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	<title>Portal Cultura PE &#187; Crislaine Venceslau</title>
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		<title>Público vibra com o 4º dia da Praça da Palavra</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 19:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A Praça da Palavra foi tomada pela emoção durante a atividade “O Miró que vive em mim”, comandada pela escritora pernambucana Odailta Alves, na quinta noite do 31º Festival de Inverno de Garanhuns. Na ocasião, vários poetas do estado, entre convidados e pessoas da plateia, recitaram poesias próprias e de Miró da Muribeca, que este ano é homenageado pelo polo, enchendo a noite de boas lembranças sobre o artista, falecido no ano passado.</p>
<p>Ao lado de Odailta, os poetas Crislaine Venceslau, autora quilombola de Povoação de São Lourenço, e o poeta Marlon Silva, que cresceu na Muribeca, completaram o trio que ficou à frente do sarau. Bastante emocionado, Marlon comentou a importância que Miró teve para sua formação pessoal e profissional, o inspirando a se sentir mais à vontade com a sua sexualidade e sensibilidade e servindo como referência da arte como um caminho profissional também para quem é da periferia. Esse último ponto também foi destacado por Crislaine Venceslau, ao falar que o autor recifense fez perceber que a sua vivência enquanto mulher quilombola também era material para a poesia.</p>
<p>“Pra mim foi uma honra participar das atividade de hoje, principalmente no Dia da Mulher Negra Latina-Americana e Caribenha, para reverenciar Tereza de Benguela e a luta das pretas. Eu enquanto mulher preta, junto com Crislaine, estamos aqui na Praça da Palavra trazendo literatura, quebrando com esse processo de silenciamento, para dizer que estamos aí escrevendo, recitando e dando continuidade aos passos das que vieram antes, e poder homenagear também Miró da Muribeca, que merece toda nosso todo nosso respeito”, disse Odailta, sobre a experiência da atividade.</p>
<p>Mais cedo, a poeta também participou da mesa “Poéticas da Diversidade”, com Ágnes Souza e mediação de Samantha Lima. O trio conversou sobre a  potência da literatura com temática LGBTQIAP+ e a importância de autoras de sexualidades diversas terem suas narrativas ouvidas e respeitadas no mercado literário. “Está aqui agora mostra que o FIG está se para nossas discussões, para nossa representatividade e espero que isso só amplie”, observou Odailta, cuja obra “Clamor Negro” virou um monólogo, que será encenado no Sala Cênicas, na sexta-feira (28), também dentro do FIG.</p>
<p>A poesia marginal de Miró ainda reverberou no Sankofa Slam, em que Isadroga, de 21 anos, declamou versos autorais que estão no seu primeiro livro, intitulado “Vícios”, entre outras poesias mais recentes. “Comecei com a poesia marginal do slam e o que é nos reservado na sociedade é a marginalização e não conseguir nos apresentar em vários espaços. Ver a minha trajetória e ver que tô no FIG agora me deixa muito feliz com essa abertura”, concluiu a jovem artista.</p>
<p><strong>NESTA QUARTA-FEIRA (26)</strong></p>
<p>Hoje o polo segue com uma programação diversa até o fim da noite. O principal destaque é a roda de conversa “Garanhuns Literária”, com Mário Hélio, Thiago Corrêa e mediação de Sidney Rocha. Além da atividade, o dia ainda reserva muita literatura em “Quem descobriu o azul anil?”, com David Biriguy, “Poesia do portal do Sertão ao Pajeú”, com Márcia Moura e Jorge Filó, e “O Jardim de Luís: um passeio pela vida e obra de Luís Jardim”, com Adelmo Camilo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Websérie apresenta trajetória de escritoras negras pernambucanas</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 18:57:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Professora, poeta e escritora pernambucana, Odailta Alves publica diariamente, a partir deste sábado (26), um pouco da história e das obras de Inaldete Pinheiro, Adelaide Santos, Sophia William, Joaninha Dias, Crislaine Venceslau, Manu Monteiro, Francisca Araújo e Dayse Moura, no canal que mantém no YouTube (www.youtube.com/@OdailtaAlves). As personagens escolhidas são escritoras que, juntas, compõem o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_97454" aria-labelledby="figcaption_attachment_97454" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Divulgacao-7.jpeg"><img class="size-medium wp-image-97454" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Divulgacao-7-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Odailta Alves é a diretora, roteirista e apresentadora da série</p></div>
<p>Professora, poeta e escritora pernambucana, Odailta Alves publica diariamente, a partir deste sábado (26), um pouco da história e das obras de Inaldete Pinheiro, Adelaide Santos, Sophia William, Joaninha Dias, Crislaine Venceslau, Manu Monteiro, Francisca Araújo e Dayse Moura, no canal que mantém no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/@OdailtaAlves" target="_blank"><strong>www.youtube.com/@OdailtaAlves</strong></a>). As personagens escolhidas são escritoras que, juntas, compõem o cenário literário negro pernambucano e terão suas trajetórias contadas na websérie &#8220;Escritoras Negras de Pernambuco&#8221;. A série conta com oito episódios, de duração de 10 a 15 minutos, e é um dos projetos incentivados pelo Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Nos vídeos, as participantes apresentam os diversos contextos sociais e familiares que existiram enquanto elas se construíam escritoras negras e contam suas histórias de dentro de seus lares. O principal objetivo é contribuir para que mais pessoas possam conhecer e ter interesses pelas obras dessas e outras mulheres negras pernambucanas, além de apresentar mais referências literárias e possibilidades de futuro para as pessoas negras que gostam de escrever.</p>
<p>Todas as personagens da websérie fazem parte do Coletivo de Escritoras Negras de Pernambuco, que foi criado com o intuito de auxiliar na compreensão e realizações dessas mulheres como as escritoras que são<em>. “Ainda que seus corpos não estejam assim representados nas escolas, nas grandes mídias, é no nosso quilombo literário que nós nos fortalecemos, nos inspiramos e, entramos nessa disputa narrativa para falar na primeira pessoa, para trazer as vozes das nossas ancestrais e dizer que sempre fomos resistência, sempre fomos prosa e poesia”</em>, comenta Odailta.</p>
<p><strong>ESCRITORAS NEGRAS DE PERNAMBUCO (websérie)</strong><br />
1º Episódio &#8211; Inaldete Pinheiro – Escritora negra e idosa e moradora do centro do Recife<br />
2º Episódio &#8211; Adelaide Santos – Escritora, cantora, negra, mãe e periférica<br />
3º Episódio &#8211; Sophia Andrade – Escritora negra, transsexual, moradora do Recife<br />
4º Episódio – Manu Monteiro – Escritora negra, lésbica e de Caruaru<br />
5º Episódio &#8211; Francisca Araújo – Escritora negra do Sertão de Pernambuco<br />
6º Episódio &#8211; Crislaine Venceslau – Escritora negra quilombola de São Lourenço da Mata<br />
7º Episódio &#8211; Dayse Moura – Escritora negra, mãe e professora universitária<br />
8º Episódio &#8211; Joaninha Dias – Escritora negra, gorda, professora, panssexual e poliamorista</p>
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		<title>Fruto de uma oficina literária, antologia poética reúne vários autores</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Aug 2017 17:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26928" aria-labelledby="figcaption_attachment_26928" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcus Fernandes/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/IMG_20150626_153806810_HDR.jpg"><img class="size-medium wp-image-26928" alt="Marcus Fernandes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/IMG_20150626_153806810_HDR-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Equipamento cultural localizado no Bairro do Recife recebe o lançamento da antologia</p></div>
<p>A partir da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/oficina-de-poesia-confessa-resgata-o-eu-poetico-dos-participantes/" target="_blank">oficina literária A palavra confessa</a>, promovida em julho deste ano pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, algumas pessoas puderam resgatar seu eu-poético. O que elas talvez não imaginassem é que seus trabalhos ganhariam forma física através de uma publicação. O livro <strong>A Torre &#8211; antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos</strong>, impresso pela editora Castanha Mecânica e com obras dos autores participantes da oficina citada, será lançado neste domingo (13), às 15h, na Torre Malakoff – local que abrigou as aulas e deu título à obra. A entrada é gratuita e o evento será seguido de um debate e sarau com os escritores.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/A-TORRE-capa-do-evento.png"><img class="size-medium wp-image-52222 aligncenter" alt="A-TORRE-capa do evento" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/A-TORRE-capa-do-evento-607x227.png" width="607" height="227" /></a><br />
Organizadora da oficina, a coordenadora de Literatura da Secult-PE explica a importância dos encontros que possibilitaram o surgimento deste livro. <em>“A Torre foi erguida por diversas vozes, a partir da oficina de poesia confessional. Reverberando a partir dela, seu eco poderá ser ouvido &#8211; ou lido, para além das paredes da Malakoff. É muito gratificante ver que, de forma espontânea, essas pessoas se entrelaçaram para produzir uma publicação confessional, artesanal e coletiva, uma tríade que revigora a crença na liga que só as palavras têm”,</em> comenta ela. As aulas foram ministradas pelo escritor Stefanni Marion, de São Paulo.</p>
<p>Participaram da publicação Adélia Coelho Flô, Carlos Seixas, Crislaine Venceslau, Daniela Câmara, Diego de França, Fred Caju, Gabriel Góes, Guto Santana, Josemar Ferreira, Lúcio Pessôa, Luna Vitrolira, Maíra Borges, Maria Samara, Meca Moreno, Paulo Queiroz, Teresa Coelho e Wolder Wallace.</p>
<div id="attachment_52223" aria-labelledby="figcaption_attachment_52223" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/34311656554_d0922323c2_k-607x401.jpg"><img class="size-full wp-image-52223 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/34311656554_d0922323c2_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Por causa da vida, da rotina, eu acabei colocando a poesia em segundo plano. Essa oficina me deu de presente a poesia de volta&#8221;, explica Luna Vitrolira, uma das participantes da oficina e da publicação</p></div>
<p style="text-align: left;">De acordo com Luna Vitrolira, de 25 anos, a oficina foi um exercício de libertação das amarras. <em>“Um exercício de se abrir pras pessoas e de escrever e dizer a poesia. No meu caso eu estava particularmente muito fechada, muito travada, ignorando, na verdade, minha potencia de escrita, minhas vontades meus desejos. Por causa da vida, da rotina, eu acabei colocando a poesia em segundo plano. Essa oficina me deu de presente a poesia de volta. Foi especial estar com essas pessoas, e me abrir de novo para a vida e para a arte”,</em> ressalta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Lançamento do livro ‘A Torre &#8211; antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos’</em><br />
Domingo (13) | 15h<br />
Torre Malakoff (Praça do Arsenal, S/N, Bairro do Recife)<br />
Entrada gratuita | Valor da antologia: R$ 20<br />
<a href="https://www.facebook.com/events/1709284016033405/" target="_blank">Evento no Facebook</a></p>
<p><strong>Ficha Técnica do livro:</strong><br />
Edição: Castanha Mecânica<br />
Idealização, organização e prefácio: Stefanni Marion<br />
Projeto gráfico e material publicitário: Felipe Cadena<br />
Revisão: Teresa Coelho<br />
Texto de capa: Sidney Rocha</p>
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