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	<title>Portal Cultura PE &#187; Dedé Monteiro</title>
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		<title>Patrimônio Vivo de Pernambuco, Dedé Monteiro tem obra relançada</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2022 20:14:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os títulos de Patrimônio Vivo de Pernambuco, concedido pelo Governo do Estado, e de Notório Saber em Cultura Popular, concedido pela Universidade Pernambuco, já dão um indicativo do que representa a obra de Dedé Monteiro. Ainda há outro, dado pelos colegas de letras: Papa da Poesia. A questão é que, embora muito acessível pessoalmente e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/dede-monteiro.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93459" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/dede-monteiro-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>Os títulos de Patrimônio Vivo de Pernambuco, concedido pelo Governo do Estado, e de Notório Saber em Cultura Popular, concedido pela Universidade Pernambuco, já dão um indicativo do que representa a obra de Dedé Monteiro. Ainda há outro, dado pelos colegas de letras: Papa da Poesia.</p>
<p>A questão é que, embora muito acessível pessoalmente e sendo citado e recitado, aclamado e declamado há cerca de 50 anos, parte da obra do poeta estava oculta. Estava. Porque agora seus dois primeiros livros, &#8220;Retalhos do Pajeú&#8221; (1984) e &#8220;Mais um baú de retalhos&#8221; (1995) estão de volta às estante das livrarias pernambucanas.</p>
<p>Graças ao incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, as obras foram reeditadas e serão lançadas na terra natal do autor, Tabira, no Sertão do Pajeú, no próximo dia 13 de maio (sexta-feira), às 19h, no espaço Budega’s. Os dois livros foram editados no formato box e serão vendidos por um preço acessível: R$ 30.</p>
<p><em>“Vinha sendo cobrado há muito tempo e me cobrava também por esses relançamentos. O que faltava era o como fazer. Aí, chegou a aprovação da reedição dos livros no edital do Funcultura e eu estou, ao mesmo tempo, recebendo e ofertando um grande presente”</em>, declara Dedé. Para a noite de autógrafos, vários artistas da região já confirmaram presença.<em> “Vamos fazer um grande adjunto com muita poesia, música, dança e abraços”,</em> garante.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Perfil</strong></span><br />
Dedé Monteiro é José Rufino da Costa Neto, nascido em 13 de setembro de 1949, em Tabira – PE, onde reside. Professor aposentado, mantem a casa aberta às constantes visitas. Além de amigos e conterrâneos, o endereço é ponto certo para os viajantes amantes da poesia.</p>
<p>Com olhar e ouvidos atentos ao pai &#8211; um admirador, declamador e cantador de cordéis &#8211; Dedé despertou cedo para a arte. Escreveu os primeiros versos ainda adolescente, em atividades escolares. Da escrita veio a oralidade, sendo presença certa em eventos culturais diversos. Em seguida, os registros das obras. Além dos dois livros relançados agora, Dedé publicou os livros &#8220;Fim de Feira&#8221; (2006) e &#8220;Meu quarto baú de rimas&#8221; (2010) e o CD &#8220;Dedé Monteiro Voz e Amigos&#8221; (2014).</p>
<p>O livro &#8220;Fim de feira&#8221; é também o título de um de seus poemas mais conhecidos, retratando o final de uma feira sertaneja. Também vem daí o nome da banda pernambucana &#8220;Fim de Feira&#8221;, idealizada por Bruno Lins, declarado fã do poeta.</p>
<p>Outro trabalho de amplo destaque é o soneto &#8220;As quatro velas&#8221;. O poema foi vencedor do Prêmio Internacional Poesia ao Vídeo, promovido pela Fliporto, em 2010. Vale a pena conferir.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do box Coleção Dedé Monteiro, com os livros &#8220;Retalhos do Pajeú&#8221; e &#8220;Mais um baú de retalhos&#8221;<br />
Quando:  13 de maio de 2022 (sexta-feira), às 19h<br />
Onde: Espaço Budega’s (Tabira -PE)</p>
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		<title>Sesc promove mesa de glosa virtual com poetas pernambucanos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bate-papo-virtual-debate-a-tradicao-da-poesia-em-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 19:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Alexandre Morais]]></category>
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		<description><![CDATA[O desafio do improviso em sintonia com as características da poesia é a grande definição da mesa de glosa. Nascida no sertão de Pernambuco, a modalidade será o tema da atividade realizada pelo Sesc Triunfo com a Associação dos Poetas e Prosadores de Tabira (APPTA), nesta quarta (17) e quinta-feira (18), a partir das 19h, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43217" aria-labelledby="figcaption_attachment_43217" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Dede-Monteiro_Foto-Ricardo-Moura_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43217" alt="Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Dede-Monteiro_Foto-Ricardo-Moura_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, Dedé Monteiro será um dos convidados do encontro virtual, promovido pelo Sesc</p></div>
<p>O desafio do improviso em sintonia com as características da poesia é a grande definição da mesa de glosa. Nascida no sertão de Pernambuco, a modalidade será o tema da atividade realizada pelo Sesc Triunfo com a Associação dos Poetas e Prosadores de Tabira (APPTA), nesta quarta (17) e quinta-feira (18), a partir das 19h, no Instagram (<a href="https://www.instagram.com/appta.tabira/" target="_blank"><strong>@appta.tabira</strong></a>) e no Facebook da APPTA (<a href="https://www.facebook.com/apptapoetas.detabira" target="_blank"><strong>facebook.com/apptapoetas.detabira</strong></a>).</p>
<p>“Queremos valorizar essa nossa arte e aproximá-la do público, especialmente porque é algo genuinamente pernambucano. Então, teremos nomes importantes de pesquisadores e artistas de nossa região”, explica a professora de Artes e Literatura do Sesc, Aurilene Ferreira, que será a mediadora dos dois dias de encontro virtual, batizado de “Mesa de Glosa: entre a tradição e o virtual”.</p>
<p>Na quarta-feira (17), vão participar da brincadeira de rima e criatividade Alexandre Morais, Dedé Monteiro (Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco), Genildo Santana, Zé Paulo do Pajeú e José Adalberto. Na quinta-feira (18), o objetivo do encontro é conversar sobre a modalidade com os poetas Dedé Monteiro e Genildo Santana e as pesquisadoras Luna Vitrolira e Maria Alice Amorim.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
&#8220;Mesa de Glosa: entre a tradição e o virtual”<br />
Quando: 17 e 18 de junho (quarta e quinta-feira), às 19h<br />
Onde: Instagram (<a href="https://www.instagram.com/appta.tabira/" target="_blank"><strong>@appta.tabira</strong></a>) e Facebook da APPTA (<a href="https://www.facebook.com/apptapoetas.detabira" target="_blank"><strong>facebook.com/apptapoetas.detabira</strong></a>)</p>
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		<title>Neste sábado, 10 de junho, é comemorado o Dia da Língua Portuguesa</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jun 2017 19:12:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque Amanhã, 10 de junho, é celebrado o Dia da Língua Portuguesa. A data homenageia o poeta português Luiz Vaz de Camões, cujo falecimento está completando 437 anos. Foi criada por uma determinação da Assembleia da República de Portugal, em 1981, instituição política que, no Brasil, corresponde à Câmara de Deputados.  Segundo dados [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49802" aria-labelledby="figcaption_attachment_49802" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Michell Zappa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/monumento-luis-vaz-de-camoes-foto-michell-zappa-09062017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-49802" alt="Michell Zappa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/monumento-luis-vaz-de-camoes-foto-michell-zappa-09062017-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Monumento a Luís Vaz de Camões na cidade do Porto, em Portugal</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Clara Albuquerque</em></p>
<p>Amanhã, 10 de junho, é celebrado o Dia da Língua Portuguesa. A data homenageia o poeta português Luiz Vaz de Camões, cujo falecimento está completando 437 anos. Foi criada por uma determinação da Assembleia da República de Portugal, em 1981, instituição política que, no Brasil, corresponde à Câmara de Deputados.  Segundo dados do <strong><a title="Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP)" href="https://www.cplp.org/" target="_blank">site da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP)</a></strong>, o português é a língua oficial de nove países: Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Guiné Equatorial. É também o terceiro idioma mais falado entre as línguas ocidentais, depois do Inglês e do Castelhano.</p>
<p>Duzentos e cinquenta milhões de pessoas, aproximadamente, falam o português como primeira língua. De acordo com a coordenadora de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Mariane Bigio, nossa língua carrega a nossa história. “É mestiça, como nós somos. Revela, para além da beleza canônica da sintaxe lusíada, como diria Manoel Bandeira em sua Evocação, um certo fardo de dominação e opressão. Mas evoca também, e creio que principalmente no Nordeste, os indícios de resistência dos povos indígenas e africanos. Falamos o português. Do Brasil”, diz ela.</p>
<p>Em Pernambuco, diversos são os trabalhos culturais realizados que possuem uma forte ligação com a Língua Portuguesa. O <strong>Ponto de Cultura Escola de Poesia da Associação dos Poetas e Prosadores de Tabira (APPTA)</strong> é um exemplo deles. A entidade cultural foi responsável pela inscrição do poeta Dedé Monteiro ao título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. Referência na poesia pernambucana, Dedé tem quatro livros autorais publicados: Retalhos do Pajeú (1984), Mais um baú de retalhos (1995), Fim de feira (2006) e Meu quarto baú de rimas (2010). Foi desafiado pela amiga Maria do Carmo Viana, poeta e professora da região, que produziu uma de suas poesias mais famosas:</p>
<p>“Miçanga, fruta, verdura,<br />
Milho feijão e farinha,<br />
Bode, suíno, galinha,<br />
Miudeza, rapadura.<br />
É esta a imagem pura<br />
De uma feira nordestina<br />
Que começa pequenina,<br />
Dez horas não cabe o povo.<br />
E só diminui de novo<br />
Depois que a feira termina”<br />
(FIM DE FEIRA, 2006)</p>
<div id="attachment_43929" aria-labelledby="figcaption_attachment_43929" class="wp-caption img-width-509 aligncenter" style="width: 509px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/30968116274_9bb88695e7_k1.jpg"><img class="size-medium wp-image-43929" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/30968116274_9bb88695e7_k1-509x486.jpg" width="509" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Dedé Monteiro, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>As atividades do Ponto giram em torno da realização de Oficinas de Poesia direcionadas a um público formado por estudantes de escolas públicas da região do Sertão do Pajeú. “Muitas oficinas acontecem, inclusive, dentro das escolas. Nós estruturamos duas etapas, neste processo: a primeira corresponde à teoria com a exposição de conceitos e interpretações de texto, a segunda é mais prática com direito a produção”, explica a presidente da APPTA, Elizângela Soares do Nascimento.</p>
<p>As oficinas possuem uma média de duas horas de duração e são ministradas por membros da APPTA e repentistas da cidade. Os estudantes recebem orientações sobre as técnicas utilizadas na poesia como métrica e rima. Também trabalham com postura e impostação de voz para declamar com direito a ensaios que trabalham a linguagem do corpo fazendo um diálogo com as técnicas do Teatro. Artistas e contadores da região, também, enriquecem as oficinas com relatos de suas experiências. Cento e cinquenta estudantes, aproximadamente, já participaram do projeto. “A Língua Portuguesa é primordial. Nós vivemos em torno do que ela nos proporciona, precisamos de leitura e interpretação para nos comunicar. Ela é necessária, é importante estudar e analisar o seu uso”, diz Elizângela Soares do Nascimento.</p>
<p><strong>DIA DA LÍNGUA PORTUGUESA</strong> &#8211; Outras duas datas no ano são, ainda, comemoradas em sua homenagem:</p>
<p><strong>Dia 5 de maio:</strong> data instituída pela  Comunidade  dos  Países de  Língua  Portuguesa (CPLP), através da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros realizada, no dia 20 de julho de 2009,  em Cabo Verde.</p>
<p><strong>Dia 5 de novembro:</strong> data que homenageia o nascimento do escritor  e  político Ruy Barbosa que, este ano, se vivo, completaria 168 anos. Foi instituída pela Lei nº 11.310, de 12 de junho de 2006.</p>
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		<title>Dedé Monteiro, o Papa da Poesia</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2017 15:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias A cultura da poesia de cordel é uma das marcas de Pernambuco, sobretudo na região do Sertão do Pajeú, terra do poeta José Rufino da Costa Neto, mais conhecido como Dedé Monteiro. Nascido no dia 13 de setembro de 1949, no sitio Barro Branco de Tabira, Dedé Monteiro é uma referência quando o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43929" aria-labelledby="figcaption_attachment_43929" class="wp-caption img-width-509 aligncenter" style="width: 509px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/30968116274_9bb88695e7_k1.jpg"><img class="size-medium wp-image-43929 " title="Dedé Monteiro" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/30968116274_9bb88695e7_k1-509x486.jpg" width="509" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Dedé Monteiro tem quatro livros publicados, um CD de declamações e tem suas poesias publicadas em várias compilações de escritores pernambucanos</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Marcus Iglesias</em></p>
<p>A cultura da poesia de cordel é uma das marcas de Pernambuco, sobretudo na região do Sertão do Pajeú, terra do poeta José Rufino da Costa Neto, mais conhecido como Dedé Monteiro. Nascido no dia 13 de setembro de 1949, no sitio Barro Branco de Tabira, Dedé Monteiro é uma referência quando o assunto é a poesia pernambucana. Não é á toa que ele também leva consigo o apelido de ‘Papa da Poesia’, além de agora deter o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Dedé Monteiro começou a escrever versos ainda criança, influenciado pelo pai, Antonio Rufino da Costa, que cantava cordéis enquanto trabalhava na roça.<em> “Ele gostava tanto de poesia que aprendeu a ler através da literatura de cordel e trazia da feira alguns pra gente ler também. Sabia vários de cabeça e trabalhava na roça cantando. Acho que essa musicalidade do cordel foi ficando na alma da gente. Eu sou o mais velho de vários irmãos, e todos nós, com exceção de um que foi morar na Bahia, viramos poetas”</em>, comemora com orgulho.</p>
<p>Sua primeira poesia, aos 15 anos, foi feita numa gincana da escola que tinha a proposta de dar um presente para o Dia das Mães. <em>“Eu estudava no ginásio e um dia a professora de português, Enaide Vidal Alencar, pediu que a gente fizesse um cartão pra levar pra nossas mães e sugeriu que fosse uma poesia. Mas nem eu nem ela ficamos com a prova, infelizmente”, </em>lamenta o poeta.</p>
<p>No entanto a semente já estava plantada e a partir desse dia Dedé Monteiro não parou mais. Ao longo da carreira publicou quatro livros autorais, <strong>Retalhos do Pajeú</strong>, em 1984; <strong>Mais um baú de retalhos</strong>, em 1995;<strong> Fim de feira</strong>, em 2006; e <strong>Meu quarto baú de rimas</strong>, em 2010, pela editora Bagaço. <em>“Nesta última publicação está o poema ‘As quatro velas’, premiado na Fliporto de 2010. Tenho também um CD de declamação intitulado Dedé Monteiro Voz e Amigos (2014), comemorando meus 50 anos de poesia”</em>, comemora Dedé Monteiro, que teve também poemas seus publicados em vários outros livros, de autores como Jô Patriota, Nevinha Pires, Zé Marcolino, Lamartine Morais, Zé de Cazuza, Ivo Mascena, Manoel Filó, Joselito Nunes e Lindoaldo Vieira Campos Júnior. Uma produção vasta e bastante reconhecida.</p>
<p>Dedé Monteiro conta que não existe para ele uma fórmula certa para liberar suas poesias. <em>“Prefiro a madrugada e final da noite, antes de dormir, pra criar. Me sinto melhor, acho que é a questão da calmaria. Mas cada um tem seu jeito. É normalmente um estalo, quem escreve tem sensibilidade. Às vezes você escreve, mas não colocou poesia no que escreveu. Faz um poema sem tocar em ninguém. Se não sensibilizar, é poema, mas não poesia. É uma boa definição, concorda? Poesia é uma coisa divina, estranha, mas divina. Não se pode dizer que fulano é poeta porque escreve versos. Poeta mesmo é quem faz poema com poesia, de forma poética, de forma sentimental. Eu tenho um poema que ele descreve a poesia, e eu digo num determinado trecho que &#8220;Explicar a poesia/ Ninguém consegue explicar./ Faz a tristeza morrer/ E o sonho ressuscitar.&#8221;</em></p>
<p>Uma das suas poesias mais conhecidas, <strong>Fim de Feira</strong> surgiu, por exemplo, a partir de um desafio de uma amiga, professora e poeta da região, chamada Maria do Carmo Viana. <em>“Contadora de causos e brincalhona, ela me encontrou no meio da feira na quarta-feira e me disse, ‘ô Dedé, já escrevesse sobre tanta coisa e não escrevesse ainda sobre a feira?’. Me senti ali naquele momento desafiado. Foi quando surgiu o poema, no qual saio dizendo as coisas típicas das feiras daqui da região”.</em></p>
<p><strong>Fim de Feira</strong> inspirou também o nome da banda Fim de Feira, cujo vocalista é o cantor Bruno Lins, amigo de Dedé Monteiro. <em>“Ele já veio aqui e gravou comigo essa poesia pro DVD deles. Sobre o nome, foi o pai dele Joselito Nunes, escritor e meu amigo também, quem sugeriu o nome pra me homenagear. Uma curiosidade é que meu primeiro livro foi produzido na editora Rural, quando Joselito Nunes estava à frente dela, numa época que os livros eram impresso numas placas de chumbo”,</em> relembra.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/7L2LPxdxW6Q" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Essa relação com os poetas da região do Pajeú é antiga, e de muita cumplicidade e respeito mútuo. Quem inclusive inscreveu a candidatura de Dedé Monteiro como Patrimônio Vivo de Pernambuco foi a Associação dos Poetas e Prosadores de Tabira (APPTA). <em>“Os meninos que fazem parte da APPTA estiveram no Recife no dia da minha titulação, no Palácio do Campo das Princesas. A minha convivência com esse pessoal é de amizade intensa. Tem alguns mais antigos que eu, como Dulce Lima e Albino Pereira, que a gente chama de Albino do bigodão. mas sou dos mais velhos. Esse pessoal tem uma história de muito tempo, recitando nas calçadas, nas ruas. Cada encontro que tem em Tabira tem poesia. Desde o nascimento de uma criança, nas festas de debutantes, casamentos e até velórios, tudo é motivo pra poesia”.</em></p>
<p>Em Tabira, inclusive, Dedé Monteiro tem se participado como apresentador dos encontros chamados Mesa de Glosas, na Escola Arnaldo Alves. <em>“Glosar é fazer uma estrofe com base num mote. São encontros que dão muita gente, poetas da região inteira, e é tanta que mal cabem no auditório da escola. O interessante é que enquanto os poetas estão no microfone, a plateia não dá um pio, e quando eles terminam o povo entram em festa com os aplausos e comemorações”.</em></p>
<div id="attachment_43928" aria-labelledby="figcaption_attachment_43928" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/31435877440_f79041b121_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-43928 " title="Dedé Monteiro" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/31435877440_f79041b121_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Dedé Monteiro recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco das mãos do governador Paulo Câmara e do secretário de Cultura, Marcelino Granja</p></div>
<p>Sobre a titulação de Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Papa da Poesia dedica com carinho o mérito ao Pajeú. <em>“Foi um momento de muita alegria pessoal, mas também e principalmente pra região. E eu falo não só de Tabira, mas todas as outras cidades do Pajeú. Acho que o valor dele está mais nisso. Eu sei que nenhum poeta de outras regiões do sertão, como Araripe, Moxotó e São Francisco, foi contemplado ainda com esse título. Minha vontade é que eu seja o primeiro de uma série de outros e outras que possam receber essa homenagem. Melhor ainda é quando chega uma pessoa humilde, que não sabe bem o significado do título, mas vem me dar um abraço com o maior carinho do mundo. Eu me arrepio nessas horas, quando o pessoal mais humilde, vem me parabenizar”.</em></p>
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		<title>Conselho de Preservação elege seis novos Patrimônios Vivos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2016 18:56:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) elegeu, na manhã desta quinta-feira (15), os seis mais novos Patrimônios Vivos de Pernambuco. O CEPPC destacou a valorosa contribuição de todos os 68 candidatos que participaram do concurso à cultura pernambucana e, em votação única, atribuiu o título ao Clube Carnavalesco Mixto Seu Malaquias (agremiação carnavalesca), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43206" aria-labelledby="figcaption_attachment_43206" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/novos-patrimonios-vivos.jpg"><img class="size-medium wp-image-43206" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/novos-patrimonios-vivos-607x327.jpg" width="607" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">A titulação dos novos Patrimônios acontecerá até o final do mês de dezembro, no Palácio do Campo das Princesas</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) elegeu, na manhã desta quinta-feira (15), os seis mais novos Patrimônios Vivos de Pernambuco. O CEPPC destacou a valorosa contribuição de todos os <strong>68 candidatos</strong> que participaram do concurso à cultura pernambucana e, em votação única, atribuiu o título ao <strong>Clube Carnavalesco Mixto Seu Malaquias</strong> (agremiação carnavalesca), a <strong>José Rufino da Costa Neto</strong> (Dedé Monteiro &#8211; poeta popular), ao <strong>Mestre João Elias Espíndola</strong> (rendeiro), à <strong>Sociedade Musical 15 de Novembro</strong> (banda musical), ao cantor e compositor <strong>Claudionor Germano</strong> (frevo) e ao <strong>Mestre José Lopes</strong> (mamulengueiro).</p>
<p style="text-align: justify;">Márcia Souto, presidente do CEPPC e da Fundarpe, ressaltou que mais uma vez &#8220;o Governo de Estado de Pernambuco valoriza e reconhece os mestres da cultura pernambucana&#8221; e que, diante de candidatos tão estimados à nossa cultura, o trabalho dos conselheiros foi árduo. &#8220;Ao longo de quatro sessões, todos os 68 candidatos tiveram a oportunidade de apresentar suas atividades aos conselheiros, que, além de conhecerem pessoalmente os mestres e mestras pernambucanas, puderam compartilhar de seus saberes&#8221;, disse. A presidente destacou também o esforço da Fundarpe/Secult-PE em garantir espaço para os Patrimônios Vivos nas suas ações, bem como difundir, preservar e fazer circular seus conhecimentos. &#8220;O nosso projeto <em>Outras Palavras</em>, que é uma iniciativa que integra ações de cultura, arte e cidadania nas escolas do Estado, sempre conta com a presença de um Patrimônio Vivo. A recepção desses mestres e mestras entre os alunos é extremamente calorosa, fato que nos faz inclui-los cada vez mais nas nossas atividades&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Os seis novos Patrimônios Vivos são fruto do <strong>11º Concurso de Registro do Patrimônio Vivo</strong>, que elegeu os candidatos de 2015/2016. O Secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja, parabenizou o empenho dos conselheiros na escolha dos candidatos e destacou que &#8220;os Patrimônios Vivos representam a mais rica expressão do povo pernambucano&#8221; e que a premiação &#8221;reforça a galeria de mestres e mestras que marcam a nossa identidade cultural com a diversidade, tradição e criatividade artística&#8221;. O gestor estadual também ressaltou que, graças à reformulação da lei atual, &#8220;todo ano serão eleitos seis novos Patrimônios Vivos, o que confirma o êxito dessa ação da política de cultura do Governo do Estado&#8221;. A titulação dos novos Patrimônios Vivos acontecerá até o final de dezembro, numa solenidade no Palácio do Campo das Princesas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BREVE PERFIS  DOS SEIS NOVOS PATRIMÔNIOS VIVOS</strong></p>
<div id="attachment_43219" aria-labelledby="figcaption_attachment_43219" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Banda-15-de-Novembro_Foto_Costa-Neto_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43219" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Banda-15-de-Novembro_Foto_Costa-Neto_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>BANDA 15 DE NOVEMBRO</strong> Centenária banda militar criada em Gravatá, foi composta paralelamente à história local, marcando presença nos mais diversos eventos sócio-político-culturais da comunidade</p></div>
<div id="attachment_43218" aria-labelledby="figcaption_attachment_43218" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Mestre-Joao-Elias_Divulgacao.jpg"><img class=" wp-image-43218    " alt="Foto: Lenice Queiroga/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Mestre-Joao-Elias_Divulgacao-607x441.jpg" width="607" height="441" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>MESTRE JOÃO ESPÍNDOLA</strong> Responsável por rendas renascença preciosas da cidade de Poção, no Agreste de Pernambuco</p></div>
<div id="attachment_43217" aria-labelledby="figcaption_attachment_43217" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Dede-Monteiro_Foto-Ricardo-Moura_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43217" alt="Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Dede-Monteiro_Foto-Ricardo-Moura_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>JOSÉ RUFINO DA COSTA NETO (DEDÉ MONTEIRO)</strong> Nascido em Tabira, em 1949, começou a escrever versos aos 15 anos de idade, influenciado pelo pai (que cantava cordéis, enquanto trabalhava na roça), pelos vencedores de folheto de feira e pelo violeiros nordestinos. Atualmente, é professor aposentado e é, conforme diz, motorista de Teté (sua esposa), servente de pedreiro para o poeta Gonga (seu irmão) e serve de ‘macaco’ para seus netos Paulo Henrique e Maria Paula</p></div>
<div id="attachment_43216" aria-labelledby="figcaption_attachment_43216" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jaqueline Maia/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Boneco-Seu-Malaquias_Foto_Jaqueline-Maia_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43216 " alt="Jaqueline Maia/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Boneco-Seu-Malaquias_Foto_Jaqueline-Maia_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>CLUBE CARNAVALESCO MIXTO SEU MALAQUIAS</strong> Boneco mais sorridente não há. As feições de imensa felicidade se devem ao fundador do Clube Carnavalesco Misto Seu Malaquias, o Maracujá. A agremiação foi criada só para desfilar nas ruas o boneco criado à imagem de um amigo próximo de Maracujá. Hoje, o boneco é o mais antigo da Festa de Momo pernambucana e já soma 76 Carnavais.</p></div>
<div id="attachment_43214" aria-labelledby="figcaption_attachment_43214" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Claudionor-Germano_Foto-Renata-Pires_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43214" alt="Renata Pires/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Claudionor-Germano_Foto-Renata-Pires_SecultPE_Fundarpe-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>CLAUDIONOR GERMANO</strong> Em 68 anos de carreira, gravou 478 músicas em 31 discos, sendo um dos principais intérpretes de frevo do Estado, principalmente de compositores como Nelson Ferreira de Capiba</p></div>
<div id="attachment_43215" aria-labelledby="figcaption_attachment_43215" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Meste-Ze-Lopes_Foto_Eric-Gomes_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43215" alt="Eric Gomes/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Meste-Ze-Lopes_Foto_Eric-Gomes_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>ZÉ LOPES</strong> Militante do mamulengo há mais de 40 anos, mestre Zé Lopes fundou, em Glória do Goitá, o Mamulengo Teatro do Riso, com quem realizou várias excursões pelo Brasil e Europa, sendo um dos mamulengueiros mais conhecidos do país</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>HISTÓRICO<br />
</strong>Importante política cultural de salvaguarda, a lei dos Patrimônios Vivos é a primeira lei do tipo no Brasil, tem como objetivo reconhecer, valorizar e apoiar mestres e grupos que detenham os conhecimentos ou as técnicas necessárias para a produção e a preservação de aspectos da cultura tradicional ou popular – formas de expressão, saberes, ofícios e modos de fazer -, em especial, os que sejam capazes de transmitir seus conhecimentos, técnicas e habilidades às novas gerações de alunos e aprendizes, objetivando a proteção e a difusão do patrimônio pernambucano.</p>
<p style="text-align: justify;">Os seis novos Patrimônios Vivos eleitos nesta quinta-feira (15) se somam aos <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/" target="_blank">39  nomes já contemplados em Pernambuco</a></strong>. Sua missão é ainda possibilitar e potencializar o reconhecimento, acesso, difusão e fruição dos diversos bens, memórias, saberes e histórias presentes nas culturas populares. Para tanto, além de receberem bolsas vitalícias, os mestres e grupos contemplados participam de diversos programas de ensino-aprendizagem, como oficinas, palestras, cursos e concursos, com o propósito de transmitirem seus saberes, processos fundamentais para a produção, manutenção e recriação de nossas manifestações culturais.</p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, Revista Pajeuzeiro chega à segunda edição</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2016 16:25:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Revista Pajeuzeiro chega à segunda edição se firmando como importante suplemento cultural no Sertão do Pajéu, onde é produzida com incentivo do Funcultura. Nesta edição, a cultura popular e a tradição dos pajeuzeiros ganham destaque em matérias que contemplam desde a música produzida no local, passando pelo artesanto, costumes e figuras ilustres. Numa entrevista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Revista Pajeuzeiro chega à segunda edição se firmando como importante suplemento cultural no Sertão do Pajéu, onde é produzida com incentivo do Funcultura. Nesta edição, a cultura popular e a tradição dos pajeuzeiros ganham destaque em matérias que contemplam desde a música produzida no local, passando pelo artesanto, costumes e figuras ilustres.</p>
<div id="attachment_40400" aria-labelledby="figcaption_attachment_40400" class="wp-caption img-width-332 alignright" style="width: 332px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Revista-Pajeuzeiro-Edição-02-internet.jpg"><img class="size-medium wp-image-40400 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Revista-Pajeuzeiro-Edição-02-internet-332x486.jpg" width="332" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta Dedé Monteiro, conhecido como Papa da Poesia, é destaque nesta edição</p></div>
<p>Numa entrevista regada a fé e poesia, o poeta tabirense Dedé Monteiro, conhecido como o Papa da Poesia no Sertão do Pajéu, é o destaque de capa. Em matéria especial, o jornalista Alexandre Morais conta porque ele é considerado referência poética e humana e o porquê do título de Papa. Outro destaque é o cantor Assisão, o Homem de Ferro do Forró que, do alto de seus 75 anos de idade e 54 de forró, fala sobre todo o seu roteiro artístico. Ainda na música, a revista foi a um recanto rural de Carnaíba conversar com seu Dezinho do Pífano.</p>
<p>Na Coluna<em> Vale a pena conhecer&#8230;</em> , Genildo Santana traz o Padre Frederico Bezerra Maciel, estudioso incansável que desenvolveu junto ao sacerdócio as artes da pesquisa e da escrita. É dele uma das mais bem conceituadas obras sobre o cangaceiro Lampião, intitulada <em> Lampião, seu tempo e seu reinado</em>. O artigo desta edição é assinado pelo artista plástico de Tuparetama, Tárcio Oliveira, que se pautou numa mestra do pastoril chamada Datargnam, que tem muito mais a ensinar do que o próprio folguedo.</p>
<p>No artesanato, o Pajeú vai do aço ao couro. Nesse sentido, a revista esteve no município de Flores, no sítio Jatobá, para uma conversa em família sobre cuteleira, atividade desenvolvida pela família de seu Zé Milton. Estiveram também no Riacho Verde, zona rural de Itapetim, para conhecer seu Reinaldo que, do alto dos seus 95 anos, está em plena atividade na produção de peças em couro.</p>
<p>Para ler a revista na íntegra, clique <a href="http://issuu.com/revistapajeuzeiro/docs/revista_pajeuzeiro_-_edi____o_02_-_">aqui. </a></p>
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		<title>Peleja da poesia em Belmonte</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 13:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Tiago Montenegro Para espantar o nervosismo, até de reza e sinal da cruz valeram-se os poetas do Pajeú que nessa sexta-feira (25/5) chegaram a São José do Belmonte para realizar a terceira edição da Mesa de Glosas itinerante, uma ação do Festival Pernambuco Nação Cultural no Sertão Central. Mesmo após 16 anos transformando em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7425" aria-labelledby="figcaption_attachment_7425" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272843604_a40090a1fd_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7425" alt="Mesa de Glosas em São José do Belmonte (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272843604_a40090a1fd_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa de Glosas em São José do Belmonte (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Por Tiago Montenegro</p>
<p>Para espantar o nervosismo, até de reza e sinal da cruz valeram-se os poetas do Pajeú que nessa sexta-feira (25/5) chegaram a São José do Belmonte para realizar a terceira edição da Mesa de Glosas itinerante, uma ação do Festival Pernambuco Nação Cultural no Sertão Central.</p>
<p>Mesmo após 16 anos transformando em momento solene a brincadeira surgida nos bares do município de Tabira, os artistas do improviso assumem: “Não é fácil encarar uma plateia cheia de expectativas. Como o tempo é curto pra gente criar e decorar os versos, só com muita fé mesmo”, sorri Dudu Moraes, um dos integrantes da mesa.</p>
<p>Ainda pouco conhecida em outras regiões do Estado, a Mesa de Glosas já é tradição no Sertão do Pajeú e, nas palavras de Dedé Monteiro, um dos idealizadores do encontro, “funciona como um desafio aos poetas participantes, que devem criar suas glosas no menor tempo possível e em cima de motes (os dois versos finais da glosa) que são apresentados aos poetas”. Sob os olhares atentos de um público em silêncio e já encantado com os diferentes processos criativos de cada artista, poeta a poeta levanta e, ora confiante, ora ainda buscando aquela rima difícil de atingir, declama os versos, arranca palmas, enche de alegria o lugar.</p>
<div id="attachment_7427" aria-labelledby="figcaption_attachment_7427" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272846076_f53271c7eb_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7427" alt="Poeta Kerlle Magalhães (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272846076_f53271c7eb_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Poeta Kerlle Magalhães (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p style="text-align: left;">A noite da literatura em Belmonte ocupou o salão do Castelo Armorial e contou ainda com um recital dos poetas Keyson Pires, Henrique Brandão, Vitória Gabrielle, Cícero Belmonte, Maviael Melo, Kerlle Magalhães, Zé de Mariano e Marcos Passos, que prestaram homenagens ao escritor José Batista de Siqueira (Cancão). Em 2012, o nosso “pássaro poeta” completaria 100 anos.</p>
<p>Confira algumas glosas surgidas no encontro desta sexta-feira, que reuniu em São José do Belmonte os poetas sertanejos Dedé Monteiro, Genildo Santana, Dudu Moraes, Caio Menezes, Adeval Soares, Clécio Rimas, Gonga Monteiro, Zé Adalberto e George Alves:</p>
<p>“Ela diz que me amou<br />
Mas nisso eu não acredito<br />
Não acho nada bonito<br />
A cena do nosso show<br />
Depois que ela me deixou<br />
Eu vivo assim de dar dó<br />
Ela não perde um forró<br />
E eu fico em casa esquecido<br />
Um coração dividido<br />
Na multidão segue só”</p>
<p>(Zé Adalberto)</p>
<p>“A gente se emociona</p>
<p>Querendo e buscando o mote<br />
Amor faz de si transporte<br />
Não pode andar de carona<br />
E quando a emoção é dona<br />
O coração dá um nó<br />
Mas amor é pão de ló<br />
Precisa ser repartido<br />
Um coração divido<br />
Na multidão segue só”</p>
<p>(Genildo Santana)</p>
<p>“Nesse reduto bonito</p>
<p>Voltei a unir as pontes<br />
De São José do Belmonte<br />
E São José do Egito<br />
Quem dorme com o infinito<br />
Sonha com a poesia<br />
Tomara que essa alegria<br />
Tenha batido em vocês<br />
Bateu em nós outra vez<br />
Adeus, até outro dia”</p>
<p>(Caio Menezes)</p>
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		<title>Convidado: Dedé Monteiro</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 21:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Clisertão]]></category>
		<category><![CDATA[Dedé Monteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Petrolina]]></category>

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		<description><![CDATA[Dedé Monteiro (José Rufino da Costa Neto) é poeta, nasceu Tabira – PE. Escreveu seus primeiros versos aos 15 anos de idade, incentivado pela professora Enaide Vidal. Posteriormente, foi influenciado pelos folhetos de cordel (ouvidos na feira, lidos em casa ou cantados por seu pai na roça) e pelos cantadores repentistas como Pinto do Monteiro, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/dedé-monteiro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4666" alt="dedé monteiro" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/dedé-monteiro-607x452.jpg" width="607" height="452" /></a></p>
<p>Dedé Monteiro (José Rufino da Costa Neto) é poeta, nasceu Tabira – PE.</p>
<p>Escreveu seus primeiros versos aos 15 anos de idade, incentivado pela professora Enaide Vidal. Posteriormente, foi influenciado pelos folhetos de cordel (ouvidos na feira, lidos em casa ou cantados por seu pai na roça) e pelos cantadores repentistas como Pinto do Monteiro, Lourival Batista, Manoel Chudu, Canhotinho e muitos outros. Publicou três livros de poesia: RETALHOS DO PAJEÚ, em 1984, pela UFRPE, MAIS UM BAÚ DE RETALHOS, em 1995, pela UFPE e FIM DE FEIRA, em 2006, pela Editora Coqueiro. Escreveu também alguns cordéis, entre eles Tabira Cantada em Versos, A Vida de Sé Soares, Casamento Matuto.</p>
<p>Na condição de declamador ou membro de comissão julgadora, participou de muitos Congressos e Festivais de Violeiros, em Petrolina, Campina Grande, Monteiro, Água Branca, São José do Egito, Tuparetama, Itapetim, Salgueiro, Serra Talhada, Surubim, Caruaru, Olinda, Recife e outras cidades.</p>
<p>É membro da Associação dos Poetas e Prosadores de Tabira (APPTA) e  participa de eventos culturais e literários locais, regionais e estaduais, enquanto prepara o seu quarto livro.</p>
<p>No CLISERTÃO Dedé Monteiro conduz a <strong>“Mesa de Glosas com poetas do Pajeú”. </strong>Com os poetas<strong> </strong>Alexandre Morais, Caio Menezes, Clécio Rimas, Dudu Morais, Genildo Santana, George Alves Gonga Monteiro e Zé Adalberta<strong>,</strong> dia 18/05, a partir das 18h.</p>
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