<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; mesa redonda</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/mesa-redonda/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Apr 2026 19:24:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Mesa-redonda discute as perseguições aos cultos das religiões de matriz africana no MEPE</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mesa-redonda-discute-as-perseguicoes-aos-cultos-das-religioes-de-matriz-africana-no-mepe/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/mesa-redonda-discute-as-perseguicoes-aos-cultos-das-religioes-de-matriz-africana-no-mepe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2017 15:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[consciência negra]]></category>
		<category><![CDATA[intolerância religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[mês]]></category>
		<category><![CDATA[mesa redonda]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado de Pernambuco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=55208</guid>
		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) realiza, nesta terça-feira (21), às 13h30, a mesa-redonda &#8220;Perseguições aos cultos das religiões de matriz africana: origens e resistências&#8221;. Com acesso gratuito, o evento tem como objetivo refletir sobre a intolerância religiosa por qual passam as religiões de matriz africana no Brasil, apresentando suas origens históricas e os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) realiza, nesta terça-feira (21), às 13h30, a mesa-redonda &#8220;Perseguições aos cultos das religiões de matriz africana: origens e resistências&#8221;. Com acesso gratuito, o evento tem como objetivo refletir sobre a intolerância religiosa por qual passam as religiões de matriz africana no Brasil, apresentando suas origens históricas e os movimentos de resistência, a partir do discurso de especialistas no assunto e de representantes de movimentos sociais. Os interessados em participar, deverão se inscrever através do e-mail: <strong>rt.mepe@gmail.com</strong> ou pelo telefone: (81) 3184.3170 / 3184.3178. Haverá entrega de certificado de participação e as vagas são limitadas.</p>
<div id="attachment_55217" aria-labelledby="figcaption_attachment_55217" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pri Buhr/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/grupo-bongar-foto-pri-buhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-55217" alt="Pri Buhr/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/grupo-bongar-foto-pri-buhr-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O evento integra a programação do mês da Consciência Negra do MEPE</p></div>
<p>O evento faz parte da programação do MEPE em decorrência do Dia da Consciência Negra, comemorado no dia 20 de novembro. Participarão da mesa: <strong>Zuleica Dantas Pereira Campos</strong>, Pós-doutora em Ciências da Religião e professora do Curso de História e do Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião da Universidade Católica de Pernambuco; <strong>Lígia Barros Gama</strong>, Mestre e doutoranda em Antropologia pela UFPE; <strong>Pai Edson de Omolú</strong>, sacerdote da Tenda de Ubanda e Caridade Caboclo Flecheiro, mestrando em Ciências da Religião na Unicap, e técnico na Gerência de Comunidades Tradicionais SEMAS/PE, e <strong>Guitinho da Xambá</strong>, representante do Terreiro de Xambá e vocalista do Grupo Bongar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Mesa-redonda Perseguições aos cultos das religiões de matriz africana: origens e resistências<br />
Quando: terça-feira (21), às 13h30<br />
Onde: Museu de Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças – Recife/PE)<br />
Informações e inscrições: <strong>rt.mepe@gmail.com</strong> / (81) 3184.3170 / 3184.3178</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/mesa-redonda-discute-as-perseguicoes-aos-cultos-das-religioes-de-matriz-africana-no-mepe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Torre Malakoff recebe mesa-redonda sobre desdobramentos do Manguebeat</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/torre-malakoff-recebe-mesa-redonda-sobre-desdobramentos-do-manguebeat/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/torre-malakoff-recebe-mesa-redonda-sobre-desdobramentos-do-manguebeat/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2016 14:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[H.D. Mabuse]]></category>
		<category><![CDATA[mesa redonda]]></category>
		<category><![CDATA[movimento manguebeat]]></category>
		<category><![CDATA[paula lira]]></category>
		<category><![CDATA[Recifusion]]></category>
		<category><![CDATA[Silvio Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Torre Malakoff]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=34750</guid>
		<description><![CDATA[Dando continuidade às atividades da 8ª edição do Festival Internacional de Graffiti – Recifusion, a Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pela Secult-PE/Fundarpe, sedia nesta sexta-feira (18), a partir das 16h, a mesa-redonda Rua, Lama e Tinta: desdobramentos do Movimento Manguebeat. Com as presenças dos artistas H.D Mabuse, Silvio Ribeiro (Omega) e Paula Lira, e mediação da historiadora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34758" aria-labelledby="figcaption_attachment_34758" class="wp-caption img-width-592 aligncenter" style="width: 592px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/mesa-redonda-recifusion.jpg"><img class="size-medium wp-image-34758" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/mesa-redonda-recifusion-592x486.jpg" width="592" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">H.D Mabuse, Paula Lira e Silvio Ribeiro (Omega) vão compor a mesa-redonda</p></div>
<p>Dando continuidade às atividades da 8ª edição do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/exposicao-em-homenagem-ao-manguebeat-entra-em-cartaz-na-torre-malakoff/" target="_blank"><strong>Festival Internacional de Graffiti – Recifusion</strong></a>, a Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pela Secult-PE/Fundarpe, sedia nesta sexta-feira (18), a partir das 16h, a mesa-redonda <em>Rua, Lama e Tinta: desdobramentos do Movimento Manguebeat</em>. Com as presenças dos artistas H.D Mabuse, Silvio Ribeiro (Omega) e Paula Lira, e mediação da historiadora Rebecca França, o evento visa estimular reflexões a respeito do<em> Manguebeat</em>, sua origem, sua relação com o <em>hip hop</em>, hibridismo cultural, diversão e &#8220;brodagem&#8221; que há entre seus seguidores.</p>
<p>“O <em>Manguebeat</em> influenciou diretamente a cena do<em> hip hop</em> pernambucano, e a busca por elementos de nossas raízes agrega nossa identidade urbana. O graffiti é um agente multiplicador desses elementos, e, nessa mesa redonda, pretendemos trocar uma ideia com o público e os artistas convidados sobre as experiências, as estéticas e as características vindas das margens do mangue”, disse Johny Cavalcanti, idealizador e organizador do Recifusion. Tanto o acesso à mesa-redonda quanto à exposição <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/exposicao-em-homenagem-ao-manguebeat-entra-em-cartaz-na-torre-malakoff/" target="_blank"><strong><em>Do Caos à Lata</em></strong></a>, que segue em cartaz na Torre Malakoff até o dia 27/3, é gratuito.</p>
<p><strong>Integrantes da mesa</strong></p>
<p><strong>H.D. Mabuse </strong><br />
Desde 1990 trabalha em projetos numa bordagem sobre comportamentos emergentes e remix de linguagens em design, artes visuais e música. H.D Mabuse é consultor em design do Instituto de Inovação em Tecnologias da Informação e Comunicação­ C.E.S.A.R, onde desenvolve serviços e produtos com foco nas pessoas. Conhecido como o &#8220;cérebro eletrônico do Manguebeat.&#8221; Foi um dos fundadores do Re:combo, onde atuou de 2001 até 2008, período no qual teve projetos com o coletivo selecionados para exposições no Instituto Cultural Itaú, MAMAM, Walker Art Center e Centro Cultural Banco do Brasil. É membro do coletivo Autom.ato, onde desenvolve pesquisas na interação artista-­público mediado por novas tecnologias.</p>
<p><strong>Paula Lira</strong><br />
Nasceu e cresceu no Recife. Com o coração na transformação da sua cidade em Manguetown, a artista, antropóloga e psicologa alimentou essa efervescência produzindo a primeira pesquisa de mestrado sobre o Manguebeat. Unindo imagens artísticas à presença consciente, Paula Lira contribuiu nas últimas duas décadas para que centenas de pessoas encontrassem seu potencial de criação. Autora do livro &#8220;A grande serpente&#8221; nos conta, com belas imagens e texto leve, os caminhos e histórias de criação do movimento Manguebeat.</p>
<p><strong>Sílvio Ribeiro</strong><br />
Graffiteiro pernambucano, conhecido como Omega, é também arte-educador formado em Licenciatura Artes Plásticas pela UFPE. Idealizou e executou no SESC de Casa Amarela o projeto<em> Expresso Rua</em>. Omega vem construindo uma trajetória de participação em ações artísticas como: 4º e 5º Salão Universitário de Arte Contemporânea ­(UNICO), exposição Territórios Reflexivos do Cangaço, Mês da Desobediência Negra, participação no Pimp My Carroça e edições anteriores do Recifusion. Desde então, vem estudando variadas técnicas, poéticas e conceitos presentes no universo artístico, principalmente com referência nas Expressões de Rua, Arte mural e manifestações da Cultura Popular, a exemplo do Mangueat. É um dos fundadores do Coletivo Bagaço, que tem como base a expressão, cultura e resistência popular.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Mesa-redonda <em>Rua, Lama e Tinta: os desdobramentos do movimento Manguebeat</em>.<br />
Quando: 18/3 (sexta-feira), às 16h<br />
Onde: No anfiteatro da Torre Malakoff­ (Praça do Arsenal, S/N, Bairro do Recife – Recife/PE)<br />
Acesso gratuito</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/torre-malakoff-recebe-mesa-redonda-sobre-desdobramentos-do-manguebeat/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mesa-redonda sobre valorização e profissionalização da capoeira encerra Semana do Patrimônio</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mesa-redonda-sobre-valorizacao-e-profissionalizacao-da-capoeira-encerra-semana-do-patrimonio/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/mesa-redonda-sobre-valorizacao-e-profissionalizacao-da-capoeira-encerra-semana-do-patrimonio/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2015 00:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Capoeira]]></category>
		<category><![CDATA[mesa redonda]]></category>
		<category><![CDATA[semana do patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[UFPE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=29796</guid>
		<description><![CDATA[Bruno Souza A 8ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, evento promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, encerrou suas atividades nesta quinta-feira (27), com uma mesa-redonda sobre &#8220;Capoeira em Pernambuco &#8211; Saberes dos Mestres: profissionalização ou valorização ocupacional, apenas?&#8221; que reuniu, no Auditório I do Centro de Filosofofia e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29810" aria-labelledby="figcaption_attachment_29810" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-de-pernambuco-ufpe-mesa-redonda-ufpe-capoeira-foto-costa-neto-fundarpe-secult-pe-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-29810" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-de-pernambuco-ufpe-mesa-redonda-ufpe-capoeira-foto-costa-neto-fundarpe-secult-pe-1-607x352.jpg" width="607" height="352" /></a><p class="wp-caption-text">Giorge Bessoni, Mestre Pirajá, Mestre Corisco e Mestre João Mulatinho comandaram a mesa-redonda</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>A 8ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, evento promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, encerrou suas atividades nesta quinta-feira (27), com uma mesa-redonda sobre &#8220;Capoeira em Pernambuco &#8211; Saberes dos Mestres: profissionalização ou valorização ocupacional, apenas?&#8221; que reuniu, no Auditório I do Centro de Filosofofia e Ciências Humanas da UFPE, três grandes capoeiristas pernambucanos: Mestre Pirajá, Mestre João Mulatinho e Mestre Corisco. Comandado pelo professor Bartholomeu Tito Figueirôa, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE, e por Giorge Bessoni, técnico de Ciências Sociais do Iphan, o encontro trouxe à tona várias questões ligadas às formas de organização e formalização dos mestres e grupos de capoeira de Pernambuco, e, em especial, aos dilemas existentes frente à transmissão de saberes e a formação de novos mestres.</p>
<div id="attachment_29811" aria-labelledby="figcaption_attachment_29811" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-de-pernambuco-ufpe-mesa-redonda-ufpe-capoeira-foto-costa-neto-fundarpe-secult-pe-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-29811" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-de-pernambuco-ufpe-mesa-redonda-ufpe-capoeira-foto-costa-neto-fundarpe-secult-pe-5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O professor Bartholomeu Tito Figueirôa, da UFPE, reiterou que a capoeira é mais do que arte, cultura e esporte, é uma ferramenta valiosa na educação de crianças e adolescentes</p></div>
<p>&#8220;É preciso dizer, logo de início que, além da sua importância sociocultural para a história de nosso país, a capoeira é uma ferramenta pedagógica importantíssima na formação e, porque não, no regaste de jovens de comunidades carentes da nossa cidade, como mostrou uma pesquisa que realizamos na Região Metropolitana do Recife, em 2008, para identificar os grupos e as mais variadas correntes capoeiristas recifenses&#8221;, disse o professor Bartholomeu.</p>
<p>Já Giorge Bessoni destacou que, embora a roda capoeira seja um Patrimônio Imaterial da Humanidade, reconhecido desde 2014 pela Unesco, é preciso criar mais ações de preservação e salvaguarda da manifestação cultural afro-brasileira. &#8220;Eventos, como esse de hoje, são importantíssimos para darmos visibilidade à capoeira, aumentarmos o grau de conscientização sobre sua importância e, acima de tudo, estimularmos a adoção de políticas públicas de salvaguarda e sustentabilidade deste importante patrimônio cultural por parte dos governos e da sociedade civil organizada&#8221;, afirmou.</p>
<div id="attachment_29812" aria-labelledby="figcaption_attachment_29812" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-de-pernambuco-ufpe-mesa-redonda-ufpe-capoeira-foto-costa-neto-fundarpe-secult-pe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-29812" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-de-pernambuco-ufpe-mesa-redonda-ufpe-capoeira-foto-costa-neto-fundarpe-secult-pe-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vários mestres capoeiristas compareceram à mesa-redonda</p></div>
<p>Mestre Pirajá relembrou toda a sua trajetória nas rodas de capoeira mundo a fora e, graças ao seu envolvimento com os grupos capoeiristas de Pernambuco, da Bahia e do Rio de Janeiro, deu uma verdadeira aula sobre o surgimento e a popularização do bem cultural. &#8220;Para mim, ao contrário do que muitos defendem, a capoeira surgiu nos quilombos, lugares onde haviam espaço e liberdade para que ela se desenvolvesse. Chegamos até aqui graças à luta de bravos capoeiristas, que não deixaram a peteca cair e deixaram esse belíssimo legado. Logo que comecei a dar aula aos meninos do Morro da Conceição, na Galeria do Ritmo, as mães me olhavam meio torto e não queriam saber do envolvimento deles comigo. Hoje, a capoeira está em todo mundo. E eu tenho o maior orgulho de ser capoeirista. Em relação à regulamentação de nossa categoria, acredito que não cabe a nós, enquanto mestres, tomar isso para si, mas, sim, aos órgãos governamentais. A nossa valorização quem nos dá é a nossa comunidade, que nos reconhece como mestres&#8221;, contou.</p>
<p>O Mestre Courisco, que tem uma vasta experiência na didática da capoeira, relembrou que todas as tentativas de regulamentar a profissão de capoeirista foram frustradas, e que vincular a atividade a qualquer órgão regulatório iria gerar um sério problema para identificar quem seriam ou não os mestres. &#8220;A profissionalização é muito importante, mas é preciso dizer que essa regulação exterior pode acabar com nossas tradições. Quem vai dizer quem é mestre ou não? E mais: que critérios serão utilizados nessa classificação? A capoeira, como disse o Mestre Pirajá, está no mundo todo, e percebe-se que há um interesse muito grande de algumas pessoas em assumir o protagonismo que hoje pertence aos mestres&#8221;, frisou.</p>
<p>Para finalizar, o Mestre João Mulatinho ressaltou que a capoeira precisa de liberdade para se desenvolver, e que é a diversidade que garante que ela esteja em tantos espaços e partes do mundo. &#8220;Capoeira é liberdade. Se ela enveredar pelas universidades, ela se torna em outra coisa, menos nesse jogo de liberdade que conhecemos hoje. Essa regularização pode acabar com o encanto e a magia da cultura capoeirista. Deixem a capoeira livre&#8221;, afirmou.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/mesa-redonda-sobre-valorizacao-e-profissionalizacao-da-capoeira-encerra-semana-do-patrimonio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Memória ferroviária de Pernambuco é pauta da Semana do Patrimônio</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/memoria-ferroviaria-de-pernambuco-e-pauta-da-semana-do-patrimonio/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/memoria-ferroviaria-de-pernambuco-e-pauta-da-semana-do-patrimonio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 14:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[eno Paredes]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Central Capiba/Museu do Trem]]></category>
		<category><![CDATA[mesa redonda]]></category>
		<category><![CDATA[trens]]></category>
		<category><![CDATA[VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=29359</guid>
		<description><![CDATA[No seu segundo dia de realização, a 8ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco promoveu, nesta terça-feira (18), na Estação Central Capiba/Museu do Trem, uma mesa-redonda sobre o &#8220;Patrimônio Ferroviário Pernambucano: seu legado, perspectivas e ações de preservação&#8221;. Com a participação da arquiteta do Iphan, Maria Emília Lopes, do historiador Josemir Camilo e do diretor regional da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29360" aria-labelledby="figcaption_attachment_29360" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-cultural.jpg"><img class="size-medium wp-image-29360" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-cultural-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O evento foi o primeiro encontro que a Estação Central Capiba/Museu do Trem promoveu sobre o Patrimônio Ferroviário Pernambucano</p></div>
<p>No seu segundo dia de realização, a 8ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco promoveu, nesta terça-feira (18), na Estação Central Capiba/Museu do Trem, uma mesa-redonda sobre o &#8220;Patrimônio Ferroviário Pernambucano: seu legado, perspectivas e ações de preservação&#8221;. Com a participação da arquiteta do Iphan, Maria Emília Lopes, do historiador Josemir Camilo e do diretor regional da ONG Movimento Nacional Amigos do Trem, André Cardoso, e mediação da coordenadora do Departamento de Ação Educativa do Museu do Trem, Adriane Alves, o evento discutiu a importância das linhas ferroviárias no desenvolvimento do nosso Estado, bem como mostrou as ações que têm sido realizadas para sua salvaguarda e os desafios para manter viva a memória afetiva que muitos passageiros ainda guardam dos trens que circulavam, nos mais de 1.100 quilômetros de ferrovias pernambucanas.</p>
<div id="attachment_29364" aria-labelledby="figcaption_attachment_29364" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio.jpg"><img class="size-medium wp-image-29364" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-607x382.jpg" width="607" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Adriane Alves, André Cardoso, Josemir Camilo e Maria Emília Lopes comandaram a mesa-redonda</p></div>
<p>&#8220;Este é o primeiro de vários outros encontros que pretendemos sediar na Estação Central Capiba/Museu do Trem sobre o patrimônio ferroviário. Não existe espaço mais apropriado para discutirmos esse tema, uma vez que a função social do museu é essa: ambiente de ensino/aprendizagem, lugar de pesquisa, trocas e produção de saberes que integram diversas áreas do conhecimento&#8221;, disse Adriane, na abertura da mesa-redonda. Em seguida, a representante do Iphan Maria Emília Lopes apresentou um painel sobre &#8220;Sustentabilidade e Preservação do Patrimônio Cultural&#8221;, tendo como estudo de caso o Complexo das Oficinas Ferroviárias de Jaboatão dos Guararapes que, outrora abandonado, vai se transformar na sede da Escola Técnica do Senai. Segundo ela, é possível oferecer um novo uso a um patrimônio cultural, sem perder de vista a preservação do seu valor histórico-cultural. &#8220;Quando o Senai adquiriu o terreno do Complexo, eles não tinham ideia de que ali havia uma área preservada pelo Iphan. Entre idas e vindas, e uma série de escutas à população, em consonância ao conceito de sustentabilidade urbana que, dentre outras coisas, preceitua que devemos identificar as inflexões dos atores sociais para contribuir com os espaços das cidades e garantir qualidade de vida para os mais diversos grupos que a ocupam, chegamos a esse projeto que, embora apresente uma funcionalidade diferente da original, mantém e preserva não só as estruturas, como salvaguarda sua história&#8221;, contou.</p>
<p>O projeto, além de salas de aulas, quadras esportivas e um anfiteatro, inclui uma ciclofaixa aberta para os moradores que são vizinhos à escola. &#8220;A nossa ideia é que o patrimônio ferroviário se integrasse e fizesse parte da vida das pessoas em sua volta. Isto é, que ele fosse ressignificado e reapropriado não só pelos alunos, como também por quem mantinha uma relação de afeto com aquele espaço&#8221;, finalizou.</p>
<p>Grande pesquisador das ferrovias na Inglaterra, o professor Josemir Camilo fez uma panorama da história das ferrovias no Nordeste. De acordo com ele, grande parte de nossas linhas ferroviárias foram financiadas pelo capital inglês, graças ao benefícios que o governo brasileiro oferecia às empresas da Inglaterra que, àquela época, eram líderes mundiais nesse segmento. &#8220;A maioria do nosso patrimônio ferroviário brasileiro, principalmente do Nordeste canavieiro, foi construída com o capital inglês. Com a retomada da concessão das ferrovias por parte do governo brasileiro, no período da República, coube à antiga Rede Ferroviária Federal (Refesa) administrar nossos trens e linhas ferroviárias. Embora tenha tido uma administração pouco exitosa, a nossa malha ferroviária ligava a maioria dos Estados nordestinos de uma ponta a outra&#8221;, relembrou.</p>
<p>Já o diretor regional da ONG Movimento Nacional Amigos do Trem, André Cardoso, falou da sua experiência à frente da instituição. Ele, que também integra a equipe da Estação Central Capiba/Museu do Trem, destacou que o espaço e todo o seu acervo representam uma grande ação de preservação da memória ferroviária pernambucana. &#8220;O que fazemos aqui é resgatar toda a história dos trens e linhas ferroviárias de nosso Estado para mostrar que foi, através dos trilhos, que o desenvolvimento chegou nos lugares mais remotos de Pernambuco&#8221;, afirmou. Cardoso mantém, desde 2013, um projeto voluntário de fiscalização e preservação do Patrimônio Ferroviário Pernambucano, que percorre várias regiões. &#8220;Nos finais de semana, (eu e meus amigos) caminhamos por várias cidades onde essa malha ferroviária está um pouco esquecida, a fim de sensibilizar a população e os agentes públicos sobre o potencial turístico que aqueles trilhos podem oferecer às regiões&#8221;, disse. Segundo ele, a ideia é montar, em breve, uma linha de trem turístico-cultural que irá ligar o Circuito dos Engenhos da Mata Norte. &#8220;Vários municípios brasileiros já estão explorando os trilhos, antes abandonados, para o turismo. Podemos fazer o mesmo em Pernambuco&#8221;, falou entusiasmado.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/memoria-ferroviaria-de-pernambuco-e-pauta-da-semana-do-patrimonio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>FPNC se despede de São José do Egito</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fpnc-se-despede-de-sao-jose-do-egito/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/fpnc-se-despede-de-sao-jose-do-egito/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Jul 2012 03:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA["Cancão e a tradição poética do Pajeú"]]></category>
		<category><![CDATA[Antônio de Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Donzilio Luís]]></category>
		<category><![CDATA[Ednaldo Leite]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Sertão do Pajeú]]></category>
		<category><![CDATA[grupo Em Canto em Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Ida de Coraci]]></category>
		<category><![CDATA[Meca Moreno]]></category>
		<category><![CDATA[mesa redonda]]></category>
		<category><![CDATA[Neném Patriota]]></category>
		<category><![CDATA[São José do Egito]]></category>
		<category><![CDATA[Show Depois da Chuva]]></category>
		<category><![CDATA[Tonino Arcoverde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=5772</guid>
		<description><![CDATA[Por Julya Vasconcelos Hoje, mais uma vez, o lendário poeta Cancão foi reverenciado na cidade de São José do Egito. Palestras, uma mesa de prosa com pessoas que conheceram pessoalmente o poeta e uma memorável mesa redonda, com três falas preciosas sobre a poesia do Vale do Pajeú fizeram do dia de hoje um dia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5773" aria-labelledby="figcaption_attachment_5773" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7665968516_57ab01a805_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5773" alt="Mesa Redonda &quot;Cancão e a tradição poética do Pajeú&quot; (Foto: Ricardo Moura/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7665968516_57ab01a805_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa Redonda &#8220;Cancão e a tradição poética do Pajeú&#8221; (Foto: Ricardo Moura/Secult-PE)</p></div>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Hoje, mais uma vez, o lendário poeta Cancão foi reverenciado na cidade de São José do Egito. Palestras, uma mesa de prosa com pessoas que conheceram pessoalmente o poeta e uma memorável mesa redonda, com três falas preciosas sobre a poesia do Vale do Pajeú fizeram do dia de hoje um dia especial para a memória egipciense.</p>
<p>A participação de Neném Patriota na mesa redonda “ Cancão e a tradição poética do Pajeú” foi um dos pontos altos do dia. A fala de Neném foi para além da poesia. Ele defendeu a emergência de um Pajeú que se una em torno de sua força poética, política e humana. “Que a tradição a gente a cultue sem bairrismos e proselitismo barato!”, reflete o poeta, que termina sua fala com um longo poema, que exalta diversos nomes da poesia do Pajeú. O poeta é aplaudido de pé.</p>
<p>Na mesma mesa, estava Meca Moreno, da Unicordel, que fez um surpreendente resgate histórico a partir da questão que parece estar na ponta da língua de qualquer um que se depare com a efervescência poética da região: “por que o Pajeú produz tanta poesia?”. A fala de Meca Moreno foi buscar explicações na tradição poética árabe. Segundo o pesquisador e poeta, essa cultura é responsável pela gosto pela rima, e por determinados instrumentos. A nossa viola nordestina, assim como a rabeca, são baseadas nos modos gregos e árabes, mouriscos”.</p>
<p><strong>Proseando sobre o pássaro</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7665176736_226c4a55b2_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5775" alt="7665176736_226c4a55b2_z" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7665176736_226c4a55b2_z-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Donzilio Luís, Ida de Coraci, Antônio de Catarina e Ednaldo Leite compuseram a “Mesa de Prosa: A casa do ébrio”, que foi algo como uma mesa de causos e memórias sobre Cancão. Todos convidados conheceram o poeta pessoalmente, e brindaram o público com depoimentos sobre a simplicidade, a veia cômica e as histórias por detrás dos poemas do grande poeta do Pajeú. Donzilio Luís apresentou ao público uma raridade. Uma edição de 1974 do Correio da Paraiba, com uma grande matéria sobre Cancão.</p>
<p><strong>Pensando Cancão</strong><br />
Mais cedo, dois palestrantes refeltiram sobre a obra do pássaro poeta. O Prof. Dr. Nelson Barbosa e a Prof.Dra. Maria Nazareth Arrais, ambos da UFPB apresentaram, respectivamente, as palestras “O conto popular e a poesia de Cacão – um estudo comparativo” e “A poesia de Cancão como marco do Pajeú”.</p>
<p>“Cancão é o poeta da natureza, do inexorável e do eu total”, define a professora paraibana, durante a sua apresentação. Comparando o conto popular e a poesia de Cancão, a pesquisadora desenvolveu sua apresentação a partir de uma base psicanalítica, suscitando especial interesse da plateia. Nelson Barbosa fez um histórico poético e social da região do Pajeú. Ressaltou também características fortes da escrita do poeta, como o uso de paradoxos e oposições, e a relação com a natureza.</p>
<p>A programação foi fechada com o Show <em>Depois da Chuva</em>, que contou com o grupo Em Canto em Poesia e Tonino Arcoverde.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/fpnc-se-despede-de-sao-jose-do-egito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

