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	<title>Portal Cultura PE &#187; Economia da Cultura</title>
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		<title>Mulheres apontam caminhos para reduzir desigualdades de gênero no mercado cultural</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 16:06:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A vice-governadora Luciana Santos coordenou, nesta terça (12), mais um fórum de diálogo do Pernambuco Com Elas, desta vez, sobre a participação feminina na cadeia produtiva da cultura. O encontro contou com a presença de gestores da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Cepe, Ad-Diper, além de equipamentos culturais como Paço do Frevo e Museu do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">A vice-governadora Luciana Santos coordenou, nesta terça (12), mais um fórum de diálogo do Pernambuco Com Elas, desta vez, sobre a participação feminina na cadeia produtiva da cultura. O encontro contou com a presença de gestores da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Cepe, Ad-Diper, além de equipamentos culturais como Paço do Frevo e Museu do Trem. Também estiveram lá representantes da sociedade civil, de setores do audiovisual, artesanato e produção de eventos. O objetivo foi debater propostas que possam reduzir a desigualdade de gênero nesse mercado de trabalho.</p>
<p>Luciana Santos destacou que, em um momento de crise e altos índices de desemprego, o governo do estado trabalha para ser um contraponto à gestão federal, que não prioriza o crescimento econômico. “Não podemos contaminar Pernambuco com o ambiente de ceticismo e desesperança que existe em nível nacional. Ninguém aqui quer vender a ilusão que nós sozinhos vamos resolver o problema da empregabilidade, mas nós vamos, a partir das nossas possibilidades, trabalhar para, por exemplo, atrair investimentos, como tem feito o governador Paulo Câmara. E, dentro das nossas oportunidades e vocações, ter um olhar para o trabalho da mulher”, disse.</p>
<p>De passagem pelo Estado para lançar seu livro “Por que lutamos?”, a ex-candidata a vice-presidente Manuela d’Ávila participou do início da reunião e ressaltou o caráter inovador do Pernambuco Com Elas. “Eu acho que esse trabalho que vocês desenvolvem aqui é inédito no Brasil: um grupo de trabalho permanente, que vai estruturando as políticas para enfrentar uma das faces mais cruéis da diferença que se estabelece historicamente, socialmente, culturalmente entre mulheres e homens. No dia que as mulheres tiverem independência econômica ou mais formas de viverem suas vidas, elas vão ficar cada vez mais fortes”, disse.</p>
<div id="attachment_72873" aria-labelledby="figcaption_attachment_72873" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/forum_mulheres_01.jpeg"><img class="size-medium wp-image-72873" alt="Evento ocorreu na Vice-Governadoria e contou do diversas representantes de da classe cultural" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/forum_mulheres_01-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Evento ocorreu na Vice-Governadoria e contou do diversas representantes de da classe cultural</p></div>
<p>De acordo com dados do Ministério da Economia, a participação das mulheres no mundo do trabalho formal da Cultura, em Pernambuco, é hoje de 41%. Mas a média salarial delas é inferior, R$2.015, diante dos R$2.293 pagos aos homens, na mesma função ou função semelhante.</p>
<p>O secretário de Cultura Gilberto Freyre Neto destacou a necessidade de um mapeamento amplo da Cultura em todos os setores da sociedade, pois que a produção cultural está além do que é incentivados pelos órgãos governamentais. É preciso, segundo ele, pensar o assunto de forma transversal e provocar outros parceiros, para que se consiga penetrar em todos os cantos do estado. “Precisamos conversar com todos os segmentos. A ideia é que a cultura seja um reflexo da identidade de um território, e aí cabem todos nós &#8211; do candomblé, à igreja católica, o recorte das necessidades específicas, o recorte de gênero”, apontou.</p>
<p>De acordo com dados do Ministério da Economia, a participação das mulheres no mundo do trabalho formal da Cultura, em Pernambuco, é hoje de 41%. Mas a média salarial delas é inferior, R$2.015, diante dos R$2.293 pagos a eles.</p>
<div>
<p>No encontro, diversos participantes ressaltaram a necessidade de mapear de forma mais detalhada a presença das mulheres nesta cadeia produtiva. De acordo com o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, é preciso pensar o assunto de forma transversal e provocar outros parceiros, para que se consiga penetrar em todos os cantos do estado.</p>
<p>“Precisamos conversar com todos os segmentos. A ideia é que a cultura seja um reflexo da identidade de um território, e aí cabem todos nós &#8211; do candomblé, à igreja católica, o recorte das necessidades específicas, o recorte de gênero”, apontou.</p>
<p><b>Nos livros e debates</b></p>
<p>O presidente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Ricardo Leitão, afirmou que o órgão que dirige quer contribuir para o debate de ideias relacionado às pautas femininas. Nesse sentido, anunciou que a editora está à disposição para publicar obras que abordem o tema, como forma de estimular no Estado reflexões sobre a situação da mulher hoje. Segundo ele, pode ser inclusive criado um selo com este objetivo.</p>
<p>“Também colocamos à disposição nosso circuito literário, que realiza 15 feiras literárias em todas as microrregiões do estado, do Sertão ao Litoral. Podemos abrir espaços na programação para que as mulheres de Pernambuco se expressem e discutam esses temas”, colocou.</p>
<p><b>Audiovisual e formação</b></p>
<p>A secretária executiva de Cultura, Silvana Meireles, destacou iniciativas que já existem na política pública de Cultura e que fortalecem e estimulam a presença das mulheres. Ela destacou o edital do Funcultura Audiovisual, que passou a dar uma pontuação maior a projetos que têm mulheres em função de destaque nas produções. No edital de 2018, os resultados foram expressivos, com 62% dos projetos de obras audiovisuais contempladas com diretoras ou roteiristas mulheres, quando a média nacional não passa de 20%. “É um exemplo do que podemos adotar em outras áreas”, disse. Silvana</p>
<p>Ela falou ainda sobre a importância de formar mulheres para preencherem lacunas hoje existentes na cadeia produtiva da cultura. “Sem formação, a dependência exclusiva do artista em relação ao dinheiro do estado, não é eliminada. Precisamos dar um mínimo de autonomia”, defendeu, sugerindo ainda a possibilidade de criar um recorte de gênero no edital de Microprojeto Cultural. O edital, que está em sua primeira edição, tem como objetivo beneficiar atividades culturais de baixo orçamento, que tenham compromisso com empreendedorismo, transmissão de saber, com impacto social para mulheres.</p>
<div id="attachment_72897" aria-labelledby="figcaption_attachment_72897" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-13-at-11.49.23.jpg"><img class="size-medium wp-image-72897" alt="Silvana Meireles destacou a pontuação diferenciada para mulheres dentro do edital do Audiovisual" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-13-at-11.49.23-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Silvana Meireles destacou a pontuação diferenciada para mulheres dentro do edital do Funcultura do Audiovisual</p></div>
<p>A Gerente de Formação da Secult, Tarciana Portela, fortaleceu em sua fala a necessidade de levantamento dos indicadores da cultura para um trabalho mais assertivo e que faça recortes de gênero nas áreas em que forem apontadas maiores desequilíbrios. Ela destacou a importância do Fórum, que está trazendo a temática de forma transversal, convocando diversas secretarias e setores da sociedade para construírem juntos alternativas que estimulem a entrada de mais mulheres no mercado de trabalho, bem como a ascensão das que já estão nele. &#8220;Vamos ver como fazer o empoderamento das mulheres focando a economia da cultura. Saber em como fortalecer a participação delas em nossos diversos programas. Vamos em busca também dos números da cultura para ver a participação da mulher no setor&#8221;, disse.</p>
<p>A produtora cultural Karina Hoover, da Luni Produções, falou sobre as dificuldades que as mulheres enfrentam na área da cultura. “A formação da mulher está maioritariamente na base, na área de produção, que é o que faz o filme acontecer. Mas a gente é muito mal valorizada por essas funções. E no mérito também. Sinto uma falta grande de formação de mulheres para esses cargos principais, de diretora do filme, diretora de fotografia, roteiristas, são poucas. Qualquer processo para fomentar a inclusão da mulher no mercado criativo precisa de formação”, opinou.</p>
<p>A diretora de conteúdo do Paço do Frevo, Vanessa Marinho, ressaltou a importância de ter maior representatividade de raça no mercado da cultura. “Temos que pensar na produção das mulheres negras também”, sublinhou, propondo uma articulação para que se possa encontrar saídas a partir do trabalho em rede, diante da escassez de recursos.</p>
<p>A secretária da Mulher, Silvia Cordeiro lembrou que, para além da formação técnica, é preciso oferecer também uma formação cidadã e sociopolítica para as mulheres. “É preciso falar sobre a condição da mulher nem Pernambuco. A gente tem feito isso no projeto de capacitação Ela Pode. A gente fala da violência contra a mulher, da dupla jornada de trabalho, da sub representatividade feminina na política, porque é importante essa compreensão”, indicou.</p>
</div>
<div></div>
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		<title>Plano Estadual de Cultura aponta pra o desenvolvimento das cadeias criativas</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 18:57:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania  Em 2012, no mesmo final de semana em que Chico Buarque e o ex-beatle Paul McCartney se apresentariam no Recife, o festival Abril Pro Rock também estava no páreo para entrar na programação do público nordestino. O duro desafio para encontrar uma brecha na agenda e no orçamento dos espectadores foi surpreendentemente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65619" aria-labelledby="figcaption_attachment_65619" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/25040502287_2a39ac56e7_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65619" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/25040502287_2a39ac56e7_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O Plano Estadual prevê incentivo ao empreendedorismo cultural através de ações como feiras comerciais. Realizada pela Secult/Fundarpe, a ExpoCarnaval, na Torre Malakoff, é um exemplo que já vem sendo colocado em prática.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania </em></strong></p>
<p>Em 2012, no mesmo final de semana em que Chico Buarque e o ex-beatle Paul McCartney se apresentariam no Recife, o festival Abril Pro Rock também estava no páreo para entrar na programação do público nordestino. O duro desafio para encontrar uma brecha na agenda e no orçamento dos espectadores foi surpreendentemente superado logo na primeira das três noites do evento. A noite de abertura reuniu 15 mil pessoas no Chevrolet Hall, marcando um recorde na história do Festival que, naquele ano, comemorava duas décadas e, segundo levantamento da  produção, contava com 30% da plateia formada por turistas.</p>
<p style="text-align: left;">Os ônibus das caravanas que vêm de outros estados e estacionam em frente aos espaços que já acolheram o Abril Pro Rock &#8211; desde o seu início até os dias de hoje -, reiteram esse dado. Uma imagem reveladora do potencial que os eventos culturais pernambucanos possuem para atrair visitantes, ainda que não contem com maiores apelos turísticos. Há uma década na produção do evento, Guilherme Moura passou a integrar, em 2014, o Conselho Estadual de Política Cultural. Como conselheiro de música, tem buscado novas medidas que promovam o crescimento da linguagem. Entre suas mais recentes contribuições, Guilherme participou intensamente do processo que resultou na elaboração do<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Resolucao.PEC_.final_.pdf" target="_blank"><strong> Plano Estadual de Cultura</strong></a> e, através dele, enxerga novas perspectivas para o setor.</p>
<div id="attachment_65621" aria-labelledby="figcaption_attachment_65621" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/14670991148_410c4025fb_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65621" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/14670991148_410c4025fb_k-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Eventos como o Festival de Cinema de Triunfo são exemplos de como a cultura também pode movimentar o turismo no Estado.</p></div>
<p><em>“Integrar a cultura ao turismo é um dos passos muito grandes que a gente pode dar com esse Plano. O circuito de música atrai turistas para as cidades em que ele acontece e a ideia do Plano colocar isso como um dos vetores da sua política abre a possibilidade de surgir editais específicos para eventos que abranjam tanto o turismo como a cultura, por exemplo. Precisamos assumir que os festivais têm uma relação muito forte com o turismo, pois cada um deles não só traz pessoas de outros lugares, como essas pessoas também podem conhecer nossos artistas e levá-los para eventos de suas cidades. É um efeito multiplicador muito forte”</em>, avalia ele sobre o Objetivo Estratégico 4.4, que prevê a promoção do turismo cultural, dentro do Eixo da Economia da Cultura.</p>
<p>O produtor audiovisual Rafael Barreira lembra o número crescente de festivais de cinema pelo interior, como o Festival de Cinema de Caruaru, Festival de Cinema de Carpina e a Mostra Pajeú de Cinema, como uma conquista importante para a difusão, que também pode ser impulsionada pelo turismo. “<em>São eventos de pequeno, médio e grande porte que, se entrarem dentro de uma agenda cultural de turismo, podem potencializar a sua região. Um exemplo de como isso pode funcionar é o próprio MIMO, que atrai um público interessado nos shows, mas que também aproveita para conhecer as nossas praias. Acho que o turismo pode ser um grande aliado da cultura e juntos podem movimentar as regiões o ano inteiro, independente de períodos festivos específicos”</em>, observou ele, que também está a frente do Ponto de Cultura de Cinema de Animação, em Gravatá, e atuou como Delegado de Audiovisual na IV Conferência Estadual de Cultura.</p>
<div id="attachment_65622" aria-labelledby="figcaption_attachment_65622" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/19714406340_73f3b6bccd_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65622" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/19714406340_73f3b6bccd_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Eventos também trazem autonomia criativa para o Estado quando investem em atividades formativas, como as oficinas ministradas durante o Festival de Inverno de Garanhuns. Na foto, Elias Vitalino dá aula de artesanato durante o FIG de 2015.</p></div>
<p>Vale destacar que festivais, eventos e espaços culturais também podem contribuir de maneira determinante para trazer mais autonomia para a produção cultural pernambucana, já que grande parte deles também investe em atividades formativas. <em>“Temos bons profissionais, tanto produtores executivos, quanto diretores e roteiristas, mas quando se vai fazer um longa-metragem, há dificuldade para fazer uma produção inteiramente local, por exemplo. Ainda carecemos de mais escolas técnicas e outras experiências formativas para capacitar fotógrafos, iluminadores, profissionais para pensar cenários, entre outras coisas. Muitas vezes, essa turma tem que vir de fora”</em>, continua Rafael, sobre uma das reivindicações da área debatidas durante as reuniões e contemplada no Objetivo Estratégico 4.2, que busca promover o empreendedorismo cultural oferecendo suportes para iniciativas culturais.</p>
<p>Delegado de Design na IV Conferência, o produtor cultural Arthur Braga também aponta que uma das principais conquistas para a sua área de atuação seria o suporte para empreender. <em>“A questão jurídica que envolve as marcas é algo que a gente não perpassa quando está na Academia. São deficiências que dificultam quando você quer investir em alguma coisa. A gente precisa falar mais sobre os diversos mecanismos que existem nesse sentido e fazer intercâmbios com outros estados e países que tenham amadurecido nesse aspecto”</em>, comenta ele, que também gerencia o espaço Ceça, no Centro do Recife.</p>
<p>Como Coordenador de Design e Moda da Fundarpe, Flávio Barbosa acredita que <em>&#8220;o Plano Estadual de Cultura, no que se refere à economia da cultura, configura-se como uma estratégia de desenvolvimento em ativos econômicos inovadores, em especial no que busca o fortalecimento da Economia da Cultura, a promoção do empreendedorismo cultural e e o estímulo à circulação, acesso e consumo dos bens e serviços culturais (objetivos estratégicos 4.1, 4.2 e 4.3). É um progresso, não apenas para os negócios criativos, mas a todos aqueles que ganham competitividade meio da &#8216;culturalização&#8217; dos negócios, ou seja, agregando-se valor a partir de elementos intangíveis e culturais</em>&#8220;. Desta forma, <em>&#8220;acreditamos que com a aplicação do Plano Estadual de Cultura, alcançaremos maior transparência e melhoraremos o planejamento das ações voltadas à linguagem, tais como: fomentar inovação; ampliação do investimento em design e moda; crescimento da produção autoral; ampliação da incubação de projetos e estímulo ao empreendedorismo</em>&#8220;, observa o coordenador.</p>
<div id="attachment_65623" aria-labelledby="figcaption_attachment_65623" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/36008671635_6c32dacdb3_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65623" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/36008671635_6c32dacdb3_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O Pernambuco Criativo é uma parceria com o Ministério da Cultura e está por trás de atividades como a formação para jovens circenses, que aconteceu em 2017.</p></div>
<p><strong></strong><strong>HISTÓRICO DO SETOR</strong></p>
<p>A inclusão de ações estratégicas pensadas especificamente para o desenvolvimento desse Eixo representa um avanço a nível nacional. Por ser um tema relativamente recente no debate brasileiro de políticas públicas culturais, a Economia Criativa, muitas vezes, não teve destaque nos Planos de Cultura elaborados anteriormente em outros estados. Essa discussão entrou em vigor no País somente em 2011, quando Cláudia Leitão assumiu a Secretaria de Economia Criativa, dentro do Ministério da Cultura, na época sob o comando de Marta Suplicy, durante o primeiro mandato da Presidente Dilma Rousseff.</p>
<p>O projeto inicial de Cláudia recebeu o título de “Criativa Birô”, que buscava implementar gabinetes para assessoria, orientação, promoção de informação dentre outros atendimentos para os realizadores culturais e artistas. <em>“Aqui em Pernambuco já havia uma preocupação com esse tema. Posso dizer que, desde 2011, começaram atividades relativas a ele e logo se iniciaram as negociações com o Ministério da Cultura para trazer o Criativa Birô para cá. Mesmo sem muitos recursos, conseguimos realizar logo algumas ações, como os Armazéns da Criatividade, que debatia sobre Economia da Cultura e mercado durante o Festival de Inverno de Garanhuns”,</em> relembrou Tarciana Portella, Gerente de Projetos Especiais da Secult-PE.</p>
<div id="attachment_65625" aria-labelledby="figcaption_attachment_65625" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/7601264790_6dfdb25585_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65625" alt="Eric Gomes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/7601264790_6dfdb25585_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">No FIG de 2012, o Ambiente Criativo era um espaço voltado para o debate sobre economia da cultura e já evidenciava o interesse do Estado se aprofundar na área.</p></div>
<p>De lá para cá, o Sistema Secult/Fundarpe passou a oferecer uma série de cursos e oficinas através de convênios com o Ministério da Cultura, como o PE Criativo, entre outras parcerias, além de ter impulsionado iniciativas relacionadas à Economia da Cultura através do fomento do Funcultura. <em>“Agora, com o Plano de Cultura, a gente vai analisar, fazer proposta de estudo das cadeias produtivas, dos gargalos e das potencialidades, visando políticas que atendam isso de uma maneira integrada. É importante frisar que o documento aponta para a criação de um plano para formação e um outro para economia da cultura. Isso quer dizer que ele prevê não só questões de formação técnica como também irá promover a economia criativa”</em>, adiantou ela, que acredita que o Plano vem para aprofundar ações e identificar os atores que já contribuem com o Eixo.</p>
<p>Esse mapeamento, proposto no Objetivo Estratégico 4.1, que prevê o fortalecimento da economia da cultura, é o que abre espaço para a criação de um plano estadual específico de desenvolvimento do setor. <em>“Primeiro vamos mapear e na sequência realizar um plano, que tem o objetivo de diminuir as diferenças regionais e as diferenças entre os produtores que já tem suas empresas e os outros que trabalham de forma mais artesanal, investindo onde mais precisa. A ideia é conhecer, potencializar, interiorizar e dinamizar essas ações como um todo. Esse é o grande ganho dessa discussão toda”</em>, pondera o Coordenador de Audiovisual da Secult-PE, Matheus Lins, que acredita que a cultura pode alimentar uma série de atividades econômicas que tendem a se multiplicar a partir do Plano, quando se iniciarem os primeiros estudos mais detalhados sobre o impacto do setor na cadeia econômica de Pernambuco.</p>
<p><em>“Quando a gente fala de economia da cultura, a gente fala de um mercado global, que equivale a cerca de 7% do PIB mundial. Aqui no Brasil, apesar da diversidade cultural, e do potencial que a gente tem ainda não explorado, a gente consegue movimentar cerca de 2,5% do nosso PIB com a cultura e essa economia é responsável por 800 mil empregos formais, segundo a FIRJAN. Então, mostra uma potencialidade muito grande, mas também um caminho muito grande pra percorrer”</em>, continua ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_65626" aria-labelledby="figcaption_attachment_65626" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/40323922854_1ab82ff556_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65626" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/40323922854_1ab82ff556_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Os fazedores de cultura acreditam que o Plano Estadual aprovado pelo Conselho de Cultura após a Plenária Final da IV Conferência Estadual de Cultura deve garantir a participação social nas políticas culturais.</p></div>
<p>Apesar da estrada até o pleno rendimento da economia da cultura ainda ser longa, o Plano Estadual vem trazendo otimismo para os fazedores de cultura. “<em>Depois que o Plano for implementado com os Conselhos das linguagens e o Fundo funcionando bem, a perspectiva é de que essas necessidades sejam supridas nos dez anos em que ele estiver em vigor. Mas isso também depende de como a legislação se adequará a nossa realidade para atender à cadeia produtiva”</em>, ressalta Rafael Barreira, ao defender a desburocratização na captação de recursos e na prestação de contas, prevista nas Ações Estratégicas 76 e 77. <em>“Quanto mais incentivo tiver, haverá mais condições de investir, e quanto mais próxima da gente a legislação tiver, haverá mais qualidade. Se a gente conseguir montar um modelo de negócio estruturado que esteja conectado com as cadeias, conseguimos manter Pernambuco em destaque”</em>, aponta o produtor.</p>
<p>Reforçando a expectativa por uma legislação mais aproximada com cada linguagem, Arhur Braga também aposta na integração da cultura com outros setores da economia. <em>“A gente imagina que o Plano deve trazer mecanismos que estimulem a criação de novos projetos e possibilitem uma convergência entre as redes</em>”, comenta ele, ao destacar que a área de Design e Moda, por exemplo, pode se articular com diversos ramos de investimento<em>. “Criar o Plano foi um momento ímpar e renovador, que agora precisa de muito cuidado para efetivá-lo com garantia de participação da sociedade civil e com ferramentas para unir essas pessoas”</em>, finaliza, evidenciando o protagonismo social para concretizar as propostas.</p>
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		<title>Educação Financeira foi tema de palestra na Casa da Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Aug 2017 15:49:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Anizio Silva A Casa da Cultura recebeu, na manhã da última quarta (23), mais uma atividade do Programa Pernambuco Criativo que promove formação cultural com foco na Economia Criativa para os produtores, artistas e fazedores da cultura. Durante a palestra sobre Educação Financeira, o público presente na Cela Jota Borges pôde assimilar alguns conceitos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52724" aria-labelledby="figcaption_attachment_52724" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/educacao-financeira-pecriativo-foto-jan-ribeiro-24082017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-52724" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/educacao-financeira-pecriativo-foto-jan-ribeiro-24082017-1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O Programa Pernambuco Criativo tem realizado oficinas, atendimentos, palestras e debates para o estímulo à Economia Criativa do estado.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Anizio Silva</em></p>
<p>A Casa da Cultura recebeu, na manhã da última quarta (23), mais uma atividade do Programa Pernambuco Criativo que promove formação cultural com foco na Economia Criativa para os produtores, artistas e fazedores da cultura. Durante a palestra sobre Educação Financeira, o público presente na Cela Jota Borges pôde assimilar alguns conceitos de planejamento, controle e gestão do seu dinheiro.</p>
<p>A atividade foi ministrada por Murilo Nóbrega, coordenador da Agência de Empreendedorismo da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação de Pernambuco (SEMPETQ/PE). “(Nestas palestras) dou algumas dicas e conceitos sobre Educação Financeira e passo algumas mensagens sobre como cuidar bem do dinheiro e a elaboração de um orçamento. Também, falo sobre o endividamento, o uso do cartão de crédito e o consumo consciente”, explicou Murilo.</p>
<p>Para a empresária artística Laura Proto, esse tipo de palestra ajuda os empreendedores culturais a terem uma noção de como equilibrar os desejos, os sonhos e a realidade. “Para quem trabalha com cultura, muitas vezes, há uma certa dificuldade de encarar a realidade da forma pragmática como ela merece ser. Claro que faz parte do nosso trabalho também alcançar isso, e buscar a formação é, sempre, interessante. Estou, sempre, escutando pessoas que têm experiências diferentes, e trocando informações com outros produtores culturais”, declarou Laura.</p>
<p>No final do evento, os participantes participaram de uma dinâmica de grupo e responderam um questionário que ajudou a identificar o perfil financeiro de cada um (endividado, equilibrado ou investidor). Há um teste similar no site <a title="Faça o teste e descubra qual a sua situação financeira - InfoMoney" href="http://www.infomoney.com.br/blogs/financas-pessoais/financas-em-casa/post/3192498/faca-teste-descubra-qual-sua-situacao-financeira" target="_blank"><strong>InfoMoney</strong></a>; uma das diferenças é que o perfil Investidor é classificado na palestra do Expresso Empreendedor como, muitas vezes, “escravo do dinheiro”. O texto da apresentação enfatiza: ”(é preciso) ter cuidado para não viver só pensando no dinheiro. Devemos lembrar que o dinheiro é para nos servir, satisfatoriamente, e não para nos escravizar”. Já o perfil equilibrado é avaliado como “realizador dos seus sonhos e tem uma vida financeira saudável e tranquila”.</p>
<div id="attachment_52725" aria-labelledby="figcaption_attachment_52725" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/educacao-financeira-pecriativo-foto-jan-ribeiro-24082017-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-52725" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/educacao-financeira-pecriativo-foto-jan-ribeiro-24082017-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das questões mais discutidas na atividade foi o uso consciente do cartão de crédito, que pode ser um aliado ou vilão caso não seja feito um planejamento financeiro.</p></div>
<p><strong>Atendimento ao Microempreendedor</strong> &#8211; Quem já se formalizou como MEI (Microempreendedor Individual) pode agendar sua participação em uma palestra similar. É só procurar o <a title="Expresso Empreendedor" href="http://www.sempetq.pe.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=5880&amp;Itemid=167" target="_blank"><strong>Expresso Empreendedor</strong></a> na Avenida Imperial, 1600, onde fica a Jucepe (Junta Comercial do Estado de Pernambuco), no bairro de São José. “Estamos disponíveis para atender individualmente e presencialmente as pessoas das 8h às 13h, de segunda a sexta-feira. Além da palestra sobre Educação Financeira, temos a formação sobre a Lei Geral do MEI, e também sobre empreendedorismo”, informa Murilo Nóbrega. Mais informações pelo fone (81) 3182.2802.</p>
<p><strong>Pernambuco Criativo</strong> &#8211; Criado com o objetivo de estimular a Economia Criativa do Estado, o Programa Pernambuco Criativo tem realizado oficinas, atendimentos, palestras e debates, dentre outras atividades, num convênio entre a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Ministério da Cultura (MinC) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p>“Outras palestras e atividades de formação sobre gestão de negócios culturais estão sendo planejadas, sempre com o objetivo de fortalecer a Economia Criativa, em nosso Estado”, prevê o gerente de Projetos Especiais e coordenador de Economia Criativa da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Marcus Sanchez. Mais informações sobre o Programa Pernambuco Criativo e suas próximas atividades podem ser obtidas através do e-mail <a href="mailto:pecriativofundarpe@gmail.com" target="_blank"><strong>pecriativofundarpe@gmail.com</strong></a>, pelo fone (81) 3184.3020 ou na página <a title="Facebook Pernambuco Criativo" href="https://www.facebook.com/pernambucocriativo/" target="_blank"><strong>facebook.com/pernambucocriativo</strong></a>.</p>
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		<title>I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco finaliza com êxito</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jun 2017 21:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque Começou na tarde da última segunda-feira (26), o I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco &#8211; Panorama da Economia Criativa, um produto do Programa Pernambuco Criativo, fruto de um convênio entre a Fundação do Patrimônio Histórico de Pernambuco (Fundarpe), o Ministério da Cultura (Minc) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50339" aria-labelledby="figcaption_attachment_50339" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Anizio Silva</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/seminario-observatorio-de-cultura-de-pernambuco-28062017-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-50339" alt="Anizio Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/seminario-observatorio-de-cultura-de-pernambuco-28062017-2-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O Observatório busca o desenvolvimento de um ambiente de pesquisa científica e extensão sobre economia criativa.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Clara Albuquerque</em></p>
<p>Começou na tarde da última segunda-feira (26), o I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco &#8211; Panorama da Economia Criativa, um produto do Programa <strong>Pernambuco Criativo</strong>, fruto de um convênio entre a Fundação do Patrimônio Histórico de Pernambuco (Fundarpe), o Ministério da Cultura (Minc) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O evento aconteceu na Biblioteca Central da UFPE e contou com a presença de pesquisadores e estudantes.</p>
<p>Marcus Sanchez, gerente de Projetos Especiais da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), realizou a abertura do evento reforçando a importância dos recursos públicos e da política cultural para a sociedade, e valorizou o papel do convênio Pernambuco Criativo voltado para o desenvolvimento da Economia Criativa. “Com este convênio, na perspectiva de alavancar horizontes através de variados produtos, foram criados o Birô de Negócios da Cultura, o Observatório de Cultura de Pernambuco e a Revista Reocupe. Viemos desenvolvendo uma rotina de atividades com palestras, oficinas e workshops além de pesquisas com os Pontos de Cultura do Estado e os lojistas da Casa da Cultura. É uma parceria que está dando certo gerando frutos positivos. Que possamos continuar caminhando juntos e que esse conhecimento possa ser levado às pessoas, que possamos fazer jus a esta tarefa que nos foi dada: fomentar a Economia Criativa no Estado de Pernambuco”, diz ele.</p>
<div id="attachment_50340" aria-labelledby="figcaption_attachment_50340" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Anizio Silva</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/seminario-observatorio-de-cultura-de-pernambuco-28062017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-50340" alt="Anizio Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/seminario-observatorio-de-cultura-de-pernambuco-28062017-1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O seminário contou com a presença de pesquisadores, gestores públicos, empreendedores culturais e estudantes.</p></div>
<p>Na sequência, o professor Marcos Galindo (UFPE) apresentou a palestra <em>A Universidade como lugar de Observa-ação</em>. Em sua abordagem, fez diversas citações ao pedagogo Paulo Freire e a outros pesquisadores da universidade. “A gente fala muito de cultura como se essas discussões não precisassem ser revestidas de uma práxis. Quando falamos de observação, estamos falando de criação e todo avanço científico precisa ser convertido numa conquista social através de ações cooperadas”, explica ele.</p>
<p>Galindo disse, ainda, que a pesquisa-ação é uma autorreflexão coletiva onde a criatividade precede a curiosidade. “Ver o que vem antes é uma condição nata da inovação. O conhecimento dá a condição da transgressão e da racionalidade e isso nos dá a condição de conflito. Antes de mais nada, somos pessoas que se relacionam com outras com a intenção de mudar a vida delas. Quando cooperamos, ganhamos humanidade. A gente transforma o mundo absorvendo novas culturas. A mudança é a única condição permanente da evolução”, explica ele.</p>
<p>Em seguida, os professores Hélio Pajeú e Celly Brito fizeram a apresentação da pesquisa <strong>Observatório de Cultura de Pernambuco</strong>, que está em fase de testes no <strong><a title="Observatório de Cultura de Pernambuco" href="http://www.liber.ufpe.br/ocupe/" target="_blank">site do laboratório Liber</a></strong>, da UFPE. Eles anunciaram o lançamento da primeira coleção de ebooks, fruto da pesquisa, cuja chamada já foi finalizada. Também, apresentaram a revista Reocupe, voltada para trabalhos de pesquisa e extensão que estejam dentro do escopo de Economia Criativa, e que está em fase de finalização.</p>
<div id="attachment_50331" aria-labelledby="figcaption_attachment_50331" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.liber.ufpe.br/ocupe/"><img class="size-medium wp-image-50331" alt="A partir de julho de 2017, o site do Observatório contará com o Radar da Economia Criativa em Pernambuco, um mapeamento dinâmico para a visualização, localização e observação da Economia Criativa no estado." src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/site-observatorio-de-cultura-de-pernambuco-28062017-1-607x345.jpg" width="607" height="345" /></a><p class="wp-caption-text">A partir de julho de 2017, o site do Observatório contará com o Radar da Economia Criativa em Pernambuco, um mapeamento dinâmico para a visualização, localização e observação da Economia Criativa no estado.</p></div>
<p>O painel <em>A Economia Criativa e suas cadeias</em> foi mediado pelo mestre em Ciência da Informação, Mario Gouveia, e teve a participação dos pesquisadores Fernando Paiva, Henrique Muzzio, Roberto Guerra e Christianne Marçal, que fez a abertura. Christianne fez uma abordagem histórica do conceito de Economia Criativa remontando ao Creative Nation, que ocorreu em 1994 na Austrália. “É uma economia que consegue crescer, mesmo em momentos de crise. No Brasil, há 52.300 empresas criativas que movimentam cerca de R$39 bilhões, ao ano”, explica ela. A pesquisadora afirma, ainda, que o observatório é um recurso que irá ajudar a mapear as atividades da área, em Pernambuco. Desenvolveu, também, dentro do contexto apresentado, os conceitos de indústrias e cidades criativas.</p>
<p>Henrique Muzzio abordou as perspectivas e os desafios da gestão da criatividade. Ele apresentou a Economia Criativa como uma nova interpretação para ações antigas, um campo de conhecimento emergente, um lugar desafiador para interpretações e uma oportunidade coletiva que é trabalhada em três níveis: indivíduo, organizações e espaço. “A criatividade antecede a ação. Isso é caracterizado como um processo que tem etapas e pode, portanto, ser gerenciado”, diz ele.</p>
<p>Roberto Guerra apresentou alguns aspectos de sua tese de doutorado, voltada para o empreendedorismo cultural na produção de cinema. Ele abordou uma reflexão a respeito do que seria a “culturalização da economia ou a economização da cultura”. Também, apontou o empreendedorismo cultural em uma ligação à diminuição dos empregos formais juntamente à necessidade de se agregar valor ao produto. “O empreendedorismo cultural é multidimensional. A dificuldade encontrada neste processo é fazer o público local agregar valor a esse produto”, diz ele. Guerra, ainda, apontou o <strong><a title="Funcultura Audiovisual" href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/funcultura-audiovisual-20162017/" target="_blank">edital Funcultura Audiovisual</a></strong> como o resultado de uma luta política para que o setor fosse entendido em suas nuances, com um investimento do Governo do Estado de mais de R$ 11 milhões no biênio 2014/2015.</p>
<p>Já Fernando Paiva iniciou sua apresentação falando do processo recente de desindustrialização, a desmaterialização das práticas empreendedoras e a relação entre a Economia Criativa, a tecnologia, a arte, a diversão e o empreendedorismo que operam num ciclo de inovação na era digital. “Uma das questões a serem pensadas é não ficar na arte pela arte, ou seja, o artista que quer empreender buscar o elemento que contribui para sua capacidade de sustentação. Não podemos trabalhar Economia Criativa sem a transdisciplinaridade”, diz ele.</p>
<p>O último painel da noite teve a participação da gerente de Políticas Culturais da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Tarciana Portella, e do professor e coordenador de Projetos de Pesquisa da UFPE, André Marques. Eles abordaram um dos trabalhos que vem sendo desenvolvido no contexto do Programa Pernambuco Criativo que diz respeito a uma <strong>pesquisa com os Pontos de Cultura do Estado</strong> juntamente à contribuição dos pesquisadores Ricardo Ruiz e Ricardo Brasileiro, que, inclusive, motivou o surgimento do projeto. “Nosso planejamento era inserir a inteligência competitiva nos Pontos de Cultura e ajudar o produtor cultural a saber atribuir valor ao seu produto, gerando emprego e renda diante da necessidade de sobreviver ao sustento econômico”, explicou o Profº André.</p>
<div id="attachment_50336" aria-labelledby="figcaption_attachment_50336" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Anizio Silva</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/DSC03683-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-50336" alt="Anizio Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/DSC03683-2-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisa de diagnóstico dos Pontos de Cultura do estado, que está sendo realizada pelo Programa Pernambuco Criativo, tem o objetivo de desenvolver a capacidade competitiva de cada Ponto na perspectiva da economia criativa.</p></div>
<p>Tarciana Portella complementa reforçando a importância do Programa Cultura Viva que já foi adotado por outros países. “A grande filosofia do Cultura Viva é a rede. A ideia é conectar esses pontos em rede de modo que eles possam, diante do processo da Economia Criativa, garantir a sua sustentabilidade”, diz ela. Os dois pesquisadores relataram as primeiras visitas a alguns Pontos de Cultura na Região Metropolitana da capital e no interior do Estado, alinhando, em uma análise inicial, com os conceitos apresentados.</p>
<p>O I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco &#8211; Panorama da Economia Criativa teve continuidade por toda a tarde de ontem (27) com uma programação voltada para o empreendedorismo no contexto da Economia Criativa com a presença de empresários e gestores públicos atuantes neste mercado a exemplo de Cláudio Nascimento, Francisco Fabiano e Márcio Waked. Também ocorreu uma roda de conversa, com protagonistas da Economia Criativa.</p>
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		<title>PE Criativo realiza I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jun 2017 14:40:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (26), acontece o I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco &#8211; Panorama da Economia Criativa. O evento é um produto do Programa Pernambuco Criativo, fruto de um convênio entre a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Ministério da Cultura (Minc) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_47769" aria-labelledby="figcaption_attachment_47769" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33282827794_ce4a57a16a_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-47769" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33282827794_ce4a57a16a_h-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O Programa Pernambuco Criativo já realizou diversas atividades de formação cultural ligadas à economia criativa na Casa da Cultura</p></div>
<p>Nesta segunda-feira (26), acontece o <strong>I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco &#8211; Panorama da Economia Criativa</strong>. O evento é um produto do Programa Pernambuco Criativo, fruto de um convênio entre a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o Ministério da Cultura (Minc) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A ação, que vai até a terça-feira (27), acontecerá, a partir das 14h, na Biblioteca Central da UFPE. A entrada é gratuita com inscrições pelo <strong><a title="I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco - Panorama da Economia Criativa" href="https://www.sympla.com.br/i-seminario-do-observatorio-de-cultura-de-pernambuco---panorama-da-economia-criativa__154669" target="_blank">site Sympla</a></strong>.</p>
<p>O Observatório é uma plataforma para o desenvolvimento de um ambiente de pesquisa científica e de extensão na área cultural, com ênfase nos segmentos criativos da Economia Criativa de Pernambuco. Marcos Galindo, doutor em Cultura da América Latina, fez a abertura do evento. “Neste seminário estamos reunindo pessoas para discutir o observatório da Cultura e da Economia Criativa em Pernambuco. Também vamos conversar sobre o papel da universidade diante deste cenário, pesquisadores e estudantes em uma abordagem filosófica como observadores da cultura local”, explica ele.</p>
<p>“Acreditando no potencial da Economia Criativa de Pernambuco, nosso principal objetivo é levar mais conhecimento aos profissionais desta área, de modo que eles ampliem suas ferramentas para o desenvolvimento deste mercado”, explica o gerente de Projetos Especiais da Secult-PE, Marcus Sanchez, que fará pronunciamento na abertura do evento.</p>
<p>Na programação, apresentações de profissionais da área acadêmica a exemplo do doutor em Cultura da América Latina, Marcos Galindo, a doutora em Ciência da Informação, Celly Lima e o coordenador de projetos de Pesquisa da UFPE, André Marques, que apresentará o painel PE Criativo e outras ações de desenvolvimento da Economia Criativa em Pernambuco, juntamente à gerente de Política Cultural da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Tarciana Portella. “A partir das experiências com os estudos e atividades do programa Pernambuco Criativo, vamos debater os possíveis caminhos a serem trilhados por esta área de atuação no Estado”, explica Tarciana.</p>
<p>“O diálogo com a Universidade, na realização do I Seminário do Observatório de Cultura de Pernambuco, é importante porque ajuda a construir esse processo de trabalho com a Economia Criativa, no Estado. Vários profissionais estão se profissionalizando nesta área e esse estudo será de grande contribuição para entendermos este movimento”, diz a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<p><strong>Confira a programação do evento:</strong></p>
<p><strong>Segunda &#8211; 26/06</strong></p>
<p>14h às 14h30 &#8211; Abertura: Pronunciamento de Marcus Sanchez (gerente de Projetos Especiais da Secult-PE); A Universidade como lugar de Observa-ação – Marcos Galindo</p>
<p>14h30 às 15h &#8211; Apresentação do OCUPE &#8211; Observatório e Revista – Celly Brito / Hélio Pajeú</p>
<p>15h às 17h &#8211; Painel 1: A Economia Criativa e suas cadeias – Mário Gouveia (moderador) / Fernando Paiva / Henrique Muzzio / Roberto Guerra / Christianni Marçal</p>
<p>17h30 às 19h &#8211; Painel 2: PE Criativo e outras ações de desenvolvimento da Economia Criativa em Pernambuco –<br />
André Marques e Tarciana Portella</p>
<p><strong>Terça &#8211; 27/06</strong></p>
<p>14h às 16h &#8211; Painel 3: Empreendedorismo e Economia Criativa – Celly Brito (moderadora) / Márcio Waked / Francisco Fabiano / Cláudio Nascimento</p>
<p>16h30 às 18h &#8211; Roda de conversa com protagonistas da Economia Criativa –Hélio Pajeú (moderador)</p>
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		<title>Casa da Cultura recebe debate sobre a cultura popular na imprensa pernambucana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/casa-da-cultura-recebe-debate-sobre-a-cultura-popular-na-imprensa-pernambucana/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Jun 2017 15:45:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=49869</guid>
		<description><![CDATA[O curso gratuito de aperfeiçoamento técnico e em criação e gestão cultural Periferia Criativa, oferecido pelo Grão Coletivo, realizará a roda de diálogo “A cultura popular na imprensa pernambucana”. A atividade acontecerá na próxima terça-feira (13), das 16h às 18h, na Casa da Cultura (Cela Jota Soares), e integrará o sexto e último módulo do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49872" aria-labelledby="figcaption_attachment_49872" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/debate-sobre-Cultura-Popular-periferia-criativa-11052017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-49872" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/debate-sobre-Cultura-Popular-periferia-criativa-11052017-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Voltado a artistas e produtores da cultura popular, o curso Periferia Criativa é realizado na Casa da Cultura, com apoio do programa Pernambuco Criativo</p></div>
<p>O curso gratuito de aperfeiçoamento técnico e em criação e gestão cultural <strong>Periferia Criativa</strong>, oferecido pelo Grão Coletivo, realizará a roda de diálogo <strong>“A cultura popular na imprensa pernambucana”</strong>. A atividade acontecerá na próxima terça-feira (13), das 16h às 18h, na Casa da Cultura (Cela Jota Soares), e integrará o sexto e último módulo do Periferia Criativa, intitulado “Comunicação, Mídias e Publicidade”, ministrado pela jornalista Dulce Reis e pelo webdesigner Walton Ribeiro, da Feed Comunicação. A proposta é promover o debate entre jornalistas de importantes veículos de comunicação e integrantes de cultura popular e tradicional. O bate-papo é gratuito e aberto ao público em geral.</p>
<p><strong>Para o debate, foram convidados os jornalistas Felipe Mendes (Portal LeiaJá), Ismaela Silva (Rádio Jornal/TV JC), Mariana Oliveira (Revista Continente), Tatiana Meira (Folha de Pernambuco) e o radialista Cássio Uchôa (Rádio Universitária)</strong>. A ideia é apresentar o trabalho e a rotina dos profissionais nas redações, mostrar como é realizada a cobertura dos assuntos relacionados à cultura popular e apresentar alguns exemplos do que vem sendo publicado. Além disso, os inscritos poderão tirar dúvidas, falar sobre suas atividades nos grupos de cultura popular e revelar como são retratados pela imprensa pernambucana. A mediação ficará por conta da jornalista Dulce Reis, da Feed Comunicação, empreendimento integrante do Grão Coletivo.</p>
<p>O curso Periferia Criativa começou no último dia 08 de maio e seguirá até 17 de junho. O principal objetivo da ação é qualificar brincantes e produtores ligados à Cultura Popular e Tradicional, por meio de oficinas temáticas, sobre processo de gestão e qualificação de projetos para captação de recursos e empreendedorismo cultural, priorizando brincantes, mestres e profissionais que atuam no campo da cultura popular.</p>
<div id="attachment_49875" aria-labelledby="figcaption_attachment_49875" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Humberto Reis</p><img class="size-medium wp-image-49875" alt="Humberto Reis" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/modulo-de-cultura-popular-curso-periferia-criativa-foto-humberto-reis-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /><p class="wp-caption-text">Apresentado pelo Mestre Maciel Salú, o módulo “Cultura Popular &#8211; Mestre Griô” do curso Periferia Criativa foi realizado em maio na Casa da Cultura</p></div>
<p>O curso Periferia Criativa surgiu da iniciativa dos produtores culturais Danilo Carias e Priscila Moreira com a proposta de reconhecer a periferia como espaço onde a criatividade gera oportunidades e modifica a vida das pessoas. A ação é realizada pelo Grão Coletivo, que é formado pelos empreendimentos Criativo Soluções (Danilo Carias), Feed Comunicação (Dulce Reis e Walton Ribeiro), Grão – Comunicação e Cultura (Rute Pajeú), Maciel Salú e Auroras (Priscila Moreira).</p>
<p>O Periferia Criativa conta com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria de Cultura (Secult-PE) e Governo do Estado de Pernambuco. O curso ainda conta com a parceria do Programa Pernambuco Criativo, da Gerência de Projetos Especiais da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Roda de diálogo “A cultura popular na imprensa pernambucana”</strong><br />
<strong>Quando:</strong> terça-feira (13), das 16h às 18h<br />
<strong>Onde:</strong> Casa da Cultura (Sala Jota Soares, Raio Sul, 2º piso), Cais da Detenção, s/n, Santo Antônio – Recife<br />
<strong>Realização:</strong> Grão Coletivo, Criativo Soluções, Feed Comunicação, Grão – Comunicação e Cultura, Maciel Salú e Auroras<br />
<strong>Incentivo:</strong> Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo do Estado de Pernambuco<br />
<strong>Parceria:</strong> Programa Pernambuco Criativo<br />
<strong>Entrada:</strong> gratuita e aberta ao público em geral<br />
<strong>Informações: <a href="mailto:graocoletivo.pe@gmail.com">graocoletivo.pe@gmail.com</a></strong> | <strong><a href="http://bit.ly/Periferia-Criativa-debate-imprensa">http://bit.ly/Periferia-Criativa-debate-imprensa</a></strong></p>
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		<title>Pernambuco Criativo Itinerante chega em Camaragibe</title>
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		<pubDate>Wed, 24 May 2017 14:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A novidade deste mês é a ação itinerante promovida pelo programa. O Pernambuco Criativo Itinerante surgiu com a proposta de atender as demandas dos municípios: levar palestras e atividades de formação nas mais diversas linguagens artísticas e culturais. Em apenas três dias de divulgação, as inscrições para a oficina “Iniciação para Técnicos de Som” foram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-49264" alt="Google" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/placa-pernambuco-criativo-itinerante-linkfacebook-24052017-2-607x317.jpg" width="607" height="317" /></p>
<p>A novidade deste mês é a ação itinerante promovida pelo programa. O <strong>Pernambuco Criativo Itinerante</strong> surgiu com a proposta de atender as demandas dos municípios: levar palestras e atividades de formação nas mais diversas linguagens artísticas e culturais. Em apenas três dias de divulgação, as inscrições para a oficina “Iniciação para Técnicos de Som” foram esgotadas, mas as inscrições para a palestra sobre formalização (MEI) para artistas e grupos culturais estão disponíveis no <strong><a title="Inscrições - Pernambuco Criativo" href="https://www.sympla.com.br/pernambucocriativo." target="_blank">Site Sympla</a></strong>. Todas as atividades são gratuitas.</p>
<p>No final deste mês, nos dias 30 de maio a 1º de junho, o programa inicia sua trajetória de circulação pelos municípios do Estado. “Pernambuco Criativo Itinerante” visa dar capilaridade às ações do programa e busca entender as necessidades dos municípios para montar uma programação que esteja em sintonia com as realidades locais. Com o apoio da Fundação de Cultura de Camaragibe, o programa realizará no dia 30 de maio, a partir das 10h, uma <strong>palestra sobre a importância da formalização para artistas e grupos culturais</strong>, além de abordar questões sobre gestão de negócios na área da Cultura.</p>
<p>Tendo em vista que o tema teve uma boa aceitação do público na atividade promovida na Casa da Cultura e uma procura considerável para esclarecimentos no Birô de Negócios, o programa convidou o Prof. Julio Ribeiro, pesquisador do Núcleo de Inovação, Empreendedorismo e Sustentabilidade do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para levar o debate ao município de Camaragibe, primeiro parceiro da iniciativa.</p>
<p>Na mesma semana, no período da tarde (das 14h às 18h) dos dias 30, 31 e 1º de junho, acontecerá a oficina “Iniciação para Técnicos de Som”, facilitada pelo produtor e técnico de som, Marcílio Moura, responsável por acompanhar dentre outros eventos, o Festival Coquetel Molotov. A idéia da capacitação apresentada por Marcílio é mostrar aos participantes os primeiros passos para quem quer trabalhar como técnico(a) de som. A atividade ainda conta com o sorteio de dois ingressos para acompanhar a montagem e passagem de som do Hellcifest. <strong>As inscrições para esta oficina já estão esgotadas</strong>. Todas as atividades acontecerão na Escola Municipal José Collier, situada no bairro da Vila da Fábrica, em Camaragibe.</p>
<div id="attachment_47769" aria-labelledby="figcaption_attachment_47769" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33282827794_ce4a57a16a_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-47769" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33282827794_ce4a57a16a_h-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O Programa Pernambuco Criativo já realizou diversas atividades de formação cultural ligadas à economia criativa na Casa da Cultura, e agora chega a diversos municípios do estado</p></div>
<p>Marcus Sanchez, Gerente de Projetos Especiais da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), aposta na circulação das atividades do programa como algo que vem para dinamizar, fortalecer e democratizar o acesso aos seus conteúdos e propostas, os quais, muitas vezes, ficam concentrados na capital. “É importante entender as singularidades de cada lugar e captar as demandas dos municípios para ter a real dimensão do que precisa ser elaborado enquanto programa de ação do estado”.</p>
<p>O Programa Pernambuco Criativo é uma realização da Secult-PE/Fundarpe em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o Ministério da Cultura (MinC).</p>
<p><strong>PERNAMBUCO CRIATIVO ITINERANTE</strong><br />
Com a proposta de levar atividades de formação e palestras aos municípios, o primeiro ponto desta ação é o município de Camaragibe. Com o apoio da Fundação de Cultura de Camaragibe, o programa levará uma palestra que falará sobre a importância da formalização (Microempreendedores Individuais &#8211; MEI) a agentes da cadeia produtiva e criativa da Cultura, notadamente aqueles situados no município. A ação também propõe levar atividade de formação na área de música, uma oficina sobre “Iniciação para técnicos de Som”, com módulo básico introdutório para quem quer ingressar como profissional na área. A oficina é gratuita, as inscrições estão esgotadas.</p>
<p><strong>CONVIDADO</strong> &#8211; Júlio Ribeiro, formado em administração, é pesquisador do Núcleo de Inovação, Empreendedorismo e Sustentabilidade do Centro de Ciências Sociais Aplicadas &#8211; NIES/CCSA da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Tem experiência na área de Administração Pública, Orçamento, Finanças, Logística, Inovação Tecnológica, Jogos empresariais, Perícia e Educação a Distância.</p>
<p><strong>OFICINA INICIAÇÃO PARA TÉCNICOS DE SOM</strong><br />
A atividade tem como proposta iniciar o público interessado sobre o universo que envolve a profissão de técnico(a) de som. A oficina abordará os conhecimentos técnicos e mostrará aos participantes como operar consoles (mesas) e explorar recursos disponíveis na prática de mixagem para shows, através de um conteúdo teórico e prático.</p>
<p><strong>FACILITADOR</strong> &#8211; Marcílio Moura, produtor técnico e técnico de som, já atuou em diversos eventos e festivais, dentre eles o Festival no Ar Coquetel Molotov e Red Bull Batidas Verticais, além de acompanhar grupos artísticos como Quinteto Violado e Karina Spinelli.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Programação de Maio do Programa Pernambuco Criativo</strong></p>
<p><strong>Atividades, datas e locais:</strong></p>
<p><strong>30 de maio</strong><br />
Palestra com o prof. Júlio Ribeiro (UFPE) sobre <strong>Orientações gerais sobre formalização (Microempreendedor Individual &#8211; MEI) e gestão de negócios na área da Cultura</strong>.<br />
A partir das 10h, na Escola Municipal José Collier, Av. Dr. Pierre Collier, 462, Vila da Fábrica &#8211; Camaragibe<br />
Inscrições: <strong><a title="Inscrições - Pernambuco Criativo" href="https://www.sympla.com.br/pernambucocriativo." target="_blank">Site Sympla</a></strong>.</p>
<p><strong>30 de maio a 1º de junho</strong><br />
<strong>Oficina de Iniciação para Técnicos de Som</strong>, com Marcilio Moura.<br />
Das 14h às 18h, na Escola Municipal José Collier, Av. Dr. Pierre Collier, 462, Vila da Fábrica &#8211; Camaragibe.<br />
<strong>Inscrições esgotadas.</strong></p>
<p>As vagas são limitadas pela capacidade dos locais. Mais informações, entrar em contato:<br />
e-mail <strong><a href="mailto:pecriativofundarpe@gmail.com" target="_blank">pecriativofundarpe@gmail.com</a></strong> ou pelo telefone: (81) 3184.3020</p>
<p>Acesse o canal Economia Criativa <strong><a title="Economia Criativa - Portal Cultura.PE" href="http://www.cultura.pe.gov.br/economiacriativa">http://www.cultura.pe.gov.br/economiacriativa</a></strong></p>
<p>Inscrições pelo Sympla: <strong><a title="Inscrições - Pernambuco Criativo" href="https://www.sympla.com.br/pernambucocriativo">https://www.sympla.com.br/pernambucocriativo</a></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Pernambuco Criativo promove oficinas e ação itinerante</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-criativo-promove-oficinas-e-acao-itinerante/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-criativo-promove-oficinas-e-acao-itinerante/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 May 2017 13:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Pernambuco Criativo traz para a segunda metade do mês de maio uma ação itinerante, o “Pernambuco Criativo Itinerante”, cuja proposta é levar palestras e oficinas aos municípios do Estado. Também serão ofertadas atividades de formação na Casa da Cultura. As atividades são abertas ao público. As vagas são limitadas pela capacidade do local e as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-48909" alt="Google" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/placa-pernambuco-criativo-itinerante-linkfacebook-15052017-3-607x317.jpg" width="607" height="317" /></p>
<p>Pernambuco Criativo traz para a segunda metade do mês de maio uma ação itinerante, o “Pernambuco Criativo Itinerante”, cuja proposta é levar palestras e oficinas aos municípios do Estado. Também serão ofertadas atividades de formação na Casa da Cultura. As atividades são abertas ao público. As vagas são limitadas pela capacidade do local e as inscrições para todas as atividades ocorrem através do <a title="Pernambuco Criativo - Inscrições" href="https://www.sympla.com.br/pernambucocriativo"><strong>Site Sympla</strong></a>.</p>
<p>Semana passada, o Programa Pernambuco Criativo promoveu uma conversa sobre <a title="Pernambuco Criativo promove conversa sobre Projetos Incubados e Cultura" href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/economiacriativa/pernambuco-criativo-promove-conversa-sobre-projetos-incubados-na-cultura/"><strong>Projetos Incubados na área da Cultura</strong></a>, com a participação de Yablans Nascimento, do Porto Social. Para a segunda metade do mês, o programa apresenta oficinas e palestras em uma ação itinerante.</p>
<p>Na quarta semana do mês, nos dias 23 a 25 de maio, haverá a oficina “<strong>Criando Possibilidades em Época de Crise</strong>”, facilitada por Jô Barbosa (Comadres Produções, de Caruaru). A atividade, que ocorrerá na Casa da Cultura, propõe estabelecer um ambiente de trocas entre os envolvidos para compartilhar informações pertinentes ao tema “sustentabilidade”, com foco no setor cultural. O encontro também discutirá como metodologias, dentre elas a <em>Árvore de Problemas</em>, podem ajudar a diagnosticar os problemas e facilitar no esboço de soluções daquilo que será levantado pela atividade em coletivo.</p>
<p>Na semana seguinte, nos dias 30 de maio a 1º de junho, o programa inicia sua trajetória de circulação pelos municípios. “Pernambuco Criativo Itinerante” visa dar capilaridade às ações do programa e busca entender as necessidades dos municípios para montar uma programação que esteja em sintonia com as realidades locais. Com o apoio da Fundação de Cultura de Camaragibe, o programa realiza no dia 30 de maio, a partir das 10h, a palestra com o convidado Prof. Julio Ribeiro, pesquisador do Núcleo de Inovação, Empreendedorismo e Sustentabilidade do Centro de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O convidado deverá discutir sobre a <strong>importância da formalização para artistas, grupos e entidades culturais</strong> do município de Camaragibe e falará sobre gestão de negócios na área Cultural.</p>
<p>No período da tarde dos dias 30, 31 e 1º de junho, acontecerá a oficina “<strong>Iniciação para Técnicos de Som</strong>”, com o facilitador Marcílio Moura, produtor e técnico de som que já atuou em diversos eventos no Recife, dentre eles o Festival no Ar Coquetel Molotov. A idéia da capacitação é apresentar os primeiros passos a aqueles que querem trabalhar como técnico de som. A atividade ainda conta com o sorteio de dois ingressos para acompanhar a montagem e passagem de som do <strong><a title="Hellcifest" href="https://www.facebook.com/Hellcifest/">Hellcifest</a></strong>. A atividade é aberta ao público, as inscrições devem ser feitas pelo <a title="Pernambuco Criativo - Inscrições" href="https://www.sympla.com.br/pernambucocriativo" target="_blank"><strong>Site Sympla</strong></a>. As atividades em Camaragibe acontecerão na Escola Municipal José Collier, situada no bairro da Vila da Fábrica.</p>
<div id="attachment_48882" aria-labelledby="figcaption_attachment_48882" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/conversa-incubadoras-pernambuco-criativo-foto-jan-ribeiro-34597594405_b90da6b83a_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-48882" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/conversa-incubadoras-pernambuco-criativo-foto-jan-ribeiro-34597594405_b90da6b83a_h-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Dentro da programação do Pernambuco Criativo, a Casa da Cultura recebeu no dia 11 de maio um bate-papo sobre o papel e importância das Incubadoras para a área da Cultura.</p></div>
<p>Marcus Sanchez, Gerente de Projetos Especiais da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), aposta na circulação das atividades do programa como algo que vem para dinamizar, fortalecer e democratizar o acesso aos seus conteúdos e propostas, os quais, muitas vezes, ficam concentrados na capital. “É importante entender as singularidades de cada lugar e captar as demandas dos municípios para ter a real dimensão do que precisa ser elaborado enquanto programa de ação do estado”.</p>
<p>O Programa Pernambuco Criativo é uma realização da Secult-PE/Fundarpe em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o Ministério da Cultura (MinC).</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO DE MAIO DO PROGRAMA PERNAMBUCO CRIATIVO</strong></p>
<p><strong>Atividades, datas e locais:</strong></p>
<p><strong>23 a 25 de maio<br />
</strong>Oficina Criando Possibilidades em Época de Crise, com Jô Barbosa. Das 9h às 12h, na Casa da Cultura – Cela Jota Soares, Raio Sul, 2º piso – Santo Antônio – Recife.<br />
<strong> Inscrições:</strong> <strong><a title="Pernambuco Criativo - Inscrições" href="https://www.sympla.com.br/pernambucocriativo" target="_blank">Site Sympla</a></strong>.</p>
<p><strong>30 de maio</strong><br />
Palestra do prof. Júlio Ribeiro (UFPE) com orientações gerais sobre formalização (Microempreendedor Individual &#8211; MEI) e gestão de negócios na área da Cultura. A partir das 10h, na Escola Municipal José Collier, Av. Dr. Pierre Collier, 462, Vila da Fábrica &#8211; Camaragibe<br />
<strong>Inscrições: <a title="Pernambuco Criativo - Inscrições" href="https://www.sympla.com.br/pernambucocriativo" target="_blank">Site Sympla</a></strong>.</p>
<p><strong>30 de maio a 1º de junho</strong><br />
Oficina de Iniciação para Técnicos de Som, com Marcilio Moura. Das 14h às 18h, na Escola Municipal José Collier, Av. Dr. Pierre Collier, 462, Vila da Fábrica &#8211; Camaragibe.<br />
<strong>Inscrições:</strong> <strong><a title="Pernambuco Criativo - Inscrições" href="https://www.sympla.com.br/pernambucocriativo" target="_blank">Site Sympla</a></strong>.</p>
<p>As vagas são limitadas pela capacidade dos locais. Mais informações, entrar em contato:<br />
e-mail <strong><a href="mailto:pecriativofundarpe@gmail.com">pecriativofundarpe@gmail.com</a></strong> ou pelo telefone: (81) 3184.3020</p>
<p><strong>Acesse o canal Economia Criativa:</strong> <strong><a title="Economia Criativa - Portal Cultura.PE" href="http://www.cultura.pe.gov.br/economiacriativa/" target="_blank">http://www.cultura.pe.gov.br/economiacriativa</a></strong></p>
<p><strong>Inscrições pelo Sympla:</strong> <strong><a title="Pernambuco Criativo - Inscrições" href="https://www.sympla.com.br/pernambucocriativo" target="_blank">https://www.sympla.com.br/pernambucocriativo</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Observatório Itaú Cultural prorroga prazo para receber propostas</title>
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		<pubDate>Wed, 10 May 2017 18:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Criativa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias sobre editais]]></category>
		<category><![CDATA[Economia criativa]]></category>
		<category><![CDATA[Economia da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Itaú Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório Itaú Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>

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		<description><![CDATA[O prazo de inscrições para o Observatório Itaú Cultural de Pesquisa em Economia Criativa 2017 foi prorrogado até o dia 4 de junho. Com abrangência internacional, o programa premiará projetos ligados a universidades ou a centros de pesquisa no Brasil e no exterior. O objetivo é reunir estudos da economia da cultura em vários aspectos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-48711" alt="Itaú Cultural" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/itau-cultural-10052017-1-607x368.gif" width="607" height="368" /></p>
<p>O prazo de inscrições para o <strong>Observatório Itaú Cultural de Pesquisa em Economia Criativa 2017</strong> foi prorrogado até o dia 4 de junho. Com abrangência internacional, o programa premiará projetos ligados a universidades ou a centros de pesquisa no Brasil e no exterior. O objetivo é reunir estudos da economia da cultura em vários aspectos, como sistemas de informação, indicadores, financiamento, internacionalização, mercado de trabalho, demanda e desenvolvimento territorial.</p>
<p>O prêmio está dividido em dois eixos: <strong>Pesquisa em andamento</strong>, voltada para propostas em desenvolvimento ou a serem desenvolvidas; e <strong>Pesquisa Concluída</strong>, voltada para a divulgação de pesquisas, monografias, dissertações, teses, análises e estudos comparados, cujo tema esteja relacionado ao campo amplo da economia da cultura.</p>
<p>Para concorrer à premiação, os proponentes deverão ter nível de graduação ou pós-graduação (especialização, MBA, mestrado, doutorado e pós-doutorado) nas áreas de ciências humanas, ciências sociais aplicadas ou de linguística, letras e artes. Os candidatos poderão se inscrever apenas uma vez em cada uma das carteiras.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e poderão ser efetuadas até o dia 4 de junho de 2017, através do <a href="https://itaucultural.formstack.com/forms/economiadacultura2017_pt">FORMULÁRIO</a>.</p>
<p><a href="http://www.itaucultural.org.br/observatorio-noticias/programa-observatorio-itau-cultural-de-pesquisa-em-economia-da-cultura/">Fonte da notícia</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Pernambuco Criativo promove conversa sobre Projetos Incubados e Cultura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-criativo-promove-conversa-sobre-projetos-incubados-na-cultura/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-criativo-promove-conversa-sobre-projetos-incubados-na-cultura/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 May 2017 22:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_48609" aria-labelledby="figcaption_attachment_48609" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><img class="size-full wp-image-48609" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/porto-social-05052017-1.jpg" width="607" height="342" /><p class="wp-caption-text">Criado em 2016, o Porto Social é uma aceleradora e incubadora de ONGs, projetos e negócios sociais, e está localizado no bairro da Ilha do Leite, em Recife.</p></div>
<p>O Programa Pernambuco Criativo em parceria com o Porto Social promove conversa sobre os processos de incubação e troca de experiência sobre iniciativas na área da Cultura. A atividade gratuita acontece próxima quinta-feira (11) na Casa da Cultura, a partir das 10h, na Cela Jota Soares (que fica no Raio Sul, 2º andar do equipamento cultural). As vagas são limitadas pela capacidade do local, e as inscrições ocorrem através do <strong><a title="Conversa sobre Incubadoras com o Porto Social - Casa da Cultura" href="http://bit.ly/pecriativo11052017" target="_blank">Site Sympla</a></strong>.</p>
<p>Neste mês de maio o Programa Pernambuco Criativo inicia seu ciclo de atividades com o tema “Incubadoras: qual o seu papel e importância para a área da Cultura?” e convida Yablans Nascimento, representante do <strong><a title="Porto Social" href="http://www.portosocial.com.br/" target="_blank">Porto Social</a></strong> para falar da experiência da incubadora no apoio de ONGs, projetos e negócios sociais na cidade do Recife e como seus programas têm colaborado no fomento de ideias e empreendimentos no setor cultural.</p>
<p>A conversa abordará o papel das Incubadoras e qual a importância da atuação delas ao setor cultural. Incubadoras são organizações que prestam assistência a micro ou a pequenas empresas em seus primeiros estágios de vida. A idéia, que surgiu no Estados Unidos na década de 60, possui variadas formas de atuação e as empresas que se prestam a isto podem atuar enquanto centros de inovação, pólos de pesquisa ou parques tecnológicos. Só no Brasil, segundo a <strong><a title="Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores - Anprotec" href="http://anprotec.org.br/" target="_blank">Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores</a></strong> (Anprotec), são cerca de 369 empresas incubadoras que reúnem, aproximadamente, 2.310 empresas incubadas. O papel das incubadoras tem sido de fundamental importância ao fomento da comunidade empreendedora, com geração de emprego e renda, diversificação da economia local e oportunidade de novos negócios, focados na resolução de problemas e apresentação de soluções inovadoras às realidades onde as empresas incubadas estão estabelecidas.</p>
<p>É a partir desta perspectiva que o Programa Pernambuco Criativo promove a conversa nesta quinta-feira (11), ao questionar o papel das Incubadoras e entender a importância da sua atuação no setor cultural: que projetos têm sido ofertados no âmbito da Cultura, o que eles se propõem a solucionar, quais os passo a passos para fazer parte desse sistema de apoio, e quais as dificuldades e desafios superados pelos empreendimentos nesta área.</p>
<p>Quem conduzirá a conversa é Yablans Nascimento, coordenador do <em>pilar comunidade</em> do Porto Social. Uma das ações que ele acompanha é o projeto “Eu Amo Meu Bairro”, cujo propósito é fortalecer a relação entre os moradores da comunidade e visa estimular ações como limpeza, pinturas e revitalização das praças e ruas. Criado em 2016, o Porto Social habilita iniciativas empreendedoras, através dos pilares da educação, monitoria e comunidade. Em cada pilar, são construídos planos de workshops, palestras, cursos, além de trabalhos em rede integrada com faculdades e empresas.</p>
<p>Marcus Sanchez, Gerente de Projetos Especiais da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) acredita que debater o impacto econômico e social destas iniciativas, como as incubadoras, é fundamental para mostrar à cadeia produtiva e criativa da Cultura as diversas possibilidades de fomento e ampliar as perspectivas sobre sustentabilidade de projetos e iniciativas na área. O Programa Pernambuco Criativo é uma realização da Secult-PE/Fundarpe em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o Ministério da Cultura (MinC).</p>
<div id="attachment_48611" aria-labelledby="figcaption_attachment_48611" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Acervo pessoal</p><img class="size-full wp-image-48611" alt="Acervo pessoal" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/porto-social-yablans-nascimento-05052017-1.jpg" width="320" height="314" /><p class="wp-caption-text">Yablans Nascimento, um dos coordenadores do Porto Social</p></div>
<p><strong>CONVIDADO</strong> &#8211; Yablans Nascimento é coordenador do <em>Pilar Comunidade</em> no Porto Social e Diretor de Voluntariado do Movimento Novo Jeito.</p>
<p><strong>INSCRIÇÕES</strong> – Os interessados em participar do encontro podem se inscrever, gratuitamente, através do site Sympla. A entrada é gratuita.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Conversa sobre Projetos Incubados na área da Cultura com o Porto Social</strong><br />
<strong><em>Incubadoras: qual o seu papel e importância para a área da Cultura?</em></strong><br />
<strong>Data:</strong> 11 de maio, a partir das 10h<br />
<strong>Local:</strong> Casa da Cultura Luiz Gonzaga – Cela Jota Soares, Raio Sul, 2º piso – Santo Antônio – Recife<br />
<strong>Inscrições: <a title="Conversa sobre Incubadoras com o Porto Social - Casa da Cultura" href="http://bit.ly/pecriativo11052017" target="_blank">Site Sympla</a></strong><br />
Entrada gratuita. As vagas são limitadas pela capacidade do local.<br />
Mais informações, entrar em contato:<br />
e-mail: <a href="mailto:pecriativofundarpe@gmail.com" target="_blank">pecriativofundarpe@gmail.com</a><br />
Telefone: (81) 3184.3020</p>
<p><strong>Birô de Negócios da Cultura</strong><br />
Datas: 08 a 12 de abril, das 13h às 17h<br />
Local: Casa da Cultura Luiz Gonzaga – Cela 304, Raio Leste, 2º piso – Santo Antônio – Recife</p>
<p>Entrada gratuita.</p>
<p><strong>Veja mais:</strong></p>
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