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	<title>Portal Cultura PE &#187; curtas</title>
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		<title>“Frutos do Mar” dá voz a pescadores, marisqueiras e educadores de Brasília Teimosa</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 14:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A diretora e roteirista Mônica Jácome lança nesta quinta (11 de setembro) o documentário “Frutos do Mar &#8211; Tradição Culinária, Memória e Resistência na Brasília Teimosa”, em sessão pública e gratuita realizada, às 19h, na Escola Técnica Estadual João Bezerra, em Brasília Teimosa, no Recife. O filme reúne narrativas de pescadores, marisqueiras, cozinheiras, comerciantes, educadores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A diretora e roteirista Mônica Jácome lança nesta quinta (11 de setembro) o documentário “Frutos do Mar &#8211; Tradição Culinária, Memória e Resistência na Brasília Teimosa”, em sessão pública e gratuita realizada, às 19h, na Escola Técnica Estadual João Bezerra, em Brasília Teimosa, no Recife. O filme reúne narrativas de pescadores, marisqueiras, cozinheiras, comerciantes, educadores e crianças sobre a vida cultural, a rica gastronomia do bairro e a resistência frente às pressões históricas da especulação imobiliária.</p>
<p>Realizado pela Gato de Gengibre – Pesquisa e Produção Cultural, com produção associada da Janela – Gestão de Projetos, das produtoras Fernanda Ferrário e Dida Maia, o documentário foi contemplado no edital Ações Criativas para o Audiovisual – Produção, da Lei Paulo Gustavo, executado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe.</p>
<p>Em pouco mais de 25 minutos, Frutos do Mar parte da premissa de que ninguém mais legítimo para contar a história de um território do que seus próprios moradores. É a comunidade que narra como se construiu o sistema cultural alimentar da Brasília Teimosa, moldado pelo encontro de três matrizes culinárias: o mar, o mangue e a caatinga.</p>
<p><strong>Gastronomia de resistência</strong></p>
<p>O filme mostra como essa fusão atravessou gerações. No Bar do Cabo, fundado por migrantes sertanejos e hoje comandado pelas irmãs Natália e Gisele Oliveira, receitas de carne deram lugar a pratos de frutos do mar como o arroz de polvo e o camarão na cerveja, que tornaram a casa referência na cidade. Já o Império dos Camarões, criado por José Bezerra dos Santos, o “Seu Zezinho”, também migrante da seca, sobrevive hoje administrado em parceria com o neto.</p>
<p>Outros personagens centrais são a marisqueira Edileuza Silva do Nascimento (“Dona Lêu”), o pescador João Pereira Filho, e o vice-presidente da Colônia de Pescadores Z-1, Augusto Lima (“Seu Neno”), que compartilham as práticas de pesca artesanal, a mariscagem no mangue e a luta contra a degradação ambiental.</p>
<p>O documentário ainda evidencia o papel dos educadores sociais, que fazem da cultura uma ferramenta de resistência. Taciana Melo, da Escola Mangue, e Dandara Martins, do CEPOMA, conduzem projetos que integram educação ambiental, cultura alimentar e memória popular. Entre eles, o Maracatu Nação Erê, primeiro grupo infantil de baque virado de Pernambuco, criado na Brasília Teimosa e que completa 30 anos em 2025.</p>
<p>Segundo Mônica Jácome, a intenção foi “construir uma narrativa em que a própria comunidade pudesse dizer ao poder público e à sociedade por que é fundamental valorizar e salvaguardar sua cultura alimentar e suas práticas de vida”.</p>
<p>Equipe principal<br />
Direção, pesquisa e roteiro: Mônica Jácome<br />
Assistência de direção: Sâmia Emerenciano<br />
Produção executiva: Fernanda Ferrário<br />
Produção: Dida Maia<br />
Produtora associada: Janela – Gestão de Projetos (Fernanda Ferrário e Dida Maia)<br />
Direção de fotografia: Clara Gouvêa<br />
Montagem: João Lucas Melo<br />
Som direto, edição e mixagem: Hugo Coutinho<br />
Trilha original: Homero Basílio e Leonardo Guedes (violoncelo)<br />
Imagens de drone: Marcelo Lacerda<br />
Finalização de cor: Rafael Amorim<br />
Design gráfico: Isabela Faria<br />
Mídias sociais: Babi Jácome<br />
Assessoria de imprensa: Lula Portela<br />
Acessibilidade comunicacional: Jaks Interpretações</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento nacional do documentário “Frutos do Mar”</p>
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		<title>MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco abre  inscrições para sua 7º edição</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 14:29:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a sétima edição do MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco. Até o dia 25 de maio, os realizadores poderão submeter seus filmes através do site mov-festival.com, onde também é possível conferir o regulamento na íntegra. Nesta edição, o festival celebra onze anos de trajetória como uma vitrine [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para a sétima edição do MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco. Até o dia 25 de maio, os realizadores poderão submeter seus filmes através do site <a href="http://mov-festival.com/">mov-festival.com</a>, onde também é possível conferir o regulamento na íntegra.</p>
<p>Nesta edição, o festival celebra onze anos de trajetória como uma vitrine essencial para a produção de jovens cineastas. O evento acontece na primeira quinzena de setembro, no Recife, com sessões no Cinema São Luiz, no Cineteatro do Parque e no Cinema da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com uma programação híbrida que reúne mostras nacionais e internacionais, além de oficinas e atividades formativas.</p>
<p>“Em 2025, foram quase 15 mil pessoas acessando nosso festival de forma presencial e online, além de uma formação de mais de 80 alunos em oficinas e workshops. É dessa forma que o MOV busca aproximar a juventude e o público em geral do fazer audiovisual, muitas vezes distante da realidade da maioria das pessoas”, explica Vinícius Gouveia, criador e diretor artístico do MOV.</p>
<p>Com o objetivo de difundir e exibir curtas-metragens realizados por universitários, secundaristas e estudantes de cursos de formação livre em vídeo e audiovisual, o festival aceita filmes com até 25 minutos de duração, finalizados a partir de junho de 2023. É obrigatório que os diretores e, no mínimo, mais um integrante da equipe estejam, ou tenham estado na época da realização do curta, e matriculados em alguma dessas modalidades de ensino, com comprovação exigida no ato da inscrição.</p>
<p>A lista dos filmes selecionados para as mostras competitivas será divulgada em julho no site do festival.</p>
<p><strong>SOBRE O MOV</strong></p>
<p>Criado em 2014, o MOV &#8211; Festival Internacional de Cinema Universitário de Pernambuco nasceu como uma resposta ao aumento na oferta de graduações em audiovisual nas universidades brasileiras e as dificuldades para os jovens cineastas alcançarem o grande público.</p>
<p>Ao longo de suas seis edições, o MOV se tornou o primeiro evento do gênero no Norte e Nordeste com projeção internacional no país, se estabelecendo como uma importante vitrine de difusão e exibição da produção cinematográfica de novos talentos, além de contribuir para a formação no campo do audiovisual em Pernambuco.</p>
<p>A missão do MOV é exibir obras e formar profissionais iniciantes no audiovisual, alçando-os a voos maiores. Por meio de uma seleção de filmes universitários e programas educacionais, o MOV promoveu intercâmbios entre a cena audiovisual local, nacional e internacional.</p>
<p>O MOV conta com incentivo do Funcultura através da Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
MOV &#8211; FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA UNIVERSITÁRIO DE PERNAMBUCO<br />
Primeira quinzena de setembro no Recife<br />
Inscrições até 25 de maio no site mov-festival.com<br />
Contato: movfilmfestival@gmail.com<br />
Instagram: @movfestival</p>
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		<title>6ª edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre inicia hoje</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 15:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 6ª edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre está chegando para mais uma celebração do audiovisual independente, promovendo três dias de programação gratuita em Serra Negra, distrito de Bezerros &#8211; PE. Entre os dias 28 e 30 de março de 2025, o Anfiteatro de Serra Negra se transforma em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A 6ª edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre está chegando para mais uma celebração do audiovisual independente, promovendo três dias de programação gratuita em Serra Negra, distrito de Bezerros &#8211; PE. Entre os dias 28 e 30 de março de 2025, o Anfiteatro de Serra Negra se transforma em um grande cinema a céu aberto para receber mais uma edição do festival. O evento, que se consolida como um dos principais encontros de cinema no Estado, promoverá uma programação gratuita com exibições de filmes, debates, homenagens, apresentações culturais e atividades de formação, reunindo realizadores e apreciadores do audiovisual.</p>
<p>A seleção está organizada em quatro seções: Panorama Pernambuco, Panorama Nacional, Panorama Videoclipe e Sessão Especial. A curadoria do 6º Curta na Serra foi realizada por Vitor Búrigo, membro da Abraccine e editor do portal CineVitor, que buscou reunir filmes que dialogassem com a cultura regional e nacional, promovendo a reflexão e a integração dos indivíduos com suas identidades culturais.</p>
<p>Com uma programação composta por curtas-metragens dos mais diversos gêneros e formatos, o festival convida o público a mergulhar em diferentes olhares e experiências. A seleção de filmes destaca a pluralidade de narrativas, estéticas e temáticas, reforçando o compromisso do Curta na Serra com a valorização da diversidade cinematográfica. Em formato híbrido, além das sessões presenciais, o festival promoverá também a exibição online dos filmes da Sessão Especial por meio do site oficial (www.curtanaserra.com.br).</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/WhatsApp-Image-2025-03-28-at-10.52.59.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116881" alt="WhatsApp Image 2025-03-28 at 10.52.59" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/WhatsApp-Image-2025-03-28-at-10.52.59-343x486.jpeg" width="343" height="486" /></a></p>
<p>&#8220;O Curta na Serra se consolidou como um espaço fundamental para o cinema independente, criando uma conexão entre o audiovisual e a paisagem natural da Serra Negra. Nesta sexta edição, seguimos com o compromisso de fortalecer a interiorização do cinema e promover uma experiência multicultural, reunindo cinema, música, cultura popular e gastronomia em um único espaço de encontro e troca&#8221;, afirma Marlom Meirelles, idealizador e produtor executivo do festival.</p>
<p><strong>Homenagens </strong></p>
<p>O 6º Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre tem a honra de prestar uma merecida homenagem a dois grandes nomes do cinema pernambucano: Cláudio Assis e Edvaldo Mendonça. Cláudio Assis, um dos cineastas mais provocadores e expressivos do Brasil, será celebrado com a Sessão Homenagem a Cláudio Assis, que trará a exibição de seu curta-metragem Soneto do Desmantelo Blue, de 1993. Com obras como Amarelo Manga  (2002) e Baixio das Bestas (2007), Cláudio consolidou-se como uma voz irreverente e  intensa, capaz de questionar padrões e provocar reflexões profundas sobre a sociedade. Sua contribuição para o cinema nacional é imensa e, neste festival, celebramos sua trajetória de resistência e criatividade.</p>
<p>Além de Cláudio Assis, o festival homenageia também Edvaldo Mendonça, um apaixonado colecionador e restaurador de filmes. Com um acervo de mais de 100 rolos em Super 8 e 16mm, e a restauração do documentário mais antigo de Bezerros, filmado em 1938, Edvaldo se dedica à preservação da memória audiovisual e cultural. Sua contribuição para o resgate e valorização do patrimônio cinematográfico pernambucano é incomparável, e sua presença no Curta na Serra nos lembra da importância da memória e da resistência que o cinema oferece para manter vivas as histórias e as memórias de nossa cultura.</p>
<p><strong>Formação e fomento </strong></p>
<p>Com uma proposta de formação e fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual, o Curta na Serra promoverá debates com realizadores, oficinas e rodas de diálogo com realizadores e pesquisadores do audiovisual, promovendo um espaço de troca e aprendizado. Um dos destaques desta edição é a Roda de Diálogo &#8220;Preservação e Memória na Construção de um Audiovisual Presente&#8221;, que contará com a participação de Ingrid Xavier e Vitória Vitor, ambas atuantes na Cinemateca Pernambucana e no projeto de formação para adolescentes TRELA Audiovisual.</p>
<p>O 6º Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre é uma realização da Eixo Audiovisual e Pernambuco Filmes, em coprodução com o Centro de Atitudes, com apoio da Prefeitura de Bezerros, e incentivo do Funcultura, da Secretaria de Cultura de Pernambuco, do Governo de Pernambuco.</p>
<p><strong>Confira a programação completa do 6º Curta na Serra: </strong></p>
<p><strong>Sexta-feira (28/03) &#8211; Anfiteatro de Serra Negra </strong></p>
<p>19h &#8211; Abertura oficial</p>
<p>19h30 &#8211; Homenagem à Edvaldo Mendonça</p>
<p>20h &#8211; Sessão: Panorama Pernambuco</p>
<p>21h30 &#8211; Sessão: Videoclipes</p>
<p>22h &#8211; DJ La Ursa</p>
<p><strong>Sábado (29/03) &#8211; Anfiteatro de Serra Negra  </strong></p>
<p>18h &#8211; Performance Bruffa, de Bruna Florie</p>
<p>18h30 &#8211; Apresentação Ode dos Papangus, com o grupo Folcpopular</p>
<p>19h &#8211; Abertura oficial</p>
<p>19h30 &#8211; Homenagem | Cláudio Assis</p>
<p>20h &#8211; Sessão: Panorama Nacional</p>
<p>21h30 &#8211; Sessão: Videoclipes</p>
<p>22h &#8211; Apresentações Culturais: Trio Lampião a Gás e DJ La Ursa</p>
<p><strong>Domingo (30/03)  </strong></p>
<p>Laus Cozinha</p>
<p>10h às 12h &#8211; Roda de Diálogos</p>
<p>Anfiteatro de Serra Negra e Polo Cultural</p>
<p>18h &#8211; Performance Obirin-Kunhã: Dança Inflamada, com Marcela Rabelo</p>
<p>18h30 &#8211; Abertura oficial</p>
<p>19h &#8211; Sessão Homenagem: Soneto do Desmantelo Blue, de Cláudio Assis</p>
<p>19h30 &#8211; Premiação</p>
<p>21h &#8211; DJ La Ursa</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival Curta na Serra anuncia os filmes selecionados para a edição 2025</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/o-festival-curta-na-serra-anuncia-os-filmes-selecionados-para-a-edicao-2025/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 19:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 28 e 30 de março de 2025, O Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre no distrito de Serra Negra, em Bezerros, será palco de mais uma edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre. O evento, que se consolida como um dos principais festivais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 28 e 30 de março de 2025, O Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre no distrito de Serra Negra, em Bezerros, será palco de mais uma edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre. O evento, que se consolida como um dos principais festivais de cinema do Estado, promoverá uma programação gratuita com exibições de filmes, debates e atividades de formação, reunindo realizadores e apreciadores do audiovisual. O Festival tem o apoio do Funcultura.</p>
<p>Já estabelecido no calendário cultural do Estado, o festival tem a capacidade de agregar produções que exploram diferentes gêneros e formatos, trazendo narrativas e olhares de todo o Brasil. Este ano, o festival recebeu 660 inscrições de 25 estados brasileiros e do Distrito Federal, refletindo sua crescente relevância no cenário cinematográfico nacional.</p>
<p>A seleção está organizada em quatro seções: Panorama Pernambuco, Panorama Nacional, Panorama Videoclipe e Sessão Especial. A curadoria do 6º Curta na Serra foi realizada por Vitor Búrigo, membro da Abraccine e editor do portal CineVitor, que buscou reunir filmes que dialogassem com a cultura regional e nacional, promovendo a reflexão e a integração dos indivíduos com suas identidades culturais.</p>
<p>Com uma programação composta por curtas-metragens dos mais diversos gêneros e formatos, o festival convida o público a mergulhar em diferentes olhares e experiências. A seleção de filmes destaca a pluralidade de narrativas, estéticas e temáticas, reforçando o compromisso do Curta na Serra com a valorização da diversidade cinematográfica. Em formato híbrido, além das sessões presenciais, o festival promoverá também a exibição online de filmes em seu site.</p>
<p><strong>SELEÇÃO DE FILMES</strong></p>
<p>O Panorama Pernambuco destaca a produção audiovisual do Estado, apresentando os filmes Carol, de Bruna Tavares; Das Águas, de Adalberto Oliveira e Tiago Martins Rêgo; Dente, de Rita Luna; Eu Nunca Contei a Ninguém, de Douglas Duan; Facção, de Henrique Corrêa de Araujo Cavalcante; Hoje Eu Só Volto Amanhã, de Diego Lacerda; Onde Cabe em Nós, de Ana Carolina Barbosa; e Quando Você Vem Me Visitar, de Henrique Arruda.</p>
<p>No Panorama Nacional, foram selecionados Cida Tem Duas Sílabas, de Giovanna Castellari (SP); Dependências, de Luisa Arraes (RJ); Jardim Tropical, de Breno Alvarenga e Luiza Garcia (MG); Lagrimar, de Paula Vanina (RN); O Silêncio Elementar, de Mariana de Melo (MG); Pequenas Insurreições, de William de Oliveira (PR); Resistência, de Juraci Junior (RO); e Samuel Foi Trabalhar, de Janderson Felipe e Lucas Litrento (AL).</p>
<p>A categoria Panorama Videoclipe amplia a experiência audiovisual, com uma seleção que inclui A Poeira Vai Subir, de Renan Vieira (PE); A Serra Negra, de Zé Barreto de Assis e Convidados (PE); D&#8217;Áfrika, de Chico Rasta (PI); e Vídeoração #1: Oração 1, de Luiza Brina (MG).</p>
<p>O festival também traz uma Sessão Especial, composta por obras que dialogam com diferentes estéticas e narrativas do cinema brasileiro contemporâneo. Entre os filmes exibidos estarão A Chuva Não Me Viu Passar, de Leonardo Gatti (SC); A Edição do Nordeste, de Pedro Fiuza (RN); Amaná, de Antônio Fargoni (CE); Capturar o Fantasma, de Davi Mello (SP); Como Chorar Sem Derreter, de Giulia Butler (RJ); Depois do Fim, de Pedro Maciel (SP); Diálogos Indígenas do Nosso Tempo, de Gustavo Guedes (RN); Emocionado, de Pedro Melo (PE); Expresso São Valentim, de Guilherme Ayres e Luiza Torres (SP); No Batente, de Humberto Bassanello e Badu Morais (PE/SP); Solange Não Veio Hoje, de Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenreiter (BA); e Visagens e Visões, de Rod Rodrigues (PA).</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p>Nesta edição, além das sessões de exibição e premiação de filmes, a programação do festival contará com Rodas de Diálogo, Debates e Oficinas, consolidando-se, assim, como um espaço de encontros entre realizadores e produtores de festivais do interior do Brasil.</p>
<p>O 6º Curta na Serra é, sem dúvida, um marco na valorização do cinema independente, proporcionando uma plataforma significativa para cineastas emergentes e experientes de todo o Brasil.</p>
<p>A programação completa e mais informações sobre o evento estarão disponíveis nas redes sociais oficiais e no site do festival: www.curtanaserra.com.br.</p>
<p><strong>Confira a lista completa dos filmes selecionados:</strong></p>
<p><em>Panorama Pernambuco</em><br />
CAROL, de Bruna Tavares</p>
<p>DAS ÁGUAS, de Adalberto Oliveira e Tiago Martins Rêgo</p>
<p>DENTE, de Rita Luna</p>
<p>EU NUNCA CONTEI A NINGUÉM, de Douglas Duan</p>
<p>FACÇÃO, de Henrique Corrêa de Araujo Cavalcante</p>
<p>HOJE EU SÓ VOLTO AMANHÃ, de Diego Lacerda</p>
<p>ONDE CABE EM NÓS, de Ana Carolina Barbosa</p>
<p>QUANDO VOCÊ VEM ME VISITAR, de Henrique Arruda</p>
<p><em>Panorama Nacional</em><br />
CIDA TEM DUAS SÍLABAS, de Giovanna Castellari (SP)</p>
<p>DEPENDÊNCIAS, de Luisa Arraes (RJ)</p>
<p>JARDIM TROPICAL, de Breno Alvarenga e Luiza Garcia (MG)</p>
<p>LAGRIMAR, de Paula Vanina (RN)</p>
<p>O SILÊNCIO ELEMENTAR, de Mariana de Melo (MG)</p>
<p>PEQUENAS INSURREIÇÕES, de William de Oliveira (PR)</p>
<p>RESISTÊNCIA, de Juraci Junior (RO)</p>
<p>SAMUEL FOI TRABALHAR, de Janderson Felipe e Lucas Litrento (AL)</p>
<p><em>Panorama Videoclipe</em><br />
A POEIRA VAI SUBIR, de Renan Vieira (PE)</p>
<p>A SERRA NEGRA, de Zé Barreto de Assis e Convidados (PE)</p>
<p>D&#8217;ÁFRIKA, de Chico Rasta (PI)</p>
<p>VÍDEORAÇÃO #1: ORAÇÃO 1, de Luiza Brina (MG)</p>
<p><em>Sessão Especial</em><br />
A CHUVA NÃO ME VIU PASSAR, de Leonardo Gatti (SC)</p>
<p>A EDIÇÃO DO NORDESTE, de Pedro Fiuza (RN)</p>
<p>AMANÁ, de Antônio Fargoni (CE)</p>
<p>CAPTURAR O FANTASMA, de Davi Mello (SP)</p>
<p>COMO CHORAR SEM DERRETER, de Giulia Butler (RJ)</p>
<p>DEPOIS DO FIM, de Pedro Maciel (SP)</p>
<p>DIÁLOGOS INDÍGENAS DO NOSSO TEMPO, de Gustavo Guedes (RN)</p>
<p>EMOCIONADO, de Pedro Melo (PE)</p>
<p>EXPRESSO SÃO VALENTIM, de Guilherme Ayres e Luiza Torres (SP)</p>
<p>NO BATENTE, de Humberto Bassanello e Badu Morais (PE/SP)</p>
<p>SOLANGE NÃO VEIO HOJE, de Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenreiter (BA)</p>
<p>VISAGENS E VISÕES, de Rod Rodrigues (PA)</p>
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		<title>Últimos dias para se inscrever no 6º Festival VerOuvindo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ultimos-dias-para-se-inscrever-no-6o-festival-verouvindo/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2021 23:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[6º Festival VerOuvindo]]></category>
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		<description><![CDATA[O 6º VerOuvindo &#8211; Festival de Filmes com Acessibilidade Comunicacional do Recife está em seus últimos dias de inscrições abertas para curtas e trabalhos orais. Até 30 de setembro, profissionais do cinema e da acessibilidade comunicacional poderão inscrever filmes acessíveis na Mostra de Curtas com Audiodescrição e na Mostra de Curtas com Tradução Audiovisual para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/verouvindo-foto-de-juliana-souto.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-87779" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/verouvindo-foto-de-juliana-souto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O 6º VerOuvindo &#8211; Festival de Filmes com Acessibilidade Comunicacional do Recife está em seus últimos dias de inscrições abertas para curtas e trabalhos orais. Até 30 de setembro, profissionais do cinema e da acessibilidade comunicacional poderão inscrever filmes acessíveis na Mostra de Curtas com Audiodescrição e na Mostra de Curtas com Tradução Audiovisual para Libras. As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas no site: <strong><a href="http://www.verouvindo.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.verouvindo.com&amp;source=gmail&amp;ust=1631826082984000&amp;usg=AFQjCNHBiHgiBTSXpAfGY01jjZsvX9stbQ">www.verouvindo.com</a></strong>. O evento conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Pela primeira vez, um festival brasileiro premia curtas com Libras e profissionais tradutores e intérpretes da língua. A premiação confirma o pioneirismo do VerOuvindo no audiovisual acessível brasileiro, que também foi o primeiro festival a ter premiação específica para profissionais da audiodescrição, desde sua primeira edição em 2014. As premiações somam o valor de R$ 6 mil reais.</p>
<p>Outra forma de inscrição é para o Painel de Acessibilidade Comunicacional, parte da programação formativa da Jornada VerOuvindo, que acontecerá em paralelo às mostras e sessões com acessibilidade. Profissionais, estudiosos e pesquisadores poderão inscrever comunicações orais de pesquisas e relatos de casos até dia 20 de setembro. As inscrições também são gratuitas e devem ser realizadas no site do festival.</p>
<p>Além da apresentação de comunicações orais e mesas redondas, a Jornada VerOuvindo terá um novo eixo: as masterclasses chamadas “Por trás da câmera” com profissionais do audiovisual. Nesta edição, a Jornada contará com presenças como o diretor Kleber Mendonça Filho e o professor e pesquisador Rodrigo Carreiro. A Jornada VerOuvindo é voltada para formação de profissionais, estudantes de diversas áreas e de pessoas interessadas no tema da acessibilidade comunicacional.</p>
<p>Liliana Tavares, idealizadora e coordenadora do festival, conta que o foco deste ano será dar mais ênfase à Língua Brasileira de Sinais, a Libras, nas produções audiovisuais.<em> &#8220;A volta do público com deficiência às salas de cinema colabora para a retomada do momento áureo da inclusão do audiovisual no final de 2019. O VerOuvindo busca cada vez mais diminuir as barreiras entre as pessoas com deficiência visual ou auditiva e a sétima arte e aproximar todos os públicos. Este ano, vamos dar maior visibilidade à Libras que se tornou mais popular na pandemia. A premiação é uma forma de reunir especialistas surdos e ouvintes, para pensar critérios para a inserção desse recurso em um produto audiovisual”</em>, explica Tavares.</p>
<p><strong>Sexta edição acontecerá em novembro</strong><br />
O 6º VerOuvindo &#8211; Festival de Filmes com com Acessibilidade Comunicacional do Recife está com data marcada para acontecer em 2021. De 10 a 15 de novembro, o primeiro festival de acessibilidade no cinema do estado trará mais uma vez para Recife, Nazaré da Mata e Vitória de Santo Antão filmes com audiodescrição- AD, legendas para surdos e ensurdecidos &#8211; LSE e tradução para a Língua Brasileira de Sinais &#8211; Libras.</p>
<p>Este ano, por conta da pandemia, o VerOuvindo terá formato híbrido, com sessões virtuais pelo canal de Youtube do festival, e também com sessões presenciais nos cinemas da Fundação Joaquim Nabuco &#8211; Fundaj, seguindo todos os protocolos de segurança contra a disseminação da Covid-19.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
6º VerOuvindo &#8211; Festival de Filmes com Acessibilidade Comunicacional do Recife<br />
10 a 15 de novembro<br />
Sessões virtuais no canal de Youtube do festival e sessões presenciais nos cinemas da Fundação Joaquim Nabuco &#8211; Fundaj</p>
<p>Inscrições gratuitas abertas<br />
&gt; Até 20 de setembro<br />
Jornada VerOuvindo &#8211; Painel de Acessibilidade Comunicacional: <a href="https://verouvindo.com/jornada-verouvindo/" target="_blank"><strong>verouvindo.com/jornada-verouvindo</strong></a></p>
<p>&gt; Até 30 de setembro<br />
Mostra Competitiva de Curtas com Audiodescrição: <a href="https://verouvindo.com/inscricoes-ad/" target="_blank"><strong>verouvindo.com/inscricoes-ad</strong></a><br />
Mostra Competitiva de Curtas com Tradução Audiovisual para Língua de Sinais: <a href="https://verouvindo.com/inscricoes-libras/" target="_blank"><strong>verouvindo.com/inscricoes-libras</strong></a><br />
Mais informações: <strong><a href="http://www.verouvindo.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.verouvindo.com&amp;source=gmail&amp;ust=1631826082984000&amp;usg=AFQjCNHBiHgiBTSXpAfGY01jjZsvX9stbQ">www.verouvindo.com</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Mostra Curta Vídeo com Verba Curta ocupa o Cineteatro CEU das Águas, em Petrolina</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 14:59:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cineteatro CEU das Águas, no bairro Rio Corrente, em Petrolina, sedia neste sábado (31), a partir das 18h30, a Mostra Curta Vídeo com Verba Curta que exibirá filmes experimentais de curta duração. Os filmes são fruto de um edital lançado pela Confraria 27 que, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Cena-do-filme-Juventudes-da-Periferia-Foto-reprodução.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-86626" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Cena-do-filme-Juventudes-da-Periferia-Foto-reprodução-607x318.png" width="607" height="318" /></a></p>
<p>O Cineteatro CEU das Águas, no bairro Rio Corrente, em Petrolina, sedia neste sábado (31), a partir das 18h30, a Mostra Curta Vídeo com Verba Curta que exibirá filmes experimentais de curta duração. Os filmes são fruto de um edital lançado pela Confraria 27 que, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, selecionou  propostas de artistas locais, entre amadores e profissionais. A entrada para sessão é gratuita.</p>
<p>Promovendo um intercâmbio entre o audiovisual e outras linguagens artísticas como dança e a música, o projeto conta com seis novos filmes com formatos diversos. <em>“A proposta da curadoria foi oportunizar os diversos segmentos da produção audiovisual, contando com videodanças, clipes, videoartes, entre outros”</em>, explica Rafael Sisant, um dos curadores.</p>
<p>A programação conta com as obras &#8216;Procura-se Madame Voodoox&#8217;, com direção de Flávius Barbosa e Madame Voodoox; &#8216;O Samba que toca em mim e em você&#8217;, dirigido por Chico Egídio; &#8216;Sem Pé Nem Cabeça&#8217;, do Coletivo Trippé; &#8216;Juventudes da Periferia&#8217;, com direção de Camila Rodrigues; o clipe &#8216;Travessia&#8217;, dirigido por Jackson Vicente para a cantora Killaeua; e &#8216;Bixcha Omen Cabra Macho&#8217;, de Pedro Lacerda. As sinopses estão disponíveis em: <strong><a href="https://abre.ai/curtavideo" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://abre.ai/curtavideo&amp;source=gmail&amp;ust=1627736051637000&amp;usg=AFQjCNEZ_o9AspHaqESYQVaKgDQpPre-pw">abre.ai/curtavideo</a></strong>.</p>
<p>A curadoria traz relações com as temáticas de raça, etnia, sexualidade e acessibilidade. <em>“Os artistas locais são extremamente produtivos e potentes, foi uma alegria poder contribuir para que esses trabalhos saíssem do papel, oportunizando a realização do trabalho de profissionais iniciantes, que afirmaram essa ser a primeira oportunidade de financiamento do seu projeto”</em>, comenta o curador.</p>
<p>A mostra tem classificação livre e é aberta para todos os públicos. A ação seguirá protocolos de segurança à saúde nessa retomada das atividades artísticas presenciais, sendo obrigatório o uso de máscaras pelo público, o distanciamento social com plateia reduzida e a higienização do espaço com álcool 70, bem como distribuição para o público utilizá-lo. Acompanhe mais detalhes nas redes sociais da Confraria 27, no perfil do Instagram <a href="https://www.instagram.com/confraria_27/" target="_blank"><strong>@confraria_27</strong></a> e no Facebook <a href="https://www.facebook.com/confrariadanca27" target="_blank"><strong>www.facebook.com/confrariadanca27</strong></a>.</p>
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		<item>
		<title>Cineclube Minadouro promove sessão especial de curtas infantis em Ingazeira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cineclube-minadouro-promove-sessao-especial-de-curtas-infantis-em-ingazeira/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 22:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por No Meu Terreiro Tem Arte (@nomeuterreirotemarteoficial) A comunidade rural do Minadouro, no município de Ingazeira (Sertão do Pajeú), recebe a estreia do Cineclube Minadouro, nos dias 23 e 24 de julho (sexta-feira e sábado). A localidade é sede do No Meu Terreiro Tem Arte, projeto de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CREMX8OLeD5/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CREMX8OLeD5/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CREMX8OLeD5/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por No Meu Terreiro Tem Arte (@nomeuterreirotemarteoficial)</a></p>
</div>
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<p> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>A comunidade rural do Minadouro, no município de Ingazeira (Sertão do Pajeú), recebe a estreia do Cineclube Minadouro, nos dias 23 e 24 de julho (sexta-feira e sábado). A localidade é sede do No Meu Terreiro Tem Arte, projeto de artes integradas que desde 2016 vem oferecendo teatro, circo, música e cultura popular. Agora, através do incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, vai exibir filmes.</p>
<p>Para a primeira temporada, estão programadas 16 sessões, ao longo de dez meses, das quais oito serão oferecidas ao público em geral e oito ao público infantil. No dia 23 de julho, às 17h, serão exibidos os curtas: “Cuerdas”, “La Luna” e “Josué e o &#8220;Pé de Macaxeira”. Ao final da sessão, um bate-papo e atividades lúdicas relacionadas com os filmes serão propostos por uma pedagoga que acompanha o projeto.</p>
<p>Já a sessão adulta, no dia 24, às 19h, exibirá o longa-metragem pernambucano “O Bem Virá”, e contará com a presença da diretora, Uilma Queirós. Ambas as atividades são destinadas exclusivamente para as moradoras e moradores da comunidade do Minadouro, como medida para o controle da COVID-19. Todas as normas de segurança vigentes serão seguidas.  </p>
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		<title>Crítica: Desyrrê, curta-metragem realizado coletivamente em Triunfo</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 17:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim O primeiro registro valioso aqui diz respeito ao fato de não apenas termos dois curtas-metragens realizados no município de Triunfo, Sertão do Pajeú pernambucano, concorrendo no 20º Festcine, mas também pelo fato de ambos terem sido premiados na Competição em Formação. Enquanto a realização coletiva #Turismo_Selvagem levou o título de melhor animação, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong></p>
<div id="attachment_65506" aria-labelledby="figcaption_attachment_65506" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Still/Desyrre</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/desyree.jpg"><img class="size-medium wp-image-65506" alt="Still/Desyrre" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/desyree-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O documentário foi o vencedor de Formação</p></div>
<p>O primeiro registro valioso aqui diz respeito ao fato de não apenas termos dois curtas-metragens realizados no município de Triunfo, Sertão do Pajeú pernambucano, concorrendo no 20º Festcine, mas também pelo fato de ambos terem sido premiados na Competição em Formação. Enquanto a realização coletiva <em>#Turismo_Selvagem</em> levou o título de melhor animação, <strong>Desyrrê</strong>, um trabalho também coletivo, levou para o interior do Estado o troféu de melhor documentário na mesma competitiva. É como se ambos dissessem, “prestem atenção aos talentos fora do âmbito urbano de Pernambuco”.</p>
<p>Nesse sentido, a personagem que dá título a Desyrrê, o filme, é também uma vencedora. E isto apenas pelo fato de existir – sendo este fato um já ato também de resistir. Desyrrê, a protagonista, é uma mulher trans, negra, vivendo numa pequena cidade interiorana, lugar onde pode ser alta a probabilidade de sua população alimentar uma lógica conservadora no que diz respeito ao comportamento sexual de seus habitantes.</p>
<p>E, sendo assim, como seria a vida de Desyrrê em Triunfo? O filme nos serve como uma introdução da resposta para essa pergunta. E desde sua abertura – com a voz em off da protagonista sobre um fundo preto avisando: “acostume!”, para aqueles que se espantam com seu hábito de pilotar sua moto de salto alto –, já entendemos de imediato que temos aqui um exemplo de determinação. De uma pessoa que quebra regras constantemente para poder ser quem é.</p>
<p>Em sua apresentação, antes da projeção no cine São Luiz (Recife), Desyrrê avisou “não sou de falar muito”, e a equipe que produziu o filme soube aproveitar bem essa espécie de ‘timidez despachada’ da personagem.</p>
<p>Sobre a equipe do filme, o que temos é um outro coletivo que desenvolveu aqui um trabalho ao final da oficina ministrada pelo realizador Marlom Meirelles, dentro do projeto Documentando (Eixo Audiovisual), incentivado pelo Funcultura/Governo de Pernambuco.</p>
<p>Voltando à nossa heroína dentro de seu filme, é fácil verificar que a objetividade estética do segundo é o que há de mais honesto para retratar a primeira. Acompanhar o cotidiano de Desyrrê na casa humilde, preparando o café da manhã, ou no trajeto para a faculdade de ônibus, ou trabalhando na cozinha de um restaurante sem <em>glamourizar</em> nada disso é o que nos aproxima da protagonista.</p>
<p>E se consideramos que a identificação é a ferramenta mais eficaz para desconstruir preconceitos, Desyrrê, o filme, acerta em cheio na estratégia de apresentação dessa moça que também tem respeito pela Igreja Católica.</p>
<p>Como ela própria conta, ir a Igreja, que começou como um refúgio para se sentir protegida em função do preconceito que sofria desde a juventude, acabou sendo também o lugar que a despertou para a sexualidade com um outro homem. Na vida, Desyrrê conta que a figura de seu pai &#8211; também contrariando expectativas preconceituosas &#8211; foi a que entendia a condição do filho que se sentia filha. Em depoimento, a personagem diz claramente, e séria, que a mãe e os irmãos são homofóbicos.</p>
<p>Entre um depoimento e outro, temos o que podemos chamar de performances de Desyrrê. Não artística, mas da personalidade, de estilo de vida que ela criou para si; com isto passando pela simples e legítima vaidade de ser uma mulher.</p>
<p>Estes são os momentos de respiro que a narrativa do filme nos oferece – dentro de uma vida dura -, e que também nos aproxima de um outro lado de Desyrrê. O da alegria e o do regozijo dela ser quem é, e se sentir quem é. Seja quando desfila ‘montada’ e no salto por uma trilha pedregosa e bucólica, enquanto a câmera a acompanha de perto; seja no encerramento do filme, quando ela dança na noite, devidamente vestida para uma festa, e tendo ao fundo o famoso açude João Barbosa Sitônio.</p>
<p>É como se Desyrrê fosse parte integrante da paisagem. Como se Desyrrê fosse Triunfo, e Triunfo fosse Desyrrê. O que significa, em outras palavras, algo para que o Oásis do Sertão se sinta orgulhoso de si próprio.</p>
<p>Assista:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/nONOG-IMYCc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>20º FestCine anuncia os curtas selecionados para as mostras competitivas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/20o-festcine-anuncia-os-curtas-selecionados-para-as-mostras-competitivas/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2018 22:23:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sessenta e quatro curtas pernambucanos vão participar das duas mostras competitivas do 20º FestCine, o Festival de Curtas de Pernambuco. Realizado pelo Governo de Pernambuco e pela Prefeitura do Recife, o FestCine vai ocupar o Cinema São Luiz entre os dias 03 e 08 de dezembro. O processo de inscrição foi realizado, pela primeira vez, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sessenta e quatro curtas pernambucanos vão participar das duas mostras competitivas do 20º FestCine, o Festival de Curtas de Pernambuco. Realizado pelo Governo de Pernambuco e pela Prefeitura do Recife, o FestCine vai ocupar o Cinema São Luiz entre os dias 03 e 08 de dezembro. O processo de inscrição foi realizado, pela primeira vez, via <a href="http://www.mapacultural.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Mapa Cultural de Pernambuco</strong></a>; e 209 filmes das 4 macrorregiões do Estado foram enviados &#8211; um recorde.</p>
<div id="attachment_64107" aria-labelledby="figcaption_attachment_64107" class="wp-caption img-width-348 alignnone" style="width: 348px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arte/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/CARTAZ.jpg"><img class="size-medium wp-image-64107" alt="Arte/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/CARTAZ-348x486.jpg" width="348" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A identidade visual desta edição evidencia o entorno do Cinema São Luiz</p></div>
<p>Para a Mostra Competitiva Geral, foram selecionados 51 filmes, sendo 3 de animação, 13 documentários, 15 de ficção, 5 de videoarte/experimental e 15 videoclipes. Já na Mostra de Formação, serão exibidos 13 curtas, sendo 2 animações, 7 documentários e 4 de ficção. Do total de obras selecionadas para as duas mostras, 25 foram dirigidas por mulheres, cerca de 40% da programação.</p>
<p>Confira<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/selecionados-festcine2018.pdf" target="_blank"> </a><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/selecionados-festcine-2018_.pdf" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> os selecionados</p>
<p>&#8220;O Festival chega à sua vigésima edição reafirmando e incentivando o olhar para a produção audiovisual local. A história do FestCine é marcada pela exibição dos primeiros curtas-metragens de realizadores que hoje são reconhecidos até internacionalmente, então, é com grande alegria que damos continuidade a um evento que representa tanto para toda a cadeia do cinema e da produção audiovisual pernambucana&#8221;, celebra Antonieta Trindade, Secretária Estadual de Cultura.</p>
<p>&#8220;Grande celeiro de produção audiovisual, Pernambuco e principalmente Recife têm vocação para gerar profissionais sensíveis e inovadores. Por isso os poderes públicos precisam se manter articulados &#8211; e o fazem &#8211; para potencializar e fomentar o surgimento de novos talentos por trás das câmeras&#8221;, diz o presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Diego Rocha.</p>
<p>Este ano, os selecionados concorrem a um total de R$ 58,5 mil em prêmios. Além do Troféu Fernando Spencer para a mostra Competitiva Geral nas categorias de direção, fotografia, roteiro, produção, direção de arte, ator, atriz, entre outras.</p>
<p>De acordo com Márcia Souto, presidente da Fundarpe, &#8220;a inclusão de pessoas com algum tipo de deficiência no Festival também é um aspecto que estamos fortalecendo nesta edição, com a realização de sessões especialmente direcionadas a este público; e na grade de formação cultural, as mulheres têm prioridade, são o público-alvo de oficinas que serão ofertadas em parceria com o FERA (Feminismo e Equidade para Reinventar o Audiovisual)&#8221;.</p>
<p><strong>MAIS OFICINAS</strong><br />
Estão abertas as inscrições para mais 3 oficinas: &#8220;Documentando&#8221;, &#8220;Estratégia de Marketing Digital para o Lançamento de Filmes&#8221; e ainda &#8220;Inspire &#8211; a respiração como base da transformação&#8221;. Saiba mais <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/20o-festcine-ira-oferecer-oficinas-de-formacao-no-segmento-do-audiovisual/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a></p>
<p><strong>COMISSÃO DE SELEÇÃO </strong></p>
<p><em>Confira os integrantes da Comissão de Seleção </em></p>
<p><strong>&gt; Mostra Competitiva Geral:</strong></p>
<p>Matheus José Nicolau de Oliveira Lins (Secult/PE &#8211; Secretaria de Cultura de Pernambuco)<br />
Luciana Alves Campelo Poncioni (Secult/PE &#8211; Secretaria de Cultura de Pernambuco)<br />
Frederico Costa Moreira (FEPEC &#8211; Federação Pernambucana de Cineclubes)<br />
Jeorge Manoel Pereira da Silva (BRAVI &#8211; Brasil Audiovisual Independente)<br />
Márcio Batista de Lima (FCCR &#8211; Fundação de Cultura da Cidade do Recife)<br />
Bernardo Lessa Brito Ribeiro (FUNDAJ &#8211; Fundação Joaquim Nabuco)</p>
<p><strong>&gt; Mostra Competitiva de Formação:</strong></p>
<p>Matheus José Nicolau de Oliveira Lins (Secult/PE &#8211; Secretaria de Cultura de Pernambuco)<br />
Andrea Mota Silveira (Secult/PE &#8211; Secretaria de Cultura de Pernambuco)<br />
Hugo Leonardo Fulco Santos (Secult/PE &#8211; Secretaria de Cultura de Pernambuco)<br />
Priscila Angela Urpia de Moura (ABD/APECI &#8211; Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas de Pernambuco/Associação Pernambucana de Cineastas e FEPEC &#8211; Federação Pernambucana de Cineclubes)<br />
Rafael dos Santos Barreira (ABCA &#8211; Associação Brasileira de Cinema de Animação)<br />
Djair Almeida Freire (FCCR &#8211; Fundação de Cultura da Cidade do Recife)</p>
<p>Para mais informações, entre em contato através do e-mail festcinepe@gmail.com ou telefone (81) 3184.3016</p>
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		<item>
		<title>Cineclube Cidadania exibe curtas sobre sustentabilidade e meio ambiente na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2016 18:57:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Cineclube Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[curtas]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Torre Malakoff]]></category>

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		<description><![CDATA[O Cineclube Cidadania, em parceria com a Torre Malakoff, exibe nesta terça-feira (14), a partir das 14h, na Sala Confluência do equipamento cultural, uma sessão cineclubista com os alunos e educadores do Ensino Médio da Escola Saturnino de Brito, de Jaboatão dos Guararapes. “A sala é dedicada à troca de diálogos entre linguagens artísticas, ambiente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37118" aria-labelledby="figcaption_attachment_37118" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/caixa-animacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-37118" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/caixa-animacao-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A animação &#8220;Caixa&#8221; (SP) será exibida durante a sessão do Cineclube Cidadania</p></div>
<p>O Cineclube Cidadania, em parceria com a Torre Malakoff, exibe nesta terça-feira (14), a partir das 14h, na Sala Confluência do equipamento cultural, uma sessão cineclubista com os alunos e educadores do Ensino Médio da Escola Saturnino de Brito, de Jaboatão dos Guararapes. “A sala é dedicada à troca de diálogos entre linguagens artísticas, ambiente adequado para exibição de filmes e reflexão de conteúdos entre professores e alunos”, define Conceição Santos, gestora do equipamento de cultura. O tema da sessão será sustentabilidade e meio ambiente.</p>
<p>Na ocasião, serão exibidos dois curtas da 5ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente &#8211; Circuito Tela Verde: <em>Caixa</em>, de Luciana Eguti e Paulo Muppet, e <em>Maracujá da Caatinga</em>, de Diego Mendonça e Farid Abdelnour. A coordenadora geral do Cineclube Cidadania, Anina Dias, apresentou o acervo do Circuito Tela Verde e os professores, Lorena Ferreira, de História, e Ednaldo Barbosa, de Geografia, fizeram a escolha dos filmes. &#8220;A importância deste projeto reside no papel dado ao professor, cabendo a ele a curadoria nas mostras que serão apresentadas&#8221;, define Maria Fachini, professora de artes e coordenadora de exposições da Torre Malakoff.</p>
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