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	<title>Portal Cultura PE &#187; dia do frevo</title>
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		<title>No Dia do Frevo (9), Paço do Frevo comemora 9 anos com shows no Arsenal</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 17:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_98928" aria-labelledby="figcaption_attachment_98928" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hugo Muniz/Paço do Frevo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/fachada-Paço-do-Frevo-foto-Hugo-Muniz-Paço-do-Frevo.jpg"><img class="size-medium wp-image-98928" alt="Hugo Muniz/Paço do Frevo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/fachada-Paço-do-Frevo-foto-Hugo-Muniz-Paço-do-Frevo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">No dia do Frevo, o Paço também irá oferecer sessões especiais das “Vivências de dança”, aulas de curta duração para quem quer cair no passo, nos seguintes horários: 15h, 15h40, 16h20, 17h</p></div>
<p dir="ltr">No Dia do Frevo, comemorado em 9 de fevereiro, tem festa dupla no Paço do Frevo: é também dia de celebrar os nove anos de existência do museu. Para brindar a manifestação que é Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco e o aniversário do Centro de Referência em Salvaguarda do Frevo, o Paço e a Prefeitura do Recife, com apoio cultural da Organização de Estados Ibero-americanos (OEI), prepararam uma programação especial e gratuita durante todo o dia, vibrando o tema escolhido para nortear as ações de 2023 da casa: “Frevo vivo”, em alusão às reflexões propostas pela nova exposição de longa duração do Paço, inaugurada em dezembro passado.</p>
<p dir="ltr">É com festa que o equipamento cultural se reafirma como um lugar em que o Frevo pulsa e vive de janeiro a janeiro. Visitações temáticas, vivências práticas de Frevo e apresentações estão na agenda.</p>
<p dir="ltr">A partir das 18h30, a programação do palco na Praça do Arsenal irá celebrar a harmonia do diálogo entre o passado e o presente, as tradições e as inovações. A Orquestra Henrique Dias, com seus 69 Carnavais de história, é que abre os clarins da festa. Em seguida, às 20h, assume a Orquestra Malassombro com o frescor de novos frevos e, para fechar a noite, um encontro de gigantes entre o grupo Guerreiros do Passo, representando as origens do Frevo no passo e nas ruas, e o Maestro Ademir Araújo, o Maestro Formiga, arranjador e compositor dos mais respeitados, acompanhado da Orquestra Popular do Recife, idealizada em 1975 por Ademir e pelo escritor Ariano Suassuna.</p>
<div id="attachment_98927" aria-labelledby="figcaption_attachment_98927" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hugo Muniz/Paço do Frevo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/exposição-Frevo-Vivo-foto-Hugo-Muniz-Paço-do-Frevo.jpg"><img class="size-medium wp-image-98927" alt="Hugo Muniz/Paço do Frevo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/exposição-Frevo-Vivo-foto-Hugo-Muniz-Paço-do-Frevo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Frevo vivo” é também o nome da nova exposição de longa duração do Paço. Inaugurada em dezembro de 2022, com patrocínio master do Instituto Cultural Vale, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura</p></div>
<p dir="ltr">“Celebrar o Frevo é reafirmar nossas identidades culturais, com virtudes formadoras como resistência e inventividade. Quanto mais diálogos temos com a nossa história, com a diferenciada construção cultural do Recife, que tem no Frevo um dos berços fundamentais, mais aprendemos sobre nossos potenciais. E assim criamos mais. O Frevo nos renova, o Paço ajuda a renovar o Frevo”, destaca o secretário de Cultura do Recife, Ricardo Mello.</p>
<p dir="ltr">&#8220;A programação é uma grande celebração com três orquestras de sotaques diferentes. A Henrique Dias, que é protagonista na formação de muitos músicos de Recife Olinda; a Malassombro, que faz uma leitura muito interessante do Frevo de Bloco, uma poesia contemporânea; e a Orquestra Popular do Recife, do genial Maestro Formiga. Convidamos ainda os Guerreiros do Passo para contar a história do Frevo através da dança&#8221;, diz Mery Lemos, gerente de conteúdo e Escola Paço do Frevo.</p>
<p dir="ltr"><strong>DOSES DE FREVO -</strong> Ao longo do dia, para ir esquentando, haverá roteiros temáticos mediados, chamados “Doses de Frevo”, para que os visitantes conheçam todos os detalhes da mostra “Frevo vivo”, que ocupa a ala térrea do museu. Acontecem em quatro horários: 10h, 11h, 14h30 e 15h30,  com duração de 1h. Em cada horário, os educadores do museu receberão o público espontâneo, sem necessidade de agendamento prévio, apresentando a exposição sob diferentes temáticas, através de dinâmicas e vivências que incorporam música, dança e história.</p>
<p dir="ltr">São elas: “Elas são Frevo” (10h, visibiliza o protagonismo das mulheres na construção da história do Frevo), “Agremiações e territórios do Frevo (11h, evidencia a relação do espaço da rua/cidade com o surgimento do Frevo e a organização das agremiações), “Patrimônio” (14h30, contempla a importância do conceito de patrimonialização para a cultura popular) e “Negritude” (15h30, conta a história do Frevo a partir das vivências e contribuições da população negra do Recife para o desenvolvimento dessa manifestação cultural).</p>
<p dir="ltr">No dia do Frevo, o Paço também irá oferecer sessões especiais das “Vivências de dança”, aulas de curta duração para quem quer cair no passo, nos seguintes horários: 15h, 15h40, 16h20, 17h. O acesso é gratuito.</p>
<div id="attachment_98930" aria-labelledby="figcaption_attachment_98930" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/Orquestra-de-Ademir-Araújo-Maestro-Formiga-foto-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-98930" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/Orquestra-de-Ademir-Araújo-Maestro-Formiga-foto-divulgação-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Orquestra de Ademir Araújo, o Maestro Formiga, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é uma das atrações que se apresentarão na Praça do Arsenal</p></div>
<p dir="ltr"><strong>TROCA-TROCA, FEIRA DE EMPREENDEDORAS E CARTILHA  -</strong> Dentro da semana de celebração do aniversário do Frevo e do Paço, o museu promove duas feiras. Nesta quarta (8), das 16h às 19h, a “Troca-troca &#8211; Barracão Carnavalesco” propõe que, em vez de jogar fora, criando lixo que pode durar até séculos, foliões e foliãs tenham a opção de trocar com outras pessoas fantasias, acessórios, adereços e materiais de Carnaval. A feira faz parte das ações do projeto de sustentabilidade no Carnaval “Séculos depois da festa”, do Paço com patrocínio da Valgroup, com o objetivo de buscar e praticar novas alternativas e ideias com mais consciência ambiental na folia.  A participação é gratuita mediante inscrição <strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd6foFdkbV-XeBKQw_Dx2Iip4Zdy9CFfvP-0pR28nlrEbpMMQ/viewform" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd6foFdkbV-XeBKQw_Dx2Iip4Zdy9CFfvP-0pR28nlrEbpMMQ/viewform&amp;source=gmail&amp;ust=1675962607457000&amp;usg=AOvVaw3UIcdvaGCNdvLprY86zjrr">neste link</a></strong>.</p>
<p dir="ltr">Nesse mesmo dia, o Paço do Frevo fará o evento de lançamento de uma cartilha de boas práticas para um Carnaval mais sustentável. O guia será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais e no site do museu em formato PDF, o que garante acessibilidade para pessoas cegas ou com baixa visão através de aplicativos de leitores de PDF.</p>
<p dir="ltr">E na sexta (10), acontece a feira &#8220;No corre do Frevo&#8221;, uma mostra de empreendimentos liderados por mulheres que produzem e comercializam suas criações carnavalescas o ano inteiro, mostrando que sempre há muito trabalho antes, durante e depois da festa. Cinco marcas de acessórios e vestuário estarão expondo e comercializando suas produções no térreo do Paço, das 10h às 16h30: Serpentina Moda e Folia, DA Acessórios, Confetes, Vamo Brilhar! e Floramar.</p>
<p dir="ltr"><strong>FREVO VIVO -</strong> Após celebrar dez anos do reconhecimento do Frevo como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco, no final de 2022, o Paço do Frevo reafirma seu compromisso enquanto política pública de salvaguarda do ritmo de forma inclusiva, representativa e contínua, festejando a tradição em diálogo com as questões do presente, sem se esquecer de mirar o futuro. O museu, que vibra com cada um dos 105 mil visitantes que por lá estiveram ano passado, tem como tema deste ano “Frevo vivo”, conceito que mostra que o Frevo não é apenas um museu de memórias do passado. Pelo contrário, ele segue vivo, inquieto, pulsante e em constante transformação, nos corpos, na cidade e no mundo, 365 dias por ano.</p>
<p dir="ltr">Dando visibilidade a personagens e pontos de vista até então menos presentes, como mulheres, crianças, a negritude, os artesãos e as artesãs, “Frevo vivo” é também o nome da nova exposição de longa duração do Paço. Inaugurada em dezembro de 2022, com patrocínio master do Instituto Cultural Vale, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e construída de forma coletiva por diversos colaboradores e colaboradoras locais, a “Frevo vivo” dá as boas-vindas aos visitantes com uma ala térrea toda reformulada. Desde a inauguração do Centro de Referência em Salvaguarda do Frevo, há oito anos, a exposição de longa duração não era atualizada.</p>
<p dir="ltr">“Frevo vivo” une tradição e inovação ao reverenciar o Frevo como patrimônio vivo, reunindo composições, manifestações e registros da atualidade sem esquecer as raízes. Os visitantes vão encontrar reformulada a já conhecida linha do tempo exposta no museu, que agora destaca a história através de um recorte de fatos e temas pouco visibilizados, mas fundamentais para que o Frevo se tornasse a potência que é. Além disso, a exposição apresenta duas instalações inéditas: uma cartografia sonora do Frevo e uma vídeo-instalação.</p>
<p dir="ltr">Para a diretora do museu, Luciana Félix, “o tema ‘Frevo vivo’ cumpre a missão institucional do Paço de olhar, como centro de referência em salvaguarda, o que acontece no dia a dia, as pautas urgentes e os debates profundos que cercam a cultura popular, valorizando as tradições ao mesmo tempo em que está atento ao que emerge do cotidiano. É uma temática que traz uma expografia que não veio pronta, mas que passou por várias etapas de reflexão sobre os anseios da comunidade frevística nos oitos anos de existência do equipamento cultural”. “Valorizando essa pluralidade e os processos colaborativos, ouvimos as diversas comunidades que compõem o Frevo e também o público para entender as funções do equipamento cultural e as ações que devem ser priorizadas para os próximos cinco anos”, complementa Luciana.</p>
<p dir="ltr"><strong>PAÇO DO FREVO -</strong> O Paço do Frevo é reconhecido pelo IPHAN como centro de referência em ações, projetos, transmissão, salvaguarda e valorização de uma das principais tradições culturais do Brasil, o Frevo. Patrimônio imaterial pela UNESCO e pelo IPHAN, o Frevo é um convite à celebração da vida, por meio da ativação de memórias, personalidades e linguagens artísticas, que no Paço do Frevo encontram seu lugar máximo de expressão, na manutenção de ações de difusão, pesquisa e formação nas áreas da dança e da música, dos adereços e das agremiações do Frevo.</p>
<p dir="ltr">O Paço do Frevo é uma iniciativa da Fundação Roberto Marinho, com realização da Prefeitura do Recife, por meio da Fundação de Cultura da Cidade do Recife e da Secretaria Municipal de Cultura, e gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG).  Por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem o patrocínio master do Instituto Cultural Vale, o papel de mantenedor do Grupo Ultra, patrocínio do Banco Itaú e da White Martins. Conta com o apoio do Grupo Globo, Pernambucanas, Rede e Valgroup.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Paço do Frevo &#8211; Praça do Arsenal da Marinha, s/n, Bairro do Recife, Recife<br />
Horários: Terça a sexta, 10h às 17h | Sábado e domingo, 11h às 18h<br />
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia) &#8211; entrada gratuita às terças-feiras<br />
*Confira <strong><a href="https://pacodofrevo.org.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://pacodofrevo.org.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1675962607457000&amp;usg=AOvVaw3Bssje6AFjFfd8nms4Kny3">aqui</a> </strong>a política de gratuidade do museu</p>
<p dir="ltr">“Doses de Frevo”<br />
Roteiros temáticos mediados na “Frevo vivo”<br />
10h, 11h, 14h30 e 15h30<br />
1h de duração<br />
Entrada gratuita</p>
<p>Vivências de Dança<br />
15h, 15h40, 16h20 e 17h<br />
Entrada gratuita</p>
<p>Apresentações | palco Praça do Arsenal<br />
18h30: Orquestra Henrique Dias<br />
20h: Orquestra Malassombro<br />
21h30: Guerreiros do Passo e Orquestra Popular do Recife com Maestro Formiga<br />
Acesso gratuito</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Patrimônios Vivos de Pernambuco reúnem-se para celebrar o Dia do Frevo, nesta terça-feira (9)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/patrimonios-vivos-de-pernambuco-reunem-se-para-celebrar-o-dia-do-frevo-nesta-terca-feira-9/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2021 16:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dois patrimônios vivos de Pernambuco que são a cara do Carnaval e um dos mais importantes compositores do Estado reúnem-se nesta terça-feira (9), em uma conversa sobre o Dia do Frevo, comemorado nesta data. Maestro Duda, Jota Michiles e Getúlio Cavalcanti se encontram virtualmente às 19h, no canal do YouTube da Secult-PE/Fundarpe (www.youtube.com/SecultPE). Mediado por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66085" aria-labelledby="figcaption_attachment_66085" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/jge4.jpg"><img class="size-medium wp-image-66085" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/jge4-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Getúlio Cavalcanti apresenta o frevo inédito &#8220;Outros Carnavais Virão&#8221;</p></div>
<p>Dois patrimônios vivos de Pernambuco que são a cara do Carnaval e um dos mais importantes compositores do Estado reúnem-se nesta terça-feira (9), em uma conversa sobre o Dia do Frevo, comemorado nesta data. Maestro Duda, Jota Michiles e Getúlio Cavalcanti se encontram virtualmente às 19h, no canal do YouTube da Secult-PE/Fundarpe (<a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>). Mediado por Michelle Assumpção, o trio vai falar sobre o ritmo mais contagiante da folia de Momo, que este ano não poderá ser vivida presencialmente por causa da pandemia do coronavírus. De presente para os foliões carentes da festa suspensa em 2021, Getúlio Cavalcanti promete apresentar um frevo inédito.</p>
<p>A iniciativa faz parte dos &#8220;Diálogos Carnavalescos&#8221;, série de lives para celebrar o ponto alto da cultura pernambucana e ajudar a matar a sede do folião. “Cada um deles vai falar de uma das modalidades do frevo. Jota Michiles representa o frevo-canção. Maestro Duda vem para falar do o frevo instrumental, que é o frevo de rua. E Getúlio Cavancanti é o representante do frevo de bloco. A ideia é fazer um bate-papo com esses três ícones do frevo pernambucano, falando sobre esse gênero e lembrando um pouco também sobre suas trajetórias”, adianta a mediadora Michelle Assumpção.</p>
<p>Assunto não vai faltar, considerando o peso dos convidados. Patrimônio Vivo de Pernambuco desde 2010, Maestro Duda é referência no cenário cultural do frevo e tem carreira repleta de sucessos. Regente, compositor, arranjador e instrumentista, chegou a tocar Oboé na Orquestra Sinfônica do Recife e formou várias bandas de frevo. Compositor de diversos frevos, choros e sambas gravados por Jamelão, músicas para Quinteto de Sopros e Quinteto de Metais, banda e orquestra, recebeu o prêmio de melhor arranjo de música popular brasileira em 1980, em concurso promovido pela Globo, Shell e Associação Brasileira de Produtores de Discos. Foi o homenageado pelo Carnaval do Recife em 2011.</p>
<p>Eleito Patrimônio Vivo no ano passado, Jota Michiles carrega pelo menos 50 anos de carreira dedicada à música pernambucana. Na lista de composições está &#8220;Bom Demais&#8221;, &#8220;Diabo Louro&#8221;, hoje já um clássico na voz de Alceu Valença. Também teve músicas gravadas por nomes como Dominguinhos, Claudionor Germano, André Rio, Almir Rouche e o Coral do Bloco da Saudade. A homenagem a Chacrinha, &#8220;Roda e Avisa&#8221;, também é assinada por Jota Michiles.</p>
<p>Getúlio Cavalcanti, que cria para os mais diversos gêneros musicais, como baiões, baladas, marchas-rancho, sambas, maracatus, sambas-canção, toadas, rocks e boleros, vai apresentar um frevo inédito que compôs para lamentar em forma de música a necessária suspensão do Carnaval neste ano. A letra da canção &#8220;Outros Carnavais Virão&#8221; faz um passeio sobre os pontos tradicionais de folia do Recife, para emocionar de vez o coração carnavalesco do pernambucano.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
Diálogos Carnavalescos, especial sobre o Dia do Frevo, com as participações de Maestro Duda, Jota Michiles e Getúlio Cavalcanti<br />
Quando: 9 de fevereiro de 2021, terça-feira, às 19h<br />
Transmissão on-line: <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Paço do Frevo e Coral Edgard Moraes celebram Dia do Frevo de Bloco com live musical</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/paco-do-frevo-e-coral-edgard-moraes-celebram-dia-do-frevo-de-bloco-com-live-musical/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2020 19:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[comemoração]]></category>
		<category><![CDATA[coral edgard moraes]]></category>
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		<description><![CDATA[Criado em 2004, no centenário de nascimento do grande músico e compositor recifense Edgard Moraes, o Dia do Frevo de Bloco será celebrado pelo Paço do Frevo, neste domingo (1º), com uma live solidária, promovida em parceria com o Coral Edgard Moraes. A programação virtual será transmitida a partir das 17h, no canal do Youtube [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/dd6mHPVj3KU" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Criado em 2004, no centenário de nascimento do grande músico e compositor recifense Edgard Moraes, o Dia do Frevo de Bloco será celebrado pelo Paço do Frevo, neste domingo (1º), com uma live solidária, promovida em parceria com o Coral Edgard Moraes. A programação virtual será transmitida a partir das 17h, no canal do Youtube do Coral Edgard Moraes (<a href="https://www.youtube.com/coraledgardmoraes" target="_blank"><strong>www.youtube.com/coraledgardmoraes</strong></a>), substituindo o já tradicional Encontro de Blocos Líricos pelas ruas do Recife Antigo, inviabilizado este ano pelo cenário de pandemia.</p>
<p>A transmissão, feita pelo Oráculo Estúdio, instalado no Paço do Frevo, será a primeira realizada dentro do museu, mantido pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, desde sua reabertura, em setembro. O espetáculo, que terá como cenário a Praça do Frevo, no terceiro andar do Paço, reunirá vários convidados, como Getúlio Cavalcanti, Nena Queiroga, Maestro Spok, André Rio e Martins, com direção musical do maestro e professor Marco César. Durante a live, serão transmitidos ainda trechos de vídeos de comemorações passadas e devidamente aglomeradas, com participação de blocos líricos pernambucanos.</p>
<p>A apresentação arrecadará doações para o Hospital do Câncer de Pernambuco. Para colaborar, basta copiar o QR Code que estará disponível na tela da live. <em>“Queremos juntar todos os blocos, músicos, compositores e admiradores do gênero num grande evento on-line”</em>, afirma Valéria Moraes, coordenadora do Coral Edgard Moraes e neta do compositor, arranjador, violonista e folião engajado. <em>“Sendo Edgard Moraes um baluarte do nosso carnaval, fundador que foi de vários blocos líricos, é mais do que justo que a cada ano, seja ele lembrado em sua data natalícia, com a comemoração do Dia do Frevo de Bloco, que será ainda mais especial em 2020, pois aliaremos essa referência histórica com uma ação social de solidariedade”</em>.</p>
<p>A gerente-geral do Paço do Frevo, Nicole Costa, ressalta a importância de medidas cautelosas na retomada de atividades culturais durante a pandemia. <em>“Como bom folião, o Paço está louco para voltar às ruas e aglomerar no nosso tradicional Arrastão do Frevo. Mas é essencial lembrarmos que a pandemia ainda não acabou e, por outro lado, nos desafia diariamente a encontrar soluções para continuarmos ativos e vibrantes, mas valorizando a vida. Assim como a reabertura do Paço, a live do Dia do Frevo de Bloco será transmitida online, com todos os cuidados sanitários necessários, seguindo as recomendações da OMS. E tão logo possamos voltar às ruas, comemoraremos com todo o calor humano que nos é de direito”</em>, declarou. Além da parceria com o Paço do Frevo, que recebe a ação, o evento do Coral Edgard Moraes tem o apoio da Prefeitura do Recife, Sesc-PE e Atacadão.</p>
<p><strong>Sobre o Frevo de Bloco - </strong>Tradição do Carnaval recifense, o Frevo de Bloco é executado por um Coral Feminino, acompanhado por uma orquestra de pau e corda, composta por instrumentos como violões, cavaquinhos, banjos, bandolins, violinos, além de instrumentos de sopro (flauta e clarinete) e de percussão (surdo, caixa e pandeiro). O ritmo embala as agremiações tradicionalmente denominadas “blocos carnavalescos mistos”, cujo aparecimento se relaciona a um importante dado histórico e sociológico: o início da legitimação da participação das mulheres, principalmente da classe média, na folia de rua do Recife, nas primeiras décadas do século XX.</p>
<p><strong>Paço do Frevo -</strong> O espaço cultural apresenta-se como um local de incentivo à difusão, à pesquisa, e à formação de profissionais nas áreas da dança e da música, dos adereços e das agremiações do frevo. Ao longo de seis anos, recebeu quase 660 mil visitantes, teve mais de 2 mil alunos formados em suas atividades e promoveu mais de 600 apresentações artísticas. Paço do Frevo é uma iniciativa da Fundação Roberto Marinho, com realização da Prefeitura do Recife e gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live do Dia do Frevo de Bloco<br />
Quando: 1º de novembro, domingo, às 17h<br />
Onde: Canal do Youtube do Coral Edgard Moraes (<a href="https://www.youtube.com/coraledgardmoraes" target="_blank"><strong>www.youtube.com/coraledgardmoraes</strong></a>)</p>
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		<title>Bora Pernambucar no Carnaval encerra programação com homenagem ao Dia do Frevo</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Feb 2020 16:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O “Bora Pernambucar no Carnaval” promoveu, neste domingo (9), Dia do Frevo, um verdadeiro encontro da cultura popular para celebrar o aniversário deste que é um Patrimônio Imaterial da Humanidade com 113 anos de história. O último dia da programação feita para animar a temporada pré-carnavalesca, promovida pelas secretarias de Cultura e Turismo do Estado, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75195" aria-labelledby="figcaption_attachment_75195" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-no-Carnaval-Jan-Ribeiro-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-75195" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-no-Carnaval-Jan-Ribeiro-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Alceu Valença fez um show com clássicos da sua carreira para comemorar os 113 anos do Frevo</p></div>
<p>O “Bora Pernambucar no Carnaval” promoveu, neste domingo (9), Dia do Frevo, um verdadeiro encontro da cultura popular para celebrar o aniversário deste que é um Patrimônio Imaterial da Humanidade com 113 anos de história. O último dia da programação feita para animar a temporada pré-carnavalesca, promovida pelas secretarias de Cultura e Turismo do Estado, Fundarpe e Empetur, contou ainda com uma homenagem às La Ursas de Sâo Caetano, uma das principais manifestações culturais de Pernambuco, além de um grande encontro entre o Homem da Meia Noite, Patrimônio Vivo do estado, e Zé Pereira e Vitalina, bonecos gigantes que fazem a folia de Momo acontecer em Belém de São Francisco – e que chegaram de barco, no Cais do Sertão, para comemorar o aniversário do frevo. A noite encerrou com shows da Orquestra Malassombro e da figura carimbada no Carnaval de Pernambuco, o cantor Alceu Valença.</p>
<div id="attachment_75200" aria-labelledby="figcaption_attachment_75200" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-no-Carnaval-Jan-Ribeiro-7.jpg"><img class="size-medium wp-image-75200" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-no-Carnaval-Jan-Ribeiro-7-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Nesta edição, o Bora Pernambucar no Carnaval homenageou as La Ursas de Sâo Caetano</p></div>
<p>“A fusão de todos os ritmos e representações culturais desembarcou no Cais do Sertão, promovendo a abertura oficial do Carnaval pernambucano. Os shows e cortejos serviram para apresentar aos turistas o potencial da folia de Momo do Estado”, ressaltou o secretário de Turismo e Lazer, Rodrigo Novaes.</p>
<p>Gilberto Freyre Neto, secretário estadual de Cultura, sintetizou o evento construído conjuntamente entre as equipes da Empetur e Fundarpe. “Essa integração das secretarias é um modelo onde todo o Estado ganha. Fazemos os grupos do interior circularem e o turista aproveita para conhecer nossa cultura”.</p>
<div id="attachment_75198" aria-labelledby="figcaption_attachment_75198" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-no-Carnaval-Jan-Ribeiro-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-75198" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-no-Carnaval-Jan-Ribeiro-5-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Público lotou o Cais do Sertão para conferir as apresentações</p></div>
<p>Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe, destacou o papel dos mestres e mestras da cultura popular no ciclo carnavalesco. “Cada agremiação ou artista que se apresentou aqui trouxe consigo uma parte dessa diversidade que se mostra durante o Carnaval. Quem veio para o Cais do Sertão conheceu como é rica a nossa cultura popular”.</p>
<div id="attachment_75196" aria-labelledby="figcaption_attachment_75196" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-no-Carnaval-Jan-Ribeiro-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-75196" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-no-Carnaval-Jan-Ribeiro-3-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">De barco, os bonecos gigantes Zé Pereira e Vitalina, diretamente de Belém de São Francisco, foram recebidos pelo Homem da Meia Noite para comemorar o aniversário do Frevo</p></div>
<p>A programação do Dia do Frevo começou pela tarde, às 15h, com diversas representações culturais do Estado, como o Maracatu Nação Erê, Caboclinho Sete Flexas Mirim, Caiporas de Pesqueira, Papangus de Bezerros, Caretas de Triunfo e os Tabaqueiros de Afogados da Ingazeira.</p>
<div id="attachment_75197" aria-labelledby="figcaption_attachment_75197" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-no-Carnaval-Jan-Ribeiro-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-75197" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-no-Carnaval-Jan-Ribeiro-4-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Homem da Meia Noite empolgou a multidão com uma sequência de vários frevos de rua</p></div>
<p>O convidado especial foi o boneco gigante mais antigo do Brasil, Zé Pereira, que saiu de Belém do São Francisco, no Sertão pernambucano, para brincar a prévia no Cais. Ao lado da esposa, Vitalina, foi recepcionado pelo gigante Patrimônio Vivo do Estado, o Homem da Meia Noite, e acompanhado pelas La Ursas de São Caetano, que em 2020 completam 52 carnavais.</p>
<div id="attachment_75199" aria-labelledby="figcaption_attachment_75199" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-no-Carnaval-Jan-Ribeiro-6.jpg"><img class="size-medium wp-image-75199" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-no-Carnaval-Jan-Ribeiro-6-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Outras manifestações culturais, como os Tabaqueiros de Afogados da Ingazeira, também fizeram parte da festa</p></div>
<p>Em seguida, quem subiu ao palco do Bora Pernambucar no Carnaval foi a Orquestra Malassombro, fundada em 2019 por um grupo de músicos da nova cena pernambucana. Comandada pelo maestro Rafael Marques, o repertório é formado por composições de nomes como Juliano Holanda, PC Silva, Vinicius Barros, Zé Manoel e Martins &#8211; que fez uma participação especial durante o show, assim como o Maestro Spok. No conjunto, uma instrumentação com cordas, sopros, contrabaixo e sanfona, além do coral feito por vozes como a da cantora Isadora Melo, encantou o público com as canções em ritmo de frevo de bloco.</p>
<div id="attachment_75191" aria-labelledby="figcaption_attachment_75191" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-108.jpg"><img class="size-medium wp-image-75191" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-108-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Fundada em 2019, a Orquestra Malassombro é formada por um grupo de músicos da nova cena pernambucana</p></div>
<p>E Carnaval de Pernambuco sem show de Alceu Valença não é Carnaval. Para fechar com chave de ouro a programação do Bora Pernambucar no Carnaval, e sob forte expectativa do público – que ficou até o fim da programação para assistir ao show do cantor &#8211; Alceu Valença subiu ao palco de óculos, cartola e capa escura e, durante pouco mais de uma hora de show, fez uma apresentação com homenagens ao frevo. Ao lado do público, cantou vários hinos do Carnaval pernambucano, como &#8216;La Belle De Jou&#8217;, &#8216;Girassol&#8217;, &#8216;Tropicana&#8217; e &#8216;Anunciação&#8217;.</p>
<div id="attachment_75187" aria-labelledby="figcaption_attachment_75187" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-75187" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Bora-Pernambucar-Jan-Ribeiro-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8211; Alceu Valença subiu ao palco de óculos, cartola e capa escura e, durante pouco mais de uma hora de show, fez uma apresentação com homenagens ao frevo</p></div>
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		<title>Dia Estadual do Frevo é celebrado em Olinda com cortejos e apresentações culturais</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Feb 2020 18:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dia do frevo]]></category>
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		<description><![CDATA[O mais pernambucano dos ritmos completa aniversário neste domingo (9). E a cidade de Olinda não poderia ficar de fora desta festa. Para celebrar o Dia Estadual do Frevo &#8211; Patrimônio Imaterial da Humanidade, o município preparou uma programação especial, que está repleta de ações para quem quer festejar a data e antecipar o Carnaval [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60026" aria-labelledby="figcaption_attachment_60026" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">José Marcos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/152486486880247bbd122d7500907e8207fb2ddd6a.jpg"><img class="size-medium wp-image-60026" alt="José Marcos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/152486486880247bbd122d7500907e8207fb2ddd6a-607x422.jpg" width="607" height="422" /></a><p class="wp-caption-text">Quinteto Violado será uma das atrações da festa. O grupo se apresenta no sábado (8), às 23h, na Praça do Carmo</p></div>
<p>O mais pernambucano dos ritmos completa aniversário neste domingo (9). E a cidade de Olinda não poderia ficar de fora desta festa. Para celebrar o Dia Estadual do Frevo &#8211; Patrimônio Imaterial da Humanidade, o município preparou uma programação especial, que está repleta de ações para quem quer festejar a data e antecipar o Carnaval 2020. Cortejos e apresentações culturais, nos mais variados gêneros, prometem animar os foliões.</p>
<p>Ao todo, serão três dias de festividade, e mais de dezesseis atrações, como Ed Carlos, Dudu do Acordeon, Nádia Maia, Silvério Pessoa, Rogério Rangel, Quinteto Violado, entre outros. Destaque da programação são os cortejos culturais, realizados durante os três dias, que sempre vão sair do Mercado da Ribeira (R. Bernardo Vieira de Melo &#8211; Carmo, Olinda &#8211; PE). De lá, a multidão ávida por muito frevo e alegria, passará por pontos estratégicos da cidade, como o edíficio-sede da Prefeitura de Olinda, logo em seguida sede da Troça Pitombeira dos Quatro Cantos (R. 27 de Janeiro, 128 &#8211; Carmo, Olinda &#8211; PE). O encerramento do desfile das agremiações culturais acontecerá na Praça do Carmo (Av. Liberdade &#8211; Carmo, Olinda &#8211; PE). O percusso tem pouco mais de 2 km.</p>
<p>A programação começa nesta sexta-feira (7), às 19h, com um cortejo do grupo Brincante Popular. Às 20h, o palco montado na Praça do Carmo receberá shows da Orquestra Virtual, seguido por Dudu do Acordeon, Nádia Maia, e o encerramento fica por conta de Benil.</p>
<p>No sábado (8), o cortejo será realizado a partir das 17h, com a Companhia Brasil Por Dança. Logo em seguida, o palco principal será ocupado pelo Maracatu Nação Pernambuco, Orquestra Zezé Corrêa, de Aliança, na Zona da Mata; Charles Theony; Renato Pires. Fechando à noite, Quinteto Violado.</p>
<p>Já no domingo (9), é dia de cair no frevo. Ponto alto das comemorações, a festividade reúne um cortejo da Bela da Tarde e seus Bonecos Gigantes, às 16h. Na Praça do Carmo, artistas embaixadores da música pernambucana, prometem colocar olindenses e turistas para dançarem, como Ed Carlos, Silvério Pessoa e Rogério Rangel.</p>
<p>“Só o Carnaval é o legítimo território que consegue mostrar o Frevo na sua amplitude. O frevo é imenso”, destaca o curador da programação, o produtor e consultor em projetos culturais, Afonso Oliveira.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>::PROGRAMAÇÃO DIA DO FREVO, EM OLINDA::</strong></p>
<p><strong>7/2 &#8211; SEXTA-FEIRA</strong><br />
19h – Brincante Popular (cortejo)<br />
20h – Orquestra Virtual<br />
21h30 – Nádia Maia<br />
22h &#8211; Dudu do Acordeon<br />
23h30 – Benil</p>
<p><strong>8/2 – SÁBADO</strong><br />
17h – Companhia Brasil por Dança (cortejo)<br />
18h – Maracatu Nação Pernambuco<br />
19h – Orquestra Zezé Correia<br />
20h – Charles Theony<br />
21h30 – Renato Pires<br />
23h – Quinteto Violado</p>
<p><strong>9/2 – DOMINGO</strong><br />
16h – Bela da Tarde e seus Bonecos Gigantes (Cortejo)<br />
17h – Maracafrevo<br />
18h30 – Ed Carlos<br />
20h – Silvério Pessoa</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Troça Cariri Olindense apresenta-se no Museu do Trem</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/troca-cariri-olindense-apresenta-se-no-museu-do-trem/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Feb 2019 17:24:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[dia do frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Ferroviária de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[museu de arte contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[troça cariri olindense]]></category>

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		<description><![CDATA[Para celebrar o Dia do Frevo e a primeira viagem de trem feita em Pernambuco, a Estação Central Capiba/Museu do Trem, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, promove na próxima sexta-feira (8), a partir das 13h30, uma mediação especial ao acervo e às salas do espaço. Sob o tema &#8221;Trilhos e Frevos&#8221;, a atividade tem como objetivo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66726" aria-labelledby="figcaption_attachment_66726" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/cariri.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66726" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/cariri-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A apresentação da Troça Cariri Olindense começará às 15h</p></div>
<p>Para celebrar o Dia do Frevo e a primeira viagem de trem feita em Pernambuco, a Estação Central Capiba/Museu do Trem, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, promove na próxima sexta-feira (8), a partir das 13h30, uma mediação especial ao acervo e às salas do espaço. Sob o tema &#8221;Trilhos e Frevos&#8221;, a atividade tem como objetivo criar um diálogo entre a temática do museu e o compositor Capiba, patrono do equipamento, estabelecendo assim uma conexão entre as datas que se comemoram a inauguração da primeira ferrovia pernambucana e o Dia do Frevo em nosso Estado, respectivamente os dias 8 e 9 de fevereiro.</p>
<p><em>&#8220;A ideia é abordar a história do transporte ferroviário, com ênfase na inauguração da primeira ferrovia pernambucana, em paralelo com a história e a musicalidade do frevo. Para isso, vamos usar várias canções do Capiba durante a visita guiada aos espaços do Museu do Trem, como &#8221;É hora de frevo&#8221;, &#8220;De chapéu de sol aberto&#8221;, &#8220;Oh, Bela&#8221;, &#8220;Cala a boca, menino&#8221;, &#8220;Frevo e ciranda&#8221; e &#8220;Trombone de Prata&#8221;</em>, conta Márcia Chamixaes, gestora do equipamento cultural.</p>
<p>A atividade é aberta ao público e, além da mediação especial, contará com a participação da <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/troca-cariri-olindense/" target="_blank">Troça Carnavalesca Mista Cariri Olindense</a></strong>, a partir das 15h. <em>&#8220;Cariri é uma das agremiações mais bonitas e tradicionais do nosso Carnaval. Patrimônio Vivo do Estado, a sua participação abrilhantará ainda mais o nosso evento, com seu autêntico frevo de rua&#8221;</em>, diz Chamixaes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dia do Frevo</strong></span><br />
O Dia Nacional do Frevo é comemorado oficialmente em 14 se setembro. Mas em Pernambuco, grande berço do ritmo, o estilo também recebe grande homenagem no dia 9 de fevereiro. A data marca a primeira vez que o termo foi publicado, em 1907, no Jornal Pequeno (Recife). Em 2019, o ritmo &#8211; que já foi declarado em 2012 como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela ONU como e Patrimônio Cultural do Brasil, título concedido em 2008 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) &#8211; comemora 112 anos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Primeira ferrovia pernambucana</strong></span><br />
Neste ano, celebra-se o 161º aniversário de inauguração da primeira ferrovia de Pernambuco. O trecho, que foi inaugurado no dia 8 de fevereiro de 1858, possuía 31,5 km e ligava o Recife (partindo da Estação Cinco Pontas) à Vila do Cabo, sendo a primeira etapa da <em>Recife and São Francisco Railway</em>. Inaugurada quatro anos após a Estrada de Ferro Petrópolis (Rio de Janeiro), a ferrovia pernambucana é a segunda do país.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Cariri</strong></span><br />
Patrimônio Vivo do Estado desde 2015, a Troça Carnavalesca Mista Cariri é uma das mais antigas agremiações do Carnaval de Olinda. Fundada no dia 15 de fevereiro de 1921, abre os festejos de Momo na cidade desfilando sempre às 4h da madrugada do Domingo de Carnaval. Sua sede fica na Praça Conselheiro Miguel Canuto, no Guadalupe, e seu nome é uma homenagem ao velho “Cariri”, apelido de um antigo vendedor do Mercado de São José, no Recife, que até hoje continua como símbolo da troça.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
&#8220;Trilhos e Frevos&#8221;, com a participação da Troça Carnavalesca Mista Cariri<br />
Quando: 8/2 (sexta-feira), a partir das 13h30<br />
Onde: Estação Central Capiba/ Museu do Trem do Recife (R. Floriano Peixoto, s/n &#8211; São José, Recife &#8211; PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<item>
		<title>Olinda comemora o Dia do Frevo com programação especial</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2017 19:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Informações: Prefeitura de Olinda A 10ª edição do Festival Freviolinda, que nesta quinta-feira (9) integra as comemorações em torno do Dia do Frevo na cidade de Olinda, estará promovendo apresentações de passistas e orquestras, homenageando o ritmo mais famoso do Carnaval pernambucano. As apresentações estarão concentradas a partir das 8h, no Alto da Sé, localizado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/frevo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-33694" alt="Pri Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/frevo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="right"><em>Informações: Prefeitura de Olinda</em></p>
<p style="text-align: justify;">A 10ª edição do Festival Freviolinda, que nesta quinta-feira (9) integra as comemorações em torno do Dia do Frevo na cidade de Olinda, estará promovendo apresentações de passistas e orquestras, homenageando o ritmo mais famoso do Carnaval pernambucano. As apresentações estarão concentradas a partir das 8h, no Alto da Sé, localizado no Sítio Histórico da Cidade Patrimônio.</p>
<p style="text-align: justify;">Contando também com a presença da Boneca do Frevo, que no mesmo dia celebra os seus 11 anos de tradição carnavalesca, as atividades terão concentração em frente ao Grêmio Recreativo Escola de Samba (G.R.E.S.) Preto Velho. No local, as oficinas ‘Frevo clássico’ e ‘Frevo e suas fusões: Frevo Balé e Frevo Capoeira’, serão oferecidas gratuitamente ao público interessado, a partir das às 9h30. As atividades retornam à tarde, a partir das 15h, com a realização de um concurso de passistas nas categorias infantil, juvenil e adulto.</p>
<p style="text-align: justify;">Já à noite, o encerramento das festividades contará com o 1º Concurso de Frevo do Festival. Ao todo são oito compositores inscritos que apresentarão novas composições do ritmo. Apenas o vencedor será premiado com um cachê de R$ 200, um troféu e um certificado de participação. O concurso tem o objetivo de incentivar a composição de novas marchinhas carnavalescas.</p>
<p style="text-align: justify;">Às 21h, haverá o lançamento do CD ‘Frevolinda’ e, em seguida, o arrastão do Bloco do Frevo no Alto da Sé. Serão mais de 15 músicos entoando frevos tradicionais pelas ladeiras da Cidade Alta, seguindo até os Quatro Cantos. A festa será acompanhada por passistas de frevo e uma boneca gigante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DIA DO FREVO</strong> &#8211; A data é celebrada pelos pernambucanos no dia 9 de fevereiro, porque há 110 anos o jornalista Osvaldo de Almeida, que trabalhava no Jornal Pequeno, do Recife, usou pela primeira vez a palavra “Frevo” para se referir a um tipo específico de dança. No entanto, de acordo com o calendário oficial brasileiro, o ritmo também é celebrado todo dia 14 de setembro, data de nascimento do mesmo jornalista. Declarado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, o Frevo é o ritmo que comanda as festas de Carnaval nas ladeiras de Olinda e também pelas ruas do Recife.</p>
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		<title>Cultura celebra aniversário do Frevo com ações nos Terminais Integrados da RMR</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2017 16:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das manifestações mais apaixonantes do Carnaval de Pernambuco faz aniversário nesta quinta-feira (9). Surgido no Recife há 110 anos, o Frevo já entrou na cabeça, tomou o corpo e acabou no pé de milhões de pessoas ao redor do mundo. Para celebrar esta tradição, o Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe, promoverá [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_44994" aria-labelledby="figcaption_attachment_44994" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/dia-do-frevo-foto-costa-neto-fundarpe-secult-pe-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-44994" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/dia-do-frevo-foto-costa-neto-fundarpe-secult-pe-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestras e passistas circularão pelos Terminais Integrados</p></div>
<p>Uma das manifestações mais apaixonantes do Carnaval de Pernambuco faz aniversário nesta quinta-feira (9). Surgido no Recife há 110 anos, o Frevo já entrou na cabeça, tomou o corpo e acabou no pé de milhões de pessoas ao redor do mundo.</p>
<p>Para celebrar esta tradição, o Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe, promoverá ações de fortalecimento e valorização desse gênero, não só no Dia do Frevo, mas durante todo o Carnaval, quando garantirá a presença de artistas e agremiações ligadas ao frevo para animar a festa realizada em diversos municípios do Estado.</p>
<p>No próximo dia 9, a programação se estende aos municípios de Recife, Paulista, Jaboatão dos Guararapes e Olinda. Orquestras de frevo e passistas irão tocar e dançar frevo, instigando os milhares de transeuntes que circulam por terminais de ônibus dessas cidades.</p>
<p>A partir das 6h, os clarins de Momo irão soar nos terminais integrados de Joana Bezerra (Recife) e Pelópidas Silveira (Paulista), com a participação de orquestras e passistas. Ao meio-dia, a Estação Central do Recife e o Terminal Integrado Xambá também receberão a ação. Já no começo da noite, às 18h, os músicos e os passistas passarão pelos terminais de Camaragibe e Prazeres.</p>
<div id="attachment_44995" aria-labelledby="figcaption_attachment_44995" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/dia-do-frevo-foto-costa-neto-fundarpe-secult-pe-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-44995" alt="Laís Domingues/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/02/dia-do-frevo-foto-costa-neto-fundarpe-secult-pe-1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A ação acontecerá às 6h da manhã, ao meio-dia e às 18h</p></div>
<p>A presidente da Fundarpe Márcia Souto celebra a ação, reforçando que cabe ao Governo o papel de reconhecer e valorizar os patrimônios culturais do Estado. “O frevo é um patrimônio cultural da humanidade, mas, antes de tudo, é um orgulho pernambucano, uma das expressões que ainda hoje moldam a identidade do nosso povo. Nesse sentido, merece todas as homenagens e o empenho do poder público em ações e também políticas permanentes de valorização e salvaguarda”, destaca.</p>
<p>O secretário de Cultura Marcelino Granja reforça o compromisso do Governo neste ano em valorizar ainda mais, não só o frevo, mas todas as manifestações mais ligadas à tradição do carnaval. “Fizemos uma convocatória que não aceitará, para o Carnaval, gêneros da música mais pop e comercial. Assim, garantimos que 30% das contratações este ano serão destinadas à artistas que se enquadram na categoria de cultura popular; 40% para representantes da música da tradição carnavalesca; 10% para as orquestras de Frevo; e 20% aos grupos e artistas da Música Popular Brasileira”, ressalta Marcelino.</p>
<p>Confira programação completa:</p>
<p><strong>DIA DO FREVO &#8211; 9 de fevereiro (quinta-feira)</strong></p>
<p><strong>6h -</strong> Terminais Integrados de Joana Bezerra (Recife), com a Cia. de Passistas de A a Z e a Orquestra Rosemblitz; e Pelópidas Silveira (Paulista), com a Cia. de Passistas Ogum Odé e a Orquestra Freviocando;<br />
<strong>12h -</strong> Estação Central do Recife, com o Grupo de Passistas e a Orquestra Nelson Ferreira; e Terminal Integrado Xambá, com a Cia. de Passistas Ogum Odé e a Orquestra Freviocando;<br />
<strong>18h -</strong> Terminais Integrados de Camaragibe, com a Cia. de Passistas de A a Z e a Orquestra Rosemblitz; e Prazeres, com o Grupo de Passistas e a Orquestra Nelson Ferreira.</p>
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		<title>Esse é pra tocar no rádio?</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/esse-e-pra-tocar-no-radio/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2015 18:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Que o frevo é um ritmo popular, todo mundo já sabe. Mas em que medida o termo “popular” pode ser utilizado? Para ser popular é preciso tocar nas rádios? É preciso viralizar na internet? Fazer o folião enlouquecer durante quatro dias de festa basta para ser popular? Pois bem, o que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Que o frevo é um ritmo popular, todo mundo já sabe. Mas em que medida o termo “popular” pode ser utilizado? Para ser popular é preciso tocar nas rádios? É preciso viralizar na internet? Fazer o folião enlouquecer durante quatro dias de festa basta para ser popular? Pois bem, o que parece ocorrer é que o frevo sempre teve seus altos e baixos no quesito divulgação/difusão, e que toda a explosão que ele irrompe durante quatro dias parece arrefecer durante os outros 361 do ano. Além disso, o frevo também parece não se sustentar nacionalmente como outro gênero tão popular, o samba, apesar de ser reverenciado por milhões e de ostentar o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, desde 2012. Momentos de glória e de ocaso, desafio e novas alternativas para difundir o nosso mais autêntico ritmo é o mote na fala dos entrevistados nesta última matéria da série em homenagem ao Dia do Frevo.</p>
<div id="attachment_21123" aria-labelledby="figcaption_attachment_21123" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/pernambuco-frevando-para-o-mundo.jpg"><img class="size-medium wp-image-21123" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/pernambuco-frevando-para-o-mundo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A coletânea &#8220;Pernambuco Frevando para o mundo&#8221; chega à sua edição e é material farto em composições</p></div>
<p>O frevo nasceu nas ruas, no meio do povo, assim como o samba, como o funk. Esses têm espaço garantido o ano inteiro nas rádios e TVs, além de shows Brasil afora. O frevo, não. Na verdade, o frevo passou por momentos de grande prestígio, mas que foram eternos apenas enquanto duraram. Os dois principais auges – em termo de massificação e generoso espaço midiático – se deram quando do advento da Rozenblit e durante o projeto Asas da América, de Carlos Fernando. Em ambos, o frevo teve espaço robusto no mercado fonográfico e em execução nas rádios. Após isso, o cenário mudou um pouco e o frevo passou a contentar-se com sua sazonalidade. “<em>Boa parte do que se ouvia nas rádios daqui era o frevo. Infelizmente, ele não tem mais o mesmo respaldo midiático que tinha antes. As rádios continuam sendo sazonais e o frevo continua encapsulado, preso no período carnavalesco</em>”, atesta Silvério Pessoa.</p>
<p>Além das rádios, outro ambiente importante para popularização do frevo foram os festivais de música carnavalesca, a exemplo do Frevança e o do Recifrevo, que tiveram seu auge na década de 1980. Eram espaço para que o público se familiarizasse com as novas músicas que surgiam anualmente, e, por consequência, um estímulo para os compositores. “<em>Esses festivais eram transmitidos pelas TVs daqui. A Rede Globo transmitiu (Frevança), a TV Jornal transmitiu (Recifrevo). E eram transmitidos ao vivo, depois da novela das oito, em horário nobre&#8230; Tinha plateia torcendo. Ou seja, era algo que ajudava a massificar o frevo</em>”, lembra Fábio Cabral, da Passadisco. Posteriormente, o Festival de Músicas Carnavalescas, realizado pela Prefeitura do Recife – rebatizado, há cerca de dois anos, de “Frevo da Humanidade”, continuou acontecendo (com interrupções de dois anos não consecutivos), mas, mesmo assim, parece não mais contar com o interesse da mídia e dos veículos de comunicação para sua repercussão.</p>
<p>Então, além do espaço que há durante o período carnavalesco, como manter o frevo em evidência ao longo do ano? Do campo de vista da oferta de novos trabalhos, algumas iniciativas podem servir como alternativa para que o gênero ultrapasse fronteiras estabelecidas equivocadamente, uma vez que música boa não carece de época do ano para ser tocada. Fábio Cabral, da Passadisco, não se furtou em colaborar e, além da loja Passadisco, fez da marca uma chancela para lançar as coletâneas <em>Pernambuco cantando para o mundo</em>, <em>Pernambuco forrozando para o mundo </em>e, nessa mesma linha, <em>Pernambuco frevando para o mundo</em>, que, no ano passado, teve prensada sua segunda edição, que saiu com uma tiragem de mil cópias.</p>
<p>Um disco duplo, totalizando 36 faixas, que traz de nomes mais clássicos, como Alceu Valença, Antonio Nóbrega, Coral Edgard Moraes, Geraldo Azavedo, Elba Ramalho, Moraes Moreira, até gerações mais recentes, a exemplo de China, Siba, DJ Dolores, Mundo Livre S/A, Herbert Lucena, esses, artistas que, de certa forma, não têm ligação direta com o frevo, mas que, em um dado momento, flertaram com esse caminho musical, o que também é o caso de Genival Lacerda, Maria Alcina, Arlindo dos Oito Baixos, entre outros que estão lá. “<em>Quando eu fiz essa coletânea, me preocupei em trazer também gente nova, que tivesse uma identificação com o público jovem. Pois é através do jovem que a música pode se renovar. São esses artistas que podem alcançar essa juventude. São poucos, na música contemporânea, que utilizam o frevo com freqüência. Imagina só se Lenine lançasse um frevo em seus discos, se a Nação Zumbi lançasse</em>”, destaca Fábio, ao lembrar que boa parte das músicas desse repertório veio de discos não necessariamente voltados para o frevo. Ou seja, não são discos sazonais, e podem muito bem ser rodados em qualquer época do ano.</p>
<p><strong>Na rede</strong></p>
<div id="attachment_21124" aria-labelledby="figcaption_attachment_21124" class="wp-caption img-width-330 alignright" style="width: 330px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/c-michilles-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-21124 " alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/c-michilles-2-330x486.jpg" width="330" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">César Michiles utiliza o facebook até para publicar partituras de frevo</p></div>
<p>Outra ferramenta que pode ser utilizada a favor é, sem dúvida, a internet. Conscientes do alcance que a rede tem, os artistas se utilizam dela para divulgar seus trabalhos, formar redes de contatos e difundir o frevo. O instrumentista, compositor, produtor e arranjador César Michiles deu o pontapé a uma iniciativa no seu facebook. Há cerca de três semanas, ele lançou o “Desafio do frevo de rua”, uma brincadeira em que ele escolhe o frevo de um compositor e desafia esse compositor a tocar um frevo dele e passar a brincadeira pra frente, desafiando outro. O alcance disso, segundo Michiles, tem sido grande, tendo receptividade até mesmo fora do país. “<em>O mundo inteiro se comunica pele facebook. Então, nada mais natural que eu, querendo divulgar o meu trabalho e o frevo, também utilize a internet pra isso. Já recebi mensagens dos E.U.A., França, Portugal, de pessoas querendo conhecer melhor meu trabalho. Além disso, eu também tenho disponibilizado partituras das minhas músicas, incluindo os frevos, pra que gente do outro lado do mundo possa tocar. E há um interesse muito grande do público do exterior com relação ao frevo. E a internet tem ajudado nesse sentido, aproximado ainda mais esse público do que a gente faz aqui</em>”, considera.</p>
<p>O guitarrista e produtor Luciano Magno também faz usufruto do alcance das redes para difundir sua música, carregada também de frevos. Seu novo disco, “Estrada do tempo” está à venda online. “<em>Eu procurei priorizar o álbum digital, dei carga total na distribuição, em plataformas como iTunes Store, além das de streaming, como Spotify e Deezer. Ou seja, as pessoas baixam e ouvem muito mais coisas na rede, é natural que o caminho para divulgação desse trabalho seja pela internet</em>”, explica. Mas, para ele, ainda há ressalvas, que exigem tempo. “<em>É um novo caminho que a gente tá aprendendo a utilizar. Com a internet, você tem um alcance gigantesco de um determinado conteúdo, mas é muita coisa ao mesmo tempo em circulação, as coisas vão se diluindo no meio desse mar de informações. O interessante, agora, o próximo passo é saber como prender, como focar a atenção para conteúdos de forma mais profunda. Esse é o nosso dilema daqui pra frente</em>”, conclui.</p>
<p>No passo marcado de ponta de pé e calcanhar, o frevo vira e se revira como pode: na TV, na rádio, na internet, mas o seu lugar mais adequado, sem dúvida, é nas ruas do Recife, ou subindo e descendo as ladeiras de Olinda, e no coração de todo o folião que não se cansa quando chega a Quarta-feira, e já vislumbra o Carnaval do ano seguinte, levando o frevo dentro de si pra onde quer que vá!</p>
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		<title>Frevo: dos velhos aos novos carnavais</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2015 16:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ por Leonardo Vila Nova Em cima do trio elétrico, o coro canta “Ai, que calor ô ô! Ai, que calor ô ô!&#8230;”. Por entre o bailar dos flabelos, se ouve “Madeeeira do Rosariiinho”. Nos ataques das orquestras, as sete primeiras notas de Vassourinhas e o já previsível “Heeeei!!!”. Nas ladeiras de Olinda, o “Hino do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20982" aria-labelledby="figcaption_attachment_20982" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/discos-de-frevo-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-20982" alt="A cada ano, novos discos com frevos inéditos são lançados. É preciso conhecer essas novidades da nossa música" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/discos-de-frevo-costa-neto-607x383.jpg" width="607" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">A cada ano, novos discos com frevos inéditos são lançados. É preciso conhecer essas novidades da nossa música</p></div>
<p style="text-align: right;"><b><i> </i></b><b><i>por Leonardo Vila Nova</i></b></p>
<p>Em cima do trio elétrico, o coro canta “<em>Ai, que calor ô ô! Ai, que calor ô ô!&#8230;</em>”. Por entre o bailar dos flabelos, se ouve “<em>Madeeeira do Rosariiinho</em>”. Nos ataques das orquestras, as sete primeiras notas de <em>Vassourinhas</em> e o já previsível “<em>Heeeei!!!</em>”. Nas ladeiras de Olinda, o “Hino do Elefante” é repetido à exaustão, várias vezes ao dia e em todos os dias de folia. E no palco, Alceu Valença, mais uma vez, canta “<em>Biiiicho maluco beleeeza no Largo do Amparo</em>”. Essas músicas estão na boca e na ponta do pé do folião pernambucano. É assim todos os anos. Clássicos do frevo, que atravessou mais de um século e foi consagrado por nomes de envergadura inconteste no cancioneiro popular pernambucano, entre autores e intérpretes: Nelson Ferreira, Capiba, Antonio Maria, Claudionor Germano, Carlos Fernando, Alceu Valença, J. Michiles. Isso, só para citar apenas alguns. O frevo, no entanto, não ficou congelado no passado. Ele continua sendo vívida fonte de inspiração para novas criações que surgem ano após ano. Mas&#8230; onde estão os novos frevos? Quem são os novos compositores?</p>
<p>Novos artistas vêm botando a mão na massa da criação e ajudando ampliar o repertório carnavalesco pernambucano, com músicas e trabalhos dedicados ao frevo. Basta procurar. Fábio Cabral, proprietário da Loja Passadisco, que fica no Shopping Sítio da Trindade, zona Norte do Recife, é um apreciador de música e vem acompanhando de perto esse processo. O espaço possui um acervo invejável de obras musicais pernambucanas, desde as antológicas até as novidades recém-saídas do forno. E, óbvio, o frevo tem lugar garantido no estabelecimento. Ele enumerou os artistas com lançamentos que se deram do fim do ano passado pra cá, e que têm o frevo como protagonista. Quinze foram os nomes citados por ele à reportagem, sejam discos autorais ou coletâneas, que já se encontram nas lojas, à disposição do público. “<em>A quantidade de lançamentos de discos de frevo que acontecem, anualmente, eu creio que seja basicamente a mesma, algo nessa média de 10 discos por ano</em>”, destaca Fábio.</p>
<div id="attachment_20983" aria-labelledby="figcaption_attachment_20983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/fabio-passadisco-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-20983" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/fabio-passadisco-costa-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Sempre antenado, Fábio Cabral, da Loja Passadisco acompanha as novidades que surgem no frevo</p></div>
<p>André Rio, Benil, Som da Terra, Geraldinho Lins, Um Bloco em Poesia estão entre os que foram lembrados por ele. Boa parte dos trabalhos traz composições inéditas. Mas, ainda assim, a busca pelo novo ainda encontra certa resistência. “<em>Eu vejo muito disso aqui na loja: a maioria das pessoas não vem procurando algo novo, mas sempre os clássicos. Às vezes, eu até tento estimular, mostro um disco legal, aí a pessoa olha e diz: ‘Ué, mas essas músicas eu não conheço!’, e não leva o disco. Mas, claro, ainda há aqueles, os colecionadores de frevo de verdade, que sempre marcam presença aqui, especialmente nesse período, e compram de tudo, inclusive as novidades! Mas são minoria, ainda”</em>.</p>
<p>No entanto, o universo de novos compositores que, nos dias de hoje, vêm dando sua contribuição ao frevo é ainda maior. Na lista, músicos como Bráulio Araújo, Luciano Magno, Henrique Albino, Beto Hortiz, César Michiles, Dudu do Acordeon e, mais recentemente, o cantor Maciel Melo, estão nesse hall. Conversamos com três deles.</p>
<p><strong>Do matulão para a sombrinha colorida</strong><br />
Quando a reportagem chegou à Passadisco para a entrevista com Fábio Cabral, um CD tocava no aparelho de som da loja. Era <em>Perfume de Carnaval</em>, o novíssimo e surpreendente álbum de Maciel Melo. O “caboclo sonhador”, conhecido pela sua trajetória de décadas calcada no forró, resolveu, dessa vez, cair no frevo! O novo trabalho tem direção musical do Maestro Spok e traz 11 canções inéditas – duas compostas solo, sete parcerias e duas canções de amigos. Todas são frevos!</p>
<div id="attachment_20980" aria-labelledby="figcaption_attachment_20980" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/maciel-melo-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-20980" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/maciel-melo-costa-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Acostumado ao forró, Maciel Melo surpreende com &#8220;Perfume de Carnaval&#8221;, disco totalmente dedicado ao frevo</p></div>
<p>Mesmo que timidamente, Maciel já havia composto alguns frevos ao longo de sua carreira. <em>Frever</em>, em parceria com Valmar Belarmino, conquistou, em 1991, o segundo lugar no concurso Recifrevo, promovido pela TV Jornal do Recife. O hino do jornal anárquico Papa-figo também foi composto por Maciel. E essa vontade de fazer frevos encontrava-se latente em Maciel, mas ainda quieta. “<em>Eu, como artista e compositor pernambucano, sentia a necessidade de ter um disco dedicado ao frevo. Não tinha feito antes porque não havia amadurecido essa ideia ainda</em>”, conta.</p>
<p>O principal incentivador foi o compositor e produtor musical Carlos Fernando (falecido em 2013), a quem <em>Perfume de Carnaval</em> é dedicado. Foi o boêmio amigo quem, por vezes, jogou a semente dessa ideia em Maciel. Porém, o gatilho detonador se deu no Carnaval de 2014, a partir de um ligeiro incômodo, enquanto acompanhava o desfile do Galo da Madrugada. “<em>Quando vi o primeiro trio, tocava alguns frevos daqueles conhecidos. O segundo tocava as mesmas músicas do primeiro. O terceiro, as mesmas dos dois primeiros. Eu fiquei pensando como é que podia uma coisa dessas. Daí, quando cheguei em casa, me tranquei na sala onde eu trabalho e só saí na quinta depois do carnaval, com 11 músicas prontas</em>”, relembra.</p>
<p>Nessa empreitada, Maciel teve a colaboração de nomes do quilate de Maestro Spok, Geraldo Azevedo, Rogério Rangel, que lhe enviaram músicas para que ele colocasse as letras. Saiu do processo de composição determinado a gravar um disco. Maciel, então, se cercou dos melhores músicos e arranjadores e pôs a mão na massa, de forma independente, bancando tudo. “<em>Eu não vim brincar de fazer frevo. Tudo o que eu faço no meu trabalho é valendo. Foi um disco feito de corpo e alma, bem arranjado</em>”, diz Maciel. O resultado que se ouve em <em>Perfume de Carnaval</em> é digno de um veterano do frevo. Maciel parece que gostou da ideia e já vai botar o seu frevo na rua, com apresentações no polo de Campo Grande, no dia 16 de fevereiro, e na cidade de Surubim, dia 21. E já prometeu que, a partir de agora, irá fazer frevo todos os anos.</p>
<p><strong>Confira o clipe &#8220;Davanira&#8221;, do novo disco de Maciel Melo, &#8220;Perfume de Carnaval&#8221;.</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hKNTtcsi66k" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Frevo que vem no sangue</strong><br />
Um dos parceiros de Maciel em <em>Perfume de Carnaval</em> é o instrumentista, compositor, produtor e arranjador César Michiles. O jovem músico, virtuoso na flauta, traz no sangue o DNA do frevo. Filho do compositor J. Michiles (autor de clássicos carnavalescos famosos na voz de Alceu Valença), desde muito cedo César se interessou em seguir o caminho da música. Ele se dedicou aos estudos no Conservatório Pernambucano de Música e seguiu se aperfeiçoando em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. O menino prodígio, então com 12 anos, chegou a fazer duas apresentações acompanhando Luiz Gonzaga, no ginásio Geraldão. Não demoraria muito para que fosse morar fora do país, residindo em Nova York (E.U.A.) por três anos. Lá, acompanhou nada menos que Naná Vasconcelos, Toninho Horta, Manolo Badrena, Bill O’Connel, entre outros. De volta ao Brasil, passou pelo Rio de Janeiro, e passou a trabalhar com produção musical e arranjos para vários artistas.</p>
<div id="attachment_20981" aria-labelledby="figcaption_attachment_20981" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/César-Michilles-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-20981" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/César-Michilles-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">César Michiles foi um dos músicos que trouxe sofisticação ao frevo, com novas composições</p></div>
<p>Apesar da herança paterna, o frevo só chegou na sua vida bem depois. Sua primeira composição no gênero data de 2008. “Pega Ladrão” ganhou o primeiro lugar no Festival de Músicas Carnavalescas, da Prefeitura do Recife (PCR), em 2008/2009. Depois, outros frevos foram surgindo. Mais um primeiro lugar, em 2011/2012, com “Pipocando” e, pelo festival Frevo da Humanidade, também da PCR, em 2013/2014, o segundo lugar com “Esse é o tom”, que ganhou letra de Maciel Melo para entrar no seu disco. <em>“Minhas músicas têm sido bem aceitas nesse universo dos músicos, compositores e críticos. Maestros como Edson Rodrigues e Spok têm elogiado o meu trabalho. Isso tem sido muito bom e me incentiva a criar ainda mais”.</em></p>
<p>Se ambientando nesse universo dos festivais de música carnavalesca, César teve um <em>insight</em> e captou um novo conceito para o frevo de rua, chamado “frevo concerto”. A nova estética traz o solista executando seu frevo à frente da orquestra. <em>“Passou a se tornar muito frequente nos festivais esse novos autores/instrumentistas defendendo, em palco, suas músicas”</em>. Outros compositores compartilham da mesma ideia de César: Bráulio Araújo, Beto Hortiz e Luciano Magno. Não por acaso, também profícuos compositores de frevo e competidores de festivais de música.</p>
<p><strong>Ouça &#8220;Pega Ladrão&#8221;, primeiro frevo composto por César Michiles</strong></p>
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<p><strong>Virtuoso da guitarra no ritmo do frevo</strong><br />
Também habitué de festivais de música carnavalesca, o guitarrista Luciano Magno tem uma trajetória longa com o frevo. Nascido em Paulo Afonso (BA), entrou em contato com a música pernambucana através das rádios que retransmitiam os sons daqui até lá. Mas, ao mesmo tempo, absorveu toda a sonoridade do rock’n’roll, gênero forte na década de 1980. Começou a tomar gosto pela música e passou a tocar entre os anos de 1985 e 86. E, ao se apresentar com uma orquestra de frevo, se deparou com os clássicos, as músicas mais tradicionais, que, de certa forma, foram uma escola.</p>
<p>“<em>Já cheguei no Recife praticamente pronto pra essa coisa do carnaval</em>”, diz Luciano, que veio morar na capital pernambucano em 1989, então, com 17 anos, para prestar o vestibular em Engenharia. Em 1990 já se apresentava no carnaval daqui, pela primeira vez. Daí não parou mais. Abandonou a faculdade, passou a cursar o Conservatório Pernambucano de Música e decidiu que essa seria a sua estrada a partir de então. No batente, passou a trabalhar como instrumentista e compositor de artistas como Dominguinhos, Geraldo Azevedo, Naná Vasconcelos, André Rio, entre outros. No seu currículo, ele também traz a participação em praticamente todas as edições da coletânea “Recife Frevoé”.</p>
<p>O primeiro frevo – de tantos que já fez – ele não lembra qual foi, nem quando compôs. <em>“Eu tinha muitas músicas, que eu utilizava mais como estudo mesmo, e que foram se dispersando”</em>, conta. Mas ele lembra que começou a inserir frevos em seus discos a partir do segundo, <em>Sotaque</em>, de 2003. Ele entrou de cabeça e passou a compor ainda mais, participando de seis festivais de música carnavalesca, entre 2006 e 2011. <em>Pisando em brasa</em> é um dos frevos que ele inscreveu, sagrando-se campeão em 2011. <em>Esquentadinho</em> é outro frevo que, recentemente, ganhou letra de Moraes Moreira, e está no novo disco de André Rio, <em>Um abraço do frevo</em>. Luciano também teve participação ativa nas composições do mais recente disco de 15 anos do “Um Bloco em Poesia”, que o homenageia no carnaval deste ano.</p>
<p>Mas, segundo Luciano, seu frevo de maior alcance é <em>Frevo Mágico</em>, finalista do concurso de 2008. Mesmo não tendo faturado o prêmio, ele conta que chegou aos ouvidos de várias partes do mundo, por ser uma música cuja execução é mais complexa e tem atraído a atenção de vários estudiosos. <em>“É um dos frevos que mais me traz alegria em ter feito, por ele ser um dos mais interpretados pelos novos instrumentistas. É um frevo diferente, que traz influências das fugas de Bach, e que soa bem no rock’n’roll. Está sendo muito acessada por quem quer estudar guitarra no frevo”</em>, revela, orgulhoso.</p>
<p><strong>Ouça abaixo &#8220;Frevo Mágico&#8221;, de Luciano Magno</strong></p>
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<p>Muito mais do que se apresentar através das vozes e dos acordes de novos compositores, ao longo de seus 108 anos de existência, o frevo também deu conta de se renovar, dialogando com outros elementos musicais, ganhando novas caras e novos ares. Foi relido, repaginado, reprocessado. Nesta terça (10), a segunda matéria da série de reportagens em homenagem ao Dia do Frevo! Não perca!</p>
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