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	<title>Portal Cultura PE &#187; Dona Glorinha do Coco</title>
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		<title>18ª Sambada de Dona Glorinha do Coco homenageia a mestra com participações especiais das Filhas do Baracho e Lia de Itamaracá</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 19:47:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (27), a partir das 19h, o bairro do Amaro Branco, em Olinda, recebe a 18ª Sambada de Dona Glorinha do Coco, que presta uma homenagem à saudosa mestra Dona Glorinha do Coco, figura icônica da cultura popular pernambucana. A programação conta com apresentações do Coco do Amaro Branco, Cila do Coco, Seu Gervásio, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118569" aria-labelledby="figcaption_attachment_118569" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/14567260728_eec3638fd0_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-118569" alt="Foto: Renata Pires / Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/14567260728_eec3638fd0_c-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Renata Pires / Secult-PE/ Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Nesta sexta-feira (27), a partir das 19h, o bairro do Amaro Branco, em Olinda, recebe a 18ª Sambada de Dona Glorinha do Coco, que presta uma homenagem à saudosa mestra Dona Glorinha do Coco, figura icônica da cultura popular pernambucana. A programação conta com apresentações do Coco do Amaro Branco, Cila do Coco, Seu Gervásio, Mestre Viola Luz, Coco da Resistência, Coco do Pneu, Raízes do Amaro Branco, este último, um coco jovem, formado por Heloisa Braz, que tem apenas 17 anos e é também neta de Dona Glorinha; além das participações especiais das Filhas de Baracho e Lia de Itamaracá. O encontro, aberto ao público, acontecerá na Rua dos Pescadores e o acesso é gratuito.</p>
<p dir="ltr">A festa é uma reverência à mestra Dona Glorinha do Coco, que faleceu em março do ano passado,  aos 89 anos, deixando um legado valioso, incluindo a tradicional sambada junina que acontece há 18 anos. Muitos mestres, mestras e brincantes passaram por lá, alguns deles já cantam no céu, a exemplo de Pombo Roxo, Mestre Ferrugem, Mestre Dédo, Mestra Beata, Aurinha do Coco, Margarida Sambão e Dona Ritinha da Garrafa.</p>
<p dir="ltr">Apesar da ausência deles, a sambada continua com as gerações atuais, familiares de Dona Glorinha, sob a produção de Isa Melo, diretora da Coco Produções que, esse ano, conta com apoio da Fundarpe e da Prefeitura de Olinda, além do incentivo da PNAB – PE, através do projeto aprovado por Renata Braz, neta de Dona Glorinha do Coco. Renata é uma das responsáveis pela festa, acompanhando os passos da avó e buscando meios para dar continuidade ao legado que tem importância simbólica e afetiva para a comunidade do Amaro Branco.</p>
<div id="attachment_118568" aria-labelledby="figcaption_attachment_118568" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-25-at-16.01.08-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118568" alt="Nova geração de familiares e admiradores da mestra dão continuidade ao legado que tem importância simbólica e afetiva para a comunidade do Amaro Branco, em Olinda. I Foto: Divulgação/ Elimar Caranguejo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-25-at-16.01.08-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nova geração de familiares e admiradores da mestra dão continuidade ao seu legado, que tem importância simbólica e afetiva para a comunidade do Amaro Branco, em Olinda. I Foto: Divulgação/ Elimar Caranguejo</p></div>
<p dir="ltr">Para a produtora Isa Melo, o evento também tem uma pegada que movimenta a economia criativa na comunidade e entorno. “É um movimento importante que gera renda para os pequenos comerciantes e mantém viva uma tradição que faz do bairro uma referência do coco de roda em Pernambuco”, destaca.</p>
<p dir="ltr">A presença especial de Lia, Biu e Dulce, comadres de Dona Glorinha do Coco que estiveram juntas com a mestra em diversas ocasiões, como nas ações culturais do Centro Cultural Estrela de Lia, no Festival O Canto da Sereia e em iniciativas como o Encontro de Comadres, do SESC/PE; fortalece e honra à memória de Dona Glorinha. “É um momento único na sambada que, pela primeira vez, abre a roda para a ciranda num laço coletivo entre os brinquedos que se unem para celebrar a vida, a alegria e a cultura pernambucana. A festa visa preservar a tradição da sambada junina e celebrar o legado deixado por Dona Glorinha”, comemora Isa.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a mestra Dona Glorinha do Coco</strong> &#8211; Nome artístico de Maria da Glória Braz de Almeida, uma das principais guardiãs e propagadoras do coco de roda em Olinda, Pernambuco. Nascida no bairro do Amaro Branco, Glorinha foi neta e filha de mulheres que marcaram a cultura local — sua avó Joana, que fugiu da escravidão no século  XIX, e sua mãe Maria Belém, cofundadora de grupos como o Acorda Povo e o Clube da Escola de Samba Oriente. Iniciou no ritmo aos sete anos, subindo em um tamborete para acompanhar a mãe nos cânticos sem microfone, usando apenas a voz e os tamancos de madeira. Durante décadas, manteve as rodas de coco, especialmente no ciclo junino, realizando sambadas em frente à sua casa e reunindo a comunidade de Amaro Branco — programação que se tornou ponto cultural reconhecido.</p>
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		<title>Programação semestral do &#8216;Outras Palavras&#8217; termina com estudantes e professores dançando o coco pernambucano</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jun 2018 16:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias O que aconteceu na manhã da terça-feira (19/06), na Escola Técnica Estadual Professor Lucilo Ávila Pessoa, mudou a &#8216;energia&#8217; do centro educacional. Bastou olhar ao redor para perceber a cena bonita que se formou ali, com jovens animados, seus sorrisos e as brincadeiras que tomaram conta do ambiente. Uma alegria genuína, resultado da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61605" aria-labelledby="figcaption_attachment_61605" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185472884_8b483a2ff6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61605 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185472884_8b483a2ff6_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Dezenas de jovens entraram na dança com a coquista de 84 anos</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>O que aconteceu na manhã da terça-feira (19/06), na Escola Técnica Estadual Professor Lucilo Ávila Pessoa, mudou a &#8216;energia&#8217; do centro educacional. Bastou olhar ao redor para perceber a cena bonita que se formou ali, com jovens animados, seus sorrisos e as brincadeiras que tomaram conta do ambiente. Uma alegria genuína, resultado da descoberta do coco de roda pernambucano e de uma conversa franca sobre literatura com um renomado escritor.</p>
<p>A expressão era de felicidade por terem ouvido e aprendido tanto naquele dia com a presença do poeta e jornalista Adalberto Monteiro, e da coquista e mestra da cultura popular Dona Glorinha do Coco. Por coincidência, a escola técnica fica no bairro da Iputinga, no Recife, conhecido popularmente como o &#8216;Bairro dos Artistas&#8217;. Com o projeto <strong>Outras Palavras</strong>, mais uma vez, a arte se fez presente e viva naquele lugar.</p>
<div id="attachment_61607" aria-labelledby="figcaption_attachment_61607" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185476324_38330914d2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61607 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185476324_38330914d2_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A ETE Professor Lucilo Ávila Pessoa leva o nome de uma personalidade bastante conhecida na Iputinga: O professor Lucilo, mais conhecido como Doutor Lucilo, um grande incentivador da educação</p></div>
<p>A escola leva o nome de um professor bastante conhecido na Av. Caxangá, o Doutor Lucilo, como era chamado o dono do antigo Colégio PIO XII, um dos expoentes da região na década de 90. Quem morou por ali lembra que Doutor Lucilo tinha um jeitão bem personalista, mas que abraçava a educação com olhares de quem vê o futuro com respeito. O PIO XII era aberto para estudantes de outras escolas, e era comum encontrar gente do bairro jogando bola por lá, por exemplo. A feira de ciências também era destaque e atraia famílias da região e jovens de outros colégios, interessados em vivências e aprendizados fora da sala de aula.</p>
<p>Essa edição do <strong>Outras Palavras</strong> também marcou o fechamento da programação do projeto da Secult-PE e Fundarpe realizada durante o primeiro semestre de 2018. Só nesses últimos seis meses, foram<strong> 19 edições</strong> por várias regiões do estado, do sertão ao litoral. A iniciativa já atingiu <strong>544 escolas</strong>, alcançou mais de 1<strong>3 mil alunos</strong> e deixou mais de <strong>5.600 livros</strong> nas bibliotecas escolares por onde passou – a maioria das publicações são de escritores pernambucanos vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura, ou produzidas com incentivo do Funcultura.</p>
<div id="attachment_61608" aria-labelledby="figcaption_attachment_61608" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/29031230488_f1697240cc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61608  " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/29031230488_f1697240cc_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“É muito legal quando a gente vê a cultura e a arte, através da literatura, cinema e da cultura popular, utilizadas como ferramentas pra gente construir uma ponte para um novo mundo&#8221;, destacou a gestora da escola, a professora Juliana Maria de Oliveira</p></div>
<p><em>“É muito legal quando a gente vê a cultura e a arte, através da literatura, cinema e da cultura popular, utilizadas como ferramentas pra gente construir uma ponte para um novo mundo. Só tenho a dizer que aqui na escola também temos muitos artistas e não vamos ficar por baixo não”,</em> disse aos risos a diretora da escola, Juliana Maria de Oliveira. E ela estava certa. Durante toda a programação os jovens tiveram seu protagonismo artístico, fosse na apresentação de um curta-metragem produzido por eles, fosse através das perguntas críticas e aguçadas que lançaram ao ar, ou quando soltaram o passo e se entregaram ao coco ancestral de Dona Glorinha. A entrega à arte foi algo evidente naquele ambiente escolar.</p>
<p>Antes das conversas com os artistas convidados, foi realizada uma sessão do curta <strong>Uma visão caótica sobre a Copa do Mundo (Na trave)</strong>, produzido por estudantes do 1º ano B com a direção da professora de Português Lúcia Lucena, e que faz uma crítica ao endeusamento do futebol como opção de entretenimento para a sociedade.</p>
<div id="attachment_61622" aria-labelledby="figcaption_attachment_61622" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185272184_1245f0ea6c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61622" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185272184_1245f0ea6c_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Leandra e seus colegas de classe explicaram como foi o processo do curta produzido por eles e que foi exibido durante o Outras Palavras</p></div>
<p><em>“A professora sugeriu que a gente pesquisasse algumas crônicas que falassem sobre esse assunto e uma das alunas trouxe um que a maioria aprovou. Tiramos os personagens do texto pra deixar um tom mais de narração e dramático e o objetivo desse trabalho é dizer que podemos sim nos divertir com a Copa do Mundo, mas que não fiquemos cegos com os reais problemas que enfrentamos diariamente”,</em> disse Pedro Martins, um dos envolvidos com o curta, ao lado de outros alunos da mesma turma como Natiely, Pedro Allan e Leandra.</p>
<p>Quem mediou o encontro entre os estudantes e Adalberto Monteiro e Dona Glorinha do Coco foi o jornalista e cineasta Marcos Henrique Lopes que, ao convidar o escritor para a conversa, já começou com uma pergunta: <em>“Ler sua biografia já mostra a dificuldade de começar uma conversa contigo porque você trabalhou em várias áreas, mas principalmente como jornalista e poeta, gênero literário no qual você tem quatro livros lançados, por exemplo. Eu te pergunto: como é que você gosta de ser conhecido, se como poeta, com um texto mais lúdico, ou como jornalista/ensaísta, com uma escrita baseada em fatos históricos e sempre muito bem abordados?”.</em></p>
<div id="attachment_61598" aria-labelledby="figcaption_attachment_61598" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/28034903107_f771eb9bea_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-61598 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/28034903107_f771eb9bea_k-1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A mediação da conversa entre o escritor, Dona Glorinha e os estudantes foi feita pelo jornalista e cineasta Marcos Henrique Lopes</p></div>
<p><em>“Antes de qualquer coisa sou piauiense, nascido e criado em Goiás e agora moro em São Paulo. Sou também um militante político (ao dizer isso, um grito de “gostei disso” saiu da plateia). O que quero dizer é que sou meio dividido, apesar de toda minha história e meu trabalho estarem intrinsecamente ligados. Quando recebi esse convite, por exemplo, eu decidi que iria deixar o poeta encarnar”,</em> revelou Adalberto, que logo em seguida foi questionado novamente por Marcos se ele, ao menos, por ter sido um dos primeiros a escrever sobre &#8220;a crise política que o Brasil vive desde 2016&#8243;, não gostaria de falar alguma coisa a respeito do tema.</p>
<div id="attachment_61609" aria-labelledby="figcaption_attachment_61609" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42002957445_904be1378b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61609 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42002957445_904be1378b_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Dizem que os poetas são cegos e que enxergam na escuridão. Talvez seja isso. Mas acredito sim que há uma resistência popular que está crescendo aos poucos, e que em breve encontraremos o caminho”, avaliou o escritor sobre o atual momento político brasileiro</p></div>
<p style="text-align: left;"><em>“Toda essa reflexão está inserida também nos meus livros de poesia. Você verá alguns que falam diretamente da questão do povo brasileiro. Vivemos um ciclo de avanços de 2003 a 2015, que foram interrompidos pela deposição de uma liderança eleita pelo povo, a Dilma Rousseff. Mas hoje, depois da onda de retrocessos, percebo que o povo brasileiro retoma a esperança. Dizem que os poetas são cegos e que enxergam na escuridão. Talvez seja isso. Mas acredito sim que há uma resistência popular que está crescendo aos poucos, e que em breve encontraremos o caminho”,</em> ponderou Adalberto, para ficar em pé e, em seguida, declamar um poema que fez em homenagem a João Cabral de Melo Neto.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42002955605_07b3af7819_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-61602 aligncenter" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42002955605_07b3af7819_k-1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Instigando os estudantes, o escritor brincou: <em>“Eu estou hospedado em Boa Viagem e os ventos do mar me disseram que aqui temos homens e mulheres jovens poetas e poetizas nesta sala”.</em> De repente, da plateia se ouviam cochichos que viraram gritos encorajadores: <em>“Vai Álvaro, vai Álvaro”,</em> repetiam as vozes, enquanto um tímido (mas valente) Álvaro se levantava para pegar o microfone.</p>
<div id="attachment_61606" aria-labelledby="figcaption_attachment_61606" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185474454_96c74bdde4_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61606" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185474454_96c74bdde4_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">“A poesia pra mim não é só escrever, ela é como uma segunda casa. Eu não posso falar tudo o que sinto pra vocês, mas através dela posso dizer tudo o que sinto e penso&#8221;, declamou o jovem poeta Álvaro</p></div>
<p><em>“A poesia pra mim não é só escrever, ela é como uma segunda casa. Eu não posso falar tudo o que sinto pra vocês, mas através dela posso dizer tudo o que sinto e penso. Ela não é só o texto. Pelo menos as minhas têm a meta de fazer o leitor refletir sobre o que quero dizer”,</em> opinou Álvaro, enquanto algumas amigas diziam, orgulhosas, que <em>“ele é da minha turma, o 1º ano A”</em>.</p>
<p>A arte como forma de empoderamento social. Álvaro ganhou de presente de Adalberto o livro <strong>Pé de Ferro</strong>, de autoria do último. <em>“De poeta para poeta”,</em> disse o escritor, para a honra e alegria do jovem artista da Iputinga.</p>
<div id="attachment_61610" aria-labelledby="figcaption_attachment_61610" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185450954_9d03270ad3_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61610 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185450954_9d03270ad3_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">“De poeta para poeta”, disse Adalberto para o jovem Álvaro, após presenteá-lo com o livro &#8216;Pé de Ferro&#8217;</p></div>
<p>Depois que a primeira pergunta é feita, uma enxurrada de questões vêm atrás. Um fenômeno interessante e que se repete com frequência nas edições do <strong>Outras Palavras</strong>. Desta vez não foi diferente. Curiosidades sobre o processo criativo, sobre as possibilidades na poesia, sobre o que inspirava o autor. Foi tanto assunto que não deu tempo de falar a respeito de tudo. No entanto, ao final da atividade,  os jovens &#8216;cercaram&#8217; Adalberto e conseguiram diminuir suas aflições literárias.</p>
<div id="attachment_61601" aria-labelledby="figcaption_attachment_61601" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/41093482050_80273f1d81_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61601 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/41093482050_80273f1d81_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Jovens se divertiram com os passos do coco de roda cantado por Dona Glorinha</p></div>
<p>Como se não bastasse a troca inesquecível entre escritor e estudantes, o último<strong> Outras Palavras </strong>deste semestre fechou com o brilho e a sabedoria de Dona Glorinha do Coco, um dos principais nomes da cultura popular pernambucana. Habilitada a receber o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, Glorinha recebeu, em 2017, o 2º Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia na categoria Mestra &#8211; premiação que veio celebrar seus 84 anos dedicados ao coco praieiro do Amaro Branco, uma tradição herdada de sua mãe, Dona Maria Belém.</p>
<div id="attachment_61604" aria-labelledby="figcaption_attachment_61604" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185457924_ba4a2d0bd5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61604 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185457924_ba4a2d0bd5_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Habilitada a receber o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, Dona Glorinha do Coco recebeu, em 2017, o 2º Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia, na categoria Mestre</p></div>
<p>O mediador Marcos Henrique aproveitou a oportunidade para explicar aos alunos as várias vertentes do coco que existem em Pernambuco. <em>“Dona Glorinha é um dos principais nomes daquele que é feito em Amaro Branco, em Olinda, mais praieiro. Mas também temos Beth de Oxum, também de Olinda, responsável pelo Coco de Umbigada, no Guadalupe, e outras referências como Zé Negão, de Camaragibe, que conquistou recentemente a 3ª edição do Prêmio Ariano Suassuna, além do Samba do Véio, de Petrolina, e do Coco Raízes de Arcoverde”,</em> comentou o jornalista.</p>
<p><em>“Aproveito pra dizer que <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/culturapopular/dona-glorinha-faz-coco-para-brincar-o-sao-joao-no-amaro-branco/" target="_blank">na sexta-feira (22) que vem vai ter na minha casa uma grande sambada</a></strong>, e vocês estão todos convidados pra ir. A festa é na rua mesmo, onde eu moro, e vai ter de tudo um pouco”,</em> convidou Dona Glorinha, narrando que já levou sua música para vários estados do Brasil e até outros países, como Portugal e Cuba, para em seguida puxar canções como <strong>Minha mãe quando me dava</strong> e <strong>Bumba Chora</strong>, presentes no seu primeiro CD (disponível na internet).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hnCEo-XMffk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Quem tem sensibilidade pra se abrir e sentir a energia que a sambada do coco pernambucano traz, não consegue ficar parado. Logo nas primeiras batidas da alfaia, com o grave ecoando na sala, todos, sem exceção, ficaram de pé e entraram no ritmo da música. Mais uma vez tudo começa com os primeiros que estimulam os demais a deixarem de timidez. Um dos jovens, bem animado, pegou o microfone e até cantou, ao lado de Dona Glorinha, o clássico <strong>A Rolinha</strong>, de Selma do Coco.</p>
<div id="attachment_61603" aria-labelledby="figcaption_attachment_61603" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185282594_cbde0edf54_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61603 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42185282594_cbde0edf54_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A farra foi tanta com Dona Glorinha que foi necessário tirar todo mundo do auditório e ocupar o pátio central da escola, onde tinha mais espaço para dançar</p></div>
<p>Em poucos minutos, a sala inteira tinha virado uma grande roda, com professoras, professores, alunas e alunos se divertindo juntos, vivendo a cultura popular do estado. A farra foi tanta que foi necessário sair do auditório e ocupar o pátio central da escola, onde tinha mais espaço. Uma festa instigante, que mesmo depois de finalizada não acabou. O som já tinha sido desligado, mas a garotada brincava entre si com a dança que haviam aprendido.</p>
<div id="attachment_61600" aria-labelledby="figcaption_attachment_61600" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/29031247098_92fdbab8cd_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61600 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/29031247098_92fdbab8cd_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Depois da roda, mesmo com o som desligado, a garotada brincou entre si com o que aprenderam naquela manhã</p></div>
<p><em>“No âmbito da educação, estamos tendo vários direitos subtraídos, e para mudarmos essa realidade é necessário que a gente tenha como meta obter o conhecimento mais amplo possível. No <strong>Outras Palavras, </strong>o instrumento que usamos para isso é a cultura e a arte porque acreditamos que só assim poderemos resgatar nossa capacidade de sonhar e descobrir que temos força e capacidade de lutar e seguir em frente”,</em> refletiu Antonieta Trindade, gestora do projeto e vice-presidente da Fundarpe. <em>“Ontem eu escutei uma música que dizia que ‘a consciência do povo daqui é o medo do povo de lá’. Que nossa consciência só floresça e se torne cada vez mais cidadã”,</em> concluiu a gestora, sob aplausos dos estudantes.</p>
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		<title>Dona Glorinha faz coco para brincar o São João no Amaro Branco</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 15:10:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania A relação de Dona Glorinha do Coco com o São João é ancestral. Há dez anos, a coquista resolveu retomar a sambada de coco junina que a mãe promovia na calçada de casa, na Rua dos Pescadores, em Amaro Branco, com o objetivo de resgatar não só a própria história, mas também [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61348" aria-labelledby="figcaption_attachment_61348" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42543637872_7d25cf6c4f_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61348" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42543637872_7d25cf6c4f_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">A sambada de coco de Dona Glorinha no São João é uma iniciativa para repassar as tradições para a comunidade de Amaro Branco.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania</em></strong></p>
<p>A relação de Dona Glorinha do Coco com o São João é ancestral. Há dez anos, a coquista resolveu retomar a sambada de coco junina que a mãe promovia na calçada de casa, na Rua dos Pescadores, em Amaro Branco, com o objetivo de resgatar não só a própria história, mas também a do bairro olindense. E foi por respeito às tradições do lugar que Dona Glorinha marcou sua festa neste ano para o dia 22 de junho, a partir das 21h, no Dia do Coco, de forma que não competiria com a tradicional sambada de coco de Dona Maria José, no dia 23. “<em>Se a gente puder, a gente vai à sambada dela também, que é para fortalecer o ritmo. Não quero rivalizar com ninguém</em>”, explica ela, que também tem sedimentado a sua própria tradição.</p>
<p>Filha de Maria Belém, Dona Glorinha acompanhava a mãe nos cocos desde os sete anos de idade e logo compreendeu a importância da matriarca na comunidade, onde até hoje tem o nome associado à movimentação cultural local. A morte da mãe em 1981, seguida pela perda do marido e de duas filhas, encaminharam Dona Glorinha para uma vida mais reservada e focada no sustento da casa e da família nos anos seguintes. O retorno às atividades como coquista demorou, mas aconteceu em um 2007 agitado, quando participou do documentário “O coco, a roda, o pneu e o farol”, de Mariana Brennand, cujo material abriu caminho para ela ser convidada para a coletânea “Coco do Amaro Branco Vol. 2” no ano seguinte.</p>
<p>“<em>Até 2007, Dona Glorinha estava no ostracismo. Eu nem a conhecia, mas já conhecia Ana Lúcia, Dona Jovelina, Dona Neuza (as duas últimas falecidas), aí não tinha como eu não chegar nela, porque Maria Belém é um ícone aqui no Amaro Branco”</em>, comenta Isa Melo, que integra a banda de Dona Glorinha e produz seus discos. A brincante relembra que após a fama de Chico Science e Nação Zumbi, o coco foi um dos ritmos que ficou em evidência no Estado, o que deu abertura para sucessos como “A Rolinha”, de Selma do Coco, despertando a curiosidade das pessoas para toda a produção do Amaro Branco, incluindo Dona Glorinha.</p>
<div id="attachment_61344" aria-labelledby="figcaption_attachment_61344" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27725858037_004685ed1d_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61344" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27725858037_004685ed1d_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">O coco é um brinquedo tradicionalmente associado às comemorações de São João.</p></div>
<p><strong>A RAIZ DO COCO</strong></p>
<p>Mas o resgate da coquista só poderia ser completo com a reorganização da sambada de São João na porta da casa da Rua dos Pescadores, onde vive desde que nasceu. <em>“Essa é a grande festa do ano para mim, porque são três santos que a gente comemora: São João, São José e São Pedro. Tem Santana também, mas as pessoas não lembram dela, que é a mãe de Nossa Senhora. Se eu passo um dia de São João dormindo, perdi o ano, o mês de junho todinho</em>”, comenta ela, que reativou a comemoração em 2008. Neta de uma escrava fugida, a coquista herdou a carga cultural da avó, já que a relação dos ex-escravos com o São João remonta à própria origem do coco.</p>
<p>“<em>Com a colonização, os portugueses vieram pra cá e trouxeram os padres para fazer a cabeça de índio e de quem mais estivesse por aqui. Os primeiros colonizadores que vinham do reino para morar aqui traziam consigo toda uma carga religiosa, como o culto aos santos. Então, vieram as primeiras procissões que comemoravam o São João em junho. As pessoas saiam com capelas de flores na cabeça, cantavam, tomavam banho no rio e, com o passar do tempo, outros elementos foram se agregando a essa procissão, em que todo mundo podia participar. Os negros levavam seus batuques, os índios participavam com suas idiossincrasias, cada um acrescentava. Essas procissões entravam na igreja e o padre abençoava, mas o negócio foi ficando tão animado que o profano imperou e elas passaram a ser barradas. Essa brincadeira que veio junto, as pessoas chamaram de coco. Penso que o Acorda Povo que a gente tem hoje é uma corruptela dessas primeiras procissões</em>”, avalia Isa.</p>
<div id="attachment_61345" aria-labelledby="figcaption_attachment_61345" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/28719629628_95c03a2d71_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61345" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/28719629628_95c03a2d71_k-800x530.jpg" width="800" height="530" /></a><p class="wp-caption-text">A festa acontece na Rua dos Pescadores, onde a coquista vive desde que nasceu.</p></div>
<p><strong>COCO DO AMARO BRANCO</strong></p>
<p>Conhecido pela concentração de vários grupos de coco, o bairro do Amaro Branco, antes mesmo de ser oficialmente criado em 1925, já era um dos principais endereços de Pernambuco onde estavam pescadores, negros livres e escravos refugiados, como a avó de Dona Glorinha, não é à toa que acabou se tornando referência no ritmo. “<em>Ninguém queria vir para cá antigamente, porque era um bairro de negros, mas como começou a se destacar, as pessoas passaram a frequentar aqui. Por conta de todas essas lutas que a gente vem desenrolando para acabar com o preconceito, hoje, as pessoas já têm outra cabeça. Vêm muitos jovens para cá de todo canto, vem gente de carrão, de carro de mão, gente branca, azul. Vem gente de todo tipo</em>”, observa Isa, sobre a mudança de imagem do Amaro Branco ao longo dos anos.</p>
<p>O reflexo desse interesse crescente pela cultura do bairro também repercute na sambada de São João de Dona Glorinha que, a cada ano, atrai mais espectadores. “<em>De uma ponta a outra dessa rua, você não encontra espaço sobrando para colocar um pé, de tanta gente</em>”, comenta a coquista que, na festa do ano passado, reuniu cerca de 500 pessoas. A festa que vai até o amanhecer, ainda conta com outras atrações como Cila do Coco, Coco de Umbigada, Coco do Pneu, As Morenas, A Cocada, Trio de Forró Pé de Serra, entre outros convidados.</p>
<div id="attachment_61346" aria-labelledby="figcaption_attachment_61346" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/28719902908_ffd2d7e9f0_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61346" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/28719902908_ffd2d7e9f0_k-800x530.jpg" width="800" height="530" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Glorinha organiza a sambada na calçada de sua casa e atrai um grande público para toda a rua e proximidades.</p></div>
<p>Fruto de uma época em que o coco ainda não dava retorno financeiro, Dona Glorinha faz a sambada a partir de uma iniciativa particular em que aluga toldos e som contando também com a colaboração de amigos. “<em>Antigamente, o coco não tinha esse negócio de receber dinheiro. A gente fazia as coisas por amor à brincadeira. Onde a gente chegava nem água na jarra pra beber tinha, mas a gente brincava até o dia amanhecer no chão de barro. Quando a gente terminava, os pés ficavam cheios de poeira</em>”, relembra ela, que não descarta a importância do cachê atualmente para viabilizar a continuidade do trabalho, mas também não quer ficar refém dos convites para brincar o coco nesta época do ano.</p>
<p>“<em>Se não acontece esse tipo de iniciativa, a gente vai perder a essência da nossa cultura. A gente ganha com os shows, mas dentro da comunidade é importante que as pessoas venham participar e cantar, mesmo que não tenham dinheiro. É para manter a tradição viva e para que a gente tenha uma história cultural para passar adiante. Se a gente não tiver cuidado, ou se descaracteriza demais ou então desaparece, porque a turma fica desmotivada</em>”, completa Isa. Aos 83 anos no papel da coquista mais velha em atividade em Pernambuco, Dona Glorinha carrega consigo essa missão de perpetuar o ritmo: “<em>minha mãe dizia muito a mim: minha filha, quando Deus me chamar, você vai ficar no meu lugar. E eu fiquei, tô aqui</em>”, diz ela.</p>
<div id="attachment_61349" aria-labelledby="figcaption_attachment_61349" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27726104717_fbb8a90848_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61349" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27726104717_fbb8a90848_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">Isa Melo é integrante da banda de Dona Glorinha e produtora de seus discos.</p></div>
<p><strong>FUTUROS PASSOS</strong></p>
<p>Discípula da velha guarda do coco, Dona Glorinha agora se prepara para lançar seu segundo disco, planejado para chegar ao público no dia 3 de setembro, quando fará 84 anos. “<em>Antigamente, se cantava coco e não tinha microfone, fazia gosto de ver: o ganzá, a zabumba, a garganta da gente e muita palma no salão. Hoje em dia, tem coco de roda até com sanfona</em>”, observa ela, ao destacar que ainda hoje busca manter a mesma proposta estética de outrora.</p>
<p>“<em>Claro que também incrementamos o coco de Glorinha, porque temos que ter essa visão artística e fazer com que o trabalho dela fique mais bonito, mas é sem descaracterizar</em>”, explica Isa, que está a frente da produção do álbum. O novo trabalho ainda não tem título definido e contará com cocos inéditos escritos por Dona Glorinha, além de composições de sua mãe, Maria Belém, e outras de domínio público.</p>
<p>O primeiro disco de Dona Glorinha, o homônimo de 2013, já está esgotado, mas terá uma nova tiragem produzida neste ano com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura. O trabalho que concorreu ao Prêmio da Música Brasileira faz um registro de outros cocos compostos pela sua mãe.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<strong>Sambada de Coco de São João de Dona Glorinha</strong><br />
Quando: Dia 22 de junho, a partir das 21h<br />
Onde: Rua dos Pescadores – Amaro Branco/Olinda<br />
Gratuito</p>
<div id="attachment_61347" aria-labelledby="figcaption_attachment_61347" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/41873324474_2683cd4d7a_k.jpg"><img class="size-large wp-image-61347" alt="Jan Ribeiro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/41873324474_2683cd4d7a_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Glorinha comemora o reconhecimento atual do seu trabalho.</p></div>
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		<title>&#8220;Outras Palavras&#8221; anuncia programação para o mês de junho</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jun 2018 21:35:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55719" aria-labelledby="figcaption_attachment_55719" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38725486092_70cfc00c5e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55719 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38725486092_70cfc00c5e_k-607x382.jpg" width="607" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">A coquista Dona Glorinha do Coco, um dos símbolos da cultura popular pernambucana, é uma das atrações do Outras Palavras neste mês</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Marcus Iglesias</strong></em></p>
<p>Durante o mês de junho, o <strong>Outras Palavras</strong> vai circular pela Região Metropolitana do Recife com outras cinco edições, desta vez promovendo uma interação entre estudantes de escolas públicas e outras linguagens artísticas além da literatura, como cinema, teatro, música e cultura popular. A maratona inicia já na próxima quinta-feira (7), às 14h, com uma sessão do Cine Estação, no Museu do Trem, e segue até o dia 19, com outros artistas previstos na programação, como a coquista Dona Glorinha do Coco.</p>
<p><em>“Nós podemos afirmar, sem medo de errar, que o Outras Palavras está consolidado enquanto política pública de integração entre a cultura e a educação. O retorno que recebemos dos gestores e professores revela um enorme impacto do projeto entre os estudantes que participaram das várias edições realizadas, tanto por iniciativa da Secult-PE e Fundarpe, em articulação com as Gerências Regionais de Educação e a Secretaria de Educação, como por solicitações de escolas e municípios”,</em> opina Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe e gestora do projeto.</p>
<div id="attachment_53781" aria-labelledby="figcaption_attachment_53781" class="wp-caption img-width-566 aligncenter" style="width: 566px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/37380297075_8b5900afac_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-53781 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/37380297075_8b5900afac_k-566x486.jpg" width="566" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Nós podemos afirmar, sem medo de errar, que o Outras Palavras está consolidado enquanto política pública de integração entre a cultura e a educação&#8221;, ressalta Antonieta Trindade, gestora do projeto</p></div>
<p>Na quinta (7), quarenta jovens da Escola Eurídice Cadaval, do Recife, vão conhecer de perto o Museu do Trem, um dos museus mais visitados de Pernambuco. Os jovens vão conferir também uma sessão do filme<em> Janela Molhada  </em>e, em seguida, conversar com Marcos Enrique Lopes, diretor do longa. <em>“Recebemos com frequência a visita de grupos, e isso é essencial para a formação de novos públicos. E o Museu do Trem, na minha opinião, tem uma característica interessante porque mexe com a memória celular da sociedade. Crianças que nunca andaram de trem se empolgaram bastante vendo os carros e trilhos. Tem gente que chega aqui e chora de emoção. Não é à toa que em quatro anos recebemos mais de 100 mil visitas”,</em> opina Márcio Almeida, gestor do equipamento cultural.</p>
<p>A segunda edição prevista está marcada para o Dia dos Namorados, no dia 12 de junho, às 8h, na EREM Prof. Benedito da Cunha Melo, em Jaboatão dos Guararapes. Na ocasião, a conversa com os estudantes será feita pelo escritor Marcelo Mário Melo e o cantor Lucas Oliveira, que também é professor e pesquisador da cultura popular e da música de cantadeiras e cantadores do Brasil.</p>
<div id="attachment_59941" aria-labelledby="figcaption_attachment_59941" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40784415615_fbdda2fa34_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-59941 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40784415615_fbdda2fa34_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Na próxima quinta-feira (7), quarentas alunos da Escola Eurídice Cadaval, do Recife, vão conhecer de perto o Museu do Trem e ainda terão uma sessão do filme &#8216;Janela Molhada&#8217;, dirigido por Marcos Enrique Lopes</p></div>
<p>Na sequência, o Outras Palavras vai levar jovens de escolas articuladas pela Gerência de Educação Profissional e pela GRE Metronorte para uma vivência com as artes cênicas, através de um bate-papo com o ator José Jorge Vicente de Paula e a diretora Cira Ramos. As ações acontecem, respectivamente, no dia 13, no Teatro Hermilo Borba Filho e no dia 14 de junho, no Teatro Arraial Ariano Suassuna.</p>
<p>A programação de junho encerra no dia 19 de junho, com uma edição pela manhã na Escola Técnica Estadual Prof. Lucilo Ávila Pessoa, e a presença do autor Adalberto Monteiro e da mestra Dona Glorinha do Coco, que já participou de uma outra edição do projeto e é um símbolo da cultura popular do Amaro Branco, em Olinda. <em>“Como eu costumo dizer, esse é um projeto de resistência, cujo objetivo é possibilitar o acesso da nossa juventude das escolas públicas ao que há de melhor nas artes e na cultura pernambucana. É a oportunidade de ouvir Outras Palavras, que os provoque a ocupar o protagonismo na vida social”,</em> destaca Antonieta Trindade.</p>
<div id="attachment_53777" aria-labelledby="figcaption_attachment_53777" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/37380273995_0794b1cff6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-53777 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/37380273995_0794b1cff6_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De 2015 pra cá, o Outras Palavras já distribuiu mais de 5.100 livros para a rede pública estadual de ensino</p></div>
<p><strong>Números do Outras Palavras -</strong> Em quase três anos, o projeto da Secult-PE e Fundarpe mudou a realidade do ambiente escolar para melhor e revolucionou a vida de muita gente. O projeto já atingiu mais de 510 escolas de várias regiões do estado (RMR, Sertão do Moxotó, Sertão do São Francisco, Agreste Meridional, Agreste Central, Agreste Setentrional, Mata Norte e Mata Sul), envolvendo cerca de 12 mil alunos e distribuindo nas instituições de ensino mais de 5.100 livros – boa parte deles são publicações vencedoras do Prêmio Pernambuco de Literatura ou produzidas com incentivo do Funcultura.</p>
<p><strong>Confira a programação do mês de junho do Outras Palavras:</strong></p>
<p><strong>7 de junho | 14h    </strong><br />
Museu do Trem<br />
Exibição de Filme Janela Molhada<br />
Participação: Marcos Enrique Lopes (diretor do filme)<br />
Grupo de alunos da Escola Eurídice Cadaval</p>
<p><strong>12 de junho | 8h</strong><br />
EREM Prof. Benedito da Cunha Melo (Conj. Residencial Praia do Sol, s/n, Barra de Jangada, Jaboatão dos Guararapes)<br />
Autor: Marcelo Mário Melo<br />
Cultura: Lucas Oliveira (cantor, compositor, violonista, professor e pesquisador da cultura popular e da música de cantadeiras e cantadores do Brasil)</p>
<p><strong>13 de junho</strong><br />
Teatro Hermilo Borba Filho<br />
Vivência em teatro com escolas articuladas pela Gerência de Educação Profissional<br />
Ator: José Jorge Vicente de Paula<br />
Diretora: Cira Ramos</p>
<p><strong>14 de junho</strong><br />
Teatro    Teatro Arraial Ariano Suassuna<br />
Vivência em teatro com escolas articuladas pela GRE Metronorte<br />
Ator: José Jorge Vicente de Paula<br />
Diretora: Cira Ramos</p>
<p><strong>19 de junho | 8h</strong><br />
Escola Técnica Estadual Prof. Lucilo Ávila Pessoa (Av. Caxangá, 3345 – Iputinga, Recife)<br />
Autor: Adalberto Monteiro<br />
Cultura: Dona Glorinha do Coco</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dona Glorinha do Coco leva a tradição de Amaro Branco ao Outras Palavras</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Dec 2017 12:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Dona Glorinha do Coco]]></category>
		<category><![CDATA[EREM Eurídice Cadaval]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Itapissuma]]></category>
		<category><![CDATA[outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Rômulo César]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria de cultura de pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias A tradição do coco de roda do Amaro Branco, em Olinda, liderado por Dona Glorinha do Coco, uma mestra da região, foi uma das atrações da edição do Outras Palavras realizada na última quinta-feira (30), no EREM Eurídice Cadaval, em Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife. Atualmente, Dona Glorinha é a coquista mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55720" aria-labelledby="figcaption_attachment_55720" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38756550031_3b30b59d35_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55720 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38756550031_3b30b59d35_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Aos 83 anos, Dona Glorinha do Coco é a coquista mais idosa do Amaro Branco, em Olinda</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>A tradição do coco de roda do Amaro Branco, em Olinda, liderado por Dona Glorinha do Coco, uma mestra da região, foi uma das atrações da edição do <strong>Outras Palavras</strong> realizada na última quinta-feira (30), no EREM Eurídice Cadaval, em Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife. Atualmente, Dona Glorinha é a coquista mais idosa da sua comunidade, onde reside desde seu nascimento, em 1934. Recentemente recebeu o<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/governo-do-estado-certifica-ganhadores-do-2o-premio-ariano-suassuna/" target="_blank"> II Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia</a>, um reconhecimento ao trabalho que desenvolve na cultura popular pernambucana.</p>
<p><i>“Mesmo com a idade, no auge dos seus 83 anos, essa mestra tem uma dinâmica e alegria muito grande. É importante que a gente reconheça o trabalho que Dona Glorinha vem realizando para que a tradição do coco possa perpassar as novas gerações”,</i> comentou Márcia Branco, da equipe do <strong>Outras Palavras</strong>, antes de dar as boas vindas à mestra e chamá-la ao palco.</p>
<div id="attachment_55717" aria-labelledby="figcaption_attachment_55717" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38040105094_fd7ed4300b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55717 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38040105094_fd7ed4300b_k-607x430.jpg" width="607" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">“Tudo o que eu sei hoje aprendi com minha mãe nas rodas que frequento desde que eu tinha sete anos de idade&#8221;, revelou Dona Glorinha do Coco</p></div>
<p>Dona Glorinha é uma memória viva do coco praieiro, e estreou com um disco pela primeira vez aos 80 anos, o <strong>Dona Glorinha do Coco</strong>, que concorreu ao Prêmio da Música Brasileira na categoria Regional, em 2015. O repertório era formado quase todos por cocos compostos pela mãe, além de dois de domínio público.</p>
<p><i>“Sou uma artista da cultura popular e vim aqui falar pra vocês sobre o coco de roda. Tem dois tipos, o de umbigada e o de roda. O de roda é o que faz aquela roda, e dois entram e brincam, e o umbigada é umbigada pra lá e pra cá”,</i> disse, para diversão da garotada que assistia a tudo com muito respeito e interesse.</p>
<div id="attachment_55719" aria-labelledby="figcaption_attachment_55719" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38725486092_70cfc00c5e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55719 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38725486092_70cfc00c5e_k-607x382.jpg" width="607" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">A coquista se apresentou ao lado dos músicos Isa Melo (produtora e ganzá), Viola Luz (zambumba), Tony Boy (pandeiro), e Ione Silva (back vocal)</p></div>
<p><i>“Tudo o que eu sei hoje aprendi com minha mãe nas rodas que frequento desde que eu tinha sete anos de idade. Naquela época não tinha cadeira, e pra eu ficar maiorzinha eu subia num tamborete. Me lembro que os músicos tocavam o ganzá e a zabumba, minha mãe cantava e eu respondia. E estou aqui até hoje”,</i> revelou Dona Glorinha, que estava acompanhada de Isa Melo (produtora e ganzá), Viola Luz (zambumba), Tony Boy (pandeiro), e Ione Silva (back vocal). No repertório, a mestra apresentou alguns de seus cocos mais conhecidos, como <strong>Esse coco é bom na virada</strong>, e fez um em homenagem a Itapissuma com a participação dos jovens que entraram na brincadeira.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WtAhtxCpk-g" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Debate com Rômulo César –</b> A edição do <strong>Outras Palavras</strong> em Itapissuma teve ainda um encontro com o escritor premiado na segunda edição do Prêmio Pernambuco de Literatura, com o livro <strong>Dois Nós Na Gravata</strong>, na categoria Contos. A conversa foi mediada por Humberto de Souza, integrante da equipe da Secult-PE e Fundarpe, que explicou a proposta do bate-papo. <i>“A gente quer assim desmistificar a imagem que criamos sobre os autores, de que eles são inacessíveis, e diminuir essa distância que existe entre o escritor e o leitor. Não é uma conversa amarrada, formal, mas que a gente possa se entender e se fazer entender nela”.</i></p>
<div id="attachment_55714" aria-labelledby="figcaption_attachment_55714" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37870207965_5a84a9fa6f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55714 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37870207965_5a84a9fa6f_k-607x350.jpg" width="607" height="350" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes puderam conversar diretamente com o escritor Rômulo César, vencedor do II Prêmio Pernambuco de Literatura</p></div>
<p><i>“Queria que você iniciasse explicando um pouco como foi que surgiu a ideia desse livro, bem como suas expectativas até o momento que você recebeu essa importante premiação e o reconhecimento do seu trabalho”,</i> quis saber o mediador. <i>“Eu vinha participando de oficinas de contos, e nela a gente leva textos, debates, e fui com o tempo me preparando até chegar no livro<strong> Dois nós na gravata</strong>, que é um apanhado de contos meus numa pegada mais adultos, textos mais densos e fortes. Mas nada vem por acaso, não adianta apenas achar que sabe escrever ou até saber. É preciso trabalhar sério pra conseguir galgar seus sonhos”,</i> detalhou Rômulo César.</p>
<p>Outra pergunta que Humberto fez ao escritor foi se há um conto específico que ele gosta mais. <i>“Eu vou dizer uma coisa muito clichê, os contos são como filhos meus. Não sei qual seria o melhor ou o que eu gosto mais. Eu procuro sempre a resposta do leitor, quais foram mais falados e comentados. Mas no fundo no fundo até com os filhos você tem mais intimidade. Nesse livro tem um em particular que fala da minha viagem no meu terceiro ano para Fortaleza. Claro que tudo ficção, mas o cenário, as pessoas, há um afeto. E nele eu homenageei meus quatro melhores amigos”.<br />
</i></p>
<div id="attachment_55721" aria-labelledby="figcaption_attachment_55721" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38756676571_1bd0179524_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55721 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38756676571_1bd0179524_k-607x381.jpg" width="607" height="381" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Confesso que tenho mais atenção aos contos que são voltados às contradições da faceta humana, é o que eu gosto como leitor. Como autor, tive essa proposta, atingir o leitor de várias formas diferentes”, revelou o escritor</p></div>
<p><i>“Há um outro que eu considero, acho o melhor deles, e foi premiado também no Concurso Ateneu, no Rio de Janeiro, é o que fala de Machado de Assis. Eu amo esse autor e achei interessante o conto porque é ele recebendo no seu leito de morte a visita de dois dos seus personagens principais, Betinho e Brás Cubas”, opinou o autor.</i></p>
<p>Rômulo César falou ainda sobre a opção de tratar neste livro de contos não com uma temática específica, mas com várias temáticas, seja suspense, comédia ou drama. <i>“Era isso que eu queria que os leitores pensassem sobre o livro. Na minha ótica existem duas posições quando você vai fazer um livro de contos. A primeira opção é fazer um livro temático, no qual todos vão girar em torno disso. A outra é uma obra salteada, que vai chocar um alguém, emocionar outro alguém, fazer rir uma terceira pessoa. Eu confesso que tenho mais atenção aos contos que são voltados às contradições da faceta humana, é o que eu gosto como leitor. Como autor, tive essa proposta, atingir o leitor de várias formas diferentes”,</i> concluiu.</p>
<div id="attachment_55718" aria-labelledby="figcaption_attachment_55718" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38040133144_6de25873c7_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55718 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38040133144_6de25873c7_k-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Edição do Outras Palavras contou com a participação de vários estudantes, que fizeram perguntas ao autor sobre o seu fazer literário</p></div>
<p>Esta foi uma edição do <strong>Outras Palavras</strong> com muita participação dos jovens, com vários blocos de perguntas direcionadas ao autor pernambucano. A estudante Sara Moreira, por exemplo, quis saber do autor quais as dificuldades que ele encontrou para escrever. “<i>Eu não tenho bloqueio pra escrever, mas quando eu começo eu preciso terminar. Eu estou agora num conto baseado no acidente envolvendo dois carros e várias famílias que aconteceu no Recife no último domingo, muito triste, eu conhecia uma das vítimas. O conto não fala sobre o acidente, é uma ficção sobre o tema. Mas eu não consegui terminar e isso está me dando agonia, preciso dar o ponto final. E pode ser que eu termine e não goste dele, é uma coisa que acontece”.</i></p>
<p>O estudante Henrique Gomes, por sua vez, perguntou qual dica o escritor dá para quem quer começar a escrever. <i>“Primeiro tem que amar o que faz. Paixão. É isso que é literatura. Eu falo disso e meus olhos brilham, por isso eu gosto de ir pra escola falar desse assunto. Gosto de debater, ouvir as perguntas. Eu lembro da minha infância quando autores iam conversar com a gente, e quebrava a ideia de que o cara era um intelectual. Que nada, era um ser humano como outro qualquer com vários defeitos. Segundo, tem que ler, ler e ler muito. E terceiro é sentar a bundinha na cadeira e escrever. Meu mentor, Raimundo Carrero, costuma dizer que quando você começar um texto não tenha a pretensão de fazer a melhor obra do mundo. Escreva, refaça, releia, que ele vai fluir naturalmente. É algo que pede tempo, exige atenção e coragem”.</i></p>
<div id="attachment_55715" aria-labelledby="figcaption_attachment_55715" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37870213225_13b5690129_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55715 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37870213225_13b5690129_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Meu mentor, Raimundo Carrero, costuma dizer que quando você começar um texto não tenha a pretensão de fazer a melhor obra do mundo. Escreva, refaça, releia, que ele vai fluir naturalmente. É algo que pede tempo, exige atenção e coragem”, sugeriu Rômulo César aos alunos</p></div>
<p>Rômulo César agora se prepara para seu primeiro livro de poesias, <strong>Bad Trip,</strong> publicado pela Cartonera Mariposa e que será lançado na próxima terça-feira (6), no Recife.</p>
<p><b>Arte e cinema na escola –</b> Esta edição do <strong>Outras Palavras</strong> também deu destaque à produção cultural realizada dentro do EREM Eurídice Cadaval. É que lá, desde 2008, um grupo de estudantes, coordenados pela professora Kelly Costa, tem trabalhado com a sétima arte e na produção de curtas, alguns inclusive premiados no projeto Cine Cabeça promovido pela Secretaria de Educação até o ano passado. Atualmente, os jovens e a professora desenvolvem o Cineclube Pedra Negra, que abre sessões abertas ao público em Itapissuma e que está em fase de finalização de um novo curta, <strong>Na Guerra da Vida</strong>, que conta a superante história do professor José Ricardo, que tem deficiência visual desde os quinze anos de idade.</p>
<p>A estudante Franciele Rafaela, do 3º ano, é uma das jovens que participa do cineclube e que participou da produção do curta. <i>“Eu primeiramente queria agradecer a nossa professora Kelly Costa que deu a oportunidade e abriu portas para que a gente conhecesse e trabalhasse com cinema. Nosso filme conta a história do professor José Ricardo, uma história de superação bem emocionante, e tenho certeza que quando ele for concluído vai ser um sucesso”, </i>comemorou a aluna.</p>
<div id="attachment_55716" aria-labelledby="figcaption_attachment_55716" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37870215745_5814601f95_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55716 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37870215745_5814601f95_k-607x358.jpg" width="607" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">A estudante Franciele Rafaela, do 3º ano, é uma das jovens que participa do cineclube Pedra Negra, formado por estudantes e professores da própria escola</p></div>
<p>De acordo com Kelly Costa, alguns alunos da escola tiveram a oportunidade de participar do projeto Cine Cabeça e que chegou em Itapissuma em 2010. <i>“Quando o projeto veio pra cá nós fizemos algumas parcerias que renderam os filmes <strong>360</strong> e <strong>Contar a Nossa História</strong>, premiados pela iniciativa”,</i>pontuou, destacando que agora o grupo segue focado na conclusão do curta Na Guerra da Vida.</p>
<p><i>“Desde fevereiro que a gente está trabalhando no filme e é a história de um professor de Educação Física, deficiente visual, que perdeu a visão aos quinze anos de idade. Um professor concursado do município, mas mora em Camaragibe, e que faz esse percurso todos os dias. Agora vamos contar com apoio da Fundarpe para o processo de edição do curta, e tivemos ao longo de todo o trabalho uma parceria da Prefeitura de Itapissuma, que nos ofereceu toda a estrutura para trabalhar”,</i> destacou, reforçando que quando o filme estiver pronto haverá um lançamento especial na cidade.</p>
<div id="attachment_55722" aria-labelledby="figcaption_attachment_55722" class="wp-caption img-width-586 aligncenter" style="width: 586px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38756681041_a9500f3099_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55722 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38756681041_a9500f3099_k-586x486.jpg" width="586" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;É importante que vocês conheçam de perto essas pessoas, porque é uma forma de estimular e dizer que existem escritores e artistas da cultura popular que estão vivos, que são pessoas iguais a nós e que estão ai hoje defendendo seus trabalhos na cultura”, ressaltou Márcia Branco</p></div>
<p><b>Alcance do Outras Palavras -</b> Márcia Branco aproveitou para dizer aos alunos que a Secretaria de Cultura do estado e Fundarpe já passaram com esta iniciativa em mais de 370 escolas de Pernambuco, atingindo quase nove mil estudantes. <i>“Da Região Metropolitana até o interior do estado, levando sempre escritores e patrimônios do nosso estado. É importante que vocês conheçam de perto essas pessoas, porque é uma forma de estimular e dizer que existem escritores e artistas da cultura popular que estão vivos, que são pessoas iguais a nós e que estão ai hoje defendendo seus trabalhos na cultura”.</i></p>
<p><i>“Vai ficar aqui com vocês um kit de literatura com livros premiados no Prêmio Pernambuco de Literatura, que teve este ano a denominação mudada para <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/vi-premio-hermilo-borba-filho-de-literatura/" target="_blank">Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura.</a> E deixo a dica que livro não é pra ficar na estante, é pra ser lido, dividido, compartilhado e discutido na sala de aula”,</i>lembrou Márcia Branco, antes de entregar à diretoria o kit.</p>
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		<title>Divulgada a programação do Ciclo Junino no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/divulgada-a-programacao-do-ciclo-junino-no-recife/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2016 15:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Arraiais de Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[Dona Glorinha do Coco]]></category>
		<category><![CDATA[Pátio de São Pedro]]></category>
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		<category><![CDATA[SÃO JOÃO 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Sítio Trindade]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Composto por 17 dias de festividade, o São João 2016 do Recife estará proporcionando de 16 de junho a 2 de julho, apresentações musicais e celebrações típicas do período, em 41 polos da capital pernambucana. Na próxima quinta-feira (16), a 12ª edição da Caminhada do Forró, que acontece pelas ruas do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37140" aria-labelledby="figcaption_attachment_37140" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fotos: Pri Buhr e Eric Gomes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Homenageados-Sao-Joao-do-Recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-37140" alt="Fotos: Pri Buhr e Eric Gomes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Homenageados-Sao-Joao-do-Recife-607x287.jpg" width="607" height="287" /></a><p class="wp-caption-text">Homenageados deste ano: Dona Glorinha do Coco e Santanna, o Cantador.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Composto por 17 dias de festividade, o São João 2016 do Recife estará proporcionando de 16 de junho a 2 de julho, apresentações musicais e celebrações típicas do período, em 41 polos da capital pernambucana. Na próxima quinta-feira (16), a 12ª edição da Caminhada do Forró, que acontece pelas ruas do Bairro do Recife, abre o ciclo homenageando nomes do cenário cultural nordestino, como o cearense Santanna, o Cantador e a pernambucana Dona Glorinha do Coco. O cortejo sai às 18h, da Rua da Moeda, em direção à Praça do Arsenal, sendo arrastado por sanfoneiros de Pernambuco e vários estados.</p>
<p style="text-align: justify;">No Sítio Trindade, a animação contará de 23 a 26 de junho, com apresentações de Maciel Melo, Nando Cordel, Gennaro, Genival Lacerda, Família Salustiano e a Rabeca Encantada, Rogério Rangel, Bia Marinho, Josildo Sá, Alcymar Monteiro, Nádia Maia, Antúlio Madureira, Cristina Amaral, entre outros diversos artistas e grupos consagrados em Pernambuco, além de quadrilhas juninas e bandas de forró pé de serra.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no Pátio de São Pedro, outro polo de destaque da tradicional festividade, a 10ª Exposição Culinária Afro Brasileira inicia no dia 27 de junho a programação cultural, que segue até o dia 30, homenageando o Orixá Xangô, com a realização da Festa do Fogo. Entre as atrações musicais, estarão se apresentando Isaar, Coco dos Pretos, Afoxé Filhos de Xangô, Petrúcio Amorim, Flavio Leandro, entre outras atrações.</p>
<p><strong>Confira a programação em cada polo:</strong><br />
- Sítio Trindade <strong><a title="AQUI" href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Sitio-Trindade-Sao-Joao-2016-divulgacao.pdf" target="_blank">AQUI</a></strong><br />
- Pátio de São Pedro <strong><a title="AQUI" href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Patio-de-Sao-Pedro-Sao-Joao-2016-divulgacao.pdf" target="_blank">AQUI</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>POLOS COMUNITÁRIOS</strong> &#8211; As comunidades de Santo Amaro, Bomba do Hemetério, Campo Grande, Totó, Cordeiro, Jd. São Paulo, Várzea, UR-2, Lagoa do Araçá, Jordão Baixo, UR 5, Ibura de Baixo e Brasília Teimosa, fazem parte dos 13 Arraias de Bairro, que estarão celebrando a Festa de São Pedro. A parceria da Prefeitura do Recife com outros polos que já realizam tradicionalmente suas programações, estará contemplando também o Arraial do Bom Jesus, na Campina do Barreto; Arraial Cajueiro, em Cajueiro; Arraial da Cidadania, em Campo Grande; Arraial do Ouro e Arraial Deixa Falar, em Casa Amarela; Arraial Sempre Alerta, no Alto José do Pinho; Arraial Novo Detran, na Iputinga; Arraial Luar do Sertão, na Várzea; Arraial Flôr de Cheiro, no Ibura UR-02; Arraial de Todos da Mustardinha, Arraial Vila Tamandaré, em Areias, Arraial Chapéu de Palha, no Morro da Conceição, Arraial dos Forrogodeiros, no Sítio Cardoso e Arraial Forró Fácil, no Alto José Bonifácio.</p>
<p>- Arraiais de Bairro <strong><a title="AQUI" href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Arraiais-de-Bairro-Sao-Joao-2016-divulgacao.pdf" target="_blank">AQUI</a></strong></p>
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		<title>Patrimônio vivo, Clube Indígena Canindé comanda festa popular em Garanhuns</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/patrimonio-vivo-clube-indigena-caninde-comanda-festa-popular-em-garanhuns/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 18:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[25º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Carnavalesco Lírico Com Você no Coração]]></category>
		<category><![CDATA[Cavalo Marinho Estrela de Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Clube Indígena Canindé]]></category>
		<category><![CDATA[Coco do Amaro Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Dona Cila do Coco]]></category>
		<category><![CDATA[Dona Glorinha do Coco]]></category>
		<category><![CDATA[fig 2015]]></category>
		<category><![CDATA[Palco de Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Tribo Tabajara]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Roberto Moraes Filho Com a tradição iniciada em 1897, no bairro de Afogados, no Recife, o Clube Indígena Canindé, grupo de caboclinho mais antigo em atividade no carnaval pernambucano e Patrimônio Vivo desde 2009, realizou na tarde de quinta-feira (23), uma emocionante apresentação durante o 25º Festival de Inverno de Garanhuns. Proporcionando homenagem a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_28025" aria-labelledby="figcaption_attachment_28025" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Clube-Indigena-Caninde-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Normando-Siqueira-01.jpg"><img class=" wp-image-28025 " alt="Normando Siqueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Clube-Indigena-Caninde-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Normando-Siqueira-01-324x486.jpg" width="259" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Integrante curumim do Clube Indígena Canindé.</p></div>
<p><strong><em>Por: Roberto Moraes Filho</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com a tradição iniciada em 1897, no bairro de Afogados, no Recife, o Clube Indígena Canindé, grupo de caboclinho mais antigo em atividade no carnaval pernambucano e Patrimônio Vivo desde 2009, realizou na tarde de quinta-feira (23), uma emocionante apresentação durante o 25º Festival de Inverno de Garanhuns. Proporcionando homenagem a Juracy Simões, presidenta do clube por 21 anos, que faleceu no último dia 7 de junho, os 30 integrantes do caboclinho reforçam o desejo de sua continuidade no cenário da cultura popular pernambucana.</p>
<p style="text-align: justify;">Contemplando o público com as danças de Guerra, Perré e Baião, além dos toques de entrada e retirada, entoados por flautins, caracaxás e tambores, o Canindé passa a ser presidido por Iaci Silva, afilhada de dona Juracy. “Está sendo muito difícil realizar a primeira apresentação sem a presença física da nossa mestra, mas queremos a partir de agora, reforçar o compromisso de levar adiante esta tradição, que completou 118 anos de resistência”, disse Iaci bastante emocionada.</p>
<p style="text-align: justify;">A dança de Perré, uma das mais belas por reunir o colorido das fantasias e os passos dos ‘curumins’, formados por crianças iniciando a arte do caboclinho, evidenciou para a plateia, a força que o grupo possui para repassar às próximas gerações, o valor e os saberes de cada significado desta tradição. “Achei muito bonita a apresentação e tenho certeza que as crianças irão manter o grupo ainda por muitos anos”, comentou o aposentado Otacílio Henrique de Britto.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a apresentação do Canindé, o caboclinho Tribo Tabajara, da cidade de Camaragibe, também homenageou dona Juracy, ao som do toque de retirada ao som de gaita, da mesma forma que era realizado antigamente pelo clube indígena. A Tribo Tabajara contou com a participação de 58 componentes, trazendo pela primeira vez ao festival a sua manifestação.</p>
<div id="attachment_28026" aria-labelledby="figcaption_attachment_28026" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Tribo-Tabajara-de-Camaragibe-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Normando-Siqueira.jpg"><img class="size-medium wp-image-28026" alt="Normando Siqueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Tribo-Tabajara-de-Camaragibe-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Normando-Siqueira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação da Tribo Tabajara, de Camaragibe.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Levando para o Palco de Cultura Popular a tradição iniciada em 2008 na cidade de Olinda, o grupo Coco do Amaro Branco animou o plateia com participação especial da coquista Dona Glorinha do Coco. Ela, que como os saudosos mestres Pombo Roxo e Dedo, também integraram o grupo, entoou composições de destaque ao longo de sua carreira iniciada aos 7 anos de idade. “Hoje estou com 80 anos e não me considero velha, apenas um pouco usada”, comentou Dona Glorinha, arrancando gargalhadas do público.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, Dona Cila do Coco também subiu ao Palco de Cultura Popular, interpretando improvisos do ritmo como “Chuva vai, chuva vem&#8230; Chuva miúda não mata ninguém” e “Tá querendo meu xodó”.</p>
<div id="attachment_28027" aria-labelledby="figcaption_attachment_28027" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Coco-do-Amaro-Branco-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Normando-Siqueira.jpg"><img class="size-medium wp-image-28027" alt="Normando Siqueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Coco-do-Amaro-Branco-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Normando-Siqueira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do Coco do Amaro Branco com participação de Dona Glorinha</p></div>
<p style="text-align: justify;">A tarde também foi marcada pela apresentação do Cavalo Marinho Estrela de Ouro , da cidade de Condado, que desde 1979 vem intensificando o folguedo na Mata Norte, sob o comando do mestre Biu Alexandre. “Para esta apresentação, que é muito curta em relação ao que costumamos fazer, em ensaios que acontecem das 9 horas da noite até às 5 horas da manhã, trouxemos o espetáculo resumido, composto por 72 personagens”, explicou o mestre.</p>
<div id="attachment_28028" aria-labelledby="figcaption_attachment_28028" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Cavalo-Marinho-Estrela-de-Ouro-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Normando-Siqueira-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-28028" alt="Normando Siqueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Cavalo-Marinho-Estrela-de-Ouro-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Normando-Siqueira-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalo Marinho Estrela de Ouro, da cidade de Condado.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Entre as apresentações finais do polo, o Bloco Carnavalesco Lírico Com Você no Coração, aqueceu o público do frio desta temporada, trazendo ‘Frevo da Saudade’, ‘A Luz do Poeta’, ‘Pagode Russo’ e muitas outras composições de antigos sucessos do frevo, homenageando compositores como João Amorim e João Cunha.</p>
<div id="attachment_28029" aria-labelledby="figcaption_attachment_28029" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Bloco-Carnavalesco-Lirico-Com-Voce-no-Coracao-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Normando-Siqueira.jpg"><img class="size-medium wp-image-28029" alt="Normando Siqueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Bloco-Carnavalesco-Lirico-Com-Voce-no-Coracao-Palco-de-Cultura-Popular-FIG-2015-Foto-Normando-Siqueira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do Bloco Carnavalesco Lírico Com Você no Coração</p></div>
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