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	<title>Portal Cultura PE &#187; gênero</title>
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		<title>13º Festival de Cinema de Triunfo &#8211; Gênero, Raça e Produção Cultural</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 18:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival de Cinema de Triunfo é um dos mais tradicionais festivais do país, reunindo e premiando artistas, produtores e realizadores locais e nacionais. A 13ª edição foi realizada entre os dias 5 e 10 de dezembro de 2022, em Triunfo, cidade do Sertão do Pajeú. O festival contou com uma programação de curtas e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival de Cinema de Triunfo é um dos mais tradicionais festivais do país, reunindo e premiando artistas, produtores e realizadores locais e nacionais. A 13ª edição foi realizada entre os dias 5 e 10 de dezembro de 2022, em Triunfo, cidade do Sertão do Pajeú. </p>
<p>O festival contou com uma programação de curtas e longas-metragens bastante diversificada para todos os públicos, além de debates, oficinas e seminários.</p>
<p>Um deles foi o seminário de Gênero, Raça e Produção Cultural, que abordou, principalmente, a presença da mulher negra no cenário audiovisual e em produções culturais, no qual ainda são predominantemente ocupados por homens brancos.</p>
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		<title>MAMAM inaugura a exposição &#8216;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8217;</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 17:51:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<description><![CDATA[Refletindo sobre representatividade de gênero na construção de seu acervo, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) reúne obras de artistas mulheres na exposição &#8220;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8221;, com abertura marcada para a próxima quinta-feira (9), a partir das 19h. A mostra conta com incentivo do Governo do Estado de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_94358" aria-labelledby="figcaption_attachment_94358" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Tereza-Costa-Rêgo-Ofélia-do-Capibaribe.jpeg"><img class="size-medium wp-image-94358" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Tereza-Costa-Rêgo-Ofélia-do-Capibaribe-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Pintada por Tereza Costa Rêgo, o quadro &#8220;Ofélia do Capibaribe&#8221; será uma das obras que o público poderá conferir na exposição do MAMAM</p></div>
<p>Refletindo sobre representatividade de gênero na construção de seu acervo, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) reúne obras de artistas mulheres na exposição &#8220;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8221;, com abertura marcada para a próxima quinta-feira (9), a partir das 19h. A mostra conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Realizada a partir do acervo do MAMAM, a exposição traz obras de artistas de diferentes gerações, com técnicas e estilos diversos, e discute a presença e ausência desses corpos e sua representatividade em um acervo importante, apresentando obras de Tereza Costa Rêgo, Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, Adriana Varejão, Oriana Duarte, entre outras.</p>
<p>A mostra surge a partir de uma pesquisa do grupo de estudos curatoriais do projeto &#8216;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8217;, formado por pesquisadoras e pesquisadores que compõem a equipe curatorial da exposição, coordenados por Ana Luisa Lima, crítica de arte, natural de Pernambuco.</p>
<p>Segundo Mabel Medeiros, diretora do MAMAM, a exposição marca uma celebração: <em>&#8220;Consideramos ainda muito importante discutir a trajetória dos 25 anos do MAMAM, a partir das obras, da formação do acervo, suas representações e ausências. Apontar a presença destas mulheres &#8211; e tensionar a ausência de tantas outras &#8211; é repensar esse lugar de apagamentos dentro do sistema das artes visuais, e apontar possibilidades de novas referências e representações&#8221;</em>.</p>
<p>&#8220;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8221; ainda contempla a doação de duas obras das artistas Ana Lira e Milena Travassos para o acervo do MAMAM. A iniciativa, em seu catálogo impresso, assim como na criação da mostra, tem a intenção de acentuar e refletir sobre as perguntas necessárias sobre as ausências de artistas e suas representatividades de gênero, classe social, etnia e racialidade na construção de acervo do Museu.</p>
<p>A mostra contará com recursos de inclusão, como acesso para cadeirantes, e audiodescrição, realizada pela COM Acessibilidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição &#8216;Das Coisas Políticas e as Políticas das Coisas&#8217;<br />
Abertura: 9 de junho de junho de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Visitação até 30 de julho. De terça-feira a sábado, 12h às 17h<br />
Endereço: Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) &#8211; Rua da Aurora, 256, Boa Vista &#8211; Recife/PE<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Mulheres apontam caminhos para reduzir desigualdades de gênero no mercado cultural</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 16:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia Criativa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Luciana Santos]]></category>
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		<description><![CDATA[A vice-governadora Luciana Santos coordenou, nesta terça (12), mais um fórum de diálogo do Pernambuco Com Elas, desta vez, sobre a participação feminina na cadeia produtiva da cultura. O encontro contou com a presença de gestores da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Cepe, Ad-Diper, além de equipamentos culturais como Paço do Frevo e Museu do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">A vice-governadora Luciana Santos coordenou, nesta terça (12), mais um fórum de diálogo do Pernambuco Com Elas, desta vez, sobre a participação feminina na cadeia produtiva da cultura. O encontro contou com a presença de gestores da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Cepe, Ad-Diper, além de equipamentos culturais como Paço do Frevo e Museu do Trem. Também estiveram lá representantes da sociedade civil, de setores do audiovisual, artesanato e produção de eventos. O objetivo foi debater propostas que possam reduzir a desigualdade de gênero nesse mercado de trabalho.</p>
<p>Luciana Santos destacou que, em um momento de crise e altos índices de desemprego, o governo do estado trabalha para ser um contraponto à gestão federal, que não prioriza o crescimento econômico. “Não podemos contaminar Pernambuco com o ambiente de ceticismo e desesperança que existe em nível nacional. Ninguém aqui quer vender a ilusão que nós sozinhos vamos resolver o problema da empregabilidade, mas nós vamos, a partir das nossas possibilidades, trabalhar para, por exemplo, atrair investimentos, como tem feito o governador Paulo Câmara. E, dentro das nossas oportunidades e vocações, ter um olhar para o trabalho da mulher”, disse.</p>
<p>De passagem pelo Estado para lançar seu livro “Por que lutamos?”, a ex-candidata a vice-presidente Manuela d’Ávila participou do início da reunião e ressaltou o caráter inovador do Pernambuco Com Elas. “Eu acho que esse trabalho que vocês desenvolvem aqui é inédito no Brasil: um grupo de trabalho permanente, que vai estruturando as políticas para enfrentar uma das faces mais cruéis da diferença que se estabelece historicamente, socialmente, culturalmente entre mulheres e homens. No dia que as mulheres tiverem independência econômica ou mais formas de viverem suas vidas, elas vão ficar cada vez mais fortes”, disse.</p>
<div id="attachment_72873" aria-labelledby="figcaption_attachment_72873" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/forum_mulheres_01.jpeg"><img class="size-medium wp-image-72873" alt="Evento ocorreu na Vice-Governadoria e contou do diversas representantes de da classe cultural" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/forum_mulheres_01-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Evento ocorreu na Vice-Governadoria e contou do diversas representantes de da classe cultural</p></div>
<p>De acordo com dados do Ministério da Economia, a participação das mulheres no mundo do trabalho formal da Cultura, em Pernambuco, é hoje de 41%. Mas a média salarial delas é inferior, R$2.015, diante dos R$2.293 pagos aos homens, na mesma função ou função semelhante.</p>
<p>O secretário de Cultura Gilberto Freyre Neto destacou a necessidade de um mapeamento amplo da Cultura em todos os setores da sociedade, pois que a produção cultural está além do que é incentivados pelos órgãos governamentais. É preciso, segundo ele, pensar o assunto de forma transversal e provocar outros parceiros, para que se consiga penetrar em todos os cantos do estado. “Precisamos conversar com todos os segmentos. A ideia é que a cultura seja um reflexo da identidade de um território, e aí cabem todos nós &#8211; do candomblé, à igreja católica, o recorte das necessidades específicas, o recorte de gênero”, apontou.</p>
<p>De acordo com dados do Ministério da Economia, a participação das mulheres no mundo do trabalho formal da Cultura, em Pernambuco, é hoje de 41%. Mas a média salarial delas é inferior, R$2.015, diante dos R$2.293 pagos a eles.</p>
<div>
<p>No encontro, diversos participantes ressaltaram a necessidade de mapear de forma mais detalhada a presença das mulheres nesta cadeia produtiva. De acordo com o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, é preciso pensar o assunto de forma transversal e provocar outros parceiros, para que se consiga penetrar em todos os cantos do estado.</p>
<p>“Precisamos conversar com todos os segmentos. A ideia é que a cultura seja um reflexo da identidade de um território, e aí cabem todos nós &#8211; do candomblé, à igreja católica, o recorte das necessidades específicas, o recorte de gênero”, apontou.</p>
<p><b>Nos livros e debates</b></p>
<p>O presidente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Ricardo Leitão, afirmou que o órgão que dirige quer contribuir para o debate de ideias relacionado às pautas femininas. Nesse sentido, anunciou que a editora está à disposição para publicar obras que abordem o tema, como forma de estimular no Estado reflexões sobre a situação da mulher hoje. Segundo ele, pode ser inclusive criado um selo com este objetivo.</p>
<p>“Também colocamos à disposição nosso circuito literário, que realiza 15 feiras literárias em todas as microrregiões do estado, do Sertão ao Litoral. Podemos abrir espaços na programação para que as mulheres de Pernambuco se expressem e discutam esses temas”, colocou.</p>
<p><b>Audiovisual e formação</b></p>
<p>A secretária executiva de Cultura, Silvana Meireles, destacou iniciativas que já existem na política pública de Cultura e que fortalecem e estimulam a presença das mulheres. Ela destacou o edital do Funcultura Audiovisual, que passou a dar uma pontuação maior a projetos que têm mulheres em função de destaque nas produções. No edital de 2018, os resultados foram expressivos, com 62% dos projetos de obras audiovisuais contempladas com diretoras ou roteiristas mulheres, quando a média nacional não passa de 20%. “É um exemplo do que podemos adotar em outras áreas”, disse. Silvana</p>
<p>Ela falou ainda sobre a importância de formar mulheres para preencherem lacunas hoje existentes na cadeia produtiva da cultura. “Sem formação, a dependência exclusiva do artista em relação ao dinheiro do estado, não é eliminada. Precisamos dar um mínimo de autonomia”, defendeu, sugerindo ainda a possibilidade de criar um recorte de gênero no edital de Microprojeto Cultural. O edital, que está em sua primeira edição, tem como objetivo beneficiar atividades culturais de baixo orçamento, que tenham compromisso com empreendedorismo, transmissão de saber, com impacto social para mulheres.</p>
<div id="attachment_72897" aria-labelledby="figcaption_attachment_72897" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-13-at-11.49.23.jpg"><img class="size-medium wp-image-72897" alt="Silvana Meireles destacou a pontuação diferenciada para mulheres dentro do edital do Audiovisual" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/WhatsApp-Image-2019-11-13-at-11.49.23-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Silvana Meireles destacou a pontuação diferenciada para mulheres dentro do edital do Funcultura do Audiovisual</p></div>
<p>A Gerente de Formação da Secult, Tarciana Portela, fortaleceu em sua fala a necessidade de levantamento dos indicadores da cultura para um trabalho mais assertivo e que faça recortes de gênero nas áreas em que forem apontadas maiores desequilíbrios. Ela destacou a importância do Fórum, que está trazendo a temática de forma transversal, convocando diversas secretarias e setores da sociedade para construírem juntos alternativas que estimulem a entrada de mais mulheres no mercado de trabalho, bem como a ascensão das que já estão nele. &#8220;Vamos ver como fazer o empoderamento das mulheres focando a economia da cultura. Saber em como fortalecer a participação delas em nossos diversos programas. Vamos em busca também dos números da cultura para ver a participação da mulher no setor&#8221;, disse.</p>
<p>A produtora cultural Karina Hoover, da Luni Produções, falou sobre as dificuldades que as mulheres enfrentam na área da cultura. “A formação da mulher está maioritariamente na base, na área de produção, que é o que faz o filme acontecer. Mas a gente é muito mal valorizada por essas funções. E no mérito também. Sinto uma falta grande de formação de mulheres para esses cargos principais, de diretora do filme, diretora de fotografia, roteiristas, são poucas. Qualquer processo para fomentar a inclusão da mulher no mercado criativo precisa de formação”, opinou.</p>
<p>A diretora de conteúdo do Paço do Frevo, Vanessa Marinho, ressaltou a importância de ter maior representatividade de raça no mercado da cultura. “Temos que pensar na produção das mulheres negras também”, sublinhou, propondo uma articulação para que se possa encontrar saídas a partir do trabalho em rede, diante da escassez de recursos.</p>
<p>A secretária da Mulher, Silvia Cordeiro lembrou que, para além da formação técnica, é preciso oferecer também uma formação cidadã e sociopolítica para as mulheres. “É preciso falar sobre a condição da mulher nem Pernambuco. A gente tem feito isso no projeto de capacitação Ela Pode. A gente fala da violência contra a mulher, da dupla jornada de trabalho, da sub representatividade feminina na política, porque é importante essa compreensão”, indicou.</p>
</div>
<div></div>
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		<title>Seminário discutiu a presença da mulher na cultura popular</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/seminario-discutiu-a-presenca-da-mulher-na-cultura-popular/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Dec 2017 20:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Mais mulheres atuantes na cultura é um dos avanços sociais que Pernambuco tem vivenciado nos últimos anos. A Troça Carnavalesca Mista Cariri Olindense, Patrimônio Vivo de Pernambuco, por exemplo, conta atualmente com seis mulheres na diretoria. No entanto, ainda há muito a ser discutido sobre este assunto quando se fala em Patrimônio Cultural, principalmente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Marcus Iglesias</em></strong></p>
<p>Mais mulheres atuantes na cultura é um dos avanços sociais que Pernambuco tem vivenciado nos últimos anos. A <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/troca-cariri-olindense/" target="_blank">Troça Carnavalesca Mista Cariri Olindense</a></strong>, Patrimônio Vivo de Pernambuco, por exemplo, conta atualmente com seis mulheres na diretoria. No entanto, ainda há muito a ser discutido sobre este assunto quando se fala em Patrimônio Cultural, principalmente o Imaterial, onde constam as práticas, saberes e formas de expressão da cultura popular. Foi essa a temática do minicurso <strong>A Política de Patrimônio Imaterial em Pernambuco e Questões de Gênero</strong>, ministrado na última quarta-feira (29) pela pesquisadora e técnica de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Jacira França, no Centro Cultural Correios Recife.</p>
<div id="attachment_55695" aria-labelledby="figcaption_attachment_55695" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/genero-e-patrimonio-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-55695" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/genero-e-patrimonio-1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Seminário Gênero e Patrimônio Cultural</p></div>
<p>A atividade fez parte da programação do <strong>III Seminário Gênero e Patrimônio Cultural</strong>, que começou na última terça (28) e foi realizado pela Secretaria de Cultura, Fundarpe, Secretaria da Mulher e outras instituições, como o Iphan e Ministério da Cultura. O minicurso contou com a presença de várias pesquisadoras da área, como a jornalista Maria Alice Amorim, além de mulheres representantes de blocos líricos, cirandas, maracatus, grupos de frevo e Patrimônios Vivos de Pernambuco, como a já citada Troça Carnavalesca Mista Cariri Olindense e a Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo (SOBAC).</p>
<p><em>“A gente trabalha com a ideia de que patrimônio é uma das formas de conhecermos a nossa cultura, saberes, formas de expressão, e mais do que isso, é saber quem faz”,</em> explicou Jacira França, que primeiramente tratou de conceitos sobre o que é ser mulher, através de temas como natureza e cultura, diferença versus desigualdade, naturalização e papéis sociais. Em seguida, se aprofundou sobre algumas dimensões, como a simbólica (estereótipos), a organizacional (desigualdade no mercado de trabalho) e subjetiva.<em> “Nesse último caso colocam a mulher sempre como detentora da emoção, do descontrole, enquanto o homem, a razão. Precisamos quebrar essa ideia”,</em> opinou.</p>
<p><em>“Voltando à questão do Patrimônio Cultural, temos a dimensão Material, que é onde estão os patrimônios culturais, sítios arqueológicos, espaços de memória e acervos. E temos o Imaterial, que são as formas de expressão, saberes, expressões, lugares culturais e povos tradicionais. Essas duas esferas andam unidas. No caso do Patrimônio Imaterial, falamos em Processos de Registro, algo que está definido desde a Constituição de 1988, com normas e leis que instituem esse patrimônio. Na época isso foi um avanço porque só se tinha uma ideia de patrimônio se fosse Material, como as igrejas e prédios públicos”,</em> detalhou a pesquisadora.</p>
<div id="attachment_55696" aria-labelledby="figcaption_attachment_55696" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/jacira.jpg"><img class="size-medium wp-image-55696" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/jacira-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Jacira França</p></div>
<p><em>“E como é atualmente a participação da mulher nos espaços de cultura? Seja preparando a comida dos brincantes que saem na folia, seja preparando as roupas da sua agremiação, seja dando suporte apoio e moral aos familiares e participantes do grupo, a presença da mulher sempre foi constante, mas é sobre a qualidade que estamos querendo refletir. E não falo em qualidade no sentido valorativo da atividade, mas refletir sobre qual o papel da mulher dentro destes espaços”,</em> sugeriu Jacira França.</p>
<p><strong>Bens registrados -</strong> Pernambuco é um dos estados brasileiros que mais tem registros do tipo no Brasil e a pesquisadora trouxe à tona alguns exemplos da presença feminina neles. O primeiro a ser destacado, a Feira de Caruaru, levantou questões sobre a produção das artesãs da região do Alto do Moura, bem como suas lutas e conquistas. &#8220;<em>Nem é preciso dizer que o predomínio de mestres é muito maior. No Alto do Moura há poucas mestras, como a Marriete, mas justamente percebendo isso elas fundaram a Flor do Barro do Alto do Moura, um grupo que está em fase inicial, mas que propõe discutir qual o papel delas no artesanato e tem passado o saber cultural para as próximas gerações de mulheres da região”,</em> destacou a pesquisadora.</p>
<p>Sobre o Frevo, Patrimônio Imaterial do Brasil desde 2007, e da Humanidade (título dado pela Unesco), desde 2011, Jacira França indagou sobre a presença das mulheres nas composições de Frevos Canção ou de Blocos Líricos. <em>“Quando a gente fala de compositores sempre falamos de Nelson Ferreira e Capiba. E as compositoras? Será que não havia mulheres nesses espaços? Não havia ou foram invisibilizadas?”, questionou. “Existem outras reflexões, como o assédio que as mulheres sofrem nesses espaços, como a exigência sobre o corpo de uma passista. Questões de gênero que existem e muitas vezes não são problematizadas. Na revalidação do título de Patrimônio Imaterial, que é dada a cada dez anos, a gente espera que se implementem políticas públicas que possam ajudar a desconstruir essa realidade”.<br />
</em></p>
<div id="attachment_11927" aria-labelledby="figcaption_attachment_11927" class="wp-caption img-width-578 alignnone" style="width: 578px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Ludermir</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2012/03/Coracao-Nazareno.jpg"><img class="size-full wp-image-11927" alt="Chico Ludermir" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2012/03/Coracao-Nazareno.jpg" width="578" height="456" /></a><p class="wp-caption-text">O Maracatu Coração Nazareno é exemplo neste campo</p></div>
<p>Outros bens, como os Maracatus de Baque Solto e Virado, foram citados no minicurso. <em>“Imaginem a dificuldade das mulheres se inserirem nestes espaços predominantemente masculinos. Mas existem grupos que saem dessa lógica, por exemplo, o Maracatu Coração Nazareno de Baque Solto, composto apenas por mulheres. A coordenadora do projeto, Eliana Rodrigues, disse numa entrevista pra mim que ‘mais do que uma simples manifestação cultural, o maracatu feminino é uma forma simbólica de mostrar o empoderamento da mulher’”,</em> exemplificou a técnica da Fundarpe.</p>
<p>Também foram dados outros exemplos de destaque feminino em bens culturais registrados, como a Capoeira, o Cavalo Marinho, os Caboclinhos e o Mamulengo. <em>“Este último caso também conta com poucas mestras. Mas em Glória do Goitá existe agora o grupo Mamulengando Alegria, fundado em 2008, que tem a mestra Cida Lopes como manipuladora do boneco. Isso aconteceu porque o pai dela permitiu ou possibilitou que ela fizesse isso, e no momento que seu mestre não pôde se presentar, ela foi ao palco e assumiu o lugar dele. A partir disso, ela juntou-se com a mãe Marinês Tereza e a prima Larissa Nascimento e fundaram o brinquedo, sustentado exclusivamente por elas”.</em></p>
<p><em>“No caso dos Cavalos Marinhos, que é uma brincadeira complexa, de nove horas de apresentação e com dezenas de participantes, temos pouquíssimos grupos no estado, de oito a dez. É um bem cultural que está ameaçado, e um espaço essencialmente masculino. O Cavalo Marinho é uma brincadeira que precisa de políticas públicas pra que a continuidade exista. E a participação das mulheres neste espaço é bastante delicada. Há relatos de mestres e brincantes que não se sentem à vontade com elas na brincadeira, por conta do contato físico que ela exige. E não é nem pela mulher em si, mas por conta do possível marido, filho ou pai que pode estar assistindo à apresentação”,</em> destacou Jacira França.</p>
<p>Em relação aos Caboclinhos, ela fez uma provocação. <em>“Qual o corpo feminino que dança nessas agremiações? Eu observo que existem mulheres de vários tipos de corpos, mas é uma questão a ser estudada. Como elas se envolvem com os grupos? Como é estar à frente de cordões e abre alas masculinas. Quase não há estudos sobre isso”.</em></p>
<p>De acordo com Juliana Cunha, técnica do IPHAN que participava do encontro, a discussão de gênero tem sido muito levantada por alguns grupos culturais de bens registrados.<em> “Há alguns grupos de frevo e de capoeira formados por mulheres, por exemplo, que estão se encontrando para discutir especificamente essa questão. Elas discutem não só sobre os comitês gestores que acompanham a salvaguarda do bem registrado, mas também se reúnem e chamam a atenção para a participação da mulher nestes ambientes”</em>.</p>
<p>Ao longo da palestra, Jacira citou algumas políticas públicas do Governo de Pernambuco que estimulam a participação de mulheres de uma forma mais atuante no âmbito da cultural. <em>“O Funcultura, por exemplo, tem uma linha de salvaguarda para bens registrados, que possibilita tratar de algumas questões. O Funcultura Audiovisual tem uma pontuação específica para mulheres e para mulheres negras, o que possibilitou um aumento de 30% delas no edital do último ano”.</em></p>
<p><strong>Mulheres Patrimônios Vivos -</strong> A técnica da Fundarpe apresentou também detalhes que envolvem a Lei do Patrimônio Vivo de Pernambuco, revelando a participação feminina neste espaço. “De 2005 a 2017 a gente teve um total de 51 títulos entregues, entre grupos e mestres ou mestras. Desse total, apenas seis que receberam o título são mulheres, o que representa 18% do todo”, calculou. Além de Selma do Coco (Olinda) e Ana das Carrancas (Petrolina), <em>in memoriam</em>, o título foi concedido a Maria Amélia (Tracunhaém), Lia de Itamaracá (Itamaracá), Mocinha da Passira (Passira) e recentemente à parteira Dona Maria dos Prazeres (Jaboatão dos Guararapes).</p>
<div id="attachment_55697" aria-labelledby="figcaption_attachment_55697" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/carlos-alberto.jpg"><img class="size-medium wp-image-55697" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/carlos-alberto-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O professor Carlos Alberto também participou do encontro</p></div>
<p>O encontro, voltado diretamente para o público feminino, contou com a presença de mais de 25 mulheres e de alguns homens, dentre eles Carlos Alberto, professor de História da rede estadual.<em> “Esse momento foi muito rico e de muitas contribuições, inclusive pra mim. Que a mulher possa cada vez mais conquistar seu espaço e que nós homens fiquemos atentos para minimizar essa desigualdade na cultura”,</em> disse o professor, natural de Itapissuma.</p>
<p>Daniele Serpa, da diretoria do Cariri Olindense, avaliou que saiu do encontro com mais ideias em relação à participação do feminino na produção cultural. <em>“As mulheres sim fazem acontecer e evoluir, abrir mais caminhos para que outras possam participar das brincadeiras. A Cariri Olindense é uma troça que existe desde 15 de fevereiro de 1921, e era formada só com homens. Depois que eu e mais cinco mulheres entramos na diretoria, há seis anos, desenvolvemos um trabalho que fez com que o grupo conquistasse o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, em 2016. Isso não é pouca coisa”.<br />
</em></p>
<div id="attachment_55698" aria-labelledby="figcaption_attachment_55698" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Daniel-Serpa.jpg"><img class="size-medium wp-image-55698" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Daniel-Serpa-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Daniela Serpa é dirigente da Troça Cariri Olindense</p></div>
<p>Já a pesquisadora Maria Alice Amorim, uma referência em Pernambuco quando o assunto é Patrimônio Imaterial, opinou sobre o encontro que <em>“mais do que reverberar em nível pessoal, o minicurso proporcionou uma reflexão de como as pessoas podem reverter várias questões delicadas com políticas públicas. A questão é bem importante em termos de razões conceituais e ordem prática, de como efetivamente agir e buscar essa igualdade e empoderamento”.<br />
</em></p>
<div id="attachment_55699" aria-labelledby="figcaption_attachment_55699" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/maria-alice-amorim.jpg"><img class="size-medium wp-image-55699" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/maria-alice-amorim-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisadora Maria Alice Amorim contribuiu com as discussões</p></div>
<p><em> </em></p>
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		<title>Projeto leva cinema e debate de gênero à penitenciária no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2016 18:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Filmes nacionais, de diversos gêneros e formatos, chegam à Colônia Penal Feminina Bom Pastor, no Recife, com a programação do Cineclube Alumia &#8211; O Luzir do Cárcere. O projeto, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, vai promover sessões mensais de janeiro a outubro deste ano, sempre com convidados que estimularão o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Filmes nacionais, de diversos gêneros e formatos, chegam à Colônia Penal Feminina Bom Pastor, no Recife, com a programação do <em>Cineclube Alumia &#8211; O Luzir do Cárcere</em>. O projeto, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, vai promover sessões mensais de janeiro a outubro deste ano, sempre com convidados que estimularão o debate com as mulheres reeducandas.</p>
<p>Segundo os realizadores, a escolha do Bom Pastor está atrelada a uma perspectiva de gênero sobre as políticas públicas e a legislação penal que são construídas para os homens e mantém sua infraestrutura, além de oportunidades profissionalizantes e educacionais, desfavoráveis em relação às mulheres. &#8220;No cinema, as mulheres também vivenciam um sistema desfavorável: estão em menor quantidade que os homens dentro do set, recebem menores salários e poucos são os filmes dirigidos, roteirizados e protagonizados por mulheres&#8221;, ressaltam. Para se avançar nessa discussão, a curadoria escolheu filmes dirigidos por mulheres, como “Amor, Plástico e Barulho”, de Renata Pinheiro; “KBELA”, curta-metragem de Yasmin Thayná que ressalta o empoderamento da mulher negra; e “A hora da estrela”, filme de 1985 dirigido por Suzana Amaral e protagonizado por Marcélia Cartaxo.</p>
<div id="attachment_19893" aria-labelledby="figcaption_attachment_19893" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Amor-plástico-e-barulho.jpg"><img class="size-medium wp-image-19893" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Amor-plástico-e-barulho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O pernambucano &#8216;Amor, Plástico e Barulho&#8217;, de Renata Pinheiro, está na programação</p></div>
<p>Recentes produções pernambucanas como “Avenida Brasília Formosa”, de Gabriel Mascaro; e “Dia Estrelado”, curta-metragem em animação de Nara Normande também estão na programação. Além de “Que horas ela volta?”, mais novo filme de Anna Muylaert, estrelado por Regina Cazé.</p>
<p>“Se o cárcere ainda é um paradigma punitivo penal, que pelo menos seja dotado de condições mais humanas e dignas pras mulheres que passarão qualquer tempo nesse espaço. E o que me motiva com o projeto é justamente poder contribuir pra essa mudança de modelo carcerário, ressignificar esse espaço, transformando-o em um lugar de formação dos sujeitos, de condições mais humanas de desenvolvimento”, afirma Juliana Gleymir, coordenadora e idealizadora do Cineclube Alumia.</p>
<div id="attachment_33112" aria-labelledby="figcaption_attachment_33112" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">still kbela</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/kbela.jpg"><img class="size-medium wp-image-33112" alt="still kbela" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/kbela-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Curta-metragem KBELA retrata beleza e força das mulheres negras</p></div>
<p>O produtor do projeto e estudante de Cinema da UFPE, Igor Travassos, ressalta que “quando o público se sente representado na tela e as pessoas percebem que aquela realidade pode ser as que elas estão inseridas, o cinema pode ser uma ferramenta de empatia, pode tornar as relações mais humanas, pode quebrar normatividades e mudar realidades. E é isso que queremos fazer&#8221;, destaca.</p>
<p>As ações do projeto contam ainda com o apoio da Secretaria de Ressocialização (SERES) e a Secretaria da Mulher. A sessão do mês de março, inclusive, será em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Em setembro, o grupo de extensão da Faculdade de Direito do Recife, o <em>Além das Grades</em>, fará uma sessão especial para discutir o sistema carcerário brasileiro, ampliando a luta por condições mais dignas no interior dos presídios.</p>
<p>Para mais informações sobre o projeto, acompanhe a <strong><a href="https://www.facebook.com/cineclubealumia" target="_blank">página</a></strong> do Cineclube no facebook.</p>
<p>&nbsp;</p>
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