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	<title>Portal Cultura PE &#187; Faculdade Joaquim Nabuco</title>
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		<title>Cinema brasileiro nas escolas em discussão no FestCine</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 15:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta (4), mais uma importante etapa do <strong>16º do FestCine</strong> envolveu o público que participa do festival: o seminário “Cinema e Educação: Uma reflexão sobre a aplicação da Lei 13.006/2014” reuniu professores, gestores públicos, realizadores, estudiosos e interessados em debater o dispositivo legal que pretende ampliar o acesso às produções cinematográficas brasileiras, a partir das salas de aula. Ao longo de todo o dia, os presentes acompanharam uma série de mesas e debates, no auditório da Faculdade Joaquim Nabuco.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_1951.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18036" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_1951-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quem abriu as atividades, durante a manhã, foi a coordenadora de Cultura Popular da Secult-PE/Fundarpe, Teca Carlos, com o tema “Lei nº 13.006/2014, andamento e aplicabilidade”. O dispositivo somou-se à Lei de Diretrizes e Bases (9.396/1996), a partir de uma proposta do senador Cristovam Buarque. É lá, no Art. 26º, que foi acrescido o § 8º, que estabelece uma cota de 2 horas de exibição de filme nacionais em salas de aula de todo o país, como componente curricular, integrado à proposta pedagógica das escolas. A proposta é potencializar a difusão das produções brasileiras – ainda pouco conhecidas do público em geral –, e estimular nas crianças e jovens o envolvimento &#8211; e consequente desenvolvimento – com as atividades cinematográficas em toda a sua amplitude.</p>
<p>Em sua fala, Teca destacou que essa lei é uma antiga luta daqueles que militam na área do audiovisual. Uma batalha que vem sendo travada há mais de 20 anos, com o envolvimento de diversos atores do setor. Mas ela chamou a atenção de que as conquistas são lentas, graduais e que é preciso tempo – aliado à coragem e determinação – para encontrar caminhos de fazer com que a lei não seja uma conquista apenas no papel. “<em>O ser humano tem uma arrogância existencial de achar que todas as revoluções devem acontecer enquanto ele estiver vivo. Mas o que acontece é que estamos construindo coisas para o futuro, para as gerações que virão. Essa é a nossa luta. A nossa militância</em>”, lembrou.</p>
<p>Outra questão pontuada por Teca acabou sendo o mote da atividade que veio a seguir. Na mesa “Como introduzir o cinema nacional nas escolas, tornando essa obrigatoriedade interessante para os alunos”, com Adriana Fresquet e Milene Gusmão, e mediação de Cynthia Falcão. “<em>A questão não é a aprovação da lei, e sim como executá-la</em>”. A afirmação de Teca reflete bem a preocupação das debatedoras que vieram a seguir. O debate girou em torno, a partir de então, da aplicabilidade da lei, da garantia de condições para a sua execução. Adriana Fresquet citou três pontos básicos com relação a isso: Conteúdo (seleção dos filmes, critérios); formação de professores; e acessibilidade (plataformas, banda larga de qualidade para todos).</p>
<p>“<em>É preciso que haja um trabalho colaborativo no sentido de lutarmos pela regulamentação e operacionalização dessa lei</em>”, pontuou Adriana. Segundo ela, existem muitos obstáculos ainda na questão estrutural para a exibição desses filmes. A digitalização do cinema brasileiro avança numa medida que o Brasil ainda não alcança, apresentando um déficit nas plataformas de exibição. “<em>De que adianta uma escola lá no interior do país querer cumprir essa lei, se ela não possui uma banda larga que suporte a exibição dessas produções, se não há plataforma adequada?</em>”, questionou.</p>
<p>“<em>Tudo que é obrigatório gera resistência!</em>”, disse Milene Gusmão ao referir-se a outro ponto, que é o envolvimento de alunos e professores nessa nova dinâmica gerada pelo que determina a lei. Primeiro, quebrar a resistência dos alunos com relação a esse universo cinematográfico “novo” – bem diferente do trator midiático que envolve os blockbusters. A cineasta Kátia Mesel, presente no seminário, ao citar uma experiência de disponibilização de parte da sua obra para unidades de ensino municipal, em atividades ligadas ao Campus Party, entrou na discussão. “<em>Quando a criança se interessa por aquilo que está vendo, quando sabemos estimulá-la, ela reage de forma positiva</em>”, acrescentou. Segundo, chegou-se à conclusão de que é preciso que professores, durante o seu período de formação acadêmica, também recebam formação na área de cinema, visto que não é suficiente – assim como não é proposta da lei – apenas exibir filmes, mas tomá-los como objeto de discussão e reflexão em sala de aula. E é preciso que o professor seja um facilitador nesse processo. Adriana Fresquet mostrou um pouco da experiência exitosa do Cinead, programa de extensão e pesquisa, que desenvolve ações conjuntas com a Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e foi responsável pela criação de sete escolas de educação básica e média na área de cinema.</p>
<p>Com relação aos critérios de escolha dos filmes a serem exibidos em sala de aula, uma diversidade de opiniões surgiu durante a atividade. “<em>Existem filmes que dialogam com determinado tipo de público, com determinada região, que dialogam com realidades e repertórios de vida bem específicos. Outros, não</em>”, pontuou Milene Gusmão. “A questão da seleção dos filmes é essencial. Se o filme não for bem escolhido, pode causar certa ojeriza e até mesmo afastar o aluno”, acrescentou o realizador Antônio Carrilho, que também estava presente.</p>
<p>Em meio aos muitos pontos de vistas, meandros e nuances que o assunto despertou entre debatedoras e público, viu-se que, mesmo com a existência da lei, ainda são necessários dispositivos que a regulamentem, para garantir que sua execução, levando o cinema nacional aos mais diversos públicos, principalmente àquele que pouco acesso tem a esse bem cultural: crianças e jovens. A lei existe. Agora, o próximo passo é debater e lutar para mais avanços, como a sua regulamentação. O primeiro passo já foi dado.</p>
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		<title>Cinema para ver, fazer e pensar</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2014 13:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova A programação do 16º FestCine – Festival de Curtas de Pernambuco vai muito além das mostras competitivas que acontecem, diariamente, no Cinema São Luiz. A realização de oficinas tem envolvido um público que não quer apenas ser espectador, mas também quer fazer e discutir cinema. Até esta sexta (5), três turmas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17948" aria-labelledby="figcaption_attachment_17948" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5053.jpg"><img class="size-medium wp-image-17948" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5053-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Oficinas integram a 16ª edição da mostra cinematográfica FestCine</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>A programação do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/16o-festcine-e-vitrine-para-a-novissima-producao-audiovisual-pernambucana-2/" target="_blank"><strong>16º FestCine – Festival de Curtas de Pernambuco</strong> </a>vai muito além das mostras competitivas que acontecem, diariamente, no <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/cinema-sao-luiz/" target="_blank">Cinema São Luiz</a></strong>. A realização de oficinas tem envolvido um público que não quer apenas ser espectador, mas também quer fazer e discutir cinema. Até esta sexta (5), três turmas estão aprendendo um pouco do cinema por outro viés. Sã as oficinas “Documentando”, com Marlom Meirelles; “Crítica Cinematográfica”, com André Dib; e “Cinema de Animação”, com Tiago Delácio e Paulo Monteiro. Numa parceria com a Faculdade Joaquim Nabuco, as aulas estão sendo realizadas no campus da instituição de ensino, no centro do Recife.</p>
<p>A oficina ministrada pelo ponto de cultura Cinema de Animação, de Gravatá, tocado pelo cineasta Lula Gonzaga – um dos homenageados do 16º FestCine – tem sido o pontapé inicial para aqueles que se encantam com o universo da animação e pretendem investir numa carreira na área. Tiago Delácio e Paulo Monteiro são os responsáveis por ministrar a oficina durante o FestCine. A partir de um método criado por Lula, há mais de 30 anos, que converge para formas mais simples e artesanais de animação, eles imbuem os alunos de retratarem, em suas criações, sua realidade, seus signos identitários mais próximos. “<em>A nossa ideia é trabalhar com traços da xilogravura e temas regionais. Fazer com que qualquer jovem, em qualquer lugar onde estiver, possa fazer uma animação. Procuramos ter esse papel de formação com esses jovens, que podem utilizar isso como uma oficina de formação cidadã ou se profissionalizar, buscar novas técnicas, e quem sabe, alçar voos mais altos. Eu e Paulo fomos formados nessa oficina, com Lula</em>”, explica Tiago.</p>
<p>Logo ali, no mesmo 2º andar da Faculdade Joaquim Nabuco, mais outra oficina em andamento: o realizador Marlom Meirelles ministra “Documentando”, que envolve os alunos no processo de criação de um documentário. Ele tem levado a iniciativa para vários municípios, conjuntamente com as ações da Coordenadoria de Audiovisual da Secul-PE. Nas aulas, Marlom introduz os alunos em questões técnicas e estruturais de um documentário, desde a criação de roteiro, até mesmo “por a mão na massa” e realizar um documentário, até sua finalização. Uma das tocantes criações da oficina é o documentário <em>Quadrado</em>, fruto de uma das oficinas, realizada durante o 7º Festival de Cinema de Triunfo, este ano, e que foi exibida no encerramento do festival.</p>
<p><iframe src="//player.vimeo.com/video/103179802" height="281" width="500" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/103179802">DOCUMENTANDO &#8211; Curta-metragem &#8220;Quadrado&#8221;</a> from <a href="http://vimeo.com/eixoaudiovisual">Eixo Audiovisual</a> on <a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<div id="attachment_17949" aria-labelledby="figcaption_attachment_17949" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5055.jpg"><img class="size-medium wp-image-17949" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5055-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O jornalista André Dib comanda a oficina de Crítica Cinematográfica</p></div>
<p>O cinema para ser visto, para ser criado&#8230; para ser discutido, analisado, debatido. Enxergar além do que apenas está projetado na tela, diante dos nossos olhos. Observar e mergulhar nas nuances de uma produção com olhos argutos, captando entrelinhas. A oficina de “Crítica Cinematográfica”, ministrada pelo jornalista André Dib, veio despertar nos alunos a sensibilidade de esmiuçar um filme em seus mais variados meandros. Desde aspectos técnicos (como enquadramento, planos, distância focal, montagem, fotografia, roteiro, etc) até o lado mais subjetivo são colocados em xeque. Em sala de aula, Dib levanta discussões, mostra exemplos e exibe filmes, procurando estimular e ampliar o olhar particular de cada um dos alunos. “<em>Quando você estimula a discussão sobre o que está sendo exibido, ali também está nascendo cinema. Não só na cabeça de quem faz, de quem produz, mas também na discussão e reflexão&#8230; é ali que fecha o ciclo, nesse exercício de pensar o cinema. É isso o que mantém esses filmes vivos, o que dá o sentido de toda essa produção existir</em>”. Confira algumas das críticas escritas pelos alunos no blog <a href="http://oficinadecritica.com/" target="_blank"><strong>Oficina de Crítica Cinematográfica</strong></a>.</p>
<p>As oficinas têm gerado um interesse de pessoas com os mais variados perfis. Nas turmas, é possível encontrar profissionais das áreas de engenharia, arquitetura, jornalismo, fotografia. Everton Maciel, 29, é professor de História, natural de Buíque. Ele veio ao Recife especialmente para acompanhar a programação do FestCine. Ele já passou por oficinas como Documentando, Crítica de Cinema, Iniciação à Filmagem, Preparação de Atores, Fotografia. Desta vez, ele participa das aulas de Cinema de Animação. <em>“Desde 2008, despertou em mim essa vontade de interagir com o cinema, que é algo que me fascina. Por isso, estou aproveitando a oportunidade de conhecer mais e agregar valor. Já participei de um curta, como ator, e agora estou no primeiro corte de um curta-metragem em que, junto com alguns amigos, roteirizei, estou dirigindo e produzindo. É importante estar sempre se atualizando nessa área, pois o cinema é uma linguagem universal e cada vez mais vem acessando novas tecnologias e uma produção cada vez mais moderna e sofisticada. E, atualmente, com as mostras de cinema que se espalham pelo estado, o Sertão tem conseguido entrar e ter mais espaço nesse circuito do cinema pernambucano&#8230; e eu quero poder participar disso</em>”, conta.</p>
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