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	<title>Portal Cultura PE &#187; Clarice Hoffmann</title>
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		<title>Editada pela Cepe, HQ &#8220;Pedra d’Água&#8221; desbrava o Recife de Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Thu, 25 May 2023 15:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clarice Lispector, uma das maiores escritoras do Brasil, é homenageada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), com o lançamento da HQ Pedra d’água, neste sábado (27). A narrativa da novela gráfica une a literatura de Clarice (1920-1977), a partir de citações, alusões e menções à obra da romancista; o Recife que ela conheceu quando morou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Capa-Pedra-DAgua.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101685" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Capa-Pedra-DAgua-378x486.jpg" width="378" height="486" /></a></p>
<p>Clarice Lispector, uma das maiores escritoras do Brasil, é homenageada pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), com o lançamento da HQ <em>Pedra d’água</em>, neste sábado (27). A narrativa da novela gráfica une a literatura de Clarice (1920-1977), a partir de citações, alusões e menções à obra da romancista; o Recife que ela conheceu quando morou na cidade, nas décadas de 1920 e 1930; e o Recife dos dias atuais. Aberto ao público e com bate-papo entre os autores e a jornalista e editora de quadrinhos Dandara Palankof, o mais novo lançamento do selo Cepe HQ acontece a partir das 17h, no Hotel Central, na Boa Vista, bairro onde a também contista e jornalista viveu parte da infância e da adolescência.</p>
<p><em>Pedra d’água</em> é uma criação de Clarice Hoffmann (argumento, roteiro e pesquisa) e Greg Vieira (ilustrações e capa). Clara Moreira colabora com o argumento e o roteiro. No livro, de 108 páginas, uma personagem conduz a história, Esther, pesquisadora que se hospeda no Hotel Central e de lá parte em busca do Recife que Clarice viu, viveu e sentiu. Esther vai à Praça Maciel Pinheiro, Rua da Imperatriz e Avenida Conde da Boa Vista à procura de sobrados onde a escritora morou, refaz os caminhos por onde ela andou, vê as escolas e os lugares que frequentou. As descobertas são pontuadas por trechos de crônicas e referências a livros e contos, como <em>A hora da estrela</em>, <em>Perto do coração selvagem</em> e <em>O ovo e a galinha</em>.</p>
<p>Ao circular pelo bairro da Boa Vista, no Centro, Esther se depara com uma nova cidade. “Os palacetes com jardins de rosas aveludadas e acácias amarelas descritos em textos de Clarice já não existem mais. E isso abre uma discussão sobre o patrimônio material e imaterial, a cidade que a gente não mais vê, existe nessa memória que o escritor gerou do lugar”, observa a jornalista Clarice Hoffmann. A HQ, diz ela, oferece diferentes possibilidades de leitura, a depender do conhecimento do leitor a respeito da obra de Clarice Lispector e da cultura judaica.</p>
<p>O arco narrativo dos contos e o tempo verbal que a escritora usava em sua obra foram levados para a história em quadrinho, informa a jornalista. “Assim como Clarice faz em<em> A hora da estrela</em>, iniciamos a HQ com um narrador e quando a personagem se forma, ela passa a falar na primeira pessoa. Isso acontece quando Esther se transforma em centauro”, declara. A metamorfose faz alusão ao signo da romancista, sagitário. “O cavalo é um animal recorrente nos livros dela, em <em>Perto do coração selvagem</em> (romance de estreia, lançado em 1943) ela escreve que queria morrer e renascer como cavalo”.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/HQ-Pedra-Dágua-PAGs-50-e-51-reduzida.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101686" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/HQ-Pedra-Dágua-PAGs-50-e-51-reduzida-607x383.jpg" width="607" height="383" /></a></p>
<p>Também está presente na novela gráfica o olhar de Clarice Lispector para as pessoas oprimidas. “Ela dizia que carregava, em decorrência do tempo que morou em Pernambuco, uma fome de justiça social. Essa fome de justiça e a influência das origens judaicas, embora não falasse abertamente sobre isso, são marcantes na obra dela.” Quem leu <em>Mineirinho</em> vai identificar o conto, que narra a crueldade do assassinato de um bandido no Rio de Janeiro, em 1962, na cena da HQ que se passa num bar. “Clarice não era panfletária, mas era muito política”, destaca.</p>
<p>O nome escolhido para a pesquisadora, Esther (estrela, o que está oculto), remete ao título <em>A hora da estrela</em>, acrescenta a jornalista. Publicado em 1977, pouco antes da morte da romancista, o livro relata a vida de Macabéa, uma imigrante nordestina no Rio de Janeiro, e lança reflexões sobre a condição humana. Clarice Lispector nasceu na Ucrânia, numa aldeia chamada Tchetchelnik, e morou no Recife dos 5 aos 14 anos, até se mudar para o Rio de Janeiro com a família.</p>
<p>“Essa HQ, sugerida pela Cepe, é uma forma de homenagear Clarice Lispector, uma autora que já é alvo de inúmeras leituras e pesquisas, por um caminho próprio. A proposta foi a de fugir das possibilidades de uma adaptação ou uma biografia em forma de quadrinhos, opções talvez mais corriqueiras. Assim, Pedra d&#8217;água se tornou uma narrativa em que a escritora e o Recife são personagens constantes, ainda que quase ocultos. Através de Esther, a protagonista que circula pela cidade e pelo universo literário clariceano, Clarice Hoffmann e Greg conduzem o leitor &#8211; o que pouco conhece e o já familiarizado com Clarice Lispector, leitor contumaz de HQs ou não &#8211; a um mergulho original na obra sempre em desdobramento da escritora pernambucana”, ressalta o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>A jornalista Clarice Hoffmann, em parceria com Abel Alencar, também lançou pelo selo Cepe HQ <em>O obscuro fichário dos artistas mundanos</em> (2019), que tem ilustrações de Greg Vieira, Paulo do Amparo, Maurício Castro e Clara Moreira. O título ficou entre os dez melhores quadrinhos do Prêmio Grampo 2020, conferido por jornalistas e críticos especializados.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento HQ &#8220;Pedra d’Água&#8221;<br />
Quando: 27 de maio de 2023 (sábado), às 17h<br />
Onde? Hotel Central (Av. Manoel Borba, 209, Boa Vista, Recife/PE)<br />
*Entrada gratuita<br />
Preço do livro: R$ 70</p>
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		<title>Estão abertas as inscrições para oficina gratuita de elaboração e gestão de projetos de artes visuais</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 22:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<description><![CDATA[O projeto Táticas Visuais chega como uma oportunidade para artistas, produtores, gestores culturais do interior de Pernambuco. A iniciativa de formação oferece gratuitamente uma oficina de elaboração e gestão de projetos na área das artes visuais: exposição, performance, intervenção urbana, publicação, videoarte, entre outros. A capacitação será ministrada pelas produtoras culturais Clarice Hoffmann e Lia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_89235" aria-labelledby="figcaption_attachment_89235" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Foto_Lia-e-Clarice.jpg"><img class="size-medium wp-image-89235" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Foto_Lia-e-Clarice-607x468.jpg" width="607" height="468" /></a><p class="wp-caption-text">Lia Letícia e Clarice Hoffmann serão as facilitadoras da oficina</p></div>
<p>O projeto Táticas Visuais chega como uma oportunidade para artistas, produtores, gestores culturais do interior de Pernambuco. A iniciativa de formação oferece gratuitamente uma oficina de elaboração e gestão de projetos na área das artes visuais: exposição, performance, intervenção urbana, publicação, videoarte, entre outros. A capacitação será ministrada pelas produtoras culturais Clarice Hoffmann e Lia Letícia, profissionais experientes que atuam com diversos projetos artísticos. As aulas serão realizadas em formato online, com um total de 50 horas. A oficina será dividida em dois módulos. O projeto Táticas Visuais tem incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas no período de 15 a 30 de novembro. Os interessados devem enviar e-mail para <strong>taticasvisuais@gmail.com</strong>. O curso conta com 40 vagas, sendo destinado especificamente para agentes culturais residentes no interior de Pernambuco. Pessoas com deficiência auditiva poderão participar e acompanhar a formação que terá acessibilidade, a partir de um intérprete de Libras.</p>
<p>O objetivo do projeto Táticas Visuais é capacitar e qualificar para a elaboração e a gestão de projetos dedicados às artes visuais, com foco no edital Funcultura, do Governo do Estado de Pernambuco. Os participantes terão a oportunidade de identificar suas potencialidades, elaborar ou aperfeiçoar seus próprios projetos. Ou seja, será uma oportunidade de transformar sua ideia em projeto cultural e formatá-la para o edital Funcultura, que destina recursos anualmente para a realização das propostas selecionadas.</p>
<p><strong>PROGRAMA -</strong> As aulas do Módulo I terão encontros aos sábados e domingos, das 9h às 13h, nos dias 4 e 5 e 11 e 12 de dezembro de 2021. Com facilitação de Lia Letícia, o módulo será dedicado aos estudos de casos de iniciativas de artistas e coletivos de arte, para assim ampliar o conceito dos projetos e aprofundar o entendimento sobre estratégias de ação em contextos específicos, políticos e econômicos. Durante os encontros, serão analisadas as atuações de artistas e grupos e o respectivo impacto de seus trabalhos no campo da arte local e/ou brasileira. A ideia é que esse conjunto de informações auxilie a elaboração dos projetos idealizados ao longo do curso.</p>
<p>No dia 18 de dezembro de 2021, das 9h às 13h, ocorre uma bate-papo com Liliana Tavares, da COM Acessibilidade, sobre a idealização de ações de acessibilidade para projetos culturais. A acessibilidade é a área que promove o acesso e a inclusão de pessoas com deficiência, seja física ou intelectual, possibilitando que pessoas surdas, com baixa visão, cegas, cadeirantes, entre outras, também possam participar das iniciativas culturais através de audiodescrição, intérprete de Libras, sistema Braile, rampas de acesso, entre outras ferramentas.</p>
<p>No Módulo II, com facilitação de Clarice Hoffmann, os/as participantes serão convidados/as a realizar exercícios práticos relacionados à elaboração de projetos culturais. As atividades serão orientadas a partir da apresentação dos tipos de projetos para as diferentes linhas de ação dentro das artes visuais: exposição, performance, intervenção urbana, publicação, videoarte, entre outros.</p>
<p>Nesta etapa, para que haja um melhor aproveitamento do conteúdo ministrado, os/as 40 inscritos serão divididos em duas turmas. Uma com aulas aos sábados, das 9h às 13h, nos dias 8, 15, 22 e 29 de janeiro, 5, 12, 19 de fevereiro e 5 de março de 2022. E a outra aos domingos, também das 09h às 13h, nos dias 9, 16, 23, 30 de janeiro, 6, 13, 20 de fevereiro e 6 de março de 2022.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>FACILITADORAS</p>
<p></strong></span><strong>Clarice Hoffmann</strong> é jornalista e produtora cultural. Elaborou projetos aprovados em editais do Funcultura, do Centro Cultural Correios e do Itaú Cultural. Além de idealizar propostas que ganharam visibilidade nacional, já assinou a coordenação de produção e a produção executiva de diversas iniciativas. Sua experiência mais importante como facilitadora, se deu em Conceição das Crioulas, área quilombola localizada no município de Salgueiro, através de encontros mensais realizados ao longo de um ano. Vale citar também, a sistematização e produção dos estudos de caso para o livro Mobilizar para Transformar, publicado por Oxfam.</p>
<p><strong>Lia Letícia</strong> é artista visual, arte-educadora e produtora cultural. Atua como coordenadora de diversas atividades e de espaços da área das artes visuais, como as ações artísticas do projeto Criaturas Urbanas, do Cinecão e da Galeria Maumau. Entre os projetos de educação nos quais atuou vale destacar a Escola Engenho e as Tardes de Quintal. Também presta serviço de arte-educação para Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco e SESC.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina Táticas Visuais &#8211; Da elaboração a gestão de projetos<br />
Inscrições gratuitas: De 15 a 30 de novembro de 2021.<br />
Para se inscrever, basta enviar um e-mail para <strong>taticasvisuais@gmail.com</strong> e responder com o formulário preenchido.<br />
Aulas on-line<br />
Vagas: 40, apenas para agentes culturais residentes no interior de Pernambuco. Acessível para pessoas com deficiência auditiva,</p>
<p><strong>Módulo I –</strong> dias 4 e 5 e 11 e 12 de dezembro de 2021 – das 9h às 13h, sábados e domingos, para os 40 participantes do curso.<br />
Bate-papo acessibilidade – dia 18 de dezembro de 2021, das 9h às 13h, para os 40 participantes do curso.</p>
<p><strong>Módulo II –</strong> dias 8, 15, 22 e 29 de janeiro, 5, 12, 19 de fevereiro e 5 de março de 2022 (sábados) &#8211; das 09h às 13h, para grupo de 20 participantes, ou dias 9, 16, 23, 30 de janeiro, 6, 13, 20 de fevereiro e 6 de março de 2022 (domingos), das 09h às 13h, para grupo de 20 participantes.</p>
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		<title>HQ editada pela Cepe é uma das vencedoras do Prêmio Grampo</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 16:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) emplaca uma HQ em prêmio especializado no segmento. O obscuro fichário dos artistas mundanos &#8211; roteirizado por Clarice Hoffmann e Abel Alencar e ilustrado pelos artistas Maurício Castro, Paulo do Amparo, Greg e Clara Moreira &#8211; ficou na lista dos dez melhores quadrinhos, segundo o Prêmio Grampo 2020, conferido [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73594" aria-labelledby="figcaption_attachment_73594" class="wp-caption img-width-378 alignright" style="width: 378px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Capa-Obscuro-fichario.jpg"><img class="size-medium wp-image-73594 " alt="Cepe Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Capa-Obscuro-fichario-378x486.jpg" width="378" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra é a primeira do gênero HQ editada pela Cepe</p></div>
<p>A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) emplaca uma HQ em prêmio especializado no segmento. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/valorizacao-dos-quadrinhos-no-lancamento-do-selo-cepe-hq/" target="_blank"><strong><em>O obscuro fichário dos artistas mundanos</em></strong></a> &#8211; roteirizado por Clarice Hoffmann e Abel Alencar e ilustrado pelos artistas Maurício Castro, Paulo do Amparo, Greg e Clara Moreira &#8211; ficou na lista dos dez melhores quadrinhos, segundo o Prêmio Grampo 2020, conferido por jornalistas e críticos especializados no segmento literário.</p>
<p>Lançada em 2019, a obra inaugurou o selo Cepe HQ e fez da editora pública a primeira pernambucana especializada em quadrinhos. <em>“Estamos radiantes com a notícia. É incrível ficar entre os dez melhores quadrinhos, estrangeiros e nacionais, lançados no Brasil ano passado. Acho que o prêmio é o reconhecimento a um trabalho feito com muito cuidado, muito amor. Um trabalho motivado especialmente pela paixão aos personagens, nossos resistentes artistas, e pelo desejo de contar um pouquinho da história de luta dos artistas deste país”</em>, declara Clarice, que já pensa em editar outros trabalhos com a mesma linguagem. <em>“Esse foi meu primeiro trabalho. Espero fazer muitos outros”</em>.</p>
<p>O editor da Cepe, Diogo Guedes, enxerga com alegria o reconhecimento e a circulação de um dos primeiros trabalhos do selo Cepe HQ no mercado editorial. <em>“O obscuro fichário dos artistas mundanos é uma obra forte porque sabe extrair do passado, dos documentos que demonstram a perseguição a artistas e estrangeiros na ditadura de Vargas, as resistências e aprendizados necessários para o presente”</em>, opina Diogo.</p>
<p>O jornalista e crítico de quadrinhos Paulo Floro, editor do site<em> O grito!</em>, que participou da votação do prêmio, acha que o reconhecimento corrobora o bom momento que vive o quadrinho atual em Pernambuco. <em>“Fazer parte das dez melhores obras lançadas no ano passado, em um período de um mercado editorial com tantos lançamentos, é um feito e tanto”, constata Paulo, acrescentando a característica inovadora da obra como relevante na inclusão do prêmio. “É um livro inovador dentro da linguagem das histórias em quadrinho ao trazer uma abordagem experimental para o meio ao mesmo tempo em que traz novos olhares para a história do Brasil”</em>, completa o crítico.</p>
<p><strong>A OBRA</strong><br />
A publicação é inspirada no projeto de pesquisa O obscuro fichário dos artistas mundanos, realizado entre os anos de 2014 e 2017. Os resultados do projeto de pesquisa, que inspirou a obra, estão no endereço eletrônico <a href="http://obscurofichario.com.br/" target="_blank"><strong>obscurofichario.com.br</strong></a>. São indícios da vida de mulheres e homens, brasileiros e estrangeiros, protagonistas de uma movimentação ocorrida no campo da arte e do entretenimento da cidade do Recife, entre as décadas de 1930 e 1950, que lançam luz sobre uma potente história cultural e política do estado e do país. Um mundo habitado por bailarinas acrobatas e sapateadores excêntricos, cantores de rádio e cossacos russos, pugilistas e ilusionistas, artistas teatrais e enciclopédicos.</p>
<p>Para a polícia de Vargas todos que estivessem de alguma forma ligados à cena do entretenimento eram considerados artistas e, portanto, fichados com prontuário na Delegacia de Ordem Política e Social. Nesse rolo entravam prostitutas, pugilistas e até espaços suspeitos, por serem lugares onde havia muita rotatividade a exemplo de hotéis, pensões, teatros, cabarés, agremiações carnavalescas, vigiados pela polícia. O livro custa R$ 35 e está à venda na loja virtual da Cepe: <a href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank"><strong>www.cepe.com.br/lojacepe</strong></a>.</p>
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