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	<title>Portal Cultura PE &#187; Jomard Muniz de Britto</title>
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		<title>Catálogo &#8220;Pernambuco Experimental&#8221; tem duplo lançamento no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 14:10:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A diversidade da arte produzida no estado no período entre 1920 e 1980 é explorada no catálogo “Pernambuco Experimental”, que será lançado nesta sexta-feira (25/09) no Recife, com bate-papo com os autores. O lançamento acontece com dois momentos: às 15h, na Galeria Capibaribe, no hall do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Pe_experimental.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-30520" alt="Pe_experimental" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Pe_experimental-607x224.png" width="607" height="224" /></a></p>
<p>A diversidade da arte produzida no estado no período entre 1920 e 1980 é explorada no catálogo “Pernambuco Experimental”, que será lançado nesta sexta-feira (25/09) no Recife, com bate-papo com os autores. O lançamento acontece com dois momentos: às 15h, na Galeria Capibaribe, no hall do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e às 19h, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). Nos dois lugares, os livros serão distribuídos gratuitamente. A publicação é relativa à exposição realizada homônima realizada de dezembro de 2013 a março de 2014, no Museu de Arte do Rio (MAR), no Rio de Janeiro, com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.</p>
<p>O catálogo reúne ilustrações, ensaio inédito da curadora da exposição Clarissa Diniz e textos de críticos convidados, Zanna Gilbert, Adolfo Montejo Navas, Jomard Muniz de Brito e José Claudio. A edição é bilíngue, com textos em português e inglês. Com projeto gráfico do pernambucano Raul Luna, o livro é uma evidência do caráter experimental das artes gráficas do estado, que se estende à contemporaneidade por meio de um design arrojado e de notável consciência espacial.</p>
<p>O livro se constitui um documento fundamental acerca da história da arte de Pernambuco. Com a atuação de artistas como Vicente do Rego Monteiro, Cícero Dias, Joaquim Cardozo, João Cabral de Melo Neto, Aloísio Magalhães, O Gráfico Amador, José Cláudio, Jomard Muniz de Britto, Paulo Bruscky, Daniel Santiago, Montez Magno, grupo Vivencial Diversiones, grupo Ave Sangria, Lula Cortes, dentre tantos outros, é possível vislumbrar a riqueza experimental dessa história que, sobretudo nas décadas de 50, 60 e 70 encontra um momento de profícua radicalidade.</p>
<p>Foi durante essas décadas que novos meios são experimentados (impressões, vídeo, fotografia, intervenção) e o corpo surge como protagonista, levando a criticidade da arte a consequências políticas significativas por meio da experimentação. A exposição, que ocupou 900m2 do MAR, apresentou trabalhos e documentos desse período, reunindo diversas obras (pinturas, desenhos, fotografias, vídeos, performances), uma programação de filmes e um ciclo de debates.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Lançamento do livro “Pernambuco Experimental”</strong><br />
Dia 25 de Setembro de 2015<br />
Bate-papo com os autores. Os livros serão distribuídos gratuitamente.<strong><br />
</strong>15h &#8211; Universidade Federal de Pernambuco &#8211; Hall do Centro de Artes e Comunicação:<br />
Av. Prof. Moraes,1235, Cidade Universitária<br />
19H &#8211; Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista.</p>
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		<title>Jomard Muniz de Britto: “ser contemporâneo é atravessar pontes”</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2015 19:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Contradições do homem brasileiro]]></category>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova A cidade do Recife completa 478 anos nesta quinta (12). Juntamente com a cidade-irmã Olinda &#8211; que completa 480 anos, no mesmo dia -, forma o alicerce cultural urbano que deu cria a tantos mestres e artistas da nossa história. Alguns deles foram convidados a protagonizar a série Meu Lugar na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>A cidade do Recife completa 478 anos nesta quinta (12). Juntamente com a cidade-irmã Olinda &#8211; que completa 480 anos, no mesmo dia -, forma o alicerce cultural urbano que deu cria a tantos mestres e artistas da nossa história. Alguns deles foram convidados a protagonizar a série <strong>Meu Lugar na Cidade</strong>, que destacará a relação de afeto que cada um mantém com um espaço dos dois municípios. Para a estreia, convidamos o multifacetado<strong> Jomard Muniz de Britto</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/jomar-muniz.jpg"><img class="size-medium wp-image-22089 aligncenter" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/jomar-muniz-607x387.jpg" width="607" height="387" /></a></p>
<p>Nascido no bairro de São José, em 8 de abril de 1937 – quando o Recife acabara de tornar-se quatrocentão &#8211; o “mau velhinho”, como costuma se autodenominar, é responsável por uma obra literária e cinematográfica que ultrapassou os muros da universidade e chegou às ruas do Recife, através dos seus famosos “atentados poéticos”. Arauto do Ciclo Super-8 pernambucano, tropicalista de primeiríssima hora, filósofo pop, Jomard costuma transitar, em passos apressados, pelas ruas da cidade, destilando arte por onde passa. Um desses trajetos habituais é a Rua da Aurora, no bairro da Boa Vista, que estabelece conexões com diversos outros pontos do centro da cidade, através das pontes que passam pelo Rio Capibaribe.</p>
<p>Foi na mais poética rua do Recife, em março de 1964, que Jomard Muniz lançou <em>Contradições do homem brasileiro</em> (Editora Tempo Brasileiro), seu primeiro livro. À época, ele integrava a equipe do educador Paulo Freire, onde lecionava sobre “Dinâmica de Cultura”. “<em>Fiz esse ensaio entre 1962 e 1963 e foi Paulo Freire quem leu, pela primeira vez, os originais do que veio a se tornar o livro, no Hotel Nacional, em Brasília, quando estávamos trabalhando</em>”. Para o lançamento da publicação, Jomard recorreu, como de costume, a algo longe do convencional. “<em>Eu não quis lançar esse livro numa livraria ou num lugar fechado. Quis que fosse, realmente, na Rua da Aurora</em>”, conta Jomard. Por isso, ele convidou um funcionário da área de serviços gerais do SEC – Serviço de Extensão Cultural da Universidade do Recife (atual UFPE), que se chamava Plácido, para ser o “garoto propaganda” do seu livro. “<em>Plácido era uma figura muito diferente, meio esquisito, mas muito comunicativo e exuberante</em>”. Foi então que Plácido fincou pé na Rua da Aurora (próximo à esquina com a Av. Conde da Boa Vista), anunciando aos transeuntes e aos quatro ventos o lançamento do livro de Jomard: “<em>Leiam! Comprem esse livro do professor Jomard. Ele é o melhor do mundo! Ele é maior do mundo!</em>”, relembra Jomard, com bom humor.</p>
<div id="attachment_22090" aria-labelledby="figcaption_attachment_22090" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/facebook_IMG_6963.jpg"><img class="size-medium wp-image-22090" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/facebook_IMG_6963-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;A Rua da Aurora é onde a gente pode ver melhor &#8216;O cão sem plumas&#8217;, de João Cabral de Melo Neto (Jomard Muniz de Britto)</p></div>
<p>Entre o passeio dos populares, o anúncio espontâneo de Plácido em plena Rua da Aurora, propagandeando, a plenos pulmões, <em>Contradições do homem brasileiro</em>, um automóvel parou junto ao rapaz e o abordou. “<em>Era o carro do governador Miguel Arraes, a caminho do Palácio do Campo das Princesas. Arraes perguntou a Plácido que livro era aquele e levou um com ele</em>”, lembra Jomard. Poucas semanas depois do lançamento <em>sui generis</em>, veio o Golpe Militar de 1964. Numa tarde do mês de abril, Jomard foi à Livraria Nordeste, na Rua da Imperatriz, quando foi surpreendido pelo gerente geral, Aluísio, com a seguinte notícia<em>: “Jomard, ainda bem que você não esteve aqui antes, pois um batalhão da Polícia esteve aqui e recolheu o seu livro</em>”. No mês de setembro, boa parte dos integrantes da equipe de Paulo Freire foi presa. Jomard, em outubro.</p>
<p>Com uma história intensa, <em>Contradições do homem brasileiro</em> faz referências ao poeta João Cabral de Melo Neto, que, não por acaso, tem uma estátua sua na Rua da Aurora. Em meio a declamações para a estátua, para o Rio Capibaribe e para o Recife, Jomard relembra, por mais uma vez, a rua onde estreou no universo literário. “<em>A Rua da Aurora é onde a gente pode ver melhor o Cão Sem Plumas de João Cabral de Melo Neto</em>”.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/tereza-costa-rego-a-pintora-amante-da-folia-e-das-procissoes/" target="_blank"><strong>Tereza Costa Rêgo: a pintora amante da folia e das procissões</strong></a></p>
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