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	<title>Portal Cultura PE &#187; fig 2014</title>
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		<title>A força do reggae e a sua tribo</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2014 17:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova &#8220;Quem quer Tribo de Jah?&#8221; A resposta foi um coro ensurdecedor, de um sem fim de pessoas que se espremia no Palco Pop, dizendo: &#8220;EEEEEU!!!&#8220;. Todos procurando o melhor cantinho para ver o show da mítica banda maranhense de reggae. Eles se apresentaram nesta última quinta (24), para uma plateia ávida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-11131" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="right"><b><i>por Leonardo Vila Nova</i></b></p>
<p>&#8220;<em>Quem quer Tribo de Jah?</em>&#8221; A resposta foi um coro ensurdecedor, de um sem fim de pessoas que se espremia no <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-de-inverno-de-garanhuns/destaques/palco-pop/" target="_blank"><strong>Palco Pop</strong></a>, dizendo: &#8220;<em>EEEEEU!!!</em>&#8220;. Todos procurando o melhor cantinho para ver o show da mítica banda maranhense de reggae. Eles se apresentaram nesta última quinta (24), para uma plateia ávida por ouvir as &#8220;pedras&#8221; do ritmo jamaicano que ultrapassou os limites da América Central, encontrando seu pouso mais fértil no Maranhão, transformando-a na &#8220;Jamaica Brasileira&#8221;.</p>
<p>Uma garoa persistente caía sob a cidade, mas não foi o suficiente para dispersar o público devoto de Jah. Mais do que fãs, o reggae tem adeptos fieis. E a Tribo de Jah é uma das maiores representantes do gênero. Afinal, são 28 anos de estrada e 15 discos lançados. Uma fatia generosa da história do reggae e da sua consolidação no Maranhão e no Brasil cabe à Tribo de Jah. Em sua terceira passagem pelo Festival de Inverno de Garanhuns, a banda mostrou grande afinidade com o público.&#8221;<em>É sempre surpreendente tocar aqui em Garanhuns. Tem muita gente daqui que curte o reggae. E Pernambuco, como um todo, se tornou uma escala muito importante pra banda. É um estado do qual absorvemos muita coisa desse caldeirão cultural e nossa experiência aqui sempre foi muito intensa. Já fizemos shows memoráveis em lugares como Ouricuri, Araripina, com a mesma importância de shows que já fizemos no Canadá, México, Estados Unidos, Japão</em>&#8220;, declarou Fauzi, vocalista da Tribo.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-plateia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-11134" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-plateia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O show fez um passeio por toda a carreira da banda e comprovou, de forma ainda mais explícita, a receptividade do público. A reação imediata da plateia ao primeiro acorde de cada música, se convertia, logo em seguida, num coro que acompanhava tudo, cantando visceralmente, junto com a Tribo. Não faltaram sucessos como &#8220;Garota dreadlock&#8221;, &#8220;Não basta ser rasta&#8221;, &#8220;Satisfaz minha alma&#8221;, &#8220;Magia natural&#8221; e, óbvio, &#8220;Babilônia em chamas&#8221;. Além dessas, uma versão de &#8220;Guts&#8221;, do The Gladiators, e canções do novo álbum da banda, intitulado &#8220;Pedra de salão&#8221;.</p>
<p>Esse repertório da banda foi responsável pela instigação e entrega da plateia. Junio Rocha, 25 anos, veio do município de Altinho, com os amigos, para ver o show da Tribo de Jah. Chegou justamente nesta quinta (24). Ele gritava, na frente do palco, como tantos outros, querendo ganhar um dos CDs que Fauzi arremessava à plateia durante o show. &#8220;<em>Eu sempre acompanhei a banda, desde muito tempo, mas essa é a 1ª vez que estou vendo eles ao vivo! São os dinossauros do reggae, tem muita história e todo o mérito pra estar onde estão</em>&#8220;, disse Junio que, minutos depois, conseguiu seu CD.</p>
<p>Ao ver o show da Tribo de Jah, uma pergunta vem em mente: a que se deve tamanha popularidade do reggae? Em conversa após o show, Fauzi respondeu que &#8220;<em>o reggae, uma música que nasceu num país de 3º mundo, no gueto, traz ao mundo um conteúdo libertário. É uma música que tem uma identidade forte, que reside não só no ritmo, mas também no seu discurso. Uma música dinâmica, que se estabelece como uma crônica do dia a dia e que se presta a tratar tanto de temas sociais, quanto espirituais. É uma música que foge do trivial e isso encontra uma identificação com grande parte das pessoas</em>&#8220;.</p>
<div id="attachment_29954" aria-labelledby="figcaption_attachment_29954" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14552904687_4ee7da5004_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29954" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14552904687_4ee7da5004_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tribo de Jah</p></div>
<p>Ao final do show, a Tribo quase não conseguiu ir embora. Após tocar a aclamada &#8220;Reggae na estrada&#8217;, já anunciando que iriam encerrar a apresentação e partir para a próxima parada, o público retomou o coro gigantesco, com gritos de &#8220;<em>mais um!</em>&#8220;. E, como não poderia deixar de ser, um desfecho arrasador com &#8220;Guerra&#8221;, versão em português de &#8220;War&#8221;, de Bob Marley. E foi assim: pé na estrada para continuar a difundir o reggae pelo país. Os gritos do público ainda ecoaram por muitos minutos.</p>
<p>Sim, o reggae é forte!</p>
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		<title>Noite de rock&#8217;n&#039;roll, batuques e grooves</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jul 2014 17:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Todo ano, durante o Festival de Inverno de Garanhuns, é assim: a segunda-feira é sempre de público mais reduzido, já que grande parte das pessoas precisam voltar paras suas cidades logo após o fim de semana. Só que, desta vez, foi um pouco diferente. Na noite da última segunda (21), a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30023" aria-labelledby="figcaption_attachment_30023" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14733852703_43d2887799_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-30023" alt="Marcelo Soares/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14733852703_43d2887799_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Um mar de gente tomou conta da Praça Mestre Dominguinhos, nesta segunda (21)</p></div>
<p align="right"><b><i>por Leonardo Vila Nova</i></b></p>
<p>Todo ano, durante o Festival de Inverno de Garanhuns, é assim: a segunda-feira é sempre de público mais reduzido, já que grande parte das pessoas precisam voltar paras suas cidades logo após o fim de semana. Só que, desta vez, foi um pouco diferente. Na noite da última segunda (21), a Praça Mestre Dominguinhos parecia estar em pleno sábado! Milhares de pessoas formavam um mar de gente que se estendia até onde a vista não mais alcançava. Os responsáveis por isto? BNegão &amp; Os Seletores de Frequência, Otto e Nação Zumbi, principais atrações da noite. Quem se segurou em Garanhuns, em plena segunda, e ficou para ver esses shows, não se decepcionou.</p>
<p>É um pouco redundante, e talvez clichê, dizer que o som de BNegão &amp; Os Seletores de Frequência é puro groove! Mas não há nada mais adequado. Pegada de peso, com uma balanço daqueles, e um repertório à altura para dar conta de tanto entusiasmo do público. E eles não deixaram por menos. Frontman instigadíssimo em palco, BNegão não poupa energia para levantar a plateia. Com a participação de MC Paulão, nos vocais, o show ganhou ainda mais força. O repertório da apresentação foi baseado nos seus dois discos: &#8220;Enxugando gelo&#8221; (2003) e &#8220;Sintonia lá&#8221; (2012). Com referências ao rapper Sabotage &#8211; homenageado na música &#8220;Dorobo&#8221; &#8211; e Francisco de Assis França, o Chico Science, além de músicas como &#8220;Funk até o caroço&#8221; ou &#8220;Chega pra somar no groove&#8221;, a Praça Mestre Dominguinhos se transformou numa grande pista de dança. E, como não poderia ser diferente, &#8220;A dança do patinho&#8221; encerrou o show no último volume! De impressionar.</p>
<div id="attachment_30024" aria-labelledby="figcaption_attachment_30024" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14733857223_4cce0a7afd_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-30024" alt="Marcelo Soares/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14733857223_4cce0a7afd_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Frontman instigadíssimo, BNegão mandou ver no groove</p></div>
<p>Quem veio logo após, pra manter a instigação da plateia, foi o cantor Otto. Um artista que sintetiza bem o espírito musical pernambucano. &#8220;<em>Hoje vamos pegar os camisas pretas, fazer rock&#8217;n'roll e fazer batuque</em>&#8220;, disse ele, momentos antes do show. Otto é um performer que ganha qualquer plateia. A qualidade da Jambro Band, que o acompanha, se somam à figura carismática e falante do artista. Ele dança, pula, conversa o tempo inteiro com a plateia, sai do roteiro do show, mandando, de improviso, &#8220;Respeita Januário&#8221;, de Luiz Gonzaga. É um nível de cumplicidade com o público que se reflete em suas apresentações. É como se ele estivesse na sala de casa, rodeado de amigos por todos os lados. Como não poderia deixar de ser, não faltaram os já tradicionais banho de água mineral, a tirada de camisa e as danças sensuais. E a cada &#8220;<em>go, band!</em>&#8220;, uma música vinha no repertório. &#8220;Ciranda de maluco&#8221;, &#8220;Crua&#8221;, &#8220;Pra ser só minha mulher&#8221;, &#8220;The moon 1111&#8243; não faltaram no repertório, que terminou com a visceral &#8220;6 minutos&#8221;, onde a descarga de emoção se reflete naquela bela cena: público de olhos fechados, braços pra cima e cantando a plenos pulmões.</p>
<div id="attachment_10727" aria-labelledby="figcaption_attachment_10727" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Otto.jpg"><img class="size-medium wp-image-10727" alt="Marcelo Soares/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Otto-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Bastante à vontade no palco, Otto dançou, pulou, conversou e se refrescou durante o show</p></div>
<p>Uma boa parte desse público parecia não estar vivendo uma segunda-feira. Espremidos na frente do palco, muitos cantavam enlouquecidamente todas as canções. O estudante Maurício Moura, que completou ontem 20 anos de idade, veio de Santana do Ipanema, em Alagoas. Primeira vez no FIG, ele ficou impressionado com a grandiosidade do festival. &#8220;<em>Eu estou achando muito legal tudo isso aqui, e acho que é um evento que deveria ter em cada estado brasileiro</em>&#8220;, disse Maurício, que, neste momento, deve estar de volta à sua terra. Ingrid Sobral, também com 20 anos, veio de Caruaru e era uma das mais empolgadas. Chegou à frente do palco por volta das 21h e de lá não saiu. Só voltaria pra sua cidade no dia seguinte, pra assistir a aula, às 8h30. &#8220;<em>Nação Zumbi já é tradição no FIG. Não tem como não ver. Temos que aproveitar sempre a presença deles por aqui. Mas eu vim muito também ver BNegão, que eu cresci ouvindo por causa do meu irmão, que ouvia muito Planet Hemp. É bacana você ir descobrindo algo que foi feito na época em que você crescia. Com BNegão é assim. Pela primeira vez, eu vi o show dele e achei muito empolgante</em>&#8220;, disse.</p>
<p><strong>Com vocês: Nação Zumbi!</strong></p>
<div id="attachment_30025" aria-labelledby="figcaption_attachment_30025" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14711622101_1162ca5401_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-30025" alt="Marcelo Soares/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14711622101_1162ca5401_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Com disco novo na praça, Nação Zumbi empolgou o público gigantesco na Praça Mestre Dominguinhos</p></div>
<p><strong></strong>Passam-se anos&#8230; já se passaram exatas duas décadas desde o lançamento do disco &#8220;Da lama ao caos&#8221;, e a Nação Zumbi continua sendo, sem dúvida alguma, a banda mais reverenciada de Pernambuco. O público fiel e cativo parece se multiplicar a cada ano. E hoje é possível notar, entre a plateia, pessoas que acompanham a trajetória da banda desde o início, até gente muito jovem, nascida inclusive, depois que foi lançado o primogênito álbum da Nação. Isso se deve ao som contemporâneo e em constante evolução que os &#8220;malungos&#8221; fazem. Com disco novo recém saído do forno, &#8220;Nação Zumbi&#8221;, o resultado de dois anos de um hiato nos palcos, refletiu-se na apresentação desta última noite. Um noite &#8220;sem fastio, com fome de tudo!&#8221;, inclusive, de música boa. Foi o que a Nação Zumbi fez.</p>
<p>Este foi a segunda vez que eles se apresentaram em Pernambuco após o lançamento do novo álbum (o primeiro show foi no Recife, no mês passado). O público parecia mesmo querer matar as saudades. A Nação abriu o show com &#8220;Foi de amor&#8221; e &#8220;Defeito perfeito&#8221;, que estão neste mais recente trabalho, mas já na ponta da língua da plateia. Mas em alguns momentos, uma catarse geral tomava conta de todos. Músicas como &#8220;Meu maracatu pesa uma tonelada&#8221;, &#8220;Blunt of Judah&#8221;, &#8220;Rios, pontes e overdrives&#8221;, rememoravam bons tempos já vividos ao som da banda. &#8220;<em>A sonoridade da gente é muito espontânea, que demonstra uma sintonia, uma química antiga da gente</em>&#8220;, disse Jorge Du Peixe sobre a evolução do som que eles fazem e como isso se dá no que eles vêm fazendo até hoje. Uma química que vem dando muito certo.</p>
<p>E o inevitável bis veio! A Nação Zumbi fechou sua apresentação com &#8220;Etnia&#8221;, &#8220;A cidade&#8221; e &#8220;Quando a maré encher&#8221;, que, literalmente, fez o chão da Praça tremer, com milhares de pessoas pulando e dançando, em rodas de pogo, espremidas, mas muito animadas. Pela celebração do momento, pelo retorno da Nação Zumbi, por mostrarem que continuam em plena forma musical, sem dúvida alguma, nessa segunda-feira com cara de sábado, a Praça Mestre Dominguinhos pesou uma tonelada!</p>
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		<title>Dos sentimentos que desabrocham do além-mar</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2014 17:19:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova &#8220;&#8230; Carminho é a mais nova e a mais bela floração desse renascimento do fado entre jovens portugueses que já faz agora mais de década. Ouvi-la cantar essa canção de exílio brasileira com voz de quem mal atravessou o oceano para vir aqui nos ensinar tanto, foi de fazer chorar &#8220;. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p>&#8220;&#8230; <em>Carminho é a mais nova e a mais bela floração desse renascimento do fado entre jovens portugueses que já faz agora mais de década. Ouvi-la cantar essa canção de exílio brasileira com voz de quem mal atravessou o oceano para vir aqui nos ensinar tanto, foi de fazer chorar</em> &#8220;.</p></blockquote>
<p>Essa frase, escrita por Caetano Veloso, em sua coluna semanal no jornal O Globo, quando da apresentação da cantora portuguesa no Prêmio da Música Brasileira, resume com primor o que simboliza Carminho para a música do seu país, assim como fora dele. E, principalmente, em terras brasileiras. Não só Caetano, mas Chico Buarque, Milton Nascimento, Nana Caymmi, Ney Matogrosso e Alceu Valença também se renderam ao canto dolente, forte e comovente dessa jovem de 29 anos, que demarca, com sua voz, um novo lugar do fado na música contemporânea mundial.</p>
<div id="attachment_10425" aria-labelledby="figcaption_attachment_10425" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14494851430_82222df1b8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-10425 " alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14494851430_82222df1b8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora portuguesa Carminho encantou o público da Praça Dominguinhos ao som de fados portugueses</p></div>
<p>Carminho foi uma das atrações da noite de abertura do 24º FIG, na noite desta quinta (18). A presença cativante da cantora, o caráter envolvente da música que ela gorjeia, altiva e, ao mesmo tempo, delicada, hipnotizaram o público que esteve presente, no Palco Mestre Dominguinhos. Além disso, seus predicados como intérprete, em muito apontam para um (re)encontro de duas culturas que se entrelaçam há mais de 500 anos, falando a mesma língua, não apenas no campo das palavras, mas, principalmente, dos sentimentos. A cantora apresentou um repertório que passeia pelos seus dois primeiros discos, “Fado” (2009) e “Alma” (2012) – o terceiro CD está para ser lançado em outubro.</p>
<p>Fonte principal do seu trabalho, o fado é popularíssimo em seu país, mas ainda com pouco alcance no Brasil, mas, nem por isso, estranho aos ouvidos. Muito da natureza emotiva que se encontra no fado lusitano se assemelha à passionalidade típica do brasileiro. Um canto que requer entranhas, alma e, absolutamente, nenhuma economia de sentimentos. A sua origem é um tanto quanto incerta. Diz-se que incorporou elementos dos cantos dos mouros. Uns (a maioria) sugerem que ela nasceu em Portugal. Outros acreditam que ela foi gestada a partir da simbiose de elementos da modinha e do lundu, no Brasil, tendo sido levada para além-mar pelo imperador português D. João VI. Independente de quaisquer teorias, o fado representa uma tradição do cantar o introspecto humano, a saudade, os amores que doem. Talvez seja essa linguagem tão passional que faz com que o fado consiga domar uma gigantesca plateia que se aglomerava em frente ao palco, contemplando nos momentos corretos e aplaudindo quando assim se mostrava necessário. Todo um respeito àquele canto e à sua intérprete.</p>
<div id="attachment_10426" aria-labelledby="figcaption_attachment_10426" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14701406403_5d09e4e25f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-10426   " alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14701406403_5d09e4e25f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mesmo diante da chuva, público manteve-se firme para contemplar o canto de Carminho</p></div>
<p>Nisso, reside uma identificação direta quando se percebe quem canta os sentimentos. O show comovente (e envolvente) de Carminho teve uma resposta à altura. Constantemente ovacionada pelo público, era possível notar que ela sentia-se em meio aos seus. Ali, não havia mais Brasil ou Portugal. Ali, havia emoção. &#8220;<em>A profundidade dos sentidos e das emoções e a necessidade que temos de expandir esses sentimentos. Isso, seja da forma mais extrovertida e alegre, como é o brasileiro, ou da forma mais nostálgica, como é o português, mas ambos muito profundos, procuram sempre exteriorizar isso</em>&#8220;, declarou Carminho, após o show, ao falar sobre esse ambiente de similaridades que há na interpretação da música portuguesa e brasileira. E, em seu show, houve uma mescla perfeita disso tudo.</p>
<p>Além dos típicos fados e modinhas portuguesas, estiveram presentes no repertório alguns brasileiros: &#8220;Carolina&#8221;, de Chico Buarque, &#8220;Contrato de separação&#8221;, de Dominguinhos, além “Frevo n° 1”, de Antônio Maria, ganharam, na voz de Carminho, contornos de verdadeiros fados lusitanos. &#8220;<em>Fado é aquilo que eu sinto como meu, que eu posso dar os meus sentimentos e a minha emoção</em>&#8220;, pontua. E o que ela canta – num domínio impressionante de sua voz, que atinge mínimas delicadeza e explode em magnitude nos momentos de maior força – requer um envolvimento seu e também da plateia. O que há de sedutor no canto de Carminho e na desenvoltura dos instrumentistas que a acompanham é realçado pela mínima utilização de recursos outros. Luz mínima, intimista, ausência de cenário (apenas um fundo preto), trazem à linha de frente o que realmente importa ali: a canção.</p>
<p>Devolvendo o fado ao ambiente que lhe é íntimo, muito menos geograficamente, e muito mais sensivelmente, Carminho pretende um reencontro consigo mesma e com sua arraigada identidade portuguesa, mas também um reencontro de identidades que se caracterizam por colocar profundidade, delicadeza e emoção no que entoam. Como o bem disse Caetano Veloso, uma floração, um desabrochar de tudo o que nos bole por dentro. Seja aqui&#8230; ou lá.</p>
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		<title>Noite de abertura do FIG 2014 com alma feminina</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2014 19:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Intuição, coragem, sensibilidade&#8230; esses e tantos outras características são traços essenciais do feminino. A força motriz que gera o mundo, lhe dá sustentação e é o eixo fundamental da natureza humana. E é essa alma essencialmente feminina que abrirá os caminhos do 24º Festival de Inverno de Garanhuns. Na noite desta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Intuição, coragem, sensibilidade&#8230; esses e tantos outras características são traços essenciais do feminino. A força motriz que gera o mundo, lhe dá sustentação e é o eixo fundamental da natureza humana. E é essa alma essencialmente feminina que abrirá os caminhos do 24º Festival de Inverno de Garanhuns. Na noite desta quinta (17), abertura oficial do festival, quatro mulheres sobem ao <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-de-inverno-de-garanhuns/destaques/palco-mestre-dominguinhos/" target="_blank">Palco Mestre Dominguinhos</a></strong>. E sob o comando da beleza e força femininas, tem início essa jornada de arte e cultura que tomará conta de Garanhuns pelos próximos 10 dias. Com vocês: Valvulados e Gabi da Pele Preta, Carminho, Alessandra Leão e Vanessa da Mata.</p>
<div id="attachment_10339" aria-labelledby="figcaption_attachment_10339" class="wp-caption img-width-450 aligncenter" style="width: 450px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/1501789_534175723347533_1055463345_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-10339 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/1501789_534175723347533_1055463345_n-450x486.jpg" width="450" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora caruaruense Gabi da Pele Preta é convidada do grupo Os Valvulados para abrir a noite de hoje</p></div>
<p>A atração internacional desta noite vem do outro lado do Atlântico e traz a tiracolo a dolência e delicadeza do fado. A cantora portuguesa Carminho chega a Garanhuns com um repertório calcado na fina flor do mais representativo estilo musical lusitano, conhecido no mundo inteiro. Tradição das mais fortes em terras portuguesas, o fado ganhou novos ares na voz desata jovem cantora de 29 anos, que vem chamando a atenção de vários artistas brasileiros, entre eles, Chico Buarque, Nana Caymmi, Caetano Veloso e Milton Nascimento. Entre críticas elogiosas e um merecido reconhecimento em Portugal e no Brasil, Carminho traz a Garanhuns um repertório baseado nos seus dois discos, “Fado” (2009) e “Alma” (2012).</p>
<div id="attachment_30196" aria-labelledby="figcaption_attachment_30196" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/carminho.jpg"><img class="size-medium wp-image-30196" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/carminho-607x388.jpg" width="607" height="388" /></a><p class="wp-caption-text">Diretamente de Portugal, a cantora Carminho traz a beleza do fado ao Palco Dominguinhos</p></div>
<p>Na sequência, quem sobe ao palco é a pernambucana Alessandra Leão. A voz forte e melodiosa da cantora, compositora e musicista traça uma linha de resgate das nossas tradições populares, com influências que . Com três CDs solos gravados – “Brinquedo de Tambor” (2006), “Folia de Santo” (2008) e “Brinquedo de Tambor” (2009) – ela traz em sua música os terreiros de Xangô unidos às cordas das guitarras elétricas, num diálogo que coloca à prova nossa capacidade de conectar-se às nossas raízes sem se perder do que ecoa em contemporaneidade.</p>
<div id="attachment_30198" aria-labelledby="figcaption_attachment_30198" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/alessandra-leao.jpg"><img class="size-medium wp-image-30198" alt="Tiago Calazans/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/alessandra-leao-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Raiz e contemporaneidade dialogam no som de Alessandra Leão</p></div>
<p>Encerrando essa noite feminina de abertura do 24º FIG, quem fecha a programação do Palco Dominguinhos, já varando a madrugada da sexta (18) é a cantora Vanessa da Mata. E ela vem com novidades. É o seu novo CD, “Segue o Som”, recém saído do forno. Sétimo disco de carreira da matogrossense (incluindo o disco tributo a Tom Jobim), o trabalho é produzido pelo requisitadíssimo produtor carioca Kassin, responsável pela sonoridade de grande parte dos trabalhos mais modernos da música brasileira dos últimos anos. No show que ela apresenta logo mais, canções de “Segue o Seco” e, óbvio, os grandes sucessos que são cantados em coro por todo o Brasil e, com certeza, estarão na ponta da língua do público desta noite: “Ai, ai, ai”, “Amado”, “Não me deixe só” e “Ainda bem” devem estar no repertório da cantora.</p>
<div id="attachment_10342" aria-labelledby="figcaption_attachment_10342" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Lyra</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Vanessa-da-Mata-foto-Marcelo-Lyra.jpg"><img class="size-medium wp-image-10342 " alt="Marcelo Lyra" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Vanessa-da-Mata-foto-Marcelo-Lyra-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Quem fecha a noite é a cantora Vanessa da Mata, com seu novo disco &#8220;Segue o Som&#8221;</p></div>
<p>Quem abre a noite é a prata da casa, o grupo Os Valvulados, que convidam mais uma voz feminina para subir ao palco, a cantora caruaruense Gabi da Pele Preta.</p>
<p><strong>Confira os horários da programação desta noite do Palco Dominguinhos</strong></p>
<p><strong>21h</strong> – Os Valvulados e Gabi da Pele Preta<br />
<strong>22h</strong>– Carminho (Portugal)<br />
<strong>23h10</strong> – Alessandra Leão<br />
<strong>0h30</strong> – Vanessa da Mata</p>
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		<title>Palavras pela praça e por toda a cidade</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2014 21:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Em meio à diversidade cultural que desponta nos quatro cantos de Garanhuns durante o Festival de Inverno, o mundo das letras tem um cantinho cativo dedicado ao público que aprecia literatura. A tradicional Praça da Palavra marca presença em mais uma edição do FIG, promovendo uma das mais extensas programações do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30394" aria-labelledby="figcaption_attachment_30394" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/7605374330_a0825a2ea1_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-30394" alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/7605374330_a0825a2ea1_z1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Praça da Palavra</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Em meio à diversidade cultural que desponta nos quatro cantos de Garanhuns durante o Festival de Inverno, o mundo das letras tem um cantinho cativo dedicado ao público que aprecia literatura. A tradicional Praça da Palavra marca presença em mais uma edição do FIG, promovendo uma das mais extensas programações do evento &#8211; funcionando de 19 a 26 de julho, das 9h às 21h. No espaço, as mais diversas ações, como recitais, cursos, palestras, intervenções poéticas, lançamento de livros, contação de histórias, entre outros. Além disso, a programação de literatura neste 24º FIG também ultrapassa os limites da Praça da Palavra e se espalha por vários pontos da cidade, através do Bunking Poético, do Pé de Letras, e de ações já consolidadas como o Livros Livres, A Gente da Palavra.</p>
<p>Este ano, o grande foco da Praça da Palavra será a produção literária pernambucana. &#8220;<i>As pessoas que forem até lá terão um panorama bem bacana do que está sendo produzido em nosso estado, seja com autores já premiados, como jovens autores que estão lançando agora os seus livros. O foco será o que está sendo produzido em Literatura atualmente, em Pernambuco&#8221;</i>, afirma o coordenador de Literatura da Secult-PE, Wellington de Melo. O espaço contará com a comercialização de livros, nos stands da Cepe (Companhia Editora de Pernambuco), que trará seu acervo, da Editora Coqueiro (vencedora da Convocatória para ocupação de espaços no FIG 2014), de escritores de Garanhuns, e, para momentos de leitura, descanso, conversas e troca de ideias, a Praça da Palavra contará com o café-lounge, organizado pelo SESC e aberto durante todo o horário de funcionamento do espaço.</p>
<p>Segundo Wellington, um dos grandes objetivos das ações de literatura no FIG é que elas tenham continuidade além dos 10 dias de evento, se consolidando como atividades que fomentam tanto formação de público quanto a produção literária. Um bom exemplo disso é o lançamento da<b> antologia 4Nós</b>, uma parceria entre o coletivo Tear e a Severina Catadora, primeiro selo cartonero de Pernambuco com catadores, gestado em Garanhuns, durante o FIG 2012. O trabalho reúne quatro poetas de Garanhuns (Alexandre Revoredo, Fernanda Limão, Marcos Saraiva e Matheus Rocha) que estão publicando, de forma autônoma, seus trabalhos, unindo o braço criativo do Tear com o braço produtivo do Severina Catadora. O lançamento acontece no dia 19 de julho, às 20h. Outros lançamentos também vão acontecer durante a programação do 24º FIG, a exemplo dos livros &#8220;Jacinto Silva &#8211; as canções&#8221; (21/7, às 19h), &#8220;Castainho contando a história&#8221; (22/7, às 13h), que contarão com debates com seus realizadores.</p>
<p>Outra importante ação que compõe a grade de Literatura no 24º FIG é o projeto <b>Mostra PE</b> (incentivado pelo Governo do Estado, através do Funcultura), que estará presente na Praça da Palavra em três dias. No sábado (19), às 19h, com o Recital Agreste, que terá a participação dos quatro poetas que integram a antologia 4Nós. No domingo (20), no mesmo horário, com o Recital Moxotó, com poetas integrantes da nova cena literária do Moxotó: Felipe Morais, Galdênio Pereira, Yure Mirrail e Júnior Cordel. E na quarta (24), às 16h30, com a Chegança Poética, do grupo Literânima (Garanhuns), que reúne diversos poetas de Garanhuns. &#8221;<i>Estamos fazendo uma parceria com o Mostra PE, que, inicialmente, tem o incentivo do Funcultura para realizar recitais no Recife. Trazendo a Mostra PE para Garanhuns, conseguimos ampliar o alcance do projeto, dando visibilidade a esses autores do interior&#8221;, </i>reforça Wellington.</p>
<p>Além dos recitais promovidos pelo Mostra PE, a arte de entoar versos e rimas também estará presente em outros momentos do FIG. No dia 22, às 19h, o recital <b>&#8220;Poeta de rima pobre&#8221;</b>, com Walbert Guimarães. E no dia 25, às 17h, é a vez da poesia da Mata Norte tomar conta da Praça da Palavra, com o <b>Recita Mata Norte</b>.</p>
<p>Na Praça da Palavra também serão promovidas palestras, com destaque para um dos vencedores do I Prêmio de Literatura, Walther Moreira Santos, com o livro &#8220;O metal de que somos feitos&#8221;. Ele apresentará a <b>palestra &#8220;Desmontando o metal de que somos feitos: o que faz um livro ser premiado?&#8221;</b>, onde ele conversará sobre sua obra e dará dicas para autores que desejam inscrever seus livros em concursos literários.</p>
<p><b>PERFORMANCES<br />
</b>O diálogo entre poesia e outros universos artísticos também é atração na Praça da Palavra. No dia 24, às 19h, o pocket-show <b>&#8220;Universons&#8221;</b> reúne o grupo Virgulados ao performer Pierre Tenório, atrações do último Festival Internacional de Poesia do Recife (FIP). Já no dia 25, no mesmo horário, acontece <b>&#8220;O som da palavra&#8221;</b>, performance poético musical, com ritmos afro, seguida de lançamento de livros e zines do coletivo Silêncio Interrompido.</p>
<p><b>LITERATURA PARA A CRIANÇADA<br />
</b>Outro ponto alto das ações de Literatura no FIG 2014 é a participação das crianças durante os dias de evento. Por isso, uma programação especialmente dedicada a elas é pensada todos os anos. <em>&#8220;Nós já temos um público fiel de crianças que vão com seus pais para participar das ações do FIG&#8221;</em>, lembra Wellington. De 19 a 22 de julho, durante as manhãs e tardes, atividades de rodas e <b>contação de histórias</b> serão realizadas no espaço, com a participação de diversos autores e grupos. E nos demais dias do FIG, as crianças também poderão participar da Oficina de Livros Artesanais, com Meca Moreno, também nos horários diurnos &#8211; manhã e tarde. Encerrando a programação da Praça da Palavra, música e poesia se misturam no grupo <b>Cordelândia</b>, no sábado (26), às 17h30.</p>
<p><b>PALAVRAS ALÉM DA PRAÇA</b><em id="__mceDel"><b><br />
</b></em>Fazer a literatura circular, ir às ruas, ir aonde está o público. A programação de literatura no 24º FIG não acontece apenas na Praça da Palavra. Vários pontos de Garanhuns serão surpreendidos com performances do <b>Bunking Poético</b>, que reunirá jovens artistas destilando poesia a qualquer momento e em qualquer lugar. Outra ação que tomará de assalto garanhuenses e turistas será o <b>Livros Livres</b>: livros podem ser encontrados em diversos locais públicos da cidade, disponíveis para que qualquer pessoa possa pegá-los, contanto que, após a leitura, deixe-o em outro lugar, para que outra(s) pessoa(s) possam achá-lo e usufruir dele. Para quem também quer fazer seu livro circular através desta ação, pode se dirigir à Praça da Palavra, onde irá adquirir etiqueta(s) de livro livre.</p>
<p>Outra ação já consolidada é <b>A Gente da Palavra</b>, que irá percorrer as casas e locais públicos de Garanhuns, com poetas devidamente uniformizados, ofertando poesia a quem se interessar. Este ano, eles chegam a três novos bairros: Cohab I, Cohab II e Maçaranduba. A ação também irá contar com a parceria do BiblioSesc, do Sesc Garanhuns, com um ônibus repleto de livros, que irá conduzir e acompanhar os agentes em todos os locais visitados.</p>
<p>A Literatura também percorre Garanhuns a bordo de duas rodas. André Arribas conduz a livraria itinerante <b>Pé de Letras</b>, circulando por Garanhuns com sua  bicicleta equipada com livros artesanais cartoneros.</p>
<p>Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-de-inverno-de-garanhuns/destaques/literatura-no-fig-2014/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> a programação de Literatura no FIG 2014.</p>
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		<title>Cinema ao alcance dos olhos, mãos e imaginação</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-ao-alcance-dos-olhos-maos-e-imaginacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2014 20:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
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		<category><![CDATA[fig 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de Cinema do FIG]]></category>

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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova O cinema é uma arte essencialmente visual. Porém, não recorre apenas aos olhos do espectador para se comunicar com ele. Uma profusão de códigos sensoriais são mediados para dar vida a uma obra cinematográfica. Por isso, é possível, sim, ir além da tela grande e também fazer cinema para se ouvir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19893" aria-labelledby="figcaption_attachment_19893" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Amor-plástico-e-barulho.jpg"><img class="size-medium wp-image-19893" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Amor-plástico-e-barulho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Amor, Plástico e Barulho&#8221;, de Renata Pinheiro, está na Mostra de Cinema do FIG deste ano</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>O cinema é uma arte essencialmente visual. Porém, não recorre apenas aos olhos do espectador para se comunicar com ele. Uma profusão de códigos sensoriais são mediados para dar vida a uma obra cinematográfica. Por isso, é possível, sim, ir além da tela grande e também fazer cinema para se ouvir ou para se tocar. Seguindo esta tendência, o 24º Festival de Inverno de Garanhuns, apresenta, este ano, a inédita mostra Sonhos Acessíveis, com filmes que apresentam os recursos de audiodescrição, Libras e prototipagem 3D, promovendo acessibilidade para todos os tipos de público. Além disso, compondo a grade deste ano, a tradicional Mostra de Cinema do FIG chega à sua 10ª edição, com filmes locais, nacionais e estrangeiros. E o Cinema na Estrada levará produções cinematográficas às mais longínquas comunidades da região. Todas as atividades acontecem, gratuitamente, no período de 18 a 25 de julho.</p>
<p>Abrindo a programação de audiovisual no festival, está a <b>10ª Mostra de Cinema do FIG</b>, que acontecerá de 18 a 24 de julho, no Cine Eldorado 2, com a exibição de 11 longas inéditos em Garanhuns. As sessões acontecerão sempre em três horários: 17h, 19h e 21h. O destaque vai para duas importantes produções pernambucanas: &#8220;Tatuagem&#8221;, de Hilton Lacerda (19/7, às 21h), e &#8220;Amor, plástico e barulho&#8221;, de Renata Pinheiro (20/7, às 21h). Após a exibição desses filmes, os diretores participarão de um debate com o público. Além dos pernambucanos, outros filmes brasileiros estão na programação, como &#8220;Getúlio&#8221; , que traz Tony Ramos no papel do ex-presidente brasileiro, e o documentário &#8220;Dominguinhos&#8221;, sobre o sanfoneiro, natural de Garanhuns. Representando o cinema estrangeiro, compõem a grade produções de vários países. Entre eles, o francês &#8220;Azul é a cor mais quente&#8221;, a produção chilena &#8220;Gloria&#8221; e o filme indiano &#8220;Lunchbox&#8221;.</p>
<p>&#8220;<i>A nossa meta foi de comemorar esses 10 anos da mostra resgatando as características que ela teve desde o seu início, que é de trazer filmes de alta qualidade e mostrando a diversidade da produção atual, com representantes de várias cinematografias do mundo. Além disso, trazendo as produções da atual safra de longas-metragens pernambucanos, incorporados à mostra há três anos</i>&#8220;, diz Carla Francine, Coordenadora do Audiovisual da Secult-PE. Para o público infantil, a mostra traz o filme &#8220;Minhocas&#8221;, primeiro longa metragem brasileiro feito em animação stop-motion, e o norte-americano &#8220;As aventuras de Peabody e Sherman&#8221;. A 10ª Mostra de Cinema do FIG é uma parceria do Governo de Pernambuco, através da Secult-PE/Fundarpe, com a Fundaj e a PMC Cinemas, que mantém dois cinemas em funcionamento na cidade de Garanhuns durante todo o ano.</p>
<p>A grande novidade na programação de cinema deste 24º FIG é a mostra <b>&#8220;Sonhos Acessíveis&#8221;</b>, que acontece nos dias 23 de 24 de julho, às 11h. Serão duas mostras de animação, uma voltada para o público adulto, outra para o infantil. A ideia é utilizar a tecnologia para promover a acessibilidade de espectadores diversos ao universo do cinema.  Pessoas com deficiência visual ou auditiva, cegos, downs e autistas são o público alvo das mostras, que trazem filmes brasileiros com recursos de audiodescrição, Libras (Linguagem Brasileira dos Sinais) e prototipagem 3D, o que permite que essas pessoas compreendam o filme mesmo apresentando dificuldades de visualização, audição ou de entendimento.</p>
<p>Através da audiodescrição, a história do filme, assim como sua percepção em vários aspectos, são narrados através de fones de ouvido, o que possibilita àqueles com problemas visuais e cegos a compreensão exata da história, sem necessariamente ver o que se passa na tela. Já para as pessoas com autismo e Síndrome de Down a prototipagem em 3D permite que eles vivenciem uma experiência perceptiva e táctil, através dos personagens impressos, direcionando a atenção aos detalhes e facilitando o entendimento do filme. O projeto inovador foi idealizado pela produtora gaúcha Luciana Druzina. Ele permite que esses novos dispositivos ampliem as possibilidades de se vivenciar o cinema, abraçando a um público que, comumente, não teria acesso à Sétima Arte. “<i>É importante salientar que a idealização do projeto existia como um sonho e que foi elaborado e tomou forma e força a partir da oportunidade realização junto ao edital de seleção da Fundarpe para Festival Inverno de Garanhuns</i>.” diz Luciana.</p>
<p><b>Itinerante<br />
</b>Outra ação presente na programação do 24º FIG é o <b>Cinema na Estrada</b>, mostra itinerante que percorre várias cidades do estado desde 2011, levando filmes para locais que não possuem salas de cinema, priorizando comunidades rurais e quilombolas. A mostra conta com os realizadores como parceiros dessa inciativa, que cedem seus filmes para as ações. O objetivo é possibilitar o acesso ao cinema a populações que tradicionalmente não usufruem deste bem cultural.</p>
<p>Neste ano, o FIG chegará a três comunidades em dias diferentes. No dia 24, a mostra estará no Logradouro dos Leões, município de Bom Conselho. Em seguida, chega ao Distrito de Imbé, município de Capoeiras, no dia 25. Encerrando a programação, no dia 26, a mostra marca presença na comunidade quilombola de Timbó, em Garanhuns. A programação contará com seis filmes da recente safra de curta metragens pernambucanos, que somam uma hora e quarenta de projeção. As exibições seão gratuitas e abertas ao público e todos os filmes têm classificação livre.</p>
<p>Confira <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-de-inverno-de-garanhuns/destaques/audiovisual-no-fig/" target="_blank">AQUI</a></strong> a programação completa de audiovisual no 24º FIG.</p>
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		<title>Projetos incentivados pelo Funcultura participam do FIG 2014</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2014 18:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns projetos contemplados com incentivo do Funcultura estão na programação da 24ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). Entre elas, a<strong> exposição “Instantâneas da África”</strong>, do fotógrafo Diego Di Niglio, e a <strong>intervenção de artes visuais “Do Outro Lado”</strong>, de Thiago França. Ambas as atividades fazem parte de projetos que já previam a itinerância no circuito de festivais Pernambuco Nação Cultural, realizado pela Secretaria de Cultura e Fundarpe. O designer Guilherme Luigi também mudará o cotidiano da cidade com a intervenção <strong>“Lambe-lambe Ladrilho Hidráulico”</strong>. A ação é um desdobramento da fonte digital que está criando dentro de projeto incentivado pelo Funcultura.</p>
<p>A programação do FIG ainda agrega filmes e espetáculos incentivados pelo Funcultura e inéditos na Cidade das Flores. Na mostra audiovisual, os destaques são os premiados longas-metragens<strong> “Amor, Plástico e Barulho”</strong>, de Renata Pinheiro, e <strong>“Tatuagem”</strong>, de Hilton Lacerda. Na área de artes cênicas, foram selecionados a peça teatral<strong> “A Dona da História”</strong>, da Duas Companhia, e o espetáculo <strong>“Disse me dança”</strong>, da Cia Encena Arte Cidadania, também já contemplados em editais do Funcultura.</p>
<p><strong>A 24ª edição do FIG acontece de 17 a 26 de julho em Garanhuns, a 230 km do Recife. Saiba mais sobre o festival <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fig2014/todas-as-expressoes-da-nossa-cultura-cabem-no-24o-festival-de-inverno-de-garanhuns/" target="_blank">AQUI</a>.</strong></p>
<div id="attachment_9813" aria-labelledby="figcaption_attachment_9813" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Diego Di Niglio</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Africa_Postais_9_Ilha-de-Moçambique_2007.jpg"><img class="size-medium wp-image-9813" alt="Diego Di Niglio" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Africa_Postais_9_Ilha-de-Moçambique_2007-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">“Instantâneas da África” levará imagens de paísas africanos para a comunidade quilombola Timbó.</p></div>
<p><strong>FOTOGRAFIA</strong> &#8211; O fotógrafo Diego Di Niglio leva a exposição “Instantâneas da África” para a comunidade quilombola Timbó. A mostra reúne imagens de diferentes países africanos: Moçambique, Malaui, Burkina Faso, Senegal, Níger, Chade, Camarões, Togo, Benin e Gâmbia. Além da exposição, Diego realizou em parceria com os fotógrafos Mateus Sá e Guga Soares oficina com jovens quilombolas com o tema “Memória, identidade e herança africana”. O resultado da oficina será organizado em catálogo e documentário audiovisual. A exposição fotográfica itinerante começou em abril em Catucá, no município Goiana, e ainda passará pelas comunidades Filhos do Pajeú (Floresta) e Aguas Claras (Triunfo).</p>
<div id="attachment_9839" aria-labelledby="figcaption_attachment_9839" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Thiago França</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Janela-21.jpg"><img class="size-medium wp-image-9839" alt="Thiago França" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Janela-21-607x240.jpg" width="607" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Mudar a paisagem local provocando a reflexão é a proposta do artista Thiago França</p></div>
<p><strong>ARTES VISUAIS</strong> – O artista Thiago França irá realizar a intervenção urbana “Do Outro Lado” com fotografias de paisagens e cenas pernambucanas emolduradas em janelas de demolições. As peças serão expostas em espaços públicos da cidade de Garanhuns. A intervenção pretende atrair a atenção de moradores e visitantes para que repensem a relação com o meio, na tentativa de despertar uma maior intimidade com os lugares por vezes muito frequentados. O projeto já realizou intervenção, em Goiana, durante o Festival Pernambucano Nação Cultural, e ainda passará por Triunfo.</p>
<p><strong>DESIGN</strong> &#8211; A intervenção urbana “Lambe-lambe Ladrilho Hidráulico”, do designer Guilherme Luigi, irá distribuir mil mosaicos coloridos nos muros de Garanhuns durante o FIG. Os lambe-lambes serão impressos utilizando os elementos da fonte digital Dingbat Ladrilho Hidráulico e a aplicação será nos dias 19 e 20 de julho. Dingbats são fontes tipográficas que trazem símbolos ao invés de letras. Neste caso, Luigi criou dingbats inspirados nos ladrilhos hidráulicos pernambucanos. A intervenção marca a primeira aparição pública do projeto aprovado pelo Funcutura. Para participar do FIG, o projeto foi inscrito na convocatória pública lançada pela Secut/Fundarpe.</p>
<div id="attachment_9257" aria-labelledby="figcaption_attachment_9257" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Flávio Gusmão</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/TATUAGEM_Grupo-Chão-de-Estrelas_cred-Flávio-Gusmão-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-9257" alt="Flávio Gusmão" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/TATUAGEM_Grupo-Chão-de-Estrelas_cred-Flávio-Gusmão-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Depois de receber vários prêmios em festivais, &#8220;Tatuagem&#8221; será exibido pela primeira vez em Garanhuns.</p></div>
<p><strong>AUDIOVISUAL</strong> – Os premiados filmes pernambucanos “Amor, Plástico e Barulho”, de Renata Pinheiro, e “Tatuagem”, de Hilton Lacerda, farão parte da mostra audiovisual do FIG. Os longa-metragem contaram com o incentivo do Funcultura e são inéditos na Cidade das Flores. “Tatuagem”, que alcançou público de 12 mil pessoas no Recife, com a história do grupo de teatro Chão de Estrelas, liderado por Clécio Wanderley (Irandhir Santos) durante a ditadura militar. A vida de Clécio muda ao conhecer Fininha (Jesuíta Barbosa), apelido do soldado Arlindo Araújo, 18 anos: um garoto do interior que presta serviço militar na capital. Já “Amor, Plástico e Barulho” aborda o universo da música brega através de Shelly (Nash Laila), Shelly, uma jovem que sonha em se tornar cantora, inicia sua carreira como dançarina de uma banda apresentando-se em casas noturnas e programas de TV locais do Recife. Jaqueline (Maeve Jinkings), a cantora veterana da banda, é a sua inspiração e um possível espelho do seu destino.</p>
<div id="attachment_9811" aria-labelledby="figcaption_attachment_9811" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/adona_estreia_renatapires-43.jpg"><img class="size-medium wp-image-9811  " alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/adona_estreia_renatapires-43-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A peça &#8220;A Dona da História&#8221; mostra uma mulher que reinventa seu passado 20 anos depois</p></div>
<p><strong>TEATRO</strong> – A peça “A Dona da História”, montagem da Duas Companhia para o texto de João Falcão, integra a programação teatral do FIG 2014. O espetáculo estreou em março deste ano, no Recife, e será apresentado pela primeira vez em Garanhuns. Com direção de Duda Maia, a peça traz no elenco as atrizes Lívia Falcão e Olga Ferrário, que vivem uma mulher que resolve conversar com o seu passado 20 anos depois e vai reinventando sua caminhada. A montagem celebra os 10 anos da companhia de teatro e contou com o incentivo do Funcultura.</p>
<div id="attachment_9819" aria-labelledby="figcaption_attachment_9819" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Daniela Nader</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Disse-me-Danca_Foto_Daniela-Nader_IMG_8295.jpg"><img class="size-medium wp-image-9819" alt="Daniela Nader" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Disse-me-Danca_Foto_Daniela-Nader_IMG_8295-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Livros infanto-juvenis inspiraram o espetáculo &#8220;Disse me Dança&#8221;</p></div>
<p><strong>DANÇA</strong> – O espetáculo “Disse me dança”, da companhia Em Cena Arte e Cidadania, traz elenco formado por 11 adolescentes e jovens, que interpretam, através dos movimentos, a obra literária do escritor pernambucano Luciano Pontes, autor de livros como “Em Briga de irmão, quem dá opinião?”, “Ouvindo as conchas do mar” e “O Carrossel do tempo”. O espetáculo estreou em setembro de 2013, no Recife, com o incentivo do Funcultura. Será a primeira vez que a montagem será apresentada em Garanhuns. Com coreografia de Mieja Chang e Valéria Medeiros e direção de Marcus Rodrigues, o espetáculo de dança explorar a trajetória de vida de uma pessoa, o caminho percorrido desde as primeiras brincadeiras da infância, passando pelas descobertas na adolescência até os desafios e conquistas da juventude. O cenário tem assinatura de Java Araújo, que se inspirou nos livros pop up, nos quais dobraduras são reveladas a cada página.</p>
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