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	<title>Portal Cultura PE &#187; Chico Pedrosa</title>
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		<title>17º Festival A Letra e a Voz homenageia Chico Pedrosa</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Aug 2019 14:24:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Celebrando as veredas da poesia popular, a 17ª edição do Festival Recifense de Literatura &#8211; A Letra e a Voz começa amanhã (30), no Recife Antigo, com oficinas e discussões, apresentações culturais, mesa de glosas, feira de livros e uma extensa programação gratuita e aberta ao público. Promovido pela Prefeitura do Recife, por meio da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_63591" aria-labelledby="figcaption_attachment_63591" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Recital-com-Chico-Pedrosa_Rodrigo-Ramos.jpg"><img class="size-medium wp-image-63591" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Recital-com-Chico-Pedrosa_Rodrigo-Ramos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta Chico Pedrosa é o grande homenageado desta edição</p></div>
<p>Celebrando as veredas da poesia popular, a 17ª edição do Festival Recifense de Literatura &#8211; A Letra e a Voz começa amanhã (30), no Recife Antigo, com oficinas e discussões, apresentações culturais, mesa de glosas, feira de livros e uma extensa programação gratuita e aberta ao público.</p>
<p>Promovido pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, em parceria com a Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer, o Festival segue em cartaz no bairro histórico até o próximo dia 1º de setembro, homenageando o poeta popular, declamador e escritor nordestino Chico Pedrosa.</p>
<p>Dedicada à salvaguarda da arte de tradição oral e popular do Nordeste, a programação começa às 18h, na Avenida Rio Branco, com fala da secretária Leda Alves e do homenageado, Chico Pedrosa, que fará uma apresentação com o tema Um Garimpeiro de Sonhos.</p>
<p>Depois, a partir das 19h, protagonizam bate papo sobre o conceito da poesia popular o repentista Edmilson Ferreira, a pesquisadora e colecionadora de cordel Maria Alice Amorim e o cordelista, xilogravurista e patrimônio vivo pernambucano J. Borges, que talhou e até coloriu, com exclusividade, a xilogravura inédita que é a marca desta 17ª edição do Festival.</p>
<p>No sábado, teoria e prática se encontram na programação, que começa com mão na massa e aprendizado. A partir das 14h, serão oferecidas três oficinas gratuitas, no Paço do Frevo:</p>
<p><strong>DESTRINCHANDO AS TRIPAS DA POESIA</strong><br />
Oficina de poesia popular, com Wilson Freire</p>
<p><strong>RABISCAR IMAGENS NA MADEIRA</strong><br />
Oficina de xilogravura, com Marcelo Soares</p>
<p><strong>CORDEL EM CADA CANTO</strong><br />
Oficina de produção de cordel, com Felipe Junior</p>
<p>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail <strong>aletraeavoz2019@gmail.com</strong>, até que sejam preenchidas as vagas. Os candidatos só precisam informar nome completo, idade, formação/ocupação e nome da oficina pretendida.</p>
<p>A partir das 18h, a Rio Branco celebra a poesia e sua ancestralidade, num bate papo com o homenageado Chico Pedrosa, Bia Marinho, filha do lendário poeta Louro do Pajeú , além do poeta e cordelista Jorge Filó e da poetisa Mariana Teles. Em seguida, as perseverantes raízes fêmeas da poesia popular serão mote para mesa de glosa com as poetisas da nova geração Dayane Rocha, Elenilda Amaral, Erivoneide Amaral e Francisca Araújo.</p>
<p>O domingo terá pressa para se fazer literário. Já a partir das 10h, a Feira do Livro semeará leituras no Recife Antigo, onde se dará o encontro da literatura com as atividades esportivas e recreativas do Projeto Recife Antigo de Coração.</p>
<p>Às 14h, a Quadrilha Raio de Sol, quarta colocada do 35º Concurso de Quadrilhas Juninas Adultas, realizado pela Prefeitura do Recife em 2019, apresenta seu espetáculo Fábrica de Xilo, obra talhada na cultura popular, no cotidiano encantado do cangaço, da vaquejada, do repente, das figuras reais e fantásticas do imaginário nordestino.</p>
<p>Mais tarde, às 15h, o cordel flerta com as próximas gerações, no projeto Cordel Animado, criado pela contadora de história e cordelista Mariane e sua irmã, Milla Bigio. A programação segue com bate papo sobre Gêneros e gerações numa cantoria de repente, com a poetisa e repentista Fabiane Ribeiro e Oliveira de Panelas, um dos mais renomados repentistas do país.</p>
<p>No encerramento do Festival, música e poesia vão se misturar no projeto Oferendar, de Bodocó, formado pelo patriarca Flávio Leandro e seus rebentos Davi Leandro e Sarah Lopes, com a participação ilustre do homenageado Chico Pedrosa, em carne, osso e rima.</p>
<p>Sobre o homenageado &#8211; A programação do Festival este ano presta homenagem a Chico Pedrosa, paraibano predestinado ao verso e à rima, filho da lida artística cuja nascente nunca seca no Nordeste. Seu pai era cantador de coco, sua mãe era sobrinha de cantador e Chico ainda achou de nascer no dia da poesia e do poeta do povo, da praça e do condor, Castro Alves.</p>
<p>Estudou na escola do sítio onde morava só até o terceiro ano primário, começou a escrever folhetos de cordel aos 18 anos, foi camelô e depois se firmou poeta. É pai de dois filhos, incontáveis cordéis e de três livros (Pilão de Pedra I I e II, Raízes da Terra, Raízes do Chão Caboclo &#8211; Retalhos da Minha Vida). Teve seus poemas e músicas gravados por gente do quilate de Téo Azevedo, Moacir Laurentino, Sebastião da Silva, Geraldo do Norte e Lirinha. Lançou, ele mesmo, três CDs: &#8220;Sertão Caboclo&#8221;, &#8220;Paisagem Sertaneja&#8221; e &#8220;No meu sertão é assim&#8221;. Aos 83 anos de idade, segue semeando a poesia oral em todas as plataformas, inspirando poetas de várias gerações, nos quatro cantos do país.</p>
<p>Nas Veredas da Poesia Popular &#8211; Trazida da Península Ibérica para o Brasil, a poesia popular nordestina se desenvolveu na Serra do Teixeira, região do sertão paraibano. Mas os caminhos anteriores desta expressão literária remetem aos mouros, povos árabes que ocuparam Portugal e Espanha entre os séculos VIII e XV, muito antes do surgimento do trovadorismo europeu, de onde se atribuía a origem da poesia popular brasileira. Em 1797, nasce Agostinho Nunes da Costa, na região de Teixeira/PB, conhecido como o pai da poesia popular. E, a partir dele, surge o fenômeno da hereditariedade nesta literatura, através de seus filhos, dando continuidade a uma poesia que tem na sua estética regras rígidas de rimas e métricas.</p>
<p>Com a sua difusão, este tipo de arte passou aparecer, por vezes, acompanhada de rabeca, pandeiro, ganzá, viola ou apenas nas vozes de poetas e poetisas até que, posteriormente, se consolidou com o registro escrito nos cordéis. A cantoria de viola, o coco de embolada, o aboio, o folheto, a poesia matuta são algumas das vertentes de como a poesia popular se apresenta. E a 17ª edição do Festival Recifense de Literatura – A Letra e a Voz percorrerá as veredas desta manifestação nordestina, discutindo suas origens, formatos, heranças, contemporaneidade e o futuro desta arte que se confunde com o próprio Nordeste.</p>
<p>O fato é que esta forma artística extrapola as fronteiras dos sertões e se espraia nas periferias e nas praias dos diversos litorais: seja com cantadores que fazem das cidades a sua centralidade profissional, seja com cordelistas que tematizam a vida urbana e se irmanam com as dores das grandes metrópoles. Recife é uma destas centralidades, colaboradora da visibilidade do ontem e do hoje, por isso, a importância de por na cena esta temática inesgotável.</p>
<p>Recife Antigo de Coração &#8211; No domingo (1º), integrando e encerrando a programação do Festival de Literatura A Letra e a Voz, a Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer do Recife vai realizar a edição especial do Recife Antigo de Coração. A programação oferta atividades ao ar livre para todos os gostos e idades.</p>
<p>Das 9h às 18h30, o Palco Marco Zero contará com apresentações de Carlinhos Monteverde, Adriana B, Anjos da Luz e Vinícius Barros. Já na Rua da Moeda, o palco Dançando na Rua convida grupos de dança para demonstrações dos mais diferentes estilos, das 15h às 19h.</p>
<p>Na Avenida Rio Branco, balanços interativos garantem uma diversão diferenciada para qualquer idade. As crianças têm espaço especial na Avenida Marquês de Olinda, com recreação e brinquedos infláveis, das 9h às 18h. Ainda na Marquês de Olinda, quem curte praticar atividades esportivas vai encontrar espaço para praticar futebol, vôlei, badminton, skate, longboard, slackline, basquete, parkour e muito mais para quem quiser exercitar corpo e mente numa programação só.</p>
<p>Confira a programação:</p>
<p><strong>XVII Festival Recifense de Literatura – A Letra e a Voz</strong><br />
Nas Veredas da Poesia Popular<br />
Homenagem a Chico Pedrosa<br />
30, 31/08 e 01/09<br />
Avenida Rio Branco – Recife Antigo</p>
<p><strong>Dia 30 de agosto (sexta-feira)</strong><br />
18h – Abertura oficial</p>
<p>18h30 – Um Garimpeiro de Sonhos<br />
A Letra e a Voz de Chico Pedrosa</p>
<p>19h – Mas o que é mesmo poesia popular?<br />
Bate-papo com Edmilson Ferreira, J. Borges e Maria Alice Amorim. Mediação de Cícero Belmar</p>
<p>20h30 – Fábrica de Xilo – Apresentação do Grupo Matulão de Dança</p>
<p><strong>Dia 31 de agosto (sábado)</strong><br />
14h às 17h – Oficinas</p>
<p>DESTRINCHANDO AS TRIPAS DA POESIA<br />
Oficina de poesia popular com Wilson Freire</p>
<p>RABISCAR IMAGENS NA MADEIRA<br />
Oficina de xilogravura com Marcelo Soares</p>
<p>CORDEL EM CADA CANTO<br />
Oficina de produção de cordel com Felipe Junior</p>
<p>18h – A poesia e sua ancestralidade<br />
Bate papo com Chico Pedrosa, Bia Marinho, Jorge Filó, Mariana Teles. Mediação de Ésio Rafael</p>
<p>20h – Glosas de Pé-de-Parede<br />
A obra de Chico Pedrosa numa Mesa de Glosas<br />
Com Dayane Rocha, Elenilda Amaral, Erivoneide Amaral e Francisca Araújo. Coordenação de Susana Morais</p>
<p><strong>Dia 1º de setembro (domingo)</strong><br />
Festa do Livro<br />
A partir das 10 horas com editoras, sebos, mediadores de leitura, recitais, atividades lúdico-literárias, lançamentos de livros e bibliotecas comunitárias</p>
<p>14h – Fábrica de Xilo<br />
Com a Quadrilha Raio de Sol</p>
<p>15h – Cordel Animado<br />
Com Mariane e Milla Bigio</p>
<p>16h – Gêneros e gerações numa cantoria de repente<br />
Com Fabiane Ribeiro e Oliveira de Panelas</p>
<p>17h – Oferendar<br />
Com Davi, Sarah e Flávio Leandro. Participação especial de Chico Pedrosa</p>
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		<item>
		<title>Jorge Filó e Dionézio Felipe comandam nova edição dos Saraus em Pasárgada</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jul 2019 13:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69310" aria-labelledby="figcaption_attachment_69310" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/41055114131_7c6300b11d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-69310" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/41055114131_7c6300b11d_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Filó é o convidado especial da edição deste mês de julho</p></div>
<p>A nova edição dos Saraus em Pasárgada, que acontece na próxima sexta-feira (19), às 18h30, celebrará a poesia popular. Com as participações dos poetas Jorge Filó e  Dionézio Felipe, o projeto conta com o reforço do Trio Pé-de-Serra &#8220;Os Cangaços&#8221; para aquecer a noite. O público também pode contribuir com a noite recitando poemas no microfone aberto. O evento tem acesso gratuito.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
Saraus em Pasárgada<br />
Quando: sexta-feira (19), às 18h30<br />
Onde: Espaço Pasárgada (Rua da União, 263, Boa Vista – Recife)<br />
Entrada gratuita</p>
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		<item>
		<title>Escolas da Mata Norte participam do último Outras Palavras de 2017</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/escolas-da-mata-norte-participam-do-ultimo-outras-palavras-de-2017/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Dec 2017 19:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Por Marcus Iglesias O Outras Palavras, política pública que tem possibilitado às escolas públicas de Pernambuco um elo necessário entre a cultura e a educação, fechou com chave de ouro o ano de 2017, nesta última quinta-feira (21), com uma edição realizada na Gerência Regional de Educação de Nazaré da Mata. A ocasião contou com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56595" aria-labelledby="figcaption_attachment_56595" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38338910445_0a8e654d54_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56595 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38338910445_0a8e654d54_k-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">A cirandeira Lia de Itamaracá cantou ao fim da apresentação clássicos como Essa ciranda é minha e Lia de Itamaracá</p></div>
<p style="text-align: right;"> Por Marcus Iglesias<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>O</strong><strong> Outras Palavras</strong>, política pública que tem possibilitado às escolas públicas de Pernambuco um elo necessário entre a cultura e a educação, fechou com chave de ouro o ano de 2017, nesta última quinta-feira (21), com uma edição realizada na Gerência Regional de Educação de Nazaré da Mata. A ocasião contou com a presença dos poetas Joseilson Ferreira e Chico Pedrosa, e da Patrimônio Vivo de Pernambuco e cirandeira Lia de Itamaracá, e a presença de alunos e professores de dez escolas da região.</p>
<p>A professora Maria Aparecida Ferreira, representando a GRE Mata Norte, falou da honra de ter recebido o projeto mais uma vez na Mata Norte. <em>“Já estamos nessa amizade há um tempo. O Outras Palavras passou por aqui por Timbaúba, Goiana, Condado, Carpina e hoje abrimos nossa casa, em Nazaré da Mata, para receber com muita alegria esta iniciativa que tem verdadeiramente a missão de levar cultura, conhecimento e cidadania para as escolas”,</em> agradeceu a gestora.</p>
<div id="attachment_56594" aria-labelledby="figcaption_attachment_56594" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24352848237_79666a72dc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56594 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24352848237_79666a72dc_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com Antonieta Trindade, gestora do Outras Palavras, o projeto já atingiu quase 500 escolas da rede pública de Pernambuco</p></div>
<p>Também professora, atualmente aposentada, a vice-presidente da Fundarpe falou em nome da Secretaria de Cultura e Fundarpe sobre a parceria realizada com a GRE Mata Norte em 2017. <i>“Nós é quem agradecemos por essa parceria, e este apoio é fundamental para que o Outras Palavras concretize seu objetivo de levar para a escola pública o que há de melhor na nossa produção literária e cultural em Pernambuco. Garantir a vocês que fazem parte do ambiente escolar o acesso a este conhecimento&#8221;.</i></p>
<p><i>“Escolhemos as duas últimas edições do ano para realizar nas GREs que mais nos apoiaram, que foram a Mata Sul e a Mata Norte. A ideia é fechar com chave de ouro e garantir que em 2018 a gente possa continuar circulando pelas regiões do estado, garantindo o conhecimento pra que vocês possam assumir o protagonismo na vida social”,</i> prometeu Antonieta Trindade.</p>
<div id="attachment_56597" aria-labelledby="figcaption_attachment_56597" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38338920705_0497b4759c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56597 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38338920705_0497b4759c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos de dez escolas da Mata Norte do estado participaram da última edição do Outras Palavras em 2017</p></div>
<p>Participaram do encontro as escolas Agamenon Magalhães e Erem Dr. Walfrefo Luiz Pessoa de Melo (Tracunhaém); Erem Jaime Coelho e Escola Laurindo Gomes (Buenos Aires); Escola Dom Carlos Coelho, Escola Don Vieira, Escola Dom Ricardo Vivela, Erem Maciel Monteiro, Escola Capitão Plínio e Escola de Aplicação Professor Chaves (Nazaré da Mata).</p>
<p><i>“Vou começar a conversa com Chico Pedrosa, que tem uma dedicação enorme à poesia matuta, tão nordestina e sertaneja. Ele é da cidade de Guarabira, mas adotou Pernambuco como terra. O que a gente pode falar dessa grandeza do Nordeste, e ter uma poesia uma literatura tão própria?”,</i> provocou o mediador do encontro, o jornalista e cineasta Marcos Henrique Lopes. <i>“O que o Nordeste representa para nós é aquilo que as outras regiões do país jamais representarão: a nossa cultura, nosso entra e sai, nosso dia a dia, nosso conhecimento e nossas tradições. O Nordeste é o reinado dos poetas populares. Aqui nasceram os grandes, nomes como Pinto Monteiro, Lourival Batista. José Alves Sobrinho, Canhotinha, uma infinidade de poetas repentistas”, </i>respondeu Chico Pedrosa.</p>
<div id="attachment_56593" aria-labelledby="figcaption_attachment_56593" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24352846767_678b41feb5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56593 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24352846767_678b41feb5_k-607x484.jpg" width="607" height="484" /></a><p class="wp-caption-text">Chico Pedrosa, além das conversou, recitou várias poesias suas, como Jesus no Xadrez, uma de suas mais conhecidas</p></div>
<p>Questionado por um aluno sobre qual poeta mais o inspirado, Chico Pedrosa foi categórico: <i>“O maior poeta é o que mais me inspirou foi Zé da Luz”,</i> disse o mestre, que tem cinco livros publicados (o sexto está sendo preparado), nove CDs, quatro DVDs e por ai afora outras coisas, como trabalhos que viraram espetáculos teatrais na Espanha e Portugal.</p>
<p>Quando o microfone passou para Joseilson Ferreira, o escritor se adiantou em falar primeiramente da honra de estar ao lado de dois ídolos seus.<i> “Eu estava pensando ontem em casa que esse momento aqui seria mais de tietagem minha, porque sou muito fã de Lia e de Chico. Interessante que são duas culturas diferentes que de certa forma acompanharam minha formação. A literatura de cordel, com o poeta, e em relação à Lia, no final das festas, a gente cantava a ciranda de Lia. Isso é um resgate da minha infância”</i>.</p>
<div id="attachment_56591" aria-labelledby="figcaption_attachment_56591" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24352846237_06964fc6d0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56591 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24352846237_06964fc6d0_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“Eu estava pensando ontem em casa que esse momento aqui seria mais de tietagem minha, porque sou muito fã de Lia e de Chico&#8221;, brincou o escritor Joeilson Ferreira</p></div>
<p>Joseilson Ferreira já participou de outras edições do Outras Palavras por conta do seu livro de poesias <strong>Discursos e Anatomias</strong>, vencedor da primeira edição do Prêmio Pernambuco de Literatura.<em> </em>Durante a conversa, ele revelou que a obra tem mais de 20 anos de idade, e que é resultado de um trabalho de conclusão de curso. <i>“Em 1994 uma aluna da faculdade de Nazaré da Mata fez uma monografia de Pós-graduação em Literatura falando sobre esse livro, que já estava em nascimento. Acho que naquela época eu tinha 20% dele pronto, mas já naquele ano ele conquistou uma menção honrosa do Prêmio Ladjane Bandeira de Literatura, um importante prêmio que existia no estado. De lá pra cá fui refazendo o livro, moldando, até que cheguei com ele mais maduro no Prêmio Pernambuco de Literatura”.</i></p>
<p><em>“Esse livro eu fiz no estilo de João Cabral de Melo Neto e fiz em homenagem a Passira. Na leitura do livro vocês vão identificar muito o estilo cabralino, que foi onde se debruçou essa pesquisa realizada em 1994”, </em>detalhou<em>.<br />
</em></p>
<div id="attachment_56598" aria-labelledby="figcaption_attachment_56598" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38338924045_24422f427e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56598 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38338924045_24422f427e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo do estado, falou da sua trajetória com a música e com a cultura popular pernambucana</p></div>
<p>A cirandeira de 73 anos, Patrimônio Vivo de Pernambuco, Lia de Itamaracá contou como começou seu envolvimento com a cultura popular e arte, aos 12 anos. <i>“Na minha família ninguém cantam ninguém dança, não sabem nem pra onde vai. Só quem nasceu com esse dom de cantar fui eu. Eu não sou só uma cantora, sou também uma merendeira. Fui merendeira de uma escola estadual que fica na Ilha, já estou aposentada, graças a Deus, mas a lembrança das crianças não sai da minha cabeça. Eu fazia aquela merenda com amor, dignidade, e hoje eu encontro com os meninos e meninas tudo mais velhos, casados, com filhos. Até hoje passam por mim na praia e falam comigo com o maior carinho”,</i> contou a mestra.<i><br />
</i></p>
<p><i>“Viajo bastante levando nossa cultura pra todo o país, não quero ficar aqui só em Pernambuco, quero levar nossa cultura para o mundo. Eu sou Lia, e pra mim é muito importante apresentar minha música por ai. Já são três CDs, participação em filmes, como Recife Frio, e novelas de TV, como Riacho Doce. Afinal, eu sou Lia, né? Ai mamãe!”, </i>brincou a cirandeira, com aquele seu sorrisão no rosto, para em seguida se apresentar com seu grupo e fazer o que sabe fazer de melhor: cantar ciranda e colocar as pessoas pra dançar.</p>
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		<title>Animação e tradição dão o tom do primeiro dia do São João da Casa da Cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jun 2017 15:57:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bandeirinhas coloridas, forró, arrasta-pé, poesia e coco de roda. A animação dos festejos juninos deu o tom desta terça-feira (20) durante o primeiro dia do São João da Casa da Cultura, evento promovido pelo Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e da Fundarpe. Na ocasião, vários artistas e grupos culturais do estado puderam [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50115" aria-labelledby="figcaption_attachment_50115" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Rineiro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35059596810_f60aeb1db3_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-50115" alt="Jan Rineiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35059596810_f60aeb1db3_k-1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das atrações do São João da Casa da Cultura nesta quarta (20) foi a Quadrilha Junina Chinelo de Aço, que surgiu em Águas Belas, em 2013.</p></div>
<p>Bandeirinhas coloridas, forró, arrasta-pé, poesia e coco de roda. A animação dos festejos juninos deu o tom desta terça-feira (20) durante o primeiro dia do<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/sao-joao-na-casa-da-cultura-garante-a-tradicao-junina/" target="_blank"> São João da Casa da Cultura</a>, evento promovido pelo Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e da Fundarpe. Na ocasião, vários artistas e grupos culturais do estado puderam mostrar um pouco da cultura tradicional junina pernambucana.</p>
<p>Uma delas foi a Quadrilha Junina Chinelo de Aço, que surgiu em Águas Belas, em 2013, e com forte influência de matriz indígena. De acordo com o produtor Marcos Mota, na sua formação original participam 30 componentes, a maioria do agreste pernambucano.<em> “Mas desta vez, até pra nos ajustarmos ao espaço, trouxemos dez pares. Esta é uma legítima quadrilha junina matuta, um resgate da nossa tradição”</em>, conta. O mestre puxador da quadrilha foi o artista Edgard Edu.</p>
<div id="attachment_50114" aria-labelledby="figcaption_attachment_50114" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35446584405_a77dc30eeb_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-50114" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35446584405_a77dc30eeb_k-1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Dez pares da Quadrilha Junina Chinelo de Aço se apresentaram no espaço cultural</p></div>
<p>Segundo Marcos Mota, a quadrilha normalmente é acompanhada por uma autêntica banda de pífano indígena Fulniô. Desta vez, quem acompanhou a apresentação no palco foi o Índio Matinho, personagem da cultura popular pernambucana e brasileira, e que agradeceu o apoio do Governo de Pernambuco na realização deste evento. <em>“Através da Secult-PE e Fundarpe eu faço um agradecimento por abrirem as portas deste equipamento cultural para que a gente possa mostrar aqui a cultura dos nossos ancestrais”,</em> disse o mestre, que volta ao São João da Casa da Cultura nesta quarta (20) com uma apresentação do grupo FETHXA.</p>
<div id="attachment_50112" aria-labelledby="figcaption_attachment_50112" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35059609250_787fb9e965_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50112" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/35059609250_787fb9e965_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O Mestre Índio Matinho, que tocou pífe durante a apresentação da quatrilha, é um importante personagem da cultura popular pernambucana e brasileira</p></div>
<p>Nascido em 1936, o poeta popular e declamador Chico Pedrosa foi outro artista que esteve na Casa da Cultura. Autor de três livros (<strong>Pilão de Pedra I</strong>, <strong>Pilão de pedra II</strong> e<strong> Raízes da Terra</strong>), além de vários cordéis escritos, Chico Pedrosa comemora o fato da poesia e literatura entrar na programação do São João da Casa da Cultura. <em>“Isso é louvável, é bonito demais. É importante abrir o ciclo junino por aqui, já estive outras duas vezes no espaço e é sempre uma honra fazer a poesia ecoar por esses salões&#8221;.</em></p>
<div id="attachment_50111" aria-labelledby="figcaption_attachment_50111" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34637035413_b1c1fa2ad4_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50111" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34637035413_b1c1fa2ad4_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“Pra nós, da tradição raiz e grupos de cultura popular, é muito importante ter espaços como esse pra mostrar nossa identidade&#8221;, opina a mestre Ana Lúcia</p></div>
<p>Direto de Santo Amaro, em Olinda, o Grupo de Coco da mestre Ana Lúcia finalizou a programação desta terça (20), acompanhada de outros doze integrantes. Mirela Cavalcanti, uma delas e responsável pela direção da apresentação, falou um pouco sobre o repertório do grupo durante os festejos juninos. <em>“A gente nesta época do ano homenageia muito o santo São João, São João Batista, e todas as tradições que vem junto como o Acorda Povo. Tivemos no sábado passado (17), por exemplo, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/culturapopular/tradicao-do-coco-do-mestre-aroeira-anima-olinda-neste-sabado-17/" target="_blank">a sambada do Mestre Aroreira na casa de Ana Lúcia</a>. Além disso, tem sempre aquelas músicas que não pode deixar de fora porque senão o povo fica pedindo”</em>, brinca ela.</p>
<div id="attachment_50110" aria-labelledby="figcaption_attachment_50110" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34636878533_ea8864fdc5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50110" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/34636878533_ea8864fdc5_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Além da mestre, outros doze integrantes do grupo participaram da apresentação</p></div>
<p>A mestre Ana Lúcia, conhecida pelo carisma e vigor de dar inveja, era só sorrisos em meio à apresentação. <em>“Pra nós, da tradição raiz e grupos de cultura popular, é muito importante ter espaços como esse pra mostrar nossa identidade. Na quinta-feira (23), vai ter o Acorda Povo da mestre Ana Lúcia, em Olinda, saindo da sede do Alafin Oyó e sentindo ao Palácio de Iemanjá, e na sexta (24) estaremos levando o coco de roda ao bairro do Cordeiro, no Recife”.</em></p>
<p><strong>São João da Casa da Cultura -</strong> Todos os anos, o espaço cultural público é endereço certo para as mais variadas manifestações da cultura popular desta época: quadrilha, coco, ciranda, pífano, bacamarte e forró pé-de-serra. Os shows, todos gratuitos, acontecerão no interior da Casa, o que promoverá uma interação ainda maior dos artistas e da música com o público. Os shows acontecem até sexta (23), sempre a partir das 11h.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação do São João da Casa da Cultura:</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-Feira, 21/6</strong></span><br />
11h &#8211; Barra Manza e Caitano da Ingazeira<br />
12h – Trio J no Forró<br />
15h – Banda de Pífano Fulni-ô<br />
16h – Estrelinha do Coco<br />
17h – Quadrilha Junina Zabumba</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-Feira, 22/6</strong></span><br />
11h – Ciranda Mimosa<br />
12h – Trio Cultural<br />
15h – Quadrilha Junina Raio de Luz<br />
16h – Trio Tareco e Mariola<br />
17h – Netas de Selma do Coco</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-Feira, 23/6</strong></span><br />
10h – Mastigado do Forró<br />
11h – Quadrilha Junina Frrofiá<br />
12h – Trio Mexe Mexe<br />
13h – Grupo de Bacamarteiros Rei do Cangaço<br />
14h – Ciranda Santana</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Encontro de Educação e Cordel reverencia o poeta Chico Pedrosa</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2016 20:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34502" aria-labelledby="figcaption_attachment_34502" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/5986756226_f58f9fa780_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-34502 " alt=" Leo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/5986756226_f58f9fa780_z-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Poeta Chico Pedrosa é o homenageado da segunda edição Encontro de Educação e Cordel de Petrolina – Edu&#8230;Cordel</p></div>
<p>Prestes a completar 80 anos de idade e considerado por muitos como um dos mais importantes poetas de Pernambuco, Chico Pedrosa é o homenageado da segunda edição do <strong>Encontro de Educação e Cordel de Petrolina – Edu&#8230;Cordel</strong>. O evento será realizado de quinta (11) a segunda-feira (14) no Sertão do São Francisco e, de acordo com a organização, vai movimentar 600 alunos das escolas da rede estadual de ensino e o Sesc de Petrolina com várias atividades.</p>
<div id="attachment_34505" aria-labelledby="figcaption_attachment_34505" class="wp-caption img-width-425 alignright" style="width: 425px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lizandra Martins/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/14001296519_488209bbee_z.jpg"><img class=" wp-image-34505 " alt="Lizandra Martins/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/14001296519_488209bbee_z-607x404.jpg" width="425" height="283" /></a><p class="wp-caption-text">Homenagem vai marcar os 80 anos de um dos mais importantes poetas pernambucanos</p></div>
<p><em>“Nossa proposta é a construção e integração de pensamentos com jovens de escolas públicas, utilizando a Literatura de Cordel como a ferramenta propulsora dos diálogos e das ideias sobre temas locais e reais de cada participante”</em>, explica Maviael Melo, idealizador do Edu&#8230;Cordel.</p>
<p>Esta é a terceira etapa do projeto, que levou a Petrolina no ano passado oficinas, bate papos e apresentações culturais para toda a comunidade do N11. O encontro terá início na sexta-feira (11), às 17h, com o lançamento de um livro produzido pelos alunos nas oficinas de cordel, e na sequência, haverá um bate papo e cantoria com os artistas regionais Josemar Pinzoh, João Sereno e Mariano Carvalho. As atividades serão realizadas no pátio da Escola Estadual NM11 (Projeto Nilo Coelho).</p>
<p>Na segunda-feira (14), quando se comemora o Dia Nacional da Poesia, o <em>Edu&#8230;Cordel</em> vai reunir pesquisadores, cantadores e educadores a partir das 14h, no Teatro Dona Amélia (Sesc Petrolina) para falar sobre música, cordel, educação e cidadania. Participam da ocasião nomes como Armandinho Macedo (Trio Elétrico Armandinho Dodô &amp; Osmar), Mário Ulloa, Socorro Lacerda, Maviael Melo e o próprio poeta Chico Pedrosa.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vg8EWqQw53k" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Uma cantoria encerra o encontro, às 20h, com as participações de Lirinha, Mariano Carvalho, Marcone Melo, Maurício Menezes, Maviael Melo, João Sereno, Renan Mendes e Clênio Sandes. Ao final, todos cantam os parabéns pelo aniversário de 80 anos de Chico Pedrosa.</p>
<p>O projeto foi contemplado pelos programas Mais Cultura (MINC) e Mais Educação (MEC) e conta com o apoio da Secult-PE, Fundarpe, Sesc Petrolina e da Clas Comunicação &amp; Marketing.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em> Encontro de Educação e Cordel de Petrolina – Edu&#8230;Cordel</em><br />
11 a 14 de março<br />
Petrolina, Sertão do São Francisco (Escola N M 11 e Sesc Petrolina)<br />
Gratuito</p>
<p><strong>Confira a programação do 2º Encontro de Educação e Cordel de Petrolina – Edu&#8230;Cordel:</strong></p>
<p><strong>Sexta-feira (11)</strong><br />
Escola Estadual NM11 (Projeto Nilo Coelho)<br />
17h &#8211; Lançamento de um livro produzido pelos alunos nas oficinas de cordel<br />
- Bate papo e cantoria com os artistas regionais Josemar Pinzoh, João Sereno e Mariano Carvalho</p>
<p><strong>Segunda-feira (14)</strong><br />
Teatro Dona Amélia (Sesc Petrolina)<br />
14h &#8211; Bate papo com Armandinho Macedo (Trio Elétrico Armandinho Dodô &amp; Osmar), Mário Ulloa, Socorro Lacerda, Maviael Melo e Chico Pedrosa.<br />
20h &#8211; Cantoria com as participações de Lirinha, Mariano Carvalho, Marcone Melo, Maurício Menezes, Maviael Melo, João Sereno, Renan Mendes e Clênio Sandes</p>
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		<item>
		<title>A boemia toma conta do Mercado Público de Gravatá</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 15:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[polo mercado da cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Um passeio pelo mercado público, em pleno sábado, lembra o quê? A primeira imagem que pode vir à cabeça é a de muita gente circulando, agitação, frutas e verduras expostas nos tabuleiros, negociadas a plenos pulmões por comerciantes que barganham preços desses e de outros produtos, iguarias e acepipes. Mas há algo muito mais lúdico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um passeio pelo mercado público, em pleno sábado, lembra o quê? A primeira imagem que pode vir à cabeça é a de muita gente circulando, agitação, frutas e verduras expostas nos tabuleiros, negociadas a plenos pulmões por comerciantes que barganham preços desses e de outros produtos, iguarias e acepipes. Mas há algo muito mais lúdico a se explorar num ambiente popular de um mercado. É o que vai acontecer neste sábado (22) e domingo (23), no Mercado Público de Gravatá: uma atmosfera boemia irá se instalar no local, com o Polo Mercado de Cultura, promovido pelo Festival Pernambuco Nação Cultural (FPNC), com recitais, shows que vão do jazz às tradições populares.</p>
<p>A iniciativa é uma parceria da Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Prefeitura de Gravatá, que vêm ressignificar a utilização do espaço do Mercado Público, proporcionando ao público que visita os quiosques para comer e beber também a possibilidade de assistir a atrações culturais. No sábado, a programação começa às 11h. Um dos destaques é o cantor Geraldo Maia. Acostumado a shows em ambientes mais intimistas, ele quebra seus próprios paradigmas e se lança no clima proposto pela iniciativa. “Na verdade, eu <i>sou um boêmio e adoro esse clima de mercado, dos botequinhos, das comidas deliciosas. Certa vez, de passagem por Gravatá, conheci esse mercado e fiquei maravilhado com o formato, e foi isso que me atiçou a aceitar o convite de me apresentar, o clima é bastante acolhedor</i>”, explica Geraldo, que se lembra de, anteriormente, ter se apresentado, no máximo, três vezes, no Mercado da Boa Vista (Recife), o que ainda lhe confere um ar de novidade na apresentação deste sábado.</p>
<div id="attachment_17314" aria-labelledby="figcaption_attachment_17314" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Daniela nader</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/geraldo-maia-2-daniela-nader.jpg"><img class="size-medium wp-image-17314" alt="Geraldo Maia faz show no Polo Mercado da Cultura." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/geraldo-maia-2-daniela-nader-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Geraldo Maia faz show no Polo Mercado da Cultura.</p></div>
<p>Para este sábado, Geraldo prepara uma apresentação especial: em palco, apenas ele e violão, um duo raríssimo de se ver em seus shows. “<i>Geralmente, me apresento mais com uma banda me acompanhado. Apenas eu e o violão não é tão comum. Em algumas apresentações do Sarau Plural eu faço isso, mas é pouca coisa&#8230; seis musiquinhas, não um show inteiro</i>”, confessa. Dessa vez, aceita o desafio com satisfação e prepara um repertório apropriado para a ocasião. “<i>Eu sou um cara eclético&#8230; então, irei apresentar tanto coisas mais autorais, músicas minhas e de amigos que já gravei, coisas mais com o meu DNA, msa também vou cantar sambas, coisas mais conhecidas, no clima do mercado mesmo</i>”, conta.</p>
<p>Se depender do entusiasmo do cantor e da qualidade das atrações que passarão pelo Mercado Público de Gravatá, o local tem tudo para se consolidar, em definitivo, como novo reduto da cidade.</p>
<p><b>Confira a programação do Polo Mercado da Cultura<br />
</b><b>Sábado, 22/11<br />
</b>11h | Recital poético: Chico Pedrosa convida Ana Barbosa e Daniel e Djair Olímpio<br />
12h | Banda Gilson do Pífano<br />
13h | Coisa Fina e Geraldo Maia<br />
15h | Nelson Héffi</p>
<p><b>Domingo, 23/11<br />
</b>14 | Hito Pereira<br />
15h | Wilma Patrício</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Chico Pedrosa &#8211; FIP 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jun 2012 13:29:18 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 09/06/2012. Chico Pedrosa recita um poema de sua autoria no FIP 2012.</p>
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		<title>Biblioteca itinerante à beira rio</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 02:16:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4517" aria-labelledby="figcaption_attachment_4517" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Biblioteca-itinerante.jpg"><img class="size-medium wp-image-4517" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Biblioteca-itinerante-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças de Petrolina lendo na inauguração da Biblioteca Itinerante.</p></div>
<p>Atravessamos a rua cheia de carros.  Chegamos em uma espécie de calçadão. Descendo uma escada de cimento tocamos os pés na areia. No muro em frente, um texto fala do velho chico, e mais uma placa e outra fazem declarações de amor ao rio. Do lado de cá, Pernambuco. Depois o rio, que se atravessado, a um passo, ou melhor, a uma viagem curta de barca, nos leva à Bahia. À cidade de Juazeiro. No chamado cais das barquinhas, em Petrolina, agora tem uma biblioteca. Ela é composta apenas por uma estante de madeira, não muito grande. Parada em frente a ela, Valenna, de 10 anos, pergunta: “até quando ela vai ficar aqui?”</p>
<p>A Biblioteca Itinerante, uma das ações descentralizadas do Clisertão, não tem data pra ir embora. Quando soube disso Valenna arregalou os olhos, abriu a boca, com aquela expressão clássica de espanto, e disse: “que massa!”. Valenna estava lá com os amigos na inauguração da biblioteca, que aconteceu hoje por volta das 10h. Havia muitas crianças, que caçaram os gibis da turma da mônica da estante e sentaram, uma ao lado da outra, em um banco de madeira que fica na estação fluvial. Kássio Aparecido diz que vai ficar indo lá todo domingo. “Eu adoro ler, principalmente gibi e cordel”, diz o menino de nove anos. Árvores, barcos coloridos, sol batendo na água. O cais das barquinhas é uma paisagem inspiradora. “Andar de barco já é maravilhoso sobre as águas do velho chico, andar de barco e aguardar essa viagem noutra viagem, que é a viagem da leitura, vai ser maravilhoso. E que isso se multiplique, que seja só o primeiro espaço de muitos”, diz o professor  do pequeno Kássio, Paulinho Santos, da Escola Municipal Integral São Domingos Sávio.</p>
<div id="attachment_4518" aria-labelledby="figcaption_attachment_4518" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/biblioteca-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-4518" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/biblioteca-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Biblioteca itinerante no I Clisertão</p></div>
<p>Wellington de Melo, um dos organizadores do evento e coordenador de literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco, acredita que é importante levar os livros ao encontro das pessoas, e que essa é a maior intenção da Biblioteca Itinerante. “Existe uma ressignificação dos hábitos das pessoas, e é dificil, hoje em dia, que as pessoas vão naturalmente para as bibliotecas, então por que não as bibliotecas irem para onde as pessoas estão? A intenção é um pouco essa, por que não provocar e fazer com que o livro entre no cotidiano das pessoas?”</p>
<p>Houve recital de poetas como Antônio Torres, Luna Vitrolira, Laércio Lima, Sebastião Simão Filho, Sérgio Murilo, Luís Hélio, Chico Pedrosa, Rei Berroa, dentre outros, que selaram a inauguração com bastante poesia.</p>
<div id="attachment_4519" aria-labelledby="figcaption_attachment_4519" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Luna-Vitrolira.jpg"><img class="size-medium wp-image-4519" alt="Ricardo" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Luna-Vitrolira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Luna Vitrolira recita poesias durante inauguração da biblioteca</p></div>
<p>A Biblioteca Itinerante estará aceitando livros permanentemente. Basta dirigir-se à orla e depositar a doação na estante de livros. Para empréstimos também não é necessário documentação ou qualquer procedimento formal. Basta retirar o livro. As Secretarias de Cultura de Pernambuco e Petrolina apenas vão ter controle do acervo, no intuito de mapear os hábitos de leitura, inclusive para futuras ações. Mas a intenção é que a biblioteca seja gerida, alimentada e usufruída pela população, a fim de que se crie uma rede de trocas e estímulos natural e informal.</p>
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		<title>Recital poético fecha o segundo dia do Clisertão</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 22:01:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“O Sertão da Palavra” promoveu o encontro de quatro poetas, de diferentes gerações, que fizeram ecoar seus versos no grande auditório da UPE. O recital foi “uma mistura de gerações, estilos e vozes que bebem no imaginário do sertão”, resumiu Wellington de Melo, escritor e coordenador de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco, na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“O Sertão da Palavra” promoveu o encontro de quatro poetas, de diferentes gerações, que fizeram ecoar seus versos no grande auditório da UPE. O recital foi “uma mistura de gerações, estilos e vozes que bebem no imaginário do sertão”, resumiu Wellington de Melo, escritor e coordenador de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco, na abertura das apresentações.</p>
<p>Chico Pedrosa, Luna Vitrolira, Felipe Júnior e Susana Morais subiram ao palco e declamaram versos de Antonio Marinho, Zé da Luz, dentre outros poetas sertanejos.</p>
<div id="attachment_4553" aria-labelledby="figcaption_attachment_4553" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Luna.jpg"><img class="size-medium wp-image-4553" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Luna-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Luna Vitrolira</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_4554" aria-labelledby="figcaption_attachment_4554" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Felipe-Júnior.jpg"><img class="size-medium wp-image-4554" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Felipe-Júnior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Felipe Júnior</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_4555" aria-labelledby="figcaption_attachment_4555" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/suzana-moraes.jpg"><img class="size-medium wp-image-4555" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/suzana-moraes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Suzana Moraes</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_4556" aria-labelledby="figcaption_attachment_4556" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/chico-pedrosa-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-4556" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/chico-pedrosa-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Chico Pedrosa</p></div>
<p><iframe width="100%" height="450" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/46607941&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;visual=true"></iframe></p>
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		<title>Convidado: Chico Pedrosa</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 00:22:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nascido em 1936, poeta popular e declamador, Chico Pedrosa tem três livros publicados (Pilão de Pedra I e II, Raízes da Terra) e vários cordéis escritos. Tem poemas e músicas gravadas por cantores e cantadores como Téo Azevedo, Moacir Laurentino, Sebastião da Silva, Geraldo do Norte, Lirinha dentre outros. Lançou três CDs, chamados “Sertão Caboclo”, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/chico-pedrosa-3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4721" alt="chico pedrosa 3" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/chico-pedrosa-3.jpg" width="400" height="266" /></a></p>
<p>Nascido em 1936, poeta popular e declamador, Chico Pedrosa tem três livros publicados (Pilão de Pedra I e II, Raízes da Terra) e vários cordéis escritos. Tem poemas e músicas gravadas por cantores e cantadores como Téo Azevedo, Moacir Laurentino, Sebastião da Silva, Geraldo do Norte, Lirinha dentre outros.</p>
<p>Lançou três CDs, chamados “Sertão Caboclo”, “Paisagem Sertaneja” e “No meu sertão é assim”, registrando assim a sua poesia oral. Ele é cultuado hoje pela geração nova, como o pessoal do “Cordel do Fogo Encantado”, que em seus shows declamam poemas desse “poeta matuto”.</p>
<p>Nos últimos anos, tem participado de diversos shows, apresentando sua poesia ao público nacional, em especial nas grandes capitais: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Recife. O seu poema mais conhecido é “Briga na Procissão”, também chamado “Jesus na cadeia”.</p>
<p>Chico Pedrosa participa de um recital no dia 15/05 na Universidade de Pernambuco e do Encontro de Escritores do Vale, dia 19/05. Também poderá ser encontrado durante todo o Congresso, declamando seus poemas e contando seus causos.</p>
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