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	<title>Portal Cultura PE &#187; Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural</title>
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		<title>Novo momento do Conselho de Preservação reafirma pactos entre Estado e sociedade</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 18:59:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A implementação e consolidação de políticas públicas para proteção do patrimônio histórico e cultural representa um dos grandes desafios das esferas pública e privada atualmente. Se por um lado a Constituição Federal vigente estabelece em seu artigo 216, § 1º que: “o Poder Público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65594" aria-labelledby="figcaption_attachment_65594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/visita-ao-paco-do-frevo-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-65594" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/visita-ao-paco-do-frevo-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O Conselho de Preservação é formado por membros da sociedade civil e do poder público</p></div>
<p>A implementação e consolidação de políticas públicas para proteção do patrimônio histórico e cultural representa um dos grandes desafios das esferas pública e privada atualmente. Se por um lado a Constituição Federal vigente estabelece em seu artigo 216, § 1º que: <em>“o Poder Público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento e preservação”</em>, por outro faz-se necessário construir um caminho de cooperação entre o Estado e a sociedade que contemple não só a participação dos diferentes grupos sociais, mas também atenda suas demandas e anseios na formulação e na execução da política de preservação dos bens culturais.</p>
<p>Em Pernambuco, a experiência do atual Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) tem se mostrado exitosa neste sentido. Com a participação paritária de 28 conselheiros (14 titulares e 14 suplentes), o CEPPC reúne semanalmente, em sua sede localizada à Av. Oliveira Lima, 813 &#8211; Boa Vista, representantes do Poder Público e da sociedade civil (confira a lista <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/conselheiros/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>) para o “desenvolvimento de políticas, programas, projetos e ações conjuntas no campo da cultura e do patrimônio cultural”, conforme prevê o artigo 1º da Lei Nº. 15.430, que o instituiu em 22 de dezembro de 2014.</p>
<p>O órgão, vinculado à Secretaria de Cultura, é colegiado, propositivo, consultivo, técnico e deliberativo. Para isso, o CEPPC conta, entre seus membros, com a participação de representantes de vários segmentos ligados à área de preservação patrimonial, seja material ou imaterial: Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Engenharia; Arqueologia, História e Museologia; Antropologia, Sociologia e Turismo; Movimentos sociais de urbanismo e de meio-ambiente; Centros de Documentação e Memória: Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus; Comunidades tradicionais e /ou religiosas, costumes, saberes e formas de expressão; e Expressões culturais de Pernambuco registradas como Patrimônio Cultural Imaterial.</p>
<div id="attachment_65595" aria-labelledby="figcaption_attachment_65595" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/reunia-do-conselho-de-preservacao-foto-elimar-caranguejo-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-65595" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/reunia-do-conselho-de-preservacao-foto-elimar-caranguejo-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os membros do Conselho de Preservação se reúnem semanalmente para discutir e debater políticas para área de patrimônio cultural e preservação do Estado</p></div>
<p>Essa participação ativa da sociedade civil na criação e nas decisões das políticas públicas para área de preservação é fruto de um processo de mudança que começou a partir de 2013, quando o então Governador Eduardo Campos tomou a decisão de que Pernambuco aderisse ao Sistema Nacional de Cultura (SNC), que por sua vez orientava as gestões de cultura dos estados e municípios brasileiros a composição de um conselho paritário, entre outros pré-requisitos (fundo, plano, etc).</p>
<p>Daí, então, foi extinto o antigo Conselho Estadual de Cultura (CEC) e teve início, no âmbito da Secult-PE/Fundarpe, a discussão para elaboração de dois novos conselhos: um para deliberar a respeito da preservação do patrimônio e outro para questão da política cultural de forma geral. O processo para criação dos dois conselhos continuou ao longo de 2014, quando foram elaborados dois projetos de lei, cuja condução coube ao então secretário de Cultura, Marcelo Canuto, e ao então presidente da Fundarpe, Severino Pessoa, juntamente com a Assessoria Jurídica da Casa Civil.</p>
<p>A partir de 2015, e já com os dois conselhos instituídos pelas Leis de Nº 15.429/2014 (criação do Conselho Estadual de Política Cultural &#8211; CEPC) e 15.430/2014 (criação do CEPPC), a primeira gestão do governador Paulo Câmara foi marcada pelo processo eletivo e pela posse dos novos membros dos dois conselhos. A posse do CEPPC, comandada pelo novo secretário de Cultura, Marcelino Granja, e pela presidente da Fundarpe, Márcia Souto, aconteceu no dia 28 de dezembro de 2015, no Palácio do Campo das Princesas, e reuniu todos os conselheiros que fariam parte do colegiado dali para frente no biênio 2015-2017.</p>
<div id="attachment_65597" aria-labelledby="figcaption_attachment_65597" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/eleicoes-conselho-de-preservacao-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-65597" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/eleicoes-conselho-de-preservacao-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A eleição dos membros do Conselho de Preservação é marcada pela realização de vários fóruns setoriais</p></div>
<p>Dentre suas atribuições, compete ao CEPPC: 1) propor diretrizes e outras medidas de tutela patrimonial, com vistas a orientar a formulação de políticas públicas do patrimônio cultural do Estado; 2) aprovar os planos de proteção, restauração, conservação, revitalização e intervenção de bens culturais protegidos, de propriedade pública ou privada; 3) decidir sobre o tombamento e o registro de bens, materiais e imateriais, determinando a sua inscrição no Livro de Tombo e no Livro de Registro, respectivamente, nos termos da Lei nº 7.970, de 18 de setembro de 1979; 4) decidir sobre a extinção do tombamento, instruindo os processos para homologação pelo Secretário de Cultura, no caso de se tratar de bens particulares, e pelo Governador, no caso de bens públicos; 5) deliberar sobre a concessão do Registro do Patrimônio Vivo, nos termos da Lei Nº 15.944, de 14 de dezembro de 2016; 6) fomentar a constituição e o funcionamento dos Conselhos Municipais de Preservação do Patrimônio Cultural.</p>
<p>À frente da presidência do CEPPC desde o seu primeiro biênio, Márcia Souto destaca que a diversidade da formação, bem como de conhecimentos técnicos dos conselheiros, assegura que as decisões tomadas pelo colegiado sejam pautadas pelo interesse público e atendam o que a sociedade espera das políticas públicas para área de preservação.<em> “Essa gestão do CEPPC tem nos permitido avançar muito no que diz respeito à preservação do patrimônio histórico e cultural de nosso Estado. Além de vários bens materiais e imateriais tombados ao longo desses três anos, tivemos, graças às discussões e colaboração efetiva dos membros do conselho, a reformulação da Lei do Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco (RPV-PE), que ampliou de três para seis o número de contemplados a cada edição do concurso e o aumentou o valor da bolsa recebida pelos Patrimônios Vivos mensalmente, e a implementação da Lei 16.426/2018, que criou o Sistema Estadual de Preservação e Salvaguarda do Patrimônio Imaterial em nosso Estado”</em>, diz a gestora.</p>
<p>Para ela, o envolvimento dos conselheiros em momentos-chaves da política cultural do Estado &#8211; como a realização anual da Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco e da IV Conferência Estadual de Cultura – mostra que o poder público e a sociedade civil podem, a partir de uma gestão compartilhada, decidir/pensar juntos suas políticas de preservação. <em>“Um patrimônio, seja material ou imaterial, para ser preservado não depende apenas da vontade e decisões políticas do Estado. A sociedade civil precisa participar desse processo de decisões e, mais do que isso, precisa estar sensibilizada para que os aspectos culturais desse patrimônio sejam mantidos e sejam cultivadas novas formas de expressão dele”</em>, diz a presidente do CEPPC.</p>
<div id="attachment_65596" aria-labelledby="figcaption_attachment_65596" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/marcia-souto-aramis-macedo-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-65596" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/marcia-souto-aramis-macedo-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Márcia Souto e Aramis Macedo, respectivamente, presidente e vice-presidente do Conselho de Preservação</p></div>
<p>Representante da sociedade civil no segmento de Arqueologia, História e Museologia, o vice-presidente do CEPPC, Aramis Macêdo Leite Junior, ressalta que os avanços dos últimos anos para área de preservação no Estado deve-se<em> “à capacidade de diálogo dos membros do conselho com a sociedade”. “Como nossa participação aqui se dá através de um segmento, conseguimos pautar semanalmente, nas reuniões do CEPPC, tudo que vem sendo discutindo em relação à preservação em nossas áreas de atuação. Esse diálogo é contínuo e, graças à sensibilidade dessa atual gestão da Secult-PE/Fundarpe, temos conquistado grandes coisas, principalmente, no que se refere à regulação de leis que estruturam nosso Sistema Estadual de Cultura”</em>, conta Aramis.</p>
<p>Ainda de acordo com ele, essa participação social traduziu-se diretamente na redação final do Plano Estadual de Cultura, documento que guiará a política cultural do Estado nos próximos dez anos. <em>“Nas reuniões setoriais e nas pré-conferências que participei e acompanhei nas mais diversas regiões do Estado, eram recorrentes a reivindicação dos participantes e delegados para que regionalização das políticas públicas culturais se espraiasse para áreas mais distantes da Região Metropolitana do Recife (RMR). Essa discussão foi tão profícua, que acabou sendo incorporada em vários eixos, objetivos e ações estratégicas do Plano Estadual de Cultura. Isso é prova de que há, por parte do poder público, um interesse de incorporar às suas políticas as discussões que se travam em torno da cadeia cultural do Estado”</em>, diz o vice-presidente do CEPPC.</p>
<p>Mediadora dos eixos de Patrimônio Cultural e Memória e Gestão, Infraestrutura e Participação Social em vários encontros da IV Conferência Estadual de Cultura, a atual Coordenadora do Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Jacira França, reitera que a regionalização foi a palavra-chave que guiou a construção do Plano Estadual de Cultura. <em>“Em todos os encontros, o público demonstrava essa mesma preocupação: desconcentrar da RMR os projetos e as ações que desenvolvemos. Como o Plano Estadual de Cultura tem um caráter mais estruturante, a ideia agora é ampliar as políticas públicas que já temos para outras regiões e, porque não, criar novos mecanismos que contemplem equanimemente todo o Estado”</em>, afirma a coordenadora.</p>
<div id="attachment_65598" aria-labelledby="figcaption_attachment_65598" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/jacira-franca-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-65598" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/jacira-franca-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A coordenadora de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Jacira França, mediou o eixo de Patrimônio Cultural em vários encontros da IV Conferência Estadual de Cultura</p></div>
<p>Dentre as conquistas do Plano Estadual de Cultura, Jacira França cita a recente implementação da Lei 16.426/2018, que instituiu o Sistema Estadual de Preservação e Salvaguarda do Patrimônio Imaterial em Pernambuco. <em>“É uma ação que estava prevista no objetivo estratégico 1.1 do documento e que, graças ao empenho dos gestores da Secult-PE/Fundarpe, dos membros do CEPPC e de toda a sociedade que se uniu em torno do projeto de lei, já foi votada e aprovada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco. É uma conquista não só nossa, mas de todo o povo pernambucano”</em>, celebra.</p>
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		<title>Conselho de Preservação elege seis novos Patrimônios Vivos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2016 18:56:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) elegeu, na manhã desta quinta-feira (15), os seis mais novos Patrimônios Vivos de Pernambuco. O CEPPC destacou a valorosa contribuição de todos os 68 candidatos que participaram do concurso à cultura pernambucana e, em votação única, atribuiu o título ao Clube Carnavalesco Mixto Seu Malaquias (agremiação carnavalesca), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43206" aria-labelledby="figcaption_attachment_43206" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/novos-patrimonios-vivos.jpg"><img class="size-medium wp-image-43206" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/novos-patrimonios-vivos-607x327.jpg" width="607" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">A titulação dos novos Patrimônios acontecerá até o final do mês de dezembro, no Palácio do Campo das Princesas</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) elegeu, na manhã desta quinta-feira (15), os seis mais novos Patrimônios Vivos de Pernambuco. O CEPPC destacou a valorosa contribuição de todos os <strong>68 candidatos</strong> que participaram do concurso à cultura pernambucana e, em votação única, atribuiu o título ao <strong>Clube Carnavalesco Mixto Seu Malaquias</strong> (agremiação carnavalesca), a <strong>José Rufino da Costa Neto</strong> (Dedé Monteiro &#8211; poeta popular), ao <strong>Mestre João Elias Espíndola</strong> (rendeiro), à <strong>Sociedade Musical 15 de Novembro</strong> (banda musical), ao cantor e compositor <strong>Claudionor Germano</strong> (frevo) e ao <strong>Mestre José Lopes</strong> (mamulengueiro).</p>
<p style="text-align: justify;">Márcia Souto, presidente do CEPPC e da Fundarpe, ressaltou que mais uma vez &#8220;o Governo de Estado de Pernambuco valoriza e reconhece os mestres da cultura pernambucana&#8221; e que, diante de candidatos tão estimados à nossa cultura, o trabalho dos conselheiros foi árduo. &#8220;Ao longo de quatro sessões, todos os 68 candidatos tiveram a oportunidade de apresentar suas atividades aos conselheiros, que, além de conhecerem pessoalmente os mestres e mestras pernambucanas, puderam compartilhar de seus saberes&#8221;, disse. A presidente destacou também o esforço da Fundarpe/Secult-PE em garantir espaço para os Patrimônios Vivos nas suas ações, bem como difundir, preservar e fazer circular seus conhecimentos. &#8220;O nosso projeto <em>Outras Palavras</em>, que é uma iniciativa que integra ações de cultura, arte e cidadania nas escolas do Estado, sempre conta com a presença de um Patrimônio Vivo. A recepção desses mestres e mestras entre os alunos é extremamente calorosa, fato que nos faz inclui-los cada vez mais nas nossas atividades&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Os seis novos Patrimônios Vivos são fruto do <strong>11º Concurso de Registro do Patrimônio Vivo</strong>, que elegeu os candidatos de 2015/2016. O Secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja, parabenizou o empenho dos conselheiros na escolha dos candidatos e destacou que &#8220;os Patrimônios Vivos representam a mais rica expressão do povo pernambucano&#8221; e que a premiação &#8221;reforça a galeria de mestres e mestras que marcam a nossa identidade cultural com a diversidade, tradição e criatividade artística&#8221;. O gestor estadual também ressaltou que, graças à reformulação da lei atual, &#8220;todo ano serão eleitos seis novos Patrimônios Vivos, o que confirma o êxito dessa ação da política de cultura do Governo do Estado&#8221;. A titulação dos novos Patrimônios Vivos acontecerá até o final de dezembro, numa solenidade no Palácio do Campo das Princesas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BREVE PERFIS  DOS SEIS NOVOS PATRIMÔNIOS VIVOS</strong></p>
<div id="attachment_43219" aria-labelledby="figcaption_attachment_43219" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Banda-15-de-Novembro_Foto_Costa-Neto_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43219" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Banda-15-de-Novembro_Foto_Costa-Neto_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>BANDA 15 DE NOVEMBRO</strong> Centenária banda militar criada em Gravatá, foi composta paralelamente à história local, marcando presença nos mais diversos eventos sócio-político-culturais da comunidade</p></div>
<div id="attachment_43218" aria-labelledby="figcaption_attachment_43218" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Mestre-Joao-Elias_Divulgacao.jpg"><img class=" wp-image-43218    " alt="Foto: Lenice Queiroga/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Mestre-Joao-Elias_Divulgacao-607x441.jpg" width="607" height="441" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>MESTRE JOÃO ESPÍNDOLA</strong> Responsável por rendas renascença preciosas da cidade de Poção, no Agreste de Pernambuco</p></div>
<div id="attachment_43217" aria-labelledby="figcaption_attachment_43217" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Dede-Monteiro_Foto-Ricardo-Moura_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43217" alt="Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Dede-Monteiro_Foto-Ricardo-Moura_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>JOSÉ RUFINO DA COSTA NETO (DEDÉ MONTEIRO)</strong> Nascido em Tabira, em 1949, começou a escrever versos aos 15 anos de idade, influenciado pelo pai (que cantava cordéis, enquanto trabalhava na roça), pelos vencedores de folheto de feira e pelo violeiros nordestinos. Atualmente, é professor aposentado e é, conforme diz, motorista de Teté (sua esposa), servente de pedreiro para o poeta Gonga (seu irmão) e serve de ‘macaco’ para seus netos Paulo Henrique e Maria Paula</p></div>
<div id="attachment_43216" aria-labelledby="figcaption_attachment_43216" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jaqueline Maia/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Boneco-Seu-Malaquias_Foto_Jaqueline-Maia_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43216 " alt="Jaqueline Maia/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Boneco-Seu-Malaquias_Foto_Jaqueline-Maia_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>CLUBE CARNAVALESCO MIXTO SEU MALAQUIAS</strong> Boneco mais sorridente não há. As feições de imensa felicidade se devem ao fundador do Clube Carnavalesco Misto Seu Malaquias, o Maracujá. A agremiação foi criada só para desfilar nas ruas o boneco criado à imagem de um amigo próximo de Maracujá. Hoje, o boneco é o mais antigo da Festa de Momo pernambucana e já soma 76 Carnavais.</p></div>
<div id="attachment_43214" aria-labelledby="figcaption_attachment_43214" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Claudionor-Germano_Foto-Renata-Pires_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43214" alt="Renata Pires/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Claudionor-Germano_Foto-Renata-Pires_SecultPE_Fundarpe-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>CLAUDIONOR GERMANO</strong> Em 68 anos de carreira, gravou 478 músicas em 31 discos, sendo um dos principais intérpretes de frevo do Estado, principalmente de compositores como Nelson Ferreira de Capiba</p></div>
<div id="attachment_43215" aria-labelledby="figcaption_attachment_43215" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Meste-Ze-Lopes_Foto_Eric-Gomes_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43215" alt="Eric Gomes/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Meste-Ze-Lopes_Foto_Eric-Gomes_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>ZÉ LOPES</strong> Militante do mamulengo há mais de 40 anos, mestre Zé Lopes fundou, em Glória do Goitá, o Mamulengo Teatro do Riso, com quem realizou várias excursões pelo Brasil e Europa, sendo um dos mamulengueiros mais conhecidos do país</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>HISTÓRICO<br />
</strong>Importante política cultural de salvaguarda, a lei dos Patrimônios Vivos é a primeira lei do tipo no Brasil, tem como objetivo reconhecer, valorizar e apoiar mestres e grupos que detenham os conhecimentos ou as técnicas necessárias para a produção e a preservação de aspectos da cultura tradicional ou popular – formas de expressão, saberes, ofícios e modos de fazer -, em especial, os que sejam capazes de transmitir seus conhecimentos, técnicas e habilidades às novas gerações de alunos e aprendizes, objetivando a proteção e a difusão do patrimônio pernambucano.</p>
<p style="text-align: justify;">Os seis novos Patrimônios Vivos eleitos nesta quinta-feira (15) se somam aos <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/" target="_blank">39  nomes já contemplados em Pernambuco</a></strong>. Sua missão é ainda possibilitar e potencializar o reconhecimento, acesso, difusão e fruição dos diversos bens, memórias, saberes e histórias presentes nas culturas populares. Para tanto, além de receberem bolsas vitalícias, os mestres e grupos contemplados participam de diversos programas de ensino-aprendizagem, como oficinas, palestras, cursos e concursos, com o propósito de transmitirem seus saberes, processos fundamentais para a produção, manutenção e recriação de nossas manifestações culturais.</p>
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