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	<title>Portal Cultura PE &#187; Diego Di Niglio</title>
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		<title>Livro fotográfico revela universos afetivos de reprimidos pela ditadura</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 18:39:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como um desdobramento do projeto &#8220;Marcas da Memória – História Oral da Anistia no Brasil&#8221;, que entrevistou cerca de 100 pessoas vítimas de perseguição política, prisão e tortura durante a ditadura civil-militar instaurada no Brasil após o golpe de 1964, o fotógrafo Diego Di Niglio lança nesta terça-feira (20/3), o fotolivro P14311, no Arquivo Público [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Como um desdobramento do projeto &#8220;Marcas da Memória – História Oral da Anistia no Brasil&#8221;, que entrevistou cerca de 100 pessoas vítimas de perseguição política, prisão e tortura durante a ditadura civil-militar instaurada no Brasil após o golpe de 1964, o fotógrafo Diego Di Niglio lança nesta terça-feira (20/3), o fotolivro <strong>P14311</strong>, no Arquivo Público do Estado de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_58764" aria-labelledby="figcaption_attachment_58764" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/p14311_div3.jpg"><img class="size-medium wp-image-58764" alt="reprodução " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/p14311_div3-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Cerca de 100 imagens compõem a narrativa visual da publicação</p></div>
<p>O italiano radicado no Recife investigou com imagens as histórias e universos afetivos de pessoas atingidas pela repressão. Pesquisou e utilizou também os materiais dos prontuários do DOPS de Recife na construção de séries fotográficas. O ensaio conta com uma média de 100 imagens, compondo uma narrativa visual baseada nas memórias de cerca de 30 pessoas. A pesquisa foi realizada ao longo de 4 anos, entre 2014 e 2017, em Pernambuco, entre Recife, Olinda e o antigo Engenho Galileia (Vitória de Santo Antão), sede da primeira Liga Camponesa do Nordeste e onde foi gravado o célebre documentário “Cabra marcado para morrer”, de Eduardo Coutinho. Em 2016 foi lançado o blog <a href="http://www.p14311.org" target="_blank"><strong>www.p14311.org</strong></a>.</p>
<p>Com base nos conceitos e práticas do documentário imaginário, o autor se debruça sobre o reflexo de um dos maiores traumas histórico-coletivos da sociedade brasileira do século passado, utilizando o meio fotográfico, sem deixar de ser registro do real, para reconstruir lembranças e sentimentos, onde a memória representa uma junção dos fatos com as emoções. &#8220;Não se trata de uma reconstrução histórica, mas do que hoje ainda está presente no imaginário destas pessoas ou rastros das memórias de quem já se foi. Marcas que ainda estão frescas no inconsciente coletivo e que são traumas latentes. Fantasmas que ainda habitam as casas. E que, em muitos casos, ainda não encontraram justiça e reparação por conta do Estado e da sociedade&#8221;.</p>
<div id="attachment_58765" aria-labelledby="figcaption_attachment_58765" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/p14311_Diego_Di_Niglio_retrato.jpg"><img class="size-medium wp-image-58765" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/p14311_Diego_Di_Niglio_retrato-607x431.jpg" width="607" height="431" /></a><p class="wp-caption-text">Diego Di Niglio pesquisou em acervos de Pernambuco entre os anos de 2014 a 2017</p></div>
<p>Produzido por Kelly Ferreira de Lima, que assina o projeto gráfico, o fotolivro P14311 tem a coordenação editorial de Lia Miceli Lopez Lecube e conta com a participação de Mateus Sá como fotógrafo editor, além dos professores da UFPE Pablo Porfirio e José Afonso Jr. na elaboração dos textos históricos e de crítica fotográfica.</p>
<p>A acessibilidade dos conteúdos é oferecida no <strong><a href="http://www.p14311.org" target="_blank">blog</a>,</strong> onde estão disponíveis (inclusive para download gratuito) áudios e vídeos com interpretação em LIBRAS de todos os textos, além das audiodescrições das imagens do ensaio.</p>
<p>O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura e com os apoios da Universidade Federal de Pernambuco – Departamento de História e Programa de Pós-graduação em História, Comissão Estadual da Memória e Verdade Dom Helder Câmara (CEMVDHC), Arquivo Público Estadual de Pernambuco José Emerenciano (APEJE), Fundação Joaquim Nabuco &#8211; Coordenação Geral de Estudos da História Brasileira (Cehibra), Instituto Miguel Arraes, Comitê de Memória Verdade e Justiça de Pernambuco (CMVJ-PE) e Associação Pernambucana de Anistiados Políticos (APAP).</p>
<div id="attachment_58767" aria-labelledby="figcaption_attachment_58767" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/p14311_div1.jpg"><img class="size-medium wp-image-58767" alt="Reprodução " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/p14311_div1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cem exemplares serão distribuídos gratuitamente no lançamento</p></div>
<p>No lançamento haverá uma roda de diálogo com o fotógrafo Diego Di Niglio e os autores dos textos, além de contar com a participação dos protagonistas do ensaio. Durante o encontro serão distribuídos gratuitamente 100 exemplares do fotolivro.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do Fotolivro “P14311” de Diego Di Niglio</strong><br />
Local: Arquivo Público Estadual de Pernambuco – 1º andar (auditório)<br />
Endereço: Rua do Imperador Pedro II, 371 – Bairro de Santo Antônio, Recife/PE<br />
Dia e horário: 20 de março de 2018, às 18h30<br />
Acessibilidade: Intérprete de libras<br />
Entrada Gratuita<br />
Informações: <a href="http://www.p14311.org" target="_blank"><strong>www.p14311.org</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Documentário &#8220;Aurora 1964&#8243; faz pré-estreia no Cinema São Luiz</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Aug 2017 18:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aurora 1964]]></category>
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		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[pre-estreia]]></category>

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		<description><![CDATA[Bruno Souza Cineasta de primeira viagem, o italiano Diego Di Niglio lança na próxima segunda-feira (11), às 19h, seu primeiro documentário no Cinema São Luiz. Batizado de &#8220;Aurora 1964&#8243;, o longa, que conta com incentivo do Funcultura, retrata a história de pernambucanos que tiveram a vida atingida pelo regime militar instalado com o Golpe de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53032" aria-labelledby="figcaption_attachment_53032" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-53032" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/aurora1964div-2-di-3-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O longa marca estreia do diretor Diego Di Niglio nas telonas</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Cineasta de primeira viagem, o italiano Diego Di Niglio lança na próxima segunda-feira (11), às 19h, seu primeiro documentário no Cinema São Luiz. Batizado de &#8220;Aurora 1964&#8243;, o longa, que conta com incentivo do Funcultura, retrata a história de pernambucanos que tiveram a vida atingida pelo regime militar instalado com o G<em id="__mceDel">olpe de 1964. &#8221;O longa é um exercício de memória, que constrói pontes entre épocas da história brasileira dos séculos 20 e 21. É um registro sobre vidas recompostas, constituídas por desvios e atravessadas pela imprevisibilidade das dinâmicas políticas do presente e do passado&#8221;</em>, conta Di Niglio.</p>
<p>Segundo o diretor, o documentário é resultado de quatro anos de pesquisa nos arquivos do DOPS-PE e de uma série de investigações e acompanhamento das sessões da Comissão de Memória e Verdade de Pernambuco, bem como das memórias orais e dos acervos particulares de pessoas que vivenciaram esse período e que protagonizam o filme. <em>&#8220;Aurora 1964 foi rodado entre abril de 2015 e dezembro de 2016, entre Recife, Olinda e o antigo Engenho Galileia (Vitória de Santo Antão), sede da primeira Liga Camponesa do Nordeste, local onde foi gravado o célebre documentário Cabra marcado para morrer, de Eduardo Coutinho&#8221;</em>, lembra o cineasta na entrevista exclusiva que concedeu ao <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Portal Cultura.PE</strong></a>. Logo após a exibição do filme, haverá um debate entre o diretor, o público e os protagonistas do documentário no Cinema São Luiz. O acesso é gratuito.</p>
<p>Confira abaixo a entrevista na íntegra:</p>
<p><strong>1- Qual o ponto de partida do filme? A partir de que elementos históricos/afetivos você construiu o enredo do documentário?</strong><br />
<em>Sou formado em Ciências Políticas pela Universidade Católica de Milão e tenho uma trajetória na cooperação internacional, de mais de 15 anos, em projetos de ONG em área cultural, social, preservação ambiental e de desenvolvimento econômico em Africa, Asia e America Latina. Sempre fui muito sensibilizado pelas dinâmicas dos golpes dos anos 60/70 em America Latina, e me aproximei aos movimentos sociais de luta contra as ditaduras, como Las Madres de Plaza de Mayo e Las Abuelas de Plaza de Mayo na Argentina e, sucessivamente no Brasil, às entidades empenhadas no processo de memória e reparação, contra os crimes atuados pelos repressão dos órgãos estaduais, com leituras, pesquisas e encontros.</em></p>
<p><em>Meu caminho no Brasil, nessa temática, iniciou-se em 2013, através do livro <a href="http://www.justica.gov.br/central-de-conteudo/anistia/anexos/historia-oral-miolo-1.pdf" target="_blank"><strong>Marcas da</strong> </a><strong><a href="http://www.justica.gov.br/central-de-conteudo/anistia/anexos/historia-oral-miolo-1.pdf" target="_blank">Memória: História Oral da Anistia no Brasil</a></strong>, realizado pelas UFPE, UFRS e UFRJ, com apoio da Comissão de Anistia. A partir da leitura dessa obra, entrei em contato com o professor Antônio Montenegro, do departamento de história da UFPE, que me acolheu com muito interesse e disponibilidade, e me apresentou ao historiador Pablo Porfírio, que se tornou um grande parceiro neste caminho. Eles me apresentaram à Comissão de Memória e Verdade de Pernambuco, que também abriu as portas as minhas pesquisas com grande disponibilidade.</em></p>
<div id="attachment_25209" aria-labelledby="figcaption_attachment_25209" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Diego-Di-Niglio-Foto-de-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-25209" alt="Foto: Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Diego-Di-Niglio-Foto-de-Costa-Neto-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Diego Di Niglio tomou o Golpe de 1964 como pano de fundo para o seu primeiro documentário</p></div>
<p><em>A minha ideia inicial foi de um projeto fotográfico, retratando as memórias orais de pessoas envolvidas na luta atingidas pela ditadura, através de encontros com as pessoas (inicialmente, da lista dos entrevistados pelo Marcas da Memória, ampliando para outras que conheci durante esse trajeto), bem uma busca nos arquivos do DOPS de Pernambuco. Entre 2014 e 2016, realizei o <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/diego-di-niglio-apresenta-resultado-da-pesquisa-marcas-da-memoria-na-torre-malakoff/" target="_blank"><strong>trabalho fotográfico</strong></a>, com incentivo do Funcultura, em um projeto de pesquisa na área de fotografia, que gerou o blog <a href="https://p14311.org/" target="_blank"><strong>www.p14311.org</strong></a> e que ainda em 2017 será lançado em um fotolivro, sob o titulo P14311, também com a chancela do Funcultura.</em></p>
<p><em>Foi durante essa pesquisa fotográfica que surgiu a ideia do documentário audiovisual &#8220;Aurora 1964&#8243;, pois, à medida que ia fotografando, fui gravando depoimentos dos personagens retratados, a fim de onhecer mais sobre a história deles e estabelecer um diálogo mais profundo, que considero fundamental para gerar uma relação humana entre nós e também para favorecer o processo de criação fotográfica.</em></p>
<p><em>Ao longo desse caminho, foram se envolvendo parceiros da área audiovisual, como o fotógrafo Mateus Sá, o roteirista e diretor Felipe Peres Calheiros, além do historiador Pablo Porfírio e o meu colega de pesquisa Marcelo dos Santos. Desses encontros, nasceu a ideia do documentário &#8220;Aurora 1964&#8243;, como série para TV. Apresentamos o projeto no Funcultura Audiovisual e aprovamos, em 2015, na linha de Desenvolvimento de Produto para TV e, em 2016, como série para televisão. Rodamos entre 2015 e 2016, e, no processo de montagem, conseguimos desdobrá-lo em um longa e uma série televisiva.</em></p>
<p><strong>2- Trata-se de um documentário de memórias, não é isso? Como foi para você, que é estrangeiro, revisitar/reconstruir essas memórias/histórias de um período tão dolorido para o povo brasileiro? Há um silenciamento/apagamento dessa época na nossa história oficial?</strong><br />
<em>Sim, é um documentário de memórias, mas no filme tentamos investigar o passado, contextualizando com a realidade presente, a contemporaneidade dos protagonistas e a atualidade social e política do Brasil de hoje. A intenção do longa é mostrar a história desses personagens integrando suas memórias na dimensão do cotidiano de cada um deles. Fizemos isso para valorizar a realidade de cada um, sem limitar a narração a memória do passado. Vale dizer aqui que a história oral, contada por pessoas que vivenciaram essa época, com suas emoções, seus apagamentos e imprecisões que o tempo naturalmente produz, serve como contraponto da história oficial que sempre objetiva os fatos, mas, na realidade, é também fruto de uma interpretação.</em></p>
<p><em>Nunca idealizamos um documentário historiográfico, pois os fatos já foram amplamente objetos de livros e outros filmes. Porém, pensamos em uma abordagem mais pessoal, baseada nas pessoas, em suas lembranças em um contexto mais contemporâneo. A atualidade da temática e a necessidade de se fazer este trabalho vem de elementos distintos. De um lado, o processo de reparação propriamente dito, operado pelas Comissões de Memória e Verdade a nível nacional e em vários estados do Brasil. De outro, a constatação que a consciência do que se passou entre 1964 e 1985 ainda não está suficientemente presente na consciência da sociedade brasileira (a não ser em algumas camadas dela), pois observamos uma evidente desconhecimento sobre os fatos e a gravidade da violência que foi empregada pelos órgãos repressores do Estado naquela época.</em></p>
<p><strong>3- Como as pessoas entrevistadas reagiram ao reavivamento dessas memórias? Quem são os personagens que participam do documentário?</strong><br />
<em>Em muitos momentos das gravações, as emoções das pessoas em reviver o passado foram bem intensas. E intensas tanto para os entrevistados quanto para nós, da equipe. Para mim, particularmente, foi uma experiência profunda de humanidade, onde pude conhecer de perto as pessoas que se dispuseram em abrir suas histórias para nosso documentário: Jomard Muniz de Britto; Jacyra Bezerra, Jarbas Araújo, Anacleto Julião, Cícero Anastásio da Silva, o Maestro Geraldo Menucci, Maria de Lourdes da Silva, Marcelo Santa Cruz, Zito da Galileia, Nadja Brayner e a Banda Ave Sangria, que assina também a trilha sonora.</em></p>
<p><strong>4- Esse é seu primeiro trabalho na área de cinema? Conta um pouco dessa experiência em rodar um filme pela primeira vez.</strong><br />
<em>O &#8220;Aurora 1964&#8243; é minha primeira experiência na direção de um trabalho audiovisual. Tudo foi um aprendizado. Agradeço infinitamente a todos os parceiros que trabalharam nesta empreitada da elaboração do projeto, a produção, montagem e finalização. Foi um processo de construção coletiva que, mesmo com uma equipe reduzida, garantiu a flexibilidade necessária para as gravações. O desafio maior foi enfrentar cada etapa da construção do filme, se debruçando sobre a linguagem e a estética que tentamos construir, como contar a história e como roteirizar o documentário, em função da abordagem escolhemos ter. Destaco que o Funcultura foi fundamental para a ideia do documentário se tornar realidade, pois ele garantiu o incentivo não só a realização completa do longa, como do projeto de pesquisa fotográfica que foi o passo anterior a ele.</em></p>
<p><strong>5- Após essa pré-estreia no Cinema São Luiz, o filme terá desdobramento? Participará de festivais?</strong><br />
<em>Como comentei anteriormente, o &#8220;Aurora 1964&#8243; tem vários desdobramentos: fotolivro, longa-metragem e série para TV de 4 capítulos (que será também produzida em DVD com legendas em LIBRAS e um kit de propostas de atividades didáticas em 1000 cópias de distribuição gratuita para escolas, universidades, cineclubes, associações). O documentário também está inscrito em vários festivais nacionais e internacionais, mas por enquanto estamos aguardando respostas. A série será lançada na TVPE e, sucessivamente, vamos começar a distribuí-la com outras emissoras nacionais e internacionais.</em></p>
<p>Veja o teaser de &#8220;Aurora 1964&#8243;:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PdRctmSLOVI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Pré-estreia do documentário &#8220;Aurora 1964&#8243;<br />
<strong>Quando:</strong> segunda-feira (11), às 19h<br />
<strong>Onde:</strong> Cinema São Luiz (Rua da Aurora 175, Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
<strong>Quanto:</strong> acesso gratuito</p>
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		<title>Diego Di Niglio apresenta resultado da pesquisa &#8220;Marcas da Memória&#8221; na Torre Malakoff</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/diego-di-niglio-apresenta-resultado-da-pesquisa-marcas-da-memoria-na-torre-malakoff/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2016 17:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Marcas da Memória: retratos de Pernambuco aos 50 anos do golpe civil-militar de 1964]]></category>
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		<category><![CDATA[Torre Malakoff]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2011, o Ministério da Justiça, por meio da Comissão da Anistia, iniciou o projeto Marcas da Memória – História Oral da Anistia no Brasil. Realizado em parceria com as Universidades Federais de Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, o projeto entrevistou cerca de 100 pessoas vítimas de perseguição política, prisão e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/fotografia-entre-memoria-e-verdade_encontro-na-ufpe_p14311.jpg"><img class="size-full wp-image-36129 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/fotografia-entre-memoria-e-verdade_encontro-na-ufpe_p14311.jpg" width="600" height="347" /></a></p>
<p>Em 2011, o Ministério da Justiça, por meio da Comissão da Anistia, iniciou o projeto Marcas da <em>Memória – História Oral da Anistia no Brasil</em>. Realizado em parceria com as Universidades Federais de Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, o projeto entrevistou cerca de 100 pessoas vítimas de perseguição política, prisão e tortura durante a ditadura civil-militar instaurada no Brasil após o golpe de 1964.</p>
<p>Para o caso, em Pernambuco, foram entrevistadas 41 pessoas, entre militantes de partidos, movimentos sociais, como as Ligas Camponesas, integrando, em grande medida, os grupos que adotaram depois de 1968 a opção pela luta armada contra os governos militares. Partindo desse material existente, o fotógrafo italiano Diego Di Niglio, com incentivo do Funcultura, e a parceria da UFPE e da Comissão Estadual de Memória e Verdade Dom Helder Câmara pelos conteúdos histórico-políticos, está realizando um projeto de pesquisa fotográfica autoral que tem como objetivo produzir um registro de retratos/ensaios sobre pessoas atingidas pela repressão do governo militar, investigando com as imagens as histórias e universos particulares dos retratados. Parte dessa pesquisa será apresentada nesta quarta-feira (11), às 19h, na Torre Malakoff. No evento, fruto de uma parceria da Associação dos Fotógrafos Fototech Regional Pernambuco e a Torre Malakoff, o fotógrafo mostrará a experiência da pesquisa realizada e projetará uma série de 100 imagens do ensaio <a href="https://p14311.org/" target="_blank"><strong>P14311</strong></a>, com uma roda de diálogo aberta ao público.</p>
<p>&#8220;Não trata-se de uma reconstrução histórica, mas do que hoje ainda está presente no imaginário destas pessoas e da sociedade. Marcas materializadas em imagens, sons, relatos, silêncios, lugares, documentos, objetos, lembranças e sentimentos. Marcas que ainda estão frescas, no inconsciente coletivo, e são traumas latentes. Fantasmas que ainda habitam as casas. E que, em muitos casos, ainda não encontraram justiça e reparação por conta do Estado e da sociedade&#8221;, conta Di Niglio sobre o projeto, que conta com a colaboração do historiador Pablo Porfírio (UFPE). Porfírio assina os textos biográficos sobre as trajetórias das pessoas retratadas no ensaio.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Apresentação do projeto fotográfico <em><a href="www.p14311.org" target="_blank"><strong>P14311</strong></a></em>, de Diego Di Niglio<br />
Quando: 11/5 (quarta feira), às 19h<br />
Onde: Torre Malakoff, 2º andar, Sala Confluência (Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<item>
		<title>Catálogo de fotografia &#8220;Instantâneas da África&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/instantaneas-da-africa/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/instantaneas-da-africa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 18:39:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[“Instantâneas da África”]]></category>

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		<description><![CDATA[Título: Instantâneas da África Tipo de produto: catálogo Classificação: Fotografia Nome do proponente: Lía Miceli López Lecube Autor: Diego Di Niglio Descrição:  Livro catálogo da exposição &#8220;Instantâneas da África&#8221; traz série de fotografias coloridas e P&#38;B produzidas em quase 10 anos de viagens do fotógrafo Diego Di Niglio por vários países da África retratando as pessoas e seu cotidiano, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Africa_Postais_10_Togo_2003.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-9844" alt="Instantaneas da Africa - Togo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Africa_Postais_10_Togo_2003-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><strong>Título: </strong>Instantâneas da África<br />
<strong>Tipo de produto: </strong>catálogo<strong><br />
Classificação: </strong>Fotografia<strong><br />
Nome do proponente: </strong>Lía Miceli López Lecube<strong><br />
Autor:</strong> Diego Di Niglio<strong><br />
Descrição:</strong>  Livro catálogo da exposição &#8220;Instantâneas da África&#8221; traz série de fotografias coloridas e P&amp;B produzidas em quase 10 anos de viagens do fotógrafo Diego Di Niglio por vários países da África retratando as pessoas e seu cotidiano, incluindo dois ensaios sobre os pastores nômades de Chad e sobre a Ilha do Gore. Na parte final do catálogo, são apresentadas fotografias feitas pelos alunos pernambucanos durante as oficinas de fotografia analógica realizadas nos quilombos de Catucá, Timbó, Águas Claras e Filhos do Pajeú de Pernambuco. <strong><br />
Ano de lançamento:</strong> 2014<strong><br />
Edição:</strong> 1ª<strong><br />
Tiragem:</strong> 1.000<strong><br />
Entidades beneficiadas: </strong>Quilombo Xambá, Associação Afoxé Alafin Oyo, Associação Maracatu Leão Coroado, Associação Quilombola Aguas Claras, Associação Quilombola Filhos do Pajeú, Ponto de Cultura de Floresta, Secretaria de Cultura de Floresta, Associação Rural Comunitária Quilombola de Timbó, Escola Julião Capito Filho Vila Iratama de Garanhuns Associação quilombola de Tejocupapo Antigo Quilombo de Catucá, Núcleo da Cultura Afro Brasileira, Museu da Abolição, MAC, Torre Malakoff, AESO, Centro Capibaribe de Fotografia CCI, Secretaria de Cultura de Recife, Secretaria de Cultura de Garanhuns, Secretaria de Cultura de Olinda, Arquivo Público de Olinda, MAC Museu de Arte Contemporânea em Olinda.<strong><br />
Distribuição gratuita: </strong>nos eventos de lançamento ou  através de solicitação por email.<strong><br />
Site: </strong>www.instantaneasdaafrica.worpress.com.br<strong><br />
Email: </strong>instantaneasdaafrica@gmail.com<strong><br />
Telefone: </strong>(81) 988221263</p>
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		<title>Diego Di Niglio lança catálogo sobre exposição “Instantâneas da África”</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2015 17:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[Após circular em comunidades quilombolas como Catucá, Timbó, Aguas Claras e Filhos do Pajeú, nas propriedades rurais de Garanhuns, Goiana, Triunfo e Floresta, o fotógrafo Diego Di Niglio lança na próxima segunda-feira (25), no Núcleo de Cultura Afro Brasileiro, o livro catálogo “Instantâneas da África”. Reunindo uma série de imagens que fizeram parte de suas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25209" aria-labelledby="figcaption_attachment_25209" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Diego-Di-Niglio-Foto-de-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-25209" alt="Foto: Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Diego-Di-Niglio-Foto-de-Costa-Neto-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Diego Di Niglio</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após circular em comunidades quilombolas como Catucá, Timbó, Aguas Claras e Filhos do Pajeú, nas propriedades rurais de Garanhuns, Goiana, Triunfo e Floresta, o fotógrafo Diego Di Niglio lança na próxima segunda-feira (25), no Núcleo de Cultura Afro Brasileiro, o livro catálogo “Instantâneas da África”. Reunindo uma série de imagens que fizeram parte de suas exposições sobre o continente africano, a obra também possui trabalhos dos fotógrafos Guga Soares e Mateus Sá.</p>
<p style="text-align: justify;">Organizado por Lia Miceli López Lecube, esposa de Diego, os resultados das oficinas de fotografias destinadas a crianças e adolescentes em quilombos do Agreste e Sertão pernambucano, também constam no catálogo. <em>“O critério utilizado para a publicação foi retratar não apenas a identidade da cultura africana, já mostrada nas exposições, mas também demonstrar as semelhanças desta cultura com os resultados das experiências nas comunidades quilombolas. Outro ponto bastante interessante da obra é um ensaio sobre os desertos da África e a busca dos africanos pela água, além de um ensaio realizado na Ilha do Goré, ponto de onde partiam em navios diversos escravos africanos para o Brasil”</em>, explicou Lia.</p>
<p style="text-align: justify;">Iniciada no ano de 2014, com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, a exposição “Instantâneas da África” possuía como finalidade debater a realidade sócio política e cultural afrodescendente. Após a realização das oficinas, outras atividades foram realizadas nos quilombos, como exposições de fotografias produzidas pelos participantes e produção de documentários audiovisuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para participar do evento de lançamento, que se trata de um intercâmbio de saberes e experiências composto por uma mesa de diálogo, é necessário se inscrever através de formulário com o Núcleo de Cultura Afro Brasileira, pelo e-mail: <strong>nucleodacultafro@gmail.com</strong> ou pelos telefones: (81) 3355-3100, 3355-3101, 9824-0716 e 9734-9752. As vagas são limitadas. No final da apresentação será entregue uma cópia para cada inscrito que participou do evento.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong> Lançamento do livro catálogo “Instantâneas da África”, de Diego Di Niglio</strong></em><br />
<strong> Quando:</strong> segunda-feira, 25 de maio<br />
<strong>Horário: </strong>a partir das 14h<br />
<strong>Local:</strong> Núcleo de Cultura Afro Brasileiro (Pátio de São Pedro, casa n° 34, Bairro de São Jose, no Recife).<br />
<strong>Inscrições:</strong> <strong>nucleodacultafro@gmail.com</strong> ou (81) 3355-3100, 3355-3101, 9824-0716, 9734-9752.</p>
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		<title>Triunfo recebe exposição “Instantâneas da África”</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2014 13:01:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
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		<category><![CDATA[“Instantâneas da África”]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto “Instantâneas da África” promove neste sábado (22), a partir das 9h30, no Teatro Guarany, em Triunfo, o encerramento de suas atividades realizadas desde o primeiro semestre deste ano, em quatro comunidades quilombolas de Pernambuco. A exposição, que é aberta ao público, também está inserida na programação da Semana da Consciência Negra, e reunirá [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17342" aria-labelledby="figcaption_attachment_17342" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Diego Di Niglio/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Filhos-do-Pajeu-foto-Diego-Di-Niglio.jpg"><img class="size-medium wp-image-17342" alt="Diego Di Niglio/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Filhos-do-Pajeu-foto-Diego-Di-Niglio-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Registro realizado no Quilombo de Filhos do Pajeú, em Floresta, que será uma das comunidades participantes da exposição.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O projeto “Instantâneas da África” promove neste sábado (22), a partir das 9h30, no Teatro Guarany, em Triunfo, o encerramento de suas atividades realizadas desde o primeiro semestre deste ano, em quatro comunidades quilombolas de Pernambuco. A exposição, que é aberta ao público, também está inserida na programação da Semana da Consciência Negra, e reunirá moradores das comunidades participantes do projeto durante o evento.</p>
<p style="text-align: justify;">Possibilitando o intercâmbio fotográfico de jovens das comunidades quilombolas de Catucá (Goiana), Timbó (Garanhuns), Filhos do Pajeú (Floresta) e Águas Claras (Triunfo), a atividade consiste em expor o resultado das fotografias produzidas, contando com exibição de vídeo documentário e bate-papo envolvendo a troca de experiências dos participantes. No mês de dezembro, o projeto irá publicar um livro-catálogo com ensaios fotográficos e relato das vivências fotográficas realizadas nos quatro quilombos.</p>
<div id="attachment_17343" aria-labelledby="figcaption_attachment_17343" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Diego Di Niglio</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Timbó-foto-Diego-Di-Niglio.jpg"><img class="size-medium wp-image-17343 " alt="Diego Di Niglio/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Timbó-foto-Diego-Di-Niglio-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Entardecer no Quilombo Timbó, zona rural de Garanhuns, no Agreste.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para a realização da exposição, o projeto possui incentivo do Governo de Pernambuco, através do FUNCULTURA, contanto com o apoio da Associação Quilombola de Águas Claras, Secretaria de Igualdade Racial, Secretaria de Cultura e Prefeitura de Triunfo, Prefeitura de Goiana e Agência de Desenvolvimento de Goiana, Prefeitura de Floresta e da Direção de Cultura de Floresta.</p>
<p><b>Confira a programação da exposição no Teatro Guarany, em Triunfo:</b></p>
<p><strong>Sábado, 22 de novembro</strong><br />
<strong>às 9h30</strong><br />
- Abertura do evento na sala principal do teatro;<br />
- Apresentação do projeto Instantâneas da África pôr o fotografo Diego Di Niglio e a curadora e produtora do projeto Lia Miceli Lopez Lecube;<br />
- Palavras do convidado Alexandre L´Omi L´Odo sobre identidade afrodescendente e sua atualidade política e social;<br />
- Apresentação da Exposição de fotos dos alunos do quilombo Filhos do Pajeú de Floresta no primeiro andar na sala de ingresso.</p>
<p><strong>às 10h40<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><br />
</em></em></em></em></em></strong>- Exibição do vídeo das vivências fotográficas com comentários dos fotógrafos: Guga Soares e Mateus Sá sobre a experiência e as oficinas;<br />
- Roda de diálogo sobre possíveis projetos que possam atingir os interesses dos quilombolas, promovendo intercâmbios culturais e sociais entre eles;<br />
- Exibição continuada das fotos produtos das 4 oficinas feitas nas comunidades quilombolas;</p>
<p><strong>às 12h</strong><br />
- Roda de Coco no coreto da Praça Carolino Campos com os coquistas dos quilombos.</p>
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		<title>Projeto &#8220;Instantâneas da África&#8221; contempla jovens do Quilombo de Filhos do Pajeú</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2014 20:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
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		<category><![CDATA[Quilombo de Filhos do Pajeú]]></category>
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		<category><![CDATA[quimbolos]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão pernambucano]]></category>

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		<description><![CDATA[O Quilombo de Filhos do Pajeú, localizado na zona rural de Floresta, no Sertão pernambucano, recebe o projeto “Instantâneas da África” a partir desta quarta-feira (15). A programação inclui oficina de fotografia destinada a jovens da comunidade e exposição fotográfica composta por 50 imagens coloridas e em preto e branco que registram a cultura de países [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/oficina_timboBX-2.jpg"><img class=" wp-image-15445 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/oficina_timboBX-2.jpg" width="254" height="170" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Quilombo de Filhos do Pajeú, localizado na zona rural de Floresta, no Sertão pernambucano, recebe o projeto “Instantâneas da África” a partir desta quarta-feira (15). A programação inclui oficina de fotografia destinada a jovens da comunidade e exposição fotográfica composta por 50 imagens coloridas e em preto e branco que registram a cultura de países africanos. Está será a quarta edição do projeto, que possui incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo como facilitadores os fotógrafos Mateus Sá e Guga Soares, a oficina será ministrada para 25 jovens da comunidade. A mostra “Instantâneas da África” reúne imagens do fotógrafo Diego Di Niglio, registradas entre 2002 e 2007, em Moçambique, Malaui, Burkina Faso, Senegal, Níger, Chade, Camarões, Togo, Benin e Gâmbia, abordando o cotidiano cultural em localidades urbanas e rurais.</p>
<p style="text-align: justify;">A exposição já percorreu diversos quilombos pernambucanos no objetivo de contribuir para o fortalecimento do resgate da memória relacionada às raízes africanas nas comunidades envolvidas.</p>
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