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	<title>Portal Cultura PE &#187; ilustrações</title>
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		<title>&#8220;Da Próxima Vez, o Fogo!&#8221;: Laos estreia exposição com ilustrações em bico de pena sobre identidade, cultura e memória afro-brasileiras</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 17:13:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O artista visual Laos, da comunidade de Brasília Teimosa, no Recife, estreia a exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”, com 36 ilustrações em nanquim bico de pena. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122633" aria-labelledby="figcaption_attachment_122633" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Thiago-das-Mercês-foto-Mostra-“Da-Próxima-Vez-o-Fogo”-reúne-36-ilustrações-em-nanquim-bico-de-pena..jpg"><img class="size-medium wp-image-122633" alt="Foto: Thiago das Mercês/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Thiago-das-Mercês-foto-Mostra-“Da-Próxima-Vez-o-Fogo”-reúne-36-ilustrações-em-nanquim-bico-de-pena.-607x482.jpg" width="607" height="482" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Thiago das Mercês/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">O artista visual Laos, da comunidade de Brasília Teimosa, no Recife, estreia a exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”, com 36 ilustrações em nanquim bico de pena. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), além de parceria com a Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e o Cais do Sertão, a mostra entra em cartaz na galeria Espaço Cactus, no térreo do museu, no dia 20 de janeiro (terça-feira), das 16h às 19h, e permanece no local até 15 de março deste ano. Durante a abertura, o próprio autor realiza uma visita guiada para o público, às 18h. A entrada é gratuita.</p>
<p dir="ltr">As obras autorais de arte da exposição trazem como referência o imaginário ancestral afro-brasileiro, mostrando a identidade negra, preservando memórias coletivas e destacando suas riquezas enquanto povo. A curadoria é assinada pela produtora cultural pernambucana Isabela Reis, com produção e comunicação da Afinco Produções. Praticamente todas as obras são em preto e branco. Do total delas, três têm um fundo aquarelado.</p>
<p dir="ltr">“Inspirada no livro ‘Da Próxima Vez, O Fogo’ (1963), de James Baldwin, a exposição também é pensada como gesto de reconexão e afirmação cultural, sobretudo porque as obras surgem de vivências pessoais de um homem negro periférico. Coletivamente, são símbolos, rostos e ritos que atravessam o tempo e o corpo”, declara Laos, que realiza a primeira exposição da carreira.</p>
<p dir="ltr">Vale dizer que a mostra fica aberta para visitação durante quase dois meses, nos horários e dias de funcionamento do Cais do Sertão: 10h às 16h (de terça-feira a sexta-feira); 13h às 18h (sábado e domingo); e toda última quinta-feira do mês as atividades são estendidas das 10h às 20h.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o artista</strong></p>
<p dir="ltr">Laércio Eduardo Nascimento, popularmente conhecido como Laos, também é ilustrador, tatuador e artesão. A sua arte pernambucana é feita a mão. Ao mesmo tempo, esse saber é um repasse do seu pai, que é sapateiro. Além do fato de aprender com a própria família, compartilhadora de conhecimento, experimenta técnicas manuais de desenho e dialoga com a tecnologia e suas mudanças e adaptações.</p>
<p dir="ltr">Laos destaca a pulsação poética e política da exposição, ampliando o sentido de liberdade e resistência presente nos traços. Essa vibração tem relação com o gênero musical jazz. &#8220;Pharoah Sanders (saxofonista), Alice Coltrane (pianista), John Coltrane (saxofonista e compositor) e os diálogos com a musicalidade de matriz afro-diaspórica são inspirações para o processo criativo do fazer das obras”, acrescenta.</p>
<p dir="ltr">As obras e produções artístico-culturais da autoria do recifense Laos reúnem ancestralidade, materialidade do corpo e resistência cultural como estudo e pautas principais, entre ilustração, pintura, gravura, instalações e colaborações no cinema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; Serviço:</em></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>Exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”</strong></p>
<p dir="ltr">Abertura: 20 de janeiro de 2026 (terça-feira), das 16h às 19h</p>
<p dir="ltr">Em cartaz: até 15 de março de 2026</p>
<p dir="ltr">Local: galeria Espaço Cactus (térreo do Cais do Sertão &#8211; endereço: Avenida Alfredo Lisboa, Bairro do Recife, Armazém 10)</p>
<p dir="ltr">Entrada: gratuita</p>
<p dir="ltr">Horário de funcionamento do Cais do Sertão: 10h às 16h (de terça-feira a sexta-feira);</p>
<p dir="ltr">13h às 18h (sábado e domingo); toda última quinta-feira do mês o horário é estendido das 10h às 20h.</p>
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		<title>Psicóloga Ângela Farias lança livro no Pasárgada</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 16:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este sábado (25), no Espaço Pasárgada (Rua da União, nº 263, bairro da Boa Vista, Recife), a partir das 15h, ocorre o lançamento do livro O Corpo como Metáfora, da psicóloga Ângela Farias. &#8220;O Corpo como Metáfora nasceu de meus próprios atravessamentos, minhas dores, das vivências de um corpo que, durante muito tempo, se expressou através [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106611" aria-labelledby="figcaption_attachment_106611" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/A-escritora-e-psicóloga-Ângela-Farias.jpg"><img class="size-medium wp-image-106611" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/A-escritora-e-psicóloga-Ângela-Farias-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A escritora e psicóloga Ângela Farias</p></div>
<p>Este sábado (25), no Espaço Pasárgada (Rua da União, nº 263, bairro da Boa Vista, Recife), a partir das 15h, ocorre o lançamento do livro <em>O Corpo como Metáfora</em>, da psicóloga Ângela Farias.<br />
&#8220;<em>O Corpo como Metáfora</em> nasceu de meus próprios atravessamentos, minhas dores, das vivências de um corpo que, durante muito tempo, se expressou através de violentos processos de somatização. Mas esse mesmo corpo encontrou caminhos para ressignificar sua existência e descobriu, em si, uma potência criativa através de outras linguagens, como o prazer, a alegria e a autocura&#8221;, lembra a autora.<br />
Na primeira parte do livro, Ângela Farias traz conceitos, informações e nortes sobre o corpo humano para a ciência. Apresenta o corpo numa perspectiva social, histórica e cultural que transcende a concepção biológica. Considerando as diversas linguagens do corpo que comunica, faz um recorte abordando a psicossomática, área da saúde que estuda o adoecimento a partir da inter-relação entre emoções e sintomas físicos e/ou psíquicos.<br />
Na segunda parte, a partir de um recorte autobiográfico, a psicóloga traz os caminhos tortuosos que trilhou, a ponto de viver adoecidamente por quase quatro décadas. Ela reflete sobre esses caminhos e cita como o eu-corpo comunicou, por vezes colapsando, padecendo, doendo, durante a fase que supostamente se goza de mais saúde: a juventude.<br />
E, na terceira e última parte, também de uma perspectiva autobiográfica, Ângela apresenta os caminhos que a fizeram resgatar a saúde numa perspectiva integral. &#8220;Resgatar a saúde passa por construir uma relação muito diferente com esse corpo que não é meu, pois eu não tenho um corpo, eu sou esse corpo e ele sou eu&#8221;, explica. &#8220;Partilho como tem se dado meu processo de autorresgate tendo como matriz o<br />
autoconhecimento, irmanado com uma rede chamada Práticas Integrativas e Complementares de Saúde (Pics), além de questões de ordem mais objetiva que precisei lançar mão para usufruir de mais equilíbrio no meu existir&#8221;, completa.<br />
O evento de lançamento do livro <em>O Corpo como Metáfora</em> conta ainda com a apresentação do monólogo <em>Medusa</em>, com a atriz Fabiana Pirro; exposição de fotografias em tecidos de Carine Wallauer; exposição de ilustrações de Carol Nascindin; e música com Rodrigo Avelino e Joana Vitória, que compõem o dueto Unoduo.<br />
Além de escritora e psicóloga, Ângela Farias é advogada, psicoterapeuta com formação em Gestalt-Terapia, facilitadora de grupos, possui formação em constelações familiares, especialista em gestão e controle social de políticas públicas, fundadora e diretora da ONG Teceranda Mulher, Arte &amp; Memória e pós-graduanda em gestão de negócios e em conciliação e mediação de conflitos.</p>
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		<title>Ayodê França lança série de ilustrações &#8220;Divindades Ancestrais&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 12:58:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Divindades Ancestrais (@divindadesancestrais) O artista Ayodê França lança a série &#8220;Divindades Ancestrais”, com ilustrações de orixás e estampas. O objetivo do projeto é ampliar o espaço ocupado pela iconografia das religiões de matriz africana no imaginário coletivo, afirmando a importância das raízes africanas na construção das [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CNubvzBFkvb/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CNubvzBFkvb/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CNubvzBFkvb/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por Divindades Ancestrais (@divindadesancestrais)</a></p>
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</blockquote>
<p> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>O artista Ayodê França lança a série &#8220;Divindades Ancestrais”, com ilustrações de orixás e estampas. O objetivo do projeto é ampliar o espaço ocupado pela iconografia das religiões de matriz africana no imaginário coletivo, afirmando a importância das raízes africanas na construção das identidades individuais e coletivas. Os orixás que fazem parte da série são Ogum, Oxum, Oxalá, Xangô, Exu, Iemanjá, Obaluaiê, Oxóssi, Iansã e Oxumaré. As ilustrações são lançadas diariamente através do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/ayode_franca/" target="_blank"><strong>@ayode_franca</strong></a> e <a href="https://www.instagram.com/divindadesancestrais/" target="_blank"><strong>@divindadesancestrais</strong></a>. Todas as imagens são disponibilizadas para download gratuitamente para diversos usos, em alta resolução, através do site <a href="http://bit.ly/DivindadesAncestrais" target="_blank"><strong>bit.ly/DivindadesAncestrais</strong></a>.</p>
<p>O projeto de artes visuais “Divindades Ancestrais” é realizado por Ayodê França, com o incentivo da Lei Aldir Blanc / Governo Federal, através do edital lançado pelo Governo de Pernambuco, Secretaria de Cultura, Fundarpe. Ayodê França é artista plástico, ilustrador, designer, tatuador e realizador audiovisual negro, criado na periferia de Olinda, no bairro de Peixinhos.</p>
<p><em>“A temática da ancestralidade neste trabalho é uma forma de afirmar para mim e para quem eu puder alcançar, que nós negros não somos descendentes de escravos, somos filhos de povos escravizados. A história dos nossos ancestrais não começa no dia em que eles foram sequestrados de África para serem comercializados nas américas. Os ritos, costumes e mitologias, que sobreviveram ao esforço brutal de apagar nossa história e identidade, são a prova de que esse é apenas um recorte, um momento, dentro de uma trajetória muito maior, mais rica e bela, do que as que nos é apresentada”</em>, explica Ayodê França.</p>
<p>Para contribuir para a difusão das culturas de matriz africana, Ayodê França criou 20 ilustrações, duas para cada orixá. São criações autorais com representação de cada orixá, iconografia das divindades e estampas. Os desenhos foram feitos manualmente em papel couché 200g, utilizando técnica mista, e posteriormente foram digitalizados. As ilustrações são disponibilizadas em alta resolução para uso gratuito e irrestrito nas mais diversas aplicações.</p>
<p>As imagens podem compor peças de vestuário (impressão em camisas, batas, vestido); decoração (poster, capas para almofada, cortinas, jogos americanos); acessórios (bottons, bolsas, ecobags); divulgação (cartazes, panfletos, publicações); uso pessoal (proteção de tela e papel de parede para área de trabalho digital).</p>
<p><strong>TRAJETÓRIA -</strong> Ayodê França é artista plástico, ilustrador, designer, tatuador e realizador audiovisual negro, criado na periferia de Olinda, Pernambuco. Na literatura, Ayodê assina ilustrações para diversos livros. O mais recente, lançado em 2020, é o livro infanto-juvenil “O Tapete de Carneiro no Quarto de Meditação”, de Jonas Ribeiro. Em 2017, foi responsável pela adaptação dos poemas de Miró da Muribeca para História em Quadrinhos no livro “Tô Miró”. Nas artes plásticas, participou da Cow Parade Recife 2017, com a obra “Quimera Submarina” e apresentou seus trabalhos nas exposições “Supostamente Racional” (2013) e “Entre-tanto” (2015).</p>
<p>No cinema de animação, foi roteirista, diretor e animador dos curtas-metragens “O mundo de Clara” (2019), &#8220;Súbito&#8221; (2015), “Abrupto” (2012) e “Depois do Sonho”. Também trabalhou nos curtas “Bolhas” (Mateus Alves, 2018), “A Orelha encantada” (Paulo Leonardo, 2017), &#8220;Irmã” (Lorena Arouche e Camila Lapa, 2016), “Uma balada para Rocky Lane” (Djalma Galindo, 2016), “O gaivota” (Raoni Assis, 2014), “Hotel do Coração Partido” (Raoni Assis, 2006).</p>
<p>Como ilustrador e designer criou ilustrações e cartazes para diversos eventos da Casa do Cachorro Preto e também para o Festival RecBeat (2017). Na área de vestuário, seus desenhos já foram impressos em camisetas das marcas Crioula (com sede em Salvador) e Cão sem Plumas (sediada no Recife).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Ilustrações &#8220;Divindades Ancestrais&#8221;, por Ayodê França<br />
Site: <a href="http://bit.ly/DivindadesAncestrais" target="_blank"><strong>bit.ly/DivindadesAncestrais</strong></a></p>
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		<title>Revista Continente lança uma HQ sobre o artista norte-americano Basquiat</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 19:23:13 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80152" aria-labelledby="figcaption_attachment_80152" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Raul Souza/Ilustração</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/basquiat-revista-continente-ilustracao-raul-souza.jpg"><img class="size-medium wp-image-80152" alt="Raul Souza/Ilustração " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/basquiat-revista-continente-ilustracao-raul-souza-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A HQ sobre Basquiat marca o retorno impresso da revista</p></div>
<p>Em 22 de dezembro de 2020, o artista norte-americano Jean-Michel Basquiat (1960-1988) faria 60 anos. Para comemorar a data, a Revista Continente, editada pela Cepe, traz nesta edição de novembro uma HQ de dez páginas sobre a vida do artista, com texto da editora da revista, Adriana Dória Matos, e ilustrações de Raul Souza. Este número marca a volta da edição impressa da revista, que só estava saindo em versão digital devido à pandemia. A Continente, aliás, tem investido em HQs em várias edições. Em 2021, a revista prepara um coletânea das melhores histórias em quadrinhos para lançar em livro.</p>
<p>A HQ <strong>&#8220;Basquiat por ele mesmo&#8221;</strong> narrada em primeira pessoa conta um pouco da trajetória do artista que foi morar nas ruas de Nova York aos 17 anos, onde desenvolveu sua arte em grafitagens, postais, poesias e música. Frequentador dos clubes undergrounds que foram moda na época, como o CBGB, conheceu e ficou amigo de outros artistas, músicos e cineastas. Engolido pelo mercado de arte comandado por brancos, se viu vítima do racismo estrutural ao se tornar objeto de consumo, o que o levou ao vício em heroína e à morte precoce, aos 27 anos. Saiba mais <a href="https://www.revistacontinente.com.br/edicoes/239/basquiat-por-ele-mesmo" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Ilustrações para colorir evidenciam beleza do Patrimônio Cultural de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 18:26:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Parte do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, tão rico e repleto de histórias, é o tema de um e-book desenvolvido especialmente para este período de isolamento social e pensado para o público infanto-juvenil. Recheado com uma série de ilustrações para serem coloridas, o material, batizado de Desenhos para Colorir, está disponível para download gratuito aqui. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76737" aria-labelledby="figcaption_attachment_76737" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arte/Adeildo Leite</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/20-04-20-desenhos-para-colorir-capa-portal-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-76737" alt="Arte/Adeildo Leite" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/20-04-20-desenhos-para-colorir-capa-portal-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Produzido pelo ilustrador Adeildo Leite, o material reúne imagens para colorir de seis equipamentos culturais gerenciados pela Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Parte do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, tão rico e repleto de histórias, é o tema de um e-book desenvolvido especialmente para este período de isolamento social e pensado para o público infanto-juvenil. Recheado com uma série de ilustrações para serem coloridas, o material, batizado de <em>Desenhos para Colorir</em>, está disponível para download gratuito <a href="https://drive.google.com/file/d/1Dei1r0wfWH7ijOfXd4rFqefuMNE1dT7l/view?usp=sharing" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>. As imagens, criadas pelo ilustrador Adeildo Leite, trazem fachadas dos equipamentos culturais gerenciados pela Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p><em>“Após selecionar as imagens, fiz os desenhos utilizando carvão. Fotografei essas imagens e organizei no PDF ao lado de imagens reais dos equipamentos para serem usadas como referência na hora de pintar”</em>, explicou Adeildo Leite.</p>
<p>O resultado é um arquivo com seis imagens para colorir que, além de divertir e ajudar a passar o tempo durante o isolamento social, ainda ensina mais sobre os espaços culturais que são patrimônio dos pernambucanos. Nesta edição, estão retratados <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/casa-da-cultura/" target="_blank"><strong>Casa da Cultura</strong></a>, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/cinema-sao-luiz/" target="_blank"><strong>Cinema São Luiz</strong></a>, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-do-estado-de-pernambuco-mepe/" target="_blank"><strong>Museu do Estado de Pernambuco</strong></a>, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/teatro-arraial/" target="_blank"><strong>Teatro Arraial Ariano Suassuna</strong></a>, <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museudotrem" target="_blank">Museu do Trem/Estação Central do Recife</a> </strong>e <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-de-arte-sacra-maspe/" target="_blank"><strong>Museu de Arte Sacra de Pernambuco</strong></a>. Agora, é pegar os lápis de cor e deixar a imaginação correr solta.</p>
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