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	<title>Portal Cultura PE &#187; Janela Internacional de Cinema do Recife</title>
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		<title>Em cerimônia conduzida pela governadora em exercício Priscila Krause, o Cinema São Luiz é reaberto ao público</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Nov 2024 14:11:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/CinemaSãoLuiz.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114221" alt="Janaína Pepeu/Secom" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/CinemaSãoLuiz-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Aos aplausos do público presente, o Cinema São Luiz reabriu suas portas à população na noite desta sexta-feira (1º). Equipamento histórico e cultural com mais de sete décadas de existência, o cinema foi reinaugurado oficialmente em cerimônia conduzida pela governadora em exercício Priscila Krause, após reformas estruturais para mantê-lo erguido. As atividades do São Luiz foram reiniciadas com a programação do 15º Festival Janela Internacional de Cinema do Recife, que contou com a exibição do filme Manas. O festival segue até o dia 8 de novembro.</p>
<p>A governadora em exercício Priscila Krause definiu a reabertura do cinema como um acontecimento histórico para a recuperação do Centro do Recife. &#8220;Essa é uma noite histórica, de muita emoção e que diz muito sobre a cidade do Recife e o estado de Pernambuco. O Cinema São Luiz é um dos equipamentos culturais mais importantes do país e faz parte da história do audiovisual do Brasil. Hoje, nós reabrimos o cinema, que veio para ficar. Gostaria de fazer um agradecimento especial também aos trabalhadores e restauradores que fizeram tudo com muito amor e dedicação&#8221;, afirmou.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/PriscilaKrause.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114222" alt="Janaína Pepeu/Secom" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/PriscilaKrause-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A reabertura do cinema foi feita após serem realizadas obras de recuperação para garantir a volta da estrutura adequada. As intervenções incluíram a recuperação da coberta, orçada em R$ 106 mil, com investimento da gestão estadual, e a restauração do forro decorativo, no valor de R$ 1,3 milhão, por meio de recursos do governo federal através da Lei Paulo Gustavo (LPG). As obras foram realizadas pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>&#8220;Entregar esse equipamento é entregar muito mais que um espaço de exibição, é reforçar Pernambuco enquanto um dos principais polos audiovisuais do Brasil e também do mundo. Abrimos as portas para o público, mas também abrimos as portas para toda uma cadeia produtiva que tem o Cinema São Luiz como referência para a exibição, de alcance local, nacional e global, com equipamentos de ponta”, afirmou a secretária de Cultura, Cacau de Paula.</p>
<p>“O retorno do público ao Cinema São Luiz traz de volta memórias e experiências colecionadas nesse belo equipamento cultural durante mais de sete décadas. Frequentar sua sala de exibição é sempre uma experiência mágica, diante dos ricos detalhes do forro em gesso policromado, dos vitrais da artista Aurora de Lima, além das poltronas e cortinas vermelhas, que se abrem para anunciar aos expectadores que o filme vai começar”, completou a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/RenataeCacau.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114223" alt="Eduardo Cunha/Secult/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/RenataeCacau-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O cineasta e roteirista Kleber Mendonça Filho esteve na cerimônia de reabertura. “Uma coisa muito importante que gostaria de dizer, que a governadora Priscila Krause também falou, é que a cultura é uma expressão política. Eu acredito muito nisso”, destacou. Já a cineasta Marianna Brennand dirigiu o filme Manas, que foi o primeiro a ser exibido na reabertura. “É uma emoção muito grande estar aqui, uma noite histórica. Estou muito feliz em exibir o filme na primeira noite de reabertura do São Luiz”, disse.</p>
<p>Após a reabertura, outras melhorias seguem em curso para deixar o São Luiz mais moderno, seguro e acessível. A última fase de obras no cinema, no valor de R$1,9 milhão, iniciou no último mês de agosto, com a licitação da requalificação e acessibilidade do espaço cultural. O serviço inclui a recuperação das marquises externas, a instalação de um sistema de prevenção e combate a incêndios, a requalificação dos banheiros com acessibilidade e a instalação de um elevador para os quatro pavimentos superiores. Também será realizada a recuperação de danos em pisos, tetos, portas, luminárias e no icônico letreiro da fachada. A previsão é que, em dez meses, estejam finalizadas. Esta última intervenção também conta com recursos da LPG.</p>
<p>Desde criança, Victor Souza, de 32 anos, frequenta o Cinema São Luiz. Editor de vídeo, o jovem ficou encantado com a reabertura. “Eu já esperava a reabertura do São Luiz há muito tempo. Sempre visitava o perfil do cinema para ver quando seria essa reabertura. E saber que foi reaberto junto com o festival Janela se torna uma volta emocionante”, contou Victor.</p>
<p>Após o Janela de Cinema, o Cinema São Luiz vai ser espaço para o ciclo especial no dia 16 deste mês. A programação será coordenada por Luís Fernando Moura, curador, pesquisador e produtor, com passagens por diversas mostras e festivais. O ciclo de programação especial acontecerá concomitante ao andamento e à finalização da última fase das obras de acessibilidade e requalificação completas.</p>
<p>O deputado estadual João Paulo falou da importância de se ter o Cinema São Luiz de volta. “Eu acho que é uma forma de resgatar a nossa cultura, manter vivo o cinema, que é de tanta tradição, e é um símbolo, a meu ver, da cidade do Recife, às margens do Rio Capibaribe. Um lugar encantador”, registrou o deputado.</p>
<p><strong>HISTÓRICO</strong> – Em julho de 2022, o São Luiz foi fechado para a implantação de um novo sistema de refrigeração, correção de problemas de vazamento de cobertura e redimensionamento das suas instalações elétricas. Após chuvas torrenciais ocorridas no Recife em fevereiro de 2023, o equipamento precisou ser totalmente interditado por medida de segurança. A reabertura do cinema se tornou prioridade para a Secretaria de Cultura desde então.</p>
<p>Inaugurado no dia 6 de setembro de 1952, o cinema São Luiz tornou-se um dos mais emblemáticos cinemas do Recife, prezando por essa arte em sua concepção clássica, com exibição em cineteatro. Atualmente, é o de mais rica concepção artística e arquitetônica do Recife e um dos últimos cinemas de rua do Brasil.</p>
<p>Acompanharam a reabertura do cinema os senadores Fernando Dueire e Humberto Costa, e o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula. Também estavam os deputados estaduais Rosa Amorim, Dani Portela e Jarbas Filho, além da vereadora do Recife Liana Cirne. O ex-governador de Pernambuco Gustavo Krause, e a secretária da Mulher em exercício, Juliana Gouveia, também esteve presente.</p>
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		<title>Festival Janela Internacional de Cinema lança programação completa</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 14:14:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A relação entre o Cinema São Luiz e o Festival Janela Internacional de Cinema renderia um filme. Apesar da diferença de idade, é difícil contar a história de um sem falar do outro. Essa relação está eternizada em arquivos de jornais e revistas, cartazes, programas, e na vida de milhares de pessoas que desde 2008 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A relação entre o Cinema São Luiz e o Festival Janela Internacional de Cinema renderia um filme. Apesar da diferença de idade, é difícil contar a história de um sem falar do outro. Essa relação está eternizada em arquivos de jornais e revistas, cartazes, programas, e na vida de milhares de pessoas que desde 2008 esperam novembro chegar para cruzar o belo <i>foyer</i> do cinema, entrar na ampla sala de cadeiras vermelhas, a tela ladeada por vitrais, e se emocionar com as sessões de longas e curtas-metragens do Festival. Na sexta-feira, dia 1º, mais um capítulo dessa história começa a ser escrito com a reabertura do Cinema São Luiz, após dois anos fechado, e a abertura do Festival Janela Internacional de Cinema, que em sua 15ª edição celebra o retorno para casa.</p>
<p>O longa-metragem <i>Manas</i>, de Marianna Brennand, foi o escolhido para a sessão de abertura, às 20h, com a presença da diretora e parte do elenco. <i>Manas</i> apresenta a história de Marcielle, vivida pela paraense Jamilli Correa, jovem atriz de 13 anos, vencedora do Prêmio Especial do júri no Festival do Rio, em sua trajetória de tomada de consciência da violência e da falta de direitos onde está inserida, junto com a família. O longa também foi exibido no Festival de Veneza, com premiação de melhor direção para Marianna, e na Mostra São Paulo.</p>
<p>A programação do XV Festival Janela Internacional de Cinema do Recife segue até 8 de novembro, com exibições também no Cinema do Museu, em Casa Forte. No Cinema São Luiz a compra de ingressos será exclusiva pelo Sympla. No Cinema do Museu, só na bilheteria, que abre para a venda uma hora antes. É possível comprar os ingressos para o dia todo. Todos pagam R$ 5,00, mas a entrada para as sessões de Curtas são gratuitas. Sessões com acessibilidade em LSE, Libras e audiodescrição: <i>Manas</i>, <i>Tijolo por Tijolo, Kasa Branca, Seu Cavalcanti </i>e <i>A</i> <i>Transformação de Canuto</i>.</p>
<p>Durante os oito dias serão mais de 100 filmes, entre longas e curtas-metragens, distribuídos em cerca de 55 sessões distribuídas em Clássicos do Janela, Lançamentos Nacionais e Internacionais, Competição de Curtas Nacionais, que está de volta com 22 filmes, Homenagem à cineasta pernambucana Kátia Mesel, com mostra de filmes e masterclasses sobre sua filmografia e uma Mostra de Curtas Estrangeiros exibidos este ano no Festival de Cannes, uma parceria institucional com a Quinzena dos Cineastas. E na sessão especial de encerramento do Festival, também no São Luiz, no dia 8, às 22h, teremos os quase centenários <i>Revezes</i> (1927), de Chagas Ribeiro, e <i>Retribuição</i> (1925), de Gentil Roiz, com acompanhamento musical da banda Ave Sangria.</p>
<p>Além de <i>Manas</i>, outros longas nacionais de destaque no circuito de festivais em 2024 também contarão com a presença de seus realizadores nas sessões. Filmes como <i>Ainda Estou Aqui</i> (de Walter Salles), <i>Malu</i> (de Pedro Freire), <i>Apocalipse nos Trópicos</i> (de Petra Costa), <i>Centro Ilusão</i> (de Pedro Diógenes), <i>Baby</i> (de Marcelo Caetano) e <i>Kasa Branca</i> (de Luciano Vidigal) serão seguidos de debates com o público.</p>
<p>A mesma dinâmica se estenderá aos títulos pernambucanos, que ocupam um espaço central na programação e celebram, em grande estilo, a reabertura do Cinema São Luiz: <i>Tijolo por Tijolo</i> (de Quentin Delaroche e Victoria Álvares), <i>Seu Cavalcanti</i> (de Leo Lacca), <i>A Transformação de Canuto</i> (de Ernesto de Carvalho e Ariel Kuaray Ortega), <i>Ainda Não é Amanhã</i> (de Milena Times) e <i>Dormir de Olhos Abertos</i>, longa vencedor do prêmio da crítica internacional (Fipresci) em Berlim, filmado no Recife com direção da cineasta alemã Nele Wohlatz, que estará presente na ocasião.</p>
<p>A seleção de longas-metragens internacionais reflete o desejo de apresentar um recorte de títulos fortes, capazes de estabelecer uma conexão direta com o público local e, ao mesmo tempo, manter um diálogo com as produções brasileiras. Na programação, destacam-se desde filmes de realizadores consagrados e já conhecidos no Janela, como Jia Zhangke (<i>Caught by the Tides</i>), Miguel Gomes (<i>Grand Tour</i>), Mati Diop (<i>Dahomey</i>) e Leos Carax (<i>C’est Pas Moi</i>), até apostas em nomes como Hala Elkoussy (<i>East of Noon</i>), Ramon Zürcher (<i>O Pardal na Chaminé</i>), Payal Kapadia (<i>Tudo o que Imaginamos como Luz</i>), Joaquin Cociña e Cristóbal León (<i>Os Hiperbóreos</i>), Nelson Makengo (<i>Rising Up at Night</i>), Apolline Traoré (<i>Sira</i>) e Kamal Aljafari (<i>A Fidai Film</i>).</p>
<p>Esses filmes se destacaram no circuito internacional, com honrarias como <i>Dahomey</i>, que recebeu o Urso de Ouro em Berlim, <i>Grand Tour</i>, premiado com Melhor Direção em Cannes, e <i>Tudo o que Imaginamos como Luz</i>, vencedor do Grande Prêmio do Júri em Cannes. Além disso, <i>Ainda estou aqui</i> ganhou na categoria de melhor roteiro em Veneza com o trabalho da dupla Murilo Hauser e Heitor Lorega.</p>
<p><b>Oficinas</b> – Na parte formativa, o XV Janela Internacional de Cinema do Recife oferece duas oficinas de formação. <i>Janela Crítica</i>, que se propõe a desenvolver entre os participantes o olhar para o cinema por meio da escrita, e depois terão a oportunidade de compor o júri da competição de Curtas. Em outra atividade formativa, <i>Aulas do Janela</i>, os encontros serão pela manhã de 4 a 8 de novembro no hall do Cinema São Luiz, e vai abranger os temas roteiro, vinheta e curadoria.</p>
<p><b>Curadoria</b> – Nesta edição, a equipe de curadoria é coordenada pelo programador, crítico e pesquisador Pedro Azevedo Moreira, e inclui uma equipe formada pelo realizador e curador recifense Felipe André Silva, a artista transmídia Biarritz, e o roteirista e diretor de cinema carioca Dodô Azevedo. A produção do Festival é de Juliana Soares e Dora Amorim, com direção artística de Kleber Mendonça Filho e Emilie Lesclaux. Questões globais urgentes e temas emergentes permeiam o processo curatorial, como arquivo e memória, o genocídio em Gaza, colonialidade e a ficcionalização da vida cotidiana.</p>
<p>“Mantemos uma pesquisa constante, acompanhando festivais de diferentes dimensões ao redor do mundo para selecionar filmes que possam dialogar com o público de Recife”, explica Pedro Azevedo. “Filmes como <i>A Fidai Film</i>, de Kamal Alfajari (Palestina), <i>East of Noon</i>, de Hala Elkoussy (Egito), e <i>Dahomey</i>, de Mati Diop (Senegal/França), tratam de questões geopolíticas centrais para o sul global, tanto historicamente quanto na contemporaneidade, enquanto se destacam por suas experimentações formais e narrativas. Esses trabalhos transitam entre o documentário e a ficção, explorando abordagens inovadoras para revisitar a história”, conclui o curador.</p>
<p>O Festival Janela Internacional de Cinema do Recife é realizado pela Cinemascópio, e este ano tem o patrocínio da Lei Paulo Gustavo Recife (LPG &#8211; Recife), da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE), da Copergás e do Complexo Industrial Portuário de Suape e o apoio cultural da Centro Cultural Brasil Alemanha (CCBA), Embaixada da França no Brasil, Cinemateca da Embaixada da França e Cinémathèque Afrique do Institut Français.</p>
<p><b>SERVIÇO:</b> XV JANELA INTERNACIONAL DE CINEMA DO RECIFE</p>
<p>Data: 1 a 8 de novembro ABERTURA NA SEXTA-FEIRA, DIA 1º DE NOVEMBRO</p>
<p>Locais: Cinema São Luiz (rua da Aurora, 175 – Boa Vista) e Cinema da Fundação &#8211; Sala Museu (avenida 17 de agosto, 2187 – Casa Forte)</p>
<p>Sessões com acessibilidade em LSE, Libras e audiodescrição: <i>Manas</i>, <i>Tijolo por Tijolo, Kasa Branca, Seu Cavalcanti </i>e <i>A</i> <i>Transformação de Canuto</i>.</p>
<p>Ingressos: R$ 5,00 (para o Cinema São Luiz venda exclusiva pelo Sympla. No Cinema do Museu, só na bilheteria, que abre para venda uma hora antes da sessão).</p>
<p>Sessões de Curtas têm entrada GRATUITA</p>
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		<title>Janela de Cinema do Recife ocupa instalações do Teatro do Parque e do Cinema da Fundação</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 15:37:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O festival Janela Internacional de Cinema do Recife realiza uma edição de transição de 12 a 24 de julho. A programação marca o retorno do evento às salas de cinema do Recife, com duas mostras especiais e inéditas, além de pré-estreias e atividades especiais. Em 2021, o festival foi realizado em formato experimental e on-line, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/janela-internacional-de-cinema-do-recife-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95163" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/janela-internacional-de-cinema-do-recife-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>O festival Janela Internacional de Cinema do Recife realiza uma edição de transição de 12 a 24 de julho. A programação marca o retorno do evento às salas de cinema do Recife, com duas mostras especiais e inéditas, além de pré-estreias e atividades especiais. Em 2021, o festival foi realizado em formato experimental e on-line, devido a pandemia da Covid-19. A última edição presencial foi em 2019. O ciclo de atividades antecede a retomada do formato tradicional do festival, que terá sua décima quarta edição em novembro deste ano, com mostras competitivas.</p>
<p>O Janela traz nesta edição especial uma mostra com todos os longas-metragens da cineasta estadunidense Kelly Reichardt, considerada um dos principais nomes do cinema independente mundial; a mostra Ladrões de Cinema, com curadoria dedicada à presença marcante de atores e atrizes negras na história do cinema brasileiro; as estreias dos premiados longas brasileiros “Rio Doce”, de Fellipe Fernandes, e “Entre nós talvez estejam multidões”, de Aiano Bemfica e Pedro Maia de Brito, a pré-estreia do longa de terror “Crimes of The Future”, de David Cronenberg, exibido no Festival de Cannes; uma obra inédita comissionada da artista Anti Ribeiro; o programa de curtas comissionados Eu Me Lembro; cinco aulas-encontros com diferentes temas e formatos, incluindo uma conversa com Antônio Pitanga; e o workshop 2ª Janela de Criação, dedicado a se debruçar sobre arquivos fotográficos de populações trans. A curadoria desta edição especial é formada por Luís Fernando Moura, Lorenna Rocha e Rita Vênus. Nesta terça-feira (12), às 19h, o festival realiza um diálogo on-line da equipe de curadoria com o público através do site do festival: <a href="https://www.janeladecinema.com.br/" target="_blank"><strong>www.janeladecinema.com.br</strong></a>.</p>
<p>Como parte da mostra Ladrões de Cinema, em parceria com a organização Cinelimite e o laboratório Link Digital, o Janela promoveu a digitalização dos negativos do filme &#8220;A Rainha Diaba&#8221; (1974), que será apresentado pela primeira após a ação de preservação. Estrelado pelo ator Milton Gonçalves, falecido este ano, o filme cinquentenário é dirigido por Antonio Carlos Fontoura, que estará presente no festival para debate, bem como a consultora do processo de digitalização, Débora Butruce.</p>
<p>O festival Janela de Cinema mais uma vez se dedica a trazer filmes inéditos e especiais, difundir e preservar os arquivos de cinema e promover trocas de conhecimento e experimentos sobre o audiovisual e a cultura brasileira contemporânea e mundial. As sessões e atividades do ciclo são realizadas no Cinema da Fundação (Derby) e Cineteatro do Parque, além de dois encontros online. Toda a programação detalhada e sinopses estarão disponíveis no <a href="https://www.janeladecinema.com.br/" target="_blank"><strong>site do evento</strong></a>.</p>
<p>A edição especial do Janela de Cinema é realizada pela Cinemascópio Produções com incentivo do Funcultura e apoio da Embaixada da França. O Janela tem direção artística de Kleber Mendonça Filho e Emilie Lesclaux, coordenação de programação de Luís Fernando Moura, coordenação de produção de Dora Amorim, assistência de produção de Juliana Soares, e produção executiva de Carol Ferreira, assessoria de imprensa de Flora Noberto e conteúdo para redes sociais do Mirah Ateliê de Ideais (Juliana Santos e Paula K.). A identidade visual do Janela é assinada pela designer e artista Clara Moreira a partir de imagens da intervenção do coletivo Coque Vídeo no Centro do Recife, realizada pelo festival em 2021.</p>
<p><em>&#8220;No final do ano, o Janela deve retomar o formato que conhecemos antes do início da pandemia, e esta edição de agora marca um retorno do Janela à cidade – mais um experimento, e também extremamente especial, que montamos com olhos e ouvidos atentos&#8221;</em>, diz Luís Fernando Moura.<em> &#8220;Nesta edição, trazemos o conjunto da obra de Kelly Reichardt pela primeira vez ao Brasil, propomos um olhar para a filmografia brasileira com cópias raras ou inéditas e exibição de filmes especiais. Em torno disso, estamos experimentando o que é retornar às salas também através das Aulas do Janela, atividades em que nos debruçamos sobre as imagens que nos cercam, dos arquivos, aos ícones, ao que vemos na internet. Um festival de cinema é um espaço de formação em muitos sentidos, é um lugar de experimentação coletiva em torno de imagens&#8221;</em>, explica.</p>
<p><strong>MOSTRAS -</strong> A mostra Kelly Reichardt Integral traz pela primeira vez ao país o conjunto de sete longas-metragens da cineasta estadunidense: &#8220;Rio de Grama&#8221;, &#8220;Antiga Alegria&#8221;, &#8220;Wendy e Lucy&#8221;, &#8220;O Atalho&#8221;, &#8220;Movimentos Noturnos&#8221;, &#8220;Certas Mulheres&#8221; e &#8220;First Cow: A Primeira Vaca da América&#8221;. Reconhecida pela crítica mundial e presente nos principais festivais, sua obra dirige um olhar contemporâneo à identidade do continente americano e particularmente dos Estados Unidos, revisitando os efeitos da colonização nos EUA e o estado de espírito de personagens forasteiras, frequentemente mulheres, através de dramas íntimos, histórias de viagem e amizade e uma versão própria de uma perspectiva sobre gêneros do cinema americano, como o western.</p>
<p>Outro destaque será a mostra Ladrões de Cinema, uma seleção dedicada a olhar a história do cinema brasileiro a partir do protagonismo dos artistas negros e negras. A mostra é uma pequena seleção de cinco longas-metragens, filmes de 1957 a 2018, a partir de cópias digitais disponíveis para cinema, em DCP, que investigam a ideia de Brasil com as presenças marcantes de artistas como Grande Otelo, Léa Garcia ou Antonio Pitanga. &#8220;Nesta mostra, a ideia de autoria é de certo modo subvertida, sendo que o eixo com que olhamos a história passa a ser o que e quem está em frente às câmeras, particularmente estes artistas que, através da atuação, indicam que há uma história da arte a ser contada a partir destas presenças memoráveis, incontornáveis, mobilizadoras de todo um imaginário&#8221;, diz Luís Fernando Moura.</p>
<p>Entre os filmes da Mostra Ladrões de Cinema, está “A Rainha Diaba” (1974), protagonizado por Milton Gonçalves, grande talento da dramaturgia brasileira que faleceu recentemente. Com roteiro de Plínio Marcos, Milton interpreta um personagem inspirado em João Francisco dos Santos, conhecido como Madame Satã, tornando o ator reconhecido hoje como pioneiro do cinema LGBT+. O filme ganhou sua primeira cópia digital graças a uma parceria entre o Janela, a Link Digital/Mapa Filmes e Cinelimite, com base em negativo guardado no Arquivo Nacional e em cópia positiva oferecida pelo CTAV. A mostra traz ainda cópia recém-restaurada que estreou no festival de Cannes de 2021 de “Orfeu Negro” (1959), produção francesa filmada no Rio de Janeiro que conquistou a Palma de Ouro.</p>
<p>O Janela também apresenta, pela primeira vez em sala de cinema, o conjunto de curtas “Eu me Lembro”, com filmes comissionados pelo Janela que tiveram exibições online durante a edição de 2021. Os curtas, produzidos por realizadores brasileiros e estrangeiros, serão exibidos no Cinema da Fundação (Derby). Os filmes abordam a importância das memórias individuais e coletivas, dos arquivos e da preservação das histórias e foram realizados por cineastas como Anna Muylaert, João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Matta, Kaique Brito e Bruno Ribeiro.</p>
<p><strong>ESTREIAS -</strong> O Janela exibirá filmes da mais nova safra do cinema brasileiro e estrangeiro. O filme “Rio Doce”, primeiro longa-metragem do realizador pernambucano Fellipe Fernandes, terá exibição no Cine Teatro do Parque seguida por debate com o diretor. A ficção ganhou o prêmio de melhor filme recentemente no Olhar de Cinema (Curitiba), além de outras premiações no circuito de festivais. Outra estreia será do longa “Entre nós talvez estejam multidões”, documentário musical do mineiro Aiano Bemfica e do pernambucano Pedro Maia de Brito em parceria com o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) de Belo Horizonte.</p>
<p>Do cinema estrangeiro, o Janela promove a pré-estreia de “Crimes of the Future”, de David Cronenberg, em parceria com a plataforma de streaming MUBI. A história de terror/ ficção científica segue Saul Tenser (Viggo Mortensen), um uma celebridade artística que junto com sua parceira Caprice (Leá Seydoux) mostra publicamente a metamorfose de seus órgãos em performances de vanguarda. O trabalho tem chamado a atenção pela atuação de Kristen Stewart.</p>
<p>Também como parte da programação de sessões especiais, a artista Anti Ribeiro trará uma peça sonora para uma sala de cinema, em trabalho comissionado pelo festival.<em> &#8220;A ideia é que as pessoas vão à sala de cinema para uma experiência diferente, não com a imagem propriamente, com o som, e Anti Ribeiro tem tido um trabalho artístico notável nessa pesquisa, intimamente ligada às noções de diáspora e da construção de outras percepções&#8221;</em>, diz Luís Fernando Moura.</p>
<p><strong>AULAS -</strong> Na área de formação, o festival dá continuidade às Aulas do Janela, encontros e experimentações para trocas de conhecimento sobre audiovisual e cultura. Serão cinco aulas, quatro delas presenciais no Cinema da Fundação (Derby) e uma online, que também trazem tanto nomes consagrados pela trajetória no cinema quanto artistas e pesquisadores contemporâneos. O acesso às aulas presenciais na Fundação é gratuito, com distribuição das entradas com uma hora de antecedência na bilheteria.</p>
<p><em>&#8220;As aulas são uma das faixas mais especiais para nós que construímos o Janela. Em particular, esse ano o conjunto delas se debruça sobre nossa cultura compartilhada, seja a história do cinema brasileiro, visto por um ângulo da dissidência, quanto pelas imagens que nos cercam cotidianamente, das figurinhas de aplicativos de comunicação até a produção musical que circula na internet, e que apesar de incrível não está em festivais, bem como por métodos de retomada e preservação de arquivos&#8221;</em>, diz Luís Fernando Moura.</p>
<p>A aula on-line será com o ator e diretor Antonio Pitanga, que falará sobre sua trajetória no encontro “Cinema que Ginga”, com mediação de Lorenna Rocha e Gabriel Araújo, do plataforma Indeterminações (<a href="https://indeterminacoes.com/" target="_blank"><strong>indeterminacoes.com</strong></a>), dedicado à pesquisa sobre o cinema negro brasileiro. A história e preservação da cinematografia brasileira, em torno de &#8220;A Rainha Diaba&#8221;, será contemplada na aula com o diretor Antônio Carlos Fontoura e a pesquisadora e conservadora Débora Brutuce, que estarão no Recife. Em outro encontro, os profissionais preservadores William M. Plotnick e Laura Batitucci, da organização Cinelimite, ministram aula sobre métodos de preservação e digitalização de filmes.</p>
<p>Dando continuidade às reflexões sobre a produção de imagens fora do circuito de cinema que foi realizado no ciclo de aulas anterior, a artista Lia Letícia fará uma aula-performance em torno de figurinhas de comunicação remota e das maneiras contemporâneas de criar narrativas, no entorno daquelas imagens consideradas propriamente artísticas. O jornalista e pesquisador GG Albuquerque fará um ensaio comentado com vídeos de música que circulam pela internet, particularmente de artistas negros, como uma espécie de playlist-palestra ao vivo com participação do público.</p>
<p><strong>JANELA DE CRIAÇÃO -</strong> Na área de fomento à produção audiovisual e formação, será realizada a segunda edição da Janela de Criação, uma oficina para realização de filmes curtos. O workshop terá condução da curadora Rita Venus no Recife e será ministrado pelo Archivo da Memória Trans Argentina (<a href="https://archivotrans.ar/" target="_blank"><strong>archivotrans.ar</strong></a>), que participará remotamente dos encontros através de videoconferência. A oficina será aberta à participação de pessoas transgêneras, que irão criar filmes a partir dos seus arquivos pessoais e de imagens do Archivo Trans. As inscrições serão anunciadas nas redes sociais do Janela no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/janeladecinema/" target="_blank"><strong>@janeladecinema</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Janela Internacional de Cinema do Recife &#8211; Edição Especial 2022<br />
De 12 a 24 de julho no Cinema da Fundação (Derby) e no Cine Teatro do Parque<br />
Ingressos: venda nas bilheterias dos cinemas com uma hora de antecedência da sessão.<br />
Cinema da Fundação: terça-feira R$ 7 (preço único), quarta a Domingo: R$ 14 (inteira) e R$ 7 (meia-entrada). Gratuito para professores na quarta. Acesso gratuito para aulas de cinema, com distribuição das entradas com uma hora de antecedência.<br />
Cine Teatro do Parque: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)<br />
Programação: <a href="https://docs.google.com/document/d/1apwaNeBdEEgLJCfLsWz7G3miWspShNkgz1JeVZ6Ng8k/edit?usp=sharing" target="_blank"><strong>bit.ly/Prog_Janela2022</strong></a> | Site: <a href="https://www.janeladecinema.com.br/" target="_blank"><strong>www.janeladecinema.com.br</strong></a> | Instagram: <a href="https://www.instagram.com/janeladecinema/" target="_blank"><strong>@janeladecinema</strong></a></p>
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		<title>Janela Internacional de Cinema terá edição especial em março</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2021 22:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[evento virtual]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[Janela Internacional de Cinema do Recife]]></category>
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		<description><![CDATA[O Janela Internacional de Cinema do Recife fará sua décima terceira edição de 6 a 10 de março de 2021, em formato adaptado ao contexto da pandemia. O festival, que acontece sempre no Recife, no mês de novembro, com sessões nos cinemas São Luiz e da Fundação Joaquim Nabuco, não ocorreu em 2020 devido à [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31552" aria-labelledby="figcaption_attachment_31552" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/cinema-sao-luiz_victor-juca.jpg"><img class="size-medium wp-image-31552" alt="Victor Jucá/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/cinema-sao-luiz_victor-juca-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O festival migra do Cinema São Luiz para ações virtuais </p></div>
<p>O Janela Internacional de Cinema do Recife fará sua décima terceira edição de 6 a 10 de março de 2021, em formato adaptado ao contexto da pandemia. O festival, que acontece sempre no Recife, no mês de novembro, com sessões nos cinemas São Luiz e da Fundação Joaquim Nabuco, não ocorreu em 2020 devido à pandemia do novo coronavírus.</p>
<p>Nesta edição, o Janela vai explorar o tema &#8220;Eu me lembro&#8221;, abordando a importância das memórias individuais e coletivas, dos arquivos e da preservação das histórias filmadas. No período, o Janela realizará intervenção urbana e atividades remotas (online) e gratuitas, que incluem Aulas de Cinema e programas especiais de filmes.</p>
<p>O Janela Internacional de Cinema do Recife tem incentivo da Lei Aldir Blanc, Governo Federal, via edital do Governo de Pernambuco, Fundarpe, Secult-PE, patrocínio da Prefeitura do Recife, e apoio do Consulado Geral da Alemanha no Recife e Centro Cultural Brasil Alemanha. O festival tem direção artística de Kleber Mendonça Filho e Emilie Lesclaux, coordenação de programação de Luís Fernando Moura, produção de Emilie Lesclaux e Dora Amorim, e produção executiva de Carol Ferreira.</p>
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		<title>Janela Internacional de Cinema anuncia programação no Cinema São Luiz e venda de ingressos</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Nov 2019 20:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
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		<category><![CDATA[Cinema São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Janela Internacional de Cinema do Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[O Janela Internacional de Cinema do Recife anunciou a lista de filmes que compõem a 12ª edição do festival, que ocorre de 6 a 10 de novembro. Até agora, foi divulgada apenas a programação completa das sessões do Cinema São Luiz, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe. A agenda traz à tela clássicos, competição de longas-metragens, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72672" aria-labelledby="figcaption_attachment_72672" class="wp-caption img-width-579 alignnone" style="width: 579px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/TheLighthouse1.jpg"><img class="size-medium wp-image-72672" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/TheLighthouse1-579x486.jpg" width="579" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Exibição de &#8220;O Farol&#8221; abrirá o Janela Internacional de Cinema deste ano</p></div>
<p>O Janela Internacional de Cinema do Recife anunciou a lista de filmes que compõem a 12ª edição do festival, que ocorre de 6 a 10 de novembro. Até agora, foi divulgada apenas a programação completa das sessões do Cinema São Luiz, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe. A agenda traz à tela clássicos, competição de longas-metragens, competição de curtas-metragens, sessões especiais e programas convidados. Ao todo, cinquenta filmes, entre curtas e longas, serão exibidos durante o evento. A noite de abertura, na quarta-feira (6), terá exibição do aguardado “O Farol” (The Lighthouse), com Willem Dafoe e Robert Pattinson, co-produção brasileira que foi exibida na mostra competitiva do Festival de Cannes.</p>
<p>A sessão será precedida por apresentação especial do filme &#8220;Jogos Dirigidos&#8221;, do artista alagoano Jonathas de Andrade, em primeira exibição aberta no Brasil. O longa, comissionado pelo Museu de Arte Contemporânea de Chicago, terá execução de trilha sonora ao vivo no São Luiz.</p>
<div id="attachment_72673" aria-labelledby="figcaption_attachment_72673" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/TudoSobreMinhaMae.jpg"><img class="size-medium wp-image-72673" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/TudoSobreMinhaMae-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Tudo Sobre Minha Mãe&#8221;, de Pedro Almodóvar, está na mostra de clássicos</p></div>
<p>Neste ano, a já tradicional programação de Clássicos do Janela terá como carro-chefe o longa “Easy Rider: Sem Destino”, filme emblemático do final dos anos 1960 e ícone da contracultura, com Dennis Hopper, Jack Nicholson e Peter Fonda. A exibição no festival marca os 50 anos de lançamento do longa, que será projetado em cópia restaurada 4K. Serão exibidos ainda longas celebrados como “Tudo Sobre Minha Mãe”, de Pedro Almodóvar, vencedor do Oscar e Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, celebrando 20 anos de lançamento, cópia restaurada de &#8220;Losing Ground&#8221;, de Kathleen Collins, longa-metragem de 1982 e primeiro de uma diretora negra a ser realizado nos EUA desde os anos 1920, exibido este ano no Festival de Locarno, além de cópia restaurada em DCP 4K de &#8220;A Idade de Ouro&#8221; de Luís Buñuel, vinda da Cinemateca Francesa, e &#8220;O Salário do Medo&#8221;, de Henri-Georges Clouzot. Completa a lista o brasileiro “SuperOutro”, que celebra 30 anos e será exibido em 35mm. O diretor Edgar Navarro estará presente como convidado especial do evento.</p>
<div id="attachment_72675" aria-labelledby="figcaption_attachment_72675" class="wp-caption img-width-601 alignnone" style="width: 601px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/SuperOutro.jpg"><img class="size-medium wp-image-72675" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/SuperOutro-601x486.jpg" width="601" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">“SuperOutro” será exibido em 35mm com presença do diretor Edgar Navarro.</p></div>
<p>Entre outros destaques do festival, estão ainda as estreias brasileiras de &#8220;Vitalina Varela&#8221;, de Pedro Costa, e do premiado &#8220;A Febre&#8221;, de Maya-Da Rin, exibido em competição.</p>
<p><b>Programas especiais</b></p>
<p>O Janela oferece também sessões especiais comentadas dos elogiados “Bacurau”, de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro, em parceria com o Porto Digital, em datas e horários ainda a definir.</p>
<p>A grade do festival terá ainda programas convidados como Brasil Distópico Vol. 2, apresentando o longa O Jardim das Espumas” (1970), de Luiz Rosemberg Filho, e o especial Fundação Bergman, trazendo dois documentários (Farodokument 1969, Farodokument 1979) do cineasta sueco em raras exibições no Brasil. O programa será apresentado por Helen Beltrame-Linné, que dirigiu a Fundação Bergmancenter, na Suécia.</p>
<p><b>Ingressos e horários</b></p>
<p>O festival também abre a partir desta segunda (4), às 18h, as vendas antecipadas de ingressos através da plataforma online <a href="http://www.sympla.com.br/xiijaneladecinema" target="_blank">www.sympla.com.br/xiijaneladecinema</a>, exclusivas para sessões no Cinema São Luiz. Cada pessoa terá direito à compra de duas entradas, pelo valor de R$ 5 (longas) e R$ 3 (curtas). A esses valores, será acrescida a taxa de R$ 2,50 da plataforma. As vendas online estarão disponíveis durante todo o evento, e se encerram 30 minutos antes do início de cada sessão.</p>
<p>Na quarta-feira (6), a partir das 14h, começa a venda física dos ingressos, disponíveis nas bilheterias dos cinemas. No Cinema da Fundação, os valores passam para R$ 10 e R$ 5 (meia).</p>
<p>Abaixo, segue a grade de horários para as exibições no Cinema São Luiz, disponíveis para pré-venda, além da lista completa de filmes a serem exibidos. As grades dos demais cinemas serão divulgadas nos próximos dias. Problemas técnicos no cinema da Fundação Joaquim Nabuco interferiram na divulgação da programação completa, que deve ocorrer em breve.</p>
<p>O Janela Internacional de Cinema do Recife é uma realização Cinemascópio e Jaraguá Produções, com patrocínio da Prefeitura do Recife, BRDE e Fundo Setorial Audiovisual (FSA)/Ancine.</p>
<p><em id="__mceDel"> <b>LISTA COMPLETA DE FILMES:</b></em><br />
<a href="http://bit.ly/janela-listadefilmes" target="_blank">http://bit.ly/janela-listadefilmes</a></p>
<p><b>PROGRAMAÇÃO CINEMA SÃO LUIZ</b></p>
<p><b>Quarta-feira (06)</b><br />
14h- Noite Passada te Vi Sorrindo (Competitiva Longas)<br />
+ Curtas Internacionais: Resista Num Pálido Ponto Azul<br />
17h15- Especial Curtas: Programa Farol Aceso<br />
19h30 &#8211; ESPECIAL: Jogos Dirigidos + trilha ao vivo<br />
21h &#8211; ABERTURA: O Farol (The Lighthouse)</p>
<p><b>Quinta-feira (07)</b><br />
14h- CURTAS INTERNACIONAIS: Programa Tudo Tem Febre<br />
15h40- CURTAS BRASIL: Programa Criar as Leis + debate<br />
17h40- CLÁSSICOS: Sem Chão (Losing Ground)<br />
19h30- ESPECIAL: Casa + debate<br />
21h45- COMPETITIVA LONGAS: Koko-di Koko-da + CURTA ESPECIAL: A História do Pequeno Puppetboy</p>
<p><b>Sexta-feira (08)</b><br />
14h- CURTAS INTERNACIONAIS: Programa Avistados por Vagalumes<br />
16h- CURTAS BRASIL: Programa Mudar de Rota<br />
17h45- COMPETITIVA LONGAS: Um Filme de Verão + CURTA BRASIL: Ilhas de Calor<br />
20h10- ESPECIAL: Synonymes<br />
22h30- COMPETITIVA LONGAS: So Pretty</p>
<p><b>Sábado (09)</b><br />
11h- FUNDAÇÃO BERGMAN: Farödokument 1969 + comentário<br />
14h- ESPECIAL: Indianara + Rosário + debate<br />
16h25- ESPECIAL: Vitalina Varela<br />
18h50- CLÁSSICOS: SuperOutro + CURTA ESPECIAL: A Cristalização de Brasília<br />
20h30- COMPETITIVA LONGAS: A Febre<br />
23h- CLÁSSICOS: Easy Rider: Sem Destino</p>
<p><b>Domingo (10)</b><br />
11h- ESPECIAL: Passagens + debate<br />
14h- ESPECIAL: State Funeral<br />
17h- CLÁSSICOS: A Idade de Ouro<br />
18h30- ESPECIAL: Abismo Tropical + debate<br />
20h30- CLÁSSICOS: Tudo Sobre Minha Mãe</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>AD Diper promove atividades em comemoração à Semana do Patrimônio Cultural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ad-diper-promove-atividades-em-comemoracao-a-semana-do-patrimonio-cultural/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Aug 2019 17:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Artesanato de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Janela Internacional de Cinema do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Eufrásio Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[A Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco &#8211; AD Diper comemora a Semana do Patrimônio Cultural, que acontece entre os dias 13 e 18 de Agosto, com agenda de atividades nos Centros de Artesanato de Pernambuco (Unidades Recife e Bezerros) e no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda. O incentivo e promoção à cultura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70599" aria-labelledby="figcaption_attachment_70599" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andrey Lucas/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Centro_Créditos-Andrey-Lucas.jpg"><img class="size-large wp-image-70599" alt="Andrey Lucas/Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Centro_Créditos-Andrey-Lucas-600x600.jpg" width="600" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">O Centro de Artesanato, no Recife Antigo, se integra à programação da 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, além do Mercado Eufrásio Barbosa e da unidade do Centro de Artesanato de Bezerros</p></div>
<p>A Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco &#8211; AD Diper comemora a Semana do Patrimônio Cultural, que acontece entre os dias 13 e 18 de Agosto, com agenda de atividades nos Centros de Artesanato de Pernambuco (Unidades Recife e Bezerros) e no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda.</p>
<p>O incentivo e promoção à cultura significam também entender a importância da preservação como ação fundamental para perpetuação do nosso patrimônio imaterial. Nesse contexto, a AD Diper, por meio de sua Diretoria de Promoção do Artesanato e da Economia Criativa, (DPAEC), promove em seus espaços uma série de atividades como exposição, debate, demonstração do fazer artístico, com tipologias diferentes; visita guiada e roda de conversa com artistas e artesãos que são memórias vivas da cultura do nosso Estado.</p>
<p>As ações se somam à <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/12a-semana-do-patrimonio-cultural-traz-dialogos-sobre-territorios-educativos-e-culturais/" target="_blank"><strong>12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong></a>, promovida pelo Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe.</p>
<p>A programação começa na próxima terça-feira, (13), com visita guiada e demonstração do trabalho em cerâmica do Mestre Uruda, do Cabo de Santo Agostinho, em nossa Unidade Recife, do Centro de Artesanato de Pernambuco, localizada na Praça do Marco Zero (Bairro do Recife).</p>
<div id="attachment_70601" aria-labelledby="figcaption_attachment_70601" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rhudá/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Uruda_Créditos-Rhudá-2-min.jpg"><img class="size-medium wp-image-70601" alt="Rhudá/Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Uruda_Créditos-Rhudá-2-min-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Uruda participará na terça-feira (10) de uma visita guiada ao Centro de Artesanato do Recife</p></div>
<p>Uruda, que além do saber, é detentor de uma didática especial, logo iniciou o repasse de sua experiência com a técnica da olaria em escolas públicas e privadas, para professores e alunos da UFPE. Várias gerações passaram pelas oficinas do Mestre. Ele marcou seu estilo com anjos sem rosto e o emprego da vitrificação na cerâmica. Além de ceramista, dedica-se à produção literária, resultante de pesquisas sobre a olaria desde a colonização até os dias de hoje.</p>
<p>Na quinta-feira, (15), às 10h, o local recebe uma roda de conversa; também junto com a demonstração, só que dessa vez com material reciclado, produzidos pela artesã Beth Cyrne e, à tarde, às 15h, palestra sobre a história da renda Renascença pela Mestra Odete Maciel, com coordenação de Lenice Queiroga. Mestra no ofício, Dona Odete nasceu em Poção, berço da renda renascença no Brasil. É uma das pioneiras dessa delicada técnica artesanal, de origem europeia. Com 91 anos, 76 deles dedicados à arte de tecer em linha de algodão e agulha um dos mais significativos bens culturais do Estado, hoje exportado para todo o mundo.</p>
<div id="attachment_70848" aria-labelledby="figcaption_attachment_70848" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Odete-Maciel-e-Lenice-Queiroga-foto-divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-70848" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Odete-Maciel-e-Lenice-Queiroga-foto-divulgação-607x367.jpg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Odete Maciel e a pesquisadora Lenice Queiroga comandam uma roda de conversa no Centro de Artesanato do Recife sobre Renascença</p></div>
<p>Na Unidade Bezerros, do Centro de Artesanato de Pernambuco, a comemoração da semana de patrimônio reservou a quarta-feira, (14), às 10h, uma roda de conversa com o Mestre e Patrimônio Vivo do Estado, J. Borges. Ele é Considerado o maior gravador popular brasileiro vivo, responsável por divulgar a cultura popular nordestina através dos seus cordéis e das xilogravuras. Artista popular autodidata, poeta e patrimônio vivo de Pernambuco, ele reside em Bezerros, município que nasceu em 1935. Ao longo de mais de 50 anos de uma fecunda trajetória artística, J.Borges produziu mais de 314 folhetos de cordel e um número incalculável de xilogravuras já expostas em diversos museus &#8211; como o Louvre (França), o de Arte Popular do Novo México (Santa Fé, EUA), o de Arte Moderna de Nova York (EUA) e a biblioteca do Congresso norte-americano (Washington, EUA), considerada a maior do mundo e que tem em seu acervo uma coleção do pernambucano.</p>
<p>Na ocasião, o artista estará presente contando um pouco sobre a o processo de confecção da xilogravura para visitantes e escolas da região. Às 14h acontece também uma visita guiada ao Museu do Centro de Artesanato de Bezerros.</p>
<p>Finalizando a programação, o Centro Cultural Eufrásio Barbosa comemora a chegada da nova exposição “Olinda, a cidade dos artistas”, sob a curadoria do artista plástico Raul Córdula, com uma visita guiada pelas galerias no espaço, na sexta-feira (16).</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><strong> CENTRO DE ARTESANATO DE PERNAMBUCO – UNIDADE RECIFE</strong><br />
<strong> Data: 13/08</strong></p>
<p>10h &#8211; Visita guiada com demonstração do processo de confecção artesanal das peças e as particularidades do artesanato em cerâmica com o artesão Uruda, do Cabo de Santo Agostinho.</p>
<p><strong>Data: 15/08</strong></p>
<p>10h &#8211; Roda de conversa e demonstração do processo de confecção do artesanato com reciclagem, com a artesã Bete Cyrne (artesanato com reciclagem).<br />
15h &#8211; Palestra História da Renda Renascença em Pernambuco pela Mestra Odete Maciel.</p>
<p><strong>CENTRO DE ARTESANATO DE PERNAMBUCO – UNIDADE BEZERROS</strong><br />
<strong> Data: 14/08</strong></p>
<p>10h &#8211; Roda de conversa e demonstração do processo de confecção do artesanato em xilogravura com o Mestre e Patrimônio Vivo de Pernambuco J. Borges.</p>
<p>14h &#8211; Visita guiada ao Museu do Centro de Artesanato de Bezerros</p>
<p><strong>CENTRO CULTURAL MERCADO EUFRÁSIO BARBOSA – OLINDA</strong><br />
<strong> Data: 16/08</strong></p>
<p>10h &#8211; Visita guiada pelas Exposições do Mercado Eufrásio Barbosa</p>
<p><strong>Semana do Patrimônio -</strong> Idealizada pela Fundarpe em 2008, a partir de encontros para elaboração do Plano Estadual de Cultura, a Semana estabelece diálogos interdisciplinares entre diversas instituições com o objetivo de compreender, difundir, valorizar, reconhecer, preservar e salvaguardar o Patrimônio Cultural dos 185 municípios pernambucanos.</p>
<p>A data da realização foi escolhida em comemoração ao Dia Nacional do Patrimônio Histórico, 17 de agosto, aniversário de Rodrigo Melo Franco de Andrade, criador do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.</p>
<p>Ao longo dos últimos 11 anos, a Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco fez parcerias com diversos municípios e agentes culturais, assegurando o compartilhamento e o acesso a conteúdos e a reflexões nas diferentes linguagens, reunindo preceitos das políticas de patrimônio cultural. Em 2018, a iniciativa foi contemplada com o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, na Categoria II – Iniciativas de excelência no campo do Patrimônio Cultural Imaterial.</p>
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		<title>11º Janela Internacional de Cinema do Recife  anuncia curtas-metragens selecionados</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 21:28:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O 11º Janela Internacional de Cinema do Recife divulga a lista de curtas-metragens selecionados para mostras competitivas nacional e internacional. A partir das inscrições, foram selecionadas 19 obras, sendo dez curtas brasileiros e nove estrangeiros. Os filmes irão competir nas categorias melhor som, montagem, imagem e melhor filme. A 11ª edição do festival será realizada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31311" aria-labelledby="figcaption_attachment_31311" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/JaneladeCinema_Foto_VictorJuca_Divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-31311" alt="Victor Jucá/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/JaneladeCinema_Foto_VictorJuca_Divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O festival ocupará as dependências do Cinema São Luiz e do Cinema da Fundação entre os dias 7 e 11 de novembro</p></div>
<p>O <strong>11º Janela Internacional de Cinema do Recife</strong> divulga a lista de curtas-metragens selecionados para mostras competitivas nacional e internacional. A partir das inscrições, foram selecionadas 19 obras, sendo dez curtas brasileiros e nove estrangeiros. Os filmes irão competir nas categorias melhor som, montagem, imagem e melhor filme. A 11ª edição do festival será realizada de 7 a 11 de novembro, no Cinema São Luiz e no Cinema da Fundação. Na mostra internacional, o público poderá assistir produções de Israel, Reino Unido, Alemanha, Suíça, Congo, Bélgica, Alemanha, Palestina, Estados Unidos e Colômbia. Na mostra nacional, participam obras de Pernambuco, São Paulo, Minas Gerais, Ceará e Rio de Janeiro. Os curtas foram selecionados por Janaina Oliveira, Mariana Souto, Rita Vênus e Fábio Leal, com coordenação de Luís Fernando Moura.</p>
<p><em>“A seleção de curtas do Janela é guiada pelo desejo de iluminar filmes que nos parecem especiais e comunicar um ponto de vista sobre o cinema e sobre o presente. Nessa curadoria, buscamos reunir filmes já com carreira mais vistosa em festivais, que são excelentes e se apresentam como incontornáveis, e apostas, ruídos, obras dissidentes, às vezes mais radicalmente propositivas”</em>, afirma Luís Fernando Moura, responsável pela coordenação da programação.</p>
<p>O festival é considerado uma das mais importantes mostras audiovisuais do país, com mostras competitivas de longas-metragens e curtas-metragens, programa de clássicos e seleções especiais, além da oficina Janela Crítica. Nesta edição, o festival terá duração menor que nos últimos anos, devido a uma readequação orçamentária. A programação completa será divulgada em breve. O festival Janela Internacional de Cinema do Recife é realizado pela CinemaScópio Produções Cinematográficas e Artísticas, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura e apoio da Prefeitura do Recife, Embaixada da França, Centro Cultural Brasil Alemanha (CCBA).</p>
<p>Sobre a linha curatorial diante do contexto político do País, Luís Fernando Moura conta: <em>“É óbvio que estamos profundamente sensibilizados com as questões políticas do presente e a seleção de curtas deste ano é também, em particular, uma alternativa inevitável de tocá-las, seja de maneira explícita, seja pela força do sintoma, seja na suspeita de que há maneiras de escapar ou desviar que talvez possam reativar nossa imaginação coletiva. É uma seleção forte, para guardar na mente, despertar sonhos”</em>.</p>
<p>De acordo com Moura, a política estará presente no festival através de produções variadas.<em> “Tanto na mostra brasileira quanto na estrangeira, às vezes isso será figurado de maneira direta, pela ação dos corpos na rua e nas imagens, em contextos de deliberação, luta ou conflito, como em Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados, The Men Behind The Wall ou no quase inacreditável No Democracy Here. Outras, pela atenção à crônica do presente e à vida das pessoas, como em BR3, Palenque, Quantos Eram Pra Tá? ou Skip Day”</em>, destaca o curador.</p>
<p>A seleção traz ainda obras que tratam do tempo, da memória e da nostalgia. <em>“Há um trabalho muito expressivo com a fábula, com o futurismo, a viagem no tempo, a revisita criativa ao passado, a abertura de mundos paralelos, seja em Plano Controle, Retirada Para um Coração Bruto, Cartuchos de Super Nintendo em Anéis de Saturno, Kaniama Show, My Expanded View ou Onward Lossless Follows. E há, enfim, preciosos ensaios que lidam com a melancolia, com a nostalgia, que especulam a memória e maneiras de existir, seja pela ficção, pela performance ou pelo filme de arquivo, como em Bup, NoirBlue, Inconfissões, Mesmo Com Tanta Agonia ou Screen”</em>, detalha.</p>
<p>Confira abaixo a lista de curtas selecionados:</p>
<p><strong>MOSTRAS COMPETITIVAS DE CURTAS-METRAGENS</strong></p>
<p><strong>Curtas Nacionais</strong><br />
Bup, de Dandara de Morais (PE)<br />
Mesmo Com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond (SP)<br />
Conte isso àqueles que dizem que fomos derrotados, de Aiano Bemfica, Camila Bastos, Cris Araújo e Pedro Maia de Brito (PE/MG)<br />
Cartuchos de Super Nintendo em Anéis de Saturno, de Leon Reis (CE)<br />
Plano Controle, de Juliana Antunes (MG)<br />
NoirBlue, de Ana Pi (MG/França)<br />
Inconfissões, de Ana Galizia (RJ)<br />
BR3, de Bruno Ribeiro (RJ)<br />
Retirada Para Um Coração Bruto, de Marco Antonio Pereira (MG)<br />
Quantos Eram Pra Tá?, de Vinícius Silva (SP)</p>
<p><strong>Curtas internacionais</strong><br />
The Men Behind The Wall, de Ines Moldavsky (Israel)<br />
I Signed the Petition, de Mahdi Fleifel (Reino Unido/Alemanha/Suíça)<br />
Kaniama Show, de BALOJI (Congo/Bélgica)<br />
No Democracy Here, de Liad Hussein Kantorowicz (Alemanha/Palestina/Israel)<br />
My Expanded View, de Corey Hughes (EUA)<br />
Palenque, de Sebastián Pinzón Silva (Colômbia)<br />
Screen, de Matthias Müller e Christoph Girardet (Alemanha)<br />
Skip Day, de Ivete Lucas e Patrick Bresnan (EUA)<br />
Onward Lossless Follows, de Michael Robinson (EUA)</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
11º Janela Internacional de Cinema do Recife<br />
De 7 a 11 de novembro<br />
Cinema São Luiz e Cinema da Fundação (Derby)<br />
Mais informações: <a href="http://www.janeladecinema.com.br/2017/" target="_blank"><strong>www.janeladecinema.com.br</strong></a></p>
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		<title>Programação do 9º Janela Internacional de Cinema ocupa o São Luiz</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/programacao-do-9o-janela-internacional-de-cinema-ocupa-o-sao-luiz/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2016 18:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Consolidado no circuito mundial de festivais audiovisuais, a nona edição do Janela Internacional de Cinema do Recife começa na sexta-feira (28), ocupando o Cinema São Luiz e outros equipamentos culturais da capital pernambucana. O evento, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, é realizado pelo cineasta Kleber Mendonça Filho e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Consolidado no circuito mundial de festivais audiovisuais, a nona edição do Janela Internacional de Cinema do Recife começa na sexta-feira (28), ocupando o Cinema São Luiz e outros equipamentos culturais da capital pernambucana. O evento, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, é realizado<br />
pelo cineasta Kleber Mendonça Filho e a produtora Emilie Lesclaux. Pelo segundo ano consecutivo,  o jornalista e pesquisador Luís Fernando Moura coordena a programação.</p>
<div id="attachment_40443" aria-labelledby="figcaption_attachment_40443" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/janela-de-cinema-victor-juca.jpg"><img class="size-medium wp-image-40443" alt="Victor Jucá" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/janela-de-cinema-victor-juca-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Sala de cinema e patrimônio de Pernambuco, o São Luiz vai acolher o público durante dez dias de programação</p></div>
<p>A intensa maratona de curtas e longas em competição,  programa de clássicos e seleções especiais segue até o dia 6 de novembro. Serão 100 filmes de 21 países, oficinas, palestras e convidados brasileiros e estrangeiros.  Junto à grade competitiva, a programação do 9º Janela apresenta destaques como a mostra “Especial Shakespeare”, uma seleção de cinco longas e quatro curtas, em nova parceria com o prestigiado <em>British Film Institute (BFI)</em> por meio de apoio do British Council. Entre as sessões, uma exibição de adaptações silenciosas da obra de Shakespeare filmadas no Reino Unido do início do século 20, com trilha sonora ao vivo do coletivo pernambucano RUMOR, programada para o encerramento do festival. O público poderá acompanhar ainda a programação com curadoria do coletivo português Rabbit Hole, que traz ao Janela uma seleção de doze curtas-metragens, com apoio do <em>Instituto Camões</em>, além de novas parcerias com os cineclubes Toca o Terror, do Recife, e Cachaça Cinema Clube, do Rio de Janeiro. No Cinema do Museu, uma conversa especial com a diretora argentina Lucrecia Martel está programada para o dia 1º de novembro. Completam a lista sessões especiais de longas, curtas e clássicos, lançamento de livros, mostras convidadas e debates.</p>
<p>“É bom o ver o Janela ganhar corpo e perceber que ele dá continuidade ao propósito de ser um festival com uma programação diversa e especial. Acreditamos que ela é fruto de um olhar dedicado a descobrir e redescobrir filmes ao longo de todo o ano, sob o filtro de uma curadoria que tem sua personalidade reconhecida. Neste ano, em especial, com tantos acontecimentos políticos importantes marcando o presente do país e do mundo, é importante entender que um festival forma olhares e tem a capacidade de, por meio dos filmes, ouvir o mundo e levantar discussões. O tema Desobediência, que batiza a seleção que fizemos para a mostra de clássicos do Janela, parece de alguma forma transbordar como uma inquietação que, de formas muito diferentes, atravessa a programação como um conjunto. Talvez seja um sentimento ou uma certa marca de insurgência que se coloca de forma claramente política ou propositiva ou se revela em imagens, histórias e personagens que saem em desejo de deslocamento, em busca de algo”, comenta o coordenador da programação, Luís Fernando Moura.</p>
<p>Entre os longas, oito títulos de sete países formam a mostra competitiva, reunindo nomes já cativados pelo Janela e pela cinefilia a uma atenção especial a cineastas emergentes em longa-metragem: <strong>Wild</strong> (Alemanha), produção assinada por Nicolette Krebitz e aclamada no Festival de Sundance no começo deste ano; <strong>O Ornitólogo</strong> (Portugal/França/Brasil), de João Pedro Rodrigues, diretor português já tarimbado no Janela, cuja obra acaba de se sagrar no Festival de Locarno em agosto deste ano com o prêmio de melhor realização; <strong>O Auge do Humano</strong> (Argentina/Portugal/Brasil), do argentino Eduardo Williams (grande prêmio de melhor filme na mostra Cineastas do Presente, também em Locarno); <strong>Diamond Island</strong> (França/Cambodja/Alemanha), de Davy Chou (vencedor de prêmio na 55º Semana da Crítica do Festival de Cannes 2016); <strong>A Economia do Amor</strong> (Bélgica/França), de Joachim Lafosse (exibido na Quinzena dos Realizadores em Cannes este ano); Martírio (Brasil), de Vincent Carelli (prêmio especial do júri no 49º Festival de Cinema de Brasília deste ano); o mineiro <strong>A Cidade Onde Envelheço</strong> (Brasil/Portugal), de Marília Rocha (exibido no Festival de Roterdã e grande vencedor do 49º Festival de Brasília, com quatro prêmios, os de melhor filme, direção, ator coadjuvante e melhor atriz); e <strong>Muito Romântico</strong> (Brasil/Alemanha), de Melissa Dullius e Gustavo Jahn (exibido na mostra Forum Expanded do Festival de Berlim 2016).</p>
<p><strong>CURTAS</strong> – Este ano 1.465 trabalhos de 22 países foram submetidos a processo seletivo, o que totaliza quase o dobro em relação à última edição, mostrando a força crescente do festival. Destes, foram selecionadas 34 obras de 13 países, sendo 17 curtas brasileiros e 17 estrangeiros. Participaram da seleção de curtas nacionais os cineastas Leonardo Lacca e Nara Normande, o realizador e pesquisador Rodrigo Almeida e o roteirista Luiz Otávio Pereira. A comissão de curtas internacionais é formada pelo ator e realizador Fábio Leal e pelo sócio da Cinemascópio Produções, Winston Araújo. A curadoria contou com a supervisão de Luís Fernando Moura, coordenador de programação do Janela.</p>
<p>Na mostra nacional, destaca-se uma produção expressiva de Pernambuco, Minas Gerais, Rio, São Paulo e Ceará. Com cinco títulos selecionados, a safra pernambucana é representada pelos títulos Dia de Pagamento, da diretora e jornalista Fabiana Moraes (selecionado para o último CachoeiraDOC, na Bahia), e Estás Vendo Coisas, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca (exibido na 32º Bienal de São Paulo). Um ano após participarem da sessão de abertura do 8º Janela com o curta Faz que Vai, Bárbara e Benjamin retornam ao festival, desta vez selecionados para a grade competitiva.</p>
<p><strong>CLÁSSICOS DO JANELA</strong> – Sob o tema “Filmes de Desobediência”, a sétima edição do Clássicos do Janela traz uma seleção de 13 títulos em cópias novas ou restauradas, nos formatos DCP e 35 mm, obras de mestres como Francis Ford Coppola (com Apocalypse Now, épico que rendeu a segunda Palma de Ouro de Coppola em Cannes e chegou a ficar seis meses em cartaz no extinto Cine Veneza em 1980), John Carpenter (com o thriller oitentista Eles Vivem, que estreou em 1988 no extinto Art Palácio e volta à grande tela do Recife 28 anos depois), Sidney Lumet, Milos Forman, Abel Ferrara, além de títulos emblemáticos de animação, aventura e ficção científica, entre eles Pinóquio (1940), de Walt Disney, Memórias do Subdesenvolvimento (1968), de Tomás Gutierrez Alea, e RoboCop – O Policial do Futuro (1987), de Paul Verhoeven. A novidade deste ano é a inclusão de um filme-surpresa que será anunciado somente em sua projeção e cuja entrada será gratuita.</p>
<p><strong>MESAS NO SÃO LUIZ &#8211; </strong>A partir do dia 2/11, um ciclo de mesas também acontece no São Luiz, com temas que atravessam a seleção de filmes do festival deste ano. Com duração de três dias, as atividades contemplam o conjunto de ações educativas, sob incentivo da Petrobras. Patrocinadora do Janela há cinco anos, a Petrobras vem ajudar a ampliar esse circuito de debates, somando sua experiência, em âmbito nacional, de oferecer patrocínios à produção de filmes e difusão, além de ações de formação na área de audiovisual, em projetos como a Escola de Cinema Darcy Ribeiro, Projeto 5 Visões, cursos no Festival de Curtas de São Paulo, entre outros.</p>
<p>&#8220;A Petrobras abraçou a ação das mesas proposta pelo festival, com o intuito de incentivar o diálogo com os espectadores por meio de debates, conversas e encontros&#8221;, explica diretora e produtora do Janela, Emilie Lesclaux. Todas as mesas irão acontecer no primeiro andar do Cinema São Luiz, entre os dias 2 e 4 de novembro, sempre à tarde. A programação inicia, na próxima quarta-feira (2), às 16h30, com a mesa<strong> “O Que é Um Cinema Desobediente?”,</strong> composta pelos debatedores e cineastas Amaranta César, Ernesto de Carvalho e o crítico Victor Guimarães. A mediação será feita por Rodrigo Almeida, diretor e integrante da comissão de curtas do 9º Janela.</p>
<p>No dia seguinte (3), às 16h, refletindo a representatividade feminina na programação do festival, será a vez da mesa <strong>“Um Cinema Tomado Por Mulheres”</strong>, que será apresentada pelas realizadoras Déa Ferraz, Juliana Lima, Marília Hughes Nara Normande e a distribuidora Silvia Cruz. A condução do debate será feita pela jornalista e júri do Janela Carol Almeida.</p>
<p>Encerrando a sequência, no dia 4, também às 16h, a mesa <strong>“Os Poderes Extremos do <em>Queer</em> nas Imagens”,</strong> com os diretores Chico Lacerda e Sosha, além das curadoras Mariana Vieira e Joana de Sousa, sob mediação de André Antônio, acerca do cinema e sua abordagem atual sobre gêneros não-normativos e identidades borradas e desviantes.</p>
<p>Confira a programação completa e mais informações no <a href="http://www.janeladecinema.com.br/" target="_blank"><strong>site oficial</strong></a> do Janela</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Janela Internacional de Cinema encerra vendas on line de ingressos nesta terça (3)</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2015 13:33:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A 8ª edição do Janela Internacional de Cinema do Recife, que com com incentivo do Funcultura, está comercializando antecipadamente, desde a última segunda-feira (2),  ingressos pela plataforma virtual Eventick para o público que for conferir o festival neste ano, no Cinema São Luiz. No primeiro lote, serão comercializados, pela internet, 30% do total de entradas para as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31311" aria-labelledby="figcaption_attachment_31311" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/JaneladeCinema_Foto_VictorJuca_Divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-31311" alt="Victor Jucá/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/JaneladeCinema_Foto_VictorJuca_Divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Iniciativa visa minimizar as extensas filas que se formam na frente do Cinema São Luiz durante a realização do festival</p></div>
<p dir="ltr">A 8ª edição do Janela Internacional de Cinema do Recife, que com com incentivo do Funcultura, está comercializando antecipadamente, desde a última segunda-feira (2),  ingressos pela plataforma virtual <a href="www.eventick.com.br/janeladecinema2015" target="_blank"><strong>Eventick</strong></a> para o público que for conferir o festival neste ano, no Cinema São Luiz. No primeiro lote,<b> </b>serão comercializados, pela internet, 30% do total de entradas para as sessões de todos os longas-metragens no Cine São Luiz (clássicos, competição, sessões especiais e mostra British Gothic). Segundo os organizadores, a iniciativa visa minimizar o efeito das extensas filas em frente ao histórico cinema de rua do Recife, e os bilhetes<i> on line</i> estarão disponíveis para compra até às 23h desta terça-feira (3). Cada pessoa terá direito a efetuar a compra de até 2 (dois) ingressos, mediante o registro do CPF.</p>
<p dir="ltr">Acrescida ao valor do ingresso (R$ 4 e R$ 2, meia), será cobrada a taxa de conveniência no valor de R$ 1 nesta modalidade<i> on line</i>. No ato da compra, o sistema gera um bilhete que pode ser validado na entrada do Cine São Luiz, sem a necessidade de troca do<i> voucher</i>, somente a apresentação de um documento de identificação com foto ou de carteira de estudante, no caso da meia-entrada.</p>
<p dir="ltr"><b>Vendas no local antecipadas</b> - Paralelo a isso, a venda física antecipada no São Luiz se mantém com funcionamento do guichê a partir desta quarta (04/11), às 14h. Nesse caso, serão colocados à venda<b> a</b>té 60% dos ingressos totais, incluindo, desta vez, todas as sessões (longas e curtas) da sala, de modo que, ao menos, 40% dos bilhetes restantes sejam garantidos ao público que chegar uma hora antes do início de cada exibição.</p>
<p dir="ltr">Para atender o público na modalidade antecipada física e, posteriormente durante o festival, operando exclusivamente com tíquetes impressos, o Cine São Luiz contará, a partir deste ano, com sistema de bilhetagem eletrônica. Já a partir do dia 6, a bilheteria do Cine São Luiz funciona normalmente, abrindo uma hora antes de cada filme até a última sessão. E a partir do dia 7, os guichês do Cinema Fundação (Derby) e o Cinema do Museu (Casa Forte) também operam uma hora antes da primeira sessão e ficam abertos até o último filme do dia.</p>
<p dir="ltr">A oitava edição do festival Janela Internacional de Cinema do Recife acontece de 6 a 15 de novembro e é organizada pela CinemaScópio Produções Cinematográficas e Artísticas, com patrocínio da Petrobras e incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco. Conta, ainda, com apoio institucional do British Council/Transform, Consulado da França, Cinemateca Francesa de Paris,<i> Institut Français</i>, Instituto Camões/Embaixada de Portugal, Prefeitura do Recife, Portomídia, Canal Curta!, Mistika Finalizadora e Kodak, além da parceria com a Federação Pernambucana de Cineclubes (Fepec), Cachaça Cinema Clube, Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas de Pernambuco (ABD/PE) e Associação dos Blogs de Cinema de Pernambuco (ABC/PE). Mais informações: <strong><a href="http://www.janeladecinema.com.br/" target="_blank">www.janeladecinema.com.br</a></strong>.</p>
<p dir="ltr"><b>Serviço:<br />
</b><b>8º Janela Internacional de Cinema do Recife,</b> de 6 a 15 de novembro</p>
<p dir="ltr"><b>Vendas antecipadas</b><i><b> on line</b></i><b> para sessões de todos os longas-metragens no Cine São Luiz (clássicos, sessões especiais, competitiva e British Gothic).</b> Pela internet, serão disponibilizados 30% do total de ingressos em longas no Cine São Luiz. Abertura esta segunda (2), a partir das 8h, até 23h desta terça (3) ou o fim do lote, pelo endereço virtual <strong><a href="http://www.eventick.com.br/janeladecinema2015" target="_blank">www.eventick.com.br/<wbr />janeladecinema2015</a></strong>. Preço: R$ 4 inteira e R$ 2 meia + R$1 (taxa de conveniência). Cada pessoa tem direito a comprar 2 ingressos por sessão. O público deve imprimir o<i>voucher</i> com QRCode e levar documento com foto, se for inteira, e carteira de estudante, se for meia. Forma de pagamento: apenas crédito. Em cada sessão, os<i> vouchers</i> serão validados (não é necessária a troca). Não haverá fila específica para validação de ingressos online.</p>
<p dir="ltr"><b>Vendas físicas antecipadas para sessões no Cine São Luiz (todos os filmes na sala).</b> A partir desta quarta (4), das 14h às 20h, até o último dia do festival ou esgotado 60% da capacidade total para a sessão. Local: Cine São Luiz (Rua da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista). Forma de pagamento: apenas espécie. Cada pessoa tem direito a comprar 2 ingressos por sessão. O público deve levar documento com foto, se for inteira, e carteira de estudante, se for meia.</p>
<p dir="ltr"><b>Vendas de ingressos do dia 6 a 15 de novembro</b>. A partir do dia 6, a bilheteria do Cine São Luiz funciona das 14h até a última sessão. A partir do dia 7, os guichês do Cinema Fundação (Derby) e o Cinema do Museu (Casa Forte) também operam uma hora antes da primeira sessão e ficam abertos até o último filme do dia.</p>
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		<title>Cinema São Luiz retoma programação própria de filmes</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 14:22:21 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16258" aria-labelledby="figcaption_attachment_16258" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/sao-luiz.jpg"><img class="size-medium wp-image-16258" alt="Victor Jucá" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/sao-luiz-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ingressos para o São Luiz custam R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia)</p></div>
<p>Após quase duas semanas voltado exclusivamente para o Janela Internacional de Cinema do Recife, que encerrou no domingo (2) passado com recorde de público, o Cinema São Luiz, na Rua da Aurora, volta a oferecer a partir desta quinta-feira (6) uma programação composta por longas estrangeiros e nacionais. Os ingressos custam R$ 5 (inteira) e R$ 2,50, e as sessões se repetem durante todos os dias até a próxima quarta-feira (12).</p>
<p>Em <strong><em>Lunchbox</em></strong> (2013), de Ritesh Batra, um serviço de entrega de comida bastante conhecido em Mumbai, na Índia, comete um erro na entrega e faz com que uma pacata dona de casa conheça um homem que está na fase final de sua vida. Juntos eles criam um mundo de fantasia a partir de mensagens trocadas através das embalagens usadas pelo Mumbai Dabbawallahs. As sessões serão realizadas de quinta a domingo, às 15h30, e na terça e quarta-feira às 15h. Classificação 12 anos.</p>
<p><strong><em>O Que Os Homens Falam</em></strong> (2012), de Cesc Gay, conta a história de oito homens que enfrentam a crise de meia-idade e passam a questionar a sua identidade masculina. Sessões de quinta a domingo, às 17h30, e na terça e quarta-feira às 17h. Classificação 12 anos.</p>
<p>Com direção de Philippe Claudel,<strong><em> Antes do Invern</em>o</strong> (2013) tem como protagonista Paul, um neurocirurgião de sessenta anos casado com Lucie. Um dia, buquês de rosa começam a ser deixados anonimamente na casa deles no momento em que Lou, uma moça de vinte anos, não para de cruzar o caminho de Paul. Começa então uma narrativa sobre personalidades e segredos. Sessões de quinta a domingo, às 19h30. Classificação 14 anos.</p>
<p>Por fim, <strong><em>Tatuagem</em></strong> (2013), de Hilton Lacerda, volta ao Cinema São Luiz para alargar o seu recorde de exibições no equipamento cultural. O filme, que retrata um Recife de 1978 e personagens da trupe teatral Chão de Estrelas, está em cartaz no São Luiz desde janeiro passado, sendo interrompido apenas durante alguns eventos. Sessão no sábado, às 19h30. Classificação 16 anos.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Programação do Cinema São Luiz</strong><br />
<em>LunchBox</em><br />
Quinta (6) a domingo (9); 15h30 | Terça (11) e quarta-feira (12); às 15h<br />
<em>O Que Os Homens Falam</em><br />
Quinta (6) a domingo (9); 17h30 | Terça (11) e quarta-feira (12); às 17h<br />
<em>Antes do Inverno</em><br />
Quinta (6) a domingo (9); 19h30<br />
<em>Tatuagem</em><br />
Sábado (8); 19h30<br />
R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)<br />
Mais informações: (81) 3184 3157</p>
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