samba foi fundada em 2015, e em 2016 conquistou o título de campeã, consagração que se repetiu também em 2017</p></div>
<p>Já Lenilson Freitas, ritmista, diretor de comunicação e integrante da comissão de carnaval da Gigante do Samba, deu detalhes de como se constrói um Carnaval numa escola de samba. <em>“O primeiro passo, um ano antes, é montar o Carnaval do ano que vem. Como é feita essa construção? A gente abre uma inscrição interna, formada por historiadores, sociólogos, pesquisadores, sobre o tema de enredo. Esse ano nós recebemos seis propostas, e ai a comissão, junto ao presidente da escola, Aldo Alexandre, senta e escolhe o enredo”.</em></p>
<div id="attachment_57657" aria-labelledby="figcaption_attachment_57657" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39968679991_9d9a7603b1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-57657 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39968679991_9d9a7603b1_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em 2018, o enredo da Gigantes do Samba vai festejar as lendas das Yabás</p></div>
<p>Para ele, alguns aspectos importantes são avaliados nessa análise. <em>“Qual a grandeza desse enredo? Vai dar pra conquistar um título com ele? É um no qual faremos uma homenagem ou retrataremos uma realidade ou história? Dentro disso, a gente entra pela parte econômica. Às vezes é um enredo bom, bonito, mas é um enredo caro. Outra coisa que eu faço é uma pesquisa pra saber qual o tema que a galera está gostando de ouvir”</em>, explica.</p>
<div id="attachment_57658" aria-labelledby="figcaption_attachment_57658" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39968681561_ba5491128d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-57658 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39968681561_ba5491128d_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das mais conhecidas do Recife, a Escola Gigantes do Samba fica localizada no bairro de Água Fria</p></div>
<p>Em 2018, o enredo da Gigantes do Samba vai festejar as lendas das Yabás. <em>“É um enredo político, que vai fazer uma grande homenagem às mulheres guerreiras, e fomos buscar essa força na Mãe África, na região onde as yabás são fortes. Depois de sair de lá, destacamos dois estados, o de Pernambuco e do Bahia. Por quê? Lá a religião de matriz africana chegou e se empoderou, mas a própria história nos dias que a grande força veio das mulheres. A gente baseou-se nisso e trazemos a história do culto de terreiro, e prestamos uma homenagem a todas as yalorixás”.</em> O grupo sairá este ano com 2.500 pessoas.</p>
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		<title>Rec-Beat 2018 anuncia programação completa</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Feb 2018 17:22:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rec-Beat]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria   O Rec-Beat realiza sua 23ª edição entre os dias 10 e 13 de fevereiro no histórico Cais da Alfândega, durante os quatro dias do Carnaval no Recife, capital pernambucana, com acesso gratuito. Totalizando 24 atrações, o festival será palco para diversos lançamentos de discos e shows inéditos no Recife e também [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/rec-beat.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-57617" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/rec-beat-607x393.png" width="607" height="393" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Com informações da Assessoria  </strong></em></p>
<p>O Rec-Beat realiza sua 23ª edição entre os dias 10 e 13 de fevereiro no histórico Cais da Alfândega, durante os quatro dias do Carnaval no Recife, capital pernambucana, com acesso gratuito.</p>
<p>Totalizando 24 atrações, o festival será palco para diversos lançamentos de discos e shows inéditos no Recife e também a estreia de artistas da Espanha, Argentina, França e Alemanha em solo brasileiro, sublinhando o propósito do Rec-Beat em apresentar as mais novas e ousadas propostas de diferentes cenas musicais.</p>
<p>Em sintonia com a multiplicidade estética da música contemporânea mundial, o line-up desta 23ª edição passeia entre as novas levadas do hip hop nacional à recriação da música latina. Vai da tradição secular das bandas de pífano do interior de Pernambuco aos sons digitais do brega funk da capital do estado. Recebe show especial de pilares da música brasileira, ao mesmo tempo que projeta novos ídolos. Muito além de um “cardápio de novidades”, o festival convoca a escutar a pluralidade de nosso tempo e a derrubar os muros que dividem a música, aproximando estéticas inovadoras diversas — tudo isso no coração da festa carnavalesca, no centro do Recife.</p>
<p>Don L é um dos destaques do evento entre os nomes nacionais. Membro do influente grupo Costa a Costa, o rapper cearense fará sua estreia em um festival de grande porte. Ele apresenta o show de “Roteiro Para Aïnouz vol. 3”, álbum que analisa a condição do movimento hip hop no seu atual momento de <em>mainstreaming</em> com uma linguagem sonora única.</p>
<div id="attachment_57619" aria-labelledby="figcaption_attachment_57619" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gilda Midani</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/Erasmo-Carlos-por-GILDA-MIDANI-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-57619" alt="Gilda Midani " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/Erasmo-Carlos-por-GILDA-MIDANI-1-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Erasmo Carlos encerra a programação deste ano</p></div>
<p>Erasmo Carlos fará o show de encerramento do festival, mostrando um repertório que combina os seus clássicos eternos com as novidades do álbum “Gigante Gentil”. O Tremendão ocupa a linha curatorial do festival que busca apresentar às novas gerações um nome icônico de relevância histórica da música brasileira — Mestre Vieira, Selma do Coco, Luiz Melodia, Dona Onete, Jards Macalé, Arrigo Barnabé e João Donato são alguns dos mestres que passaram pelo Rec-Beat.</p>
<p>Do Espírito Santo, a jovem Ana Muller representa uma nova cena de cantores-compositores de perfil acústico que fazem gravações em casa e conquistam seu público com circulação independente do tipo faça-você-mesmo. Seu primeiro EP, intitulado com seu nome, foi lançado pelo selo Garimpo, do grupo Brasileiríssimos, e revela a voz doce, interpretação intensa e sofisticação lírica.</p>
<p>Como painel da nova música do país, o festival reflete a fértil produção do rap brasileiro. Além de Don L, o Rec-Beat 2018 terá Rimas &amp; Melodias, supergrupo que reúne as minas da vanguarda do hip hop em torno de cyphers (encontro de MCs em rimas conjuntas, como as rodas de freestyle) sobre a visibilidade das mulheres e cultura negra.</p>
<p>O trio feminino Arrete apresenta o show do seu primeiro disco “Sempre com a Frota”, uma mistura do rap e ragga com tempero regional. Diomedes Chinaski e Luiz Lins, dois dos maiores nomes do novo rap do Nordeste, farão no festival um show conjunto inédito, acompanhado pelo DJ e beatmaker Mazili.</p>
<p><strong>AFRODIÁSPORA</strong></p>
<p>O festival também reflete a crescente produção de artistas que trabalham com a memória ancestral, o futuro e a reinvenção da cultura afrodiaspórica. Baiana radicada em São Paulo e vocalista do Aláfia, Xenia França lançará o disco “Xenia” no Rec-Beat. Em seu primeiro trabalho solo ela compõe um afropop eletrônico, embalada por ritmos percussivos de matrizes afro-brasileira, passando pela música eletrônica, jazz, samba-rock, yorubá e R&amp;B.</p>
<div id="attachment_57622" aria-labelledby="figcaption_attachment_57622" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">ThomasArthuzzi</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/XeniaFrança-Breu2017©ThomasArthuzzi640x360.jpg"><img class="size-medium wp-image-57622" alt="ThomasArthuzzi" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/XeniaFrança-Breu2017©ThomasArthuzzi640x360-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A baiana Xenia França lança seu mais recente trabalho</p></div>
<p>A baiana Larissa Luz traz seu show explosivo e performático que funde trap, rap, dubstep, rock, samba reggae e ijexá sob influência dos movimentos afrofuturismo e afropunk. De sonoridade própria que desafia classificações, ela traz ao Rec-Beat o show de “Território Conquistado”, um álbum de dez faixas que homenageiam dez criadoras negras, como as cantoras Elza Soares e Nina Simone e a escritora Maria Carolina de Jesus, entre outras.</p>
<p>Em paralelo, Lucas Estrela promete fazer todo mundo dançar com as músicas de seu novo álbum “Farol”, que conta com participações de Felipe e Manoel Cordeiro. Combinando a guitarrada, carimbó e a lambada com elementos do pop eletrônico e influências do post-rock, o guitarrista e produtor musical é destaque do atual movimento de renovação da música paraense.</p>
<p><strong>PERNAMBUCO</strong></p>
<p>Novos nomes da cena pernambucana também marcam presença no Rec-Beat 2018. MC Tocha é o maior expoente do brega funk, movimento musical da periferia do Recife. Ele incorpora em sua música elementos que vão do novo funk paulistano ao ragga, passando pelo forró eletrônico e hip hop. O MC sintoniza a música popular urbana global e a reprocessa sob sua perspectiva local, resultando em um som simples mas inventivo, cativante e, claro, altamente dançante.</p>
<div id="attachment_57620" aria-labelledby="figcaption_attachment_57620" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Diego Ciarlariello</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/Johnny-Hooker-porDiego-Ciarlariello.jpg"><img class="size-medium wp-image-57620" alt="Diego Ciarlariello" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/Johnny-Hooker-porDiego-Ciarlariello-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Johnny Hooker se apresenta na segunda-feira, 12</p></div>
<p>Depois de um show histórico no Rec-Beat onde iniciou sua parceria com Liniker e Almério, Johnny Hooker vai entoar as canções de seu novo álbum, “Coração”. O disco marca a reinvenção artística do cantor ao flertar com samba e afoxé em músicas solares sobre a força do amor para resistir aos períodos turbulentos da vida.</p>
<p>Outro ídolo local, Otto vem apresentar “Ottomatopeia”, álbum influenciado por diferentes partes do mundo, desde o rock ao romantismo de Roberta Miranda e Reginaldo Rossi, passando ainda pela ancestralidade africana.</p>
<p>O show Frevália é um projeto do cantor Romero Ferro, que terá as participações de Michelle Melo (ícone da música brega recifense), Monique Kessous e Natália Matos. Trilhando o caminho da música pop de sonoridade oitentista, o show propõe uma releitura contemporânea do frevo em um repertório que passeia por clássicos da folia e canções de novos compositores como Isaar, Juliano Holanda, Adriana Calcanhoto, Thaís Gulin e Moreno Veloso.</p>
<p><strong>INTERNACIONAL</strong><br />
Na escalação internacional, o festival selecionou artistas de performance singular para deixar o público mesmerizado. O espanhol Javier Díez-Ena, da Espanha, mostra o show “Theremonial”, onde amplia de maneira inovadora as possibilidades do teremim, instrumento eletrônico russo da década de 1920.</p>
<p>Artista seminal da música eletrônica, Bernard Fevre apresenta o seu projeto Black Devil Disco Club. Nos anos 1970, ele iniciou seus experimentos com sintetizadores e música ambiente, e foi pioneiro ao criar uma versão eletrônica e cósmica da disco music no clássico cult “Black Devil Disco Club” (1978). O álbum abriu caminho para toda uma linhagem da música de pista francesa, décadas antes de medalhões como Daft Punk.</p>
<p>Direto da Patagônia, as argentinas do Fémina unem elementos de diferentes ritmos latinos, como cúmbia, candombe, rumba e bolero, com o groove do hip hop e funk. Vivendo entre Berlim e Istambul, a DJ Ipek é um dos nomes mais respeitados do circuito internacional de música eletrônica. Do funk psicodélico turco à música folclórica dos Balcãs, passando pelo reggaeton e eletrônica do oriente médio, seu som tem um estilo próprio, que ela define como “Eklektik BerlinIstan” .</p>
<p><strong>EXPANSÃO</strong><br />
Além do palco principal no Cais da Alfândega, no Recife, 2018 foi mais um ano de expansão para o Rec-Beat, levando edições especiais do festival para novas cidades, no período pré-carnavalesco. Estreou em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, e no Ceará em Sobral e Fortaleza. Realiza também o projeto Rec-Beat Apresenta, em duas edições, novamente em João Pessoa e Olinda. Desta forma, o Rec-Beat consolida seu conceito artístico de promover a nova música brasileira em perspectiva mundial e fomentar um público curioso, atento e ávido por novidades.</p>
<p>O Festival Rec-Beat 2018 tem patrocínio da Prefeitura do Recife, incentivado pelo Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura &#8211; Funcultura, apoio da Slap, Copergás, Consulado da França no Recife, Bureau Export, Institut Français, Embaixada da França no Brasil, Ibermúsicas, Embaixada da Espanha, Consulado da Alemanha, Goethe-Institut, CCBA e CePE. App Oficial: PE no Carnaval. Mídias parceiras: Brasileiríssimos, Revista O Grito!, Revista Continente e Frei Caneca FM. O Spotify é o player oficial e a realização é da Rec-Beat Produções.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO – FESTIVAL REC-BEAT 2018 &#8211; 23a. EDIÇÃO</strong></p>
<p>Sábado, dia 10/02/18<br />
* DJ Rafoso Seletor (PE) nos intervalos entre as bandas</p>
<p>19h30 – DJ Ipek (Alemanha/Turquia)<br />
21h00 – Ana Mulller (ES)<br />
22h00 – Daniel Peixoto (CE)<br />
23H10 &#8211; Diomedes Chinaski &amp; Luiz Lins (PE)<br />
00H30 – MC Tocha (PE)</p>
<p>Domingo, dia 11/02/18</p>
<p>19h30 – DJ Flavya (Estados Unidos)**<br />
20h00 – Arrete (PE)<br />
21h00 – Lucas Estrela (PA)<br />
22h00 – Javier Diez-Ena (Espanha)<br />
23h10 – Don L (CE)<br />
00h30 – Larissa Luz (BA)</p>
<p>Segunda, dia 12/02/18</p>
<p>19h30 – DJ Grace Kelly (Brasil/Alemanha)**<br />
20h00 – João do Pife e Banda Dois Irmãos (PE)<br />
21h00 – Carne Doce (GO)<br />
22h00 – Fémina (Argentina)<br />
23h10 – Xenia França (BA)<br />
00h30 – Johnny Hooker (PE)</p>
<p>Terça, dia 13/02/18</p>
<p>19h30 – Worm Disco Club (Inglaterra)**<br />
20h00 – Frevália (PE)<br />
21h00 – Rimas &amp; Melodias (SP)<br />
22h00 – Black Devil Disco Club (Live) (França)<br />
23h10 – Otto (PE)<br />
00h30 – Erasmo Carlos (RJ)</p>
<p>** Os Djs que fazem a abertura da noite e os intervalos entre as bandas.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Festival Rec-Beat 2018 &#8211; 23ª edição</strong><br />
Dias: 10 a 13 de fevereiro de 2018 (sábado até a terça-feira de Carnaval)<br />
Início: 19h30<br />
Local: Cais da Alfândega, Bairro do Recife<br />
ENTRADA GRATUITA, AO AR LIVRE, ABERTO AO PÚBLICO<br />
Informações: <a href="http://www.recbeatfestival.com" target="_blank">www.recbeatfestival.com</a></p>
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		<title>Agremiações tradicionais do Bairro de São José acertam o passo para o Carnaval</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Feb 2018 16:25:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Pierrot de São José]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval 2018]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval na casa da cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Troça Verdureiras de São José]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=57592</guid>
		<description><![CDATA[Marcus Iglesias A tradição do Carnaval do Recife em alguns bairros, como o de São José, foi construída através da união dos moradores que caíam na folia inspirados por personalidades respeitadíssimas, a exemplo de Mãe Badia, e de grupos familiares da região. Um deles, a família Carminha, cuja matriarca é a carnavalesca Sevi Caminha, hoje [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_57597" aria-labelledby="figcaption_attachment_57597" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39912811492_ffb5635a8e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-57597 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39912811492_ffb5635a8e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fundado pela carnavalesca Sevi Caminha, o Bloco Pierrot de São José completa 40 anos em 2018</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>A tradição do Carnaval do Recife em alguns bairros, como o de São José, foi construída através da união dos moradores que caíam na folia inspirados por personalidades respeitadíssimas, a exemplo de Mãe Badia, e de grupos familiares da região. Um deles, a família Carminha, cuja matriarca é a carnavalesca Sevi Caminha, hoje é responsável pela manutenção e fôlego de duas importantes agremiações do Centro do Recife: o <strong>Bloco Pierrot de São José</strong>, que completa 40 anos em 2018, e a <strong>Troça Verdureiras de São José</strong>, fundada em 1884 e considerada uma das mais antigas de Pernambuco.</p>
<p>As duas atrações passaram pela programação do Carnaval da Casa da Cultura, realizado pela Secretaria Estadual de Cultura e Fundarpe, com a participação de diversas agremiações de Pernambuco. Segundo Graciene Caminha, filha de Sevi e uma das responsáveis pelo Bloco Pierrot de São José, foi sua mãe <em>“quem iniciou toda essa loucura aos nove anos de idade, quando veio de São Caetano para o Recife, se erradicando no Bairro de São José, de onde nunca mais saiu. Ela costurou para vários blocos e agremiações, e em 1978 decidiu fundar o Pierrot de São José, porque queria um bloco só dela”,</em> relembra.</p>
<div id="attachment_57594" aria-labelledby="figcaption_attachment_57594" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/25073292427_a618a98619_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-57594  " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/25073292427_a618a98619_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Troça Verdureiras de São José foi fundada pelos verdureiros do Mercado de São José em 1884e retirada do Museu da Federação Carnavalesca de Pernambuco em 1983, por Sevi Caminha</p></div>
<p style="text-align: left;"><em>“Na época eu era uma criança de doze anos, e a vida da gente se transformou com esse bloco, porque a missão de todas nós hoje, das filhas e das netas de Sevi Caminha, é tomar conta do Pierrot de São José, do qual mamãe é presidenta eterna, e da Troça Carnavalesca Verdureiras de São José, que é presidida pela minha irmã Graciete Caminha. Os dois são altamente familiares, não tem diretoria. Não temos sede e nosso dinheiro vem das subvenções que a gente consegue durante as apresentações no Carnaval”,</em> revela Graciene Caminha.</p>
<p>A Troça Verdureiras de São José foi fundada pelos verdureiros do Mercado de São José, mas depois de alguns anos a agremiação foi parar no Museu da Federação Carnavalesca de Pernambuco por falta de atividade. “<em>Badia é minha madrinha e foi ela quem ficou na cabeça de mamãe para que ela tirasse a Verdureiras de São José do museu. E em 1983 mamãe foi na onda, até porque ela não desobedecia Badia, por uma questão de respeito e hierarquia. Antigamente, muitos trabalhadores e trabalhadoras do Mercado de São José participavam dessa troça, mas com o tempo as pessoas foram deixando de ir, e a gente sente e fica muito triste com isso. No entanto, independente de qualquer coisa, as Verdureiras estão aqui, firmes e fortes&#8221;,</em> conta Graciene.</p>
<div id="attachment_57593" aria-labelledby="figcaption_attachment_57593" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/25073278667_7d226b92fb_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-57593 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/25073278667_7d226b92fb_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As duas agremiações se apresentaram no Carnaval da Casa da Cultura no dia 27 de janeiro passado</p></div>
<p>De acordo com Graciene, dona Sevi Caminha não anda há quinze anos por conta de um reumatismo crônico, e há quatro anos foi diagnosticada com problemas circulatórios, por causa da diabetes.<em> “Nessa circunstância, eu cheguei pra ela e disse: ‘mãe, vamos viver, vamos cuidar da senhora, vamos acabar com essas agremiações’. E ela humildemente me pediu: ‘filha, me deixe morrer para fazer isso’. Então estamos aqui, mais um ano, para cumprir mais um Carnaval”.</em></p>
<p>Antigamente, a família Caminha também era responsável por outros grupos, conta Graciene, lembrando-se da La Ursa Branca do Bairro de São José e do Boi do Zé do Ribamar, entre outras agremiações. <em>“Mas fomos convencendo mamãe a ir dando fim aos brinquedos porque era muito cansativo lidar com tudo. Eu e minhas irmãs, por exemplo, até hoje não sabemos o que é o Carnaval de Olinda, porque vivemos intensamente essa história no bairro de São José”.</em></p>
<div id="attachment_57595" aria-labelledby="figcaption_attachment_57595" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39046682555_f0781e4501_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-57595 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39046682555_f0781e4501_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além do Pierrot de São José, a família Caminha também era responsável por outros grupos, como a La Ursa Branca do Bairro de São José e o Boi do Zé do Ribamar, entre outras agremiações</p></div>
<p style="text-align: left;">Por outro lado, a responsável pelo Bloco Pierrot de São José falou da emoção que foi se apresentar no Carnaval da Casa da Cultura este ano, espaço que, segundo ela, virou seu <em>point</em> de passeio quando deixou de ser uma casa de detenção para se tornar um equipamento cultural. “<em>É por isso que a gente fica muito feliz quando vem pra cá. Eu acho que o certo era a gente vir todo ano, porque somos de casa. Mas graças a Deus está tudo certo, a gente ama o Carnaval”.</em></p>
<p>No dia da apresentação das agremiações na Casa da Cultura, realizada no dia 27 de janeiro passado, foram levadas duas orquestras e dois grupos diferentes, porque tem foliões que não saem na Verdureiras por preferirem sair apenas no Bloco Pierrot de São José. <em>“Mas há as mais loucas, como Nilda e Totonha, que saem nos dois e em outros blocos do São José, como o Gigante e o Bola de Ouro. Temos também outros exemplos bonitos, como Dona Creusa, de 93 anos, que adora sair no Pierrot de São José e todo ano está aqui com a gente”,</em> disse Graciene, que por fim deixou claro sua intimidade com o bairro de São José e com o carnaval da região.</p>
<div id="attachment_57598" aria-labelledby="figcaption_attachment_57598" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39234539194_afdcacfec1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-57598 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/39234539194_afdcacfec1_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Quando se apresentaram na Casa da Cultura, a família Caminha levou duas orquestras e dois grupos diferentes para cada agremiação</p></div>
<p><em>“Nós somos da Rua do Ramos, saindo da Casa da Cultura ela fica bem pertinho. E nós realizamos nossos ensaios e encontros lá. É uma rua bem pequenininha e aconchegante, e compramos duas casas nela. A família inteira mora lá. A casa de número 60, que é a de mamãe, tem três andares, e você não consegue andar direito lá dentro com tanta fantasia pelos corredores. A do lado, número 58, que era pra ser a sede das Verdureiras, no momento está demolida. Mas arranjamos um dinheiro e levantamos umas colunas para dar início à construção da sede, e eu quero que mamãe esteja viva pra vê-la pronta”.</em><br />
<strong></strong></p>
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		<title>Olinda vive mais uma Noite dos Tambores Silenciosos</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Feb 2018 14:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[carnaval 2018]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu]]></category>

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		<description><![CDATA[Preservando a cultura de matriz africana e pedindo proteção para o período carnavalesco, a 17ª Noite dos Tambores Silenciosos de Olinda reúne nesta segunda-feira, 05 de fevereiro, diversas nações de maracatu. A programação terá início às 20h, com a concentração de todos os grupos nos Quatro Cantos do Sítio Histórico de Olinda, de onde sairão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Preservando a cultura de matriz africana e pedindo proteção para o período carnavalesco, a <strong>17ª Noite dos Tambores Silenciosos de Olinda</strong> reúne nesta segunda-feira, 05 de fevereiro, diversas nações de maracatu. A programação terá início às 20h, com a concentração de todos os grupos nos Quatro Cantos do Sítio Histórico de Olinda, de onde sairão em cortejo pela rua e largo do Amparo, com destino à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Noite-dos-Tambores-Silenciosos-de-Olinda-Foto-Passarinho-Prefeitura-de-Olinda.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-33536" alt="Passarinho/Prefeitura de Olinda" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Noite-dos-Tambores-Silenciosos-de-Olinda-Foto-Passarinho-Prefeitura-de-Olinda-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a></p>
<p>Na chegada, cada nação entoará loas. A cerimônia terá início à meia-noite, com cantos africanos. Durante a cerimônia, a frente da igreja é banhada de perfume e, ao final, acontece um dos momentos mais emocionantes da cerimônia, o rufar dos tambores que permanecerão em silêncio durante a celebração, acompanhados da já tradicional queima de fogos.</p>
<p>A cerimônia de louvação é realizada pela Associação dos Maracatus de Olinda (Amo Cultural), e conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE e Fundarpe.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><em><b>17ª Noite para os Tambores Silenciosos de Olinda</b></em><br />
<strong>Quando:</strong> Segunda-feira, 05 de fevereiro<br />
<strong>Concentração:</strong> às 20h, nos Quatro Cantos, Sítio Histórico de Olinda, de onde o cortejo seguirá em direção ao Largo do Rosário dos Homens Pretos, no bairro do Bonsucesso.</p>
<p>Grupos confirmados:<br />
Maracatu Leão Coroado, Maracatu Nação Camaleão, Maracatu Nação Badia, Maracatu Nação de Luanda, Maracatu Nação Maracambuco, Maracatu Nação Pernambuco, Maracatu Nação Estrela de Olinda, Maracatu Nação Tigre e Maracatu Sol Brilhante.<br />
O Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu é o convidado desta edição.<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Programação do Carnaval na Casa da Cultura segue até sábado (3)</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jan 2018 16:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval 2018]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do sucesso do Festival OpenRua, a programação do Carnaval na Casa da Cultura 2018 segue, até o próximo sábado (3), com uma série de apresentações de orquestras de frevo, grupos de ursos, bois, afoxés, maracatus, cocos e blocos líricos. Com acesso gratuito, o evento, promovido pelo Governo do Estado, é uma das ações do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46909" aria-labelledby="figcaption_attachment_46909" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-Dona-Glorinha-do-Coco-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-46909" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Encontro-de-Coco-de-Pernambuco-Dona-Glorinha-do-Coco-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Glorinha do Coco apresenta-se nesta terça-feira (30), a partir das 15h</p></div>
<p>Depois do sucesso do <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/carnaval/festival-openrua-da-inicio-ao-carnaval-na-casa-da-cultura/" target="_blank">Festival OpenRua</a></strong>, a programação do <strong>Carnaval na Casa da Cultura 2018</strong> segue, até o próximo sábado (3), com uma série de apresentações de orquestras de frevo, grupos de ursos, bois, afoxés, maracatus, cocos e blocos líricos.</p>
<p>Com acesso gratuito, o evento, promovido pelo <strong>Governo do Estado</strong>, é uma das ações do Ciclo Carnavalesco da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, que todos anos evidenciam e trazem para o palco da Casa da Cultura as principais manifestações e expressões culturais de Pernambuco. &#8220;<em>A intenção é mostrar a nossa diversidade cultural aos turistas que circulam diariamente pelo espaço neste período e, no caso dos pernambucanos que também frequentam o equipamento cultural, dar a chance de conhecerem grupos e artistas de outras regiões do Estado&#8221;</em>, comenta a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<p>As apresentações começam a partir das 15h e vão até sábado (3). Confira a programação completa:</p>
<p><strong>CARNAVAL NA CASA DA CULTURA 2018</strong></p>
<p><strong>Terça-feira (30)</strong><br />
15h – Glorinha do Coco<br />
16h – O Bagaço é Meu<br />
17h – Bloco em Poesia</p>
<p><strong>Quarta-feira (31)</strong><br />
15h – Maracatu Águia Misteriosa<br />
16h – Afoxé Oxum Pandá<br />
17h – Maestro Danda e Orquestra</p>
<p><strong>Quinta-feira (1º)</strong><br />
15h – Afoxé Ará Omim<br />
16h – Grupo Maracafrevo<br />
17h – Bloco O Bonde</p>
<p><strong>Sexta-feira (2)</strong><br />
15h – Coco de Umbigada<br />
16h – Boi Malabá<br />
17h – Cordas e Retalhos</p>
<p><strong>Sábado (3)</strong><br />
15h – Caboclinho Canindé de Camaragibe<br />
16h – Bonecos do Seu Malaquias<br />
17h – Amantes das Flores</p>
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