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	<title>Portal Cultura PE &#187; Jorge Riba</title>
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		<title>Último fim de semana do 30° FIG é aberto com grandes shows</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 06:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já se passaram 15 noites de programação no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), na edição que já está consolidada como a maior, melhor e mais intensa de todos os tempos. E nesta sexta-feira (29), os ritmos brasileiros foram destaque na Praça Mestre Dominguinhos, que contou com os shows de Kiara Ribeiro, Pagode do Didi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já se passaram 15 noites de programação no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), na edição que já está consolidada como a maior, melhor e mais intensa de todos os tempos. E nesta sexta-feira (29), os ritmos brasileiros foram destaque na Praça Mestre Dominguinhos, que contou com os shows de Kiara Ribeiro, Pagode do Didi (Patrimônio Vivo de Pernambuco), Jorge Riba, Margareth Menezes e Xande de Pilares.</p>
<div id="attachment_95723" aria-labelledby="figcaption_attachment_95723" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-95723" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Artista de Garanhuns, Kiara abriu os trabalhos do Palco Mestre Dominguinhos nesta sexta-feira (29)</p></div>
<p>A noite começou ao som de muito samba com a garanhuense, Kiara Ribeiro. Dona de uma voz marcante, a cantora deu início às apresentações na Praça Mestre Dominguinhos. <em>“Eu fui agraciada em poder abrir essa noite de shows. Estava morrendo de saudades. Cantar em casa tem um cheiro especial”</em>, disse.</p>
<p>Em seguida, a segunda atração foi o Pagode do Didi, que reuniu as cantoras Maria Pagodinho, Helena Cristina e Gerlane Gell, em comemoração aos seus 41 anos. A noite continuou com o cantor, compositor e sambista, Jorge Riba; e em seguida subiu ao palco a baiana, Margareth Menezes, que sacudiu o público e comentou sobre a alegria de estar presente no evento. <em>“Esse festival é maravilhoso. Um festival que tem uma dinâmica diferente, que abraça vários ritmos e várias expressões. Estou muito feliz”</em>, disse.</p>
<p>Encerrando as apresentações, o cantor e compositor carioca Xande de Pilares, que faz sucesso desde o Grupo Revelação, subiu ao Palco Mestre Dominguinhos. O carioca fez os presentes tirarem o pé do chão ao som de “Preciso Te Amar”, “Deixar Acontecer”, e outras; além disso, a apresentação também contou com a participação especial da cantora Kiara Ribeiro.</p>
<p>Até o domingo (31), passarão pelo principal polo do evento: Josildo Sá; Joanna; Fafá de Belém; José Augusto; Concerto Virtuosi; Alexandre Revoredo e Gabi da Pele Preta; Cordel do Fogo Encantado e Marcelo Falcão. Para mais informações e detalhes sobre a 30ª edição do FIG, acesse: <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/fig2022/" target="_blank"><strong>www.culturape.gov.br/fig2022</strong></a>. Confira <a href="https://docs.google.com/document/d/1QAqWTLjbHExQYwRNELKWLnRSS1B7bg-i5bUTB9APRHM/edit" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação completa. Veja as fotos dessa última noite do Palco Mestre Dominguinhos:</p>
<div id="attachment_95722" aria-labelledby="figcaption_attachment_95722" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-41.jpg"><img class="size-medium wp-image-95722" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-41-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pagode do Didi</p></div>
<div id="attachment_95721" aria-labelledby="figcaption_attachment_95721" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-31.jpg"><img class="size-medium wp-image-95721" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-31-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Riba</p></div>
<div id="attachment_95720" aria-labelledby="figcaption_attachment_95720" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-21.jpg"><img class="size-medium wp-image-95720" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-21-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Xande de Pilares</p></div>
<div id="attachment_95719" aria-labelledby="figcaption_attachment_95719" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-11.jpg"><img class="size-medium wp-image-95719" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-dominguinhos-foto-felipe-souto-maior-secult-pe-fundarpe-11-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Margareth Menezes</p></div>
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		<title>Em primeiro disco, Grupo Batadoní traz parcerias com artistas da cultura popular pernambucana</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 14:02:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No próximo domingo (25), o Batadoní, grupo percussivo olindense, coloca no mundo um trabalho que foi produzido nos quatro primeiros meses de 2021, mas que é resultado de um acúmulo de 16 anos: o seu primeiro álbum gravado em estúdio. Com participações que vão de Dona Cila do Coco a Jorge Riba, o disco vai [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83778" aria-labelledby="figcaption_attachment_83778" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Gravações-em-estúdio-Foto-Batadoní-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-83778" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Gravações-em-estúdio-Foto-Batadoní-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O disco conta com participações de Dona Cila do Coco, Jorge Riba, Karen Aguiar, Mestre Ulisses Cangaia, Dinda Salú, Jordanna, Mestre Lua e Fabiano Santos</p></div>
<p>No próximo domingo (25), o Batadoní, grupo percussivo olindense, coloca no mundo um trabalho que foi produzido nos quatro primeiros meses de 2021, mas que é resultado de um acúmulo de 16 anos: o seu primeiro álbum gravado em estúdio. Com participações que vão de Dona Cila do Coco a Jorge Riba, o disco vai estar disponível para ser ouvido a partir das 15h, no canal do grupo no Youtube.</p>
<p><em>“Quando começamos a discutir a produção do disco musicalmente falando, a gente não poderia perder a identidade do grupo, que era de percussão. Mas a gente queria chamar as pessoas que fazem parte do nosso convívio e que são de alguma maneira fonte de inspiração para o Batadoní”</em>, conta Sérgio Lyra, regente do Batadoní e um dos produtores do álbum. O álbum carrega alguns dos princípios orgânicos do grupo desde a sua fundação: a construção colaborativa, a confraternização da música e a valorização das tradições.</p>
<p>O disco reflete a diversidade do repertório sonoro do Batadoní, um grupo percussivo contemporâneo, mas que tem como referência principal a cultura popular pernambucana, nunca abrindo mão da ligação com as suas raízes. A faixa <i>Luanda</i> é um maracatu e traz como convidada Karen Aguiar, atual regente do Maracatu Nação Leão Coroado. Já outro maracatu, o <i>Martelo Pesado</i>, traz voz e poesia de Roger de Renor numa pegada forte do manguebeat. Na <i>Coco Baião</i>, Mestre Ulisses Cangaia e Dinda Salú fazem uma embolada e n’<i>As Cirandas</i>, Jordanna dá voz a várias letras já conhecidas. Além das parcerias instrumentais de Mestre Lua e Fabiano Santos, do Afoxé Alafin Oyó.</p>
<p>A realização desse sonho antigo de ter registrados para a eternidade os baques que há anos já ecoam pelas ladeiras de Olinda foi possível graças à Lei Aldir Blanc. O projeto de gravação do primeiro álbum do Batadoní foi um dos contemplados do edital lançado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<p><b>Trajetória do Batadoní</b> - Além dos desfiles nos dias de Carnaval, como ficou conhecido, durante 7 meses por ano em tempos não-pandêmicos, o Batadoní realiza para iniciantes e veteranos oficinas de instrumentos, na Praça do Carmo, realizando ensaios abertos ao público todos os domingos. Ao longo dos anos, participou de eventos culturais como convidado na Casa da Rabeca, na Sambada de Coco da Tabajara, no Festival de Inverno da Várzea, entre outros. Em dezembro de 2021, o grupo completa 17 anos de história.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></b><br />
Lançamento do álbum Batadoní<br />
Quando: 25 de abril de 2021 (domingo), às 15h<br />
Onde: <strong><a href="http://youtube.com/batadoni" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://youtube.com/batadoni&amp;source=gmail&amp;ust=1619012353318000&amp;usg=AFQjCNG9Y2oM-tt7t2_DPHsGqNB1xPu4tw">youtube.com/batadoni</a></strong></p>
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		<title>Outras Palavras encerra o ano com edição impecável em Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/outras-palavras-encerra-o-ano-com-edicao-impecavel-em-olinda/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 14:35:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias A última edição do Outras Palavras deste ano, na última quarta-feira (5), foi impecável dentro do que o projeto se propõe: uma verdadeira aula sobre cultura e arte dentro do ambiente escolar, com intensa participação dos jovens. Não foram poucas as vezes que os estudantes da EREM Capitão Luiz Reis, no Alto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65073" aria-labelledby="figcaption_attachment_65073" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44375809910_762dc11e1c_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-65073 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44375809910_762dc11e1c_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Este ano, a EREM Capitão Luiz Reis completou seu quadragésimo aniversário, um dos motivos pelos quais o Outras Palavras foi solicitado para ir até a escola olindense</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>A última edição do <b>Outras Palavras</b> deste ano, na última quarta-feira (5), foi impecável dentro do que o projeto se propõe: uma verdadeira aula sobre cultura e arte dentro do ambiente escolar, com intensa participação dos jovens. Não foram poucas as vezes que os estudantes da EREM Capitão Luiz Reis, no Alto da Bondade, em Olinda, levantaram as mãos pra tirar suas dúvidas com os dois convidados: a escritora Ezter Liu e o sambista Jorge Riba. Ambos assumiram, de uma forma bem humorada e divertida, os papéis de professores e falaram, respectivamente, sobre os processos criativos e artísticos dentro da literatura e do samba pernambucano.</p>
<p>Este ano, a EREM Capitão Luiz Reis completou seu quadragésimo aniversário, um dos motivos pelos quais o <b>Outras Palavras</b> foi solicitado para ir até a escola olindense. <i>“Hoje teremos uma aula diferente, porque vai ser uma mistura de literatura com cultura, arte, cinema e música. Bem melhor que a aula de matemática que eu dou e sei que vocês adoram”,</i> brincou o professor Wildson Cruz, gestor da escola, em conversa com seus alunos.</p>
<div id="attachment_65080" aria-labelledby="figcaption_attachment_65080" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46192947851_6fb7b53e9e_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-65080 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46192947851_6fb7b53e9e_h-607x425.jpg" width="607" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">O gestor Wildson recebe das mãos de Lucila Gomes, do Outras Palavras, um kit com livros dos vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura, e outras publicações com incentivo do Funcultura</p></div>
<p>Wildson é um dos educadores que estavam presentes na primeira edição do Outras Palavras, realizado no Teatro Apolo. <i>“Quando o conheci quis trazê-lo para nossa escola porque compreendi ali a importância desse projeto. Selecionamos então alguns estudantes que sabemos que gostam de leitura e de música para que a atividade fosse absorvida da melhor forma possível”,</i> explicou o professor. Em seguida, foi exibido o curta <b>A hora da saída</b>, realizado por alunos da Escola Santa Paula Frassinete, do Recife, resultante das oficinas promovidas pelo projeto Cine Cabeça, uma parceria da Secult-PE com a Secretaria de Educação.</p>
<p><strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/emocao-toma-conta-do-outras-palavras-com-a-escritora-ezter-liu/" target="_blank">Ezter Liu participou pela primeira vez do Outras Palavras em Petrolina, durante a Clisertão</a></strong>, e no Alto da Bondade se mostrou tão à vontade como quando esteve com os estudantes do sertão. Sobre seu livro <strong>Das tripas coração</strong>, o grande vencedor do V Prêmio Pernambuco de Literatura, a autora detalhou como foi sua criação.</p>
<div id="attachment_65075" aria-labelledby="figcaption_attachment_65075" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44375819310_a9c03c41de_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-65075 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44375819310_a9c03c41de_h-607x378.jpg" width="607" height="378" /></a><p class="wp-caption-text">Ezter falou sobre o livro &#8216;Das tripas coração&#8217;, o grande vencedor do V Prêmio Pernambuco de Literatura</p></div>
<p><i>“No ano passado, tive o enxerimento e ousadia de enviar meu rascunho de livro, que era uma compilação de contos que eu tinha, para o Prêmio Pernambuco de Literatura. Há um tempo eu era como vocês. Escrevia, mas não mostrava pra ninguém. Meus cadernos estavam cheios de rascunhos e poemas, só que sem leitores. A nossa sorte é que sempre tem aqueles amigos que nos incentivam a escrever e eu sou cheia deles”,</i> disse Ezter Liu, lembrando na sequência que, eno ano que vem, haverá um novo edital e que todos ali podem participar.</p>
<div id="attachment_65077" aria-labelledby="figcaption_attachment_65077" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45468839124_bae8e10b95_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-65077 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/45468839124_bae8e10b95_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Fiquei feliz pra caramba com o Prêmio, mas, principalmente, porque inspiro outras a também escreverem”, revelou a escritora</p></div>
<p>Ainda sobre a premiação e o fato de ter sido a primeira mulher a receber o Grande Prêmio, Ezter falou da importância desse momento. <i>“Eu achava o livro muito pessoal. Só que quando ele nasce, já com a distribuição garantida, envolvido com projetos como o <strong>Outras Palavras</strong>, acaba se espalhando mais depressa. E logo depois tive o feedback de pessoas mais próximas, que se sentiram representadas e inspiradas a escrever”.</i></p>
<p><i>“Em 2012, uma das vencedoras desse Prêmio foi a escritora Rejane Paschoal. Mas eu achava que as mulheres e empoderadas estavam retidas, que precisavam mostrar seus materiais. A gente não pode reclamar de um lugar se a gente não se coloca nele. Fiquei feliz pra caramba com o Prêmio, mas, principalmente, porque inspiro outras a também escreverem”,</i> revelou a escritora.</p>
<div id="attachment_65074" aria-labelledby="figcaption_attachment_65074" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44375811970_eb691cbb3e_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-65074 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44375811970_eb691cbb3e_h-607x393.jpg" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Além das perguntas que fizeram, os jovens pediram a Ezter diversos conselhos sobre como construir seus textos, desenvolver a criatividade e a escrita</p></div>
<p>Os jovens pediram a Ezter diversos conselhos sobre como construir seus textos, desenvolver a criatividade e a escrita. <i>“As ideias estão no ar o tempo todo. É importante que vocês saiam do foco, do olhar comum, até porque habilidade e criatividade é uma coisa que todo mundo tem. Agora, é necessário, antes de qualquer coisa, ler bastante. Só assim vocês vão adquirir vocabulário e conhecer outras formas e possibilidades na hora de escrever seus textos”, opinou ela, que já tem outra obra no gatilho.</i> <i>“Tenho o próximo livro quase pronto, com a previsão de ser lançado no ano que vem. Mas não vou dar spoiler”</i>.</p>
<div id="attachment_65071" aria-labelledby="figcaption_attachment_65071" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/31253719017_c7787b1a76_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-65071 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/31253719017_c7787b1a76_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jorge Riba enalteceu o samba como a identidade brasileira mundo afora</p></div>
<p>Jorge Riba, ao assumir a fala, não deixou nem a peteca nem o pandeiro caírem e prendeu a atenção da garotada com maestria. <i>“Me criei no Morro da Conceição e no bairro de Rio Doce. No Morro, tem muito samba e candomblé. Dentro desse universo que fui me moldando, pelo viés da religiosidade e da arte. Minha avó me levava para os terreiros e eu ouvia a música sendo tocada também por grandes sambistas do meu bairro”.</i></p>
<p>Durante sua apresentação, Jorge Riba conta que ficou mais popular quando participou do <strong><a href="http://tvbrasil.ebc.com.br/sambanagamboa/episodio/os-ritmos-de-pernambuco" target="_blank">programa Samba da Gamboa, de Diogo Nogueira, na TV Brasil</a></strong>, há uns quatro anos. “<i>Na ocasião eu não toquei muito, mas fiz uma explanação sobre o samba de Pernambuco. A produção gostou muito, porque falei de nomes como Belo Xis, Wellington do Pandeiro e Paulo Perdigão, grandes nomes do nosso estado”,</i> opinou o músicio, que já fez circulação pelo Brasil com incentivo do Funcultura.</p>
<div id="attachment_65072" aria-labelledby="figcaption_attachment_65072" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/31253720447_ab5274efc0_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-65072 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/31253720447_ab5274efc0_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Foi no MNU que tive acesso a diversos artistas africanos, como o Bonga, que mudaram meu conceito de ver a música. Me tornei músico dentro desse viés, um homem negro dentro de uma sociedade racista”, disse o sambista</p></div>
<p>Questionado sobre se já sofreu algum tipo de preconceito por ser negro, Jorge Riba contou que é um dos fundadores do Movimento Negro Unificado na década de 70. “<i>Naquela época, até hoje, as lutas buscam igualdade social. É com essa proposta que o MNU surge. Foi lá que tive acesso a diversos artistas africanos, como o Bonga, que mudaram meu conceito de ver a música. Me tornei músico dentro desse viés, um homem negro dentro de uma sociedade racista”.</i></p>
<p>A aula sobre música embalou mais ainda quando Jorge Riba provocou os jovens a participarem de uma brincadeira. <i>“Cada um de vocês é um instrumento, com som e reverberação única. O coração dá o ritmo da vida de vocês. Podem perceber que ao ouvirmos uma música mais agitada ele agita junto, assim como o inverso, quando escutamos uma canção mais calma. É dessa pulsação que vocês vão extrair suas músicas. Eu vejo nessa sala uma orquestra completa, com metais, pau e corda. E eu gostaria de tocar com ela”.</i></p>
<div id="attachment_65078" aria-labelledby="figcaption_attachment_65078" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46192945121_4eb9c9f82f_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-65078 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46192945121_4eb9c9f82f_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">No Outras Palavras é assim: quem faz pergunta também ganha um kit com vários livros pra levar pra casa</p></div>
<p>A turma foi dividida em três tons: grave, médio, e agudo. <i>“Esses são os tons primários, de acordo com suas frequências”, </i>explicou Jorge, mostrando com as mãos os gestos que faria relacionados a cada tom, como um maestro. Do lado da plateia, a garotada se divertia bastante com os sinais que o artista passava.</p>
<p style="text-align: left;">De acordo com Jorge Riba, o samba é a identidade brasileira e, musicalmente, o brasileiro é conhecido assim lá fora. “<i>E graças ao samba pude rodar o País e conhecer outros quatro na Europa. Temos o mau costume de achar que tudo que vem de fora é melhor. Mas somos detentores de uma das culturas mais diversificadas do planeta. Peço a vocês, meus jovens e futuro dessa nação, que não a deixem morrer, porque foi com muito sangue e suor que chegamos onde estamos”,</i> pediu Jorge Riba, que ao final da aula cantou com os alunos algumas músicas, dentre elas <strong>Não deixe o samba morrer</strong>, de Alcione.</p>
<div id="attachment_65070" aria-labelledby="figcaption_attachment_65070" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/31253717427_254b68d973_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-65070 " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/31253717427_254b68d973_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ao final da aula, Jorge Riba puxou o tamborim e cantou com os alunos algumas músicas, dentre elas &#8216;Não deixe o samba morrer&#8217;, de Alcione.</p></div>
<p><b>1º Encontro de Balanço, Avaliação e Perspectivas do Outras Palavras –</b> Na próxima quarta-feira (12), haverá uma edição de avaliação dos três anos do projeto da Secult-PE e Fundarpe no auditório do Centro de Artesanato de Pernambuco, no Marco Zero, com escritores, escritoras, Patrimônios Vivos, educadores e gestores. Em três anos, o projeto atingiu mais de 590 escolas, 17 mil estudantes e entregou mais de 6100 livros às bibliotecas por onde passou.</p>
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		<title>Afoxé Omô Nilê Ogunjá realiza Feijão de Ogum nesta quinta (23)</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 19:13:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_23851" aria-labelledby="figcaption_attachment_23851" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Luiz Filho/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Afoxe-Omo-Nile-Ogunja-Foto-de-Luiz-Filho-divulgacao-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-23851" alt="Luiz Filho/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Afoxe-Omo-Nile-Ogunja-Foto-de-Luiz-Filho-divulgacao-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Afoxé Omô Nilê Ogunjá</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mantendo a tradição de celebrar o Orixá Ogum e o sincretismo com São Jorge, acontece nesta quinta-feira (23) a festividade Feijão de Ogum, promovida pelo Afoxé Omô Nilê Ogunjá em sua própria sede no bairro do Ibura, no Recife. O evento começa às 17h e é aberto ao público, possuindo em sua programação voltada para evocar o cheiro ancestral da feijoada, prato que será distribuído gratuitamente, apresentações dos grupos Coco dos Pretos, Voz Nagô e os cantores Andreia Luiza, Jorge Riba e Rivaldo Pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">O Feijão de Ogum tem por base homenagear o prato que hoje é servido em todas as camadas brasileiras como uma lembrança atávica desta tradição iniciada nas senzalas. <em>“Muito mais que nos fazer lembrar das senzalas, queremos é lembrar da resistência das senzalas em nossa cultura”</em>, ressalta Marconi Bispo, integrante do afoxé. No evento, também serão comercializados outros pratos típicos da culinária originada em terreiros, além de bebidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que teve suas atividades culturais iniciadas há 10 anos, o Afoxé Omô Nilê Ogunjá tem realizado diversas atribuições na comunidade, promovendo cursos envolvendo dança, música e canto para jovens e adultos do Ibura, além de ensaios quinzenais para a realização dos shows.</p>
<p><em><strong>Programação do Feijão de Ogum</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> quinta-feira, 23 de abril<br />
<strong>Local:</strong> sede do Afoxé Omô Nilê Ogunjá, localizada na Av. Rio São Francisco, nº 150, UR 03, bairro do Ibura, no Recife.<br />
<strong>Horários:</strong><br />
<strong>17h</strong> <strong>|</strong> Começa a ser servida a feijoada<br />
<strong>18h |</strong> Apresentação do Coco dos Pretos<br />
<strong>19h30 |</strong> Cortejo do Afoxé Omô Nilê Ogunjá na comunidade, com a participação especial do Grupo Voz Nagô e dos cantores Jorge Riba e Rivaldo Pessoa<br />
<strong>21h |</strong> Grupo Pérola do Samba com a participação especial da cantora Andreia Luiza e encerramento solene com o Afoxé Omô Nilê Ogunjá<br />
<em>Acesso gratuito </em></p>
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		<title>Festa Tempero Vip vai animar o domingo na Casa da Rabeca</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2015 17:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Rabeca do Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Jorge Riba]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Tempero Vip – O Bloco da Ressaca]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objetivo de relembrar sucessos do período carnavalesco, a Casa da Rabeca do Brasil, em Olinda, promove neste domingo (8) o evento Tempero Vip – O Bloco da Ressaca. A festividade no centro cultural começa a partir do meio dia, tendo como atrações regionais o Grupo Bongar, os artistas Jorge Riba e Gilmar Leite, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_21944" aria-labelledby="figcaption_attachment_21944" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Grupo-Bongar-foto-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-21944" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Grupo-Bongar-foto-divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Bongar é uma das atrações da festa.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de relembrar sucessos do período carnavalesco, a Casa da Rabeca do Brasil, em Olinda, promove neste domingo (8) o evento Tempero Vip – O Bloco da Ressaca. A festividade no centro cultural começa a partir do meio dia, tendo como atrações regionais o Grupo Bongar, os artistas Jorge Riba e Gilmar Leite, a Escola Gigante do Samba e o Grupo Família.</p>
<p style="text-align: justify;">Reunindo bossa nova, samba, pagode, jazz, afoxé, coco e outros ritmos, a tarde promete ser de muita animação e musicalidade. O ingresso individual custa R$ 20 e inclui a camisa temática de uso obrigatório para acesso ao evento. O abadá pode ser adquirido no Bar do Robson, localizado na Av. Tabajara, em Olinda.</p>
<p style="text-align: justify;">A Casa da Rabeca do Brasil funciona na Rua Curupira, nº 340, na Cidade Tabajara, em Olinda. Outras informações podem ser obtidas pelos números: (81) 3371-8197 / 8678-8404.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<strong>Festa Tempero Vip – O Bloco da Ressaca</strong><br />
<strong>Quando:</strong> domingo, 8 de março<br />
<strong>Onde:</strong> Casa da Rabeca do Brasil (Rua Curupira, 340, Cidade Tabajara – Olinda/PE)<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 12h<br />
<strong>Entrada:</strong> R$ 20 (preço único, referente à camisa do bloco).<br />
<strong>Camisas à venda no Bar do Robson (Av. Tabajara – Olinda/PE)</strong>.<br />
<strong>Mais informações:</strong> (81) 3371-8197 / 8678-8404</p>
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