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	<title>Portal Cultura PE &#187; homenagem</title>
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		<title>Em sua 6ª edição, Mostra Pankararu de Música celebra ancestralidade e território no Sertão de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 18:14:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A VI Mostra Pankararu de Música (MPM) reafirma, em 2025, o protagonismo indígena e seu compromisso em integrar cultura, educação e saúde. Realizada pelo músico Gean Ramos Pankararu e pelo Instituto Aió Conexões Pankararu, a Mostra acontece de 17 a 19 de outubro, na Aldeia Bem-Querer de Cima, território Pankararu, a 7 km de Jatobá [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120642" aria-labelledby="figcaption_attachment_120642" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Tássio Tavares</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-08-at-15.10.12.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120642" alt="Foto: Tássio Tavares" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-08-at-15.10.12-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Registro da Mostra Pankararu de Música de 2023</p></div>
<p dir="ltr">A VI Mostra Pankararu de Música (MPM) reafirma, em 2025, o protagonismo indígena e seu compromisso em integrar cultura, educação e saúde. Realizada pelo músico Gean Ramos Pankararu e pelo Instituto Aió Conexões Pankararu, a Mostra acontece de 17 a 19 de outubro, na Aldeia Bem-Querer de Cima, território Pankararu, a 7 km de Jatobá (PE).</p>
<p dir="ltr">Nesta edição, o evento homenageia o legado vivo de Dona Dida – o canto da vida, da dança, da chuva e do sol. Patrimônio Vivo de Pernambuco e do povo Pankararu, Dona Dida transformou o canto em compromisso com a continuidade cultural e a tradição oral de seu povo. Guardiã das cantantes, aos 12 anos recebeu a missão de ser cantadeira de um dos principais rituais Pankararu: a Noite dos Passos. Essa missão a acompanhou até o momento de seu encantamento, em junho deste ano. Sua memória segue inspirando novas gerações e fortalecendo a cultura Pankararu.</p>
<p dir="ltr">Para Gean Ramos Pankararu, idealizador e presidente do Instituto Aió Conexões Pankararu, Ponto de Cultura reconhecido pelo Ministério da Cultura, a Mostra Pankararu de Música é mais que uma programação artística: é um espaço de troca, vivência e fortalecimento comunitário. “A Mostra é música em toda sua construção, que pulsa além de acordes e sonoridades. É preciso valorizar os caminhos que a música percorre antes de ser som, letra e harmonia. Essa vivência aproxima do orgânico, da arte como modo de vida e instrumento de transformação e existência.”</p>
<p dir="ltr">A MPM é uma iniciativa pioneira que conecta música, tradições ancestrais e debates contemporâneos sobre meio ambiente, saúde e sustentabilidade, respondendo artisticamente às transformações do território e às urgências provocadas pelas mudanças climáticas e pela devastação do Bioma Caatinga. Mais que um festival, é uma vivência coletiva e circular: como no toré e no buzzo, gira, retorna e transforma, fortalecendo a resistência cultural e ambiental do povo Pankararu. Também é um espaço de convergência de linguagens – da música à dança, da moda ao artesanato – que promove formação cultural, valoriza ancestralidades indígenas e se organiza em roda, lugar de equidade onde todos se reconhecem e fazem a cultura girar.</p>
<p dir="ltr">A Mostra proporciona ao público contato direto com as tradições indígenas por meio de vivências e imersões que estimulam o potencial econômico, criativo e afetivo das comunidades, contribuindo para a consolidação de polos autônomos e sustentáveis de produção cultural. A culinária é outro destaque: durante os três dias de evento, o público poderá saborear pratos preparados por pessoas da própria comunidade, valorizando ingredientes locais e receitas tradicionais.</p>
<p dir="ltr">A programação reúne artistas, mestres da tradição oral e grupos culturais de diferentes regiões do Brasil, oferecendo uma experiência que integra música, dança, teatro, artes visuais, gastronomia e artesanato. Em suas cinco edições anteriores, a Mostra recebeu nomes como Ailton Krenak, Mateus Aleluia, Djuena Tikuna, Brisa Flow, Flávio Leandro, Almério e Lucas dos Prazeres, Juliano Holanda, Isabela Moraes Marcelo Jeneci Jéssica Caetano, todos em confluência com os artistas e grupos indígenas, consolidando-se como um dos principais espaços de visibilidade e articulação da produção cultural indígena no Brasil.</p>
<p dir="ltr">O evento promove diálogos e convergências entre saberes, contribuindo para a conscientização da comunidade local e dos povos indígenas do Nordeste sobre a importância do patrimônio cultural que representam. Além de gerar trabalho e renda, fortalecer a economia criativa e circular e movimentar a economia local, a Mostra incentiva práticas sustentáveis e educação ambiental, oferecendo espaços de formação para crianças, jovens e artistas.</p>
<p dir="ltr">Embora traga a música no nome, a Mostra é um território de encontros — um palco e um ventre onde ancestralidade e futuro se entrelaçam. As inscrições para a VI Mostra Pankararu de Música já estão abertas e podem ser feitas pelo site<a href="https://mostrapankararu.mssg.me/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://mostrapankararu.mssg.me/?utm_source%3Dchatgpt.com&amp;source=gmail&amp;ust=1760021803485000&amp;usg=AOvVaw3UYBCXiWjusawUeMDODypL"> https://mostrapankararu.mssg.<wbr />me/</a>.</p>
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		<title>Manuel Bandeira: 139 anos do poeta pernambucano ganha programação especial</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 22:05:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Poeta, modernista, professor, crítico, integrante da Academia Brasileira de Letras e pernambucano, Manuel Bandeira (1886-1968) é sinônimo de orgulho para a cultura do Estado. No próximo dia 19 de abril, um dos principais nomes da literatura brasileira completaria 139 anos. Com um legado que segue vivo, este patrimônio cultural receberá homenagem na próxima terça-feira (22) [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Manuel_Bandeira-em_1966_Foto_Arquivo_Nacional-607x433.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-117426" alt="Manuel Bandeira em 1966 / Foto: Arquivo Nacional" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Manuel_Bandeira-em_1966_Foto_Arquivo_Nacional-607x433.jpg" width="607" height="433" /></a></p>
<p dir="ltr">Poeta, modernista, professor, crítico, integrante da Academia Brasileira de Letras e pernambucano, Manuel Bandeira (1886-1968) é sinônimo de orgulho para a cultura do Estado. No próximo dia 19 de abril, um dos principais nomes da literatura brasileira completaria 139 anos. Com um legado que segue vivo, este patrimônio cultural receberá homenagem na próxima terça-feira (22) em uma programação especial e aberta ao público de forma gratuita. A iniciativa será realizada no Espaço Pasárgada &#8211; equipamento responsável pela preservação das obras do artista, no bairro da Boa Vista, no Recife, gerido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco &#8211; FUNDARPE e a Secretaria de Cultura de Pernambuco &#8211; SECULT.</p>
<p dir="ltr">Contando com atividades literárias, culturais e educativas nos três turnos, a celebração fará parte de um calendário que já acontece há 12 anos no sobrado Nº 263 localizado na Rua da União &#8211; onde o poeta viveu parte da sua infância, dos 6 aos 10 anos, e que leva o nome de um dos seus poemas mais conhecidos, intitulado ‘Vou-me embora pra Pasárgada’. O prédio, construído ainda em 1825, é tombado pelo Governo do Estado, através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco &#8211; FUNDARPE, e, atualmente, funciona como um museu-casa de vivência da literatura nacional, principalmente, da obra de Bandeira.</p>
<p dir="ltr">A coordenadora de Literatura da SECULT, Juliana Albuquerque, pontua a importância da ação ser realizada em um espaço que traduz um período de vivência do poeta. “Ficamos felizes em realizar uma homenagem acessibilizando a literatura, que é algo que perpassa todos os públicos e todas as idades, em um espaço onde o poeta cresceu, conviveu em tais paredes e existem tantas memórias a serem partilhadas. Acredito que ler as obras de Manuel Bandeira é ler o Recife, então ter o evento neste espaço traduz muito do seu legado”, destaca.</p>
<p dir="ltr">Para este ano, a programação começa no jardim do Espaço Pasárgada, com o tradicional Escambo de Livros, no horário das 9h às 17h, para quem desejar trocar obras literárias por outras &#8211; exceto didáticas e religiosas. Já a partir das 15h, as atividades seguem com a Contação de Histórias &#8211; Na rua do Sabão e outros poemas brincantes de Manuel Bandeira, ministrada por Érica Verçosa, com uma mediação de leitura para todos.</p>
<p dir="ltr"><strong>Encerramento especial</strong></p>
<p dir="ltr">Os poemas de Bandeira e a arte da oralidade com o improviso se fundem para dar fim às atividades em homenagem ao poeta. A partir das 19h, uma performance poético-musical e uma roda de poesia, com uma das vozes mais potentes da literatura pernambucana na atualidade, Luna Vitrolira, e as poetas Odailta Alvez, Bell Puã, Aishá Lourenço e Ezter Liu, prometem atravessar os presentes através das palavras.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>139º ANIVERSÁRIO DO POETA PERNAMBUCANO MANUEL BANDEIRA</strong></p>
<p dir="ltr">22 de abril, a partir das 09h</p>
<p dir="ltr">Espaço Pasárgada (Sobrado da R. da União, 263 &#8211; Boa Vista, Recife)</p>
<p dir="ltr"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p dir="ltr">09h às 12h I 13h às 17h</p>
<p dir="ltr"><strong>Escambo de Livros</strong></p>
<p dir="ltr">15h às 17h</p>
<p dir="ltr"><strong>Contação de Histórias &#8211; Na rua do Sabão e outros poemas brincantes de Manuel Bandeira, com Érica Verçosa</strong></p>
<p dir="ltr">19h</p>
<p dir="ltr"><strong>Performance poética-musical e roda de poesia, com Luna Vitrolira e as poetas Odailta Alvez, Bell Puã, Aishá Lourenço e Ezter Liu</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>15º Festival de Cinema de Triunfo &#8211; Homenageados 2024</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 15:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os triunfenses Diana Rodrigues, Jéssica Caitano e Teco da Agamenon foram os homenageados do 15º Festival de Cinema de Triunfo. O multiartista triunfense Agamenon Gonçalves Lima Filho, conhecido artisticamente como Teco de Agamenon, recebe homenagem especial no 15ª Festival de Cinema de Triunfo. Teco de Agamenon, hoje com 67 anos, desenvolveu diversos trabalhos culturais. Teco [...]]]></description>
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<p>Os triunfenses Diana Rodrigues, Jéssica Caitano e Teco da Agamenon foram os homenageados do 15º Festival de Cinema de Triunfo.</p>
<p>O multiartista triunfense Agamenon Gonçalves Lima Filho, conhecido artisticamente como Teco de Agamenon, recebe homenagem especial no 15ª Festival de Cinema de Triunfo. Teco de Agamenon, hoje com 67 anos, desenvolveu diversos trabalhos culturais.</p>
<p>Teco é, podemos afirmar, guardião da história cultural de Triunfo do Pajeú. Descendente de caboclos, filho de Agamenon Gonçalves Lima e Hermina Correia Araújo, Teco de Agamenon é hoje homenageado por dedicar sua arte, seu trabalho e o seu coração à preservação da cultura e da história de Triunfo. Sua trajetória é a memória viva da cultura material, simbólica e patrimonial de Pernambuco.</p>
<p>Jéssica Caitano é filha de Francisca Caitano da Silva, com 72 anos de idade, agricultora triunfense, uma mulher simples que, mesmo sabendo somente assinar o próprio nome, criou os 5 filhos com muita sabedoria e amor. Jéssica é também filha de João Bosco da Silva, com 61 anos, marceneiro com experiência em reformas de patrimônios históricos de Triunfo, como o Theatro Cinema Guarany.</p>
<p>Jéssica Caitano é cantora, compositora, poeta-declamadora, rapper, coquista, percussionista, arte-educadora, curadora e produtora cultural. Coordena o grupo de dança e batuque Cambindas de Triunfo e co-fundou a Fundação Cultural Ambrosino Martins e o Festival Munguzá Sonoro. Idealizou o grupo A Cristaleira, projeto de coco e poesia, uma das expressões culturais mais representativas do Sertão do Pajeú.</p>
<p>Já Diana Rodrigues é Triunfense, professora pós-graduada, historiadora, pesquisadora, produtora cultural, contista, locutora, cerimonialista e artista plástica, é reconhecida como uma das mulheres guardiãs da história do Theatro Cinema Guarany. Publicou livros, antologias, gibis literários e artigos em jornais. Foi Secretária de Turismo e Cultura de Triunfo, sócia de onze Academias de Letras e teve sua casa considerada como patrimônio que preserva a história, a literatura e as artes plásticas do Sertão de Pernambuco pela União Brasileira de Escritores (UBE).</p>
<p>Ficha Técnica: Governo de Pernambuco Governadora: Raquel Lyra; Vice-governadora: Priscila Krause; Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco: Secretária de Cultura: Cacau de Paula Secretária Executiva de Cultura: Yasmim Neves Secretária Executiva de Gestão: Ana Paula Jardim Direção: Juliana Salvador Produção: Yuri Euzébio Reportagem: Yuri Euzébio; Imagens: Ronny Colors e Simon Filmes Edição: Ronny Colors e Simon Filmes Acessibilidade: Leonardo Samico</p>
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		<title>15º Festival de Cinema de Triunfo &#8211; Diana Rodrigues (Homenageada 2024)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/15o-festival-de-cinema-de-triunfo-diana-rodrigues-homenageada-2024/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 15:18:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/StbCDfj3Kvc?si=MrOY2d4YNpX4SiUu" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Em frente ao Theatro Cinema Guarany, na cidade de Triunfo, uma casa cor de rosa histórica adornada por um jardim que abriga, além das flores, o passado e o presente de do templo do cinema em Triunfo. Nesta casa, lemos o nome Diana, que parece nos convidar a conhecê-la mais de perto.<br />
Ao entrar na casa, descobrimos um valioso acervo documental e fotográfico sobre a cidade e sobre o Theatro Cinema Guarany, dedicado à preservação, ao afeto e ao cuidado de uma história centenária. Manter viva a memória de um lugar, preservar e salvaguardar os equipamentos culturais é manter viva a história de uma comunidade inteira.</p>
<p>Triunfense, professora pós-graduada, historiadora, pesquisadora, produtora cultural, contista, locutora, cerimonialista e artista plástica, Diana Rodrigues é reconhecida como a principal guardiã da história do Theatro Cinema Guarany.</p>
<p>Publicou livros, antologias, gibis literários e artigos em jornais. Foi Secretária de Turismo e Cultura de Triunfo, sócia de onze Academias de Letras e teve sua casa considerada como patrimônio que preservação histórica, literária e as artes plásticas do Sertão de Pernambuco pela União Brasileira de Escritores (UBE).</p>
<p>Quando criança e adolescente, vizinha do Theatro Cinema Guarany, visitava com frequência as suas dependências, às vezes ia até de pés descalços para admirar a beleza monumental do prédio, ensaiar ou participar de dramas como atriz, cantora ou dançarina. Também assistia filmes, seriados, shows, festivais, desfiles, bailes, exposições e palestras com fins beneficentes.</p>
<p>Acompanhou e registrou em fotos e publicações todas as etapas das três restaurações do equipamento. Coordenou, em 2007, a campanha do Theatro Cinema Guarany em busca do título como uma das sete Maravilhas de Pernambuco. Sempre utilizou o espaço do Guarany para palestras, exposições, exibição de filmes e peças teatrais, documentários, grupos de danças e entrevistas.</p>
<p>Tem participado de todos os Festivais de Cinema de Triunfo, desde a primeira edição, integrando algumas vezes o júri oficial ou popular. Em 2014, foi agraciada com o Troféu Careta, graças à sua dedicação e cuidados com o Guarany. Diana Rodrigues já declarou seu amor pelo Guarany em praça pública, recebeu o título de Guardiã do Guarany e o troféu “100 Anos Guarany”, como multiplicadora de conhecimento.</p>
<p>Ficha Técnica: Governo de Pernambuco Governadora: Raquel Lyra; Vice-governadora: Priscila Krause; Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco: Secretária de Cultura: Cacau de Paula Secretária Executiva de Cultura: Yasmim Neves Secretária Executiva de Gestão: Ana Paula Jardim Direção: Juliana Salvador, Ronny Colors, Simon Filmes e Yuri Euzébio Produção e Reportagem: Yuri Euzébio; Imagens e Edição: Ronny Colors e Simon Filmes Acessibilidade: Leonardo Samico.</p>
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		<title>15º Festival de Cinema de Triunfo &#8211; Jéssica Caitano (homenageada 2024)</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 15:14:11 +0000</pubDate>
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<p>Jéssica Caitano é filha de Francisca Caitano da Silva, com 72 anos de idade, agricultora triunfense, uma mulher simples que, mesmo sabendo somente assinar o próprio nome, criou os cinco filhos com muita sabedoria e amor. Jéssica é também filha de João Bosco da Silva, com 61 anos, marceneiro com experiência em reformas de patrimônios históricos de Triunfo, como o Theatro Cinema Guarany.</p>
<p>Jéssica Caitano é cantora, compositora, poeta-declamadora, rapper, coquista, percussionista, arte-educadora, curadora e produtora cultural. Coordena o grupo de dança e batuque Cambindas de Triunfo e co-fundou a Fundação Cultural Ambrosino Martins e o Festival Munguzá Sonoro. Idealizou o grupo A Cristaleira, projeto de coco e poesia, uma das expressões culturais mais representativas do Sertão do Pajeú.<br />
Com quase 20 anos de carreira, entrelaçando poesia e performance na música. A oralidade é a base de sustentação para expressar a palavra em sua multidisciplinaridade artística. A relação de Jéssica com o audiovisual tem seu início junto ao Festival de Cinema de Triunfo, participando das formações, exibições e debates</p>
<p>Ao escutar Jéssica Caitano, nossa imaginação é povoada, como nunca antes, por Sertões e Marias. Se pudéssemos dar ao Sertão outros nomes, certamente seu nome seria Sertões Marias. Este lugar, localizado no Pajeú das Flores, realmente nos dá muitas razões para cantar. É neste lugar encantado e fabulado por muitas Marias que nasceu uma das homenageadas do 15º Festival de Cinema de Triunfo, Jéssica Caitano, que vem nos ensinando que nossa geografia viva é permeada por muitas donas Marias.</p>
<p>Ficha Técnica: Governo de Pernambuco Governadora: Raquel Lyra; Vice-governadora: Priscila Krause; Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco: Secretária de Cultura: Cacau de Paula Secretária Executiva de Cultura: Yasmim Neves Secretária Executiva de Gestão: Ana Paula Jardim Direção: Juliana Salvador, Ronny Colors, Simon Filmes e Yuri Euzébio; Produção e Reportagem: Yuri Euzébio; Imagens e Edição: Ronny Colors e Simon Filmes; Acessibilidade: Leonardo Samico.</p>
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		<title>15º Festival de Cinema de Triunfo &#8211; Teco da Agamenon (homenageado)</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 15:10:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O multiartista triunfense Agamenon Gonçalves Lima Filho, conhecido artisticamente como Teco de Agamenon, 67 anos, desenvolveu diversos trabalhos culturais. Começou no teatro em 1965 e, no mesmo ano, iniciou seu trabalho na criação de máscaras. Em 2010, passou a trabalhar com audiovisual com a Mont Serrat Filmes. Foi premiado em 2012 como melhor ator no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/DTKFKRWD79Y?si=p58m0sr1Pb5MeL5F" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O multiartista triunfense Agamenon Gonçalves Lima Filho, conhecido artisticamente como Teco de Agamenon, 67 anos, desenvolveu diversos trabalhos culturais. Começou no teatro em 1965 e, no mesmo ano, iniciou seu trabalho na criação de máscaras. Em 2010, passou a trabalhar com audiovisual com a Mont Serrat Filmes. Foi premiado em 2012 como melhor ator no Festival de Cinema de Taquaritinga do Norte ao participar do filme “Mais que cinzas”. Além disso, recebeu a premiação de melhor ator no Festival de Cinema de Exu pelo filme “Entre lua a casa é sua”.</p>
<p>Quem conhece Triunfo e sua riqueza cultural, inevitavelmente, encontrou Teco de Agamenon. Seja nas praças, em frente ao Theatro Cinema Guarany ou nas exposições artísticas, sua obra é um manifesto vivo. Guardião da cultura triunfense e do Patrimônio Imaterial do Estado de Pernambuco, os Caretas, Teco de Agamenon transcende as fronteiras artísticas como artesão, poeta, fazedor de cinema e ator. Teco é o principal guardião da história cultural de Triunfo do Pajeú.</p>
<p>Ficha Técnica: Governo de Pernambuco Governadora: Raquel Lyra; Vice-governadora: Priscila Krause; Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco: Secretária de Cultura: Cacau de Paula Secretária Executiva de Cultura: Yasmim Neves Secretária Executiva de Gestão: Ana Paula Jardim Direção: Juliana Salvador Produção: Yuri Euzébio Reportagem: Yuri Euzébio; Imagens: Ronny Colors e Simon Filmes Edição: Ronny Colors e Simon Filmes Acessibilidade: Leonardo Samico.</p>
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		<title>Quilombo de Inhanhum recebe homenagem ao centenário do maestro José Menezes</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 14:32:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste sábado (21), às 16h, a Comunidade Quilombola de Inhanhum, localizada às margens do Rio São Francisco, na Zona Rural do município de Santa Maria da Boa Vista, Sertão de Pernambuco, é palco de uma apresentação especial da Orquestra de Frevo Revoltosa em homenagem ao centenário de nascimento do maestro José Menezes. A iniciativa faz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115203" aria-labelledby="figcaption_attachment_115203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/18.jpg"><img class="size-medium wp-image-115203" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/18-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro José Menezes</p></div>
<p>Neste sábado (21), às 16h, a Comunidade Quilombola de Inhanhum, localizada às margens do Rio São Francisco, na Zona Rural do município de Santa Maria da Boa Vista, Sertão de Pernambuco, é palco de uma apresentação especial da Orquestra de Frevo Revoltosa em homenagem ao centenário de nascimento do maestro José Menezes. A iniciativa faz parte do projeto Hoje Tem Frevo no Terreiro. A apresentação celebra o legado do compositor pernambucano, que se destaca como um dos maiores nomes do frevo no Brasil. O evento é gratuito e começa às 16h.</p>
<p>José Menezes, falecido em 2013, teve sua iniciação musical na Sociedade Musical 5 de Novembro, a Revoltosa, da qual seu pai também foi integrante. Reconhecido como um dos principais compositores do gênero, o maestro deixou um acervo musical que é lembrado durante o concerto, com mais de 30 obras de sua autoria, e que são interpretadas pela orquestra.</p>
<p>A Orquestra de Frevo Revoltosa, idealizada e coordenada pela Sociedade Musical 5 de Novembro, é formada por jovens músicos, em sua maioria negros, oriundos da periferia de Nazaré da Mata e da região da Zona da Mata Norte de Pernambuco. Filhos de agricultores, cortadores de cana e trabalhadores rurais, esses artistas utilizam a música como ferramenta de valorização cultural, preservação do patrimônio histórico e exercício pleno da cidadania, bem como profissionalização na arte da música instrumental.</p>
<p>Com status de Patrimônio Vivo e Ponto de Cultura de Pernambuco, a Revoltosa promove a salvaguarda e a difusão do frevo como um dos maiores legados culturais do Estado. O projeto Hoje Tem Frevo no Terreiro, que já passou pelo Quilombo de São Lourenço, em Goiana (Mata Norte), chega agora ao Sertão ampliando o alcance da tradição musical que embala o Carnaval, a vida e alegria dos pernambucanos.</p>
<p>A apresentação conta com tradução em libras e é gravada, com transmissão e registro disponibilizado no canal oficial da instituição no YouTube. O projeto tem incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Governo do Estado, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) Música.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Quilombo de Inhanhum recebe homenagem ao centenário do maestro José Menezes -</strong> <em>sábado (21), a partir das 16h, na Comunidade Quilombola de Inhanhum, Zona Rural de Santa Maria da Boa Vista (Sertão), a 18 km da sede do município. Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Conheça os homenageados do 15º Festival de Cinema de Triunfo</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 19:36:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Diana Rodrigues Lopes e Sua Amizade com o Theatro Cinema Guarany Próximo ao Theatro Cinema Guarany, na cidade de Triunfo, destaca-se uma histórica casa cor de rosa adornada por um jardim que abriga, além das flores, o passado e o presente de um dos principais equipamentos culturais do estado: o Guarany. Nesta casa, lemos o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Diana Rodrigues Lopes e Sua Amizade com o Theatro Cinema Guarany</b></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/DIANA-RODRIGUES.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114912" alt="DIANA RODRIGUES" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/DIANA-RODRIGUES-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>Próximo ao Theatro Cinema Guarany, na cidade de Triunfo, destaca-se uma histórica casa cor de rosa adornada por um jardim que abriga, além das flores, o passado e o presente de um dos principais equipamentos culturais do estado: o Guarany. Nesta casa, lemos o nome DIANA, que parece nos convidar a conhecê-la mais de perto.</p>
<p dir="ltr">Ao entrar na casa, descobrimos um valioso acervo documental e fotográfico sobre o Theatro Cinema Guarany, dedicado à preservação, ao afeto e ao cuidado de uma história centenária. Manter viva a memória de um lugar, preservar e salvaguardar os equipamentos culturais é manter viva a história de uma comunidade inteira. Esta é uma das inspirações e ensinamentos que aprendemos com Diana Rodrigues, homenageada do 15º Festival de Cinema de Triunfo.</p>
<p dir="ltr">Triunfense, professora pós-graduada, historiadora, pesquisadora, produtora cultural, contista, locutora, cerimonialista e artista plástica, Diana Rodrigues é reconhecida como uma das mulheres guardiãs da história do Theatro Cinema Guarany. Publicou livros, antologias, gibis literários e artigos em jornais. Foi Secretária de Turismo e Cultura de Triunfo, sócia de onze Academias de Letras e teve sua casa considerada como patrimônio que preserva a história, a literatura e as artes plásticas do Sertão de Pernambuco pela União Brasileira de Escritores (UBE).</p>
<p dir="ltr">Quando criança e adolescente, vizinha do Theatro Cinema Guarany, visitava com frequência as suas dependências, às vezes ia até de pés descalços para admirar a beleza monumental do prédio, ensaiar ou participar de dramas como atriz, cantora ou dançarina. Também assistia filmes, seriados, shows, festivais, desfiles, bailes, exposições e palestras com fins beneficentes.</p>
<p dir="ltr">Como amiga do Guarany, acompanhou e registrou em fotos e publicações todas as etapas das três restaurações do equipamento. Coordenou, em 2007, a campanha do Theatro Cinema Guarany em busca do título como uma das sete Maravilhas de Pernambuco. Sempre utilizou o espaço do Guarany para palestras, exposições, exibição de filmes e peças teatrais, documentários, grupos de danças e entrevistas.</p>
<p dir="ltr">Tem participado de todos os Festivais de Cinema de Triunfo, desde a primeira edição, integrando algumas vezes o júri oficial ou popular. Em 2014, foi agraciada com o Troféu Careta, graças à sua dedicação e cuidados com o Guarany. Diana Rodrigues já declarou seu amor pelo Guarany em praça pública, recebeu o título de Guardiã do Guarany e o troféu &#8220;100 Anos Guarany&#8221;, como multiplicadora de conhecimento.</p>
<p dir="ltr">É com grande alegria que reconhecemos e agradecemos o papel fundamental de Diana Rodrigues na preservação cultural do Theatro Cinema Guarany. Sua dedicação promove um elo essencial entre preservação, educação patrimonial e cultura simbólica e artística de Triunfo.</p>
<p><strong>Jéssica Caitano:  O sertão vai virar maria.</strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Foto-por-Ian-Rassari-min.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114913" alt="Ian Rassari" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Foto-por-Ian-Rassari-min-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O sertão vai virar Maria. Ao escutar Jéssica Caitano, nossa imaginação é povoada, como nunca antes, por Sertões Marias. Se pudéssemos dar ao Sertão outros nomes, certamente seu nome seria Sertões Marias. Este lugar, localizado no Pajeú das Flores, realmente nos dá muitas razões para cantar. É neste lugar encantado e fabulado por muitas Marias que nasceu uma das homenageadas do 15º Festival de Cinema de Triunfo, Jéssica Caitano, que vem nos ensinando que nossa geografia viva é permeada por muitas donas Marias.</p>
<p dir="ltr">Jéssica Caitano é filha de Francisca Caitano da Silva, com 72 anos de idade, agricultora triunfense, uma mulher simples que, mesmo sabendo somente assinar o próprio nome, criou os 5 filhos com muita sabedoria e amor. Jéssica é também filha de João Bosco da Silva, com 61 anos, marceneiro com experiência em reformas de patrimônios históricos de Triunfo, como o Theatro Cinema Guarany. Jéssica Caitano é cantora, compositora, poeta-declamadora, rapper, coquista, percussionista, arte-educadora, curadora e produtora cultural. Coordena o grupo de dança e batuque Cambindas de Triunfo e co-fundou a Fundação Cultural Ambrosino Martins e o Festival Munguzá Sonoro. Idealizou o grupo A Cristaleira, projeto de coco e poesia, uma das expressões culturais mais representativas do Sertão do Pajeú.</p>
<p dir="ltr">Com quase 20 anos de carreira, entrelaçando poesia e performance na música. A oralidade é a base de sustentação para expressar a palavra em sua multidisciplinaridade artística. A relação de Jéssica com o audiovisual tem seu início junto ao Festival de Cinema de Triunfo, participando das formações, exibições e debates. Depois com a Oficina de Videoclipe Experimental com Marco Bonachela e Olivia Godoy. Foi Curadora do Cine Pantim e Cine Tamborete, cineclube do Coletivo Pantim e do Festival Munguzá Sonoro. Produziu, dirigiu e atuou nos videoclipes Reza feat Luana Flores e Terra Remix da Radiola Serra Alta feat Ciel Santos, ambos gravados em Triunfo.</p>
<p dir="ltr"> Suas músicas estão na trilha sonora de filmes como “Desyrrê”, “Cambinda do Alto Eu Vim”, entre outras produções da cidade. Em 2023, Jéssica Caitano criou a trilha sonora da série &#8220;O Canto Delas&#8221;, dirigida por Tuca Siqueira. Neste ano, lançou, junto à Dona Marias Produtora, o documentário &#8220;É Cantando que eu me Liberto&#8221; e o vídeo-poesia experimental &#8220;Testando o Tempo Quando o Vento Vem Improvisado&#8221;.</p>
<p dir="ltr">Jéssica Caitano é um nome vibrante na cena da música independente, indicada ao prêmio Women&#8217;s Music Events Award &#8211; WME, na categoria &#8220;Escuta as Minas&#8221;, pelo Spotify em 2019. Recebeu o Prêmio do Janeiro de Grandes Espetáculos da Copergás de Teatro, Dança, Circo e Música de Pernambuco, em 2021, por sua intensa, inquieta e expressiva atividade artística durante a pandemia. Realizando apresentações, shows, festivais e feiras literárias por todo o país e também no exterior, em países como Inglaterra e França.</p>
<p dir="ltr">Seu discurso poético reivindica o cânone, a retomada da narrativa, temporalidade, oralidade, territorialidade, diversidade, gênero e resistência. Jéssica Caitano é uma artista que sabe de onde vem e para onde vai. Jéssica Caitano reverbera o legado, a fé, a arte e a luta das mulheres sertanejas. Jéssica Caitano nos ensina: o Sertão vai virar Maria.</p>
<p><strong>Teco de Agamenon</strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/TECO-DE-AGAMENON.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114911" alt="TECO DE AGAMENON" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/TECO-DE-AGAMENON-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O multiartista triunfense Agamenon Gonçalves Lima Filho, conhecido artisticamente como Teco de Agamenon, recebe homenagem especial no 15ª Festival de Cinema de Triunfo. Teco de Agamenon, hoje com 67 anos, desenvolveu diversos trabalhos culturais. Começou  no teatro em 1965 e, no mesmo ano, iniciou seu trabalho na criação de máscaras. Em 2010, passou a trabalhar com audiovisual com a Mont Serrat Filmes. Foi premiado em 2012 como melhor ator no Festival de Cinema de Taquaritinga do Norte ao participar do filme “Mais que cinzas”. Além disso, recebeu a premiação de melhor ator no Festival de Cinema de Exu  pelo filme “Entre lua a casa é sua”.</p>
<p dir="ltr">Quem conhece Triunfo e sua riqueza cultural, inevitavelmente, encontrou Teco de Agamenon. Seja nas praças, no Theatro Cinema Guarany ou nas exposições artísticas, seu trabalho artístico é um manifesto vivo. Guardião da cultura triunfense e do Patrimônio Imaterial do Estado de Pernambuco, os Caretas, Teco de Agamenon transcende as fronteiras artísticas como artesão, poeta, fazedor de cinema e ator. Teco é, podemos afirmar, guardião da história cultural de Triunfo do Pajeú. Descendente de caboclos, filho de Agamenon Gonçalves Lima e Hermina Correia Araújo, Teco de Agamenon é hoje homenageado por dedicar sua arte, seu trabalho e o seu coração à preservação da cultura e da história de Triunfo. Sua trajetória é a memória viva da cultura material, simbólica e patrimonial de Pernambuco.</p>
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		<title>Exposição no Mepe celebra centenário de Osman Lins com diálogo entre literatura e artes visuais</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 15:40:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114855" aria-labelledby="figcaption_attachment_114855" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/exposição-retábulo-de-lins1.jpg"><img class="size-medium wp-image-114855" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/exposição-retábulo-de-lins1-607x416.jpg" width="607" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">Os artistas plásticos pernambucanos que integram a exposição O Retábulo de Lins</p></div>
<p>De 10 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025, o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) apresenta uma exposição especial que celebra o centenário de Osman Lins, um dos maiores nomes da literatura brasileira. Com curadoria de Elizabeth Hazin, a mostra <em>O Retábulo de Lins</em> explora o universo literário do escritor por meio de um diálogo fascinante com as artes visuais, inspirado na obra <em>Retábulo de Santa Joana Carolina</em>, que integra o livro <em>Nove, Novena</em> (1966).</p>
<p>A exposição propõe uma releitura da obra de Osman Lins por meio de 12 artistas plásticos pernambucanos, que interpretaram os 12 mistérios do retábulo da personagem Joana Carolina em pinturas únicas. São eles: Maurício Arraes, Romero Andrade, Roberto Ploeg, Álvaro Caldas, Clériston Andrade, Timóteo, Jéssica Martins, Rikia Amaral, Tereza Pernambucano, Vânia Notaro, Fabiola Pimentel e Antônio Henrique. Cada tela expande o significado literário levando o público a vivenciar a profundidade e as complexidades do texto de Osman Lins em uma experiência visual.</p>
<p>Além de revisitar o legado literário de Osman, a exposição ressalta sua relação com as artes visuais, enriquecida por referências a diversos campos do conhecimento, como geometria, música, matemática, alquimia, astrologia, filosofia e arquitetura. Inspirado, em parte, por sua vivência na França em 1961, Lins integrou esses elementos de forma única em sua obra e a exposição visa celebrar essa riqueza.</p>
<p>A programação inclui uma apresentação da Orquestra de Câmara Criança Cidadã e um desfile da estilista Eliane Mello, com a Coleção Osman Lins, inspirada no universo do autor. Segundo Rinaldo Carvalho, diretor do Mepe, essa é uma oportunidade especial para que o público conheça e revisite o legado literário de Osman Lins: “É uma celebração tanto para aqueles que já conhecem suas obras quanto para aqueles que terão a chance de descobrir a profundidade desse grande escritor. O Mepe se sente honrado em acolher esta homenagem”, afirma o gestor.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Exposição <em>O Retábulo de Lins</em> -</strong> <em>de 10 de dezembro de 2024 a 12 de janeiro de 2025, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe &#8211; Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro das Graças, Recife). Curadoria: Elizabeth Hazin</em></p>
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		<title>Frei Caneca é o homenageado do novo concurso de fomento de teatro de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 15:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/card.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-110457" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/card-607x359.png" width="607" height="359" /></a></p>
<p>Em mais um incremento nos mecanismos de fomento do Estado, o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), lançou nesta terça-feira (2) o edital do concurso para o Prêmio Frei Caneca de Teatro. É mais uma iniciativa visando à valorização e ao fortalecimento da cultura pernambucana.</p>
<p>Confira <a title="Prêmio Frei Caneca de Teatro – Concurso 2024" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/premio-frei-caneca-de-teatro-concurso-2024/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o texto completo do edital e seus respectivos anexos.</p>
<p>As inscrições estarão abertas de 10 de julho até as 16h59 do dia 27 de agosto de 2024 (horário de Brasília), exclusivamente de forma online, pelo site do <strong><a title="Mapa Cultural de Pernambuco" href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/" target="_blank">Mapa Cultural de Pernambuco</a></strong>. O resultado final do concurso será publicado no Diário Oficial do Estado, no portal Cultura PE e no Mapa Cultural de Pernambuco no dia 5 de novembro, a partir das 17h.</p>
<p>O concurso tem como objetivo divulgar e fortalecer a figura do personagem histórico Frei Caneca como líder e herói pernambucano e brasileiro neste que é o ano do bicentenário da Confederação do Equador, movimento revolucionário de Pernambuco. Em contraponto, o edital visa fomentar a produção teatral de todo o Estado e de toda a cadeia produtiva que o teatro movimenta, seja artística, econômica ou turística, por meiio da seleção de projetos de apresentação de espetáculos teatrais que abordem o tema.</p>
<p>O concurso conta com um valor total de premiação de R$ 300 mil reais e premiará até dez montagens de espetáculos de teatro nas categorias médio porte, com cinco vencedores no valor de R$ 35 mil para cada uma; e pequeno porte, com cinco vencedores no valor de R$ 25 mil reais) para cada uma.</p>
<p><strong>O HOMENAGEADO –</strong> Nascido no Recife, em 20 de agosto de 1779, Joaquim da Silva Rabelo ficou marcado na história de Pernambuco como escritor, clérigo católico e político brasileiro. Primogênito de um tanoeiro português, chegou a ser conhecido como Frei Joaquim do Amor Divino Rabelo e só depois Frei Caneca. Teve importante atuação na Revolução Pernambucana (1817) e foi líder e mártir da Confederação do Equador (1824).</p>
<p>À época considerado um liberal, esteve à frente do Typhis Pernambucano, partilhava ideias republicanas e frequentou a Academia do Paraíso. Sob a acusação do crime de sedição e rebelião contra as ordens de sua Majestade Imperial, Frei Caneca foi morto no Recife, em 13 de janeiro de 1825, sendo fuzilado no muro do Forte das Cinco Pontas, no bairro de São José.</p>
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