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	<title>Portal Cultura PE &#187; Maracatu Nação</title>
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		<title>Maracatu Nação pode se tornar Patrimônio Cultural da Humanidade</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 17:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72801" aria-labelledby="figcaption_attachment_72801" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Queiroga/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/5958345841_430fd78edc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-72801" alt="Eduardo Queiroga/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/5958345841_430fd78edc_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Maracatu Nação, conhecido também como Maracatu de Baque Virado, é considerado Patrimônio Imaterial do Brasil, segundo o Iphan</p></div>
<p>Símbolo de resistência, ancestralidade, saber tradicional e pertencimento, o Maracatu Nação é identidade pernambucana há mais de 200 anos. E agora pode se tornar também Patrimônio Cultural da Humanidade já que sua candidatura foi submetida à Unesco pelo Governo Federal através do Ministério da Cultura (MinC) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O documento foi construído pela equipe de Patrimônio Imaterial da Fundarpe junto às comunidades detentoras do saber do Maracatu Nação e ao Iphan. Um processo coletivo e que ressalta o aspecto comunitário e agregador da tradição cultural popular. Com a candidatura, o Maracatu Nação entra para a seleta lista de oitos bens imateriais do Brasil a serem reconhecidos internacionalmente.</p>
<p>Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, o Maracatu Nação é principais bens culturais que preserva as histórias das populações negras do Brasil. &#8220;De grande repercussão nacional, é em Pernambuco que essa tradição encontra sua essência, territorialidade e singularidades. Os grupos de Maracatu Nação desempenham um papel significativo na prevenção social e na perpetuação de uma tradição secular, além do imensurável valor artístico de suas práticas. O título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade permitiria a ampliação do alcance do trabalho desses coletivos”, ressalta a gestora.</p>
<p>A importância da busca pelo reconhecimento internacional do Maracatu Nação é destacada pela secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula. &#8220;Esse saber tradicional tão central para nosso povo pernambucano já recebeu o alcance nacional de forma institucionalizada em 2014, quando foi reconhecido Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Iphan. O Maracatu Nação é uma das manifestações culturais mais antigas do nosso Estado. Através de sua sonoridade, de suas cores e danças a história de Pernambuco é contada a partir do protagonismo do povo negro. Ter o título da Unesco vai permitir com que mais ações de salvaguarda possam ser realizadas, trazendo visibilidade internacional para o Maracatu Nação&#8221;, afirma Cacau de Paula.</p>
<p><strong>Processo de candidatura</strong></p>
<p>A documentação entregue à Unesco tem como principal objetivo garantir o reconhecimento internacional do Maracatu Nação, assegurando que a comunidade de detentores possam ter acesso a oportunidades além dos limites de seus territórios. A formalização da entrega do dossiê ao Iphan e à Unesco atende a uma demanda antiga dos detentores, que foi sinalizada desde a elaboração do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) do Maracatu Nação.</p>
<p>Em 2021, mestres detentores da forma de expressão representados pela Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (Amanpe) e pela Associação dos Maracatus de Olinda (AMO) solicitaram apoio do Governo do Estado de Pernambuco para a formalização do pedido ao Iphan. Para entrar na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco, a candidatura deve seguir alguns critérios, como o bem cultural ser registrado como patrimônio imaterial pelo Iphan; ter um plano de salvaguarda elaborado; e garantir o envolvimento dos detentores do bem cultural no processo.</p>
<p>O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, órgão colegiado de decisão máxima do Iphan para registros e tombamentos de bens culturais, no segundo semestre de 2024, aprovou a indicação da candidatura do Maracatu Nação à Lista Representativa da Unesco. Agora, com a documentação entregue, a expectativa é que a organização aprecie a candidatura do bem cultural até o final de 2026.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/16328782389_61970af2ff_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-23446" alt="Costa Neto" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/16328782389_61970af2ff_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Para a Fundarpe e a Secult-PE, este é um importante reconhecimento da relevância cultural e social dos maracatus,sobretudo considerando que há grupos com mais de 200 anos de história. Dentro desses Maracatus há uma transmissão constante de saberes culturais, religiosos e artísticos, com destaque para a formação de percussionistas, aderecistas, dançarinos e produtores culturais.</p>
<p>Além disso, as Nações desempenham um papel significativo na prevenção social, retirando jovens da vulnerabilidade e acolhendo a diversidade, formando e encaminhando pessoas em todas as áreas da vida. Assim, a inscrição do Maracatu Nação na Lista Representativa do Patrimônio Cultural da Humanidade é fundamental para ampliar o alcance do trabalho dessas comunidades e garantir os recursos necessários para a salvaguarda dessa importante expressão cultural.</p>
<p><strong>Sobre o Maracatu Nação</strong> &#8211; Também conhecido como maracatu de baque virado, é uma manifestação artística da cultura popular e carnavalesca em que um cortejo real desfila pelas ruas, acompanhado de um conjunto musical percussivo. Os maracatus nação podem ser remontados às antigas coroações de reis e rainhas congo. Passaram por transformações e mudanças ao longo do século XX, demonstrando sua capacidade de adaptação e permanência.</p>
<p>Trata-se, portanto, de uma forma de expressão da cultura negra, que tem sido considerada primordial na definição das identidades culturais pernambucanas, herança e resistência de negros e negras do passado. É uma manifestação performática que engloba dança e música, considerada como uma forma de expressão, assim compreendida pelo fato de cortejo e percussão serem indissociáveis.</p>
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		<title>Plano de Salvaguarda dos Maracatus Nação será lançado em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 05 May 2023 18:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Plano de Salvaguarda dos Maracatus Nação, bem imaterial inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), será oficialmente lançado para os maracatuzeiros em Pernambuco, neste domingo (8), em solenidade que será realizada no Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, no Recife. O evento é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34511" aria-labelledby="figcaption_attachment_34511" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Maracatu-Leao-Coroado-Foto-Priscilla-Buhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-34511" alt="Priscilla Buhr/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Maracatu-Leao-Coroado-Foto-Priscilla-Buhr-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Participam do evento vários grupos de Maracatu Nação de Pernambuco, ligados à Amanpe e Amo</p></div>
<p>O Plano de Salvaguarda dos Maracatus Nação, bem imaterial inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), será oficialmente lançado para os maracatuzeiros em Pernambuco, neste domingo (8), em solenidade que será realizada no Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, no Recife. O evento é promovido pela Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (Amanpe), que, na ocasião, também fará a entrega do Prêmio Miçanga de Ouro &#8211; O Brilho das Nações de Maracatu Tradicionais de Pernambuco.</p>
<p>Estarão presentes as 25 nações de maracatu que são associadas à Amanpe e o convite também foi estendido para outras nações de maracatu, como os ligados à Associação dos Maracatus de Olinda (Amo). “Vai ser um evento importante que inicia com o lançamento do plano, e encerra com a apresentação das agremiações que foram campeãs do Carnaval do Recife”, explica Fábio Sotero, presidente da Amanpe. Também participam do evento representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional de Brasília e Pernambuco, bem como da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>Titulados como Patrimônios Imateriais do Brasil, em dezembro de 2014, os Maracatus Nação agora possuem o documento fundamental que apresenta as iniciativas de proteção de maneira estratégica, os objetivos e o planejamento de ações a serem desenvolvidas a curto, médio e longo prazo a fim de promover um amplo alcance da política de salvaguarda. “A partir de domingo (8) vamos também disponibilizar o plano nas redes sociais da Amanpe para que os maracatuzeiros possam acessar o documento e ampliar a divulgação o máximo possível”, reforça Fábio Sotero. Clique <b><a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/planodesalvaguardamaracatunacaoweb.pdf" target="_blank">aqui</a></b> e confira o plano de salvaguarda, disponível no site do Iphan.</p>
<div id="attachment_34876" aria-labelledby="figcaption_attachment_34876" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Renato Spencer</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Maracatu-Estrela-Brilhante-de-Igarassu-Foto-Renato-Spencer.jpg"><img class="size-medium wp-image-34876" alt="Foto: Renato Spencer" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Maracatu-Estrela-Brilhante-de-Igarassu-Foto-Renato-Spencer-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Titulados como Patrimônios Imateriais do Brasil, em dezembro de 2014, os Maracatus Nação agora possuem um Plano de Salvaguarda</p></div>
<p><b>Plano de Salvaguarda &#8211; </b>A Fundarpe foi a instituição que realizou o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) do Maracatu Nação, que resultou no Registro do Maracatu Nação como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, em 2014. “Desde essa época, o Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundarpe, tem colaborado no desenvolvimento de diretrizes de salvaguarda e das oficinas para a elaboração do Plano de Salvaguarda do Maracatu Nação. As oficinas iniciaram formalmente por volta de 2017 e foram retomadas em 2019, sendo concluídas durante a pandemia, em 2021”, destacou Marcelo Renan, coordenador do Patrimônio Imaterial da Fundação, que representará a instituição durante a solenidade neste domingo (8). O INRC do Maracatu Nação está disponível para consulta na Biblioteca Teca Carlos, na Fundarpe, e o dossiê pode ser acessado neste <b><a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/DOSSIE_MARACATU_NA%C3%87%C3%83O.pdf">link</a></b>.</p>
<p>A elaboração do Plano de Salvaguarda do Maracatu Nação também contou com a participação da Fundarpe e é fruto da organização e dedicação dos detentores desse bem cultural para a perpetuação de sua manifestação e da sua busca ativa pelas políticas públicas da área da cultura e patrimônio cultural. O resultado é um documento representativo, que reúne um diagnóstico abrangente da situação do bem cultural e dos seus grupos, mas que é dinâmico, mutável, e dessa forma pretende responder às mudanças sociais que o Maracatu Nação enfrenta.</p>
<p>Além do Iphan e Fundarpe, outras instituições participaram da elaboração deste plano de salvaguarda, como a Amanpe e a Associação dos Maracatus de Olinda (Amo). Também se envolveram no processo técnicos das prefeituras de Recife, Olinda, Igarassu e Jaboatão, municípios onde são mais presentes os grupos de Maracatu Nação, além de professores e pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) envolvidos na produção do INRC do Maracatu Nação.</p>
<p>O Plano de Salvaguarda é um documento que orienta a tomada de decisões em ações estratégicas a serem promovidas pelas instituições. Algumas são demandas específicas como, por exemplo, editais específicos, aumento de cachês e apoio a eventos. Outras são mais genéricas, como o enfrentamento ao racismo religioso que sofrem os participantes dos maracatus em suas próprias comunidades, o que exige o envolvimento de diferentes agentes públicos e da sociedade civil. Com isso, é possível definir recursos orçamentários e cronograma de ação, entre outros pontos, que colaboram para a salvaguarda do bem cultural.</p>
<p>A publicação do Plano de Salvaguarda do Maracatu Nação segue as orientações do Manual de Elaboração de Planos de Salvaguarda, publicado pelo Iphan, autarquia federal vinculada ao Ministério da Cultura. O documento surgiu da necessidade de apresentar à área técnica do Instituto, aos detentores dos bens registrados e demais agentes as orientações necessárias para a execução de ações de preservação do bem. <b> </b></p>
<p>Em Pernambuco o Frevo e as Matrizes do Forró são outros dois bens imateriais que possuem plano de salvaguarda. “Está em elaboração o do Repente e Cavalo Marinho e, neste ano, está no plano de ação das instituições a realização de oficinas para contemplar os outros bens que ainda não possuem seus respectivos planos”, reforça Marcelo Renan.</p>
<p><b>Prêmio Miçanga de Ouro</b> &#8211; O prêmio é uma ação de salvaguarda, promovido pela Amanpe, no qual vamos premiar, anualmente, as nações de maracatu que foram campeãs do Carnaval do Recife. Mas vale ressaltar que é uma ação para salvaguardar os fazedores de cultura de maracatu e, neste sentido, vamos premiar destaques como a rainha, o rei, a dama de passo, o batuqueiro, o mestre e o regente, entre outros.<b> </b></p>
<p><b>Maracatu Nação - </b>Também conhecido como Maracatu de Baque Virado, o Maracatu Nação é manifestação artística da cultura popular e carnavalesca da Região Metropolitana do Recife que remete às coroações dos reis e rainhas do Congo, em que um cortejo com seus pálios coloridos que anunciam a presença real, além de toda a corte, com calungas e dama do paço. Os trajes reais usam seda, veludo e bordados com pedrarias nos desfiles. O maracatu desfila pelas ruas, acompanhado de um conjunto musical percussivo, com os seus batuques, compostos de tambores, caixas, mineiros e gonguês.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Lançamento do Plano de Salvaguarda dos Maracatus Nação<br />
Domingo (8), às 16h<br />
Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu, Boa Viagem, Recife)<br />
Gratuito</p>
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		<title>Iphan divulga o Plano de Salvaguarda do Maracatu Nação, produzido com apoio da Fundarpe</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 18:55:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das manifestações culturais de grande popularidade e importância em Pernambuco e no Nordeste acaba de ganhar um Plano de Salvaguarda. O Maracatu Nação, bem imaterial inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em dezembro de 2014, agora possui o documento fundamental que apresenta as iniciativas de proteção de maneira estratégica, os objetivos e o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72801" aria-labelledby="figcaption_attachment_72801" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Queiroga/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/5958345841_430fd78edc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-72801" alt="Eduardo Queiroga/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/5958345841_430fd78edc_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Maracatu Nação, conhecido também como Maracatu de Baque Virado, é considerado Patrimônio Imaterial do Brasil, segundo o Iphan</p></div>
<p>Uma das manifestações culturais de grande popularidade e importância em Pernambuco e no Nordeste acaba de ganhar um <strong><a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/planodesalvaguardamaracatunacaoweb.pdf" target="_self">Plano de Salvaguarda</a></strong>. O Maracatu Nação, bem imaterial inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em dezembro de 2014, agora possui o documento fundamental que apresenta as iniciativas de proteção de maneira estratégica, os objetivos e o planejamento de ações a serem desenvolvidas a curto, médio e longo prazo a fim de promover um amplo alcance da política de salvaguarda. Clique <b><a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/planodesalvaguardamaracatunacaoweb.pdf">aqui</a></b> e confira.</p>
<p>A elaboração do Plano de Salvaguarda do Maracatu Nação contou com a parceria da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e é fruto da organização e dedicação dos detentores desse bem cultural para a perpetuação de sua manifestação e da sua busca ativa pelas políticas públicas da área da cultura e patrimônio cultural. O resultado é um documento representativo, que reúne um diagnóstico abrangente da situação do bem cultural e dos seus grupos, mas que é dinâmico, mutável, e dessa forma pretende responder às mudanças sociais que o Maracatu Nação enfrenta.</p>
<div id="attachment_21236" aria-labelledby="figcaption_attachment_21236" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Otávio de Souza/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/16347288709_02189f52f8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-21236" alt="Otávio de Souza/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/16347288709_02189f52f8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Maracatu Nação é manifestação artística da cultura popular e carnavalesca da Região Metropolitana do Recife que remete às coroações dos reis e rainhas do Congo, em que um cortejo com seus pálios coloridos que anunciam a presença real, além de toda a corte, com calungas e dama do paço</p></div>
<p>“A Fundarpe foi a instituição que realizou o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) do Maracatu Nação, que resultou no Registro do Maracatu Nação como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, em 2014. Desde essa época, o Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundarpe, tem colaborado no desenvolvimento de diretrizes de salvaguarda e das oficinas para a elaboração do Plano de Salvaguarda do Maracatu Nação. As oficinas iniciaram formalmente por volta de 2017 e foram retomadas em 2019, sendo concluídas durante a pandemia, em 2021”, destacou Marcelo Renan, coordenador do Patrimônio Imaterial da Fundação.</p>
<p>Além do Iphan e Fundarpe, outras instituições também participaram da elaboração deste plano de salvaguarda, como a Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (Amampe) e a Associação dos Maracatus de Olinda (Amo). Também se envolveram no processo técnicos das prefeituras de Recife, Olinda, Igarassu e Jaboatão, municípios onde são mais presentes os grupos de Maracatu Nação, além de professores e pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) envolvidos na produção do INRC do Maracatu Nação.</p>
<div id="attachment_10660" aria-labelledby="figcaption_attachment_10660" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14724793443_a57df86021_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-10660" alt="Eric Gomes" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14724793443_a57df86021_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O maracatu desfila pelas ruas, acompanhado de um conjunto musical percussivo, com os seus batuques, compostos de tambores, caixas, mineiros e gonguês</p></div>
<p>O Plano de Salvaguarda é um documento que orienta a tomada de decisões em ações estratégicas a serem promovidas pelas instituições. Algumas são demandas específicas como, por exemplo, editais específicos, aumento de cachês e apoio a eventos. Outras são mais genéricas, como o enfrentamento ao racismo religioso que sofrem os participantes dos maracatus em suas próprias comunidades, o que exige o envolvimento de diferentes agentes públicos e da sociedade civil. Com isso, é possível definir recursos orçamentários e cronograma de ação, entre outros pontos, que colaboram para a salvaguarda do bem cultural.</p>
<p>Em Pernambuco o Frevo e as Matrizes do Forró são outros dois bens imateriais que possuem plano de salvaguarda. “Está em elaboração o do Repente e Cavalo Marinho e, neste ano, está no plano de ação das instituições a realização de oficinas para contemplar os outros bens que ainda não possuem seus respectivos planos de salvaguarda”, reforça Marcelo Renan.</p>
<p>A publicação do Plano de Salvaguarda do Maracatu Nação segue as orientações do Manual de Elaboração de Planos de Salvaguarda, publicado pelo Iphan, autarquia federal vinculada ao Ministério da Cultura. A publicação surgiu da necessidade de apresentar à área técnica do Instituto, aos detentores dos bens registrados e demais agentes as orientações necessárias para a execução de ações de preservação do bem. <b> </b></p>
<p><b>Maracatu Nação</b><b> - </b>Também conhecido como Maracatu de Baque Virado, o Maracatu Nação é manifestação artística da cultura popular e carnavalesca da Região Metropolitana do Recife que remete às coroações dos reis e rainhas do Congo, em que um cortejo com seus pálios coloridos que anunciam a presença real, além de toda a corte, com calungas e dama do paço. Os trajes reais usam seda, veludo e bordados com pedrarias nos desfiles. O maracatu desfila pelas ruas, acompanhado de um conjunto musical percussivo, com os seus batuques, compostos de tambores, caixas, mineiros e gonguês.</p>
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		<title>Maracatu Nação recebe certificado de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/maracatu-nacao-recebe-certificado-de-patrimonio-cultural-imaterial-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 13:23:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Márcia Souto]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais uma noite de celebrações para a cultura popular pernambucana, em especial para os maracatus nação, também chamados de baque virado. Os grupos receberam, das mãos do Superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no estado, Frederico Almeida; do secretário de Cultura de Pernambuco, Marcelino Granja; e da presidente da Fundarpe, Márcia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma noite de celebrações para a cultura popular pernambucana, em especial para os maracatus nação, também chamados de baque virado. Os grupos receberam, das mãos do Superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no estado, Frederico Almeida; do secretário de Cultura de Pernambuco, Marcelino Granja; e da presidente da Fundarpe, Márcia Souto, o certificado de titulação como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.</p>
<div id="attachment_29344" aria-labelledby="figcaption_attachment_29344" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/patio2.jpg"><img class="size-medium wp-image-29344" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/patio2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Festa no Pátio de São Pedro marcou ato de entrega da certificação</p></div>
<p>O ato aconteceu na noite da última terça-feira (18/7), no Pátio de São Pedro, centro do Recife, e contou ainda com as presenças de representantes da Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (AMAMPE) e da Prefeitura do Recife, além de doze nações de maracatu que fizeram uma verdadeira festa da cultura popular.</p>
<p>A ação foi a última etapa para o reconhecimento oficial, já que o título foi concedido em dezembro de 2014, após a 77ª Reunião Deliberativa do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, que ocorreu na sede do Iphan, em Brasília. <em>“A titulação é fruto de um trabalho árduo feito pela Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo do Estado. E isso vai exigir de todos nós uma articulação e união para que possamos, juntos &#8211; poder público e brincantes, salvaguardar essa expressão cultural. Temos muito trabalho pela frente”</em>, disse para os presentes o representante do Iphan, Frederico Almeida.</p>
<div id="attachment_29345" aria-labelledby="figcaption_attachment_29345" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/patio1.jpg"><img class="size-medium wp-image-29345" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/patio1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Doze grupos de maracatu nação participaram da festa</p></div>
<p><em>“Uma noite de muita alegria para todos nós pernambucanos, porque o fato do maracatu nação receber esse título num espaço tão significativo como o Pátio de São Pedro, é muito importante para o povo pernambucano. É também uma demonstração da forma como o Estado e o Ministério da Cultura estão reconhecendo a importância da Cultura Pernambucana na formação do povo brasileiro”</em>, afirmou a presidente da Fundarpe, Márcia Souto. A presidente da fundação lembrou, ainda, que o ato faz parte da programação da <strong><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/recife-olinda-e-mais-cinco-cidades-prontas-para-a-viii-semana-do-patrimonio-cultural/" target="_blank">VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</a></strong>, que acontece até a próxima sexta-feira (21/08).</p>
<div id="attachment_29342" aria-labelledby="figcaption_attachment_29342" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/patio4.jpg"><img class="size-medium wp-image-29342" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/patio4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Integrantes do Maracatu Nação Tigre</p></div>
<p>Para o secretário de Cultura de Pernambuco, Marcelino Granja, o momento não poderia ser mais oportuno. Para ele, o Pátio de São Pedro &#8211; também tombado como patrimônio &#8211; e os terreiros de maracatu são “<em>locais sagrados, que não estão devidamente integrados à vida da nossa cidade”</em>. Granja enfatizou a necessidade de se preservar esses patrimônios, mas, para além da conservação, ele afirma que o desafio se dá principalmente na ocupação e empoderamento da sociedade sobre esses patrimônios. <em>“Integrar o que fazemos no dia-a-dia das nossas cidades com os nossos patrimônios é desafiador para as políticas de reconhecimento e preservação. Essa integração é importante para humanizarmos cada vez mais as nossas cidades</em>”, afirmou.</p>
<p>Acompanhando desde o início o processo de construção da candidatura ao título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, Fábio Sotero, presidente da AMAMPE, comemorou a titulação: <em>“Participei da equipe que fez o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), e foi um processo de muito envolvimento e fortalecimento dos Maracatus Nação. Este é um passo importante, porque somos uma das manifestações culturais mais antigas deste estado”</em>, explica Fábio Sotero. Segundo ele, existem cerca de vinte e cinco grupos de Maracatu Nação em Pernambuco. Deste total, entre dez a quinze estão ativos, se apresentando, na maioria das vezes com o apoio do poder público. <em>“Esta titulação com certeza nos trará mais respeito e vai fortalecer principalmente os maracatus menos conhecidos”</em>, ressaltou o presidente.</p>
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		<title>Seminário aborda o processo de reconhecimento do patrimônio imaterial</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2015 14:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realizam, nesta quarta-feira (27/05), o seminário &#8220;O Processo de Reconhecimento do Patrimônio Imaterial de Pernambuco: inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho&#8221;. O evento acontece na Caixa Cultural, no Bairro do Recife, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realizam, nesta quarta-feira (27/05), o seminário &#8220;O Processo de Reconhecimento do Patrimônio Imaterial de Pernambuco: inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho&#8221;. O evento acontece na Caixa Cultural, no Bairro do Recife, a partir das 15h, com a participação de gestores públicos,pesquisadores e mestres da cultura popular.  O objetivo é difundir os resultados das pesquisas realizadas com esses três bens culturais em Pernambuco e ressaltar a importância da titulação pelo Iphan. O seminário é aberto a participação de qualquer pessoa interessada, não é necessário fazer inscrição prévia. A ocupação da sala será por ordem de chegada.</p>
<p>No seminário,  serão apresentadas as políticas de identificação, registro e salvaguarda de bens culturais imateriais, destacando a produção dos Inventários Nacional de Referências Culturais (INRC) do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho feito pela Fundarpe, e ainda a titulação desses bens como Patrimônios Culturais Imateriais Brasileiros em dezembro de 2014. No último domingo (24/05), foi realizada a cerimônia de entrega do certificado de titulação aos representes das manifestações culturais. Leia mais <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/culturapopular/maracatus-de-baque-solto-e-cavalo-marinho-recebem-titulo-de-patrimonio-cultural-imaterial-do-brasil/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p>O evento terá a presença e apresentações da professora doutora Beatriz Brusantin (Unicap), coordenadora do inventário do Cavalo Marinho; professora doutora Isabel Guillen (UFPE), coordenadora do inventário do Maracatu Nação; da doutora Maria Alice Amorim, coordenadora do inventário do Maracatu de Baque Solto; dos técnicos da Fundarpe e da Superintendência do Iphan em Pernambuco, Marcelo Renan Souza e Giorge Bessoni; de Fábio de Souza Sotero e Manoel Salustiano, representantes da Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (AMANPE) e da Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco (AMBS-PE) e do Mestre Grimário do Cavalo Marinho Boi Pintado, entre outros.</p>
<p>O seminário se integra à programação da exposição &#8220;Patrimônio Imaterial Brasileiro: a celebração viva da cultura dos povos&#8221;,  que trouxe para o Recife o panorama dos bens culturais imateriais do Brasil, reconhecidos por meio do Registro do Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro (Decreto federal 3.551/2000), promovido pelo Iphan. Ainda este ano, pretende-se realizar  novas edições do seminário em municípios da Mata Norte de Pernambuco e demais regiões de desenvolvimento do Estado de Pernambuco.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Seminário &#8220;O Processo de Reconhecimento do Patrimônio Imaterial de Pernambuco: inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho&#8221;</strong><br />
<strong>Dia:</strong> 27 de maio, 15h<br />
<strong>Local:</strong> Caixa Cultural Recife &#8211; Avenida Alfredo Lisboa, 505 – Praça do Marco Zero – Bairro do Recife<br />
<strong>Informações:</strong> (81) 3184-3061|3184-3068 | patrimonioimaterial@gmail.com</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><b>Programação:</b></p>
<p><b>Política de identificação e registro dos bens culturais do estado de Pernambuco</b> &#8211; Marcelo Renan Souza (Gerência de Preservação Cultural/ Fundarpe)</p>
<p><b>O Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) – metodologia e aplicação</b> &#8211; Giorge Bessoni (Antropólogo &#8211; Iphan-PE)</p>
<p><b>Inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho<br />
</b>Prof. Drª. Beatriz Brusantin (UNICAP) – Coordenadora do INRC do Cavalo Marinho<br />
Prof. Drª Isabel Guillen (UFPE) – Coordenadora do INRC do Maracatu Nação<br />
Drª Maria Alice Amorim – Coordenadora do INRC do Maracatu de Baque Solto</p>
<p><b>Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho patrimônio cultural imaterial<br />
</b>Fábio de Souza Sotero &#8211; Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (AMANPE)<br />
Manoel Salustiano &#8211; Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco (AMBS-PE)<br />
Mestre Grimário – Cavalo Marinho Boi Pintado<b> </b></p>
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		<title>Governo de Pernambuco celebra Patrimônios Imateriais</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2014 17:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante cerimônia no Teatro Arraial, nesta sexta-feira (12/12), o Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, destacou a importância dos Patrimônios Imateriais para a cultura de Pernambuco, com três importantes momentos: o comunicado oficial do título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil concedido aos Maracatus de Baque Solto, Nação e ao Cavalo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18273" aria-labelledby="figcaption_attachment_18273" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/DSC1039.jpg"><img class="size-medium wp-image-18273" alt="Laís Domingues/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/DSC1039-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Evento contou com a presença de vários artistas, produtores culturais e autoridades pernambucanas</p></div>
<p>Durante cerimônia no Teatro Arraial, nesta sexta-feira (12/12), o Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, destacou a importância dos Patrimônios Imateriais para a cultura de Pernambuco, com três importantes momentos: o comunicado oficial do título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil concedido aos Maracatus de Baque Solto, Nação e ao Cavalo Marinho; entrega ao IPHAN do Inventário Nacional de Referência Cultural (INRC) da Ciranda e do Reisado, com o propósito de obter esta mesma titulação para os dois bens; e o lançamento da edição atualizada do livro Patrimônios Vivos de Pernambuco, da pesquisadora Maria Alice Amorim.</p>
<p>O pedido para registro, no Iphan, dos Maracatus, do Cavalo Marinho e também do Caboclinho foi feito pelo então governador Eduardo Campos. Em seguida, a Secult e a Fundarpe empreenderam, através de empresa contratada, a elaboração do Inventário Nacional de Referência Cultural (INRC) para cada um dos brinquedos populares. A titulação do Caboclinho deverá ser, em breve, igualmente avaliada e deferida pelo Conselho Consultivo de Patrimônio Cultural do Iphan.</p>
<p>O mesmo procedimento está sendo feito agora com a Ciranda e o Reisado. Seus documentos foram elaborados entre novembro de 2012 e maio deste ano e envolvem grupos da Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata Norte, Agreste e Sertão. Pesquisadores qualificados e com conhecimento prévio sobre o tema foram os responsáveis pela construção do INRC de cada folguedo, que é composto por um relatório analítico, um vídeo documentário, fichas de identificação, registros audiovisuais e um dossiê. Como resultado da pesquisa, foram localizadas informações sobre 27 grupos de Cirandas e 12 de Reisado, no estado.</p>
<div id="attachment_18274" aria-labelledby="figcaption_attachment_18274" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/DSC1162.jpg"><img class="size-medium wp-image-18274 " alt="Laís Domingues/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/DSC1162-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Galo Preto, um dos Patrimônios Vivos de nosso Estado, deu uma palinha durante a cerimônia</p></div>
<p><strong>PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL -</strong> No último dia 03/12, foi concedido o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil aos Macaratus de Baque Solto (ou Rural) e de Baque Virado (também chamado de Nação) e ao Cavalo Marinho. Os novos Patrimônios tiveram seus títulos confirmados na 77ª Reunião Deliberativa do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, que aconteceu na sede do Instituto Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, em Brasília. Os três foram eleitos por unanimidade pelo Conselho.</p>
<p>A partir de agora, as manifestações ficam inscritas no Livro das Formas de Expressão e têm garantidos o reconhecimento, a valorização e a salvaguarda de um conjunto de bens culturais, saberes, fazeres e formas de expressão que representam. O registro destes bens contribui para o apoio, o fomento e a apreensão de sua importância para a identidade e história do povo pernambucano e brasileiro. “As informações referentes às recomendações de salvaguarda dos bens registrados, como melhoramento de sede, espaços para apresentação, oficinas, entre outras ações que o fortaleçam, estão contidas nos inventários. Isto é um instrumento que o Estado, e os próprios grupos, possuem a partir de agora para trabalhar pela permanência e fortalecimento dos grupos”, afirma o secretário de Cultura, Marcelo Canuto. Os INRCs dos maracatus e do Cavalo Marinho já se encontram disponíveis, para consulta, na biblioteca da Fundarpe e também compõem o banco de dados do Patrimônio Cultural Imaterial do Iphan.</p>
<p><strong>LIVRO DOS PATRIMÔNIOS –</strong> O segundo volume do livro Patrimônios Vivos de Pernambuco, de Maria Alice Amorim, traz fotos e perfis dos artistas e grupos contemplados com este registro, desde a primeira edição do concurso, em 2010, até os eleitos em 2013, o que totaliza o número de 31 Patrimônios Vivos Pernambucanos, incluindo os já falecidos. O livro faz parte do conjunto de ações adotado pelo Estado, no sentido de inserir os Patrimônios na política pública de cultura, incentivando o repasse do conhecimento adquirido pelos mestres às novas gerações. De acordo com o Presidente da Fundarpe, Severino Pessoa, além de ser uma valiosa fonte de pesquisa, a obra contribui para a preservação da memória desses importantes agentes culturais. “A lei do Patrimônio Vivo prevê o comprometimento na transmissão dos saberes populares como contrapartida dos mestres e grupos, por isso é importante incentivarmos mecanismos que colaboram com a perpetuação da tradição popular, como essa publicação”, pontua.</p>
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		<title>Manifestações pernambucanas são patrimônios imateriais do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2014 17:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os maracatus de Baque Solto e de Baque Virado foram declarados nesta quarta-feira (3) os novos Patrimônios Culturais Imateriais do Brasil. A decisão entrou na pauta da 77ª Reunião Deliberativa do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que vai discutir ainda nesta tarde o registro do Cavalo Marinho. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17783" aria-labelledby="figcaption_attachment_17783" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pri Buhr</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/maracatu-leao-coroado.jpg"><img class=" wp-image-17783" alt="Pri Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/maracatu-leao-coroado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Leão Coroado é um dos símbolos do Maracatu Nação</p></div>
<p>Os maracatus de Baque Solto e de Baque Virado foram declarados nesta quarta-feira (3) os novos Patrimônios Culturais Imateriais do Brasil. A decisão entrou na pauta da 77ª Reunião Deliberativa do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que vai discutir ainda nesta tarde o registro do Cavalo Marinho.</p>
<p>Para defender a candidatura dos bens culturais pernambucanos, o secretário estadual de Cultura, Marcelo Canuto, e o presidente da Fundarpe, Severino Pessoa participam do encontro em Brasília.</p>
<div id="attachment_11605" aria-labelledby="figcaption_attachment_11605" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/cavalo-marinho-de-Biu-Alexandre_roberta-guimaraes.jpg"><img class=" wp-image-11605" alt="Roberta Guimarães" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/cavalo-marinho-de-Biu-Alexandre_roberta-guimaraes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A brincadeira do Cavalo Marinho poderá ser o novo Patrimônio Imaterial do Brasil</p></div>
<p>As manifestações serão inscritas no Livro de Registro das Formas de Expressão. O Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) de cada um desses bens culturais foi entregue ao IPHAN, no dia 13 de agosto de 2013, pela Secretaria de Cultura do Estado, em solenidade que contou com a presença do então governador Eduardo Campos.</p>
<div id="attachment_17784" aria-labelledby="figcaption_attachment_17784" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/maracatu-baque-solto.jpg"><img class=" wp-image-17784" alt="Eric Gomes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/maracatu-baque-solto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu de Baque Solto (rural) em apresentação no Carnaval de Nazaré da Mata</p></div>
<p>Representantes das três manifestações também estão presentes em Brasília: Fábio Sotero, presidente da Associação de Maracatus Nação de Pernambuco; Manoelzinho Salustiano, representante da Associação de Maracatus de Baque Solto e Mestre Grimário, representando o Cavalo Marinho.</p>
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		<item>
		<title>Bens culturais cada vez mais próximos do título de Patrimônio Imaterial do Brasil</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bens-culturais-cada-vez-mais-proximos-do-titulo-de-patrimonio-imaterial-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2014 18:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Técnica para o Registro no Livro das Formas de Expressão do IPHAN]]></category>
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		<category><![CDATA[Iphan]]></category>
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		<category><![CDATA[Maracatu Nação]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Imaterial do Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[As expressões culturais Maracatu Nação, Maracatu Baque Solto e Cavalo-Marinho estão cada vez mais próximas de se tornarem Patrimônios Imateriais do Brasil. É que nesta segunda-feira (3) o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) publicou no Diário Oficial da União que os três bens receberam pareceres favoráveis da Câmara Técnica para o Registro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/cambinda-brasileira9.jpg"><img class="size-medium wp-image-12345 aligncenter" alt="Alexandre Severo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/cambinda-brasileira9-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>As expressões culturais Maracatu Nação, Maracatu Baque Solto e Cavalo-Marinho estão cada vez mais próximas de se tornarem Patrimônios Imateriais do Brasil. É que nesta segunda-feira (3) <a href="http://www.jusbrasil.com.br/diarios/79315646/dou-secao-3-03-11-2014-pg-8">o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) publicou no Diário Oficial da União</a> que os três bens receberam pareceres favoráveis da Câmara Técnica para o Registro no Livro das Formas de Expressão do IPHAN. Vale salientar que o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) de cada uma dessas manifestações foi entregue ao IPHAN no dia 13 de agosto do ano passado, através da Secretaria de Cultura do Estado.</p>
<p>A publicação no Diário Oficial também determina que no prazo de trinta dias a partir desta segunda (3), qualquer interessado pode apresentar uma manifestação em defesa das candidaturas pernambucanas. As proposições devem ser enviadas para o endereço do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, que fica na Quadra 713/913, Bloco D, 5º andar, CEP 70.390-135, em Brasília (Distrito Federal).</p>
<p>Após esse período de trinta dias, o pedido de registro deverá ser votado em reunião do Conselho Consultivo, no início do mês de dezembro, podendo ou não receber parecer favorável. O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural é constituído por nove representantes de instituições públicas e privadas e por 13 representantes da sociedade civil, indicados pela presidência do IPHAN e designados pelo Ministério da Cultura. O mandato dos conselheiros é de quatro anos, permitida a recondução e o conselho é presidido pelo presidente do IPHAN, que o integra como membro nato.</p>
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