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	<title>Portal Cultura PE &#187; marcelo renan</title>
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		<title>Diversidade Religiosa e Patrimônio Cultural é o tema de palestra em Serra Talhada</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 20:01:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (29), o município de Serra Talhada (Sertão) recebe o 5º Encontro Intersetorial em Alusão ao Dia da Consciência Negra. O evento, que aborda os temas da negritude e diversidade, acontece no Senac Serra Talhada, das 8h às 13h, e tem como objetivo fortalecer a política de igualdade racial. A Fundação do Patrimônio Histórico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp_Image_2024-11-26_at_10.08.51.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114752" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/WhatsApp_Image_2024-11-26_at_10.08.51-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Nesta sexta-feira (29), o município de Serra Talhada (Sertão) recebe o 5º Encontro Intersetorial em Alusão ao Dia da Consciência Negra. O evento, que aborda os temas da negritude e diversidade, acontece no Senac Serra Talhada, das 8h às 13h, e tem como objetivo fortalecer a política de igualdade racial. A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) marca presença no debate.</p>
<p>Logo no início, às 8h, ocorre a abertura do encontro, com café da manhã e recepção com grupos de forró e xaxado. E, a partir das 8h40, começa a roda de conversa.</p>
<p>O gerente de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC) da Fundarpe, Marcelo Renan Oliveira de Souza, ministra a palestra Diversidade Religiosa e Patrimônio Cultural.</p>
<p>O Senac Serra Talhada está localizado na Avenida Waldemar Ignácio de Oliveira, nº 325, bairro Bom Jesus.</p>
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		<title>Gestores da Fundarpe participam do 1º Seminário de Economia Criativa do Sertão</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 19:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A riqueza artística e cultural dos Sertões do Pajeú, Central, Moxotó e Itaparica está em evidência, neste sábado (30), com a realização do 1º Seminário de Economia Criativa do Sertão, no município de Serra Talhada. Promovido pelo Sebrae Pernambuco, o evento gratuito reúne empreendedores, gestores públicos e instituições de fomento para valorizar a produção artística [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/IMG_2462.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114725" alt="Flávio Costa/Sebrae-PE/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/IMG_2462-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A riqueza artística e cultural dos Sertões do Pajeú, Central, Moxotó e Itaparica está em evidência, neste sábado (30), com a realização do 1º Seminário de Economia Criativa do Sertão, no município de Serra Talhada. Promovido pelo Sebrae Pernambuco, o evento gratuito reúne empreendedores, gestores públicos e instituições de fomento para valorizar a produção artística e cultural local explorando o potencial transformador da economia criativa. Os interessados em participar do evento podem se inscrever pelo <a title="1º Seminário de Economia Criativa do Sertão" href="https://pe.loja.sebrae.com.br/economia-criativa-103538760" target="_blank"><strong>site oficial</strong></a>.</p>
<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) conta com a presença no evento de representantes de seu quadro de gestão: Valkiria Dias Porto, superintendente de Equipamentos Culturais; e Marcelo Renan de Souza, gerente de Patrimônio Imaterial. A partir das 9h, no Auditório, Marcelo medeia o Círculo de Prosa intitulado Patrimônios Vivos do Pajeú: O Saber Cultural que Transcende Territórios. Participam do debate Dedé Monteiro (literatura, Tabira), Assisão (música, Serra Talhada), Chico Santeiro (artesanato, Triunfo) e o Grupo de Coco Negras e Negros do Leitão da Carapuça (cultura popular, Afogados da Ingazeira). E, às 10h, na Sala 2, Valkiria aborda o tema Equipamentos Culturais como Impulsionadores de Inovação e Transformação Socioterritorial.</p>
<p>“É fundamental discutir a economia criativa não apenas como gerador de renda para quem produz, mas como algo que transcende o fator econômico e traz um ganho social para os territórios. Daí a ideia de reunir todos os atores, para que eles entendam o conceito de economia criativa e percebam que no interior esse segmento é forte e gera resultados. O seminário é mais do que um ponto de partida, é um ponto de encontro para todos os envolvidos nesse ecossistema”, comenta Priscila Lapa, gerente de Políticas Públicas do Sebrae-PE.</p>
<p>Voltado para autônomos, coletivos, associações, cooperativas e representantes das secretarias municipais de Cultura, Educação, Planejamento e Desenvolvimento Social, o evento busca unir forças para fortalecer a cadeia produtiva artística e cultural. O seminário também pretende engajar os gestores municipais que tomarão posse no próximo ano visando incentivar políticas públicas que potencializem o setor criativo no interior do Estado.</p>
<p>Com uma programação diversa que inclui palestras, painéis e oficinas, o seminário é um espaço de aprendizado e conexão para donos de pequenos negócios, lideranças comunitárias e representantes do poder público. “Queremos destacar o potencial da economia criativa para o desenvolvimento local. Os municípios do Pajeú e região possuem uma riqueza cultural imensa, como a poesia de São José do Egito, a música, a moda, a dança e a gastronomia. Além disso, a economia criativa valoriza o saber intelectual e a inovação sendo um importante motor econômico para a região”, destaca Patrícia Carla, analista do Sebrae-PE.</p>
<p>Durante o encontro são abordados os fundamentos da economia criativa, suas oportunidades e políticas públicas para o segmento, além de apresentações de cases de sucesso em música, gastronomia e artesanato destacando exemplos práticos de inovação no setor. Outro destaque é a supracitada roda de conversa com os quatro Patrimônios Vivos do território: Dedé Monteiro, de Tabira; Assisão, de Serra Talhada; Chico Santeiro, de Triunfo; e o Grupo de Coco Negras e Negros do Leitão da Carapuça, de Afogados da Ingazeira, que compartilham suas histórias e contribuições culturais.</p>
<p>As atividades do 1º Seminário de Economia Criativa do Sertão acontecem, das 8h às 17h30, no Senac Serra Talhada. A participação é gratuita, mas as vagas são limitadas. O evento é realizado em parceria com o Sesc, Senac, Fundarpe, Adepe, Comitê de Cultura de Pernambuco, IADH e Hub de Inovação do Pajeú.</p>
<p><strong>GESTORES -</strong> Licenciada em artes plásticas pela Universidade Federal de Pernamvbuco (UFPE) e mestranda em economia da cultura e indústrias criativas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)/Itaú Cultural, Valkiria Dias Porto é superintendente de Equipamentos Culturais da Fundarpe. Atua no setor das artes visuais com curadorias, gestão de equipamentos culturais, produção, arte-educação e economia criativa. Coordenou o setor de artes visuais do Sesc Pernambuco e geriu o Espaço Cultural Fábrica de Criação Popular do Sesc Triunfo. Como curadora e pesquisadora participou da curadoria e produção de várias exposições no Estado.</p>
<div id="attachment_114726" aria-labelledby="figcaption_attachment_114726" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Valkiria-Dias-Porto.jpeg"><img class="size-medium wp-image-114726" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Valkiria-Dias-Porto-320x486.jpeg" width="320" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Valkiria Dias Porto</p></div>
<p>Historiador, gestor público e pesquisador, Marcelo Renan de Souza é gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe e atua na gestão, promoção, difusão e salvaguarda de bens culturais de natureza imaterial com ênfase na participação social de grupos e comunidades locais ligadas às culturas populares de matrizes afro-indígena brasileiras. Doutorando no Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (Pós-Cultura) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), é mestre em preservação do patrimônio cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e coautor das publicações Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, da cartilha Jogo do Patrimônio 2.0 e do Jogo do Patrimônio Vivo, além de integrante do grupo de pesquisa Observatório da Diversidade Cultural desde julho de 2020.</p>
<div id="attachment_114727" aria-labelledby="figcaption_attachment_114727" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Marcelo-Renan.jpg"><img class="size-medium wp-image-114727" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Marcelo-Renan-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Renan de Souza</p></div>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>1º Seminário de Economia Criativa do Sertão -</strong> <em>sábado (30), das 8h às 17h30, no Senac Serra Talhada. Inscrições gratuitas pelo <a title="1º Seminário de Economia Criativa do Sertão" href="https://pe.loja.sebrae.com.br/economia-criativa-103538760" target="_blank">site oficial</a></em></p>
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		<title>CEPPC-PE aprova, por unanimidade, o registro Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 14:30:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) votou nessa quinta-feira (14), por unanimidade, a favor do registro das Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. O evento ocorreu na Academia Pernambucana de Letras (APL). É o primeiro bem imaterial ligado à cultura gastronômica registrado no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) votou nessa quinta-feira (14), por unanimidade, a favor do registro das Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. O evento ocorreu na Academia Pernambucana de Letras (APL). É o primeiro bem imaterial ligado à cultura gastronômica registrado no Estado com base na Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito estadual.</p>
<p>Com a deliberação do CEPPC-PE, após a assinatura oficial do decreto pela governadora Raquel Lyra e sua publicação no Diário Oficial do Estado (DOE), o bem cultural é inscrito no Livro de Registro dos Saberes do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.<br />
O Bolo de Noiva Pernambucano, parte obrigatória nos rituais de casamentos e em diversos outros eventos sociais, ostenta uma receita de origem inglesa brilhantemente adaptada pelas mãos pernambucanas. A iguaria se diferencia dos bolos de casamento dos outros Estados pelos ingredientes e sabores característicos.</p>
<p>Amplamente difundido, encontrado em todas as microrregiões, o Bolo de Noiva está presente no cotidiano do povo pernambucano sendo comercializado em vários formatos e tamanhos. Sua produção e consumo fazem parte da nossa cultura culinária atingindo todas as classes sociais tornando-se símbolo da gastronomia pernambucana e um importante instrumento de geração de renda — movimentando o mercado gastronômico, gerando empregos, convertendo-se em pilar econômico para inúmeras famílias que há gerações perpetuam essa tradição —, além de promover a socialização da cultura local.</p>
<p>Segundo Cris Barros, chef, pesquisadora e professora de gastronomia da Faculdade Senac, que também foi uma colaboradora da pesquisa do bem que culminou com o registro, “reconhecer os modos de fazer o Bolo de Noiva como Patrimônio Imaterial de Pernambuco é salvaguardar um bem alimentar cultural único no País valorizando e reconhecendo a comunidade produtiva das boleiras e boleiros que movimentam a economia no Estado e que repassam seus conhecimentos às novas geraçõe perpetuando a preservação dos saberes tradicionais”.</p>
<p><strong>PROCESSO -</strong> A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) submeteu, em 1º de julho de 2021, o requerimento de registro do Bolo de Noiva Pernambucano como Patrimônio Imaterial de Pernambuco à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Após estudos realizados pela Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, em conjunto com a Assessoria de Gastronomia da Secult-PE, a Secretaria acatou o requerimento de registro do bem, cujo processo contou com anuência de boleiros e boleiras pernambucanos.</p>
<p>A partir de então foi sugerida a alteração da nomenclatura do processo de registro (e consequentemente do bem a ser registrado) de Bolo de Noiva de Pernambuco para Registro da Produção Artesanal e Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco, já que o reconhecimento é do conjunto de saberes associados a sua produção e não apenas o produto em si.</p>
<p>Após acatamento da Secult-PE pelo registro do bem no Livro de Registro dos Saberes, conforme o inciso III, do Art. 4º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, como consta no art. 7º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito do Estado de Pernambuco, coube à Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) dar início à instrução técnica para a produção de inventário sobre o bem cultural e elaboração do parecer técnico conclusivo do processo de registro. A partir daí é encaminhado ao CEPPC para deliberação final da decisão culminando, ou não, no registro do bem nos respectivos Livros de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado.</p>
<p>Ao longo o processo a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Fundarpe contou com a colaboração e parceria de instituições e de detentores e detentoras que enriqueceram tanto a pesquisa bibliográfica e o mapeamento da comunidade detentora do bem, como o documento do parecer técnico conclusivo do Registro da Produção Artesanal e Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco.</p>
<p>Em 10 de maio de 2022 a Secult-PE e a Fundarpe realizaram no YouTube a live Bolo de Noiva, Patrimônio Gastronômico de Pernambuco com o objetivo de divulgar e fortalecer a articulação entre boleiras e boleiros, as instituições e a sociedade civil. Participaram do debate a chef, pesquisadora e professora do Senac Cris Barros; Marcelo Renan, historiador e coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe; e a gastróloga, professora, pesquisadora e então assessora de Gastronomia da Secult-PE, Ana Cláudia Frazão. Na ocasião foi discutida a importância do registro e do reconhecimento de um patrimônio alimentar como o Bolo de Noiva pernambucano.</p>
<p>Durante a 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, em agosto de 2022, ocorreu a Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Perspectivas da Contribuição do Patrimônio Alimentar para o Desenvolvimento Local: Turismo, Empreendedorismo e Preservação com o objetivo de divulgar as iguarias reconhecidas como patrimônio imaterial alimentar em Pernambuco, bem como as que estão em processo de registro.</p>
<p>Promovido pela Secult-PE e Fundarpe, em parceria com a Uninassau e a Faculdade Senac, um dos encontros contou com a presença da professora Cris Barros por meio de uma aula-demonstração em que se discutiu acerca da história do bolo, da parte prática de como se dá seu preparo, quais são os ingredientes, entre outras demonstrações.</p>
<p>Marcelo Renan e Ana Frazão também reforçaram para o público presente a importância da salvaguarda de bens alimentares focando no Bolo de Noiva pernambucano como uma grande referência identitária que vai desde o ambiente da cozinha à comensalidade nas mais diversas celebrações.</p>
<p>Entre março e abril de 2023 técnicas da Fundarpe realizaram entrevistas com Cássia Pereira, Eliane Asfora e Cris Barros, boleiras da Região Metropolitana do Recife (RMR), que afirmam trabalhar com a receita dita tradicional do bolo. Além disso, a Fundarpe contribuiu com debates realizados na Faculdade Senac sobre o processo de registo e os aspectos socioculturais ligados ao bolo.</p>
<p><strong>PLANO DE SALVAGUARDA -</strong> Após a votação do CEPPC-PE a favor do registro, e da publicação da resolução informando da decisão, será publicado o decreto do Governo de Pernambuco que oficializa o registro do bem nos livros de registro do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. A partir daí se dará o início da elaboração do plano de salvaguarda com a participação da comunidade.</p>
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		<title>Live discute a titulação do bolo de noiva como Patrimônio Imaterial de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2022 18:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-05-at-10.51.46.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93490" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-05-at-10.51.46-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Nesta terça-feira (10), o programa Cultura em Rede, realizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), traz uma conversa sobre o bolo de noiva, iguaria pernambucana que está em processo para se tornar Patrimônio Imaterial de Pernambuco. A live vai ao ar às 19h, no canal que a Secult mantém no YouTube, com retransmissão no Facebook. Participam do bate-papo a chef, pesquisadora e professora do Senac, Cris Barros, e Marcelo Renan, historiador e coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe. Media o debate a gastróloga, professora, pesquisadora e assessora de Gastronomia da Secult-PE, Ana Cláudia Frazão.</p>
<p>Por mais incrível que a pernambucana e o pernambucano possam achar, o bolo de noiva quase não ultrapassou os limites do estado. Só é encontrado aqui, mas há alguns raros casamentos em João Pessoa, capital da Paraíba, que traz a receita para o centro da festa, como é aqui em Pernambuco, onde o bolo de noiva é uma das “atrações” mais aguardadas nas festas de casamento.</p>
<p>Mas, e qual a importância de transformar o bolo de noiva em Patrimônio Imaterial do estado? “O reconhecimento de um patrimônio alimentar é a base da proteção e salvaguarda de diferentes saberes e dos elementos materiais associados à produção alimentar, assim como dos meios naturais de onde se extraem as matérias-primas; dos biomas que dão características ao sabores e dos meios socioculturais dos seus detentores. Esse ‘assentamento’ reforça e promove a cultura e os modos de viver de diferentes públicos que, historicamente, atuam em defesa desses saberes”, explica Ana Cláudia Frazão, que é autora da série de livros “Comedoria Popular”.</p>
<p><em>&#8220;Reconhecer os modos de fazer o Bolo de Noiva como Patrimônio Imaterial de Pernambuco é salvaguardar um bem alimentar cultural único no país, valorizando e reconhecendo a comunidade produtiva das boleiras e boleiros que movimentam a economia no estado e repassam seus conhecimentos às novas gerações, perpetuando assim a preservação dos saberes tradicionais&#8221;</em>, defende Cris, que tem artigos sobre o tema e fez uma tese de mestrado com o título “A Educação Cultural A partir do Bolo de Noiva Pernambucano”.</p>
<p>Segundo Marcelo Renan, a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial recebeu depoimentos em áudio e vídeo de boleiras e boleiros de todo o estado e reuniu documentos que serão analisados pelo novo Secretário de Cultura de Pernambuco, Oscar Barreto, para, daí, ser confirmada a abertura do processo de registro do Bolo de Noiva como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco.<em> “Após a abertura oficial do processo será iniciada a pesquisa para o mapeamento da comunidade produtora desse bem e a articulação no sentido de discutir os meios de salvaguarda dessas tradições a partir da política estadual de registro do Patrimônio Cultural Imaterial”</em>, explica Renan.</p>
<p>O Cultura em Rede é um programa cultural semanal, que vai ao ar todas as terças, às 19h, sempre trazendo assuntos culturais para o centro do debate.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Bolo de noiva, patrimônio gastronômico de Pernambuco”, com Cris Barros, Marcelo Renan e Ana Cláudia Frazão (mediação)<br />
Quando: 10 de maio de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		<title>Patrimônio Vivo, Confraria do Rosário participa da última live do ano da Secult-PE</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2021 18:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-17-at-15.40.17-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90079" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-17-at-15.40.17-1-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>A Confraria do Rosário é uma irmandade que existe há mais de 200 anos na cidade de Floresta, sertão de Itaparica de Pernambuco. É formada por famílias de homens e mulheres negras que vêm mantendo a tradição de levar adiante uma celebração que se insere nos festejos do Ciclo Natalino. Trata-se de uma festa no dia 31 de dezembro que, celebrando Nossa Senhora do Rosário, realiza a coroação de um rei e uma rainha, como forma de mostrar aos não negros e aos brancos que, apesar de terem sido escravizados, o povo negro carregava sangue real.</p>
<p>O calendário tem início já no dia 22, com uma procissão de Nossa Senhora do Rosário e do padroeiro de Floresta Bom Jesus dos Aflitos. No dia 24, acontece o hasteamento da bandeira de Nossa Senhora do Rosário em frente à igreja do Rosário; no dia 31, a missa com a coroação do Rei da Rainha do Congo e, no dia 1º de janeiro, o encerramento, com um procissão de São Benedito, Nossa Senhora do Rosário e Bom Jesus dos Aflitos.</p>
<p><em>“Existe todo um calendário religioso de festividades, que chega ao fim no dia 31 de dezembro, único dia em que os negros escravizados tinham livre nas fazendas de Floresta. Nossa irmandade é composta por 65 integrantes, entre homens e mulheres. Temos organização jurídica e religiosa, onde temos o rei e a rainha perpétua, a juíza do rei e a juíza da rainha, os juízes dos andores, das espadas e dos altares e os confrades e confreiras que fazem parte da organização religiosa”</em>, conta João Luiz da Silva, rei perpétuo e também presidente da Confraria.</p>
<p>A tradição que a Confraria repassa geração após geração remonta a uma antiga história do catolicismo, que narra sobre a aparição de uma imagem de Nossa Senhora do Rosário num mar do continente europeu, onde havia um intenso comércio de escravos. Os portugueses teriam tentado retirar a escultura do local, mas somente quando os moçambicanos chegaram à praia, batendo os seus tambores e lhes pedindo proteção, a imagem se soltou e foi levada pelas ondas até a areia. A partir de então, a santa passou a ser considerada a madrinha dos negros que, quando chegaram ao Brasil colonial, passaram a cultuá-la em diferentes partes do país.</p>
<p>Em Floresta, a Confraria do Rosário é uma dessas instituições ancestrais que permanecem até hoje comandando a festa para a santa, sempre no dia 31 de dezembro, como manda a tradição local.<em> “O dia de Nossa Senhora do Rosário, na verdade, é 7 de outubro, mas os negros daqui só tinham livre o dia 31 de dezembro, por isso, a coroação foi deslocada”</em>, explica João Luiz Silva.</p>
<p>O cortejo da coroação é uma das coisas mais lindas de se ver, garante ele. Acompanhado por uma banda de pífanos, os homens e mulheres saem às ruas cantando hinos e benditos que misturam o português com alguns dialetos africanos que João Luiz não sabe precisar quais sejam. “A gente não tem a origem dessas músicas, que vêm sendo passadas de geração em geração e têm algumas palavras em língua africana”, conta.</p>
<p>Na próxima terça-feira (28), às 19h, a Secretaria de Cultura de Pernambuco promove em seu canal no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>) uma<em> live</em> que vai falar sobre a tradicional celebração da Confraria do Rosário. Além de <strong>João Luiz</strong>, o bate papo vai contar com a participação de <strong>Manoel Cassiano de Barros Neto</strong>, mais conhecido como Jubileu. Ele é o juiz das espadas, e o espadachim mais velho da Confraria. <em>“Sou herdeiro de Manoel Preto, um homem de muita importância para a Confraria e que me passou a função de organizador das espadas e das vestes, para que se cumpra o dever dos guardiões do rei e da rainha”</em>, conta Jubileu.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Ancestralidade &#8211; A Confraria do Rosário como Patrimônio Vivo de Pernambuco”<br />
Quando: 28 de dezembro de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		<title>Coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe participa de debate sobre cultura em Goiana</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 14:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/44072160131_d82904fa80_c.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89667" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/44072160131_d82904fa80_c-321x486.jpg" width="321" height="486" /></a></p>
<p>O coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan, participa nesta sexta-feira (3), a partir das 19h, de um debate sobre o Sistema Municipal de Cultura e o reconhecimento de Patrimônio Vivo de Goiana, que acontecerá na Câmara Municipal (R. Direita, 115 &#8211; Capuava, Goiana &#8211; PE), por inciativa do Fórum Goiana em Ação e do vereador Carlos Viégas (PSB).</p>
<p>Ao lado do deputado federal Raul Henry (MDB), o representante da Fundarpe vai falar sobre a implementação da Lei nº 12.196, de 02 de maio de 2002, que instituiu, no âmbito estadual, o Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco (RPV-PE). Pioneira em todo o país, a legislação tem como objetivo fortalecer as estratégias de salvaguarda dos saberes populares e tradicionais de mestres, mestras e grupos em diferentes áreas culturais e regiões do Estado.</p>
<p><em>&#8220;A Fundarpe tem oferecido apoio técnico e assessoria aos municípios pernambucanos na elaboração das suas próprias Leis do Registro do Patrimônio Vivo e das políticas e ações Salvaguarda do Patrimônio Imaterial. Um exemplo recente, deu-se no Recife, que publicou em setembro a Lei do RPV e, em breve, lançará seu primeiro edital. No caso dos municípios, como essa ação que vamos participar em Goiana, é importante estruturar os procedimentos técnicos do RPV com base na realidade local, considerando a diversidade cultural presente no município, até os procedimentos de seleção e gestão dessa política. Nesse ponto, a experiência do Estado com o RPV, acumulada em quase vinte nos, é um fator importante para o desenvolvimento desta política de forma que atenda melhor os interesses e necessidades de cada município”</em>, adianta Marcelo Renan.</p>
<p><strong>RPV-PE -</strong> O Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco tem por finalidade o apoio financeiro, por meio de bolsa mensal vitalícia no valor de R$ 1.600,00 (no caso de pessoa física) e R$ 3.200,00 (quando for grupo, entidade, agremiação ou associação); bem como a preservação dos processos de criação e divulgação de técnicas, modos de fazer e saberes das culturas tradicional ou popular pernambucanas. Atualmente, 75 Patrimônios Vivos já foram registrados pelo Estado de Pernambuco.</p>
<p>Recentemente, o número de bolsas anuais concedidas aos mestres, mestras e grupos da cultura popular pernambucana, por meio do edital do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco (RPV-PE), foi ampliada de seis para dez. A mudança faz parte da Lei 17.489/2021, de autoria do Governo de Pernambuco, e aprovada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), e já valerá para a nova edição em 2022.</p>
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		<title>Secult-PE transmite live &#8220;Na trilha dos Pífanos&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2021 22:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/image1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-84629" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/image1.jpg" width="442" height="442" /></a></p>
<p>O programa “Diálogos Culturais em Rede”, vinculado à Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), promove na próxima terça-feira (18), a partir das 19h, a live “Na Trilha dos Pífanos”. Com transmissão ao vivo pelo canal <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a>, o bate-papo vai mostrar a tradição das bandas de pífano, e toda a cultura sertaneja que elas carregam, é ainda muito forte em Pernambuco. Entre os convidados da<em> live</em>, estão o produtor cultural <strong>Amaro Filho</strong>, que conduziu todo estudo dos pífanos, pela Página 21, e o tocador, professor, luthier <strong>Marcos do Pífano</strong>, que também prestou informações valiosas para o inventário dos pífanos. A mediação será feita por <strong>Marcelo Renan</strong>, coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</p>
<p><strong>MAPEAMENTO -</strong> Pelo menos 82 bandas ainda estão em atividade, espalhadas por municípios do Agreste e Sertão do Estado. O mapeamento foi possível graças ao esforço e dedicação da produtora cultural Página 21 que, nos últimos dez anos, vem desenvolvendo uma substanciosa pesquisa e mapeamento sobre essas bandas.</p>
<p>Neste período, projetos lançados pela produtora &#8211; livros, CDs, apresentações, atividades de formação, circulação de artistas e um site &#8211; constituíram num acervo documental sobre a cultura dos pífanos que embasou um pedido para seu reconhecimento como Patrimônio Imaterial de Pernambuco e também Patrimônio Cultural do Brasil.</p>
<p>No primeiro caso, a solicitação foi acatada em março deste ano, pela Fundarpe. A expectativa é que, no início do segundo semestre, a Fundarpe encaminhe para o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio, o pedido para que as bandas de pífano sejam tituladas Patrimônio Imaterial de Pernambuco.</p>
<p>Na última semana, a comunidade pifeira de Pernambuco comemorou também a abertura do processo de registro em nível federal. A candidatura dos pífanos pela Página 21, que contou com o apoio da Fundarpe e do Iphan Pernambuco, foi aceita na 27ª reunião da Câmara Técnica do Patrimônio Imaterial do Iphan.</p>
<p><em>&#8220;Saber mais sobre essa pesquisa, que se aprofundou na tradição dos pífanos, as influências de culturas indígenas e africanas que carregam e as diferenciam em relação aos cânticos, coreografias e percussão, é o objetivo dessa conversa&#8221;</em>, conta Michelle Assumpção, uma das responsáveis pela programação do &#8220;Diálogos Culturais em Rede&#8221;.</p>
<p>Aperte o <em>play</em> e confira:</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/FaX62XZeuWU" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Na trilha dos Pífanos&#8221;, com Amaro Filho, Marcos do Pífano e Marcelo Renan<br />
Quando: 18 de maio de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>youtube.com/secultpe</strong></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Site reúne acervo de famílias do Bloco Banhistas do Pina</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/site-reune-acervo-de-familias-do-bloco-banhistas-do-pina/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 22:26:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Junior Afro (@juniorlindivaldoafro) Entra no ar, nesta terça-feira (20), a partir das 17h, a plataforma &#8220;Rua de Jangada &#8211; Memórias das famílias do Banhistas do Pina&#8221;, primeiro resultado de um projeto coletivo que se vincula às memórias do Carnaval do Recife e a preservação de informações sobre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CN3OLJ0LLxw/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CN3OLJ0LLxw/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CN3OLJ0LLxw/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por Junior Afro (@juniorlindivaldoafro)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Entra no ar, nesta terça-feira (20), a partir das 17h, a plataforma &#8220;Rua de Jangada &#8211; Memórias das famílias do Banhistas do Pina&#8221;, primeiro resultado de um projeto coletivo que se vincula às memórias do Carnaval do Recife e a preservação de informações sobre o frevo de bloco, sua diversidade e sua construção comunitária, organizado pelo o historiador Lindivaldo Junior. São mais de 100 fotografias, 40 marchas de blocos, catalogadas, biografia de compositores, troféus inéditos e recortes de jornais datados de 1932. O projeto foi contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p><em>“É o depositário do acervo fotográfico carnavalesco de famílias vinculadas ao Bloco Banhistas do Pina, que com muito carinho preservam informações sobre suas histórias no carnaval do Recife”</em>, explica o idealizador do projeto. São fotografias cedidas por Dona Julia (Julieta Leite &#8211; fundadora), da família de Ednaldo Torres (Dinado, ex vice-presidente &#8211; in memória), Laurentina Pereira (costureira e coralista, Lau &#8211; in memória). Do acervo de Severina Soares (costureira e coralista, Titinha &#8211; in memória), de Seu Vavá e Dona Lalá e demais membros da família Leite, Alexandra Leite, Edson Torres, Adeilda Cristina e de Penha Lima.</p>
<p>Além das fotos, no site disponibiliza um Caderno de Canções dedicadas ao Bloco Banhistas do Pina, um pouco da história dos compositores Luiz Faustino, Getúlio Cavalcanti, Marcelo Varela e outros. Matérias de jornais e fotografias de brincantes que ajudam a contar a história do bairro do Pina, e a salvaguardar a memória do Frevo e do carnaval do Recife.</p>
<p><strong>LANÇAMENTO -</strong> Para falar desse trabalho, o historiador Lindivaldo Junior convidou Marcelo Renan, historiador e coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe para uma live que apresentará o site: <a href=" https://www.ruadejangada.com/" target="_blank"><strong>www.ruadejangada.com</strong></a>. O bate-papo vai ser transmitido às 17h, no Instagram <a href="https://www.instagram.com/juniorlindivaldoafro/" target="_blank"><strong>@juniorlindivaldoafro</strong></a>.</p>
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		<title>Fundarpe participa do webnário &#8220;Materialidade e Imaterialidade na Preservação do Patrimônio&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2020 22:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Instituto de Arquitetos do Brasil &#8211; Departamento de Pernambuco (IAB-PE) promove, na próxima segunda-feira (28), a partir das 18h, o webnário &#8220;Materialidade e Imaterialidade na Preservação do Patrimônio Afro-Brasileiro em Pernambuco&#8221;. Com as participações de Marcelo Renan Oliveira (coordenador do Patrimônio Imaterial da Fundarpe), Giorge Bessoni (Iphan/PE), Vera Barone (advogada sanitarista e integrante da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78840" aria-labelledby="figcaption_attachment_78840" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/marcelo-renan-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe1.jpg"><img class="size-medium wp-image-78840" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/marcelo-renan-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Coordenador do Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan Oliveira representará a Fundarpe no debate virtual</p></div>
<p>O <a href="https://www.instagram.com/iab.pe/" target="_blank"><strong>Instituto de Arquitetos do Brasil &#8211; Departamento de Pernambuco (IAB-PE)</strong></a> promove, na próxima segunda-feira (28), a partir das 18h, o webnário <strong>&#8220;Materialidade e Imaterialidade na Preservação do Patrimônio Afro-Brasileiro em Pernambuco&#8221;</strong>. Com as participações de <strong>Marcelo Renan Oliveira</strong> (coordenador do Patrimônio Imaterial da Fundarpe), <strong>Giorge Bessoni</strong> (Iphan/PE), <strong>Vera Barone</strong> (advogada sanitarista e integrante da Articulação de Mulheres Negras Brasileiras &#8211; AMNB), <strong>Fernando Barros</strong> (gerente do Patrimônio Imaterial da Prefeitura do Recife) e mediação de <strong>Ana Paula Bittencourt</strong> (Iphan/PE), a atividade virtual integra as ações da recém-formada Comissão de Patrimônio Cultural do IAB/PE, que visa contribuir para a discussão do patrimônio, através do Fórum Nacional em Defesa do Patrimônio Cultural. O debate será transmitido ao vivo pela <em>fanpage</em> da intistuição: <a href="https://www.facebook.com/iab.pe/" target="_blank"><strong>facebook.com/iabpe</strong></a>.</p>
<p><em>&#8220;A ideia desse encontro é reunir não só os arquitetos e urbanistas membros do IAB-PE, mas todas as pessoas que trabalham ou se dedicam profissionalmente ao estudo e à atuação da área de preservação do patrimônio cultural para debater temas/causas relevantes desse campo. Como se trata de um primeiro encontro, quero destacar o fato de termos poucos bens materiais com esse viés da matriz africana aqui em Pernambuco, já que possuímos mais bens ligados ao campo imaterial, e de como instituições e fundações da área técnica do patrimônio trabalham nesses processos de reconhecimento&#8221;</em>, adianta Marcelo Renan, que representará a Fundarpe no webnário.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Webnário &#8220;Materialidade e Imaterialidade na Preservação do Patrimônio Afro-Brasileiro&#8221;</strong><br />
Quando: 28/9 (segunda-feira), às 18h<br />
Transmissão ao vivo, na<em> fanpage</em> do IAB-PE: <a href="https://www.facebook.com/iab.pe/" target="_blank"><strong>facebook.com/iabpe</strong></a></p>
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		<title>Patrimônios Vivos de Pernambuco: sua importância na construção cultural do Estado</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 21:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secult-PE e a Fundarpe lançam nesta terça-feira (15), em parceria com o Programa Mãe Coruja, mais um vídeo da série &#8220;Cultura nos Cantos&#8221;, que integra as ações do projeto, voltado para a melhoria da situação de vulnerabilidade de gestantes, crianças e seus familiares em 103 municípios do Estado. Com foco no Patrimônio Cultural do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secult-PE e a Fundarpe lançam nesta terça-feira (15), em parceria com o Programa Mãe Coruja, mais um vídeo da série <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/secult-lanca-serie-de-videos-do-projeto-cultura-nos-cantos-ligado-ao-programa-mae-coruja/" target="_blank"><strong>&#8220;Cultura nos Cantos&#8221;</strong></a>, que integra as ações do projeto, voltado para a melhoria da situação de vulnerabilidade de gestantes, crianças e seus familiares em 103 municípios do Estado.</p>
<p>Com foco no Patrimônio Cultural do Estado, na leitura e nas bibliotecas, os vídeos são disponibilizados sempre às terças- feiras, a partir das 16h, nos canais do YouTube <strong><a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE/" target="_blank">Cultura PE</a></strong> e <strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCNAB42pELwdzIIi5U891o1Q" target="_blank">Programa Mãe Coruja Pernambucana</a></strong>, e têm como objetivo de sensibilizar técnicos e parceiros do Mãe Coruja para a importância do Patrimônio Cultural de Pernambuco e, assim, propiciar uma reflexão sobre a relação de respeito, afeto e compreensão do lugar que ocupam no território, além da difusão de outros olhares sobre o desenvolvimento das crianças da primeira infância.</p>
<p>Nessa nova edição, a iniciativa conta com a participação do coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan, que fala da importância dos Patrimônios Vivos de Pernambuco na construção cultural do Estado. Aperte o play e confira.</p>
<p><strong>&#8212;</strong></p>
<p>O projeto <strong>&#8220;Cultura nos Cantos&#8221;</strong> integra as ações do Programa Mãe Coruja Pernambucana que vem trabalhando ao longo de mais de 10 anos,” redes sociais setoriais e integradas, construindo a melhoria da situação de vulnerabilidade de gestantes, crianças e seus familiares, pela indução de politicas públicas em 103 municípios de Pernambuco” e que tem como um “braço” importante, o Plano de Desenvolvimento Infantil (PDI) com ações voltadas ao desenvolvimento cognitivo, motor, emocional e social de crianças na 1ª infância. Para quem perdeu os últimos episódios do projeto, segue abaixo os vídeos na íntegra:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Yd7qIh1dk4k" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tHs190TvXMc" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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