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	<title>Portal Cultura PE &#187; Casa Amarela</title>
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		<title>Raul Lody lança o livro &#8220;Um Banquete Tropical: temas da etnoalimentação&#8221;, em Casa Amarela</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 19:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para comemorar as cinco décadas como escritor, o pensador da comida e da alimentação Raul Lody lança &#8220;Um Banquete Tropical: temas da etnoalimentação&#8221;. A obra de 270 páginas, editada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), é uma coletânea de 78 artigos publicados em jornais e sites Brasil afora, encabeçadas por ilustrações especialmente realizadas pelo autor. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Capa-Um-banquete-tropical.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97405" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Capa-Um-banquete-tropical-351x486.jpg" width="351" height="486" /></a></p>
<p>Para comemorar as cinco décadas como escritor, o pensador da comida e da alimentação Raul Lody lança &#8220;Um Banquete Tropical: temas da etnoalimentação&#8221;. A obra de 270 páginas, editada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), é uma coletânea de 78 artigos publicados em jornais e sites Brasil afora, encabeçadas por ilustrações especialmente realizadas pelo autor. O lançamento acontece no próximo sábado (26), às 10h30, na Mercearia Pará, em Casa Amarela. Durante o evento, haverá bate-papo com a empresária e pesquisadora gastronômica da Amazônia, Lourdes Barbosa.</p>
<p><em>“Sentem-se à mesa, ou comam em pé nas ruas, nos aeroportos e lanchonetes de fast food, ou sentados sobre tapetes, mas sempre com Raul Lody. Jamais perderão o apetite, pois com ele o banquete é mais saborosamente prazeroso. Aproveitem essa delícia de livro”</em>, convida a prefaciadora, Maria de Lourdes de Azevedo Barbosa, pesquisadora de gastronomia da Amazônia.</p>
<div id="attachment_79542" aria-labelledby="figcaption_attachment_79542" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueiroa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/raul-lody-foto-fernando-figueiroa-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-79542" alt="Fernando Figueiroa/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/raul-lody-foto-fernando-figueiroa-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">No dia do lançamento. Raul Lody comandará um bate-papo com a empresária e pesquisadora da Amazônia, Lourdes Barbosa </p></div>
<p>A obra contempla diferentes olhares e interesses sobre a comida e a bebida no Brasil, considerado uma das maiores cozinhas do mundo, cujos sistemas alimentares são os mais diversos. A partir da escolha dos ingredientes, do fazer os pratos, das receitas, do servir, até levar à boca, Lody entrega de bandeja ao leitor/comensal um banquete de história, sociologia, economia, ecologia e diversidade cultural da comida brasileira. <em>“Peguei textos com temas regionais e globais dos últimos 20 anos e fiz uma mistura dos pratos da casa, de rua, de festa e de religião”</em>, comenta Lody.</p>
<p>Apesar de sempre ir além do arroz com feijão, Lody nunca esquece da importância desse combo tão clássico que é, segundo ele, “uma espécie de símbolo heráldico da mesa brasileira”. O ato de comer, portanto, é global para Lody, no sentido de que<em> “come-se com o corpo inteiro&#8221;. “Inicialmente come-se com os olhos, depois se come com o olfato; come-se com o tato; e come-se, finalmente, com a boca, com o prazer de um sentido tão aguçado que remete a um sentimento”</em>, revela o escritor, que é curador da Fundação Pierre Verger, do Museu da Gastronomia Baiana do Senac Bahia, e da Fundação Gilberto Freyre.</p>
<p>Do também sociólogo Gilberto Freyre, Lody degusta várias lições. Destaque para as dulcíssimas advindas da obra clássica Açúcar (1939). “O açúcar adoçou tantos aspectos da vida brasileira que não é possível separá-lo da civilização… Açúcar é um livro memorial e que traz um valor civilizador, como tão civilizador é o açúcar para o brasileiro e, em especial, para o nordestino — mais ainda para o pernambucano”, afirma o pesquisador, ressaltando sua matéria prima, a cana de açúcar, da qual se faz também o caldo de cana e a cachaça. Entre ingredientes e iguarias adocicadas e salgadas, Lody aguça identidades e símbolos também com bacalhau, quiabo, azeite, mandioca, dendê, rapadura, jenipapo, mortadela, hot dog, sanduíche natural, pão com manteiga, milho, caldinho, água e cajuína.</p>
<p><strong>SOBRE O AUTOR -</strong> Quarto livro do antropólogo e pesquisador editado pela Cepe, Um Banquete Tropical: Temas da etnoalimentação chega depois de Doce Pernambuco: uma viagem pela memória histórica e cultural da doçaria pernambucana (2019), Brasileirismos e conexões em Gilberto Freyre (2020), e de Comer com os olhos (2021). Este último assinado em parceria com o fotógrafo Jorge Sabino. Especialista em arte popular e artesanato, artes étnicas africanas e de matriz africana, e comida, alimentação, cultura e patrimônio, Lody já escreveu 118 livros, sendo 39 deles voltados para a gastronomia. Coordena, desde 1972, projetos com ênfase em etnoalimentação no Brasil, em países africanos, na península ibérica, na península itálica e no México. O carioca já foi vencedor do Gourmand World Cookbook Awards em 2006, 2008, 2010 e 2014, além de finalista do Prêmio Jabuti em 2016 e 2017 com os livros A virtude da gula (Senac São Paulo, 2015) e Águas de comer (Senac São Paulo, 2016).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;Um Banquete Tropical: Temas da etnoalimentação&#8221; (Cepe Editora), de Raul Lody<br />
Quando: 26 de novembro de novembro (sábado), às 10h30<br />
Onde: Mercearia Pará (Rua Olímpio Tavares, 110 &#8211; Casa Amarela)<br />
Preço: R$ 60 (livro impresso); R$ 24 (e-book)</p>
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		<title>Cia. Devir oferece oficina gratuita de circo no Espaço Casulo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2019 15:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Cia. Devir vai oferecer, entre os dias 24 e 25 de maio (sexta-feira e sábado), a oficina gratuita Criando nas Alturas. Ao longo de dois dias, participantes terão a oportunidade de desenvolver potencialidades para criação nas artes circenses e poderão se aprimorar em acrobacias aéreas, em momentos que unem o trabalho corpóreo integral a uma prática lúdica [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68502" aria-labelledby="figcaption_attachment_68502" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pedro Elias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/victor-lima-foto-pedro-elias.jpeg"><img class="size-medium wp-image-68502" alt="Pedro Elias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/victor-lima-foto-pedro-elias-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O artista Victor Lima comandará a oficina no Espaço Casulo</p></div>
<p>A Cia. Devir vai oferecer, entre os dias 24 e 25 de maio (sexta-feira e sábado), a oficina gratuita <strong>Criando nas Alturas</strong>. Ao longo de dois dias, participantes terão a oportunidade de desenvolver potencialidades para criação nas artes circenses e poderão se aprimorar em acrobacias aéreas, em momentos que unem o trabalho corpóreo integral a uma prática lúdica e prazerosa. Os encontros, comandados pelo artista Victor Lima, ocorrem no Espaço Casulo e são voltados para iniciantes a avançados. As vagas são limitadas e inscrições podem ser feitas até o próximo dia 17 de maio através do formulário disponível em <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfXIRYBhMBKtB39fbfs7JelevcBtxaEX7ZGTi4z26WP-IkNLQ/viewform" target="_blank"><strong>bit.ly/ciadevir</strong></a>. A lista de selecionados será divulgada 20 de maio.</p>
<p>O projeto é desdobramento de uma bolsa de aperfeiçoamento incentivada pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, que permitiu ao artista Victor Lima desenvolvesse sua prática artística. Durante 10 meses, Vitor Lima teve a oportunidade de dedicar-se integralmente ao projeto, quando pôde se especializar nas modalidades trapézio, trapézio duo e no desenvolvimento de sua poética.</p>
<p>Vitor Lima tem formação na Escola Nacional de Circo (RJ), Escola de Circo de Londrina (PR) e Escola Pernambucana de Circo (EPC). O artista também participou de diversas oficinas e workshops, como a Oficina de Circo e Teatro, com Albin Warette, a oficina Circus Next Lab, a Maquinária Livre de Criação e o Laboratório Circo Futuro, além de fazer parte de um grupo de pesquisa de teatro físico Fio dos Ventos, dirigido pela italiana Lina Della Rocca.</p>
<p>A Cia. Devir foi formada em 2014 pelos artistas Vitor Lima e João Cavalcanti e desde então tem se apresentado em diversos festivais no Brasil e exterior. A dupla também vem realizando pesquisas e participou de projetos internacionais, como o Circus Incubator, um programa de intercâmbio entre França, Brasil, Suécia e Canadá que oferece suporte para projetos de criação de jovens artistas do circo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina Criando nas Alturas<br />
Quando: 24 e 25 de maio de 2019<br />
Horário: Sexta (24), das 16h às 19h e sábado (25), das 14h às 17h<br />
Onde: Espaço Casulo (Endereço Rua Oscar Pinto, 368, Casa Amarela)<br />
Inscrições até 17 de maio pelo formulário: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfXIRYBhMBKtB39fbfs7JelevcBtxaEX7ZGTi4z26WP-IkNLQ/viewform" target="_blank"><strong>bit.ly/ciadevir</strong></a><br />
Público alvo: praticantes iniciantes, intermediários ou avançados de aéreos circenses<br />
Resultado: 20 de maio</p>
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		<title>Durante edição do Outras Palavras, estudantes conversam com o escritor Fred Cajú</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/durante-edicao-do-outras-palavras-estudantes-conversam-com-o-escritor-fred-caju/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Dec 2017 03:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Escola Dom Vital]]></category>
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		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria de cultura de pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Um dos premiados no V Prêmio Pernambuco de Literatura, o escritor Fred Cajú, com o livro Nada consta (ainda inédito), conversou na manhã da última sexta-feira (1º) com estudantes da Escola Dom Vital, em Casa Amarela, Zona Norte do Recife, sobre sua produção literária e paixão pelo que faz. A atividade fez parte [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55759" aria-labelledby="figcaption_attachment_55759" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37896010535_825e41a779_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55759 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37896010535_825e41a779_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na ocasião, mediada pela jornalista Jan Ribeiro, Fred Cajú conversou com os alunos sobre seu processo criativo e relação com a literatura</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/cinco-escritores-pernambucanos-vencem-o-v-premio-pe-de-literatura/" target="_blank">Um dos premiados no V Prêmio Pernambuco de Literatura</a>, o escritor Fred Cajú, com o livro <strong>Nada consta</strong> (ainda inédito), conversou na manhã da última sexta-feira (1º) com estudantes da Escola Dom Vital, em Casa Amarela, Zona Norte do Recife, sobre sua produção literária e paixão pelo que faz. A atividade fez parte de mais uma edição do <strong>Outras Palavras</strong> e teve a participação de dezenas de alunos do 3º ano do Ensino Médio, que puderam tirar suas dúvidas sobre o processo criativo do autor &#8211; que já tem sete livros lançados.</p>
<p>Para a assistente de direção da escola, a professora Lidiane Feitosa, este foi um momento gratificante para o Dom Vital. <em>“Espero que aproveitem porque eu já acompanhei uma edição aqui ao lado, no EREM Padre Machado, e sei que é riquíssimo. Agora é a vez de vocês. A gente abre as nossas portas para o <strong>Outras Palavras</strong> porque a gente acredita que vocês merecem essa oportunidade”,</em> disse ela.</p>
<div id="attachment_55757" aria-labelledby="figcaption_attachment_55757" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23917821427_f487e37e29_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55757 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23917821427_f487e37e29_k-607x347.jpg" width="607" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Edição do Outras Palavras contou com a participação de dezenas de alunos do 3º ano do Ensino Médio, que puderam tirar suas dúvidas sobre o processo criativo do autor</p></div>
<p><em>“Escolhemos vocês alunos do terceiro ano porque vocês estão passando por novos desafios, e esperamos que o projeto volte ano que vem para a nossa casa, com as novas turmas”</em>, disse ela, para depois receber um kit do projeto voltado para a biblioteca da instituição, com livros de escritores premiados no Prêmio Pernambuco de Literatura e publicações com incentivo do Funcultura.</p>
<p>Antonieta Trindade, gestora do projeto e vice-presidente da Fundarpe, ressaltou o número mais importante que o<strong> Outras Palavras</strong> já atingiu: quase dez mil estudantes em todo o estado de Pernambuco. <em>“Nosso desafio é garantir que, num momento como esse que vivemos no país, com tanto ataque à escola pública, termos um projeto avançado de vida. A gente busca fazer com que a escola não seja um ambiente que ensine a obedecer, e sim que seja um local onde possamos exercitar nossa criatividade, ampliar a visão de mundo e formar opinião sobre os fatos”,</em> destacou Antonieta, para em seguida se colocar a disposição para volta ao Dom Vital no ano que vem.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38782092941_2e581ed05b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55762 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38782092941_2e581ed05b_k-607x445.jpg" width="607" height="445" /></a></p>
<p>Mediado pela jornalista e fotógrafa Jan Ribeiro, a conversa com o jovem escritor pernambucano tocou em pontos chaves da carreira artística de Fred Caju, como inspirações, movimento cartonero e como é sua relação com a literatura. Considerado um dos nomes mais importantes da nova geração de poetas em Pernambuco, Fred Cajú criou seu nome artístico a partir de um anagrama com as duas primeiras letras de cada nome do autor (Edinaldo Francisco do Carmo Júnior). Recifense, nasceu em 1988 e hoje mora em Paulista, na Região Metropolitana.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37895960935_dbbf4125f5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55758 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37895960935_dbbf4125f5_k-607x441.jpg" width="607" height="441" /></a></p>
<p>Historiador por formação, é editor do selo Castanha Mecânica, que trabalha com produção artesanal de livros. Seus poemas também estão disponíveis na internet, como na sua conta no <a href="https://www.instagram.com/Caju.Fred/" target="_blank">Instagram</a> e no site <a href="https://www.brasildefato.com.br" target="_blank">Brasil de Fato</a>. <em>“Eu tenho um olhar meio torto das coisas. Por exemplo, uma vez eu estava numa apresentação e tinha na minha frente um datashow daqueles mais modernos que você possa imaginar, mas eu estava obcecado em ficar olhando o papelzinho dobrado que fazia apoio para ele. Eu estou saturado de temas que não comportam a minha realidade, que me esmagam, isso é o que me motiva a escrever”,</em> revelo ele que já participou do pasárgada.doc, série de minidocumentários sobre autores pernambucanos produzida pela Coordenadoria de Literatura da Secretaria de Cultura do estado.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/nCrTGDGTbaY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Uma das perguntas que Jan Ribeiro fez ao Fred foi como é que funciona a lógica do autor na construção das capas dos seus livros. <em>“Por exemplo, esse aqui, chamado <strong>Estilhaço</strong>, é feito com casca de ovo. Que mensagem você quis passar e como chegou a esse processo final?”</em>, indagou a jornalista. “<em><strong>Estilhaço</strong> está o tempo inteiro dizendo que vai dar besteira, que as coisas acabam, terminam. ‘Administre isso, você não pode evitar o fim das coisas’. E teve um momento que eu pensei: ‘Já que é um livro que fala de términos, vou pegar casca de ovo, que é um material orgânico’. Ou seja, esse livro pode apodrecer, e isso tem completa relação com o conteúdo”,</em> explicou Fred Cajú.</p>
<div id="attachment_55760" aria-labelledby="figcaption_attachment_55760" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38065240794_79d9fd644a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55760 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38065240794_79d9fd644a_k-607x441.jpg" width="607" height="441" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes puderam tirar suas dúvidas sobre como é ser escritor frente a frente com Fred Cajú</p></div>
<p>A estudante Samia Stephany quer fazer Letras e quis saber do autor como ele sobrevive com a literatura, e como surgiu a ideia de fazer livros com materiais diferenciados. <em>“Eu vivo da literatura sim, mas não dos meus livros. Eu estava num encontro dia desses e um pessoal falou da dificuldade de sobrevivência nesse meio. Eu disse que eles estavam confundindo as coisas. O exemplar não deve ser visto como a conta final. Quando a gente fala de literatura, há outras demandas, como recitais, apresentações, debates e palestras. Se eu fosse viver só do texto, eu não sobreviveria, e ai a gente precisa se impor”.</em></p>
<div id="attachment_55761" aria-labelledby="figcaption_attachment_55761" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38065250134_c36a85fffa_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55761 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38065250134_c36a85fffa_k-607x396.jpg" width="607" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Historiador por formação, Fred Cajú é editor do selo Castanha Mecânica, que trabalha com produção artesanal de livros.</p></div>
<p><em>“Sobre a questão dos materiais, tudo começou quando eu tive a ideia de fazer um livro com filtro de café. Eu gostava da ideia do cheiro, da textura. Mas eu sei de fato qual é a verdadeira sacada de ir por esse caminho. É na verdade uma saturação de mercado. Se eu colocar esse livro num formato tradicional numa estante, ele vai ser só mais um na estante. Minha ideia é pirar no sentido de pensar nas possibilidades que um livro pode ser apresentado”,</em> respondeu Fred.</p>
<div id="attachment_55756" aria-labelledby="figcaption_attachment_55756" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23917515527_74a100d672_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55756 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23917515527_74a100d672_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Edição do Outras Palavras ainda teve forró pé de serra do grupo Forrozão Bate Sala e Alex para animar a garotada</p></div>
<p>Ao fim da conversa, os estudantes puderam conhecer o trabalho independente do grupo Forrozão Bate Sela e Alex, que atua há dez anos em Pernambuco disseminando o autêntico forró pé de serra. &#8220;<em>É um trabalho difícil, mas recompensador, porque levamos a nossa cultura do noss estado pelo Nordeste afora&#8221;,</em> disse o vocalista Biskuí, para em seguida puxar músicas do Rei do Baião, como<strong> Hora do Adeus</strong>, e de seu pupilo Dominguinhos, como <strong>Eu Só Quero Um Xodó</strong>.</p>
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		<title>Produção cultural de jovens e estudantes tem espaço no Outras Palavras</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 01:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52233" aria-labelledby="figcaption_attachment_52233" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35614223604_d170688228_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52233 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35614223604_d170688228_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Formado por alunos e alunos do EREM Padre Machado, o grupo Maracaxé Rainha Adelaide foi uma das atrações desta edição</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Além da proposta de levar cultura e arte às escolas públicas de Pernambuco, o projeto <strong>Outras Palavras</strong>, promovido pela Fundarpe e Secretaria de Cultura estadual, proporciona um adicional ainda mais importante: Dar espaço e trazer para o centro da discussão a produção cultural desenvolvida dentro das instituições de ensino. Nesta terça-feira (8), na Escola de Referência de Ensino Médio Padre Machado, no bairro de Casa Amarela, Zona Norte do Recife, esse ideal ficou mais que evidente. Ao lado dos escritores Philippe Wolney e Camillo José, vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura, e do grupo musical Chorões da Aurora, estudantes de diversas idades e até de outras escolas da região puderam mostrar seus dons com a arte e interagir com o fazer cultural mais de perto.</p>
<p>Antes da conversa com os autores pernambucanos, alguns estudantes e jovens do bairro apresentaram o grupo Maracaxé Rainha Adelaide, um dos ‘braços’ do projeto <a href="https://www.facebook.com/multicoresdasartescenicas/" target="_blank">Multicores das Artes Cênicas</a> &#8211; formado por alunos do EREM Padre Machado e de outras localidades. Na ocasião, puderam mostrar o trabalho construído desde 2014 através da dança e da música. <em>“Toda escola deveria ter um grupo percussivo, e é muito importante termos aqui um, numa instituição pública. Mostrar que também fazemos produção cultural. A gente resolveu batizar o grupo com um nome de uma das pessoas que mais luta contra o racismo na escola, que é Adelaide Santos. Ela hoje tem um papel de representatividade muito importante nessa instituição e como cidadã”,</em> disse Samuel Calado, coordenador do Multicores das Artes Cênicas.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XARQoxLYKQc?ecver=1" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Ainda de acordo com Samuel, afora a dança e música, o Multicores tem a proposta de atuar também com outras linguagens, como o teatro, a fotografia e o audiovisual. Durante o Outras Palavras, por exemplo, algumas alunas, com câmeras nas mãos, registravam sob seus olhares o que acontecia no auditório da escola. <em>“Com apoios e parcerias consegui esses equipamentos fotográficos pra cá, e o resultado foi tão bom que uma das alunas chegou até a comprar uma câmera para ela. Esse é o objetivo do Multicores, trabalhar nos jovens questões como a capacidade de expressão, senso de identidade e protagonismo juvenil”,</em> revelou. Na parte teatral, o grupo já tem dois espetáculos, o <strong>Afrociberdelia</strong>, em homenagem ao manguebeat, e<strong> Ethos do Sertão</strong>, que será apresentado no dia 24 de agosto no Teatro Arraial Ariano Suassuna. “<em>Nele tratamos a questão da religiosidade, principalmente as de matriz africana e indígena, através do teatro de sombras e da dança contemporânea</em>”, explicou Samuel Calado.</p>
<div id="attachment_52235" aria-labelledby="figcaption_attachment_52235" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36281027662_ff48c638ea_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52235 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36281027662_ff48c638ea_k-607x479.jpg" width="607" height="479" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo faz parte do coletivo Multicores das Artes Cênicas, que desenvolve na escola atividades nas linguagens de teatro, dança, música, fotografia e audiovisual</p></div>
<p>A estudante Adelaide Santos conta que está no grupo desde o começo, apesar de já ter se envolvido com outros coletivos de dança. “<em>Mas foi a partir do Multicores que abri meu horizonte de uma forma muito intensa. Pude conhecer melhor outras linguagens artísticas, como a música, o teatro e a poesia. E uma consequência disso é que participo hoje em dia de um sarau, e adoro escrever e recitar. Vejo também que através do meu empoderamento muitas meninas passaram a participar do grupo e serem mais atuantes na militância negra, e isso me deixa bastante orgulhosa”.</em> Na internet, é possível encontrar alguns vídeos no qual a jovem poeta recita textos sobre discriminação racial e feminismo.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uU686t5mKE8?ecver=1" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A programação seguiu com um debate com dois representantes da nova cena da poesia pernambucana, Philippe Wolney e Camillo José, vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura, respectivamente, com os livros <strong>Ruinosas Ruminâncias</strong> e <strong>A Dakimakura flutuante</strong>. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fig2017/fig-tem-debate-inedito-entre-vencedores-do-premio-pernambuco-de-literatura/" target="_blank">Os dois estiveram juntos recentemente durante um debate no 27º Festival de Inverno de Garanhuns, </a>ao lado dos também escritores Paulo Gervais, Walther Moreira Santos e Nivaldo Tenório.</p>
<div id="attachment_52232" aria-labelledby="figcaption_attachment_52232" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35614218534_1e36c6b3a5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52232 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35614218534_1e36c6b3a5_k-607x416.jpg" width="607" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">Com mediação do jornalista Marcos Lopes, estudantes e autores puderam trocar uma ideia sobre o fazer literário</p></div>
<p><em>“Esta premiação do qual eles são vencedores é oferecida pela Secretaria de Cultura e Fundarpe e vocês estudantes também podem participar. No caso deles, eles foram contemplados na categoria Poesia, mas há também as categorias Contos e Romance”,</em> detalhou o jornalista Marcos Lopes, mediador da mesa, que em seguida questionou aos autores como foi que surgiram as obras premiadas.</p>
<p><em>“Eu percebi que eu escrevia de uma forma fragmentada e depois sai juntando todos os textos que havia produzido. Era uma coletânea de dois anos de produção que eu guardava numas pastinhas organizadas no computador. Um dia eu reli tudo e percebi que havia uma conexão entre as poesias”,</em> lembrou Phillippe Wolney. Já Camillo José acredita que o exercício da literatura é criar algo do nada, mas que dentro da sua cabeça existe e faz todo o sentido. <em>“Sabe quando você está conversando com uma pessoa e de repente você para de falar, mas mentalmente acha que continua falando? Acho que é por ai. É ser um pequeno deus, começar do nada uma obra, ou a partir do quase nada. <strong>A Dakimatura Flutuante</strong> surgiu a partir desse conceito ou método”.</em></p>
<div id="attachment_52236" aria-labelledby="figcaption_attachment_52236" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36403687656_1da6b98361_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52236 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36403687656_1da6b98361_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maria Clara Amorim, estudante do 1º ano do Ensino Médio, foi uma das que fez perguntas empolgadas aos escritores participantes</p></div>
<p>Dentre várias perguntas dos estudantes, uma delas, da estudante Maria Clara Amorim, de 14 anos, foi uma das que mais tocou os autores. Num país como o Brasil, onde a média de leitura ainda é consideravelmente baixa, é de encantar encontrar jovens como a Maria Clara, ávidos por novas leituras e interessados no fazer literário. “<em>Meu sonho é publicar alguma coisa um dia, de preferência um livro de poesia, como vocês. Eu não os conhecia, mas estou muito inspirada com tudo que foi apresentado e com a obra que vocês dois construíram. Mas eu queria saber o que os motivou a começar a escrever poesias”,</em> indagou a estudante do 1º ano do EREM Padre Machado.</p>
<div id="attachment_52234" aria-labelledby="figcaption_attachment_52234" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36312202331_31a471dd36_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52234 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36312202331_31a471dd36_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Participaram deste Outras Palavras dezenas de estudantes de três escolas públicas da Zona Norte do Recife</p></div>
<p><em>“</em><em>Minhas primeiras leituras eram duras. Eu já tenho 30 anos e em 2002 era uma época que não havia internet acessível e banda larga. A primeira vez que li uma poesia foi uma do paraibano Augusto dos Anjos e a segunda foi um livro de contos do Dostoievski, que tinha um chamado Bobok, o qual me fascinou bastante”,</em> disse o autor de <strong>Ruinosas Ruminâncias</strong>. Camillo José, por sua vez, conta que no seu caso foi pra auxiliar nas paqueras, quando mais novo.<em> “Eu li uma poesia do Castro Alves que está no livro <strong>Espumas Flutuantes</strong>, que se chama Gondoleiro do amor. E sempre que queria impressionar alguém que eu estava afim, eu me inspirava nessa poesia pra escrever algo. Na verdade não era bem uma motivação literária, mas foi um ponto de partida“.</em></p>
<div id="attachment_52230" aria-labelledby="figcaption_attachment_52230" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35614214634_94269e4a1e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52230 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35614214634_94269e4a1e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Conversa entre estudantes e autores pernambucanos girou em torno de temas como inspirações, referências, obras lançadas e o reconhecimento como artista na literatura</p></div>
<p>Formado em 2015 por professores da Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical (ETECM), o grupo Chorões da Aurora fez uma apresentação musical na escola apresentando um repertório formado por canções de artistas como Pixinguinha e Jacob do Bandolim. <em>“A gente realiza uma pesquisa sobre o universo do choro a partir da inserção do Oboé e de demais instrumentos de sopros no gênero musical. Como vocês vão perceber o Oboé, típico da música erudita, não tem boquilha. É uma palheta bem fininha, confeccionadas pelos músicos. Quem deseja estudar esse instrumento começa também a conhecer o mundo artesanal da música”</em>, ressalta o professor Hérrisson, que convidou os estudantes a irem ao ETECM para fazer uma visita e descobrir esse universo musical.</p>
<div id="attachment_52228" aria-labelledby="figcaption_attachment_52228" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35614197994_7af4285e41_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52228 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35614197994_7af4285e41_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Quem deseja estudar esse instrumento começa também a conhecer o mundo artesanal da música”, ressalta o professor Hérrisson, do grupo Chorões da Aurora</p></div>
<p>Ao término da programação do Outras Palavras, a aluna Maria Clara Amorim não continha a felicidade. Ganhou de presente de Phillippe Wolney um de seus livros e andava pelo auditório com um sorriso de orelha a orelha. “<em>Nunca tinha conversando antes com escritores, mas já tinha um contato com a literatura pernambucana e conhecê-los foi sensacional. É muito bom ler algo de alguém que está na mesma sala que você, e você conhecer as referências daquela pessoa e o que o inspira”,</em> contou ela, que se considera uma amante da literatura. <em>“Sempre gostei muito de ler, mas tudo tem um começo. Uma época eu tive um vizinho que trabalhava num jornal e me trazia livrinhos. Certo dia ele me trouxe um livro chamado <a href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/index.php/livros/o-conto-do-garoto-que-n-o-e-especial.html" target="_blank">O conto do garoto que não é especial</a>, meu favorito até hoje. Foi a partir desse encontro que eu passei a escrever”.</em></p>
<p>Para Antonieta Trindade, gestora do Outras Palavras e vice-presidente da Fundarpe, <em>“essa é a escola da resistência que a gente tanto fala e defende”</em>. Ao término desta edição, muita gente foi procurá-la, a maioria alunos e alunas, interessadas em também participar do projeto e levar sua produção cultural a outras escolas. Mostrar na prática que a escola é também, ou principalmente, um espaço de transformação social através da produção artística. Até aqui, o projeto já passou por 335 escolas, atingiu mais de 7 mil pessoas e distribuiu 4291 livros por onde passou.</p>
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		<title>Mazuca da Quixaba entre os destaques de domingo no Sítio Trindade</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 16:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26161" aria-labelledby="figcaption_attachment_26161" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Joana-Quixaba-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-26161" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Joana-Quixaba-divulgacao-607x410.jpg" width="607" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Mestra Joana Cavalcante, líder do grupo de coco que completou 9 anos em maio deste ano.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Sob comando da mestra Joana Cavalcante, o grupo de coco Mazuca da Quixaba está na programação deste domingo (14), no Ciclo Junino do Recife. A apresentação acontece a partir das 20h, no Sítio Trindade, em Casa Amarela, abrindo a noite repleta por sucessos de forró, romantismo e MPB, com os shows de Beto Hortis, Alcimar Monteiro e Elba Ramalho no palco principal do espaço cultural.</p>
<p style="text-align: justify;">O Mazuca da Quixaba estará apresentando o repertório do CD <i>Canto Coco com Mazuca</i>, lançado em maio deste ano. <em>“Estaremos animando o público com o resgate da batida do coco tradicional, misturada ao ritmo da mazuca, tocado por mestres e mestras da Jurema. Nosso repertório também terá um pouco de forró, especialmente para aquecer o clima junino com do evento”</em>, adianto mestra Joana Cavalcante, que desde 2006 integra a formação do coco, além de liderar a Nação do Maracatu Encanto do Pina e o Maracatu Baque Mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">A programação completa do Ciclo Junino 2015, promovido pela Prefeitura do Recife e Secretaria de Cultura, pode ser conferida no site: <strong><a title="www.saojoaodorecife2015.com.br" href="http://www.saojoaodorecife2015.com.br/" target="_blank">www.saojoaodorecife2015.com.br</a></strong>. O Sítio Trindade fica localizado na Estrada do Arraial, nº 3259, no bairro de Casa Amarela. As apresentações são abertas ao público.</p>
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