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	<title>Portal Cultura PE &#187; Floresta</title>
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		<title>Marcelo Silveira inaugura a exposição &#8220;Compacto com Pacto&#8221; em Triunfo e Floresta</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 17:22:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69101" aria-labelledby="figcaption_attachment_69101" class="wp-caption img-width-323 alignright" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bernardo Teshima/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/marcelo-silveira-foto-Bernardo-Teshima.jpg"><img class="size-medium wp-image-69101 " alt="Bernardo Teshima/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/marcelo-silveira-foto-Bernardo-Teshima-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Silveira fará vernissage nas duas cidades</p></div>
<p>Não é de hoje que o artista Marcelo Silveira se preocupa em estabelecer diálogos. Em 2017, ele participou de uma residência em Belo Jardim, no Agreste do Estado, durante dois meses, e uma das atividades era receber semanalmente moradores da cidade em torno da mesa para um jantar. Um ano antes, em 2016, apresentava a mostra &#8220;Compacto com Pacto&#8221;, na Galeria Amparo 60, no Recife, na qual trazia obras de diversas fases de sua carreira postas em contato com trabalhos de outros artistas convidados. Agora, Marcelo se propôs a dialogar com duas cidades sertanejas e seus universos.</p>
<p>Como fica claro no nome da mostra, que conta com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, a proposta é criar pactos, com + pactos.<em> “Enquanto na mostra do Recife, eu colocava minhas próprias obras em diálogo, além de ampliar esse debate relacionando-as com trabalhos de outros artistas, propunha uma conversa entre os agentes do mundo da arte, as duas exposições de agora foram adaptadas, a essência ainda é a conversa, mas agora elas têm como interlocutores as pessoas desses lugares”</em>, explica o artista.</p>
<p>A primeira parada acontece em Triunfo, a cerca de 400 km do Recife, no dia 14 de junho (sexta-feira). Em visita preliminar a cidade, o artista teve contato com alguns elementos que fazem parte do imaginário local. Chamou-lhe a atenção a produção de relhos (espécie de chicotes em couro), realizada há anos por Seu Quadrado que, mesmo cego, tem perpetuado a tradição. Para essa conversa, Silveira buscou uma obra antiga que havia sido produzida por ele com chicotes, há cerca de 10 anos, intitulada de Compêndio de Doutrina. Essa conversa vai ser exposta na sala da base do teleférico da cidade administrada pelo Sesc.</p>
<p>Na sede da galeria que a instituição mantém na cidade, vão ser mostradas as obras que dão título à exposição, que foram produzidas a partir de fragmentos encontrados de cadeiras, quando emaranhadas, fixadas por uma tira de tecido ao teto, elas se movimentam pela movimentação dos visitantes na sala expositiva. Lá também estarão as propostas de troca do artista com a tradição carnavalesca da cidade, os caretas – figuras satíricas que andam mascarados durante o carnaval. Os adornos utilizados nas cabeças e suas tabuletas (placas em que são escritas frases satíricas como as típicas de para-choques de caminhão) vão compor a mostra. <em>“Ao estabelecer essa conversa com essas pessoas estamos falando de arte, de criação, de processo criativo. Tudo isso é muito interessante”</em>, pontua o artista.</p>
<p>A comida também será novamente utilizada pelo artista como ponto de partida para o início de uma troca, afinal é na mesa que muitas conversas acontecem, ou, pelo menos, deveriam acontecer. O arroz vermelho, típico da região, mas muito pouco usado no restante do estado, surge como elemento central. Olhando para a sua história, o plantio desse tipo de arroz era bastante comum na região, mas com a chegada do arroz branco, ele perdeu espaço, chegando, inclusive, a ter seu cultivo proibido. <em>“Todos os pacotes de arroz vermelho que encontrei não tinham a procedência de origem. Tinham tudo, até código de barra, mas não havia registro de onde eles teriam sido produzidos. Por que será? Vamos tentar refletir sobre isso juntando pessoas da região em torno de uma mesa”</em>, explica o artista.</p>
<p>Marcelo Silveira também retomará, tanto em Triunfo como em Floresta, a intervenção sonora &#8220;Tudo Certo&#8221;, produzida durante a residência artística desenvolvida em Belo Jardim. Trata-se de um trabalho sonoro formado pela reprodução ininterrupta de um disco de vinil com gravação de dezenas de vozes de membros do coral da cidade agrestina, em diferentes timbres e entonações, a expressão &#8220;tudo certo&#8221;. Uma escola em cada uma das cidades sertanejas será palco de uma nova experiência para o projeto.</p>
<p>Além do desenvolvimento de Tudo Certo, em Floresta, que fica a 433 km do Recife e 128 km de Triunfo, &#8220;Compacto com Pacto&#8221; será inaugurada no dia 20 (quinta-feira), seis dias após a abertura na cidade vizinha, ficando, ambas em cartaz, concomitantemente. A mostra conta com o apoio da Galeria Casa Pedra Branca, fundada pelo arquiteto Fred Goyanna, que vai receber mais um recorte da série Compacto com pacto, entre outros trabalhos de Silveira.</p>
<p>O diálogo proposto pela mostra será com dois artistas e criadores locais, a pernambucana, natural de Floresta e radicada durante muitos anos em São Paulo: Conceição Cahu, falecida há oito anos. À frente de seu tempo, Conceição desenvolveu um consistente trabalho como chargista e ilustradora durante a década de 1970, se envolvendo em causas feministas e políticas durante o período da ditadura militar. <em>“Apesar de seu trabalho amplamente reconhecido, ela é muito pouco conhecida e falada em Pernambuco. Através dessa mostra, que propõe diálogos e trocas, me interessa muito fazer com que pessoas, trabalhos e nuances pouco vistos possam ser reconhecidos”</em>, diz Silveira. A rede de diálogos se expande e também inclui uma performance do agitador cultural, também natural da cidade, Vavá Schön -Paulino.<em> “Acreditamos que dessa forma vamos conseguir mostrar Floresta de uma maneira diferente”</em>, completa Silveira.</p>
<p>Assim como em Triunfo, um elemento da gastronomia da região foi escolhido para entrar na roda. Ao chegar à cidade na fase de prospecção Marcelo Silveira e sua equipe perceberam, entre as características da cidade, a grande consciência de patrimônio histórico, com o casario sendo conservado, mesmo sem qualquer imposição legal, e a grande quantidade de pés de tamarindo espalhadas pelas ruas. Logo, o fruto foi escolhido como esse elemento gastronômico a representar a cidade. Diferentemente da cidade vizinha, onde será promovido um encontro em torno do arroz vermelho, em Floresta o tamarindo vai entrar enquanto imagem na exposição.</p>
<p>Segundo a curadora, Joana D´Arc, os trabalhos em exposição trazem características marcantes do trabalho de Silveira, que utiliza, habitualmente, coisas e objetos esquecidos, técnicas e procedimentos obsoletos, na construção de sua poética, colocando diversas camadas de tempo em diálogo. <em>“Nossa ideia é que esses pactos que criamos sejam refeitos ao longo do tempo, reposicionando algumas obras, vamos gerar novas conversas, novos ruídos, nossa ideia é brincar com essa ressignificação”</em>.</p>
<p>Para o artista, além de colocar suas obras para conversarem com as duas cidades e seus elementos culturais, ele também está colocando as duas cidades para dialogar entre si, fazendo uma espécie de pacto, de troca, no momento em que ambas vão manter a exposição em cartaz concomitantemente e que gerarão interessantes reflexões.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Exposição &#8220;Compacto com Pacto&#8221;, de Marcelo Silveira<br />
Curadoria: Joana D´Arc<br />
Abertura: Triunfo, 14 de junho de 2019. Floresta, 20 de junho de 2019. Às 19h30<br />
Encerramento: 3 de agosto, em ambas as cidades.</p>
<p>Galeria de Arte &#8211; Triunfo<br />
Praça Dr. Artur Viana Ribeiro, 59, Alto da Boa Vista, Triunfo – PE<br />
Horário aberto ao público: de segunda-feira a sábado, das 8h às 12h e das 13h às 21h<br />
Telefone: (87) 3846-1341<br />
Endereço: R. Antônio Henrique da Silva, s/n &#8211; São Cristóvão, Triunfo &#8211; PE, 56870-000<br />
Telefone: (87) 3846-2800</p>
<p>Floresta &#8211; Casa Pedra Branca<br />
Endereço: Praça Antônio Ferraz, 141 – Centro / Floresta – PE / CEP 56400-000<br />
Instagram: @casapedrabranca</p>
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		<title>Confraria do Rosário Comemora 10 anos como Patrimônio Vivo</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Dec 2017 20:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania A história católica conta que, na época em que os Europeus começaram a explorar a mão de obra africana, apareceu uma imagem de Nossa Senhora do Rosário no mar do continente. Os europeus tentaram tirar a estátua do local, mas somente quando os moçambicanos chegaram à praia batendo os seus tambores e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56897" aria-labelledby="figcaption_attachment_56897" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38457875455_c599b1e6d4_k.jpg"><img class="size-large wp-image-56897" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38457875455_c599b1e6d4_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">A Confraria do Rosário, de Floresta, se prepara para a tradicional coroação do rei e da rainha, que acontecerá na celebração deste domingo (31).</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania</em></strong></p>
<p>A história católica conta que, na época em que os Europeus começaram a explorar a mão de obra africana, apareceu uma imagem de Nossa Senhora do Rosário no mar do continente. Os europeus tentaram tirar a estátua do local, mas somente quando os moçambicanos chegaram à praia batendo os seus tambores e lhes pedindo proteção, a imagem se soltou e foi levada pelas ondas até a areia. A partir de então, a santa passou a ser considerada a madrinha dos negros que, quando chegaram ao Brasil colonial, passaram a cultuá-la em diferentes partes do País.</p>
<p>Em Floresta, no sertão de Pernambuco, a Confraria do Rosário é uma dessas instituições ancestrais que permanecem até hoje comandando uma festa para a santa sempre no dia 31 de dezembro, como manda a tradição local. “O dia de Nossa Senhora do Rosário, na verdade, é no dia 7 de outubro, mas os negros daqui só tinham livre o dia 31 de dezembro, por isso, a coroação foi deslocada”, explicou João Luiz Silva, que desde 2007 é o rei perpétuo da irmandade. Na data em que a santa é mundialmente celebrada, a Confraria também faz uma comemoração em sua sede, onde também se promove reuniões mensais entre os confrades.</p>
<div id="attachment_56901" aria-labelledby="figcaption_attachment_56901" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39305932752_16cf42d836_k.jpg"><img class="size-large wp-image-56901" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39305932752_16cf42d836_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">Para celebrar os dez anos como Patrimônio Vivo de Pernambuco, a irmandade apresentará uma nova réplica da estátua da santa que fica na Igreja do Rosário.</p></div>
<p>NOVIDADES</p>
<p>Criada há cerca de 200 anos, a irmandade repete as tradições seculares, mas, neste domingo, a celebração também reserva algumas surpresas para quem acompanha o evento.  Em comemoração à sua primeira década como Patrimônio Vivo de Pernambuco, a Confraria distribuirá o calendário, que costumava ser entregue somente aos confrades, também para a comunidade que for assistir a coroação, marcada para começar às 5h da manhã com o café do Rei, na sede.</p>
<p>O cortejo até a Igreja do Rosário, que é acompanhado pela banda de pífanos, contará pela primeira vez com uma réplica da estátua da santa que fica dentro do templo. A iniciativa de fazer uma nova imagem teve como objetivo preservar a primeira representação que, assim como a Igreja, data de 1792. Além da réplica, que ficará guardada na Sede da Confraria durante o resto do ano, também foram compradas estátuas de quatro santos negros, sendo eles Santo Antônio de Categeró, São Benedito, Santa Josefina da Bakita e Santa Efigênia.</p>
<p>Antes da missa, também será lida uma carta de 1976 que uma senhora enviou para Floresta, sem o endereço de remetente, falando sobre o tempo em que viveu na cidade entre 1925 e 1930. “Ela fala da alegria ao ver a coroação da Confraria e isso é um registro sobre a irmandade e mais uma prova de que ela existe há mais de 100 anos”, esclarece João Luiz, ao lembrar que, até então, o registro mais antigo que havia sido encontrado sobre a irmandade havia sido o livro “Memória de uma cidade sertaneja no seu cinquentenário”, escrito por Álvaro Ferraz, de 1950. “Estamos tentando reunir o máximo de papéis que a gente tem”, completa ele, sobre a importância desses documentos para legitimar a ritual, que tem tradição oral.</p>
<div id="attachment_56900" aria-labelledby="figcaption_attachment_56900" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27558279889_c747a6ad4f_k.jpg"><img class="size-large wp-image-56900" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/27558279889_c747a6ad4f_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">João Luiz Silva comemora o crescimento da Confraria do Rosário, de onde é o rei perpétuo desde 2007.</p></div>
<p>HISTÓRIA</p>
<p>Apesar da ausência de materiais que provem a data exata de criação da Confraria do Rosário e sua coroação, a instituição conta com a memória repassada por antigos membros às gerações seguintes como álibi para o cálculo dos seus cerca de 200 anos.  “O propósito da Confraria era justamente mostrar que os negros também tinham sangue real. Eram coroados, podiam ser escravos, mas não eram qualquer um. A irmandade é uma forma de mostrar resistência e a importância do negro na sociedade de Floresta. A força deles na construção da cidade, que não foi feita somente por pessoas de sobrenome”, observa ele, sobre a prática de coroação, que é comum em outras rituais religiosos de matriz africana e foi levado para a celebração católica em questão pelos negros.</p>
<p>Se, na Europa, a monarquia muitas vezes justificava o seu poder como um atributo concedido por Deus, em Floresta, a coroação também é justificada por um milagre divino. Todo ano, a celebração elege um rei e uma rainha, que são duas pessoas comuns que já tiveram alguma promessa feita a Nossa Senhora do Rosário atendida. “Depois que a graça é alcançada, a pessoa vem conversar conosco e entra na fila de espera para ser coroada. Neste momento, já temos reis e rainhas até 2027. A coroação é o pagamento da promessa porque significa que ele vai servir à santa por um tempo”, explica João Luiz, esclarecendo que quando chega a vez do beneficiado ser rei ou rainha, ele tem que cumprir uma agenda de compromissos ao lado da irmandade, hoje composta por 65 pessoas.</p>
<p>O culto inteiro começa no dia 24 dezembro, quando o pau da bandeira de Nossa Senhora do Rosário é hasteado. No dia 31, a celebração se divide nas partes sacra e profana. Esse segundo momento acontece após a missa, quando o rei e a rainha desfilam de volta até a sede sob a trilha sonora da banda filarmônica Nelson Barros de Rosa, que toca ritmos como frevo e forró. De volta à casa da Confraria, o grupo continua a tocar enquanto é servido algum dos pratos típicos da região, como o arroz vermelho com carne de bode, que será o cardápio deste ano. Tudo se encerra até as 15h para que a cidade possa se preparar para a noite, quando se comemora festa do padroeiro da cidade, Bom Jesus dos Aflitos.</p>
<div id="attachment_56899" aria-labelledby="figcaption_attachment_56899" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38457949285_d5d497e09d_k.jpg"><img class="size-large wp-image-56899" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38457949285_d5d497e09d_k-800x529.jpg" width="800" height="529" /></a><p class="wp-caption-text">Incentivar os jovens e a criação de um museu com todos os objetos já usados pela Confraria, estão estão entre os principais planos da irmandade.</p></div>
<p>PLANOS</p>
<p>Mesmo em tempos alardeados pela queda do número de fiéis da igreja católica, a Confraria do Rosário nunca foi tão forte em Floresta como é atualmente. “Eu acredito que melhorou muito. Há 15 anos, essa irmandade era composta por cerca de 12 pessoas, pouca gente vinha atrás do cortejo. Hoje temos nosso encontro de espadachins todo perfeito, com  todos os juízes, que vão no desfile, e temos a perspectiva de arrastar entre 500 e 600 pessoas”, explica João Luiz, sobre o crescimento do Patrimônio Vivo.</p>
<p>Para chamar a atenção dos jovens, o rei perpétuo acredita que as reuniões mensais na sede são fundamentais e, por isso, ainda planeja ampliar as ações no local. “Os confrades trazem seus filhos e a gente conversa sobre a importância cultural e religiosa disso e sobre identidade negra. Também damos palestras para escolas e, somente neste ano, foram mais de 300 alunos que nos visitaram”, diz ele, ao lembrar que não há restrições quanto às crenças religiosas de seus integrantes. “Não é uma irmandade quilombola, é mais que isso. Temos famílias quilombolas e outras famílias negras que não são. Também sabemos que alguns confrades participam de terreiro e não temos problemas com isso”, comenta ele, ao reconhecer o sincretismo religioso brasileiro.</p>
<p>Após uma década de tantas conquistas, a irmandade planeja o próximo passo com a criação de um museu. “Estamos tentando um espaço para montar um museu e promover outras atividades, como oficinas de zabumba e pífano, que possam ocupar os jovens”, idealiza ele, buscando incentivar ainda mais as futuras gerações. Enquanto isso, a Casa da Confraria do Rosário já funciona como uma espécie de museu, onde expõe coroas e roupas de reis e rainhas, espadas, o recente acervo fotográfico, dentre outros registros acerca da história da instituição.</p>
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		<title>Pré-Conferência de Floresta, no Sertão de Itaparica, elege seus delegados</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Nov 2017 19:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[*Com informações de Jan Ribeiro O município de Floresta, no Sertão de Itaparica, recebeu nesta segunda-feira (21) uma das Pré-Conferências Regionais de Cultura de Pernambuco, que vão circular por todas as 12 Regiões de Desenvolvimento do Estado até fevereiro de 2018. O encontro foi realizado no Centro Diocesano de Formação, e reuniu mais de 100 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>*Com informações de Jan Ribeiro</em></p>
<div id="attachment_55280" aria-labelledby="figcaption_attachment_55280" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/38555154981_47058509a5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55280 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/38555154981_47058509a5_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Pré-Conferência reuniu mais de 100 inscritos, entre gestores públicos, artistas e produtores culturais dos municípios da região</p></div>
<p>O município de Floresta, no Sertão de Itaparica, recebeu nesta segunda-feira (21) uma das Pré-Conferências Regionais de Cultura de Pernambuco, que vão circular por todas as 12 Regiões de Desenvolvimento do Estado até fevereiro de 2018. O encontro foi realizado no Centro Diocesano de Formação, e reuniu mais de<strong> 100 inscritos</strong>, entre gestores públicos, artistas e produtores culturais dos municípios da região sertaneja.</p>
<p>Antes das discussões, foram apresentados os objetivos e a metodologia de trabalho das Pré-Conferências. De acordo com Silvana Meirelles, secretária-executiva de Cultura e coordenadora-geral da IV Conferência Estadual de Cultura de Pernambuco, &#8220;<em>as conferências são espaços participativos consagrados em democracias consolidadas. Neste sentido, o Governo de Pernambuco acredita neste espaço participativo como um algo que deva ser estimulado e</em> valorizado&#8221;.</p>
<p>Segundo a gestora, a <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/minuta-1-plano-estadual.pdf" target="_blank">primeira minuta do Plano Estadual de Cultura de Pernambuco</a> </strong>é um apanhado de tudo que foi construído ao longo dos últimos doze anos, em três conferências estaduais e em vários seminários, fóruns e comissões setoriais. &#8220;<em>Tudo o que foi proposto ao longo deste tempo está neste material que foi entregue mais cedo a todos vocês. Sabemos que a descontinuidade nas gestões é muito comum, mas quero reforçar aqui que esse plano, que estamos construindo democraticamente entre a sociedade civil e o poder público, é um instrumento que vai virar lei e que ele norteará as políticas públicas culturais do Estado</em>&#8220;, disse em sua saudação inicial aos participantes.</p>
<div id="attachment_55277" aria-labelledby="figcaption_attachment_55277" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/37667675655_706c35e08d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55277 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/37667675655_706c35e08d_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;A ideia desses encontros é ouvir, debater, pensar juntos, a fim de construirmos um Plano Estadual de Cultura democrático e participativo, que atenda as demandas e os anseios dos agentes culturais de todo o Estado”, ressalta Silvana Meirelles, secretaria-executiva de Cultura</p></div>
<p>Além de Silvana Meireles, participaram da mesa Severino Pessoa, representante da Secult-PE, Ana Cláudia (Secretária de Educação e cultura de Floresta), Vavá Scho-Paulino (Diretor de Cultura de Floresta), Pedro Vilarim (Vice-Prefeito de Floresta), Libanio da Paixão Neto (Representante do Instituto Cultural Raízes) e Cláudio Gomes (Conselho de Políticas Culturais &#8211; fotografia).</p>
<div id="attachment_55278" aria-labelledby="figcaption_attachment_55278" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/38499373546_8be02b374d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55278 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/38499373546_8be02b374d_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Os conferencistas se dividiram em quatro GTs para discurtir eixos do Plano Estadual de Cultura</p></div>
<p>As atividades iniciaram com o credenciamento e divisão dos Grupos de Trabalhos (GTs) formados para analisar, debater e apresentar propostas à Minuta do Plano Estadual de Cultura (PEC). Os conferencistas se dividiram em quatro GTs, que contaram com a mediação de representantes da Secult-PE, da Fundarpe e do Conselho Estadual de Política Cultural, e cada um deles discutiu dois eixos do Plano Estadual de Cultura. No GT1, mediado por Severino Pessoa e com 34 inscritos, foram discutidos os eixos <strong>1 &#8211; Patrimônio Cultural e Memória</strong> e <strong>8 &#8211; Territórios, Territorialidades e Políticas Afirmativas</strong>.</p>
<div id="attachment_55279" aria-labelledby="figcaption_attachment_55279" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/38523894302_97941aad58_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55279  " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/38523894302_97941aad58_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O GT3, por exemplo, discutiu sobre os eixos &#8217;5 – Pesquisa e Formação Artística Cultural&#8217; e &#8217;6 &#8211; Cultura e Educação&#8217;</p></div>
<p>Já no GT2, mediado por Cláudio Gomes e com a presença de 30 inscritos, foram debatidos assuntos relacionados aos eixos <strong>3 &#8211; Desenvolvimento Simbólico da Cultura</strong> e <strong>4 &#8211; Economia da Cultura</strong>. No GT3, por sua vez, mediado por Denizar, o grupo formado por 21 inscritos discutiu sobre os eixos <strong>5 – Pesquisa e Formação Artística Cultural</strong> e <strong>6 &#8211; Cultura e Educação</strong>. Por fim, o GT4, mediado por Beto Rezende e com 15 inscritos, trabalhou nos eixos <strong>7 &#8211; Cultura e Comunicação</strong> e 2 &#8211; Gestão, Infraestrutura e Participação Social.</p>
<div id="attachment_55276" aria-labelledby="figcaption_attachment_55276" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/24683075948_879fbc95f3_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55276 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/24683075948_879fbc95f3_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">No GT1, mediado por Severino Pessoa, foram discutidos os eixos &#8217;1 &#8211; Patrimônio Cultural e Memória&#8217; e &#8217;8 &#8211; Territórios, Territorialidades e Políticas Afirmativas&#8217;.</p></div>
<p>Após o encerramento dos GTs, houve uma plenária que elegeu os delegados da Região do Sertão de Itaparica para a Plenária Estadual Final, que acontecerá em março, no Centro de Convenções de Pernambuco (CECON-PE), em Olinda. Conforme metodologia definida pela Comissão Organizadora da IV CEC-PE, dos 21 delegados inscritos foram eleitos 16 representantes: 5 do poder público e 11 da sociedade civil. Confira os delegados eleitos:</p>
<div id="attachment_55282" aria-labelledby="figcaption_attachment_55282" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/26784820519_f368e3ee5e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55282 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/26784820519_f368e3ee5e_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Delegados eleitos como Poder Público na pré-conferência em Floresta</p></div>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PODER PÚBLICO</strong></span><br />
Aderval Paulino da Silva Filho (Floresta)<br />
Crizonete Nunes Bastos Honório (Carnaubeira da Penha)<br />
Deison Dario da Silva Bezerra (Petrolândia)<br />
Elisabete Maria Diniz Menezes de Brito Teotônio (Floresta)<br />
Péricles Araújo Ferraz (Floresta)</p>
<div id="attachment_55283" aria-labelledby="figcaption_attachment_55283" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/38504292206_d81ea8b148_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55283" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/38504292206_d81ea8b148_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Nove delegados foram eleitos para participar como representantes da sociedade civil de Floresta na Plenária Final</p></div>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SOCIEDADE CIVIL</strong></span><br />
Ana Gleide de Souza Leal Sá<br />
Edvania Nascimento Silva Ferreira Trindade<br />
Elisabete Maria Diniz Menezes de Brito Teotônio<br />
Elisângela Rosa Novaes<br />
Elizete Pereira<br />
João Paulo Oliveira da Cunha<br />
Libânio Francisco da Paixão Neto<br />
Maria de Fátima Barbosa Belém<br />
Marineide de Sá Silva<br />
Rita de Cassia Soares da Silva<br />
Silviane Ferreira da Silva Cavalcante</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/cecpe/cerca-de-4-mil-pessoas-vao-participar-das-pre-conferencias-de-cultura/" target="_blank"><span style="color: #008000;">Clique aqui e e confira o calendário das Pré-Conferências Estaduais de Cultura de Pernambuco!</span></a></strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Seis cidades do Sertão e do Agreste estão na rota do Cinema na Estrada</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/seis-cidades-do-sertao-e-do-agreste-estao-na-rota-do-cinema-na-estrada/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2016 16:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Cinema na Estrada, que desde julho já circulou por 22 cidades pernambucanas, desembarca nesta semana nos municípios de Ibimirim (7), Custódia (8), Salgueiro (9), Floresta (10), Limoeiro (20) e Brejo da Mata de Deus (22). &#8220;Já alcançamos mais de 4 mil pessoas, ao longo desses meses de 2016. Nesse novo ciclo, o projeto vai contemplar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3406" aria-labelledby="figcaption_attachment_3406" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/Cinema-na-Estrada-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-3406" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/Cinema-na-Estrada-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra itinerante leva ao público os filmes produzidos em nosso Estado</p></div>
<p>O <strong>Cinema na Estrada</strong>, que desde julho já circulou por <strong>22 cidades pernambucanas</strong>, desembarca nesta semana nos municípios de Ibimirim (7), Custódia (8), Salgueiro (9), Floresta (10), Limoeiro (20) e Brejo da Mata de Deus (22). &#8220;Já alcançamos mais de 4 mil pessoas, ao longo desses meses de 2016. Nesse novo ciclo, o projeto vai contemplar mais cidades do Agreste, do Sertão e da Região Metropolitana do Recife. A essência da atividade permanece a mesma: ampliar a acessibilidade ao bem cultural do cinema e à multiculturalidade, a fim de despertar um sentimento de pertencimento nas pessoas que vão assistir aos nossos filmes. Após as exibições, há uma conversa sobre os filmes exibidos para perceber as impressões e a receptividade do público&#8221;, comentou Milena Evangelista, coordenadora da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p>De acordo com ela, os filmes escolhidos pelo projeto “geram um sentimento de reconhecimento com o que é exibido na tela”, uma vez que a intenção da iniciativa é dialogar diretamente com as populações contempladas pelo programa. &#8220;Dessa vez, vamos fazer uma exibição especial no quilombo do Distrito de Conceição das Crioulas, e a ideia é que a comunidade se veja, de alguma forma, retratada nos curtas que serão mostradas nos programas do projeto&#8221;, disse a coordenadora.</p>
<p><strong>Sobre o projeto</strong><br />
Realizado desde 2010 pela Secult-PE/Fundarpe, o Cinema na Estrada já envolveu mais de 6.150 pessoas por meio de 123 exibições em 87 cidades e distritos. Neste ano, o projeto entrou numa fase ainda mais robusta, reafirmado sua importância para a política pública de cultura e contemplando diversas Regiões de Desenvolvimento.</p>
<p>“O Cinema na Estrada é um projeto simples, mas que contribui de maneira efetiva para a difusão dos filmes e o acesso dos pernambucanos às obras realizadas em Pernambuco. Muitas delas, inclusive, que contaram com recursos públicos estaduais alocados no Funcultura”, destaca Marcelino Granja, secretário estadual de Cultura.</p>
<p><strong>Recursos</strong><br />
A Secult-PE e a Fundarpe realizam a nova fase do <strong>Cinema na Estrada</strong> com recursos na ordem de 180 mil reais direcionados à política cultural de Pernambucano via emenda parlamentar do deputado estadual Aloísio Lessa.</p>
<p><em id="__mceDel"><strong>Confira a agenda:</strong></em></p>
<p><strong>Sertão</strong><br />
<strong>7/12 &#8211; Ibimirim</strong> (Praça Vereador Antônio Bezerra/Avenida Castro Alves em frente ao Centro de Idosos), às 19h;<br />
<strong>8/12 &#8211; Custódia</strong> (Praça Padre Leão &#8211; Centro), às 19h;<br />
<strong>9/12 &#8211; Salgueiro</strong> (Praça Central do Distrito de Conceição das Crioulas), às 19h;<br />
<strong>10/12 &#8211; Floresta</strong> (Praça Coronel Fausto Ferraz), às 19h;<br />
Data: 10/12</p>
<p><strong>Agreste</strong><br />
<strong>20/12 &#8211; Limoeiro</strong> (Praça da Bandeira, em frente ao Colombo Sport Clube), às 19h;<br />
<strong>22/12 &#8211; Brejo da Madre de Deus</strong> (Praça Bom Conselho Pátio de Eventos), às 19h.</p>
<p><strong>Programa</strong></p>
<p><em>Dia Estrelado</em> (Animação, 2011, 18 minutos, PE), de Nara Normande<br />
<em>Psiu!</em> (Documentário, 20 minutos, 2014), de Antônio Carrilho e Juliana Lima<br />
<em>Papo amarelo – o primeiro tiro</em> (ficção, 15 minutos, 2015), de Anildomá Willans de Souza<br />
<em>A Clave dos Pregões</em> (Documentário, 15 minutos, 2015), de Pablo Nóbrega<br />
<em>A promessa</em> (Ficção, 13 minutos, 2013), de Marcos Carvalho e Alisson Souza<br />
<em>João Heleno dos Brito</em> (Ficção, 20 minutos, 2014), de Neco Tabosa</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Escutas do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas chegam ao Sertão</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2016 13:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[PELLLB]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o intuito de envolver escritores, livreiros e demais agentes literários no processo de construção do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas acontecem de 29 de novembro a 3 de dezembro as escutas do PELLLB pelo Sertão. As reuniões, abertas a participação de todos os interessados em apontar políticas públicas para o setor, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42234" aria-labelledby="figcaption_attachment_42234" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/pelllb-petrolina-607x455.jpg"><img class="size-full wp-image-42234" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/pelllb-petrolina-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Reuniões abertas têm acontecido em diversos municípios do estado</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com o intuito de envolver escritores, livreiros e demais agentes literários no processo de construção do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas acontecem de 29 de novembro a 3 de dezembro as escutas do PELLLB pelo Sertão. As reuniões, abertas a participação de todos os interessados em apontar políticas públicas para o setor, serão realizadas em Bodocó, Floresta, Salgueiro e Serra Talhada. Na pauta, a discussão sobre contextos relacionados à criação, fruição e potencialidades das ações públicas que o Plano pretende contemplar.</p>
<p style="text-align: justify;">Marcos normativos ligados aos agentes de cadeias literárias também serão abordados, visando um maior engajamento de escritores, poetas e declamadores presentes. <em>&#8220;As escutas em diversas regiões do estado estão identificando os principais problemas e potencialidades do setor, e acolhendo propostas que vão auxiliar na elaboração de um bom plano para garantirmos mais acesso da população ao livro, mais estímulo à leitura, mais circulação das obras&#8221;</em>, destaca Wellington de Melo, coordenador de Literatura da Secult-PE.</p>
<p style="text-align: justify;">A construção do PELLLB é uma iniciativa do Governo de Pernambuco, por meio das secretarias estaduais de Cultura e Educação, da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), e do Fórum Pernambucano em Defesa das Bibliotecas, Livro, Leitura e Literatura, contando com o apoio da Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura (MinC). Mais informações podem ser obtidas com a Coordenadoria de Literatura da Secult-PE, através do telefone: <strong><a href="tel:%2881%29%203184-3021" target="_blank">(81) 3184-3021</a></strong> ou do email: <strong><a href="mailto:pelllb@gmail.com" target="_blank">pelllb@gmail.com</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p>- <strong>Bodocó (Sertão do Araripe)</strong><br />
<strong>Quando:</strong> terça-feira, 29 de novembro<br />
<strong>Horário:</strong> das 9h às 13h<br />
<strong>Local:</strong> SESC Ler Bodocó (Rua Luzia Couto Lóssio, s/nº, Bairro São Francisco – Bodocó)</p>
<p><strong>- Salgueiro (Sertão Central)</strong><br />
<strong>Quando:</strong> quinta-feira, 1º de dezembro<br />
<strong>Horário:</strong> das 9h às 13h<br />
<strong>Local:</strong> GRE Salgueiro (Travessa Lourival Sampaio, nº 395 – Salgueiro)</p>
<p><strong>- Floresta (Sertão de Itaparica)</strong><br />
<strong>Quando:</strong> sexta-feira, 2 de dezembro<br />
<strong>Horário:</strong> das 9h às 13h<br />
<strong>Local:</strong> GRE Floresta (Av. Deputado Audomar Ferraz, nº 65, Centro – Floresta)</p>
<p><strong>- Serra Talhada (Sertão do Pajeú)</strong><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 3 de dezembro<br />
<strong>Horário:</strong> das 9h às 13h<br />
<strong>Local:</strong> Museu do Cangaço (Estação do Forró, Vila Ferroviária, s/nº – Serra Talhada)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cultura Livre nas Feiras contempla quatro cidades</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cultura-livre-nas-feiras-contempla-quatro-cidades/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 16:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Escada]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta]]></category>
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		<category><![CDATA[Moreilândia]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Cultura Livre nas Feiras]]></category>
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		<description><![CDATA[Seguindo pelo Sertão, Agreste e Zona da Mata de Pernambuco, o projeto Cultura Livre nas Feiras prossegue no roteiro de atividades com a sua caravana, nas cidades de Moreilândia, Floresta, São Caetano e Escada. Nesta sexta-feira (21), a feira da Praça da Matriz, em Moreilândia, estará recebendo a partir das 8h, programação com mostras de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29443" aria-labelledby="figcaption_attachment_29443" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Bilimbo-dos-8-Baixos-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-29443" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Bilimbo-dos-8-Baixos-Costa-Neto-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Bilimbo dos 8 Baixos e o seu trio pé de serra estarão animando o público de Moreilândia.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Seguindo pelo Sertão, Agreste e Zona da Mata de Pernambuco, o projeto Cultura Livre nas Feiras prossegue no roteiro de atividades com a sua caravana, nas cidades de Moreilândia, Floresta, São Caetano e Escada. Nesta sexta-feira (21), a feira da Praça da Matriz, em Moreilândia, estará recebendo a partir das 8h, programação com mostras de artesanato e apresentação do Trio Pé de Serra Bilino dos 8 Baixos.</p>
<p>Já no sábado (22), as atividades estarão proporcionando ao público de Floresta, São Caetano e Escada, apresentações teatrais e de danças populares, declamação de cordel e shows musicais. O projeto Cultura Livre nas Feiras é uma realização da Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe, promovendo desde 2011, diversas ações de fomento regional, levando a arte e a cultura onde o povo está.</p>
<p><strong>Programação em cada cidade:</strong></p>
<p><strong>Moreilândia (Feira livre do centro &#8211; Praça da Matriz)</strong><br />
Sexta-feira, 21 de agosto<br />
8h &#8211; mostra de sabonetes artesanais &#8211; Lucélia Sabonetes<br />
8h &#8211; artesanato em palha de banana &#8211; Veta Atelier<br />
9h &#8211; apresentação de quadrilha junina &#8211; Arraiá da Vila Nova<br />
9h30 &#8211; apresentação musical de forró &#8211; Trio Pé de Serra Bilino dos 8 Baixos</p>
<p><strong>Floresta (Pátio da Feira &#8211; centro da cidade)</strong><br />
Sábado, 22 de agosto<br />
8h &#8211; apresentação musical de forró &#8211; Trio Sukate<br />
9h &#8211; apresentação de voz e violão &#8211; Fernando e Vinicio<br />
10h &#8211; apresentação de teatro &#8211; Caroá &amp; Cia</p>
<p><strong>São Caetano (Feira livre &#8211; Rua 15 de novembro, centro da cidade)</strong><br />
Sábado, 22 de agosto<br />
8h &#8211; mostra de artesanato &#8211; Kátia Ateliê das Artes<br />
8h &#8211; apresentação musical de MPB &#8211; Bela Roberlândia<br />
9h &#8211; apresentação musical de forró &#8211; Trio Família<br />
10h &#8211; apresentação de dança popular &#8211; Grupo Rapos&#8217;Art</p>
<p><strong>Escada (Feira livre &#8211; Rua da Bandeira, centro da cidade)</strong><br />
Sábado, 22 de agosto<br />
9h &#8211; mostra de artesanato e flores &#8211; Leda Art Flores<br />
9h &#8211; apresentação de capoeira &#8211; Associação de Capoeira Liberdade Brasil<br />
10h &#8211; declamação de cordel &#8211; cordelista Dedo Leocádio<br />
11h &#8211; apresentação musical de MPB &#8211; Van e Flávia</p>
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		<title>Secult e Fundarpe realizam ciclo de oficinas do Edital Funcultura Independente 2014/2015</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2015 13:53:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), inicia na próxima segunda-feira (09/03) o ciclo de capacitação do Edital Funcultura Independente 2014/2015. As oficinas serão realizadas em todas as Regiões de Desenvolvimento do Estado. Ao todo, serão 29 capacitações para orientar artistas, produtores, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/oficinas_interior.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-22298" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/oficinas_interior-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), inicia na próxima segunda-feira (09/03) o ciclo de capacitação do Edital Funcultura Independente 2014/2015. As oficinas serão realizadas em todas as Regiões de Desenvolvimento do Estado. Ao todo, serão 29 capacitações para orientar artistas, produtores, pesquisadores e educadores que desejam elaborar projetos para a seleção pública. Confira a <strong><a title="AQUI" href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/PROGRAMACAO-FUNCULTURA-INDEPENDENTE-2014_20151.doc">PROGRAMACAO</a></strong> das oficinas, que serão realizadas na Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão, incluindo comunidades indígenas e quilombolas. As oficinas são gratuitas e não necessitam de inscrição prévia.</p>
<p style="text-align: justify;">No interior do Estado, as capacitações serão realizadas nas seguintes cidades: São Bento do Una, Pesqueira, São José do Egito, Lagoa do Carro, Ribeirão, São José da Coroa Grande, Trindade, Araripina, Petrolina, Serra Talhada, Salgueiro, Floresta. Ainda haverá oficina em Salgueiro, na comunidade quilombola de Conceição das Crioulas, destinada aos moradores do local, ao Povo Indígena Truká e ao Quilombo de Orocó. As cidades de Oricuri e Itambé também recebem oficinas destinadas às comunidades ciganas e rurais.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/oficinas_Funcultura.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-22299" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/oficinas_Funcultura-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">No Recife, serão 13 oficinas dedicadas especificamente às linguagens artísticas e áreas culturais: Dança, Artesanato, Cultura Popular, Patrimônio, Teatro, Literatura, Música, Fotografia, Gastronomia, Ópera, Design e Moda, Circo, Artes Visuais e Artes Integradas. As capacitações serão realizadas no Espaço Pasárgada (Rua da União, 263, Boa Vista).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>INCENTIVO</strong> &#8211; O edital Funcultura Independente 2014/2015, irá disponibilizar incentivo total de R$ 22 milhões para projetos culturais de artistas e produtores de todo o estado. As inscrições de projetos poderão ser feitas de 19 de fevereiro a 23 de março de 2015. <strong>Acesse o edital <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/tipo/funcultura/" target="_blank">AQUI</a>.</strong></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Ciclo de Capacitação do edital Funcultura Independente 2014/2015</strong><br />
<strong> Acesso gratuito </strong>– Não é necessária inscrição prévia.<br />
<strong>Confira a programação com datas, horários e locais <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/PROGRAMACAO_OFICINAS_FUNCULTURA-INDEPENDENTE_-2014_2015.doc" target="_blank">AQUI</a></strong><br />
<strong>Informações:</strong> (81) 3184-3113/3184-3114/3184-3115 | formacaodfo@gmail.com</p>
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		<title>Projeto &#8220;Instantâneas da África&#8221; contempla jovens do Quilombo de Filhos do Pajeú</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2014 20:52:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/oficina_timboBX-2.jpg"><img class=" wp-image-15445 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/oficina_timboBX-2.jpg" width="254" height="170" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Quilombo de Filhos do Pajeú, localizado na zona rural de Floresta, no Sertão pernambucano, recebe o projeto “Instantâneas da África” a partir desta quarta-feira (15). A programação inclui oficina de fotografia destinada a jovens da comunidade e exposição fotográfica composta por 50 imagens coloridas e em preto e branco que registram a cultura de países africanos. Está será a quarta edição do projeto, que possui incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo como facilitadores os fotógrafos Mateus Sá e Guga Soares, a oficina será ministrada para 25 jovens da comunidade. A mostra “Instantâneas da África” reúne imagens do fotógrafo Diego Di Niglio, registradas entre 2002 e 2007, em Moçambique, Malaui, Burkina Faso, Senegal, Níger, Chade, Camarões, Togo, Benin e Gâmbia, abordando o cotidiano cultural em localidades urbanas e rurais.</p>
<p style="text-align: justify;">A exposição já percorreu diversos quilombos pernambucanos no objetivo de contribuir para o fortalecimento do resgate da memória relacionada às raízes africanas nas comunidades envolvidas.</p>
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