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	<title>Portal Cultura PE &#187; marcelino freire</title>
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		<title>Muafro Recife recebe 1ª edição da Balada Literária</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 18:51:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Criada em São Paulo, pelo escritor pernambucano Marcelino Freire em 2006, a Balada Cultural terá sua primeira edição no Recife, entre os dias 2, 3 e 4 de dezembro (sexta-feira, sábado e domingo). Com uma homenagem ao samba, o evento acontecerá dentro das instalações do Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro (Muafro Recife). No sábado (2), as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_97390" aria-labelledby="figcaption_attachment_97390" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fran Silva/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/marcelino-freire-foto-Fran-Silva-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-97390" alt="Fran Silva/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/marcelino-freire-foto-Fran-Silva-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Criador da Balada Literária, o escritor pernambucano Marcelino Freire comandará as atividades do evento</p></div>
<p>Criada em São Paulo, pelo escritor pernambucano Marcelino Freire em 2006, a Balada Cultural terá sua primeira edição no Recife, entre os dias 2, 3 e 4 de dezembro (sexta-feira, sábado e domingo). Com uma homenagem ao samba, o evento acontecerá dentro das instalações do Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro (Muafro Recife). No sábado (2), as atividades começam às 8h30, com a exposição do material gráfico do livro “Miróbolante”, de Wilson Freire, na sala 42. Ao mesmo tempo, acontece o café da manhã no qual a artista Anastácia Rodrigues conversa com a cantora, compositora e instrumentista Dalva Torres.</p>
<p>Às 10h30, será exibido o documentário “Samba de Pernambuco”, dirigido poe Gabriela Apolônio. Em seguida, a jornalista Fabianna Freire Pepeu realiza uma conversa com a autora e com o sambista Hilton Oliveira. À tarde, Marcelino Freire comanda uma mesa com as poetas Ezter Liu, Flavia Gomes e Odailta Alves, atividade realizada em parceria com a produtora Nós Pós e o Festival Palavra Cifrada. Após isso, o romancista e editor Sidney Rocha dialoga com as escritoras Adrienne Mytes, Deborah Dornellas e Marta Neves.</p>
<p>Ainda no sábado (2), às 19h30, será lançada a antologia “Os Peixes Têm Rugas”, organizada por Tatiana Carvalhedo para a editora Pousar, de Brasília (DF), e haverá um encontro de poetas do Rio Grande do Norte: Gonza Neto, Gessyka Santos, Olga Hawes, Vanessa Augusta, Paulo César, Guilherme Henrique e Felipi Faria. A mediação ficará a cargo de Welington Soares, com participação de poetas de Teresina.</p>
<p><em>“A Balada Literária é um evento que possibilita às pessoas se encontrarem em torno da arte, tomar cerveja, conversarem sobre literatura, recitarem poemas, participarem de shows, teatro, etc. Nesta edição vamos ter uma boa feijoada. A programação contém conversas com escritores e escritora, feira de livros com o projeto Mala Preta, roda de samba, documentários, recitais poéticos e artes plásticas. Um universo diverso, descontraído, espontâneo. Isso tem tudo a ver com o Muafro”</em>, declara o professor de literatura e curador da edição Auribio Farias.</p>
<p>No domingo (4), das 9h as 14h, Alexandre Melo produtor cultural, diretor da Produtora Nós Pós, comanda o “Workshop: Destravar idéias, elaborar projetos”, que conta com incentivo do Sistema de Incentivo à Cultura, Fundação de Cultura do Recife e do Funcultura. As inscrições podem ser feitas pelo Instagram do Muafro Recife (<a href="https://www.instagram.com/muafrope/" target="_blank"><strong>@muafrope</strong></a>). Em seguida, Sidney Rocha conversa com Raimundo Carrero sobre o novo livro &#8220;A luta verbal: A preparação do escritor&#8221;.</p>
<p>Outros dois documentários sobre Samba de Veio, um de Amaro Filho e outro de Chico Egídio, serão exibidos no domingo a partir das 15h. Logo depois, Wilson Freire conversa com os autores. Em seguida, acontece a exibição do filme: “Miró: Preto, Pobre, Poeta e Periférico”, dirigido por Wilson Freire. O encerramento será com uma roda de poesia em homenagem ao poeta Miró da Muribeca, com Marcelino Freire, Wellington de Melo, Wilson Freire, Fabianna Freire Pepeu, Wellington Soares, Cida Pedrosa, Gleisson Nascimento, Valmir Jordão, Odailta Alves e Joy Thamires, no &#8220;Som na Rural&#8221;, que ficará estacionada em frente ao Muafro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> Serviço</strong></span><br />
BALADA LITERÁRIA NO RECIFE<br />
De 2 a 4 de dezembro de 2022<br />
Local: Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro (Muafro Recife) &#8211; Rua Mariz e Barros, 328 &#8211; Recife Antigo/PE<br />
Entrada gratuita</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SEXTA-FEIRA, 2 DE DEZEMBRO</strong></span><br />
19h30: Bodega de Véio<br />
Roda de samba comandada por Jorge Riba com a presença de Surama Rheis, Anastácia Rodrigues, Beto Rusivel, Paulo Perdigão, Hilton Oliveira.<br />
Participação especial de Fabiana Cozza</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SÁBADO, 3 DE DEZEMBRO</strong></span><br />
8h30: Muafro<br />
Exposição do Material Gráfico do Livro Mirobolante de Wilson Freire – sala 42<br />
Café da manhã – Anastácia Rodrigues conversa com Dalva Torres (cantora, compositora, instrumentista)<br />
10h30: Exibição do Documentário Samba de Pernambuco de Gabriela Apolônio<br />
Em seguida Fabianna Freire Pepeu conversa com Gabriela Apolônio e Hilton Oliveira<br />
12h30 Almoço – Feijoada por Tabuleiro Comida Afro-brasileira<br />
Feira de livros: Mala Preta<br />
15h00: Marcelino Freire conversa com as poetas Ezter Liu, Flávia Gomes e Odailta Alves. Atividade realizada em parceria com a produtora Nós Pós e o Festival Palavra Cifrada<br />
16h30: Sidney Rocha conversa com Adrienne Myrtes, Deborah Dornellas e Marta Neves<br />
19h30: Lançamento da antologia “Os Peixes Têm Rugas”, organizada por Tatiana Carvalhedopara a editora Pousar, de Brasília(DF), e encontro de poetas do Rio Grande do Norte: Gonza Neto, Gessyka Santos, Olga Hawes, Vanessa Augusta, Paulo César, Guilherme Henrique e Felipi Faria mediação Welington Soares, com participação de poetas de Teresina.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>DOMINGO, 4 DE DEZEMBRO</strong></span><br />
9h às 14h: WORKSHOP – Projeto cultural: Destravar ideias, elaborar projetos com Alexandre Melo (INSCRIÇÕES PELO TELEFONE (81) 99970-8970) VAGAS LIMITADAS<br />
15h: Exibição de dois documentários sobre Samba de Veio – um de Amaro Filho e outro de Chico Egídio<br />
Em seguida, Wilson Freire conversa com Amaro Filho e Chico Egídio<br />
16h30: Sidney Rocha conversa com Raimundo Carrero sobre a Luta Verbal<br />
17h30: No Som na Rural, em frente ao Muafro<br />
Exibição do filme: Miró: Preto, Pobre, Poeta e Periférico de Wilson Freire<br />
Em seguida, encerramento com roda de poesia em homenagem a Miró da Muribeca com Marcelino Freire, Wellington de Melo, Wilson Freire, Fabianna Freire Pepeu, Wellington Soares, Cida Pedrosa, Gleisson Nascimento, Valmir Jordão, Odailta Alves e Joy Thamires.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ESPECIAL</strong></span><br />
Dia 4 de dezembro (domingo), 11h, on-line, pelo perfil do Instagram <a href="https://www.instagram.com/baladaliteraria/" target="_blank"><strong>@baladaliteraria</strong></a>, com apresentação de Marcelino Freire<br />
Lançamento da série &#8220;VIVÊNCIAS LITERÁRIAS&#8221;</p>
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		<title>Poesia, debates e lançamentos literários marcam a programação da Praça da Palavra</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 20:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Homenagens a importantes autores pernambucanos &#8211; como Hermilo Borba Filho e Luís Jardim, além de recitais, mesa de glosa, encontros de música e poesia, lançamentos literários, debates sobre política cultural e oficinas de literatura para a criançada. São várias as atividades este ano na Praça da Palavra do FIG, que funcionará durante o festival de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50902" aria-labelledby="figcaption_attachment_50902" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Festival_de_Inverno_de_Garanhuns_Praça_da_Palavra.jpg"><img class="size-medium wp-image-50902" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Festival_de_Inverno_de_Garanhuns_Praça_da_Palavra-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Praça da Palavra, o polo literário do FIG, este ano recebe o nome de Hermilo Borba Filho em homenagem ao centenário do autor pernambucano</p></div>
<p>Homenagens a importantes autores pernambucanos &#8211; como Hermilo Borba Filho e Luís Jardim, além de recitais, mesa de glosa, encontros de música e poesia, lançamentos literários, debates sobre política cultural e oficinas de literatura para a criançada. São várias as atividades este ano na Praça da Palavra do FIG, que funcionará durante o festival de 22 a 29 de julho, com uma programação dividida em vários horários e para os diversos públicos – além de estandes de venda de livros e lounge de leitura para visitantes.</p>
<p>Segundo Mariane Bigio, coordenadora de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco, um dos destaques desta edição é a mesa<strong> Vida e Obra de Hermilo Borba Filho</strong>, com a presença do pesquisador João Denys e da secretaria de Cultura do Recife, Leda Alves. O encontro está marcado para o dia 27 de julho, a partir das 17h, e é uma das ações em homenagem ao centenário do autor pernambucano presentes no festival. “<em>Vai ser um momento único pela mistura de alguém que é especialista e estudioso da obra deste importante autor, com a afetividade de alguém que compartilhou a vida com Hermilo e representa hoje uma memória do legado que ele nos deixou”,</em> explica Mariane Bigio. As homenagens a Hermilo, um estudioso da cultura popular, se estendem por toda a programação da Praça com atividades ligadas a essa temática, como literatura de cordel e mesa de glosa.</p>
<div id="attachment_50912" aria-labelledby="figcaption_attachment_50912" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/MESA-DE-GLOSAS-FIG-2017-POST-FACEBOOK.gif"><img class="size-medium wp-image-50912 " alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/MESA-DE-GLOSAS-FIG-2017-POST-FACEBOOK-486x486.gif" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa de Glosa com poetas do Pajeú é uma das ações da Praça da Palavra este ano</p></div>
<p>Neste sentido, a coordenadora de Literatura da Secult-PE dá detalhes sobre a realização da ação <strong>De Repente uma Glosa</strong>, inédito no FIG, com Genildo Santana, Zé Adalberto, Alexandre Morais, Dayanne Rocha e Elenilda Amaral, sob mediação de Luna Vitrolira. <em>“Será um momento de improvisos com a participação de cinco poetas, boa parte do Sertão do Pajeú, dos quais duas são mulheres, o que é uma presença rara nas mesas de glosa. Na verdade teremos três mulheres participando porque teremos a mediação de Luna Vitrolira. Os motes são dados na hora, a partir de uma interação com o próprio público e contexto histórico-político atual, e os participantes terão que fazer uma poesia rimada e metrificada que termine com o tema sugerido”.</em></p>
<p>O poeta José Adalberto, natural de Itapetim, comemora a realização deste encontro durante o 27º Festival de Inverno de Garanhuns.<em> “Já estive com os outros poetas várias vezes, em várias regiões do estado e do Brasil. Passamos por Petrolina, Recife, vários locais do agreste, Sertânia, Afogados da Ingazeira, Triunfo. É tanto canto que se eu fosse ficar falando passaria um dia inteiro. Eu acho muito oportuno que a gente leve uma mesa de glosa para o FIG porque por onde a gente tem passado tem sido uma atividade muito atrativa, deixa a plateia atenta e curiosa. Ela é feita no improviso, ao contrário de um recital que você leva tudo pronto. Antes de começar ficamos nervosos, claro, porque tem muita emoção, tanto pra quem assiste como pra quem participa. Mas a gente confia na mesa como um instrumento de descontração do público”,</em> opina.</p>
<div id="attachment_50909" aria-labelledby="figcaption_attachment_50909" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/s.jpg"><img class="size-medium wp-image-50909" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/s-607x374.jpg" width="607" height="374" /></a><p class="wp-caption-text">Conhecido por personagens como Dr. Victor (Castelo Ratimbum), Sérgio Mamberti, que também atuou como secretário de Políticas Culturais do MinC, participa de debate sobre políticas culturais na Praça da Palavra</p></div>
<p>A Praça da Palavra também será palco de um importante debate sobre políticas culturais no Brasil. No domingo (23), às 18h, haverá o lançamento de um livro de Américo Córdula, que se chama <strong>Políticas Culturais e Gestões Democráticas no Brasil</strong>, uma publicação que conta com vários textos de autores importantes para a política cultural do nosso país. O evento terá a participação do ator Sérgio Mamberti, conhecido por personagens conhecidos como Dr. Victor (Castelo Ratimbum), que atuou também como secretário de Políticas Culturais do MinC e contribuiu com um texto nesse livro. <em>“Recebemos essa mesa com muito prazer porque no momento político que o país passa, de crise para além da economia, ter um debate como esse é essencial. Precisamos pensar a cultura sob esse aspecto das políticas e alinhar com a democracia”,</em> ressalta Mariane Bigio. O debate terá mediação da atriz e conselheira de cultura de Pernambuco, Paula de Renor.</p>
<div id="attachment_11359" aria-labelledby="figcaption_attachment_11359" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mário Miranda Filho</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Marcelino-Freire-por-Mario-Miranda-Filho.jpg"><img class="size-medium wp-image-11359" alt="Mário Miranda Filho" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Marcelino-Freire-por-Mario-Miranda-Filho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelino Freire participa da programação ao lado do músico Alexandre Revoredo, com o projeto &#8216;Diz, ritmia: o canto do verso&#8217;</p></div>
<p>Outro destaque é uma mesa com Marcelino Freire, que fará um encontro poético-musical com Alexandre Revoredo chamado <strong>Diz, ritmia: o canto do verso</strong>. Várias obras de Marcelino Freire já foram adaptadas para outras linguagens, como a dança e o teatro, e essa será uma oportunidade de ver o trabalho de Marcelino dialogando com a música. Cantor e compositor de Garanhuns, Alexandre Revoredo revela que o projeto surgiu de uma forma espontânea, mas com a aprovação do autor pernambucano. “<em>Sempre gostei muito de literatura e foi assim que conheci a obra de Marcelino. Teve um dia que estava com a minha companheira e ela declamou um poema dele enquanto eu tocava, ficou bem bonito. Fiz então uma música com as poesias dele e o próprio Marcelino gostou muito. O projeto é muito voltado para a poesia, as letras são bem voltadas pra literatura, e durante a apresentação conversamos justamente sobre essa conexão, sobre o ritmo, o verso e o canto, porque a poesia também é música. Vai ser um momento inédito, porque o Marcelino Freire nunca esteve no FIG antes. Vou levar meu violão e a gente faz um bate-papo poético, onde ele recita textos dele e a gente faz essa troca”,</em> destaca o músico, que se prepara para lançar ainda este ano seu primeiro EP.</p>
<p>Mais um ano o FIG terá a importante parceria com o SESC, instituição que atua fortemente na política cultural no Brasil como um todo. <em>“Eles que estão com as ações em homenagem ao Luís Jardim, que recebe essa honraria pois esse ano completam-se 30 anos de sua morte. Vão ter vários momentos para prestigia-lo, com rodas de história, leitura dramática, mesa sobre determinadas obras e debate sobre a trajetória do autor. Além disso, o SESC está levando uma programação voltada para a formação do público infanto-juvenil, que é um publico bastante presente na Praça da Palavra”, </em>conta Mariane Bigio.</p>
<div id="attachment_50910" aria-labelledby="figcaption_attachment_50910" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/rosinha.jpg"><img class="size-medium wp-image-50910" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/rosinha-607x331.jpg" width="607" height="331" /></a><p class="wp-caption-text">Numa parceria com o Festival Internacional de Literatura Infantil de Garanhuns – FILIG, a Praça da Palavra recebe a ilustradora pernambucana Rosinha</p></div>
<p>Outra parceria da Praça do Palavra esse ano será com o <a href="http://filigfestival.com.br/filig/" target="_blank">Festival Internacional de Literatura Infantil de Garanhuns – FILIG</a>, que chega na sua terceira edição em outubro deste ano. <em>“A próxima edição do FILIG terá foco no livro ilustrado, que é também uma espécie de texto, principalmente quando a gente fala na literatura infanto-juvenil, ou de uma pessoa ainda não letrada. Neste sentido vamos levar atividades com a ilustradora pernambucana Rosinha, com vivências, uma espécie de oficina de desenho para crianças e mediação sobre a obra dela, com um bate-papo com a garotada. Ela é muito premiada e já emprestou seu traço para vários livros mundo afora”</em>, detalha a coordenadora de Literatura da Secult-PE.</p>
<p>Sobre literatura infanto-juvenil, o FIG terá muitas atrações. Uma delas é com a contadora de histórias Irene Tanabe, de São Paulo que faz origamis durante a contação e realizará três sessões em diferentes datas. Tem também a Aline Alencar, da Cia Forróbodó de Teatro, da Paraíba, que vai levar histórias para a Praça da Palavra, além de Suzana Moraes, que escreve literatura de cordel para crianças.<em> “Vale destacar o Outras Palavras e o Outras Palavrinhas na programação da Praça da Palavra. O Outras Palavras é um projeto da Fundarpe que mistura a literatura com outras linguagens e leva arte e cultura para o público escolar, principalmente do Ensino Médio. E junto a Antonieta Trindade (gestora do Outras Palavras), pensamos no Outras Palavrinhas, mais voltado para a criançada, e que terá conversas com as autoras de obras infantojuvenis Susana Morais e Socorro Lacerda (lançando o livro “Vira-vira, Violeta”), e apresentação do Reisado Infantil Floreando”</em>, destaca Mariane Bigio.</p>
<p><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DE LITERATURA DO FIG 2017:</strong><br />
Praça da Palavra<br />
Espaço para recitais, contações de histórias, debates, lançamentos de livros.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 22/7</strong></span><br />
9h – Ação Educativa| Brincando e Cantando com Expressões Populares (SESC – PE)<br />
10h – Oficinas Infantis| Confecção de Marcadores de Livros (SESC – PE)<br />
11h – Embarcando no Universo da Imaginação, com a Cia. Fisa D’arte (Sec. de Turismo e Cultura de<br />
Garanhuns – PE)<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – Contação de Histórias, com O Tapete Voador (Cepe Editora)<br />
16h – Lançamento de Livro | Religiões negras no Brasil da Escravidão à Pós-Emancipação, com Valéria Costa (PE)<br />
17h – Livros Digitais: Como eles estão revolucionando o mundo, com Luciano Júnior (Sec. de Turismo e Cultura de Garanhuns – PE)<br />
18h – Diz, ritmia: o canto do verso, com Marcelino Freire (PE/SP) e Alexandre Revoredo (PE)<br />
19h – Intervenção Poética| Poesia ao Vivo – A impressão que se leva sempre: Sempre Poesia de Maria do Carmo Barreto Campello de Melo, com a atriz e performer Sônia Bierbard (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo, 23/7</strong></span><br />
9h – Oficinas Infantis| Confecção de bonecas Abayomi (SESC – PE)<br />
11h – Contação de Histórias | Uirapuru, com Aline Alencar da Cia. Forrobodó de Teatro (PB)<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Uma tarde sobre a Revolução de 1817, palestra com Paulo Santos (autor do livro “1817: Amor e Revolução”), e Betânia Corrêa (autora do livro “ABCdário da Revolução” e gerente do Museu da Cidade do Recife) seguido da exibição do documentário “Revolução de 1817: 74 dias de liberdade em Pernambuco”.<br />
Lançamento do livro “1817: Amor e Revolução” com Paulo Santos (Cepe Editora)<br />
16h – Contação de Histórias | Uirapuru, com Aline Alencar da Cia. Forrobodó de Teatro (PB)<br />
17h – Um Clarão: Luz sobre a poesia de Cida Pedrosa, conversa com a autora<br />
18h – Lançamento de Livro e Debate: “Políticas Culturais e Gestão Democrática no Brasil”: Bate-papo com Américo Córdula (SP) e Sérgio Mamberti (SP), mediação de Paula de Renor (PE)<br />
19h30 – Mesa de Glosas | De Repente uma Glosa , com Genildo Santana, Zé Adalberto, Alexandre Morais, Dayanne Rocha e Elenilda Amaral, mediação de Luna Vitrolira (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda-feira, 24/7</strong></span><br />
9h – Ação Educativa | Brincando e Cantando com Expressões Populares (SESC – PE)<br />
10h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
11h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – Palestra | A Ficção e a Realidade no Mundo da Literatura, com Alexandre Santos (UBE)<br />
16h – Rede Mestres e Brinquedos em Sementes da Brincadeira, um bate-papo com Danielle Jansen e Wagner Porto sobre o brinquedo, a literatura oral, as tradições fitoterápicas e a ecologia<br />
17h – Palestra | Revolução Literária em Pernambuco, com José Bezerra de Lemos (UBE)<br />
18h – Palestra | Elementos de uma Pesquisa Histórica, com Melchiades Montenegro (UBE)<br />
19h – As Diversas Personagens na Obra de Luís Jardim, Adelmo Camilo conversa com Wagner Marques</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira, 25/7</strong></span><br />
9h – Palestra |Mudanças na Literatura, com Alberico Fernandes (UBE)<br />
10h – Lançamento do livro “O Rei e o Baião”, com Bené Fonteles e Paulo Vanderley (SESC – PE)<br />
11h – Palestra | A Poesia na Música de Dominguinhos, com Ronaldo César (UBE)<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – Conversa Assombrada – Oralidade e Literatura: Encenação de Histórias Assombradas da Mata e do Mar, com Paulo André Viana e Renê Ribeiro (PE). Bate-papo com os autores Roberto Beltrão e André Balaio (PE)<br />
17h – Bate-papo | a palavra confessa, com Stefanni Marion (SP) e Adélia Coelho (PE). Realização de exercício aberto onde será produzido um poema/texto confessional. Lançamento do projeto | A TORRE: antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos.<br />
18h – Palestra | Vida e Obra de Belchior, com Cosme Rogerio (UBE)<br />
19h – Roda de Histórias com Grupos de Contadores de Histórias do SESC Garanhuns</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira, 26/7</strong></span><br />
9h – Alma Pelada, poesia abstrata com Luiz Gonzaga de Melo Neto (UBE)<br />
10h – Escuta e Labirinto – Vivência da Escuta da Música Contemporânea como entrada em um Labirinto, com Leonardo Aldrovandi (SP)<br />
11h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
14h – Outras Palavras: conversa com Paulo Gervais (vencedor do IV Prêmio Pernambuco de Literatura) e Apresentação do grupo Chorões da Aurora<br />
16h – Palestra | Declamação em prosa, verso e poesia em relação ao que o progresso nos trouxe, com Paulo de Melo (UBE)<br />
17h – Prosa e Cordel: Em cena a poesia popular, com Edilene Soares e Sandoval (UBE)<br />
18h – Palestra | Quem matou Delmiro Gouveia, com Edsom Mendes (UBE)<br />
19h – Palestra e Lançamento de Livro | À Espera de Tio Alois, com Homero Fonseca (PE), mediação de Dorvalina Maciel (PE)<br />
20h – Recital | Da Lua Não Vejo Minha Casa, com Leonardo Aldrovandi (SP)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira, 27/7</strong></span><br />
9h – Intervenção e Performance | A Chegada de Godot (Ou O Distribuidor de Poemas), com Luiz Manuel (PE)<br />
10h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
11h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – FILIG no FIG, conversa com a escritora e ilustradora Rosinha (PE)<br />
16h – Contação de Histórias com Origamis, com Irene Tanabe (SP)<br />
17h – Vida e Obra de Hermilo Borba Filho: João Denys conversa com Leda Alves (Cepe Editora)<br />
18h – Leitura Dramatizada da obra “A Moça do Trapézio” de Luís Jardim, com o Grupo de Teatro do SESC Garanhuns<br />
19h – Memórias de Luís Jardim, Ivonete Batista conversa com Luiz Afonso Jardim (SESC – PE)<br />
20h – Lançamento do Livro “O Reino Encantado”, de 1878, de Alencar Araripe Júnior, em uma reedição organizada pela especialista e pesquisadora Débora Cavalcantes de Moura, que bate-papo com Paula de Melo e Betânia Pedrosa Monteiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira, 28/7</strong></span><br />
9h – FILIG no FIG: Vivência de Ilustração para Crianças, com a escritora e ilustradora Rosinha (PE)<br />
11h – Contação de Histórias com Origamis, com Irene Tanabe (SP)<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – FILIG no FIG: Mediação de leitura sobre a obra da escritora e ilustradora Rosinha (PE), com Yalle Feitosa (PE)<br />
16h – Palestra | A Responsabilidade do Escritor, com Taciana Valença (UBE)<br />
17h – Sarau |Paraíba Contemporânea, com as declamadoras do Ariel Coletivo Literário (PB)<br />
18h – Premiações Literárias: Conversa com os Vencedores do IV Prêmio Pernambuco de Literatura e Prêmio Cepe Nacional de Literatura, Camillo José, Paulo Gervais, Philippe Wollney e Walther Moreira Santos, mediação de Nivaldo Tenório (PE)<br />
19h – Lançamento de Livro |Passos do Meu Caminhar, de Fernanda Lúcia Nicéas Pires (PE)<br />
20h – Performance Poética | POEMAPE(NS)AMENTO, com josé juva e Camillo José (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 29/7</strong></span><br />
9h – Contação de Histórias com Origamis, com Irene Tanabe (SP)<br />
10h – Outras Palavrinhas: Conversa com as escritoras infantis Susana Morais e Socorro Lacerda Lançamento do Livro “Vira-vira, Violeta”, de Socorro Lacerda, e apresentação do Reisado Infantil Floreando<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – Contação de Histórias | O Baú da Camilinha (Cepe Editora)<br />
16h – Contação de Histórias | Clássicos em Cordel, com Susana Morais e Diego Glbran (PE)<br />
17h – Palestra | A Arte de Contar Histórias: Uma proposta para despertar o gosto pela leitura, com Vera Nóbrega (UBE)<br />
18h – Roda de Histórias com Grupos de Contadores de histórias do SESC Garanhuns<br />
19h – Obras e Trajetória de Luís Jardim, Nivaldo Tenório conversa com Jodeval Duarte (SESC – PE).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ações Especiais</strong></span><br />
Saraus em Pasárgada<br />
Dias 22, 24, 25, 26, 27, 28 e 29/7 | 14h* | Praça da Palavra<br />
Recitais com Raiz Nunes, César Monteiro, Débora Ramos e Celina Berto. Microfone aberto para participação do público e artistas locais.<br />
*No dia 26, a ação acontecerá às 17h</p>
<p>Pontos, Outras Vistas<br />
De 22 a 29/7 | Praça da Palavra</p>
<p>Intervenção Poética (via Correios) com Fernanda Limão (PE)<br />
A Chegada de Godot (Ou O Distribuidor de Poemas)<br />
Dia 26/7 | 11h e 17h</p>
<p>Intervenção Poética com Luiz Manuel (PE)<br />
Livros Livres<br />
Ação inspirada no conceito de book crossing, consiste em criar espaços para trocas de livros em lugares públicos. Durante todo o festival Livros serão “libertados” em pontos diversos da cidade, com selo</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Pré-Balada Literária e show de Flaira Ferro encerram Festival Palavra Cifrada</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jul 2017 16:04:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura, o Festival Palavra Cifrada desembarca neste fim de semana no Teatro Arraial Ariano Suassuna, com uma série de atividades. No sábado (15), estão agendados: o espetáculo infantil Piquenique de Poesia, da companhia As Trovadoras, às 16h; uma conversa com os escritores pernambucanos Fernando Monteiro e Thiago Pininga sobre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19998" aria-labelledby="figcaption_attachment_19998" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Silvia Machado/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9478-fotoSilviaMachado.jpg"><img class="size-medium wp-image-19998" alt="Silvia Machado/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9478-fotoSilviaMachado-607x440.jpg" width="607" height="440" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora pernambucana Flaíra Ferro encerra as atividades do Festival Palavra Cifrada neste sábado (15), às 20h20</p></div>
<p>Com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura, o <a href="http://nospos.com.br/" target="_blank"><strong>Festival Palavra Cifrada</strong></a> desembarca neste fim de semana no Teatro Arraial Ariano Suassuna, com uma série de atividades. No sábado (15), estão agendados: o espetáculo infantil Piquenique de Poesia, da companhia As Trovadoras, às 16h; uma conversa com os escritores pernambucanos <strong>Fernando Monteiro</strong> e <strong>Thiago Pininga</strong> sobre &#8220;A ficção que existe no real&#8221;, às 17h; uma mesa-redonda sobre &#8220;Literatura e empoderamento feminino&#8221;, com a participação das autoras <strong>Cida Pedrosa</strong> e <strong>Renata Pimentel</strong>, às 18h; um bate-papo sobre &#8220;Visualidades Poéticas&#8221;, com o mineiro <strong>Ricardo Aleixo</strong> e mediação de <strong>Bruno Piffardini</strong>, às 19h10; e, por fim, às 20h20, um show com a artista pernambucana <a href="https://www.youtube.com/watch?v=fGx9MW52lbE" target="_blank"><strong>Flaíra Ferro</strong></a>, que tem encantado plateias Brasil a fora, com suas performances cheias de lirismo.</p>
<div id="attachment_50873" aria-labelledby="figcaption_attachment_50873" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">João Freire/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/marcelino-freire-foto-joao-freire.jpg"><img class="size-medium wp-image-50873" alt="João Freire/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/marcelino-freire-foto-joao-freire-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelino Freire fará uma prévia da Balada Literária na capital pernambucana</p></div>
<p>Já no domingo (16), a programação contará com a conversa &#8220;Cultura digital. Pra quê isso?&#8221;, com os autores <strong>Thiago Corrêa</strong> e <strong>Bruno Piffardini</strong>, às 16h; a exibição do mini-doc &#8220;Revendo Palavra Cifrada&#8221;, dirigido por <strong>Filipe Marcena</strong>, às 17h30.  Das 18h às 19h30, <strong>Marcelino Freire</strong> entra em cena com sua <strong>Pré-Balada Literária</strong>, que reunirá os poetas <strong>Chico Pedrosa</strong>, <strong>Déde Monteiro</strong> (Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco), <strong>Felipe Morais</strong>,<strong> Júnior Cordel</strong>, <strong>Wilson Freire</strong>, <strong>Ésio Rafael</strong>, <strong>David Henrique</strong>, <strong>Fred Caju</strong>, <strong>Pierre Tenório</strong>, <strong>Luna Vitrolira</strong>, <strong>Rildo de Deus</strong>, <strong>Ana Maria Pereira</strong>, <strong>Anaíra Mahin</strong> e <strong>Philippe Wollney</strong>. Às 20h, o músico pernambucano <strong>Vertin Moura</strong> encerra o Festival Palavra Cifrada, com o pré-lançamento do seu mais novo disco, &#8220;Pássaro Só (ou uma história de amor e fúria)&#8221;.</p>
<p>O evento celebra os dez anos de existência da produtora <strong>Nós Pós</strong> e, desde o último dia 21/6, já circulou pelas cidades de Bezerros, Tabira, Sertânia e Garanhuns, ocupando escolas, bibliotecas, universidades e espaços culturais, com recitais, oficinas, conversas, performances e contação de histórias.<em> &#8221;Tanto o conteúdo apresentado como a forma com que o festival o apresenta, buscam mexer e atrair principalmente um público diferente, alheio ao hábito da leitura e a eventos literários. A nossa produtora acredita que conquistar esse vasto grupo de pessoas (mais do que conservar aqueles já habituados) é verdadeiramente formar o público leitor&#8221;</em>, conta Alexandre Melo, diretor da Nós Pós.</p>
<p>Todas as atividades são gratuitas. Acesse <a href="http://nospos.com.br/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação e fique por dentro de todos os detalhes. Veja abaixo as atividades do Teatro Arraial Ariano Suassuna.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>15/07 &#8211; Sábado</strong></span><br />
16h às 16h40 – <strong>Espetáculo Literário infantil: Piquenique de poesia</strong><br />
Com AS TROVADORAS (Recife/PE)</p>
<p>17h às 17h50 – <strong>Conversa: A ficção que existe no real</strong><br />
Com FERNANDO MONTEIRO (Recife/PE)<br />
Mediação: THIAGO PININGA (Recife/PE)</p>
<p>18h às 19h – <strong>Conversa: Literatura e empoderamento feminino</strong><br />
Com CIDA PEDROSA (Bodocó-Recife/PE)<br />
Mediação: RENATA PIMENTEL (Recife/PE)</p>
<p>19h10 às 20h – <strong>Conversa: Visualidades poéticas</strong><br />
Com RICARDO ALEIXO (MG)<br />
Mediação: BRUNO PIFFARDINI (SP/PE)</p>
<p>20h20 às 21h20 –<strong> Show</strong><br />
Com FLAIRA FERRO (Recife/PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>16/07 &#8211; Domingo</strong></span><br />
16h às 17h – <strong>Conversa: Cultura digital. Pra quê isso?</strong><br />
Com THIAGO CORRÊA<br />
Mediação: BRUNO PIFFARDINI (SP/PE)</p>
<p>17h30 às 17h45 – <strong>EXIBIÇÃO MINI DOC DO FESTIVAL: REVENDO PALAVRA CIFRADA</strong><br />
Direção de FILIPE MARCENA (Jaboatão dos Guararapes/PE)</p>
<p>18h às 19h30 – <strong>Pré-Balada Literária com MARCELINO FREIRE</strong><br />
Com os poetas convidados: CHICO PEDROSA (Tuparetama-Recife/PE), DEDÉ MONTEIRO (Tabira/PE), FELIPE MORAIS (Sertânia/PE), JUNIOR CORDEL (Sertânia/PE), WILSON FREIRE (S. J. Egito-Recife/PE), ÉSIO RAFAEL (Sertânia-Recife/PE), DAVID HENRIQUE (Belo Jardim/PE), FRED CAJU, PIERRE TENÓRIO (Belo Jardim/PE), LUNA VITROLIRA, RILDO DE DEUS (Vitória Sto. Antão/PE), ANA MARIA PEREIRA, ANAÍRA MAHIN (S. J. Egito-Recife/PE) e Philippe Wollney (Goiana/PE)</p>
<p>20h às 21h –<strong> Pré-lançamento disco: Pássaro Só (ou uma história de amor e fúria)</strong><br />
Com VERTIN MOURA (Arcoverde/PE)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Coletivo Angu de Teatro encena &#8216;Ossos&#8217; no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coletivo-angu-de-teatro-encena-ossos-no-recife/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2016 19:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[marcelino freire]]></category>
		<category><![CDATA[OSSOS]]></category>
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		<description><![CDATA[com informações da Assessoria  Uma história de amor, exílio e morte. Ossos narra a viagem do dramaturgo Heleno de Gusmão de volta a suas lembranças e origens, a pretexto de entregar os restos mortais do seu amante aos familiares. A montagem do Coletivo Angu de Teatro borra as fronteiras entre música, dança e representação, de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37003" aria-labelledby="figcaption_attachment_37003" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Joanna Sultanum</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/ossos.jpg"><img class="size-medium wp-image-37003" alt="Joanna Sultanum   " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/ossos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foram oito meses de trabalho sobre o texto de Marcelino Freire</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>com informações da Assessoria </em></p>
<p style="text-align: left;">Uma história de amor, exílio e morte. Ossos narra a viagem do dramaturgo Heleno de Gusmão de volta a suas lembranças e origens, a pretexto de entregar os restos mortais do seu amante aos familiares. A montagem do Coletivo Angu de Teatro borra as fronteiras entre música, dança e representação, de 11 a 26 de junho, no Teatro Apolo.</p>
<p>Mediado por interferência de um coro de Urubus, os fatos são apresentados de modo não linear, embaralhando começo, meio e fim. Uma parte se desenrola num submundo paulistano, povoado por diferentes classes de retirantes nordestinos, e outra se dá na estrada que leva o escritor até Sertânia, no interior de Pernambuco.</p>
<p>É a primeira vez que o Coletivo interpreta um texto dramático. E este foi escrito por Marcelino Freire a pedidos do grupo que começou a carreira encenando o seu livro de contos Angu de Sangue. A montagem de Ossos é patrocinada pelo prêmio Myriam Muniz da FUNARTE &#8211; Ministério da Cultura &#8211; Governo Federal.</p>
<p>O Coletivo Angu de Teatro, desde seu nascimento, escolheu falar diretamente para a plateia, sem muitas voltas, sobre temas emergentes, sobre questões urgentes de nossa realidade e desta vez não poderia ser diferente. Com temática LGBT, Ossos mostra sem eufemismos o lado humano e sentimental de personagens ainda estigmatizados como a travesti e o garoto de programa.</p>
<p>O caráter político e a contundência de sua crítica social são marcantes nessa montagem, que se faz mais do que necessária nos dias de hoje. O texto revela as fraturas expostas de nossa sociedade transportadas para o palco sem panfletarismo.</p>
<p>Durante os oito meses de trabalho sobre o texto, a encenação foi pensada sob a ótica do personagem central: o dramaturgo Heleno de Gusmão. Sua perspectiva, sua concepção de mundo, norteiam a dramatização da subjetividade dos eventos, como fragmentos de memória, como cenas de um sonho, como presentificação de uma vida supra real. Ele aparece em cena ora falando diretamente para o público, ora mergulhando no reviver de suas lembranças. Isso nos permite instaurar na cena distorções da realidade e valorizar o caráter simbólico de coisas e pessoas.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/ossos-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-37004" alt="Joanna Sultanum   " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/ossos-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Numa atmosfera de sonho e pesadelo, carregada de sombras, luz irreal, formas bizarras e distorções visuais, a peça busca alcançar o rompimento de categorias como tempo e espaço. No palco, a história dá pulos para a frente e para trás. A narrativa é fragmentada, quase como num processo cinematográfico, explorando cortes secos, sobreposições e fusões de cenas.</p>
<p>Marcelino, no próprio texto, faz muitas referencias à sétima arte. Não por outro motivo o espetáculo explora fortes traços expressionistas, remetendo ao Cinema Noir e aos Road Movies. Como afirmava Kurt Pinthus &#8211; um dos precursores do expressionismo alemão, o Teatro precisa deixar “o mundo do espírito atuar no mundo real”. O texto do autor pernambucano já traz isso como um dos componentes centrais da trama e nós destacamos ainda mais. O clima sombrio, permeado pela presença constante da morte se alterna com o humor e o colorido trazidos por personagens e situações surpreendentes.</p>
<p><strong>OSSOS<br />
</strong>De Marcelino Freire<br />
Pelo Coletivo Angu de Teatro</p>
<p>Direção: Marcondes Lima<br />
Trilha sonora original: Juliano Holanda</p>
<p>Estreia: 11 de junho, às 21h<br />
Temporada: de 11 a 26 de junho<br />
Sextas, às 20h &#8211; Sábados, às 18h e 21h &#8211; Domingos, às 19h<br />
Onde: Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife)</p>
<p>Ingressos: R$20,00 inteira / R$10,00 meia-entrada<br />
Informações: 81 3355-3321<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p><strong>Ficha Técnica<br />
</strong><br />
Texto: Marcelino Freire<br />
Direção: Marcondes Lima<br />
Direção de arte, cenários e figurinos: Marcondes Lima<br />
Assistência de direção: Ceronha Pontes<br />
Elenco: André Brasileiro, Arilson Lopes, Daniel Barros, Ivo Barreto, Marcondes Lima, Robério Lucado<br />
Trilha sonora original &#8211; composição, arranjos e produção: Juliano Holanda<br />
Criação de plano de luz: Jathyles Miranda<br />
Preparação corporal: Arilson Lopes<br />
Preparação de elenco: Ceronha Pontes, Arilson Lopes<br />
Coreografia: Lilli Rocha e Paulo Henrique Ferreira<br />
Coordenação de produção: Tadeu Gondim<br />
Produção executiva: André Brasileiro, Fausto Paiva, Arquimedes Amaro, Gheuza Sena e Nínive Caldas<br />
Designer gráfico: Dani Borel<br />
Fotos divulgação: Joanna Sultanum<br />
Visagismo: Jades Sales<br />
Assessoria de imprensa: Rabixco Assessoria<br />
Técnico de som Muzak – André Oliveira<br />
Confecção de figurinos: Maria Lima<br />
Confecção de cenário e elementos de cena: Flávio Santos, Jorge Batista de Oliveira.<br />
Operador de som e luz: Fausto Paiva / Tadeu Gondim<br />
Camareira: Irani Galdino</p>
<p><strong>Sobre o Coletivo Angu de Teatro<br />
</strong><br />
O Coletivo Angu de Teatro foi criado em 2003, a partir do encontro dos atores André Brasileiro, Fábio Caio, Gheuza Sena, Hermila Guedes, Ivo Barreto e do encenador Marcondes Lima para a montagem do espetáculo Angu de Sangue. Hoje, 13 anos depois e com cinco espetáculos em repertório &#8211; Angu de Sangue, Ópera, Rasif &#8211; Mar que arrebenta, Essa febre que não passa e Ossos &#8211; o grupo já circulou por quase todo o Brasil e mantém seu trabalho continuado de pesquisa e hoje conta em sua formação além dos já citados (Com exceção de Fábio Caio, Márcia Cruz e Vavá Shon Paulino que deixaram o grupo mas não os nossos corações) com Arilson Lopes, Ceronha Pontes, Lilli Rocha, Nínive Caldas e Tadeu Gondim.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>pasárgada.doc &#124; Episódio 1 &#8211; Marcelino Freire</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pasargada-doc-episodio-1-marcelino-freire-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2015 19:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[escritores]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Pasárgada]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[marcelino freire]]></category>
		<category><![CDATA[pasárgada.doc]]></category>
		<category><![CDATA[web programa]]></category>

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		<description><![CDATA[Episódio de estreia do &#8216;pasárgada.doc&#8216;, web programa do Cultura.PE, desenvolvido pela Coordenadoria de Literatura da Secult-PE/Fundarpe. A série traz, semanalmente, depoimentos de escritores pernambucanos sobre sua trajetória, vida literária e desafios do ofício nos dias de hoje. O convidado deste primeiro programa é o escritor pernambucano radicado em São Paulo Marcelino Freire, que fala sobre sua vivência [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Episódio de estreia do &#8216;<strong>pasárgada.doc</strong>&#8216;, web programa do <strong>Cultura.PE</strong>, desenvolvido pela Coordenadoria de Literatura da Secult-PE/Fundarpe. A série traz, semanalmente, depoimentos de escritores pernambucanos sobre sua trajetória, vida literária e desafios do ofício nos dias de hoje. O convidado deste primeiro programa é o escritor pernambucano radicado em São Paulo <strong>Marcelino Freire</strong>, que fala sobre sua vivência em literatura, que culminou na publicação, entre outros, do livro &#8220;Nossos Ossos&#8221;.</p>
<p>Para saber mais sobre o projeto, clique <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/cultura-pe-lanca-na-proxima-segunda-o-web-programa-pasargada-doc/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cultura.PE lança na próxima segunda o web programa “pasárgada.doc”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cultura-pe-lanca-na-proxima-segunda-o-web-programa-pasargada-doc/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2015 14:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima segunda (23), o <strong>Cultura.PE</strong> lança, no seu canal de Literatura, o <strong><em>pasárgada.doc</em></strong>, um web programa que trará, semanalmente, depoimentos de escritores pernambucanos sobre sua trajetória, vida literária e desafios do ofício nos dias de hoje. A estreia será com o pernambucano radicado em São Paulo, Marcelino Freire, que esteve recentemente de passagem pelo Recife. O 1º programa entrará no ar às 16h e estará disponível em <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/literatura" target="_blank">www.cultura.pe.gov.br/literatura</a></strong></p>
<p>A primeira temporada do<em> pasárgada.do</em>c contará com 12 micro programas que serão registros de ideias e opiniões dos escritores. <em>“O termo ‘doc’ reflete o papel documental dos programas. É uma maneira de registrar no tempo a fala dessas autores, seja sobre suas obras ou sobre outros assuntos contemporâneos”</em>, diz Wellington de Melo, coordenador de Literatura de Secult-PE. As primeiras gravações são realizadas no Espaço Pasárgada, antiga propriedade do avô de Manoel Bandeira, e residência do escritor, entre os 6 e os 10 anos de idade.<em> “O Pasárgada é um lugar emblemático e que vem se consolidando como um equipamento cultural de Literatura. Tem uma importância para nosso estado”</em>, endossa a gestora do local, Marília Mendes.</p>
<div id="attachment_21420" aria-labelledby="figcaption_attachment_21420" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Vila Nova</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/marcelino-freire.jpg"><img class="size-medium wp-image-21420" alt="Leo Vila Nova" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/marcelino-freire-607x458.jpg" width="607" height="458" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelino Freire é o primeiro convidado do programa, que estreia nesta segunda 23/2.</p></div>
<p>Além de Marcelino Freire, estão confirmados para os próximos programas nomes como Sidney Rocha, Alexandre Furtado e os ganhadores do II Prêmio Pernambuco de Literatura – Wander Shirukaya, Tadeu Sarmento, Rômulo César Melo e Helder Herik, além de outros importantes nomes relacionados à cena literária pernambucana.</p>
<p><strong>Perfil Marcelino Freire</strong></p>
<p>Natural de Sertânia, município do interior de Pernambuco, Marcelino Juvêncio Freire já morou em Paulo Afonso (BA), Recife (PE) e, desde 1991, fixou residência em São Paulo (SP). O primeiro entrevistado do pasárgada.doc é autor, entre outros, dos livros “Angu de Sangue” (Ateliê Editorial) e “Contos Negreiros” (Editora Record – Prêmio Jabuti 2006). Em 2004, idealizou e organizou a antologia de microcontos “Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século” (Ateliê). Alguns de seus contos foram adaptados para teatro. Participou de várias antologias no Brasil e no exterior. “Contos Negreiros” foi publicado em 2013 na Argentina, pela Editora Santiago Arcos e com tradução de Lucía Tennina.</p>
<p>Criou a Balada Literária, evento que, desde 2006, reúne escritores, nacionais e internacionais, pelo bairro paulistano da Vila Madalena. É um dos integrantes do coletivo EDITH, pelo qual lançou, em julho de 2011, o livro de contos “Amar É Crime”. No final de 2013, publicou seu primeiro romance, intitulado “Nossos Ossos” (Record), publicado também na Argentina, pela editora Adriana Hidalgo, e na França, pela editora Anacaona, e com o qual ganhou o prêmio Machado de Assis 2014 de Melhor Romance pela Biblioteca Nacional.</p>
<p><strong>Espaço Pasárgada</strong></p>
<p>O sobrado nº 263 da Rua da União, hoje Espaço Pasárgada, é onde o poeta Manuel Bandeira viveu parte da sua infância, dos seis aos dez anos. O casarão em estilo neoclássico, de propriedade do avô de Bandeira, inspirou vários de seus poemas. Em um deles, “Evocação do Recife”, Bandeira retrata a cidade a partir da ótica de uma criança que começa a descobrir o mundo que existia para além das fronteiras da casa de seu avô.</p>
<p>Em 19 de abril de 1986, dia do centenário de nascimento do poeta, a já conhecida Casa de Manuel Bandeira foi inaugurada com o nome de Espaço Pasárgada. O prédio, construído em 1825 e tombado pelo Governo do Estado através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, em 1983, passou a funcionar como um espaço de preservação da obra do poeta e de fomento à literatura, com atividades como mapeamento de poetas e escritores pernambucanos vivos e mortos, recitais poéticos, lançamento de livros e uma gráfica, que publicou durante a década de 1990 livros de autores pernambucanos, além de cartazes, informativos e cartilhas relacionadas a literatura.</p>
<p>Em dezembro de 2014, foi reinaugurada a Biblioteca Waldemar Lopes, uma sala de leitura com acervo especializado em literatura pernambucana, inclusive com a obra completa de Manuel Bandeira, biografia, estudos e vídeos sobre vida e obra do poeta. Atualmente o Espaço Pasárgada se configura como um centro de vivência e produção literária e, desde abril de 2009, acolhe a Coordenadoria de Literatura da Fundarpe. Realiza ações de fomento à literatura dentro da casa – aberta a pesquisas e eventos literários – e fora dela – através de intercâmbio e parcerias com outros grupos e espaços ligados à literatura e à cultura de modo geral.</p>
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