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	<title>Portal Cultura PE &#187; josé juva</title>
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		<title>Recital Viva Miró ocupa instalações do Teatro Fernando Santa Cruz</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 17:34:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60678" aria-labelledby="figcaption_attachment_60678" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266737405_0dce6ae0b9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60678" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/41266737405_0dce6ae0b9_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cida Pedrosa é uma das autoras convidadas do Recital Via Miró</p></div>
<p>Com a presença e participação dos escritores Fagner Valença, Gleison Nascimento, José Juva, Kerlle de Magalhães, Odailta Alves, Silvana Menezes, Susana Morais, Wellignton Melo, Wilson Freire e Cida Pedrosa, o Teatro Fernando Santa Cruz, localizado dentro do Mercado Eufrásio Barbosa em Olinda, abriga o recital Viva Miró, no próximo domingo (12), a partir das 18h. A iniciativa visa arrecadar fundos e fortalecer uma rede de afeto que se forma em torno do poeta Miró da Muribeca que, por conta de um tratamento de saúde, está afastado das ruas e dos palcos.</p>
<p>O poeta Miró publicou diversos livros de forma independente ou com a colaboração de amigos, entre eles, &#8220;Quem descobriu o azul anil?&#8221; (1985), &#8220;Ilusão de ética&#8221; (1995), &#8220;Pra não dizer que não falei de flúor&#8221; (2004), &#8220;DizCrição&#8221; (Andararte,2012) e &#8220;aDeus&#8221; (Mariposa Cartonera, 2015). Tem poemas traduzidos para o francês e para o espanhol. É uma das vozes mais inventivas da poesia independente do Brasil, tendo sido editado pela CEPE (Companhia Editora de Pernambuco) e dezenas de vezes homenageado e premiado nos mais diversos eventos literários.</p>
<p><em>&#8220;Um poeta completamente focado no seu fazer poético. Dono e senhor da sua narrativa, da sua verve, dos seus feitos-desfeitos-defeitos. Um poeta que sabe o caminho e a dança das palavras. Escreve de si para o mundo e do mundo para si. Um poeta que se acasalou com a poesia desde a juventude e que se diz um cronista lírico do cotidiano. Um poeta Miró e só!&#8221;</em>, declara a amiga e vencedora do Prêmio Jabuti de livro do ano de 2020, Cida Pedrosa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Recital Viva Miró<br />
Quando: 12 de setembro de 2021 (domingo), às 18h<br />
Onde: Teatro Fernando Santa Cruz – Mercado Eufrásio Barbosa (Largo do Varadouro, s/n – Varadouro, Olinda – PE)<br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada), pelo site Sympla: <a href="https://www.sympla.com.br/recital-viva-miro__1324019" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/recital-viva-miro__1324019</strong></a></p>
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		<title>Coletivo de artistas lança o álbum &#8220;Ontem é muito longe daqui: disco de  poemas&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coletivo-de-artistas-lanca-o-album-ontem-e-muito-longe-daqui-disco-de-poemas/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2021 00:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cinco artistas, nove fonogramas, um disco. &#8220;Ontem é muito longe daqui: disco de poemas&#8221; é resultado do encontro entre José Juva (poemas e voz), Camillo José (guitarra), Juliano Muta (baixo e voz), Rimas Inc. (beats e programações eletrônicas) e D Mingus (produção e edição musical). O disco será lançado na próxima terça-feira (27), no Youtube, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/CARTAZ-LANÇAMENTO-Ontem-é-muito-longe-daqui-disco-de-poemas.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-83954" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/CARTAZ-LANÇAMENTO-Ontem-é-muito-longe-daqui-disco-de-poemas-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Cinco artistas, nove fonogramas, um disco. &#8220;Ontem é muito longe daqui: disco de poemas&#8221; é resultado do encontro entre José Juva (poemas e voz), Camillo José (guitarra), Juliano Muta (baixo e voz), Rimas Inc. (beats e programações eletrônicas) e D Mingus (produção e edição musical). O disco será lançado na próxima terça-feira (27), no Youtube, Spotify, Soundcloud e Bandcamp. A proposta artística oriunda desse combo criativo é uma deambulação pelos territórios da poesia de invenção em voz alta e das experimentações sonoras num jogo com as possibilidades de expansão da palavra poética. Além de liberada para audição nas plataformas digitais, a obra também estará disponível para download gratuito: <strong><a href="http://linktr.ee/josejuva" target="_blank">linktr.ee/josejuva</a></strong>.</p>
<p>A viagem sonora abre com a faixa “Sítio ensolarado”, poema envolto num rock rural minimalista, futurista. “Apenas vasta memória”, na sequência, é uma guitarrada cheia de suingue junto ao registro discursivo do texto. “O oceano continua barulhento”, logo após, é quase uma oração, um mantra de entrega telúrica atravessado por paisagens sonoras que anunciam amplidão.</p>
<p>A quarta faixa do álbum é “Os pés descalços indo bem longe”, um delirante diário combinado com ambiência pós-rock. “As ruminações de uma vaca sideral”, quinta faixa, apresenta um passeio madrugada adentro com ares de <em>synthpop</em> tropical. A sexta faixa é o baião <em>freak</em> e psicodélico de “Todos temos fantasmas suficientes”, longo poema como uma espécie de reflexão política planetária.</p>
<p>“Embalado pelas chuvas que só começam” recupera memórias eletrônicas num lirismo encharcado pelo suor das pistas de dança e embebido nas gargalhadas das manhãs e tardes de videogame. A oitava faixa da obra é um pequeno e sensível estudo confessional sobre o amor batizado de “Caranguejo feito de estrelas e lixo”. “Êxtase ininterrupto” finaliza o disco com o desenho do ambiente apocalíptico do antropoceno, poema carregado do nosso caos contemporâneo.</p>
<p>As gravações, edições, mixagens e masterizações da obra aconteceram entre janeiro e abril deste ano. &#8220;Ontem é muito longe daqui: disco de poemas&#8221; é uma obra autoral coletiva, que foi contemplada pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento de Ontem é muito longe daqui: disco de poemas<br />
Quando: 27 de abril de 2021 (quarta-feira<br />
Diponível nas principais plataformas digitais: Youtube, Spotify, Soundcloud e Bandcamp<br />
Download do disco: <strong><a href="http://linktr.ee/josejuva" target="_blank">linktr.ee/josejuva</a></strong></p>
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		<title>Inscrições abertas para Oficina On-line de Poesia: Leitura, Escrita e Crítica</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/inscricoes-abertas-para-oficina-on-line-de-poesia-leitura-escrita-e-critica/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2020 19:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para o projeto “Fluxo Contínuo &#8211; Oficina On-line de Poesia: Leitura, Escrita e Crítica”, que acontecerá entre os dias 11 de janeiro e 19 de março de 2021. A ação foi aprovada no Edital de Formação da Lei Aldir Blanc PE e será comandada em três módulos pelo poeta e professor [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72809" aria-labelledby="figcaption_attachment_72809" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/José-Juva_Foto-de-Foto-de-Jorge-Farias_Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-72809" alt="Jorge Farias/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/José-Juva_Foto-de-Foto-de-Jorge-Farias_Secult-PE-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As aulas, comandadas pelo professor José Juva, serão mediadas pelas plataformas do Google Meet e ClassRoom</p></div>
<p>Estão abertas as inscrições para o projeto “Fluxo Contínuo &#8211; Oficina On-line de Poesia: Leitura, Escrita e Crítica”, que acontecerá entre os dias 11 de janeiro e 19 de março de 2021. A ação foi aprovada no Edital de Formação da Lei Aldir Blanc PE e será comandada em três módulos pelo poeta e professor José Juva, via Google Meet.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e serão realizadas através do preenchimento de um formulário simples do Google, disponível em <a href="https://linktr.ee/josejuva" target="_blank"><strong>linktr.ee/josejuva</strong></a>. As pessoas interessadas em participar da oficina devem preencher algumas informações, tais como: nome completo, endereço e região do Estado de Pernambuco (Metropolitana, Agreste, Mata e Sertão), e-mail de uso dos serviços do Google (para inclusão do participante no Google Classroom). São quarenta vagas por módulo: dez vagas para pessoas da Região Metropolitana do Recife, dez vagas para pessoas da Zona da Mata, dez vagas para pessoas do Agreste e dez vagas para pessoas do Sertão.</p>
<p><strong>METODOLOGIA -</strong> As aulas, estruturada em três módulos: leitura, escrita e crítica, acontecerão em ambiente virtual de aprendizagem a partir de dois recursos tecnológicos: aulas on-line ao vivo através do Google Meet e interações pedagógicas assíncronas, através do Google Classroom.</p>
<p>No primeiro módulo, dedicado à leitura, as aulas serão para estudo e fruição de poemas (selecionados previamente) de variadas origens (no tempo e no espaço), de modo a fomentar a ampliação de repertório, incluindo reflexões sobre dispositivos de escritura, sobre processos de orientação e busca de poemas de diversas tradições fundamentais e linhagens contemporâneas.</p>
<p>No segundo módulo, dedicado à escrita, uma série de exercícios disparadores será proposta pelo docente de modo a convocar e provocar as criações poéticas de alunos e alunas. Os poemas serão ditos pelos alunos e alunas durante as aulas on-line através do Google Meet para compartilhamento de impressões e compreensões por parte do docente e de toda a turma. Os poemas produzidos pelos alunos e alunas também serão incluídos no ambiente do Google Classroom, com devoluções do docente sobre os poemas, de modo a trazer aprofundamentos estruturais, estéticos e diálogos que fomentem a criatividade e o apuro formal. O material poético produzido durante a oficina estará acessível aos alunos e alunas na sala de aula virtual da turma.</p>
<p>Por fim, no terceiro e último módulo da oficina, teremos estudos e práticas da crítica literária com foco na escritura sobre poesia. Após discussão de elementos teóricos a respeito da atividade crítica, o docente irá disponibilizar digitalmente alguns livros de poemas para que alunos e alunas exercitem a crítica de poesia. Os textos críticos serão comentados e corrigidos pelo docente. <em>&#8220;A organização da oficina nestes três módulos (leitura, escrita e crítica de poesia), entrelaçados e comunicantes, busca favorecer aos alunos e alunas uma formação mais ampla e criativa, estimulando um processo de aprendizagem dinâmico, com pesquisa, reflexão, repertório e prática em distintas nuances do campo da poesia&#8221;</em>, conta José Juva sobre a proposta do curso virtual.</p>
<p>A carga horária total da oficina, que contará com emissão de certificado, é de 40h, sendo: 10h para o módulo de leitura (análise e interpretação) de poemas, 22h para exercícios de escrita poética, 8h para atividades de crítica de livros de poesia. O docente irá organizar também a edição, publicação e distribuição, ao fim da oficina, de uma antologia digital com alguns poemas feitos pelos alunos e alunas ao longo da jornada pedagógica.</p>
<p><strong>Sobre o facilitador</strong><br />
Jornalista, mestre e doutor em Teoria da Literatura – todas as titulações pela Universidade Federal de Pernambuco. Foi professor de jornalismo na Universidade Tiradentes e de literatura na Universidade Federal de Sergipe. Na pesquisa de mestrado desenvolveu investigação sobre as relações entre poesia e xamanismo com foco na produção poética de Roberto Piva (1937-2010). No doutorado realizou pesquisa sobre as relações entre sagrado e mundo natural na obra poética de Leonardo Fróes (1941). Publicou os livros “Deixe a visão chegar: a poética xamânica de Roberto Piva” (2012), fruto de sua dissertação de mestrado; “Vupa” (2013), seu primeiro poemário; “Breve breu – escritos sobre literatura e cinema” (2014), obra em que reúne uma série de artigos e ensaios; “Watsu” (2016), segundo poemário, livro premiado no III Prêmio Pernambuco de Literatura; “Seibá: palavras do vento quando” (2019), livro de poemas em parceria com o jornalista e sociólogo João Vale. Possui algumas publicações no prelo, entre as quais os livros de poemas “Da boca pra fora”, “Hamor e cartões postais do acaso” e “Sensibilidade paleolítica”. Entre as oficinas e cursos que ministrou estão “A imagem, a verdade e outros bichos”, “Nomes múltiplos: bando de artistas”, ambas no Centro de Formação em Artes Visuais da prefeitura da cidade do Recife e “Poesia: um fazer”, dentro da programação do Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Fluxo Contínuo &#8211; Oficina On-line de poesia: leitura, escrita e crítica, com José Juva<br />
- Aulas segundas, quartas e sextas-feiras (19h30 às 21h), através do Google Meet<br />
- Inscrições gratuitas – 40 vagas (para cada módulo): <a href="https://linktr.ee/josejuva" target="_blank"><strong>linktr.ee/josejuva</strong></a></p>
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		<item>
		<title>José Juva está com inscrições abertas para a quarta turma da oficina de poesia virtual</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/jose-juva-oferece-oficina-virtual-de-poesia/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 19:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poeta e jornalista, o autor pernambucano José Juva vai comandar, entre os dias 4, 11, 18, e 25 de novembro (todas as quartas), das 20h às 21h, mais edição de sua oficina virtual de poesia pela plataforma Google Meet. Batizado de &#8220;DERIVA&#8221;, o curso, que chega à sua quarta turma, busca favorecer uma aproximação teórica, uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24196" aria-labelledby="figcaption_attachment_24196" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figuêroa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/jose-vupa-foto-fernando-figueiroa.jpg"><img class="size-medium wp-image-24196" alt="Fernando Figuêroa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/jose-vupa-foto-fernando-figueiroa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As aulas serão mediadas pelas plataformas do Google Meet e Classroom</p></div>
<p>Poeta e jornalista, o autor pernambucano <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/jose-juva-lanca-vupa-em-vocalizacao-no-espaco-pasargada/" target="_blank"><strong>José Juva</strong></a> vai comandar, entre os dias 4, 11, 18, e 25 de novembro (todas as quartas), das 20h às 21h, mais edição de sua oficina virtual de poesia pela plataforma <a href="https://meet.google.com/" target="_blank"><strong>Google Meet</strong></a>. Batizado de &#8220;DERIVA&#8221;, o curso, que chega à sua quarta turma, busca favorecer uma aproximação teórica, uma fruição estética e uma elaboração artística dos alunos e alunas no universo da escrita poética.</p>
<p><em>&#8220;Desde sua primeira edição, a oficina já contou com participantes de Pernambuco, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Pará &#8211; eis um dos bons arranjos desse movimento virtual. Os textos teóricos, os poetas e poemas e os exercícios são distintos em relação aos utilizados com as turmas anteriores. Agora em novembro, nesta quarta turma, iremos trabalhar com ensaios, poemas e exercícios com foco na &#8216;zoopoética&#8217;, investigar de que modo apresentamos os animais na literatura&#8221;</em>, conta Juva sobre a metodologia das aulas, que serão ao vivo. As inscrições, que custam R$ 100, podem ser feitas até o primeiro dia da oficina (4/11), exclusivamente pelo perfil do autor no Instagram, <a href="https://www.instagram.com/jose.juva/" target="_blank"><strong>@jose.juva</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre o facilitador</strong></span><br />
Jornalista, mestre e doutor em Teoria da Literatura – todas as titulações pela Universidade Federal de Pernambuco. Foi professor de jornalismo na Universidade Tiradentes e de literatura na Universidade Federal de Sergipe. Na pesquisa de mestrado desenvolveu investigação sobre as relações entre poesia e xamanismo com foco na produção poética de Roberto Piva (1937-2010). No doutorado realizou pesquisa sobre as relações entre sagrado e mundo natural na obra poética de Leonardo Fróes (1941). Publicou os livros “Deixe a visão chegar: a poética xamânica de Roberto Piva” (2012), fruto de sua dissertação de mestrado; “Vupa” (2013), seu primeiro poemário; “Breve breu – escritos sobre literatura e cinema” (2014), obra em que reúne uma série de artigos e ensaios; “Watsu” (2016), segundo poemário, livro premiado no III Prêmio Pernambuco de Literatura; “Seibá: palavras do vento quando” (2019), livro de poemas em parceria com o jornalista e sociólogo João Vale. Possui algumas publicações no prelo, entre as quais os livros de poemas “Da boca pra fora”, “Hamor e cartões postais do acaso” e “Sensibilidade paleolítica”. Entre as oficinas e cursos que ministrou estão “A imagem, a verdade e outros bichos”, “Nomes múltiplos: bando de artistas”, ambas no Centro de Formação em Artes Visuais da prefeitura da cidade do Recife e “Poesia: um fazer”, dentro da programação do Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Deriva &#8211; oficina online de poesia com José Juva<br />
Aulas através do Google Meet e Google Classroom<br />
4, 11, 18, e 25 de novembro (todas as quartas), das 20h às 21h<br />
Investimento: R$ 100<br />
Informações e inscrições: <strong><a href="https://www.instagram.com/jose.juva/" target="_blank">@jose.juva</a></strong></p>
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		<title>Estudantes do Sertão do Pajeú recebem edições do Outras Palavras</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/estudantes-do-sertao-do-pajeu-recebem-edicoes-do-outras-palavras/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Nov 2019 12:28:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Outras Palavras, projeto de integração entre cultura e educação promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe), terá duas edições nesta semana no Sertão do Pajeú: nesta terça-feira (12), no município de Itapetim; e na próxima quarta-feira (13), em Afogados da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72810" aria-labelledby="figcaption_attachment_72810" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/Mestre-Nado_Foto-de-Foto-Jan-Ribeiro_Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-72810 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/Mestre-Nado_Foto-de-Foto-Jan-Ribeiro_Secult-PE-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Em agosto deste ano, Mestre Nado recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>O Outras Palavras, projeto de integração entre cultura e educação promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico (Fundarpe), terá duas edições nesta semana no Sertão do Pajeú: nesta terça-feira (12), no município de Itapetim; e na próxima quarta-feira (13), em Afogados da Ingazeira. Nas duas ocasiões, estudantes da rede pública vão conhecer de perto o trabalho artístico de José Juva, vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura, e o Mestre Nado, Patrimônio Vivo do estado.</p>
<p>Em Itapetim, estudantes de várias escolas públicas da cidade se reunirão das 14h às 17h na Igreja Matriz de São Pedro, no centro da cidade, para conversar com os artistas. Em São José do Egito, a programação será realizada no Cinema São José, compondo a programação do Festival Sertão Alternativo Afogados da Ingazeira.</p>
<div id="attachment_65074" aria-labelledby="figcaption_attachment_65074" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44375811970_eb691cbb3e_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-65074" alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44375811970_eb691cbb3e_h-607x393.jpg" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Voltado para estudantes da rede pública estadual de ensino e com quatro anos de existência o programa já atingiu mais de 600 escolas pernambucanas</p></div>
<p>Poeta, ensaísta, jornalista, mestre e doutor em Teoria da Literatura. O escritor José Juva foi um dos vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, com o livro &#8220;Watsu&#8221; (2016). Publicou também os livros: “Deixe a visão chegar: a poética xamânica de Roberto Piva” (2012), “Vupa” (2013), e “Breve Breu – escritos sobre literatura e cinema” (2014).</p>
<p>Homem de múltiplos talentos – ceramista, poeta e músico – o olindense Mestre Nado é um habilidoso artista que tem na argila sua matéria-prima. Dela, cria instrumentos e dá vida à música. Em agosto deste ano, o artista recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, durante solenidade no Teatro de Santa Isabel.</p>
<p>Para o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, a iniciativa, voltada aos jovens estudantes da rede pública, “traz para esses jovens das escolas públicas o contato com as manifestações diversas da nossa cultura, de Patrimônios Vivos a Pontos de Cultura, e de grupos que trabalham com as expressões do patrimônio cultural imaterial de Pernambuco”, detalha.</p>
<div id="attachment_72809" aria-labelledby="figcaption_attachment_72809" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/José-Juva_Foto-de-Foto-de-Jorge-Farias_Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-72809 " alt="José Juva_Foto de Foto de Jorge Farias_Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/José-Juva_Foto-de-Foto-de-Jorge-Farias_Secult-PE-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">José Juva foi um dos vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, com o livro &#8220;Watsu&#8221; (2016).</p></div>
<p>“Até o final do ano, este projeto terá circulado por várias escolas e regiões do Estado numa parceria com a Secretaria de Educação, que tem dado um suporte fundamental para a realização das atividades”, disse o secretário.</p>
<p>Voltado para estudantes da rede pública estadual de ensino e com quatro anos de existência o programa já atingiu mais de 600 escolas pernambucanas, beneficiou cerca de 20 mil estudantes e distribuiu mais de seis mil livros nas bibliotecas por onde passou.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Outras Palavras em Itapetim<br />
Terça-feira (12), das 14h às 17h<br />
Matriz de São Pedro (Centro, Itapetim)</p>
<p>Outras Palavras em Afogados da Ingazeira<br />
Quarta-feira (13), das 9h às 12h<br />
Cinema São José (Centro, Afogados da Ingazeira)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O mergulho intenso de José Juva no FIG 2016</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2016 15:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FIG 2016]]></category>
		<category><![CDATA[josé juva]]></category>
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		<description><![CDATA[por Marina Suassuna Um dos destaques do último dia do Festival de Inverno de Garanhuns, no sábado (30), foi a presença do poeta José Juva. Vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura, Juva apresentou-se, no mesmo dia, na Casa Galeria Galpão com a performance Retratos Escorregadios &#8211; Apropriações Poéticas dos Erros e também na Praça da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Marina Suassuna</em></p>
<p>Um dos destaques do último dia do Festival de Inverno de Garanhuns, no sábado (30), foi a presença do poeta <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/jose-juva-lanca-vupa-em-vocalizacao-no-espaco-pasargada/" target="_blank"><strong>José Juva</strong></a>. Vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura, Juva apresentou-se, no mesmo dia, na Casa Galeria Galpão com a performance <em>Retratos Escorregadios &#8211; Apropriações Poéticas dos Erros</em> e também na Praça da Palavra, onde encerrou a programação do polo com seu projeto poético musical <em>P.i.Va</em>, em homenagem ao poeta paulistano Roberto Piva.</p>
<div id="attachment_38859" aria-labelledby="figcaption_attachment_38859" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/retratos-escorregadios.jpg"><img class="size-medium wp-image-38859" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/retratos-escorregadios-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A performance &#8216;Retratos Escorregadios&#8217; levou poemas e improvisos à Casa Galeria Galpão</p></div>
<p>Pensada especialmente para o festival, a performance &#8216;Retratos Escorregadios &#8211; Apropriações Poéticas dos Erros&#8217; inspirou-se na estética <em>glitch</em> para trabalhar a questão do improviso, do acaso e da imprevisibilidade através de fotografias e poemas. Juva explica que pensou a proposta juntamente com Camillo José, Jonatas Onofre e Ítalo Dantas, com quem editou imagens de transeuntes afim de gerar erros, corromper arquivos e dar efeitos inesperados.<em> &#8220;A partir dessas fotos editadas, nós quatro fizemos poemas que, somados à trilha sonora que também desenvolvemos, pudessem dialogar para construir a imagem de uma pessoa. A brincadeira é criar uma série de mediações, um tira um retrato enquanto o outro escreve o poema e o terceiro edita. É uma linha de montagem cega pra falar que a gente pode tentar criar um retrato, falar de alguém, escrever um poema narrativo biográfico, mas que tudo, no final das contas, é uma grande criação em cima da realidade&#8221;</em>, comentou. Na ocasião, os poemas foram recitados para o público enquanto as imagens corrompidas eram exibidas num telão.</p>
<div id="attachment_38858" aria-labelledby="figcaption_attachment_38858" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gilvanedja Mendes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/PIVA-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-38858" alt="Gilvanedja Mendes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/PIVA-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;P.i.Va&#8217; encerrou as atividades na Praça da Palavra</p></div>
<p>Diferente da performance, o pocket show <em>Uma alucinação na ponta de teus olhos</em>, que Juva apresentou na Praça da Palavra com a banda P.i.Va &#8211; Poesia Incendiária Valvulada, faz parte de um projeto já apresentado nos palcos do Recife em homenagem ao poeta paulista Roberto Piva e que recentemente virou um <a href="https://soundcloud.com/projetopiva/sets/uma-alucinacao-na-ponta-de-teus-olhos" target="_blank"><strong>disco</strong></a> com o mesmo nome do show. Formado por José Juva com os músicos Muta (baixo e voz), Tiago West (guitarra, programações e vocais), Leo Vila Nova (percussões e vocais), Rama Om (didgeridoo, percussões, berimbau de boca, pífano, violino e vocais) e Glauco César II (que compôs e gravou piano em algumas músicas diretamente de Lisboa, onde reside atualmente), P.I.Va levou para o palco da Praça da Palavra o repertório de seu disco, que traz 14 faixas híbridas de canções e poemas falados, desde sons pesados e distorcidos das guitarras, ritmos percussivos propiciadores do êxtase e da dança até registros psicodélicos de voz e didgeridoo para manifestar o clima ancestral e xamânico que compõe a poética de Roberto Piva, conhecido pela ligação com a geração marginal dos anos 1960 e pela influência da literatura beat norte-americana.</p>
<p><em>&#8220;São dois campos de atração completamente diferentes que acabam sendo complementares pra mim enquanto poeta. Além de pensar em atuações distintas, é também uma oportunidade de pensar um momento em que elas podem se cruzar pra um terceiro projeto&#8221;</em>, reflete o artista, que já participou do FIG em edições anteriores na parte de produção e ações formativas. <em>&#8220;Agora o momento está sendo esse, tornar público alguns projetos artísticos. Eu já tinha apresentado o P.I.Va na Torre Malakoff e no Festival A Noite do Desbunde Elétrico e agora retomamos porque estávamos nos preparando para o lançamento do disco com as músicas do espetáculo. Nesse projeto, temos mais domínio do que vai acontecer, que é o oposto da performance, sobre a qual não temos controle, não sabemos como ela vai, de fato, acontecer&#8221;</em>, reflete.</p>
<div id="attachment_38817" aria-labelledby="figcaption_attachment_38817" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">SecultPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/jose-juva.jpg"><img class="size-medium wp-image-38817 " alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/jose-juva-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta ainda participou de um diálogo na sexta-feira (29) com outros vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura</p></div>
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		<item>
		<title>Livros vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura serão lançados no fim do mês</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2016 17:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma epopeia contemporânea, contos e poemas que aprofundam olhares sobre a existência humana e questionam normas do convívio social integram a mais recente coleção da Cepe Editora. São os livros vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, iniciativa do Governo do Estado (Secult, Fundarpe e Companhia Editora de Pernambuco) que serão apresentadas ao público no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Uma epopeia contemporânea, contos e poemas que aprofundam olhares sobre a existência humana e questionam normas do convívio social integram a mais recente coleção da Cepe Editora. São os livros vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, iniciativa do Governo do Estado (Secult, Fundarpe e Companhia Editora de Pernambuco) que serão apresentadas ao público no próximo dia 31 de março.</p>
<p style="text-align: left;">O lançamento coletivo das cinco publicações será no Museu do Estado, com a presença dos cinco escritores selecionados: Carlos Gomes (<b><i>êxodo,</i></b>); José Juva (<b><i>Watsu</i></b>); Luiz Coutinho Dias Filho <b>(<i>Nós, os bichos</i></b>); Rejane Paschoal (<b><i>Manuscritos em grafite</i></b>); e Mario Filipe Cavalcanti (<b><i>Caninos amarelados</i></b>).</p>
<div id="attachment_34713" aria-labelledby="figcaption_attachment_34713" class="wp-caption img-width-354 alignright" style="width: 354px"><p class="wp-image-credit alignleft">capa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_exodo_.jpg"><img class="size-medium wp-image-34713" alt="capa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_exodo_-354x486.jpg" width="354" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro êxodo, de Carlos Gomes, foi o grande vencedor desta edição</p></div>
<p style="text-align: left;">O Secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja comemora a chegada de publicações “tão instigantes e potencialmente transformadoras”, especialmente em tempos como este, “de ameaças à democracia com a fragilização do Estado Democrático de Direito por agentes do próprio aparelho estatal que se autoproclamam redentores da Pátria; e do ressurgimento de intolerâncias e do ideário moralista e conservador”. Ainda para Marcelino, “a literatura e o gosto pela leitura figuram como instrumentos cada vez mais necessários ao pleno exercício da cidadania e à criação de espíritos livres, críticos e conscientes dos desafios sociais que persistem”.</p>
<p>O diretor-presidente da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), Ricardo Leitão destaca a importância do certame literário. “O lançamento dos livros dos vencedores deste 3º Prêmio Pernambuco de Literatura confirma dois pontos essenciais: o compromisso do Governo do Estado com a identificação e promoção de novos talentos literários e a integração de esforços da Secult, da Fundarpe e da Cepe, mais uma vez confirmada, com o objetivo de fomentar a cultura em Pernambuco”, assegurou.</p>
<p>Demarcando o papel da literatura como expressão fundante das artes em geral, a continuidade do Prêmio está consolidada no Programa Estadual de Governo para a Cultura. As inscrições para a 4ª edição encerraram-se no dia 11 de março. Mais de duzentos escritores pernambucanos ou residentes do estado estão concorrendo.</p>
<p><b>ESTÍMULO À LEITURA</b></p>
<p>Além da distribuição formal por livrarias e feiras pelo país, as obras do Prêmio também chegam à população por meio de importantes ações da política estadual de literatura, como os projetos <i>Livros Livres</i>, <i>Escambo de Livros</i> e, o mais recente, <i>Outras Palavras</i>. Através de uma parceria com a Secretaria de Educação do Estado, o <i>Outras Palavras</i> já tornou possível a chegada de 1.080 exemplares dos livros selecionados nas duas edições anteriores do Prêmio a 120 escolas públicas de Pernambuco.</p>
<p>Para a Presidente da Fundarpe, Márcia Souto, “a articulação com as políticas de educação e de estímulo a leitura é um norte importante nesse processo permanente de valorização da nossa literatura e dos nossos escritores”. Além da premiação total no valor de R$ 40 mil e publicação de 1.000 exemplares de cada obra, os escritores vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura também vão circular pelo estado, como uma espécie de contrapartida da ação: “Participando de uma roda de diálogo ou facilitando uma oficina literária em um dos eventos realizados pelo Governo do Estado, acreditamos que os escritores podem contribuir com a formação cultural da nossa gente, além de estreitar relações e trocar informações com artistas de outras regiões”, complementa Márcia.</p>
<p><b>AS OBRAS</b></p>
<p style="text-align: left;">Grande vencedor da terceira edição do Prêmio, <b><i>êxodo,</i> </b>é um poema épico e a segunda obra publicada do escritor recifense Carlos Gomes. Em 2012, ele lançou o livro de contos “<i>corto por um atalho em terras estrangeiras</i>”. Carlos também é pesquisador de música popular e crítica cultural, além de editor do <i>Outros Críticos</i>, que atua na produção de revistas, livros e debates culturais na capital pernambucana.</p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;"><i>êxodo, estrada, margem, caminho, geografia, espaço, tempo, morte, vida, animais, poesia, epopeia, narrativa, história, estórias, poema, sangue, sombra, luz, alegria, fome, cidade, esperança, maravilhas: em trinta e seis cantos e toda a literatura e imaginário que nos aprisiona. versos livres e atenção para a terceira margem do rio, da estrada, da página, do livro. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p><b><i>Nós, os bichos</i></b><b> </b>é o livro de contos premiado de Luiz Coutinho Dias Filho. O escritor recifense é também professor universitário, neurocirurgião e neurologista.  A obra é sua segunda incursão literária; em 2014 ele publicou o livro <i>A reconquista do Paraíso e outros poemas</i>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_nos-os-bichos_.jpg"><img class="size-medium wp-image-34714 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_nos-os-bichos_-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><i>Podemos encontrar nas pessoas algo de crocodilo, galo, lobo&#8230; Estamos no alto de uma escada que tem os outros degraus ocupados pelos seres que nos acompanharam na arca de Noé; para chegar aí, passamos por todos estes degraus e decerto trazemos resquícios do que há neles. Nas fábulas, os bichos exibem traços humanos; as histórias deste livro são o inverso das fábulas. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p>Primeira mulher a vencer o Prêmio Pernambuco de Literatura, a escritora recifense Rejane Paschoal reuniu no seu<b> <i>Manuscritos em grafite </i></b>contos que sugerem um mergulho na existência humana. Formada em Direito e em Educação Artística, Rejane também recebeu menções honrosas no 1º Concurso Cepe de Literatura Infantil e Juvenil com o livro <i>Histórias do Encantarerê</i>; e na 1ª edição do Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro de contos (inédito) <i>Memórias para o livro de Nina.</i></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_Manuscritos-em-grafite__.jpg"><img class="size-medium wp-image-34715 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_Manuscritos-em-grafite__-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><i>Os contos aqui reunidos se desenvolvem a partir de temas que aprofundam olhares sobre a existência humana. A memória e a morte como um retrato antigo entre escombros, um olhar sensível sobre personagens e narradores que garante a unidade subjacente da seleção. No percurso labiríntico do livro, o leitor e a leitora poderão, por fim, ouvir o que se oculta no silêncio destes manuscritos. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p>Qual a relação entre o passar do tempo e a consciência de que somos máscaras sociais que perambulam pelas ruas? É um dos muitos questionamentos que ululam em <b>Caninos amarelados</b>, do escritor e advogado recifense Mario Filipe Cavalcanti. Ele é também autor dos livros de contos <i>Comédia de enganos</i> (Penalux, 2013) – semifinalista no Prêmio Sesc de Literatura 2014 –, <i>O circo</i> (EdUFPE, 2015) e <i>Morte e vida e outros contos </i>(EdUFPE, no prelo).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_caninos-amarelados_.jpg"><img class="size-medium wp-image-34716 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_caninos-amarelados_-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><i>Em todos os contos de Caninos amarelados o antagonismo entre “tudo” e “nada” se destrói numa verdadeira fusão. A nadificação dos costumes e construtos sociais se eleva diante do pulsar que existe por trás de cada indivíduo humano. De uma leitura leve e direta, mesclada de reflexões filosóficas, Caninos amarelados desmascara, insinua, ironiza, satiriza e constrói um universo que certamente gerará guinadas nas cabeças dos leitores. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><strong>&#8211;</strong></p>
<p>Segundo livro de poemas contemplado nesta edição do Prêmio, <b>Watsu </b>é a quarta obra publicada do olindense José Juva. Jornalista, mestre e doutor em Teoria da Literatura, Juva já lançou os livros <i>Deixe a visão chegar: a poética xamânica de Roberto Piva</i> (2012), <i>Vupa</i> (2013) e <i>Breve breu:</i> <i>escritos sobre literatura e cinema</i> (2014).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_watsu_.jpg"><img class="size-medium wp-image-34717 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/capa_watsu_-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><i>A água é uma só. E assume todas as formas possíveis. Este livro possui dois oceanos: “Molhai os delírios do hipocampo” e “Visões noturnas da paz aquática.” Os poemas fluem como muitas águas: na calma da circulação dos líquidos no útero, nas idas e vindas de ondas furiosas, nos rios que não cessam de dizer da impermanência, nas chuvas inumeráveis que nos encontram. São poemas da escuta da vida, arranjos contemporâneos para estimularem êxtase e autoconhecimento.  O universo numa gota de água. Poemas para colocar o corpo na água. Uma arte suave e flexível, alegria rebelde do movimento contínuo. </i><strong>(sinopse)</strong></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO</span></b></p>
<p><b>Lançamento dos livros vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura</b></p>
<p>Data: Quinta-feira, 31 de março de 2016<br />
Local: Museu do Estado de Pernambuco – Av. Rui Barbosa, 960 – Graças/Recife<br />
Horário: 19h<br />
Entrada gratuita, venda de livros e mesa de autógrafos no local</p>
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		<item>
		<title>Intervenção leva &#8220;poesia ao vivo&#8221; para a Praça da Palavra</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/intervencao-poetica-fecha-noite-na-praca-da-palavra/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/intervencao-poetica-fecha-noite-na-praca-da-palavra/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 20:58:56 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A poesia contemporânea foi o destaque da noite de domingo (19) na Praça da Palavra. Os poetas pernambucanos José Juva, Jonatas Onofre e Camillo José mostraram para o público do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) a primeira apresentação do projeto ‘Poesia ao Vivo’.</p>
<div id="attachment_27797" aria-labelledby="figcaption_attachment_27797" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702916500_a54e64e0df_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27797" alt="Jorge Farias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19702916500_a54e64e0df_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Poesia contemporânea e ruídos sonoros marcaram intervenção</p></div>
<p>Os poetas revezavam-se nas leituras dos poemas, enquanto as interferências das vozes e das notas musicais faziam os ajustes para o processo de apresentação das obras. “<em>Eu pensei nesse projeto porque gosto muito da poesia de Camillo e de Jonatas, e gosto muito de exercitar dizer minha poesia. A palavra poética tem outros ares. Então é interessante fazer algo para dizer poesia. Com essa ideia, propus para eles e dar o nome de Poesia ao Vivo, para mostrar as histórias sendo construídas, não como narração, mas como palavra poética</em>”, comentou José Juva sobre a origem do projeto, que para o trio é a própria construção de um universo poético.</p>
<p>Uma apresentação contemporânea, coerente com a poesia dos jovens poetas pernambucanos. Os ruídos sonoros também eram elementos presentes para a criação da atmosfera da apresentação. No público, a recepção da ‘Poesia ao Vivo’ instigava pela novidade. “<em>Eu vi um ensaio deles para essa apresentação e foi muito massa ver a organização deles. É como se existisse uma partitura, mas ela ainda não está pronta. Uma partitura de atmosfera, de energia. E hoje eles apresentaram uma virada que eu nunca imaginei, foi incrível</em>”, disse André Monteiro. O roteiro para a apresentação do projeto, segundo Juva, foi baseado na mitologia. “<em>A gente brincou que era Brahma, Vishnu e Shivas. Criação, conservação e destruição. Então foram as três partes que organizaram esse roteiro”,</em> complementou o poeta sobre a influencia das três forças essenciais do Universo na constituição do projeto. De acordo com José Juva, a proposta é lembrar do poeta como a figura de um xamã.<em> “<em>Como aquele que mexe na palavra para mexer na realidade, para transformá-la. Pensar o poeta como esse sujeito contemporâneo, que apesar do niilismo, da angústia e de todas essas coisas, ainda enxerga alguma magia na criação, no movimento, no encontro</em>”</em>, finalizou Juva sobre a ideia de que é possível ter-se um reencantamento com o mundo.<em><br />
</em></p>
<div id="attachment_27798" aria-labelledby="figcaption_attachment_27798" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19270130003_ce6707cb9a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27798" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19270130003_ce6707cb9a_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta José Juva</p></div>
<p>Para o coordenador de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Wellington de Melo, os três poetas se destacam no cenário literário contemporâneo. “<em>Então foi bem interessante ver isso aqui. E também isso, provavelmente, será uma prévia da participação deles no Festival Internacional de Poesia do Recife, que acontece em setembro. Então isso acabou sendo um laboratório para alguma coisa que vai vir por aí</em>”, antecipou o coordenador sobre uma próxima apresentação do projeto ‘Poesia ao Vivo’.</p>
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		<title>Recital e Jam Poética na programação do Nós Pós MOSTRAPE</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2014 13:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O público recifense tem mais uma oportunidade de conhecer toda a diversidade e o talento da nova cena literária pernambucana. Nos dias 29 e 30 deste mês, o projeto Nós Pós MOSTRAPE celebra os sete anos da produtora Nós Pós promovendo um recital e uma jam poética na Livraria Cultura do Paço Alfândega, sempre a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O público recifense tem mais uma oportunidade de conhecer toda a diversidade e o talento da nova cena literária pernambucana. Nos dias 29 e 30 deste mês, o projeto <b><i>Nós Pós MOSTRAPE </i></b>celebra os sete anos da produtora Nós Pós promovendo um recital e uma jam poética na Livraria Cultura do Paço Alfândega, sempre a partir das 19h. O projeto conta com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura.</p>
<p>A programação da quarta-feira (29) vai reunir os poetas <b>José Terra </b>(Palmares/PE), <b>Joel Marcos </b>(Cabo de Sto. Agostinho/PE) e <b>Raisa Feitosa </b>e <b>Sérgio Leandro </b>(Recife/PE) em um recital autoral envolvente e diversificado; o poeta <b>Juareiz Correya </b>é convidado especial.  Já na quinta (30), acontece uma jam poética e musical. Xamanismo, visceralidade, literatura de raiz e muita musicalidade darão o tom do encontro entre a banda <b>ChãoCéu </b>(banda recifense autoral, de singular traço poético, com dois EP´s lançados: “Área não construída” &#8211; 2007, e “Vinda” &#8211; 2009), a poeta popular <b>Ana Carina </b>(Paudalho/PE) e o poeta <b>José Juva </b>(autor dos livros &#8220;Deixe a visão chegar: a poética xamânica de Roberto Piva&#8221; &#8211; 2012, e &#8220;Vupa&#8221; – 2013; destaque no <i>III Festival Internacional de Poesia do Recife </i>com o projeto musical <i>P.I.Va.</i>). Participação especial do poeta <b>Miró da Muribeca</b>.</p>
<div id="attachment_16123" aria-labelledby="figcaption_attachment_16123" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tom Cabral/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/miro1.jpg"><img class="size-full wp-image-16123" alt="Tom Cabral" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/miro1.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta faz participação especial na programação de quinta-feira (30)</p></div>
<p><strong>História<br />
</strong>No dia 26/10/2007 foi realizado o primeiro evento do então Coletivo Literário Nós Pós. De lá pra cá foram mais de cem eventos produzidos, com a participação de mais de 700 artistas – desde jovens iniciantes até renomados nomes como Raimundo Carrero e Lucila Nogueira; o coletivo teve papel fundamental pra reacender uma movimentação literária no Recife a partir de 2008, período em que o grupo sedimentou sua atuação. Tal efervescência ganhou um nome: Movimento Nós Pós. Batismo dado pela imprensa, acadêmicos, críticos, público e artistas ao primeiro movimento literário do século XXI no estado.</p>
<div id="attachment_16124" aria-labelledby="figcaption_attachment_16124" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Flávia Benevides</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/producao_nospos_alexandre_e_hudson2.jpg"><img class="size-medium wp-image-16124" alt="Flávia Benevides" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/producao_nospos_alexandre_e_hudson2-607x355.jpg" width="607" height="355" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Melo e Hudson Wlamir à frente da produtora Nós Pós</p></div>
<p>O MOSTRAPE é um projeto realizado pela produtora Nós Pós (dos produtores Alexandre Melo e Hudson Wlamir) com apoio institucional da União Brasileira dos Escritores – Secção PE, apoio da Livraria Cultura e Espaço Pasárgada e incentivo FUNCULTURA, FUNDARPE, Secretaria de Cultura e Governo do Estado.</p>
<p><b>SERVIÇO</b>:</p>
<p><b>Projeto Nós Pós MOSTRAPE – 3ª Temporada<br />
</b><b><i>Dia 29/10 &#8211; 19h<br />
</i></b>Recital poético com José Terra, Joel Marcos, Raisa Feitosa, Sérgio Leandro e Juareiz Correya</p>
<p><b><i>Dia 30/10 &#8211; 19h<br />
</i></b>Jam poética com banda Chão Céu e os poetas Ana Carina, José Juva e Miró<br />
<b><br />
</b>Livraria cultura I Paço Alfândega (Rua Madre de Deus, S/N, Bairro do Recife – Recife/PE).<br />
Aberto ao público</p>
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