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	<title>Portal Cultura PE &#187; Galeria Maumau</title>
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		<title>Livro digital Bcubico é lançado sábado (14) na Galeria Maumau</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2022 18:24:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como olhar para trás sem percorrer um caminho unicamente retrospecto e abrir os poros para perceber a materialização do eco? Como reacessar uma história sem cansar a vista ou perder a sensibilidade para o que se mantém e fazer reverberar? Para Edson Barrus e yann beauvais, idealizadores de Bcubico, uma homenagem ao espaço, ativo no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/KPF6mZ7c3Rs" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Como olhar para trás sem percorrer um caminho unicamente retrospecto e abrir os poros para perceber a materialização do eco? Como reacessar uma história sem cansar a vista ou perder a sensibilidade para o que se mantém e fazer reverberar? Para Edson Barrus e yann beauvais, idealizadores de Bcubico, uma homenagem ao espaço, ativo no Recife entre 2011 e 2015, se mostrou como desafio. Agora a ideia se configura como livro-arquivo que ambos os artistas lançam no sábado, dia 14 de maio, na Galeria Maumau.</p>
<p>O lançamento, que acontece a partir das 15h, propõe uma partilha sobre a experiência bcubico e o processo de feitura do material — o QR code do cartaz do evento direciona para o livro digital. Participam Edson, yann e biarritzzz e, por conferência online, Ana Lira, Keith Sanborn e Jean-Michel Bouhours, alguns dos atores culturais que participaram da trajetória do espaço e colaboraram com o livro. Também tem pocket show inédito Biahits, projeto musical de biaritzzz, junto a Igea Martins e Henrique Falcão.</p>
<p>Enquanto atividade híbrida, há três possibilidades de acesso do público: presencial e também on-line, pela <a href="https://us02web.zoom.us/j/85305279849" target="_blank"><strong>sala do Zoom</strong></a> ou pela transmissão ao vivo no canal de Bcubico no <a href="https://youtu.be/KPF6mZ7c3Rs" target="_blank"><strong>YouTube</strong></a>. O evento conta com apoio da CEPE &#8211; Companhia Editora de Pernambuco, que terá ponto de venda na Maumau no sábado, e incentivo da LAB PE e do Funcultura. Entrada gratuita.</p>
<p><strong>Livro-arquivo</strong><br />
“Como seria possível pensar a experiência de um lugar alternativo em termos de livro, sendo uma ferramenta para continuar a pensar e compartilhar modos de pensamentos sobre lugares e práticas alternativas de artes?”, reflete yann sobre o processo de formatação do projeto. “Sentimos necessidade de disponibilizar a licença completa de uso do Re:combo, dar visibilidade ao encontro realizado no Dia da Consciência Negra em 2012, com texto de Ricardo Ruiz… Então, o desafio era como dar visibilidade não somente textual mas também visual do que aconteceu”, completa Edson. É o primeiro momento de partilha da íntegra do conteúdo do livro bcubico, cujo preview havia sido apresentado durante VII Festival Dobra, em setembro passado.</p>
<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, pelo Edital Funcultura Geral, a obra conta com produção da Experimento, edição da .txt texto de cinema e apoio da CEPE &#8211; Companhia Editora de Pernambuco. Com organização de Edson Barrus e yann beauvais, contém textos de Ana Lira, Anthony McCall, Edson Barrus, eRikm, Jean-Michel Bouhours, Keith Sanborn, Malcom Le Grice, Matthias Müller, Nathalie Magnan, Peggy Ahwesh, Re:combo, Ricardo Ruiz, yann beauvais, Ж e mais. São textos analíticos — proposta trilíngue (português, francês e inglês) —, reflexões e testemunhos, e transcrições de determinadas intervenções. No canal de Bcubico no Youtube, é possível saber mais sobre a publicação no Programa Público, série de vídeos curtos apresentando a perspectiva individual de cada membro da equipe sobre o processo. A versão impressa (1.000 exemplares) será lançada em julho, no Recife e em São Paulo.</p>
<p><strong>B³</strong><br />
Bcubico foi uma iniciativa privada dirigida por artistas, aberta e acessível, dedicada à demonstração, exibição de filmes experimentais, videoartes, trabalhos de arte digitais e performativos, por meio de exposições, laboratórios, reuniões e formações, em suas instalações ou em parceria com diversas instituições locais e internacionais (MAMAM, Portomídia, Sesc, Museu Murillo La Greca, Centro do Design da Universidade Federal de Pernambuco, Festival de Inverno de Garanhuns, Cesar, Centro Georges Pompidou, Espace Multimedia Gantner, Light Cone, Wexner Art Center, Consulado Geral da França no Nordeste e diversos artistas). Possibilitou a descoberta de obras, promoveu encontros com artistas estrangeiros, nacionais e pernambucanos, e também disponibilizou livros, vídeos e obras digitais contemporâneas, através de um centro de documentação.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento híbrido do livro bcubico (versão digital)<br />
partilha do processo + performance inédita de Biahits<br />
Quando: 14 de maio de 2022 (sábado), às 15h<br />
Onde: Galeria Maumau (Rua Nicarágua, 173, Espinheiro &#8211; Recife/PE)<br />
ou via <a href="https://us02web.zoom.us/j/85305279849" target="_blank"><strong>Zoom</strong></a> com transmissão pelo <a href="https://youtu.be/KPF6mZ7c3Rs" target="_blank"><strong>YouTube</strong></a><br />
Evento gratuito</p>
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		<item>
		<title>Irma Brown inaugura exposição virtual &#8220;Hiato&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/irma-brown-inaugura-exposicao-virtual-hiato/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2022 15:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está no ar, no site da Galeria MauMau, a exposição virtual &#8220;Hiato&#8221; (maumaugaleria.com/hiato/irmabrown), inaugurada recentemente pela artista plástica Irma Brown. Contemplada pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a mostra conta com uma instalação &#8211; ocupação da Galeria Maumau, a artista faz um resgate em imagens de arquivo, vídeo e fotografia, onde produz um videoarte e reúne [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/siririca_0.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93310" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/siririca_0-518x486.jpg" width="518" height="486" /></a></p>
<p>Está no ar, no site da Galeria MauMau, a exposição virtual &#8220;Hiato&#8221; (<a href="https://maumaugaleria.com/hiato/irmabrown" target="_blank"><strong>maumaugaleria.com/hiato/irmabrown</strong></a>), inaugurada recentemente pela artista plástica Irma Brown.</p>
<p>Contemplada pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a mostra conta com uma instalação &#8211; ocupação da Galeria Maumau, a artista faz um resgate em imagens de arquivo, vídeo e fotografia, onde produz um videoarte e reúne uma serie de trabalhos dispersos, criados ao longo dos anos mas que nunca foram expostos ou foram expostos pontualmente em exposições coletivas. Condensa assim ramificações de diferentes tempos.</p>
<p><em>“Hiato propõe uma extensão entre espaço e corpo. Impulsionada pelo vazio, o tempo parece não ser mais um parâmetro confiável. Durante a pandemia, todas as atividades da Maumau foram suspensas. O espaço, antes frequentado por artistas e público em geral, com eventos semanais, vive uma espécie de pausa. O mundo está suspenso. Apesar das circunstâncias adversas, há um mergulho. ‘em cachoeira, cabeça em pedra. um dilúvio em conta-gotas. tempos diluídos. raízes, pentelhos, universos. um cordão umbilical amarrado dos pés ao pescoço’”</em>, conta Irma.</p>
<p>A artista explica, ainda, que ‘Hiato’ parte de uma investigação desse corpo latente, que se funde à natureza/cidade, imerso a um combate cotidiano ao patriarcado. <em>“A exposição nasce assim, a partir de uma inadequação. Busca possibilidades de existências. Em meio a uma não-sociabilização parte para o prazer como arma ou fuga para sobrevivência. Tem no corpo território de luta e conexão com o mundo. E ainda que o mundo esteja prestes a acabar, convido-te a entrar”</em>, finaliza.</p>
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		<title>Beto Normal lança a coleção &#8220;U-Look&#8221; com desfile-cortejo pelas ruas do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 16:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/3a8cb861-7e36-415a-a070-c7f53b60ddc2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92922" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/3a8cb861-7e36-415a-a070-c7f53b60ddc2-229x486.jpg" width="229" height="486" /></a></p>
<p>O estilista Beto Normal lança, no dia 1º de maio (domingo), a partir das 15h, um desfile-cortejo da sua mais nova coleção &#8220;U-Look&#8221;, na Galeria Maumau (R. Nicarágua, 173 &#8211; Espinheiro, Recife &#8211; PE). Criada para uma gangue de bikers que atua na cidade do Recife como angels, num presente distópico e urgente, a coleção conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e é inspirada em ciclistas-ativistas de diferentes classes sociais que adotam diariamente a bicicleta como meio de transporte e que vêm se unindo e se engajando em discussões a respeito da mobilidade na cidade do Recife.</p>
<p>Para criá-la, o estilista aprofundou sua pesquisa sobre modelagens e o uso de materiais capazes de atender as necessidades de mobilidade, conforto e segurança demandadas pelo vestir do ciclista-cidadão. As peças da coleção, dezesseis looks no total, foram confeccionadas em tecidos naturais – linho, algodão e índigo – e com material refletivo de segurança, largamente empregado no uniforme de operários urbanos. Câmaras de ar de bicicletas e embalagens de café também foram utilizadas nas roupas e acessórios. A cartela de cores escolhida para a coleção é composta pelo laranja, rosa, verde, azul, preto e dourado.</p>
<p>Roupa atenta à urgência de um convívio civilizado e afetivo entre todas as pessoas que circulam na cidade, Beto Normal idealizou para o &#8220;U-LOOK&#8221; a criação de peças sem gênero (<em>genderless</em>). Com formas confortáveis, itens como macacões, bermudas, camisetas, vestidos, camisões, saia-calça, capa de chuva e chapéus serão utilizados como expressão da diversidade e urbanidade existente na cidade do Recife.</p>
<p><strong>Lançamento -</strong> A coleção será lançada com um desfile-cortejo sobre duas rodas. A concentração está marcada para 15h, na Galeria Maumau. Acompanhados por uma bicicleta equipada com som veiculando trilha sonora, de lá os ciclistas-modelos e voluntários, em sua maioria ativistas da causa biker, pedalarão pela ciclovia do Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) até o Marco Zero, onde ocorrerá a performance final.</p>
<p>Depois da exibição das peças da coleção, o percurso será retomado em direção à sede da Ameclico – Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife (Rua da Aurora, 529, loja 2- Santo Amaro), que comemora nove anos de existência, no dia no dia 1º de maio (domingo).</p>
<p><strong>Ação de acessibilidade -</strong> Ao longo do percurso pela ciclovia e durante o desfile no Marco Zero, estará sendo transmitida ao vivo a audiodescrição dos looks criados pelo estilista com o intuito de possibilitar a participação de pessoas com deficiência visual durante o evento de lançamento da coleção.</p>
<p><strong>Beto Normal -</strong> É estilista e figurinista desde meados dos anos 1990. Trabalha resignificando retalhos e peças de tecidos descartados da indústria têxtil. Em seu ofício emprega a técnica de moulage e modelagem plana, misturando-as em peças únicas e autorais. Suas coleções sempre foram lançadas em eventos realizados em espaços públicos com o intuito de oferecer a um público diverso a fruição de um desfile de moda. Como figurinista, colaborou em diversas obras do audiovisual pernambucano. Ciclista-ativista, em o U-LOOK, Beto Normal propôs focar seu olhar sobre o universo biker e captar a atmosfera de uma Recife caótica para criar uma coleção predominantemente rua.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da coleção &#8220;U-LOOK&#8221; &#8211; Beto Normal, com desfile-cortejo na ciclovia<br />
Quando: 1º de maio de 2022 (domingo), a partir das 15h<br />
Onde: Saída da Galeria Maumau (R. Nicarágua, 173 &#8211; Espinheiro, Recife &#8211; PE)<br />
Trajeto: Museu do Estado de Pernambuco| Marco Zero | Ameciclo</p>
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		<title>História dos coletivos de arte do Recife é tema de palestra na Maumau</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 17:31:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A professora e pesquisadora Joana D’Arc de Souza Lima apresenta, nesta quarta (20), às 19h, a palestra gratuita &#8220;A história da auto-organização no campo da arte em Recife&#8221;, na Galeria Maumau, no bairro do Espinheiro. O encontro faz parte da programação do Dobradiça – 1º Encontro do Circuito Independente de Artes Visuais do Recife, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_88775" aria-labelledby="figcaption_attachment_88775" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/Joana-D-Arc-Lima_Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-88775" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/Joana-D-Arc-Lima_Divulgação-607x454.jpg" width="607" height="454" /></a><p class="wp-caption-text">Joana D&#8217;Arc Lima comandará a palestra na Mamau</p></div>
<p>A professora e pesquisadora Joana D’Arc de Souza Lima apresenta, nesta quarta (20), às 19h, a palestra gratuita &#8220;A história da auto-organização no campo da arte em Recife&#8221;, na Galeria Maumau, no bairro do Espinheiro. O encontro faz parte da programação do Dobradiça – 1º Encontro do Circuito Independente de Artes Visuais do Recife, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. As inscrições podem ser feitas por meio do link: <strong><a href="https://linktr.ee/maumaugaleria" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://linktr.ee/maumaugaleria&amp;source=gmail&amp;ust=1634837043236000&amp;usg=AFQjCNGRhCt_jeKV9AChwixdkPBgJskOiQ">linktr.ee/<wbr />maumaugaleria</a></strong>. A programação segue até o domingo (24).</p>
<p>O Dobradiça visa dar visibilidade às iniciativas auto-organizadas de artistas, curadores, pesquisadores, críticos, educadores, dentre outros agentes da arte. “O nome Dobradiça é muito instigante, no sentido metafórico, pois nos faz lembrar de uma engrenagem que permite o movimentar de estruturas fixas”, compara Joana D’Arc.</p>
<p>Para ela, o projeto estimula e cria a possibilidade de diálogos a partir do Nordeste. “É uma inversão da geografia das artes visuais, que sempre tenta se impor a partir do Sudeste para o resto do País, por conta do capital financeiro que circula nesses espaços, da produção de crítica de arte, da quantidade de galerias e das feiras de arte”, reflete.</p>
<p>Na palestra, a professora adjunta do Instituto de Humanidades da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasil vai falar sobre conteúdos de suas pesquisas de mestrado, doutorado e pós-doc. Além de estudos atuais, referentes à organização de coletivos ou de agenciamento de artistas no campo artístico</p>
<p>A pesquisadora vai apresentar o resultado de investigações voltadas para as muitas iniciativas, auto-organizadas por artistas na Região Metropolitana do Recife ao longo dos séculos 20 e 21. “É importante que a gente estude a história, que ela passe a ter uma importância para nós, em nossas vidas. O passado deve ser ativado a partir das questões do nosso presente”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Dobradiça – 1º Encontro do Circuito Independente de Artes Visuais do Recife<br />
&#8220;A história da auto-organização no campo da arte em Recife&#8221;, com Joana D’Arc de Souza Lima<br />
Quando: Quarta, 20 de outubro, às 19h.<br />
Onde: Galeria Maumau, Rua Nicarágua, 173 &#8211; Espinheiro.<br />
Inscrições pelo link: <strong><strong><a href="https://linktr.ee/maumaugaleria" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://linktr.ee/maumaugaleria&amp;source=gmail&amp;ust=1634837043236000&amp;usg=AFQjCNGRhCt_jeKV9AChwixdkPBgJskOiQ">linktr.ee/<wbr />maumaugaleria</a></strong></strong></p>
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		<item>
		<title>Galeria Maumau abre inscrições para oficina de projetos na área das artes visuais</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2020 18:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Galeria Maumau]]></category>
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		<description><![CDATA[O curso Táticas Visuais abre inscrições para a oficina de elaboração e gestão de projetos e espaços de artes visuais. A capacitação será ministrada pelas produtoras culturais Clarice Hoffmann e Lia Letícia, profissionais que atuam há décadas no segmento das artes visuais em diversos projetos. A oficina será realizada em módulos de 23 a 28 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75837" aria-labelledby="figcaption_attachment_75837" class="wp-caption img-width-323 alignright" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Foto-1-Lia-e-Clarice.jpg"><img class="size-medium wp-image-75837 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Foto-1-Lia-e-Clarice-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Lia Letícia e Clarice Hoffmann comandam a oficina na Mamau</p></div>
<p>O curso Táticas Visuais abre inscrições para a oficina de elaboração e gestão de projetos e espaços de artes visuais. A capacitação será ministrada pelas produtoras culturais Clarice Hoffmann e Lia Letícia, profissionais que atuam há décadas no segmento das artes visuais em diversos projetos. A oficina será realizada em módulos de 23 a 28 de março de março e de 6 a 11 de abril, na Galeria Maumau (Rua Nicarágua, 173, Espinheiro – Recife). As inscrições podem ser feitas no período de 02 a 20 de março. Os interessados devem enviar e-mail para <strong>taticasvisuais@gmail.com</strong> e receberão ficha de inscrição.</p>
<p>A atividade formativa é direcionada especialmente para produtores culturais, artistas e estudantes que atuem ou desejem atuar no setor das artes visuais. O objetivo é capacitar e qualificar para a elaboração e gestão de projetos e espaços dedicados às artes visuais, com foco no último edital Funcultura, lançado pelo Governo do Estado de Pernambuco.</p>
<p>Com um total de 60 horas/aula, o curso terá dois módulos, com encontros de segunda a sábado, das 8h30 às 13h30. O primeiro módulo, com facilitação de Clarice Hoffmann, será dedicado à elaboração de projetos, com aulas de 23 a 28 de março. O segundo módulo, com facilitação de Lia Letícia, abordará a gestão de espaços independentes, com encontros de 06 a 11 de abril. A oficina conta com 20 vagas e inclui a participação de pessoas surdas que terão acessibilidade a partir de um intérprete de Libras. O projeto Táticas Visuais foi aprovado no Funcultura / Governo de Pernambuco do ano de 2018 na área de formação/capacitação em Artes Visuais.</p>
<p>Durante o curso, serão apresentados estudos de caso de projetos realizados em âmbito local e nacional, proporcionando a reflexão e o diálogo crítico sobre as experiências e os processos artísticos e de gestão. Os participantes também farão exercícios práticos para que identifiquem suas potencialidades e elaborem ou aperfeiçoem seus próprios projetos, utilizando estratégias colaborativas e de atuação em rede. Como última atividade do curso, os participantes serão estimulados a produção e realização colaborativa de uma ação artística.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Facilitadoras</strong></span><br />
<strong>Clarice Hoffmann</strong> é jornalista e produtora cultural. Elaborou projetos aprovados em editais do Funcultura, do Centro Cultural Correios e do Itaú Cultural. Além de idealizar propostas que ganharam visibilidade nacional, já assinou a coordenação de produção e a produção executiva de diversas iniciativas. Sua experiência mais importante como facilitadora, se deu em Conceição das Crioulas, área quilombola localizada no município de Salgueiro, através de encontros mensais realizados ao longo de um ano. Vale citar também, a sistematização e produção dos estudos de caso para o livro Mobilizar para Transformar, publicado por Oxfam.</p>
<p><strong>Lia Letícia</strong> é artista visual, arte-educadora, produtora cultural. Atua como coordenadora de diversas atividades e de espaços da área das artes visuais, como as ações artísticas do projeto Criaturas Urbanas, do Cinecão e da Galeria Maumau. Entre os projetos de educação nos quais atuou vale destacar a Escola Engenho e as Tardes de Quintal. Também presta serviço de arte-educação para Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco e SESC.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina Táticas Visuais &#8211; Da elaboração a gestão de projetos<br />
Módulo I &#8211; De 23 a 28 de março (segunda a sábado), das 8h30 às 13h30<br />
Módulo II &#8211; De 06 a 11 de abril (segunda a sábado), das 8h30 às 13h30<br />
Local: Maumau &#8211; Rua Nicarágua, 173 – Espinheiro – Recife<br />
Inscrições: Até 20 de março, sujeito ao limite de 20 vagas<br />
Taxa de inscrição: R$ 100,00<br />
Contato: <strong>taticasvisuais@gmail.com</strong></p>
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		<title>Performances femininas ocupam a galeria Maumau</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2018 19:34:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quatro artistas mulheres se reúnem na galeria Maumau nesta quinta-feira (23), às 19h, para performar e debater novas perspectivas das sexualidades e suas afetações. Na ocasião, a cearense Raísa Inocêncio traz a personagem “Vênus Caôzeira”, que protagonizou a sua pesquisa acadêmica, para interagir com os trabalhos de Kalor Pacheco, Libra Cruz e Carol Marim. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62568" aria-labelledby="figcaption_attachment_62568" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/BANHORAISA_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-62568" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/BANHORAISA_Easy-Resize.com_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cearense Raísa Inocêncio apresentará um banho/ritual como performance.</p></div>
<p>Quatro artistas mulheres se reúnem na galeria Maumau nesta quinta-feira (23), às 19h, para performar e debater novas perspectivas das sexualidades e suas afetações. Na ocasião, a cearense Raísa Inocêncio traz a personagem “Vênus Caôzeira”, que protagonizou a sua pesquisa acadêmica, para interagir com os trabalhos de Kalor Pacheco, Libra Cruz e Carol Marim.</p>
<p>A Vênus Caôzeira nasceu para dar voz e corpo estético-político sobre o imaginário e desejo feminino brasileiro, compondo uma cartografia pessoal e itinerante sobre algumas das personagens nacionais, mulheres fictícias como Gabriela de Jorge Amado e Xica da Silva. “<i>A pesquisa apresenta três apontamentos: a cartografia íntima e estética, o ativismo contra a cultura de violência e medo e a política dos afetos</i>”, explica Raísa, que, na mesma noite, apresentará uma performance-banho-ritual. Vênus Caôzeira está inserida no projeto de cultura e estética brasileira apresentado neste ano como tese de dissertação de mestrado no curso de filosofia na Universidade de Coimbra, em Portugal, e Universidade de Toulouse, na França.</p>
<p>As performances seguem com Kalor Pacheco e Libra Crux, que também propõem versões deste lugar do corpo e suas implicações como arte e como política de existência. Na performance &#8221;DELíRIO&#8221;, Libra explora um processo de cura a corpos de dissidência social, que privadas de viver a realidade em paz, encontram no delírio um lugar de possibilidade de existência. “<em>Este trabalho é sobre a conexão que o meu corpo teve/tem/terá com o delírio</em>”, afirma Libra. “<em>Como delirar me incentiva a construir corpos e expressões desse corpo-bicha que foram remediados a não serem desenvolvidos ao mesmo tempo que desgasta e tira do eixo esse corpo matéria, um ciclo vicioso entre realidade e subversão, que a partir da linguagem performática transforma esse processo em imagem viva</em>”, completa.</p>
<p>Já a comunicadora e artista Kalor mostra uma de suas videoperformances ao vivo, a parte 1 da série #tecnologiaaservicodaorgia, intitulada &#8220;Eu Tive Que Engolir or Engolir Porra Nem1a&#8221;, que será transmitida através do site Cam4 (o link será antecipadamente disponibilizado no evento Vênus Caôzeira no Facebook). O trabalho nasceu na experiência do Museu do Sexo das Putas, residência artística da Associação de Prostitutas de Minas Gerais &#8211; Aprosmig, realizada na cidade de Belo Horizonte em 2016, e recentemente foi apresentada como curta-metragem experimental (videoperformance) no II FINCAR &#8211; Festival Internacional de Cinema de Realizadoras, além de ter passado pelo 27º Festival de Inverno de Garanhuns e pela mostra Performances negras e caboclas pela DesCÚlonização Social na Udesc, entre outras. A performance é transmitida em live streaming no site de sexo Cam4, aborda diversos assédios sexuais masculinos, muitos deles virtuais, e tem amadurecido como um processo artístico em busca de novas e possíveis educações sexuais para jovens periféricas.</p>
<p>Além da presença de Libra e Kalor na mesa de debates, o panorama apresentado por Raísa Inôcencio, a partir de sua dissertação, contará com a participação de Carol Marim, bailarina contemporânea e pós-doutora em Filosofia. Carol realiza, desde fevereiro, o projeto de Extensão em Performance e Filosofia dentro do convenio UFPE – Cine-Teatro Bianor Mendonça Filho, na cidade de Camaragibe/PE. Participou dos grupos de dança Mergulho no corpo (1998-2004/ Florianópolis/SC) e Café Reason Butoh Dance Theatre (2008-09/ Oxford/UK). Suas performances são normalmente realizadas em espaços públicos.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO</span></b><br />
<b><i>Noite de performances e bate-papo Vênus Caozeira, com Raísa Inocêncio, Kalor Pacheco, Libra Cruz e Carol Marim</i></b><b><br />
</b>23 de agosto, às 19h<b><br />
</b>Maumau (Rua Nicarágua, 173, Espinheiro)<b><br />
</b>Evento Gratuito (Colabore com o quanto puder)<b></b></p>
<p><b> </b></p>
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		<title>Nobuyuki Sugihara inaugura a exposição &#8220;O Navio das Conchas&#8221; na Galeria Maumau</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2018 16:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde 2009, a Galeria Maumau está instalada em uma casa construída em 1938 que, em seu quintal, contém árvores frutíferas, plantas ornamentais e uma pequena horta. Resistindo  à intensa especulação imobiliária e à crescente verticalização do bairro do Espinheiro, o espaço cultural se configura como um oásis num dos principais gargalos de trânsito existentes na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60782" aria-labelledby="figcaption_attachment_60782" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/The-Shell-Flower-Boat.gif"><img class="size-medium wp-image-60782" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/The-Shell-Flower-Boat-607x374.gif" width="607" height="374" /></a><p class="wp-caption-text">Selecionado no edital internacional “Residência Verde”, Nobuyuki Sugihara<br />faz sua primeira exposição individual no Brasil</p></div>
<p>Desde 2009, a Galeria Maumau está instalada em uma casa construída em 1938 que, em seu quintal, contém árvores frutíferas, plantas ornamentais e uma pequena horta. Resistindo  à intensa especulação imobiliária e à crescente verticalização do bairro do Espinheiro, o espaço cultural se configura como um oásis num dos principais gargalos de trânsito existentes na cidade do Recife/PE/Brasil.</p>
<p>Ponto de convergência para a criação artística e espaço aberto para o debate engajado, a Maumau é aberta ao compartilhamento de ideias, saberes, experiências e afetos. As ações articuladas pelo/no espaço têm caráter orgânico e priorizam a desaceleração. Um tempo para a criação mais humano. Foi dentro desta filosofia de viver e criar que o projeto <em>O Navio das Conchas</em>, do artista e performer japonês Noboyuki Sugihara, foi selecionado, dentre artistas de diversos países (como Argentina, Colômbia, Alemanha, Marrocos e Sérvia), como o vencedor do Edital Residência Verde, que tem como foco o diálogo entre arte e natureza, entre o fazer artístico e relações possíveis com o ambiente em que vivemos.</p>
<p>Em<em> O Navio das Conchas</em>, Sugihara propõe conectar imageticamente o mundo através do mar. Para o artista <em>“quando as pessoas enfrentam diretamente a natureza, o sentido primitivo retorna ao nosso sentimento. A arte nasce neste momento. A natureza, então, não é algo fora de nós&#8221;</em>. Viajando pelo mundo em diversas residências (Estados Unidos, Irlanda, Coreia, Índia, Irlanda, dentre outros), o japonês articula a vivência cultural nesses lugares, com obras elaboradas a partir de materiais naturais, na busca de um lugar onde homem e natureza se complementam.</p>
<p>Na Maumau, a residência de Nobuyuki Sugihara se inicia nesta segunda-feira (21) e estende-se pelos próximos 10 dias, já a exposição de Noboyuki Sugihara abre no dia 31/5 (quinta-feira), às 19h. Durante a residência, Sugihara propõe um workshop em que os participantes constroem seus próprios “navios de conchas”. As inscrições são gratuitas, e o candidato interessado deverá mandar carta de intenção para <strong>galeriamaumau@gmail.com</strong>. O encontro acontecerá no próximo sábado (26), das 14h às 17h, na Maumau.</p>
<p>O Edital Residência Verde faz parte do projeto Maumau Laboratório &#8211; Ano II, que conta com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio do Funcultura, e é concebido e coordenado pelas artistas Irma Brown e Lia Letícia.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
- Workshop Fabricação de Navios com Nobuyuki Sugihara: 26/5 (sábado), das 14h às 17h<br />
- Exposição O Navio das Conchas &#8211; Mito Tecelagem de Nabuyuki Suguhara<br />
Abertura: Dia 31/5 (quinta-feira), às 19h<br />
Visitação: 1º/6 a 30/6 (de quinta-feira a sábado, das 15h às 20h)<br />
Inscrição para workshop e informações: <strong>galeriamaumau@gmail.com</strong></p>
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		<item>
		<title>Tradição indígena Pankará é tema da mostra gastronômica XepaCult neste sábado (12)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/tradicao-indigena-pankara-e-tema-da-mostra-gastronomica-xepacult-neste-sabado-12/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2018 14:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A XepaCult &#8211; Mostra de Gastronomia de Tradição pelo Consumo Consciente retoma suas atividades neste sábado (12/05), no espaço Maumau (Rua Nicarágua, nº. 173, Espinheiro, Recife/PE), com as mestras cozinheiras Priscila Maria Silva Barros e Ivaniceia dos Santos Silva, do Povo Indígena Pankará, com aldeias nas Serras do Arapuá e da Cacaria (municípios de Belém do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60467" aria-labelledby="figcaption_attachment_60467" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Magda Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/prato_xepacult_foto-Magda-Silva.jpg"><img class="size-medium wp-image-60467" alt="Magda Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/prato_xepacult_foto-Magda-Silva-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto realiza degustação de pratos da cozinha de tradição<br />com aproveitamento da xepa da feira agroecológica, exposição fotográfica e música</p></div>
<p>A <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/encontro-busca-aliar-consumo-consciente-com-a-valorizacao-do-patrimonio-gastronomico/" target="_blank"><strong>XepaCult &#8211; Mostra de Gastronomia de Tradição pelo Consumo Consciente</strong></a> retoma suas atividades neste sábado (12/05), no espaço Maumau (Rua Nicarágua, nº. 173, Espinheiro, Recife/PE), com as mestras cozinheiras Priscila Maria Silva Barros e Ivaniceia dos Santos Silva, do Povo Indígena Pankará, com aldeias nas Serras do Arapuá e da Cacaria (municípios de Belém do São Francisco, Carnaubeira da Penha, Itacuruba, Floresta, Petrolândia e Tacaratu).</p>
<p>A dupla de mestras cozinheiras irá preparar pratos tradicionais com ingredientes locais e a xepa da feira de orgânicos das Graças. As receitas não são revelados antes do evento, estimulando a curiosidade do público, que poderá degustar os sabores da cozinha de tradição indígena, conforme os princípios do movimento <em>slow food</em> que defende sociobiodiversidade alimentar e a valorização da agricultura familiar, prezando pela comida de verdade, boa, limpa e justa para todos.</p>
<p>Enquanto as panelas de barro estão no fogo, é possível conferir a exposição fotográfica “A delicadeza dos sabores”, de Luciana Ourique, e a apresentação musical “O som do barro” com Mestre Nado e seu grupo. O evento começa às 13h. A entrada e a degustação gastronômica são gratuitas.</p>
<p>O projeto XepaCult é realizado pela produtora, pesquisadora e cozinheira Mônica Jácome e tem o incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p>Na exposição “A delicadeza dos sabores”, a fotógrafa Luciana Ourique apresenta uma série de imagens de gastronomia, mostrando o encanto pelos detalhes e a delicadeza de texturas, cores e formas dos alimentos. A sutileza da luz que enaltece os insumos é o que mais atrai na série de imagens apresentadas.</p>
<p>Durante o evento, a música fica por conta do músico e artesão Mestre Nado, que canta e toca instrumentos artesanais feitos de barro ao lado dos percussionistas Sara e Micael Cordeiro (filhos do mestre) e Fábio Bacalhau. O repertório da apresentação “O Som do Barro” é diversificado com samba-canção, baião, ciranda,coco, valsa e bolero. Mestre Nado ainda conta história sobre sua trajetória como músico, mestre oleiro e artesão.</p>
<p><strong>PROJETO -</strong> A proposta XepaCult é estimular o consumo consciente, a partir da valorização do patrimônio gastronômico de comunidades quilombolas e povos indígenas de Pernambuco. Ao cozinhar com ingredientes locais e com a xepa da feira de orgânicos, o projeto traz um alerta sobre a importância da agroecologia e o combate ao desperdício de alimentos. De acordo com Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) um terço de todo alimento produzido no mundo é desperdiçado a cada ano.</p>
<p>A XepaCult teve início em agosto deste ano de 2017. A cada evento, duas mestras cozinheiras quilombolas ou indígenas preparam pratos tradicionais, utilizando ingredientes locais e a xepa da feira de orgânicos. Em 2017, participaram da XepaCult mestras cozinheiras dos Quilombos Onze Negras (Cabo de Santo Agostinho), Engenho Siqueira (Rio Formoso), Conceição das Crioulas (Salgueiro) e dos povos indígenas Pankararu (Tacaratu) e Xukuru (Pesqueira). As próximas edições acontecem nos dias 09 de junho e 14 de julho, correspondentes ao segundo sábado do mês.</p>
<p><strong>Sobre Mônica Jácome</strong><br />
Mestranda em Memória Social e Patrimônio Cultura na UNIRIO (2016-2017) com o projeto &#8220;Pratos de Resistência: contribuições ao estudo do patrimônio gastronômico de Pernambuco”. Autora do livro “Cardápio de Histórias &#8211; Memórias e Receitas de um grupo de mulheres da Zona da Mata de Pernambuco”. Integrante da 1ª turma de Eco-Gastronomia da Faculdade Arthur de Sá Erp (FASE), de Petrópolis/RJ (2014). Aluna de disciplinas isoladas dos cursos de Chef de Cozinha (2012 – 2013) e de Padaria-Confeitaria (2013 -2014) do Senac-Rio. Integrante da Rede Internacional Slow-Food, desde 2014. Reside e trabalha há mais de 30 anos em Pernambuco, atuando como educadora popular e produtora cultural elaborando, produzindo e coordenando projetos culturais com jovens e mulheres, do meio rural e do meio urbano.</p>
<p><strong>Sobre Luciana Ourique</strong><br />
Jornalista e fotógrafa, Luciana Ourique se especializou em fotografia de gastronomia, trabalho pelo qual tem grande paixão e curiosidade. Colaborou com a Revista Engenho de Gastronomia, Festival Restaurante Week, e fotografa para diversos restaurantes e hotéis. Na área de produção cultural, realiza o Festival de Arte no Parque, exposições e cursos de fotografia. Exerceu a função de Editora de Fotografia no jornal Folha de Pernambuco por 12 anos. Como uma profissional versátil, Luciana trabalhou para diversos jornais e revistas, entre eles Jornal do Commercio, Revistas Brasileiros, IstoÉ e Continente.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
XepaCult &#8211; Mostra de Gastronomia de Tradição pelo Consumo Consciente<br />
Degustação gastronômica, apresentação musical com Mestre Nado e abertura da exposição fotográfica “A delicadeza dos sabores”, de Luciana Ourique.<br />
<strong>Quando:</strong> 12 de maio (sábado), das 13h às 17h<br />
<strong>Onde:</strong> Maumau &#8211; Rua Nicarágua, 173, Espinheiro, Recife &#8211; Pernambuco.<br />
Entrada e degustação gratuitas</p>
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		<item>
		<title>Projeto da galeria Maumau revela novos artistas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-da-galeria-maumau-revela-novos-artistas/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2018 19:32:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Edital Lançamento e Artista]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos para Minha Pele]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria Maumau]]></category>
		<category><![CDATA[Iagor Peres]]></category>
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		<description><![CDATA[Desde 2014 com edital voltado para artistas iniciantes, a Galeria Maumau dá continuidade a iniciativa e apresenta o artista Iagor Peres, que é o responsável pela primeira exposição de 2018 do espaço. Com abertura neste sábado, às 19h, “Estudos para Minha Pele” foi a obra selecionada pelo edital Lançamento de Artista, que integra o projeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59317" aria-labelledby="figcaption_attachment_59317" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">DIVULGAÇÃO</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Anexo-4-1.jpg"><img class="size-large wp-image-59317" alt="DIVULGAÇÃO" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Anexo-4-1-800x449.jpg" width="800" height="449" /></a><p class="wp-caption-text">Performance de Iagor Peres é a primeira exposição da Maumau em 2018</p></div>
<p>Desde 2014 com edital voltado para artistas iniciantes, a Galeria Maumau dá continuidade a iniciativa e apresenta o artista Iagor Peres, que é o responsável pela primeira exposição de 2018 do espaço. Com abertura neste sábado, às 19h, “Estudos para Minha Pele” foi a obra selecionada pelo edital Lançamento de Artista, que integra o projeto Maumau Laboratório Ano II, que tem apoio do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p>“A Maumau tem um histórico muito ativista, não só em relação a casa, que fica num bairro de alta especulação imobiliária, fazendo com que o lugar sobreviva como espaço cultural, mas também levantando questões sociais e políticas e o Iagor se encaixou dentro dessa proposta, no caso dele discutindo a questão da raça”, explicou a artista e produtora Lia Letícia, sobre a escolha da performance, que abrange suportes como a fotografia, instalação e vídeo-registro, para fazer parte da programação da galeria.</p>
<p>Além do conteúdo, a forma como a obra é executada também chamou a atenção das coordenadoras do espaço que, além de Lia, também é comandado pela também artista Irma Brown. Buscando se diferenciar das demais galerias, a Maumau prioriza propostas que agregam à obra não só na abertura, mas durante toda a exposição, como é o caso de “Estudos para Minha Pele”. “É uma arte que não é totalmente acabada e deixa espaço para o espectador criar junto. Existe uma obra que está no início do processo e, a cada performance, vai tomando forma até chegar o fim”, explica Lia, sobre o trabalho, que terá visitação até o dia 28 de abril, com performances toda quarta e sábado, sempre às 20h.</p>
<p>A partir do conceito “corpo-bomba”, Iagor traça relações entre o corpo artístico e o corpo histórico. Atuando em espaços artísticos limítrofes, o artista integra o Coletivo Carne de Arte Negra e investe nas discussões acerca de um convívio, não apenas no espaço da arte, permeado de hostilidades históricas da população afrodescendente no Brasil. A proposta de “Estudos para minha Pele” investiga espaços pessoais que funcionam como marcadores identitários que, nas palavras do artista, são “inservidões voluntárias”. A presença da pele demarca territórios imaginários e concretos. Torna-se então o ponto tangente entre a passabilidade e a violência.</p>
<p>“É muito difícil para os artistas iniciantes emplacarem em espaços de arte, principalmente quando fogem do padrão. Nossa intenção com essa iniciativa é dar abertura para esses trabalhos mais inovadores e que discutem as linguagens clássicas. Foi uma escolha difícil, mas sentimos que esse era o momento do Iagor”, concluiu Lia, ao explicar que, apesar de terem recebido mais inscrições da Região Metropolitana do Recife, o edital é válido para todo o estado de Pernambuco.</p>
<p><b>SERVIÇO<br />
</b>Exposição<i> Estudos para Minha Pele</i><b><br />
</b>Abertura: Neste sábado (7), às 19h<b><br />
</b>Visitação: 10 a 28 de abril (de terça a sábado, das 15h às 21h)<b><br />
</b>Performances: Todas as quartas e sábado, sempre às 20h<br />
Entrada Gratuita<br />
<b><br />
</b>Informações: (81) 99556-0741<b><br />
</b>galeriamaumau@gmail.com</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Galeria Maumau recebe inscrições para oficinas de bordado e carimbos gravados</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/galeria-maumau-recebe-inscricoes-para-oficinas-de-bordado-e-carimbos-gravados/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2016 15:08:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Ao longo dos meses de junho e julho, a Galeria Maumau, localizada no bairro do Espinheiro, na Zona Norte do Recife, está com inscrições abertas para diversas atividades formativas, entre elas, as oficinas ‘Carimbos Gravados’ e ‘Bordado Livre’.  Voltada para o público acima dos 14 anos, a ‘Carimbos Gravados’ utiliza a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo dos meses de junho e julho, a Galeria Maumau, localizada no bairro do Espinheiro, na Zona Norte do Recife, está com inscrições abertas para diversas atividades formativas, entre elas, as oficinas ‘Carimbos Gravados’ e ‘Bordado Livre’.  Voltada para o público acima dos 14 anos, a ‘Carimbos Gravados’ utiliza a arte da xilografia em borrachas escolares, para criações de impressões em papéis artesanais, capas de cadernos, estampas, envelopes e outras possibilidades artesanais.</p>
<div id="attachment_33191" aria-labelledby="figcaption_attachment_33191" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Oficina-de-carimbo-01-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-33191" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Oficina-de-carimbo-01-divulgacao-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Realização de uma das turmas da oficina.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><em> “Para fazer a oficina de carimbos gravados, não é necessário de pré-requisitos e todo o material necessário já está incluso. Nela, eu incentivo a criação para que o próprio participante molde suas vontades de projetar em texturas, as artes criadas nas borrachas escolares”</em>, explica a artista plástica Bia Melo, facilitadora da atividade. Entre os conceitos de gravuras que serão abordados, estão a composição, a repetição e a impressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Estão disponíveis turmas nas quartas e sextas, das 14h às 17h; aos sábados, no horário das 9h às 17h, com intervalo para almoço; e nas terças e quintas, das 9h às 12h. O investimento para a oficina custa R$ 150 e a inscrição deve ser feita através do e-mail: <strong>carimbogravado@gmail.com</strong> , com o preenchimento dos dados solicitados e envio de comprovante de pagamento de pelo menos 50% do valor da oficina, que já inclui o material.</p>
<div id="attachment_37098" aria-labelledby="figcaption_attachment_37098" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Clara-Nogueira-oficina-de-bordado-linhasdefuga-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-37098" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Clara-Nogueira-oficina-de-bordado-linhasdefuga-divulgacao-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Clara Nogueira, bordadeira e realizadora do projeto &#8216;Linhas de Fuga&#8217;, plataforma usada para divulgar seus trabalhos têxteis e bordados que divagam entre o real e o imaginário.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Já na Oficina de Bordado Livre, que será ministrada nos dias 18 e 19 de junho, das 13h às 17h, por Clara Nogueira, serão exploradas técnicas das linhas de forma manual de bordado, integrando o uso livre no processo de expressão e criatividade. <em>“Na oficina, serão abordados assuntos pertinentes ao universo das linhas numa aula teórica breve de 20 minutos, a fim de inteirar os alunos a essa prática artística. E na aula prática serão apresentados os materiais e iniciaremos a feitura dos bordados ensinado os principais pontos utilizados nessa técnica”</em>, explica a bordadeira e facilitadora da atividade.</p>
<p style="text-align: justify;">A oficina é direcionada para participantes acima dos 15 anos e a inscrição individual, que custa R$ 150, pode ser realizada através do e-mail: <strong>contato.linhasdefuga@gmail.com</strong> . Todo o material necessário já está incluso no valor da oficina, que terá sua primeira turma composta de 5 a 10 participantes.</p>
<p><strong>Serviços:</strong><br />
<strong>Oficinas de junho na Galeria Maumau (Rua Nicarágua, nº 173, Espinheiro, Recife)</strong></p>
<p>- <em><strong>Carimbos Gravados (com Bia Melo)</strong></em><br />
Turma A: (qua e sex) 15 e 17 de Junho, das 14h às 17h;<br />
Turma B: (sab) 18 de Junho, das 9h às 17h (com intervalo para almoço);<br />
Turma C: (ter e qui) 28 e 30 de Junho, das 9h às 12h;<br />
Turma D: (sab) 02 de Julho, das 9h às 17h (com intervalo para almoço);<br />
Turma E: (ter e qui) 05 e 07 de Julho, das 9h às 12h.<br />
<strong>Faixa etária:</strong> a partir de 15 anos.<br />
<strong>Investimento:</strong> R$ 150 (material incluso)<br />
<strong>Inscrições:</strong> carimbogravado@gmail.com (com o preenchimento dos dados solicitados e envio de comprovante de pagamento de pelo menos 50% do valor da oficina, que já inclui o material)</p>
<p>- <em><strong>Bordado Livre (com Clara Nogueira)</strong></em><br />
<strong>Realização:</strong> de 18 e 19 Junho (13h às 17h)<br />
<strong>Faixa etária:</strong> a partir de 15 anos.<br />
<strong>Investimento:</strong> R$150,00 (material incluso)<br />
<strong>Inscrições:</strong> contato.linhasdefuga@gmail.com</p>
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